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PRONAC 2513628Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Manutenção Harmônica – Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro OSTNCS

IPCB- INSTITUTO DE PRODUCAO SOCIOEDUCATIVO E CULTURAL BRASILEIRO
Solicitado
R$ 2,93 mi
Aprovado
R$ 2,93 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-01-05
Término

Resumo

A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro (OSTNCS), patrimônio cultural do Distrito Federal, realiza sua temporada oficial de concertos no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília/DF.O projeto contempla concertos sinfônicos, apresentações de câmara e concertos didáticos, promovendo a democratização do acesso à música erudita e a formação de novas plateias, com foco na reocupação e consolidação do Teatro Nacional como espaço de referência artística e cidadã.A programação conta com regentes e solistas convidados nacionais e internacionais, valorizando a música brasileira e o repertório universal. Todas as ações têm acessibilidade garantida, com intérprete de Libras, audiodescrição, materiais em braille e transporte para estudantes da rede pública.O projeto reforça o papel da OSTNCS como instrumento de política cultural, inclusão social e valorização da arte sinfônica, em diálogo com os ODS 4, 10 e 11 da Agenda 2030.

Sinopse

A Temporada OSTNCS 2026 propõe um ciclo contínuo de atividades artísticas, educativas e formativas da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, estruturado em três eixos complementares: concertos regulares, ações de formação de plateia e difusão digital acessível.A programação artística contempla cerca de 30 concertos gratuitos realizados na Sala Martins Penna, no Teatro Nacional Claudio Santoro, com repertório que abrange obras clássicas universais, composições brasileiras e estreias contemporâneas. A cada mês, a temporada integra concertos sinfônicos, apresentações de câmara e concertos didáticos mediados, reunindo solistas e regentes convidados nacionais e internacionais e reafirmando a excelência artística da OSTNCS.A dimensão educativa da proposta se expressa em concertos didáticos, oficinas pedagógicas e visitas guiadas e sensoriais, que aproximam o público da experiência orquestral e transformam a sala de concerto em espaço vivo de formação cultural. Essas ações visam despertar o interesse de crianças, jovens e educadores para a escuta atenta, o aprendizado musical e o reconhecimento da música de concerto como direito e linguagem universal.A difusão digital é outro pilar da temporada. Por meio de 11 transmissões ao vivo e gravações em alta definição, a orquestra ampliará seu alcance, disponibilizando conteúdos digitais acessíveis com legendas, Libras e audiodescrição. Essa estratégia reforça o papel da OSTNCS como organismo cultural contemporâneo, que valoriza a memória institucional e o acesso democrático à arte, conectando-se a novas gerações e públicos remotos.Todas as ações seguem princípios de acessibilidade, inclusão e gratuidade, com intérprete de Libras em todos os concertos, audiodescrição em conteúdos audiovisuais, materiais em braille e fonte ampliada, além de transporte escolar gratuito para estudantes da rede pública.Mais do que uma temporada musical, o projeto representa a consolidação da reocupação do Teatro Nacional Claudio Santoro — patrimônio arquitetônico e simbólico de Brasília — como espaço público de convivência e difusão cultural. A sala, fechada por quase uma década, volta a pulsar como território da arte, da educação e da cidadania, abrigando uma das orquestras mais importantes do país.Combinando excelência artística, compromisso educativo e políticas de acessibilidade, a Temporada OSTNCS 2026 reafirma o papel da música sinfônica como patrimônio cultural e instrumento de transformação social, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 4, 10 e 11) da Agenda 2030.Programação de Apresentações (Grade sugerida ser confirmada no período de pré-produção e produção junto a curadoria e Maestro)FevereiroFevereiro – Abertura da Temporada06/02 – Concerto de Abertura “Os Compositores” – Schumann | Solista: Anastasiya Evsina | Regência: Cláudio Cohen13/02 – MPB Sinfônico – Tributo a Ary Barroso, Caymmi, Elis Regina e Gonzaga | Solistas: Moisés Alves e Ademir Jr.20/02 – Concerto Brasileiro – Bernstein, Guerra Vicente, Miguez | Regência: Guilherme Bernstein Março – Música e Educação06/03 – Concerto Didático: “Descobrindo a Orquestra” (escolas públicas convidadas)13/03 – Ravel & Chopin | Solista: Nicolas Stavy | Regência: Cláudio Cohen20/03 – Concerto de Câmara – Quarteto Distrital27/03 – Brahms e Enescu | Regência: Cristian Lupes Abril – Diálogos e Interações09/04 – Concerto Azul – Conscientização do Autismo16/04 – Mendelssohn e Weber | Solista: Kevin Spagnolo | Regência: Ethan Schmeisser23/04 – “Os Compositores: John Williams” – Trilhas e Emoções30/04 – “Carmina Burana” – Carl Orff | Regência: Cláudio Cohen e Felipe Ayala Maio – A Música Brasileira em Cena07/05 – Concerto Homenagem a Guerra Vicente | Regência: Cláudio Cohen14/05 – “Mestres da Música Brasileira” – Hekel Tavares, Villa-Lobos, Carlos Gomes21/05 – Concerto de Câmara – Duo Atmospheres (piano e clarinete) Junho – Encontros Internacionais04/06 – Concerto Espanhol – Albéniz e Falla | Regência: Rodilla11/06 – Concerto Polonês – Szymanowski e Chopin | Solista: Kamilla Wasik-Janiak25/06 – Mahler – Sinfonia nº 1 | Regência: Cláudio Cohen Julho – Juventude e Formação09/07 – Concerto Didático: “A Orquestra e os Jovens”16/07 – Concerto de Câmara – Cordas da OSTNCS23/07 – Concerto “Beethoven & o Espírito da Liberdade” Agosto – Mulheres na Música13/08 – Concerto “3 Sopranos” – Grimaldi, Kukularova e Korossy20/08 – Concerto Didático: “Mulheres Compositoras e Regentes”27/08 – Concerto Italiano – Nino Rota e Respighi Setembro – Tradição e Inovação10/09 – Concerto Especial da Semana da Pátria17/09 – Concerto Contemporâneo – Novas Composições Brasileiras24/09 – Concerto de Câmara – Violoncelos da OSTNCS Outubro – Música e Patrimônio08/10 – Piano Duo Schiavo & Marchegiani – Mozart e Saint-Saëns15/10 – Concerto Didático: “A Música e o Patrimônio Cultural”22/10 – Concerto “Portugal e Brasil em Harmonia” Novembro – Encontros e Memória12/11 – Concerto Sinfônico Internacional – Fuad Ibrahimov (Azerbaijão)19/11 – Concerto Homenagem a Cláudio Santoro26/11 – Concerto de Câmara – Madeiras da OSTNCS Dezembro – Encerramento e Celebração03/12 – Concerto de Natal – “Luzes da Esperança”10/12 – Gala Sinfônica com Solista Internacional17/12 – Concerto de Encerramento – “A Música Une o Mundo”✅ Total de Apresentações: +30 concertos, incluindo sinfônicos, câmara, didáticos, populares, concertos em parques, e participações especiais com dança, teatro e convidados internacionais.🎟️ Acesso: Gratuito em todas as apresentações na Sala Martins Penna e atividades descentralizadas.🌍 Abrangência Cultural: Diversidade de repertórios (clássico, brasileiro, contemporâneo e internacional), formação de plateia e acessibilidade.🎼 Relevância: A temporada promove inclusão, educação musical e fruição da cultura por meio de políticas públicas de acesso à música de concerto.Classificação Indicativa: Livre

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a temporada 2026 da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS), com duração de 12 meses, por meio da execução de concertos gratuitos, ações educativas e acessibilidade cultural, ampliando o acesso à música erudita, formando novas plateias e fortalecendo o patrimônio cultural do Distrito Federal. Objetivos Específicos. Planejar e executar a temporada artística da OSTNCS, com 1 mês de pré-produção destinado à organização técnica, planejamento de repertório, definição de regentes e solistas convidados, e 11 meses de programação contínua de concertos sinfônicos, de câmara e didáticos realizados na Sala Martins Penna, de fevereiro a dezembro.. Garantir regularidade e qualidade artística por meio da contratação de serviços técnicos e manutenção das atividades dos músicos da orquestra, convidar 8 regentes e 5 solistas nacionais e internacionais, assegurando o desempenho pleno da orquestra e a valorização da música como patrimônio cultural e educativo do país.. Democratizar o acesso à música de concerto, assegurando a gratuidade integral de todas as apresentações, o transporte escolar gratuito para estudantes da rede pública e o cumprimento das normas de acessibilidade previstas na Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência) e na Instrução Normativa MinC nº 1/2017, promovendo inclusão e equidade cultural.. Formar novas plateias por meio da realização de 6 concertos didáticos mediados, 4 visitas guiadas e 3 visitas sensoriais à Sala Martins Penna e aos bastidores da orquestra, beneficiando aproximadamente 2.000 estudantes, professores e pessoas com deficiência, em ações que unem arte, cidadania e educação musical.. Fomentar a educação musical com a realização de 4 oficinas pedagógicas (40 horas totais), voltadas a adolescentes, jovens e adultos, estimulando o aprendizado sensível e coletivo da música como linguagem de convivência e expressão cidadã.. Valorizar a diversidade e a excelência artística, promovendo a execução de repertórios que integrem grandes obras universais, compositores brasileiros e estreias contemporâneas, além de parcerias com artistas e instituições culturais locais, fortalecendo a identidade sonora de Brasília e o diálogo entre tradição e inovação.. Difundir e registrar a produção artística e educativa da orquestra por meio de 11 transmissões ao vivo e gravações em alta definição, que irá gerar 11 conteúdos digitais acessíveis, ampliando o alcance da temporada e consolidando um acervo audiovisual de referência pública e pedagógica.. Assegurar acessibilidade cultural plena, com intérprete de Libras em todos os concertos, audiodescrição em vídeos de apresentações, materiais em braille e fonte ampliada, além da adaptação digital de conteúdo para leitores de tela, garantindo o direito universal à fruição estética e à participação cidadã.. Implementar práticas de gestão e transparência, com relatórios trimestrais de público, acessibilidade e impacto cultural, assegurando a conformidade jurídica, financeira e administrativa em consonância com a Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) e a Instrução Normativa nº 23/2025 do Ministério da Cultura.. Contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente:ODS 4 _ Educação de Qualidade: integrar arte, formação e inclusão;ODS 10 _ Redução das Desigualdades: garantir acesso universal e acessibilidade cultural;ODS 11 _ Cidades e Comunidades Sustentáveis: revitalizar o Teatro Nacional como equipamento público e símbolo de pertencimento coletivo.A temporada da OSTNCS reafirma a música sinfônica como direito cultural, instrumento de formação cidadã e política pública de transformação social.Ao reunir excelência artística, acessibilidade, tecnologia e educação, o projeto consolida Brasília como capital da música e da sensibilidade humana, onde cada nota soa como um gesto de democracia cultural.

Justificativa

Alinhado à Instrução Normativa nº 23/2025 do Ministério da Cultura, o projeto valoriza a música sinfônica, fortalece a economia criativa e promove a formação cidadã por meio da arte. Reconhecida como patrimônio cultural do Distrito Federal, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS) ultrapassa o campo do entretenimento, sendo agente de identidade, pertencimento e cidadania. A proposta integra excelência artística, planejamento estratégico e transformação social.Ao ampliar o acesso à música de concerto, investir em ações educativas e adotar tecnologias digitais, o projeto consolida-se como política pública cultural contemporânea, inovadora e responsável. A reocupação da Sala Martins Penna e do Teatro Nacional Claudio Santoro, após mais de uma década de fechamento, simboliza a retomada de um espaço central da cultura da capital, devolvendo-o à sociedade como território de fruição artística, encontro e formação sensível.A arte e a cultura constituem pilares essenciais do desenvolvimento humano e social, e a OSTNCS representa um instrumento estratégico para o fortalecimento das políticas públicas culturais no Distrito Federal e no Brasil. Com mais de quatro décadas de história, a orquestra é reconhecida como patrimônio artístico da capital, símbolo da excelência na música de concerto e promotora da democratização do acesso à cultura, especialmente junto a crianças, adolescentes e jovens da rede pública de ensino.Este projeto se justifica pela necessidade de garantir a continuidade das atividades da OSTNCS de maneira estruturada, planejada e sustentável. Para isso, propõe-se a captação de recursos por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, nos termos da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), considerando sua relevância cultural, educativa e social, e sua contribuição direta ao cumprimento das finalidades previstas em lei.Eixo 1 _ Planejamento e Logística da ProgramaçãoOrganizar e realizar a temporada artística da OSTNCS no Teatro Nacional Claudio Santoro, assegurando regularidade, excelência técnica e acessibilidade em todas as apresentações. Esse eixo contempla o planejamento artístico, a definição de repertórios por curadoria, a contratação de serviços técnicos especializados e a coordenação geral da temporada (serviços esses não incluídos ainda nas contratações feitas pelo governo do Distrito Federal e de suma importância para a recepção, segurança de artistas e publico, e ainda fundamentais para fortalecer a cadeia produtiva da cultura no DF, que segundos levantamentos apontam "O estudo do DF sobre economia criativa revela que o Distrito Federal possui um ecossistema vibrante de inovação e cultura, se destacando como um dos principais polos da economia criativa do país. Segundo a pesquisa, 9,7% dos trabalhadores locais atuam no setor, com uma contribuição significativa para a economia local. O DF movimenta quase R$ 10 bilhões por ano, com uma participação de 3,5% no Produto Interno Bruto (PIB) da capital federal." A cultura se consolidando uma forte industria limpa geradora de emprego e renda na capital do país). Garantindo a plena execução dos concertos sinfônicos, de câmara e didáticos na Sala Martins Penna.A concentração das atividades no Teatro reforça a política de reocupação e valorização de equipamentos públicos culturais, otimizando recursos e consolidando o espaço como sede permanente da orquestra.Eixo 2 _ Comunicação, Visibilidade e Formação de PlateiasDesenvolver e executar um plano integrado de comunicação, mediação e difusão cultural, com foco na aproximação do público ao universo da música sinfônica. Esse eixo abrange a produção de transmissões ao vivo e conteúdos digitais acessíveis, ações educativas como concertos didáticos e visitas guiadas, e o transporte de estudantes da rede pública para participação nas atividades.Com ênfase na gratuidade, acessibilidade e mediação cultural, o projeto transforma a Sala Martins Penna em um espaço de aprendizado, convivência e experiência sensorial, aproximando a orquestra de novos públicos e fortalecendo sua dimensão social e pedagógica.O uso do mecanismo de incentivo fiscal é fundamental para a viabilização do projeto. A proposta se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que estabelecem como objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura:Inciso II: estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso III: apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais nacionais e regionais.Além disso, o projeto dialoga com o Art. 3º da mesma lei, que orienta o incentivo a ações que:contribuam para o livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais;estimulem a regionalização da produção cultural e a valorização de recursos humanos e conteúdos locais;apoiem a profissionalização dos quadros da cultura;promovam a democratização do acesso aos bens culturais;e preservem o patrimônio material e imaterial brasileiro.A presença constante da OSTNCS na vida cultural do Distrito Federal é um instrumento de equidade. O projeto garante o acesso universal à música de concerto por meio da gratuidade integral, do transporte escolar gratuito, e de um robusto plano de acessibilidade, que inclui intérprete de Libras, audiodescrição, materiais em braille, visitas sensoriais e programas de mediação cultural. Essas ações asseguram que o contato com a música sinfônica — muitas vezes inédito — torne-se uma experiência educativa, inclusiva e transformadora.A iniciativa também investe em inovação tecnológica aplicada à difusão cultural, com transmissões ao vivo, produção de vídeos institucionais e conteúdos digitais acessíveis, conectando a orquestra a públicos diversos e ampliando sua presença digital e gerando a memoria da OSTNCS para o futuro.Outro diferencial é o intercâmbio artístico e técnico, que inclui a participação de regentes e solistas nacionais e internacionais, fortalecendo a excelência artística da OSTNCS e a projeção de Brasília como capital sinfônica e centro de intercâmbio cultural.Esse movimento ganha ainda mais força em um contexto simbólico: a consolidação da reabertura da Sala Martins Penna, no emblemático Teatro Nacional Cláudio Santoro — ícone modernista projetado por Oscar Niemeyer e emoldurado pelo painel Festa do Sol, de Athos Bulcão. O retorno desse espaço à vida pública reafirma o compromisso da cidade com a arte e a cidadania, transformando o teatro em um símbolo vivo da reconstrução cultural do país.Sendo um papel constitucional do Estado e abraçado pelo terceiro setor para sua viabilização juntando três atores, o Estado com o incentivo fiscal, a parceria com IPCB na administração e captação de recurso e empresas que apoiam a cultura, favorecenco trabalhadores da cultura e público,Alinhamento aos ODS e Políticas PúblicasO projeto contribui diretamente para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, especialmente:ODS 4 _ Educação de Qualidade: ao integrar música e formação cidadã;ODS 10 _ Redução das Desigualdades: ao promover acessibilidade e inclusão cultural;ODS 11 _ Cidades e Comunidades Sustentáveis: ao revitalizar um equipamento público histórico e promover pertencimento comunitário.A OSTNCS não é apenas uma orquestra, mas uma voz coletiva que traduz o ideal de uma cultura acessível, democrática e transformadora.Este projeto reafirma esse compromisso, garantindo que o som da orquestra continue ecoando com força e sensibilidade nos palcos e nos corações da cidade e do país.

Estratégia de execução

A música como ponte de transformaçãoA Temporada OSTNCS 2026 não é apenas a manutenção de uma orquestra, mas um gesto cultural estratégico e simbólico: devolver à sociedade o som vivo de um patrimônio que atravessa gerações.Inserir a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro na Sala Martins Penna — reaberta após uma década — é reafirmar o direito da população de Brasília a um espaço de fruição artística, educação sensível e construção cidadã.Mais do que uma programação musical, trata-se de uma ação estruturante de política pública cultural, que integra excelência, formação e inclusão.Natural de Belém e formado em Brasília, Cláudio Cohen representa a continuidade da visão de Santoro. Fundador da orquestra como spalla, Cohen assumiu a regência em 2011 e consolidou-se como um dos grandes nomes da música sinfônica brasileira.Sua trajetória é marcada pelo compromisso com a democratização da música: sob sua direção, a OSTNCS ampliou a presença em concertos didáticos, visitas pedagógicas, apresentações acessíveis, ações sociais e intercâmbios internacionais.Reconhecido por condecorações e prêmios de relevância, Cohen alia rigor técnico, sensibilidade social e visão pedagógica, conduzindo a orquestra não apenas como espetáculo, mas como escola viva de humanização.O projeto reafirma o compromisso de aproximar a música de concerto de crianças, jovens e comunidades periféricas do Distrito Federal, públicos historicamente afastados desse universo.Por meio de concertos didáticos, visitas guiadas e sensoriais, transporte escolar gratuito e materiais pedagógicos acessíveis, a temporada transforma a experiência musical em oportunidade de vida.Para muitas crianças, será o primeiro contato com uma orquestra sinfônica — e essa vivência pode despertar vocações, ampliar horizontes e fortalecer vínculos com a cultura como direito e identidade.Em um contexto de desigualdades, a música torna-se ponte para a cidadania.Sob a regência de Cohen, a OSTNCS atua como vetor de inclusão, estimulando imaginação, disciplina, cooperação e sensibilidade — valores que impactam diretamente o desenvolvimento humano.Com concertos semanais gratuitos, ações educativas estruturadas e políticas de acessibilidade permanente, a Temporada OSTNCS 2026 consolida-se como política pública de cultura de alto impacto social.O projeto conecta excelência artística à inclusão social, repertórios universais à música brasileira, palco e comunidade, patrimônio e futuro.A presença contínua da orquestra na Sala Martins Penna representa a revitalização simbólica e funcional do Teatro Nacional Cláudio Santoro como espaço público de referência na vida cultural do país.O projeto está alinhado aos compromissos nacionais e internacionais de desenvolvimento sustentável e direitos culturais:ODS 4 – Educação de Qualidade: ao integrar música e educação, estimulando aprendizagens sensíveis e significativas;ODS 10 – Redução das Desigualdades: ao priorizar escolas públicas, periferias e grupos vulneráveis;ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis: ao reativar equipamentos culturais e fortalecer a presença da música como bem coletivo.A Temporada OSTNCS 2026 reafirma o poder da arte orquestral como ferramenta de transformação social e formação humana.Cada concerto é mais do que espetáculo: é uma aula de história, uma vivência estética e um convite à empatia.Cada criança da periferia que entra na Sala Martins Penna, cada idoso que participa de um concerto acessível, cada estudante que descobre a vibração dos instrumentos, fortalece o sentido desse projeto.A manutenção da OSTNCS é mais do que preservação cultural — é ação concreta de transformação social.É garantir que Brasília, capital da arquitetura modernista e dos símbolos democráticos, permaneça também como capital da música, da educação sensível e da humanidade compartilhada.

Especificação técnica

Produto Principal: Apresentações MusicaisRealização de 30 concertos gratuitos ao longo de 12 meses, com programação concentrada na Sala Martins Penna do Teatro Nacional Claudio Santoro, em Brasília/DF.A temporada inclui concertos sinfônicos, de câmara, didáticos e especiais, com repertório diversificado, solistas e regentes convidados nacionais e internacionais, reafirmando a excelência artística e o compromisso da OSTNCS com a democratização da música orquestral.As apresentações serão totalmente acessíveis e gratuitas, com intérprete de Libras em 100% dos concertos, audiodescrição em conteúdos digitais, materiais em braille e fonte ampliada, além de transporte gratuito para escolas públicas e instituições inclusivas.Produto Secundário: Plano Pedagógico das Ações Educativas e de Visitação – OSTNCSCom o objetivo de democratizar o acesso à música de concerto, formar novas plateias e fomentar a educação musical, o projeto propõe um conjunto de ações formativas integradas aos ODS 4 (Educação de Qualidade) e ODS 10 (Redução das Desigualdades), garantindo inclusão sociocultural por meio da arte.O desenvolvimento das ações será acompanhado por consultor pedagógico especializado, assegurando coerência metodológica, acessibilidade e alinhamento às diretrizes da educação musical contemporânea.1. Visita Guiada à Sala Martins PennaObjetivo: apresentar o espaço cênico e sua importância cultural, proporcionando vivência sensorial e simbólica do universo da música de concerto.Público-alvo: estudantes da rede pública, professores, público em geral, terceira idade e grupos de turismo cultural.Metodologia: mediação ativa com educadores culturais, adaptação de roteiro para diferentes faixas etárias, envio de material preparatório e questionário de avaliação.Capacidade: média de 30 pessoas por grupo, em turnos matutinos e vespertinos.2. Visita Técnica – Bastidores da OrquestraObjetivo: oferecer experiência imersiva nos bastidores da produção sinfônica e do trabalho técnico-artístico da OSTNCS.Público-alvo: estudantes de música, técnicos de som e luz, jovens em formação artística e imprensa especializada.Metodologia: acompanhamento de ensaios de naipe, montagem de palco, afinação e processos de produção; guia pedagógico com vocabulário técnico e interação com músicos e equipe.Integração: parceria com escolas técnicas e universidades, compondo atividades curriculares complementares.3. Visita SensorialObjetivo: proporcionar experiência multissensorial a pessoas com deficiência visual, intelectual ou no espectro autista, promovendo acessibilidade e inclusão cultural.Público-alvo: instituições inclusivas, escolas especiais, cuidadores e familiares.Metodologia: exploração tátil de instrumentos, escuta guiada, percepção vibratória, audiodescrição e uso de materiais acessíveis (braille e fonte ampliada).Impacto: promover empatia, pertencimento e vivência estética por meio da música sinfônica.4. Concertos Didáticos com MediaçãoObjetivo: despertar o interesse de crianças, adolescentes e jovens pela música sinfônica, contextualizando obras, instrumentos e compositores.Público-alvo: estudantes da rede pública, programas de contraturno, ONGs e grupos em situação de vulnerabilidade.Metodologia: repertório acessível, linguagem lúdica, mediação pedagógica, guia educativo pré e pós-concerto e atividades complementares (desenho, escrita e debate).Acessibilidade: inclusão de Libras, legendas descritivas e adequações arquitetônicas.Produto Secundário: Registro AudiovisualRealização de 11 registros audiovisuais de concertos selecionados e das atividades pedagógicas da temporada, com edição, legendagem e recursos de acessibilidade (Libras, audiodescrição e legendas descritivas).O material será disponibilizado gratuitamente nas plataformas digitais da OSTNCS e arquivado como acervo permanente de memória institucional e educativa, fortalecendo a difusão e o patrimônio cultural da orquestra.Todas as atividades artísticas, educativas e de difusão audiovisual serão inteiramente gratuitas, com agendamento prévio e prioridade para instituições públicas, inclusivas e periféricas.O projeto reafirma seu compromisso com a cidadania cultural, a acessibilidade plena e o direito universal à arte, em consonância com:Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet);Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência);Plano Nacional de Cultura;Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.Assim, a Temporada OSTNCS 2026 consolida-se como um modelo de política pública cultural contemporânea, unindo excelência artística, educação sensível e compromisso social.

Acessibilidade

O projeto de manutenção da OSTNCS está alinhado aos princípios constitucionais do direito à cultura e ao acesso universal às artes, conforme previsto no artigo 215 da Constituição Federal, na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), e na Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Com base na Instrução Normativa MinC nº 1/2017, o plano de acessibilidade da temporada 2026 foi elaborado para assegurar fruição cultural equitativa, autonomia do público e inclusão plena em todas as etapas da execução.A proposta contempla ações contínuas durante toda a temporada, integrando acessibilidade física, comunicacional e pedagógica às apresentações, oficinas e atividades formativas realizadas na Sala Martins Penna do Teatro Nacional Claudio Santoro.1. Acessibilidade FísicaTodas as atividades ocorrerão em equipamento cultural público com infraestrutura acessível e certificada conforme as normas da ABNT NBR 9050:2020. A Sala Martins Penna foi adaptada para receber públicos diversos, garantindo autonomia, conforto e segurança.Durante a execução do projeto, serão assegurados:Locomoção segura e autônoma: o acesso à sala será totalmente sinalizado com pisos táteis, rampas e elevadores, além de rotas acessíveis para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;Assentos reservados: haverá áreas demarcadas com visibilidade e conforto para pessoas com deficiência e acompanhantes, respeitando o mínimo de 2% da capacidade total do espaço;Banheiros adaptados: equipados com barras de apoio, portas adequadas e sinalização tátil e visual;Transporte acessível: estudantes e grupos de instituições inclusivas contarão com transporte adaptado gratuito para as atividades pedagógicas e concertos didáticos, garantindo equidade de acesso.2. Acessibilidade Comunicacional e de ConteúdoCom foco na ampliação da compreensão e da experiência estética por parte de todos os públicos, o projeto implementará um conjunto de medidas integradas de comunicação acessível:Intérprete de Libras: presente em todas as apresentações sinfônicas e didáticas;Audiodescrição: em vídeos de apresentações, visitas sensoriais e conteúdos digitais;Materiais acessíveis: programas de concerto, folders e guias pedagógicos serão disponibilizados em braille, fonte ampliada e formato digital compatível com leitores de tela;Linguagem inclusiva: todos os materiais de comunicação seguirão princípios de linguagem clara e inclusiva, conforme o Decreto nº 9.508/2018;Legendas descritivas: incluídas nos vídeos institucionais e gravações disponibilizadas ao público em plataformas digitais;Visitas sensoriais: atividades que integram toque, som e vibração, voltadas a pessoas com deficiência visual, intelectual ou no espectro autista, proporcionando uma vivência multissensorial da música.3. Acessibilidade Pedagógica e ExperiencialA OSTNCS entende a acessibilidade não apenas como adequação técnica, mas como mediação sensível e educativa.Nesse sentido, o projeto desenvolverá ações que conectam o público à experiência artística de forma acolhedora e participativa:Concertos Didáticos Mediados: realizados com roteiro pedagógico e linguagem acessível;Visitas Guiadas: conduzidas por educadores culturais capacitados, com diferentes níveis de mediação conforme o perfil do público;Formação da equipe: músicos, técnicos e produtores participarão de oficinas internas sobre acessibilidade, comunicação inclusiva e atendimento especializado, promovendo empatia e preparo técnico.Essas medidas transformam a sala de concerto em um ambiente de aprendizagem viva, onde a inclusão não é apenas um protocolo, mas parte essencial da experiência estética e cidadã.4. Monitoramento e AvaliaçãoO plano de acessibilidade será acompanhado de forma sistemática ao longo da temporada, com indicadores de desempenho e mecanismos de escuta ativa do público:Relatórios trimestrais contendo dados quantitativos e qualitativos sobre público atendido, uso de recursos acessíveis, distribuição de materiais e alcance digital;Pesquisas de satisfação e feedbacks coletados após os concertos e visitas;Avaliação técnica e pedagógica contínua, com supervisão da consultoria especializada em acessibilidade cultural contratada pelo projeto.Os resultados serão incorporados aos relatórios de prestação de contas e servirão como base para o aprimoramento de práticas em futuras temporadas.5. Fundamentação Legal e NormativaO plano cumpre integralmente a legislação e normas vigentes:Lei nº 13.146/2015 – Estatuto da Pessoa com Deficiência;Decreto nº 5.296/2004 – Acessibilidade arquitetônica e urbanística;Lei Distrital nº 4.317/2009 – Política de Acessibilidade do DF;ABNT NBR 9050:2020 – Acessibilidade em edificações, mobiliário e espaços urbanos;Instrução Normativa MinC nº 1/2017 – Acessibilidade em projetos culturais incentivados;Decreto nº 9.508/2018 – Reserva de cargos e linguagem inclusiva na administração pública.A acessibilidade é aqui compreendida como uma dimensão estrutural do projeto, não como ação complementar.Cada concerto, oficina e visita educativa é planejado para ser pleno, acessível e acolhedor, reafirmando o compromisso da OSTNCS com os ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 10 (Redução das Desigualdades) e ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis).Mais do que eliminar barreiras, o projeto busca construir pontes sensoriais e emocionais entre a música e o público, tornando o Teatro Nacional um espaço de encontro, aprendizado e democratização da beleza.

Democratização do acesso

A democratização do acesso à cultura é um dos eixos centrais do projeto de manutenção da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS), reconhecida como patrimônio artístico e cultural do Distrito Federal e referência nacional em música de concerto. Em sintonia com o artigo 215 da Constituição Federal e com a Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), o projeto reafirma o direito universal à cultura por meio de uma programação gratuita, acessível e socialmente inclusiva, realizada na Sala Martins Penna, no Teatro Nacional Cláudio Santoro — espaço simbólico de reencontro da cidade com sua história cultural.A temporada promove a integração entre excelência artística e políticas de inclusão, possibilitando que o público vivencie o universo da música sinfônica em um ambiente acessível, acolhedor e educativo. A reocupação do Teatro Nacional, após longo período de fechamento, simboliza o retorno de um dos equipamentos mais emblemáticos do país à sua função social: ser um espaço público de convivência, educação sensível e cidadania cultural.Todos os concertos e atividades previstas serão gratuitos e acessíveis, com distribuição organizada de ingressos por meio de plataforma digital e agendamento de grupos escolares e institucionais. O projeto assegura transporte escolar gratuito para estudantes da rede pública, especialmente de escolas periféricas e inclusivas, garantindo o direito de acesso à arte como experiência formativa e transformadora.A política de democratização do acesso compreende quatro dimensões integradas:Gratuidade PermanenteTodas as apresentações e atividades educativas são totalmente gratuitas, reafirmando a música como um bem público e direito cultural.Formação de PlateiasA temporada contempla 6 concertos didáticos mediados, 4 visitas guiadas e 3 visitas sensoriais à Sala Martins Penna e aos bastidores da orquestra, envolvendo cerca de 2.000 estudantes, professores e pessoas com deficiência. Essas ações articulam arte, educação e cidadania, aproximando o público dos bastidores e da linguagem sinfônica.Acessibilidade Cultural PlenaTodas as apresentações contam com intérprete de Libras, materiais em braille e fonte ampliada, audiodescrição em vídeos e conteúdos digitais, e acessibilidade arquitetônica integral. O projeto adota as diretrizes da Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), da ABNT NBR 9050:2020 e da Instrução Normativa MinC nº 1/2017, assegurando equidade e autonomia na experiência cultural.Difusão e Acesso DigitalA democratização se estende para o ambiente virtual, com 11 transmissões ao vivo e gravações em alta definição, que gerarão 11 conteúdos digitais acessíveis com legendas, Libras e audiodescrição. Esses materiais serão disponibilizados gratuitamente nas plataformas digitais da OSTNCS, ampliando o alcance e a memória cultural da temporada.O impacto da democratização proposta transcende o número de apresentações: consolida o Teatro Nacional Claudio Santoro como espaço público de convivência democrática, promove a formação de novos públicos e estimula o acesso equitativo à arte e à educação sensível.O projeto está em consonância com as políticas públicas de cultura e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030:ODS 4 – Educação de Qualidade: integra música, arte e formação cidadã;ODS 10 – Redução das Desigualdades: amplia o acesso cultural de grupos vulneráveis;ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis: valoriza e reativa o Teatro Nacional como equipamento cultural vivo e inclusivo.Mais do que apresentações, cada concerto e visita educativa da OSTNCS é um ato de democratização da sensibilidade — um convite à escuta, à partilha e ao encontro. A música torna-se ponte entre gerações, territórios e experiências humanas, reafirmando o papel do Estado na promoção do direito à cultura e na construção de uma sociedade mais justa, plural e harmônica.

Ficha técnica

A) Papel do ProponenteO IPCB – Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro, na condição de proponente, será responsável pela gestão global do projeto, englobando a coordenação geral, execução técnico-financeira e supervisão de todas as atividades previstas. Cabe ao proponente garantir a correta aplicação dos recursos, a conformidade jurídica e contábil e a articulação institucional necessária à plena realização da temporada da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro. B) EquipeCoordenadora Administrativa – Dora LimaPresidente do IPCB – Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural BrasileiroPerfil profissional:Com sólida atuação entre 2015 e 2024, Dora Lima reúne experiência em gestão financeira, controle operacional e logística de grandes eventos culturais e turnês. Sua trajetória está diretamente ligada à administração de recursos públicos e privados, assegurando a execução correta de projetos com transparência e observância de prazos e metas.Experiência e competências (2015–2024):Controle financeiro (contas a pagar e receber, fluxo de caixa, borderôs);Coordenação logística (hospedagens, passagens, transfers);Consultoria administrativa e financeira para projetos culturais;Organização de documentação fiscal e comprobatória;Gestão orçamentária e definição de centros de custo;Produção de eventos corporativos e culturais, incluindo turnês nacionais.Funções no projeto:Elaborar e gerenciar o orçamento da temporada;Controlar contratos, pagamentos e recebimentos de fornecedores e equipe;Coordenar a logística administrativa das apresentações e ações formativas;Responder pela prestação de contas, com organização de registros fiscais e financeiros;Apoiar a coordenação geral nos processos operacionais e de comunicação interna;Garantir conformidade legal e contábil em articulação com jurídico e contabilidade.Sua atuação assegura a sustentabilidade financeira e a harmonia administrativa, com foco em gestão eficiente, transparência e impacto sociocultural. Coordenador Geral – Jorge Luiz da SilvaGestor cultural e produtor artísticoPerfil profissional:Produtor artístico com mais de 30 anos de trajetória, Jorge Luiz tem atuação consolidada na valorização da cultura popular, formação de novos profissionais e descentralização do acesso à arte. É gestor do IPCB, sócio da Giral Projetos Socioculturais e idealizador da plataforma Humberto Pedrancini – Escola de Atores.Principais realizações:Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros;Festival Internacional de Teatro de Objetos (FITO);Sesi Bonecos do Brasil e do Mundo;Coordenação de feiras literárias, festivais musicais e ações de difusão cultural;Projetos voltados à economia criativa e patrimônio imaterial.Funções no projeto:Planejamento macro das ações e metas;Supervisão de pré-produção, execução e pós-produção;Gestão das equipes técnica, artística e administrativa;Articulação institucional com parceiros públicos e privados;Coordenação da logística de apresentações e ensaios;Acompanhamento da prestação de contas e cumprimento de indicadores;Curadoria das ações de formação de público e inclusão social.Sua experiência garante que cada etapa reflita excelência artística, responsabilidade social e acesso democrático à arte orquestral. Coordenadora de Projetos – Débora AquinoGestora cultural e atrizPerfil profissional:Graduada em Recursos Humanos e especialista em Administração Pública, Débora Aquino combina competências técnicas e sensibilidade artística. Possui trajetória marcada por atuações em instituições públicas e privadas, com experiência em planejamento, implementação e monitoramento de projetos culturais.Atuações e destaques:Coordenação de Programação Cultural dos espaços do DF (Secretaria de Cultura do GDF);Gestão de editais e ocupações na Funarte Brasília;Pesquisa em exportação cultural (Projeto Bússola);Editora da revista Satélite 061, com apoio da APEX-Brasil;Atuação em conselhos estratégicos: CNIC, CCDF, CONEC-DF e CEPI/RS.Funções no projeto:Detalhar e executar planos de ação;Supervisionar metas e cronogramas operacionais;Coordenar equipes de produção e comunicação;Acompanhar processos de acessibilidade, formação de público e comunicação institucional;Articular interlocução com órgãos públicos, parceiros e fornecedores;Organizar logística de eventos e apresentações;Elaborar relatórios, indicadores e documentação técnica.Sua liderança humanizada e estratégica assegura a qualidade e o alcance social da temporada, fortalecendo a diversidade e a excelência artística.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal