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PRONAC 251363Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

MUSICANTO

MARCA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 343,3 mil
Aprovado
R$ 343,3 mil
Captado
R$ 70,5 mil
Outras fontes
R$ 403,5 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

20.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Nova Prata
Início
2025-05-02
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Santa Rosa Rio Grande do Sul

Resumo

Este projeto visa à realização da 30ª edição do Musicanto Sul-americano de Nativismo, festival de música regionalista programado no Centro Cívico Antônio Carlos Borges em Santa Rosa - RS. O evento contará com a participação de 30 composições que concorrerão em três categorias: Livre, Semeador e Instrumental. Também é parte integrante deste Festival uma ação voltada ao fomento da música e ao estudo da história e das características do Festival, através do Projeto Musicanto Vai à Escola, desenvolvido em parceria com o poder público municipal.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a 30ª Edição do Musicanto Sul-Americano de Nativismo, entre os dias 06 e 08 de Novembro no Centro Cívico Antônio Carlos Borges em Santa Rosa. Objetivos Específicos: Produto (Festival): realizar um festival competitivo de música autoral regionalista, com a participação de 32 composições, divididas nas categorias livre, semeador e instrumental; Produto (Concurso): Distribuir ao menos 13 prêmios em dinheiro para as músicas classificadas conforme regulamento anexo e 30 ajudas de custos para as músicas triadas para o Festival; Produto (Apresentação Musical): realizar sete shows musicais de músicos regionalistas; Produto (Contrapartida Social): promover a apresentação de trabalhos escolares de ao menos 12 escolas públicas do município de Santa Rosa - RS, tendo como projeto pedagógico, os temas musicais das composições lançadas nas primeiras 29 edições do evento, beneficiando ao menos 800 estudantes;

Justificativa

O Musicanto desde sempre refletiu o multiculturalismo e a diversidade musical latinoamericana: um evento ímpar e extremamente simbólico para a música riograndense em integração, ou fusão, com a música brasileira e dos países vizinhos. Diferentemente de eventos que são voltados prioritariamente ao entretenimento, o Musicanto é encarado como uma ação cultural de fomento à arte criativa e de valorização da experimentação musical. O Musicanto chega à sua 30ª Edição, consolidado como um festival de características singulares, cosmopolita, integrador de culturas, aberto a todas manifestações da música do continente. Com certeza, um caso raro de sobrevivência em se tratando de eventos dessa natureza. Idealizado pelo músico Luiz Carlos Borges, num momento em que os festivais gaúchos se lançavam a uma forte luta em defesa do nativismo "local", estimulada pela ameaça de aculturação causada pela aceleração e intensificação dos efeitos da globalização, o Musicanto surgiu buscando trilhar um caminho alternativo, em que a música dita nativista gaúcha começou a dividir o palco com manifestações culturais de outras partes do Brasil e até de outros países, num processo riquíssimo de integração. Entende-se que, por meio do Festival, passou-se a visualizar melhor o que é produzido América do Sul afora ao mesmo tempo em que se reverberou para outros locais as composições dos artistas que aqui subiram e continuarão subindo ao palco. Isso quer dizer que a importância deste festival transcende seu caráter de competição. Mais do que isso, o Musicanto estimula e permite o diálogo entre os diversos ritmos que embalam e ressoam a cultura de toda a extensão deste continente sul-americano. Por tudo isso, é inegável que o Musicanto é um bem cultural que se tornou parte relevante não apenas da história da cidade de Santa Rosa, mas também do Estado, do país e de todos os demais locais que estiveram representados neste palco. Prova disso é que em novembro de 2015 a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, através da lei nº 14.765/15, reconheceu o Musicanto como um evento de relevante interesse cultural do Estado. Esse reconhecimento e essa importância também podem ser notados nos números do festival. Na última edição, por exemplo, o número de composições inscritas chegou a mais de 750, advindas de praticamente todas as regiões do Estado, de praticamente todos os Estados do país e de inúmeros países latino-americanos. Outro ponto importante refere-se ao aspecto estético, uma vez que, na submissão das composições concorrentes, deverão ser obedecidos e informados os estilos e gêneros. Independentemente da opção de arranjo e aculturação ou fusão com ritmos universais, terão como essência os estilos musicais adotados na matriz folclórica ou tradicional das vertentes musicais das mais diversas regiões brasileiras, bem como os demais ritmos latinoamericanos, tais como o chamamé, chacarera, tango, zamba, rasguido doble, gato, vidala, cifra, tonada, carnavalito, candombe, guarânia, polca, cueca, gualambao, malambo, toada, canção, forró, xote, axé, baião, frevo, maracatu, maçambique, samba e suas derivações, e demais gêneros, estilos ou ritmos congêneres e sincretismos advindos das influências da formação étnica latino-americana de matriz indígena, africana e europeia. Até o momento mais de 140 ritmos ou estilos foram representados nas diversas edições, alguns inéditos que beiram a neologismos, mas que são fruto da integração e da fusão de ritmos e sons que formam a nossa riquíssima cultura latino-americana. É esse simbolismo todo que estar-se-á notadamente revigorando ao se propor a realização da 30ª edição do Musicanto. O Festival também realizará como abertura de cada noite competitiva shows com artistas ícones da música riograndense e latino-americana. Neste ano está se prevendo os shows o artista Luiz Marenco, da cantora uruguaia Caterine Vergnes e um show promovido por artistas santarosenses relembrando as composições marcantes do Musicanto ao longo de sua história. Além disso, evento será entremeado por outras ações que buscam envolver a comunidade local e regional e popularizar ainda mais o Festival. Cumprem esse papel, por exemplo, a realização do projeto Musicanto Vai à Escola, envolvendo milhares de alunos e professores na realização de estudos e apresentação de trabalhos acerca de temáticas surgidas a partir do Festival. Outra ação importante é a instalação da cidade Musicanto, um espaço democrático em frente ao Centro Cívico, onde teremos um palco livre para apresentações de artistas locais e também para transmissão via telão das apresentações dos concorrentes nas noites de Festival. O Musicanto é considerado um festival diferenciado no contexto dos festivais de música regionalista do nosso Estado, pois ele propicia a atração de inúmeros artistas e visitantes não só do Brasil, mas de diversas partes da América Latina. Competidores ou apreciadores de boa música, esse público movimenta durante uma semana praticamente toda a rede de apoio do evento, através do impacto positivo na rede gastronômica e de hotelaria de forma direta e no comércio e serviços de forma indireta. Diretamente também estará sendo proporcionado espaço para comercialização gastronômica e de artesanato local e regional. Além disso, há que se destacar a ativação de muitos profissionais de produção e direção, além de empresas prestadoras de serviços que geram inúmeros empregos e renda para dezenas de profissionais envolvidos. A cadeia da cultura do segmento musical também é valorizada de forma direta através do pagamento de cachê a título de ajuda de custo, mas também através da excelente premiação que está sendo proposta no projeto. Ao todo, estima-se que mais de 300 pessoas entre prestadores de serviços, artistas e demais profissionais serão remunerados ao longo do projeto. Ainda há um valor intangível, mas importantíssimo, que pode ser elencado por meio do estímulo à produção musical, em especial uma produção que não é abarcada pela cultura de massa, mas que fomenta o surgimento de novos compositores e músicos, com suas músicas autorais e com um caráter melódico extremamente experimental, apresentando-se através da inovação estética da musicalidade, fundada nos ritmos e características latinas, mas riquíssimas quando integradas e fundidas em novos sons, letras, melodias e harmonias. O Musicanto, que recentemente completou 40 anos de existência e chega agora na sua 30ª edição, é um evento consolidado e está muito bem alicerçado para continuar escrevendo capítulos importantes na história da música latino-americana. Esse vigor advém da ousadia em sempre procurar inovar e se renovar. Lá no princípio, ousando-se realizar um festival não restrito à música dita nativista do Rio Grande do Sul, mas abrindo-se aos diferentes regionalismos brasileiros e dos países vizinhos. Mais tarde, buscando a renovação de público com estímulo a professores e estudantes em trabalharem as composições no projeto Musicanto vai à Escola. E agora, abrindo-se para fomento e surgimento de novos talentos compositores a partir da adoção da inédita categoria Semeador. Em relação ao enquadramento e objetivos da Lei 8313/91, destaca-se que este projeto atende especialmente ao que elencamos a seguir: "Art. 1º - ... I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; ... IX - priorizar o produto cultural originário do País. ... Art. 3º - ... II - ... c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Acessibilidade

PRODUTOS: FESTIVAL/ CONCURSO/ APRESENTAÇÃO MUSICAL/ CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Está-se prevendo estacionamento privativo demarcado próximo aos locais de realização do evento e reserva de espaço privilegiado para assistir aos espetáculos com área de manobra para cadeiras de roda, além de disponibilização de banco para pessoas com nanismo e sinalização de localização em braille. Também haverá reserva de cadeiras para público incluído como prioritário. Há que se destacar ainda que o evento será realizado no Centro Cívico de Santa Rosa que possui amplos elementos de acessibilidade físicas como rampas de acesso, local para cadeirante, plataforma de elevação, sinalização tátil e cadeiras para obesos. Acessibilidade de Conteúdo: Haverá tradução em libras das locuções. Também haverá impressão da programação em braille e também com textos em fonte ampliada e com contraste. Haverá peças publicitárias nas redes sociais em linguagem simples e na língua de sinais. Haverá disponibilização de abafadores de ruídos e disponibilização de equipe de receptivo treinada para atendimento a qualquer necessidade. Durante a locução de apresentação haverá audiodescrição.

Democratização do acesso

A comercialização e distribuição de ingressos adotará a parametrização estabelecida no Artigo 46 da IN MINC 23/2025: - Até 10% dos ingressos para patrocinadores; - Até 10% dos ingressos para promoção e divulgação do evento; - Mínimo de 10% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores da rede pública de ensino; - Mínimo de 20% em valores que não ultrapassem R$ 50,00; - Garantia da meia-entrada nos termos da Lei; - Ingressos gerais em valores que não ultrapassem R$ 250,00. Para atender ao disposto no Artigo 47 da IN MINC 23/2025, adotaremos as seguintes ações de ampliação de acesso: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Haverá neste caso a contratação de transmissão ao vivo dos espetáculos, sendo que os mesmo serão disponibilizados no Youtube para acesso gratuito. Com relação à Contrapartida Social prevista no Artigo 49 da IN MINC 23/2025, está sendo previsto o desenvolvimento do Projeto Musicanto Vai à Escola, com um trabalho pedagófico desenvolvido em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, em que estudantes de escolas públicas trabalharão com algumas das composições lançadas ao longo das 29 edições de Festival e terão um dia de apresentação de trabalhos no próprio Centro Cívico, antecedendo o período do Festival.

Ficha técnica

Coordenação Administrativa do Projeto - Marca Produções Artísticas Ltda Empresa com mais de 10 anos de atuação em produção cultural e coordenação de projetos culturais, tendo atuado em projetos semelhantes como o Natal da Longevidade, Natal de Teutônia, Parte Cultural da Fenachamp, o projeto MultiPalco, a Fenasoja Cultural, dentre outros. Função no projeto (proponente): a coordenação administrativa do projeto compreende a gestão e o controle pleno do projeto, incluindo a gestão financeira, realização de contrato com prestadores de serviços, acompanhamento das prestações de serviço, coordenação de reuniões de trabalho, acompanhamento e palavra final acerca dos materiais de divulgação de das contrapartidas do evento, bem como aprovação da programação atinente ao projeto cultural.Everson Marca - ProdutorDiretor da Marca Produções, tem formação em Letras – UPF e Direito – UCS, além do curso de Tecnólogo em Produção Cultural – Uniaselvi. Foi professor de violão, músico de baile e de acompanhamento de invernadas de dança folclórica. Foi diretor artístico da 11ª Região Tradicionalista do MTG, Patrão do CTG Tronco do Araçá, coreógrafo e instrutor de danças tradicionais. É membro voluntário da organização do Festival Internacional de Folclore de Nova Prata. Como produtor cultural, atuou em mais de uma centena de eventos, especialmente na região da Serra, Norte e Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, em especial na Semana Farroupilha de Muçum 2024 e 2025, no Musicanto 2023, Fenachamp 2023 e 2025, na Oktoberfest de Nova Prata em 2025, dentre outros.Rodrigo Marca - Advogado (assessor jurídico)Formado em Direito pela Universidade de Caxias do Sul, presta assessoria jurídica na área de eventos e demais projetos culturais. Foi músico, declamador e professor de danças folclóricas gaúchas, professor de dança de salão e coreógrafo. Nídia Lorise Engel - Coordenadora do projeto Musicanto vai à Escola Graduada em Música Licenciatura pela Universidade Federal de Santa Maria, foi intérprete de muitos Festivais da Canção. Foi professora de Música da Escola de Artes Recital, de Santa Rosa. Atuou como professora de Música no SESI Santa Rosa de 2005 a 2018. Atuou na equipe Pedagógica da Secretaria de Desenvolvimento Educacional de Santa Rosa, de 2013 a 2019, desenvolvendo projetos de formação com Educação Musical para professores da rede. Foi proprietária da ENCANTAR – Desenvolvimento Vocal e Artístico. É professora da rede municipal de Santa Rosa desde 2006, hoje permutada com o município de Santo Cristo e atua na Escola Municipal Santa Maria, na qual é regente do Coral Santa Maria. Desenvolve projetos com Música, Emoções e Aromaterapia. Vilson José Kunsler - Presidente de honra e curador para equipe de triagem e jurados Possui formação em educação artística pela Fundação Educacional Machado de Assis, formação em Violão pelo Instituto Carlos Gomes e CLAM – Centro Livre de Aprendizagem Musical em São Paulo. Fez curso de Teoria e Percepção pela Universidade Federal de Porto Alegre e especialização em Musicoterapia pela Universidade Federal de Pelotas. Vilson Kunzler tem relação com música em Santa Rosa desde 1982, quando participava de Grupos de Nativismo e de Samba em nossa Cidade. Em 1983, participou do primeiro MUSICANTO juntamente com um Grupo de Santa Rosa que deu origem ao GRUPO VOCAL AMERICANTO, que teve várias participações em festivais e programas de televisão. Iniciou suas atividades como professor de música no ano de 1984 no SESC, e fundou a Escola de Música RECITAL em 1985 e continua até o presente momento como professor e coordenador. Trabalhou também como instrutor de música na Prefeitura de Santa Rosa por 3 anos, de 1989 e 1991. Iniciou suas atividades no SESI em 1989 com atendimento de crianças e adolescentes na área de música. Em pouco tempo, este projeto agregou outras formas de expressão artística como dança, teatro e artes visuais e se transformou no formato atual do SESI SHOW, que serviu de referência para criação de novos projetos no SESI Estadual na área de arte. No ano 2000 Vilson Kunzler passou a desenvolver suas atividades no SESI como Analista Cultural, criando projetos com o objetivo de dar acesso do trabalhador da indústria e seus dependentes à arte. Juntamente com Jairo Talarico e equipe do SESI Santa Rosa, organizou em 2004 a Olimpíada Estadual do SESI na nossa Cidade, com a presença de mais de 2000 atletas de todo o estado, que usufruíram de atividades esportivas e culturais. Em 2005 também trouxe a Santa Rosa a Etapa Estadual do Festival SESI DESCOBRINDO TALENTOS. Em 2009 apresentou, junto com representantes do SESI SHOW nos Jogos Nacionais do SESI em Manaus. Em 2010 coordenou as atividades culturais nos Jogos Nacionais Do SESI em Bento Gonçalves, reunindo em torno de 3000 atletas do país inteiro. Foi um dos incentivadores para a formação da Orquestra Jovem Santa Rosa, que por 10 anos acompanhou a Orquestra no Projeto SESI CATEDRAIS. Em 2012 passou a fazer parte da equipe de Cultura do SESI em Porto Alegre, dando apoio a todas as atividades culturais organizadas pela entidade no Estado do Rio Grande do Sul, encerrando nem 2020 suas atividades no SESI, após 30 ANOS dedicados à área cultural. Em 2015 formou a Orquestra de Violões, composta por 25 violonistas de Santa Rosa e Região, onde até o presente é o coordenador e regente. Iniciou em 2020 na Escola de Música Recital o projeto CANTOTERAPIA, grupo formado por 50 componentes que semanalmente exercitam o canto de uma forma terapêutica. Trabalha também como Musicoterapeuta no CAPs Novo Rumo e CAPs AD, projeto desenvolvido pela Fundação Municipal de Saúde. Desenvolve atividades de Iniciação Musical na EMEF Marquês do Herval na Vila Balneária, numa parceria com a Prefeitura Municipal de Santa Rosa. Atua também no Projeto Maturidade Ativa do SESC, com atividade de canto para os participantes com idades acima de 50 anos. Simone Rocha da Rosa de Bairros - Coordenação de produção Simone Rocha da Rosa de Bairros, bacharel em Contabilidade, atua há mais de 15 anos no setor de eventos, com experiência em eventos corporativos e sociais. Trabalhou em empresas como SESC Santa Rosa, FEMA, Sicom Chapecó/SC e atuou como Coordenadora Geral, por 3 edições da Indumóveis, onde adquiriu vasta experiência na organização, planejamento e prestação de contas de projetos culturais. Desde 2012, focou sua atuação na assessoria em eventos, além de ser mestre de cerimônias, cerimonialista e celebrante social de casamentos. Já executou e administrou projetos de lei de incentivo pelo Fundo Municipal de Cultura e Lei Paulo Gustavo, no município de Santa Rosa. Edson Flores de Campos - Coordenação de logística Edson Flores de Campos. Diretor das unidades do Sesc Santa Rosa, Três Passos e Três de Maio. Formação em ciências contábeis, especialização em contabilidade, Adm estratégica. Mestrado em Gestão estratégica em organizações. Entres as atividades exercidas no Sesc RS, organiza os eventos culturais (artes cênicas, música e oficinas culturais) que circulam na região atendida pelas unidades referidas. Membro voluntário da organização do Festival Musicanto Sul Americano de Nativismo de Santa Rosa.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.