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PRONAC 2513643Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Acordes para o Museu

INSTITUTO RICARDO BRENNAND
Solicitado
R$ 1000,0 mil
Aprovado
R$ 1000,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Recife Pernambuco

Resumo

O Acordes Para o Museu é um projeto que une música instrumental e artes visuais a partir da realização de concertos no Instituto Ricardo Brennand, complexo museológico localizado em Recife-PE. Realizado desde 2008, o evento aproxima novos públicos do rico patrimônio cultural abrigado pelo Instituto, transformando os shows em experiências multilinguagens.O projeto prevê uma edição mensal, durante seis meses. As apresentações serão protagonizadas por artistas de música instrumental em diferentes estágios de carreira cujos trabalhos dialoguem entre si, sendo dois por edição. Assim, o Instituto RB vira palco não apenas da contemplação do trabalho de artistas consagrados, mas também abre espaço para os avanços estéticos e linguísticos das novas gerações, com protagonismo de artistas nordestinos. Como contrapartidas sociais, serão realizadas atividades educativas no Museu. Por fim, o projeto contempla uma websérie com 6 episódios abordando a interação entre música, artes visuais e memória.

Sinopse

PROPOSTA CURATORIAL DOS CONCERTOS A proposta curatorial do Acordes Para o Museu busca traçar um painel da música instrumental contemporânea, trazendo grandes musicistas para se apresentarem na Galeria do Instituto RB. Das seis edições planejadas, três estão em contato avançado, com valores economicamente viáveis para o orçamento proposto. São elas:Acordes Para o Museu #01 - Amaro Freitas + Laís Assis Trio Voltada para o jazz, a primeira edição do APM, vai contar com o maior nome da música instrumental pernambucana da atualidade, o pianista Amaro Freitas. Com apresentações realizadas nos cinco continentes, Amaro mistura ritmos afro-brasileiros e heranças do frevo, maracatu e baião, criando uma linguagem singular que o projetou internacionalmente. Ele divide o dia com a violonista Laís Assis, que chega acompanhada de Alex Santana na tuba e Gilú Amaral na percussão, para fazer uma mescla de sonoridades regionais do Nordeste. Acordes Para o Museu #02 - Nicolas Krassik e Claudio Rabeca Instrumento com origem nas tradições árabes, a rabeca percorreu a Europa medieval e renascentista, assumindo novas formas e sonoridades em cada lugar por onde passou. No Brasil, encontrou no Nordeste um território fértil, tornando-se um som da cultura popular. Pensada como uma apreciação da rabeca enquanto instrumento universal, a segunda edição do Acordes para o Museu traz apresentações do francês Nicolas Krassik e do pernambucano Cláudio Rabeca, que fazem leituras diferentes e complementares deste instrumento musical. Acordes Para o Museu #03 - Carlos Malta e Parahyba Ska Jazz A terceira edição do Acordes Para o Museu vai ser voltada para os instrumentos de sopro, com destaque para a apresentação do multi instrumentista Carlos Malta. Atuante desde 1978, Malta esteve por trás de grupos como Pife Muderno e Coreto Urbano, que projetaram a música instrumental brasileira mundialmente. Ele divide o dia com o Parahyba Ska Jazz Foundation, big band paraibana que mescla ska jamaicano, jazz, groove, funk e ritmos nordestinos, com forte naipe de metais e improvisos vibrantes. A WEBSÉRIE Como forma de condensar e democratizar as ideias que norteiam o Acordes para o Museu, uma websérie de seis episódios será produzida. Os episódios serão compostos de imagens do evento, das atividades educativas e de entrevistas onde os artistas e demais envolvidos no projeto vão poder trazer diferentes perspectivas sobre a interação entre música, artes visuais e memória. Quatro dos seis episódios já estão planejados:Episódio #01: A memória de um sentimento A música, especialmente a instrumental, nasce de um estado de espírito que habita a pessoa que compõe, como um quadro pintado com notas e timbres. Nesse episódio, os artistas que se apresentaram no Acordes para o Museu falam sobre seus processos criativos e traçam paralelos com a produção visual que o Instituto RB abriga. Episódio #02: Guarda-música Com foco no processo museológico envolvido na conservação da música, esse episódio explora o acervo fonográfico do Instituto RB e traz entrevistas com museólogos, músicos e pesquisadores, discutindo diferentes perspectivas sobre indústria fonográfica e memória. Episódio #03: Selo Mocambo Esse episódio foca na construção da identidade musical de Pernambuco no início do Século XX, trazendo a coleção de discos do Selo Mocambo (que faz parte do acervo preservado pelo Instituto RB) para o centro da discussão. Com obras de Nelson Ferreira, Claudionor Germano, Levino e outros grandes nomes da música pernambucana, a coleção de discos do Selo Mocambo faz parte do acervo do Instituto RB. Episódio #04: Sons por todos os lados Partindo das provocações trazidas pela oficina Instrumentos Imaginários, esse episódio discute a desconstrução da música e como ela pode surgir de qualquer lugar, como mostra as obras dos artistas Naná Vasconcelos e Amaro Freitas - pernambucanos inovadores na música instrumental.

Objetivos

Objetivo geral: Incentivar a cultura de museus ao realizar apresentações de música instrumental e atividades educativas através do Acordes Para o Museu, evento multilinguagens a ser realizado uma vez por mês durante seis meses no Instituto Ricardo Brennand. Objetivos específicos: - Fomentar a regionalização da produção musical, através da contratação de 12 apresentações musicais, com curadoria que prioriza a contratação de artistas nordestinos, garantindo ao menos 50%;- Contribuir para a formação musical e para a difusão do acervo de música contido no Instituto RB através da realização de mediações e oficinas;- Contribuir para a formação de museólogos e pesquisadores de música, através da realização de oficinas na área;- Contribuir para formação de público de artes visuais e música instrumental ao promover oficinas e atividades nas áreas voltadas para crianças e adolescentes de diferentes faixas etárias;- Democratizar o acesso à cultura para estudantes da rede pública de ensino através da disponibilização de oficinas e mediações voltadas especificamente para eles;- Dar visibilidade aos argumentos que justificam a proposta através de uma websérie de 6 episódios a serem veiculados nos canais digitais oficiais do Instituto RB.

Justificativa

O Acordes Para o Museu propõe unir música instrumental e artes visuais em um espaço de referência do patrimônio cultural brasileiro: o Instituto Ricardo Brennand, localizado no bairro da Várzea, no Recife. Realizado em diferentes formatos desde 2008, o projeto aproxima o público do complexo museológico do Instituto RB, contribuindo para promover a cultura de museus ao mesmo tempo em que fortalece a instituição como um ambiente vivo de encontro entre memória e contemporaneidade.Promover a cultura de museus significa estimular o hábito de visitação e a compreensão desses espaços enquanto pilares da preservação cultural e histórica. Prática, esta, que ainda enfrenta sérios desafios no país. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), apenas 3 em cada 10 brasileiros visitam museus regularmente, número significativamente inferior ao registrado em países europeus, por exemplo, onde o turismo cultural é parte estruturante da vivência cidadã. Em cidades como Paris e Londres, museus como o Louvre e o British Museum recebem mais de 8 e 5 milhões de visitantes por ano, respectivamente (tanto moradores locais quanto turistas internacionais), ilustrando o impacto dessas instituições na construção de uma identidade coletiva e no desenvolvimento econômico. Segundo números de 2023, dos 20 museus mais visitados no mundo, 8 estão na Europa, 8 na Ásia (sendo 7 deles na China) e 4 nos Estados Unidos.Apesar do Recife contar com espaços de referência na área, como o Paço do Frevo, o Cais do Sertão e o próprio Instituto Ricardo Brennand, há uma lacuna na cultura de visitação, especialmente entre o público jovem e as camadas mais vulneráveis da população. O Acordes Para o Museu busca enfrentar esse desafio ao associar o potencial atrativo de artistas de música instrumental a uma vivência museológica enriquecedora, criando uma experiência que não apenas atrai o público, mas o convida a compreender a importância dos acervos históricos na formação da memória coletiva.Promover a cultura de museus também contribui para o desenvolvimento socioeconômico da cidade, a exemplo do impacto no turismo. Diversas experiências nacionais e internacionais demonstram que a ativação cultural de museus impulsiona a cidade como importante destino turístico. Assim, movimenta a economia criativa gerando emprego e renda para a população local. Neste sentido, o Acordes para o Museu visa potencializar a atração tanto do público local, quanto de turistas regionais interessados na riqueza cultural pernambucana.O Acordes Para o Museu contará com seis edições mensais, reunindo nomes consagrados e novos expoentes da música instrumental brasileira, como Amaro Freitas, Laís Assis, Nicolas Krassik, Cláudio Rabeca, Carlos Malta e Parahyba Ska Jazz. As apresentações dialogam com a diversidade de linguagens e identidades sonoras do país, reforçando o papel dos museus como espaços de criação, reflexão e fruição cultural.Além dos concertos, o projeto contempla atividades educativas, como mediações, oficinas e visitas guiadas para estudantes de escolas públicas e também para o público geral. Essas ações estimulam a formação musical e o contato com o acervo do Instituto RB, especialmente o sonoro, fortalecendo o vínculo entre arte, educação e cidadania.Como forma de fechar o ciclo do Acordes para o Museu, será criada uma websérie para ser veiculada nos canais digitais do Instituto RB. Assim, o projeto democratiza as discussões que justificam esta proposta, como a importância dos museus na formação cultural da população, o papel dos acervos históricos na formação da memória social e as diferentes visões dos artistas que irão se apresentar sobre a música instrumental brasileira.Ao promover a democratização do acesso à cultura, a valorização da produção artística nacional e a formação de novos públicos, o Acordes Para o Museu se alinha aos princípios da Lei Rouanet e amplia o alcance social do Instituto Ricardo Brennand, inclusive na internet e nas redes sociais, reforçando o circuito da música instrumental no Nordeste e contribuindo para a preservação e difusão do patrimônio musical brasileiro.Conforme o Art. 1º da Lei 8.313/91, este projeto se enquadra nos incisos I, II, VII e VIII a seguir: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, de acordo com os objetivos do Art. 3º da referida lei, o projeto em questão se enquadra diretamente no item II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

1 - PÚBLICO ALVO: Os eventos têm classificação etária livre e um público bastante abrangente e diversificado. De toda forma, o recorte que tem maior incidência dentro deste público é o de homens e mulheres das classes B e A, com faixa etária entre 25 e 45 anos. Entre os interesses: música instrumental, apresentações intimistas, programas diurnos e museus. O projeto também se beneficia do público natural do Instituto RB e daqueles que já acompanham os artistas que se apresentarão. No que diz respeito às ações de contrapartidas sociais, temos primordialmente crianças e adolescentes (de 6 a 15 anos) estudantes de escolas das redes públicas; famílias e moradores da Várzea, Cordeiro, CDU e demais bairros nos arredores do Instituto RB; pessoas interessadas em história da música e memorabília fonográfica; historiadores e acervistas. 2 - PLANO DE COMUNICAÇÃO: Para comunicar o evento, vamos usar os canais institucionais do próprio Instituto Ricardo Brennand, explorando a força dos perfis já consolidados e focando nossos esforços em produzir conteúdos específicos para a divulgação do evento, tais como:- Cards do evento anunciando data, local, atrações, programação e demais informações pertinentes;- Pelo menos 14 teasers audiovisuais para reels e stories com 00:30 a 01:00 de duração divididos em:--- 02 teasers institucionais;--- 06 teasers institucionais dos artistas: material institucional do artista editado para divulgar o evento;--- 06 teasers dos artistas convidando o público: Vídeo em primeiro pessoa do artista convidando o público a comparecer, envelopado com a id. visual do Acordes;- Carrosseis explicativos sobre o conceito do evento e sua realização;- Anúncios patrocinados nas principais redes sociais (Instagram, Facebook e Youtube);- Página interna do Acordes para o Museu no site do Instituto RB; Por outro lado, vamos ter uma assessoria de imprensa no nosso time de comunicação, buscando estabelecer relações com veículos de comunicação e influenciadores e colocar pautas sobre o projeto em jornais impressos e digitais, telejornais, blogs de cultura nas redes sociais e demais meios.Também vamos ter mídia OOH, cartazes, outdoors e outros meios voltados para comunicação de massa, buscando impactar transeuntes que circulem pela cidade do Recife. Além disso, vamos ativar o próprio evento, envelopando as áreas onde as ações acontecerão as atividades com windbanners, banners, testeiras, biombos e demais sinalizações, garantindo uma boa compreensão do evento pelo público e uma boa exposição de marca para as empresas parceiras.Para ativar a comunicação pós do evento e manter o assunto quente para a realização das edições seguintes do Acordes para o Museu, vamos contar com fotógrafos e videomakers em nossa equipe, buscando gerar material comercial com a cobertura em foto e vídeo. Assim, a cada edição, teremos a produção de, no mínimo:- Cobertura fotográfica do evento com pelo menos 40 fotos entregues em alta qualidade;- 6 Aftermovies de 1:00 a 1:30 em versões verticais e horizontais. Por fim, a websérie que será produzida ficará disponível nos canais digitais do Instituto RB e contará com a inserção das marcas dos patrocinadores e empresas parceiras, servindo como peças finais de divulgação.

Especificação técnica

SERVIÇO DOS CONCERTOS: 6 edições do Acordes para o Museu Horário: das 14h às 17h Programação por edição: dois grupos musicais e 1 DJ (previsão de 40 minutos por apresentação) Público previsto por edição: 1200 pessoas (rotativo) Classificação etária: Livre O Acordes para o Museu será realizado em 6 edições. Cada uma delas, contará com duas apresentações de grupos instrumentais e um(a) DJ discotecando no início e intervalos. A previsão de duração de cada evento é das 14h às 17h (com realização prevista para o último domingo de cada mês). As apresentações serão realizadas na Galeria de Arte do Instituto RB, com lotação para 900 pessoas confortavelmente, prevendo uma margem de fluxo rotativo de até 1200 pessoas. Os ingressos são os mesmos do Museu, isto é, não há uma cobrança adicional para assistir aos shows. Como já realizado em diversas outras oportunidades de apresentações exclusivas na Galeria do Instituto RB, uma hora antes do início das apresentações, serão distribuídas pulseiras de acesso à Galeria, até esgotar a lotação original (900 pessoas). Devido à rotatividade (natural de um equipamento turístico, onde parte do público já é natural do Museu), há uma distribuição adicional de pulseiras no início da segunda apresentação, até que a capacidade do espaço esteja preenchida novamente.

Acessibilidade

AÇÕES DE ACESSIBILIDADE NAS ATIVIDADES PRESENCIAIS• Acessibilidade arquitetônica no Instituto Ricardo Brennand, com rampas, elevador, cadeiras de rodas disponíveis, sanitários e vagas acessíveis;• Intérprete de Libras;• Audionarradores para as visitas mediadas;• Materiais de apoio com fonte ampliada e contraste elevado;• Disponibilidade de monitores para atendimento de pessoas com deficiência intelectual e neurodivergentes (TEA, TDAH), com uso de linguagem simples, acolhimento sensorial, abafadores de ruído e rotinas visuais.ACESSIBILIDADE NA WEBSÉRIE• Janela em Libras;• Legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE);ACESSIBILIDADE NA COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO• Postagens com descrição alternativa de imagens e hashtag #PraTodosVerem;• Materiais digitais com linguagem simples, contraste adequado e fontes acessíveis;• Materiais impressos com fonte ampliada e design acessível;• Divulgação das medidas de acessibilidade nos canais oficiais do projeto (sites e redes sociais).

Democratização do acesso

Sobre os concertos: primeiramente, convém explicar que não há cobrança de valor adicional exclusivamente para os concertos, sendo agregados à programação do complexo museal - ou seja, o ingresso de acesso ao Museu já contempla os shows. Os preços praticados pelo Instituto RB são acessíveis (R$ 50 inteira e R$ 25 meia-entrada), além da comercialização de ingressos sociais a preços promocionais (R$ 20). Também haverá distribuição de ingressos gratuitos para estudantes e profissionais da rede pública (10%).Sobre a web-série: os seis episódios serão disponibilizados gratuitamente nas redes sociais do Instituto Ricardo Brennand, com ampla campanha de divulgação.Sobre as ações de contrapartidas: todas são gratuitas, sendo duas delas (“Pernambucanidade” e “Gestão de acervos musicais”), com inscrições disponíveis no site e redes sociais do Instituto RB; e as três demais (“O Som das coisas", “Instrumentos imaginários” e “Inicialização musical”) disponibilizadas para escolas da rede pública, através de cadastramento prévio com o setor educativo do Instituto RB.As ações acima descritas atendem os incisos I, II, III e IV do Art. 29 e os incisos III, V e VI do Art. 30 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024: Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA DO PROJETO:Direção Geral: Instituto Ricardo BrennandCoordenação Geral: Nara Galvão e Mariana AlbuquerqueProdução executiva: Rodrigo RamosCoordenação técnica: Magno BritoCoordenação artística: Victor Germano DIREÇÃO GERAL - INSTITUTO RICARDO BRENNAND (PROPONENTE) Exercerá e receberá pela rubrica Direção Geral e tomará as principais decisões executivas e financeiras do projeto. O Instituto Ricardo Brennand é um espaço cultural sem fins lucrativos inaugurado em 2002, que salvaguarda um valioso acervo artístico e histórico. Possui uma das mais modernas instalações museológicas do Brasil, abrangendo um complexo de edificações constituído pelo Museu Castelo São João, Pinacoteca, Biblioteca, Auditório, Jardins das Esculturas e uma Galeria para exposições temporárias e eventos. COORDENAÇÃO DO PROJETO - NARA GALVÃO e MARIANA ALBUQUERQUE Nara é antropóloga, com Mestrado e Doutorado pela UFPE e Comunicadora Social pela UNICAP (PE). Tem mais de 2 décadas de experiência na área de Gestão e Produção Cultural, inclusive no audiovisual, tendo produzido o documentário "Santos e Terreiros: o Candomblé em Pernambuco" (2001); e na análise de projetos culturais, pela Fundação de Cultura Cidade do Recife (2001-2002). Atualmente é Diretora do Instituto Ricardo Brennand, Recife-PE, onde coordenou importantes exposições, a exemplo de: Os Gêmeos; Frans Post e o Brasil Holandês; Michellangelo; Eliseu Visconti; Odorico Tavares; Botero: dores da Colômbia; Guararapes: sob o imaginário da fé; entre outras. Mariana tem graduação e mestrado em Letras, além de Doutorado pela PUC SP em Comunicação e Semiótica. Há mais de 3 anos como Coordenadora do Instituto Ricardo Brennand, teve protagonismo na realização de exposições como: Os Gêmeos, Vik Muniz, Pancetti, além do projeto Hoje é Dia de Museu! com o Mundo Bita. PRODUÇÃO EXECUTIVA - RODRIGO RAMOS Economista, com graduação e Mestrado pela UFPE (2018) e pós-graduando em Gestão Cultural pelo SENAC-SP (2024). Captador de recursos nas áreas empresarial e cultural, produtor audiovisual e de eventos. Assinou a produção executiva e/ou coordenação de produção dos projetos: Hoje é Dia de Museu! (PRONAC 2410808); GAC - Cultura pela Vida (PRONAC 2413335); Sonora Social (PRONAC 251939); bem como do evento AULÃO DO VIGOR; do curta-metragem ficcional CIRCULAR; do álbum musical JOGO DE CINTURA; do festival audiovisual O EIXO É NÓIS; do livro infantil NÃO HÁ NADA COMO O MANGUE, entre outros. COORDENAÇÃO ARTÍSTICA - VICTOR GERMANO Diretor, roteirista e coordenador de comunicação, Victor Germano é peça-chave na construção do conceito artístico do projeto, articulando a curadoria, a comunicação e os roteiros da websérie. Em 2025 co-dirigiu com Lula Queiroga o telefilme "Jorge Quer Ser Repórter" para a TV Globo e realizou programas e filmes para a Globo Nordeste. Como assistente de direção, contribui diretamente com a produção de filmes publicitários, editoriais, videoclipes, documentários e peças teatrais. Na comunicação, atua com planejamento e gestão de conteúdo digital, desenvolvendo estratégias para agências de publicidade, campanhas políticas, festivais de cultura, organizações governamentais e ONGs. COORDENAÇÃO TÉCNICA - MAGNO BRITO Magno Brito é Músico, Educador, Produtor Musical e Diretor Técnico. Como sideman, trabalhou com grandes artistas como Gilberto Gil, Gal Costa, Nando Reis e BK’ em gravações, turnês nacionais e internacionais, incluindo apresentações em Rock in Rio, Lollapallooza, Coala, Baloise Session, etc. Como Diretor Técnico colaborou diretamente com planejamento, pré-produção, execução e pós-produção de eventos como Boulevard Olímpico - RIO 2016, Premio Netflix 2016, Festival Piramide Perdida 2018 e 2019, Festival “O Eixo é Nóis”, Festival Dia das Mães Plaza Shopping 2025, Arriar Olindar 2025, Sambinha da OAB 2025.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.