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PRONAC 2513650Autorizada a captação total dos recursosMecenato

REGENERAÇÃO

BAURETE PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 731,1 mil
Aprovado
R$ 731,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Uberaba
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalCavalcante GoiásUberaba Minas GeraisRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

REGENERAÇÃO é um documentário participativo (69’), dirigido por Hare Brasil (Apurinã) e co-dirigido por João Pedro Moachar. Reúne registros 2013_2025 (Marakanã/RJ, Kalunga/GO, aldeias Noke Koi e HuniKui na Amazônia e mobilizações nacionais) e integra como arco dramático os 30 primeiros dias da pandemia, quando o planeta sinalizou auto-regeneração — horizonte intuído por espiritualistas como Chico Xavier. O projeto solicita apoio à finalização técnica (montagem, som/mix 5.1/2.0, correção de cor), acessibilidade plena (LSE, AD, Libras) e circulação cultural/educativa com mediações.

Sinopse

REGENERAÇÃO é um média documental (69 min) construído em linguagem participativa, onde seu diretor Hare Brasil, que é indígena Apurinã dialoga direto com as comunidades. Entre o Quilombo Kalunga (Cavalcante–GO), o Quilombo Cafundá Astrogilda (RJ), aldeias Noke Koi e HuniKui na Amazônia — e outros territórios parceiros — quem vive esses lugares conduz a narrativa. Memórias, rituais, mutirões e mobilizações indígenas revelam práticas que regeneram solos, águas e vínculos coletivos: manejo tradicional, educação comunitária e pactos de proteção cultural. O arco dramático integra os 30 primeiros dias da pandemia, quando, sob lockdown industrial, o planeta deu sinais de regeneração — um aviso já intuído por espiritualistas e por Chico Xavier na fala da “data limite”. A partir desse marco, o filme convoca escolhas de cooperação, responsabilidade e bem-viver.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Finalizar a obra com excelência técnica e acessibilidade plena e distribuir o média-metragem REGENERAÇÃO (69’) finalizado com montagem, som/mix 5.1/2.0, correção de cor e QC, além de LSE, Audiodescrição e Janela de Libras e guia para exibidores, garantindo acesso universal em todas as janelas.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1 - Promover difusão cultural e educativa ancorada em territórios de referência:Realizar lançamento cultural (ATL/DF, RJ, MG e Cavalcante/GO), circuito em equipamentos culturais e ações em escolas públicas, combinando sessões gratuitas e pagas com preço popular (≥20%), com mediação e comunicação acessível. 2 - Fortalecer o imaginário coletivo sobre regeneração ambiental e socialImprimir, no debate público, que o Brasil tem muito a aprender com povos originários e quilombolas em práticas de manejo regenerativo (solos, água, florestas) e cuidado comunitário, estimulando repertórios para políticas públicas e iniciativas locais.3 - Evidenciar direitos territoriais e a centralidade da demarcaçãoConectar demarcação de terras indígenas e proteção de quilombos à segurança hídrica, alimentar e climática, apresentando o território como infraestrutura de vida e como base de uma transição justa no país.4 - Valorizar lideranças e redes comunitárias como vetores de cidadaniaDar visibilidade a lideranças (ex.: Célia Xakriabá, Sonia Guajajara, Cenira e Rafael Kalunga e outras presentes no filme), reconhecendo sua atuação na governança comunitária, na educação e na incidência política/cultural.5 - Integrar princípios ESG ao conteúdo e à prática do projetoAmbiental (manejo tradicional, agrofloresta, cadeias curtas e baixo carbono), Social (acessibilidade plena, mediações em Libras, inclusão PcD, preço popular) e Governança (transparência, 3 cotações, CLPI por território, prestação pública de resultados).6 - Conectar a experiência da pandemia a um horizonte de bem-viverArticular os 30 primeiros dias de pandemia (queda de emissões e atividade industrial) como sinal de alerta e oportunidade pedagógica para conversão em práticas regenerativas locais, reforçando o arco ético-poético do filme (inclusive a referência à "data limite" de Chico Xavier).Consolidar um legado educativo e de memória7 - Disponibilizar materiais pedagógicos (guia, EPK, clips temáticos acessíveis) e preservar os masters e metadados, fomentando usos futuros (escolas, universidades, políticas públicas) e garantindo rastreabilidade para relatórios e auditorias.

Justificativa

REGENERAÇÃO é um documentário participativo de 69 minutos que reúne, entre 2013 e 2025, memórias, práticas de manejo tradicional e pactos comunitários em territórios indígenas e quilombolas — Kalunga (Cavalcante_GO), Cafundá Astrogilda (RJ), aldeias Noke Koi e HuniKui (Amazônia), Marakanã (RJ), entre outros. Com direção de Hare Brasil (Apurinã) e co-direção de João Pedro Moachar, o filme afirma uma narrativa construída com os territórios, valorizando oralidades, rituais, mutirões, agroflorestas, cadeias curtas e protocolos de proteção cultural como soluções concretas para a regeneração ambiental e social. O arco dramático integra a experiência dos 30 primeiros dias da pandemia, quando o mundo testemunhou efeitos de desaceleração industrial e sinais de auto-regeneração do planeta, horizonte já intuído por espiritualistas como Chico Xavier — não como dogma, mas como metáfora ética que convoca responsabilidade e cooperação.Em 2025, a urgência pública se agrava: incêndios em Cavalcante/GO impactam território Kalunga; a Amazônia e comunidades do Rio de Janeiro sofrem com políticas e práticas de extermínio; e avança a pressão por perfuração de poço de petróleo na Foz do Amazonas. Neste cenário, REGENERAÇÃO se posiciona como obra de interesse público imediato, capaz de ampliar repertórios para políticas ambientais, de cultura e educação, visibilizar direitos territoriais(com destaque à demarcação como infraestrutura de vida — água, solo, alimento, clima) e consolidar materiais pedagógicos acessíveis para escolas e redes formativas.Embora a captação principal de imagens esteja concluída (set/2025), o apoio via PRONAC (Lei Rouanet) é indispensável para garantir:Finalização técnica qualificada (montagem, som/mix 5.1/2.0, correção de cor, QC) e preservação (masters DCP/ProRes/WAV/H.264/H.265, matriz e metadados);Acessibilidade plena (LSE, Audiodescrição, Janela de Libras) com validação por consultoria PcD e guia para exibidores;Circulação socialmente referenciada em DF, GO, RJ e MG, combinando sessões gratuitas, sessões pagas com preço popular (≥20%) e mediações;Formação de público e educação por meio de ações em escolas públicas e materiais pedagógicos;Comunicação acessível (leitura simples, alto contraste) e transparência (clipagem, relatórios, três cotações, CLPI por território).Enquadramento na Lei nº 8.313/1991Art. 1º (finalidades do PRONAC): o projeto atende, de forma direta e comprovável, a:Inciso I _ facilitar o acesso às fontes da cultura e aos direitos culturais, com obra acessível e política de preço popular;Inciso II _ regionalizar a produção e difusão, valorizando conteúdos e recursos humanos locais (execução em DF/GO/RJ/MG e parcerias comunitárias);Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais e seus criadores (documentário, cineclubes, centros culturais, festivais);Incisos IV e V _ proteger e promover as expressões dos grupos formadores da sociedade brasileira (povos originários e quilombolas), salvaguardando modos de criar/fazer/viver;Inciso VI _ preservar bens imateriais e a memória social por meio de acervo audiovisual e preservação técnica;Incisos VIII e IX _ estimular bens culturais de valor universal e priorizar produto cultural brasileiro, reforçando um imaginário de bem-viver e regeneração.Art. 3º (objetivos dos projetos): REGENERAÇÃO alcança, entre outros:Fomento à produção cinematográfica (média-metragem documental) e sua finalização técnica;Difusão e acesso por exibições gratuitas e a preço popular, com acessibilidade e mediações;Proteção e difusão de tradições populares e saberes tradicionais (manejo, agroflorestas, redes comunitárias, rituais, oralidades);Contratação de serviços especializados (acessibilidade, mixagem, preservação, comunicação acessível) e produção de materiais (EPK, guia pedagógico), estruturando formação e memória.Dimensão Sociopolítica e ESGAmbiental (E): evidência de práticas regenerativas de solo, água e floresta, manejo tradicional do fogo, agroflorestas e cadeias curtas — soluções de baixo carbono e replicáveis, ancoradas em governança comunitária.Social (S): acessibilidade plena (LSE/AD/Libras), mediações com intérprete, política de preço popular e ações em escolas ampliam o acesso efetivo e a participação de PcD e públicos periféricos.Governança (G): transparência (3 cotações, CLPI por território, indicadores, relatórios públicos), preservação(masters, metadados) e conformidade comunicacional (aprovação de marcas, guia para exibidores).Sociopolítico: reforça-se no imaginário coletivo brasileiro que temos muito a aprender e ouvir de povos originários e quilombolas sobre manejo regenerativo e cuidado comunitário, conectando demarcação a segurança hídrica, alimentar e climática.Resultados e Métricas:Obra finalizada com 3 recursos de acessibilidade e QC aprovado;Circulação: 4 sessões gratuitas (ATL/DF; CCI/RJ; 2× Memorial Chico Xavier/Uberaba) + sessões pagas com 20% preço popular em todas as cidades;Educação: mínimo 1 ação em escola pública por cidade + guia pedagógico;Público presencial estimado: 17_26 mil pessoas (lançamento + circuito + escolas + festivais);Comunicação: cartaz, key art, EPK, trailer/teaser, peças acessíveis (orgânicas e impulsionadas) e clipagem;Preservação: DCP/ProRes/WAV/H.264/H.265, matriz de preservação e planilha de metadados;Relatórios públicos: indicadores de acessibilidade, democratização e alcance, com rastreabilidade das ações.Ao finalizar, tornar acessível e difundir um acervo crítico sobre regeneração em territórios indígenas e quilombolas, REGENERAÇÃO cumpre as finalidades do Art. 1º e realiza objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, respondendo a um contexto de emergência socioambiental no Brasil — ataques a comunidades, incêndios em Cavalcante/GO, pressões petrolíferas na Foz do Amazonas. O Mecanismo de Incentivo não é acessório: ele viabiliza a qualidade técnica, a acessibilidade universal, a circulação socialmente referenciada e a preservação — etapas que o mercado não cobre de forma suficiente e que são estratégicas para formação de público, memória, políticas culturais e ambientais.

Estratégia de execução

SEGUE O LINK DO TEASER PRINCIPAL: https://www.youtube.com/watch?v=4iOW436lCHI

Especificação técnica

Documentário (média-metragem). Duração: 69 min. Captação: 2013–2020 (DSLR); 2021–2025 (UHD 4K). Imagem (master): UHD 4K (3840×2160), 10-bit, 4:2:2, Rec.709 (SDR), 24 fps (derivados 23,976/25 fps quando necessário). Áudio (masters): 5.1 e 2.0 — 24-bit/48 kHz; stems e M&E. Deliverables: DCP (2K/4K), ProRes 422 HQ (4K/1080p), WAV 5.1/2.0, H.264/H.265, caption files (quando aplicável). Acessibilidade (conteúdo): LSE, Audiodescrição, Janela de Libras + guia do exibidor.

Acessibilidade

1) Acessibilidade Física (espaços e logística)Objetivo: garantir circulação segura e autônoma de pessoas com deficiência (PcD) e mobilidade reduzida em todas as ações (lançamentos, circuito cultural e escolas).Medidas:Acessos e circulação: verificação prévia de rampas ou plataformas elevatórias; corredores livres (≥ 1,20 m) e prioridade de assentos sinalizados.Sanitários acessíveis: ao menos 1 banheiro acessível por espaço, com barra de apoio, sinalização e rota acessível.Sinalização e orientação: sinalização tátil/visual dos percursos; piso tátil quando disponível; mapa simples do local no material de divulgação (entrada, bilheteria, sala, banheiros).Guias táteis e apoio humano: quando não houver piso tátil, disponibilização de guias humanos (equipe treinada) e briefing de rotas antes da sessão.Fila e assentos: fila preferencial, reserva de assentos para PcD e acompanhantes; área para cadeirantes (com linha de visão adequada).Transporte/chegada: informação prévia sobre pontos de desembarque acessíveis, vagas de estacionamento preferencial e tempo de deslocamento.Plano de risco e evacuação: equipe orientada para evacuação assistida (cadeirantes, pessoas com baixa visão/cegueira, autistas), com rota alternativa indicada.Execução e verificação:Checklist de Acessibilidade Física por local (DF, GO, RJ, MG), assinado pela produção.Adequações simples (ex.: rampa modular, sinalização temporária) quando necessário e viável.Canal de contato (e-mail/WhatsApp) divulgado no convite/cartaz para solicitações antecipadas.Indicadores:100% dos espaços com banheiro acessível e assentos reservados;100% das sessões com sinalização preferencial e equipe briefada;Registro fotográfico da rota acessível e do banheiro em cada ação. 2) Acessibilidade de Conteúdo (obra, mediação e comunicação)Objetivo: assegurar compreensão integral do filme e das atividades por públicos com diferentes perfis sensoriais e cognitivos.Medidas na obra audiovisual:Libras (Janela de Libras): vídeo de intérprete em padrão técnico (tamanho/posição/croma) para versões web/educativo e quando solicitado por exibidores.Audiodescrição (AD): roteiro e locução sincronizados, elaborados desde a montagem fina; mix compatível DCP/ProRes/Web.Legenda Descritiva (LSE): spotting com identificação de falas, sons e música, padrões de leitura, contraste e revisão técnica.Closed caption/subpacs: quando necessário para TV/VOD, entrega de caption files conforme norma.Medidas de mediação e experiência:Visita sensorial (quando aplicável): breve apresentação pré-sessão para pessoas cegas/baixa visão com descrição de personagens, ambientes e objetos sonoros; no pós-filme, bate-papo acessível com microfone e perguntas por escrito/voz.Materiais em Braille e impressão ampliada: sinopse curta e ficha técnica essencial disponíveis em Braille e fonte ampliada em sessões-chave (ATL/DF, RJ, MG e GO), conforme demanda local.Mediações com intérprete de Libras: presença garantida nas sessões gratuitas e nas prioritárias a preço popular; nas demais, sob solicitação antecipada.Comunicação acessível: cartaz/peças digitais com leitura simples, alto contraste, fonte mínima adequada; divulgação dos recursos disponíveis por sessão (LSE/AD/Libras, reserva de assentos, contato).Execução e verificação:Coordenação de Acessibilidade (responsável técnico) integra a pós-produção e aprova arquivos finais(LSE/AD/Libras).Guia para exibidores com instruções de ativação das faixas (DCP/ProRes/Web) e de posicionamento da Janela de Libras.Teste de usabilidade com consultoria PcD (amostra) e ajustes até aprovação.Relatórios por sessão: registro de recursos usados, público PcD estimado e feedback.Indicadores:3 recursos implementados na obra (LSE, AD, Libras) + guia do exibidor;50% das sessões com mediação acessível (Libras e/ou visita sensorial, conforme pertinência);100% das peças de comunicação com selo de acessibilidade (ícones, descrição dos recursos);Relatório de acessibilidade consolidado com parecer da consultoria PcD. 3) Compromissos e transparênciaCusto elegível e rastreável: acessibilidade tratada como despesa vinculada, com fornecedores e profissionais qualificados.Adequação por território: priorização de soluções de baixo custo e alto impacto (rampa modular, sinalização temporária, guias humanos) quando a arquitetura não puder ser alterada.Governança: arquivo de checklists, fotos, pareceres e relatórios disponível para prestação de contas; CLPI por território respeitado nas ações de mediação.Canais ao público:E-mail e WhatsApp da produção nas peças oficiais para solicitações de acomodação (Libras, AD, assentos, rota acessível, visita sensorial, Braille).Confirmação das condições de acessibilidade no ato da divulgação de cada sessão. Resumo operacional: obra entregue com LSE/AD/Libras; sessões com sinalização, banheiros acessíveis, rotas e assentos reservados; mediações em Libras, visitas sensoriais quando aplicáveis e material Braille/fonte ampliada em sessões-chave; guia do exibidor, checklists e relatórios garantindo rastreabilidade e qualidade.

Democratização do acesso

Distribuição, Comercialização e Medidas Ampliadas: 1) Estratégia de distribuição (presencial e digital) Lançamento cultural (abr–mai/2026): Brasília/DF (ATL – gratuita); Rio de Janeiro/RJ — Circo Voador (paga com preço popular) e Centro Cultural Infinito (gratuita); Uberaba/MG — Memorial Chico Xavier (2 sessões gratuitas); Cavalcante/GO (Kalunga – gratuita). Circuito cultural (jun–dez/2026): Cineclubes, universidades e centros culturais no Brasil, combinando sessões gratuitas e sessões pagas com 20% de ingressos a preço popular (teto R$ 50,00). Festivais: Mostra de Tiradentes, Festival de Gramado e Bogotá (AL), sem exclusividade que impeça a circulação comunitária. Digital (2027–2028): licenças não exclusivas para VOD/TV; pacote educacional (arquivo acessível + guia pedagógico) para redes de ensino. 2) Comercialização dos produtos Sessões pagas: bilheteria com política de preço popular (20% da tiragem). Screening fees (cachês de exibição) em cineclubes, universidades e centros culturais. Licenciamentos: VOD/TV (não exclusivos) e educational licensing (universidades, secretarias, escolas). Materiais derivados: EPK/press kit, teaser/trailer, clipes temáticos acessíveis (uso gratuito para divulgação e atividades pedagógicas). Observação: exibição gratuita é contrapartida social; exibição paga segue tabela local, sempre preservando os critérios de preço popular e acessibilidade. 3) Acessibilidade integrada (obra e ações) Obra final entregue com LSE, Audiodescrição e Janela de Libras; guia técnico ao exibidor. Mediações com intérprete de Libras nas sessões gratuitas e prioritárias a preço popular; informação clara sobre assentos reservados, banheiros acessíveis e rotas nas divulgações. 4) Medidas adicionais de ampliação de acesso Ensaio aberto / work-in-progress (WIP): sessão curta com trechos do filme + bate-papo acessível (Libras e microfonia) em uma cidade por região do circuito (prioridade ATL/DF e Kalunga/GO). Oficinas paralelas (formação): a) Audiovisual participativo (8–12h) com ênfase em direitos e consentimento; b) Acessibilidade no audiovisual (LSE/AD/Libras, 6–8h) para agentes culturais locais; c) Agroflorestas e registros comunitários (4–6h) em parceria com coletivos locais. Certificados simples, materiais em leitura simples e contraste adequado. Transmissão pela internet (lives): 2 lives acessíveis (Libras e legenda) com temas do filme (demarcação, manejo tradicional, educação ambiental), hospedadas em canal próprio e compartilhadas com parceiros. Escolas públicas: mínimo 1 ação por cidade (DF, GO, RJ, MG) com exibição (ou clipes acessíveis), mediação e guia pedagógico em PDF acessível; quando necessário, cópia web com LSE embutida. Materiais em múltiplos formatos: sinopse e ficha essencial em Braille e fonte ampliada para sessões-chave; posts com texto alternativo e descrição dos recursos de acessibilidade. Biblioteca digital de apoio: página/drive com press kit, fotos com descrição, guia pedagógico e instruções de acessibilidade para programadores e escolas. 5) Contrapartidas sociais e público prioritário 4 sessões gratuitas (DF/RJ/MG/MG) + Cavalcante/GO gratuita; Ingressos sociais (20%) em todas as pagas; doação de 20% da receita bruta no Circo Voador (RJ) para a CUFA, com comprovantes. Públicos prioritários: estudantes de escolas públicas, comunidades indígenas e quilombolas, PcD, educadores e agentes culturais de base. 6) Indicadores e transparência Meta de público presencial: 17–26 mil (lançamentos + circuito + escolas + festivais). Ações de formação: 4 oficinas (uma por cidade) + 2–3 lives; 1 WIP/ensaio aberto por polo prioritário (mín. 2). Acessibilidade: 100% das ações com informação clara de recursos; 50% das sessões com mediação acessível. Relatórios por ação: local/data, público total e estimativa de PcD, fotos/vídeos, peças aprovadas, clipagem, comprovantes de preço popular e acessibilidade. Prestação pública: consolidação dos relatórios e indicadores em repositório on-line (ou anexo) ao término do projeto.

Ficha técnica

Proponente: Baurete Produções Ltda.Dirigente/Representante: João Pedro Moachar (sócio-administrador)1) Atividade do dirigente e da instituição proponenteBaurete Produções (instituição): gestão executiva e financeira; contratações (3 cotações quando aplicável); controle jurídico (autorizações/CLPI); cronograma e indicadores; comunicação institucional (aprovação de marcas); coordenação de acessibilidade (LSE/AD/Libras) e preservação (masters e metadados); prestação de contas e relatórios.Apoios/cessões voluntárias da Baurete: uso de escritório/infraestrutura; horas administrativas para padronização documental; kits leves de organização de acervo (quando cabível).João Pedro Moachar (dirigente): co-direção, direção de produção, coordenação de pós e montagem (picture lock); integração técnica (som/cor/acessibilidade); negociação e supervisão de fornecedores; articulação com espaços (ATL/DF, RJ, MG, GO) e redes de ensino; condução de mediações e oficinas.2) Equipe principal (mini currículos)Hare Brasil (Apurinã) — Direção • Roteiro • Roteiro de Campo • TrilhaCineasta indígena e educador em audiovisual participativo. Dirigiu Via Celestina e Transição (documentários com ênfase em oralidades e práticas comunitárias). No projeto: direção artística, escuta territorial, roteiro de campo e trilha original.João Pedro Moachar — Co-direção • Direção de Produção • Coord. de Pós • MontagemProdutor/diretor da Baurete. Experiência em gestão de pós, acessibilidade e circulação social. No projeto: montagem até picture lock, coordenação técnica (som/cor/LSE/AD/Libras), cronograma e indicadores.Tristão — Direção de Fotografia • Drone • Som Direto (complementos)DOP/cinegrafista com atuação em 4K (FX30/Blackmagic) e DJI Mini 4 Pro; captação de paisagens sonoras. No projeto: continuidade visual/sonora e planos aéreos.Domenica — 1ª Assistente de CâmeraAssistência de foco/rigs; organização de relatórios de mídia e boas práticas de backup.Amãna Moisés — Produção Executiva (pós & circulação)Gestão contratual, logística e indicadores; coordena contrapartidas (sessões gratuitas/preço popular), clipagem e relatórios.Nadya Veiga — Assistência de Direção e ProduçãoApoio de set e logística; contato com personagens/lideranças; documentação de campo.Ítala Machado — Assistência de ProduçãoSuporte operacional, hospedagens, planilhas e inventário de mídias.Luis Claudio Capucci — Transporte/LogísticaPlanejamento de rotas urbanas/rurais; segurança de equipe e carga técnica.INPUT POST — Desenho de Som & Mix (5.1/2.0 + M&E)Estúdio com foco em documentário; entrega de diálogos limpos, foley/ambiências e stems/M&E compatíveis com DCP/VOD.Acessibilidade (fornecedores a confirmar)Coordenação de acessibilidade; LSE (legenda descritiva), Audiodescrição (roteiro/locução) e Janela de Libras(intérpretes credenciados); guia do exibidor e testes com consultoria PcD.Traficando Informação / Alinne Prado — Imprensa & Comunicação AcessívelEPK/press kit, assessoria, mídia orgânica/impulsionada; adequação de peças a leitura simples/alto contraste.Design/EPK — Baurete ProduçõesKey art/cartaz, stills, press notes e assets digitais para programadores e educadores.Consultorias culturais por territórioCenira Kalunga e Rafael Kalunga (Kalunga/GO); Alinne Prado (quilombos urbanos/RJ). Outras lideranças conforme CLPI.Jurídico/ContabilidadeIvanda Nivaldete, OAB MG 156.347 (direitos/consentimentos/CLPI) • Audicerto Uberaba (contábil).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.