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O projeto consiste em realizar a temporada do espetáculo infanto-juvenil Anísio e a Devoradora de Livros. A peça conta a história da infância do educador Anísio Teixeira. Poder contar de forma lúdica e divertida a história de um dos personagens centrais da educação no Brasil é o que move este projeto.
Anísio, com 8 anos, vive em Caetité, interior da Bahia, e é apaixonado por livros. Certa noite, barulhos misteriosos assustam Anísio e seu irmão Jaime. Na manhã seguinte, os livros da cidade começam a sumir. Será que esses dois eventos estão conectados? Os dois partem então numa aventura fantástica, musical e repleta de conhecimento para descobrir o que aconteceu. Uma terrível traça mitológica, a Silver Fish, pode ter sido a responsável pelo sumiço dos livros. Personagens extraordinários cruzarão o caminho desta dupla, que com a ajuda da arara, da professora e da Pitangueira, desvendará esse enigma. A Classificação indicativa é livre.
OBJETIVO GERAL O objetivo deste projeto é realizar uma temporada de dois meses do espetáculo Anísio e a Devoradora de Livros na Cidade do Rio de Janeiro. O texto traz para o palco a possibilidade das pessoas, especialmente, as crianças, conhecerem um pouco da infância de Anísio Teixeira. Sua vida profissional tem grande divulgação por conta da importância de seu trabalho pela educação no Brasil. No entanto, não há obra, além do livro que inspirou esta peça, que retrate Anísio nos primeiros anos de vida e que tenha sido pensada para as crianças.Através de uma trama de aventura e mistério, objetiva-se que a criança se identifique com o herói, um menino curioso e feliz, ainda que tenha medos e incertezas. Uma criança que encontra nos livros prazer, coragem e amizade. Um menino que sabe ouvir, dividir e sonhar. OBJETIVO ESPECÌFICO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Realizar 16 apresentações do espetáculo Anísio e a Devoradora de Livros, durante dois meses na Cidade do Rio de Janeiro, preferencialmente duas vezes por semana, aos sábados e domingos, em teatro com capacidade para 400 pessoas.CONTRAPARTIDA SOCIAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS _ Uma Sessão gratuita para 640 crianças de escolas públicas
É de extrema importância um texto teatral que resgate a história e a memória de um personagem do vulto de Anísio Teixeira. Conhecido por ter implantado a educação pública e laica no Brasil, preocupado em disseminar e tornar o conhecimento acessível a todos, o educador traçou uma trajetória profissional com desdobramentos preciosos relevantes, inclusive para as gerações mais novas. Há que se falar de Anísio num momento em que a educação brasileira tem estado tão em voga nos debates da sociedade atual.No entanto, aqui não há a pretensão de se fazer uma biografia. Inclusive, o foco é Anísio criança. Desde aquela época é possível notar uma pessoa de extrema curiosidade, que busca a aprendizagem com prazer, reúne estudo e brincadeira, mescla livros e brinquedos, o que irá se refletir mais tarde em sua obra.A ideia é propiciar uma identificação do público infantil com essa criança que traz a possibilidade de aprendizagem junto ao lúdico, reúne ciências e arte, estudo e natureza. Anísio amava as crianças e buscou incentivar questionamentos, escuta, reflexões e opiniões. Em resumo, ele fomentou a troca, a argumentação saudável, qualidades de que o país anda carente. As crianças são a esperança dessa reconstrução, cabe aos adultos estimulá-las. A peça pretende buscar esse caminho através do Anísio-criança.A Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991 _ Lei Rouanet) é o instrumento mais adequado para viabilizar a temporada de "Anísio e a Devoradora de Livros" pois permite a captação de recursos privados para um projeto de relevante interesse público e cultural.Por meio da Lei de Incentivo, o projeto poderá assegurar a remuneração justa aos artistas e técnicos envolvidos e ampliar a circulação de novas obras teatrais para a infância.Além de democratizar o acesso à cultura, o uso da Lei permite transparência na gestão dos recursos, credibilidade institucional e sustentabilidade financeira, garantindo que o projeto seja realizado com qualidade, alcance social e relevância cultural, em consonância com os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC).Anísio e a Devoradora de Livros se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Anísio e a Devoradora de Livros se enquadra nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artísstica, mediante:c) realização de exposiçoes, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
O espetáculo Anísio e a Devoradora de Livros tem duração: 60 minutos /Classificação indicativa: livre / Gênero: infantil
Conforme Art. 42 IN 23/2025 nos termos dos arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018 o espetáculo Anísio e a Devoradora de Livros oferecerá as seguintes medidas de acessibilidades: Produto: Espetáculo de Artes Cênicas: 1) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O projeto será realizado em teatros que tenham medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Com rampas, corrimão, elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, assentos reservados para pessoa obesos e idosos. 2) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência visual:Todas as sessões terão o serviço de audiodescrição. Para pessoas com deficiência auditiva:Todas as sessões terão o serviço de tradução em libras. Para pessoas com deficiência intelectual e autistas: Todas as sessões terão monitoria especializada inclusiva. 3) MEDIDA DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEL DO PROJETO Disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas. Produto Contrapartida Social: Espetáculo de Arte Cênicas 1) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O projeto será realizado em teatros que tenham medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Com rampas, corrimão, elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, assentos reservados para pessoa obesos e idosos. 2) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência visual:Todas as sessões terão o serviço de audiodescrição. Para pessoas com deficiência auditiva:Todas as sessões terão o serviço de tradução em libras. Para pessoas com deficiência intelectual e autistas: Todas as sessões terão monitoria especializada inclusiva. 3) MEDIDA DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEL DO PROJETO Disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.
De acordo com o Art. 46 da IN de No 23, DE 05 DE FEVEREIRO DE 2025: O projeto será realizado em local de fácil acesso com linhas de transporte público que ligam a diferentes regiões da cidade; Será realizada a divulgação de ingressos a preços promocionais através de diferentes veículos de comunicação, procurando aumentar o alcance de diferentes públicos.Conforme artigo 47 da IN 23/2025 o projeto terá como plano de distribuição para a democratização de acesso: Será oferecido transporte gratuito para todos alunos que irão na sessão exclusiva de contrapartida social.
A proponente realizará as seguintes funções dentro do projeto: direção de produção, direção artística, dramaturgo e gestão administrativa e técnica financeira do projeto. FICHA TÉCNICA: TEXTO: Leila Meirelles e João Sant’Anna DIREÇÃO: João Sant’Anna ELENCO: Rafael Meirelles, Gabriela Ruppert, Kallanda Caetana, Nedira Campos, Vitor Hugo Guimarães e Douglas Martins LUZ: Felipe Lourenço CENOGRAFIA: Julia Marina BONECOS: Alexandre Guimarães SUPERVISĀO DE CENOGRAFIA: Lídia Kosovski FIGURINO: Elisa Faulhaber MÚSICAS: George Sauma DIRETOR MUSICAL: Pedro Nêgo DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Kallanda Caetana ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: Hernane Cardoso PREPARAÇÃO VOCAL: Tati Alvim REDES SOCIAIS: Hernane Cardoso ASSESSORIA DE IMPRENSA: Prisma Colab SUPERVISÃO ARTÍSTICA: Cacá Mourthé PRODUÇÃO: Maria Inês Vale e Luana Manuel REALIZAÇÃO: Araúna ProduçõesJoão Luiz Castello Branco Sant'Anna - autor e diretorFormado em engenharia de produção pela UFF, cursou por 10 anos o Teatro O Tablado, onde atualmente trabalha como professor e professor assistente do autor e diretor João Brandão. Em Barcelona, estudou com o palhaço Jango Edwards e na Escuela Internacional de Mimo Corporal. Em 2013, fez o Curso de Roteiro para TV e Cinema ministrado por José de Carvalho. No cinema participou como roteirista do filme “Um Cúpido Estupido” de Rodrigo Bittencourt, produzido por Clélia Bessa da Raccord Produções, com co-produção da Paramount Pictures e da Riofilme e distribuição da H2O. No teatro escreveu a peça “Eu e os Meninos” com André Pellegrino e Daniel Zubrinsky com a supervisão de João Brandão e direção geral de Bernardo Jablonski e Cico Caseira. Foi assistente de direção das peças “A Menina e o Vento”, “A Bruxinha que era Boa” e produtor executivo da peça “A Viagem de Clarinha”, todas produções do Teatro O Tablado e com direção da Cacá Mourthé. Como ator fez as peças “Tãotão” de Pedro Kosovski, “O Cavalinho Azul”, “A Bruxinha que era Boa” (Indicado a categoria ator coadjuvante pelo prémio CEPETIN), “Pluft, o Fantasminha” pelo teatro O Tablado. Atuou nas peças independentes “O Vagão 2049”, “Eu e os Meninos” (recebendo menção honrosa pela sua atuação no festival universitário do CCBB) “Sonho de Saulo”, “A Carta Perdida e “Edward Bond para Tempos Conturbados”. Na TV, participou da novela “Duas Caras”, Rede Globo e do seriado “Cilada” pelo Multishow. Leila Meirelles Freire – autoraEx-aluna do Teatro O Tablado e graduada em Comunicação Social-jornalismo pela UFRJ (1990), trabalhou, no início da carreira, como colaboradora do Tribuna Bis, caderno de cultura do jornal Tribuna da Imprensa. De 2007 a 2009, foi redatora de documento para registrar histórico de pesquisas do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), onde também atuou na assessoria de imprensa. De 2009 a 2019, trabalhou em produção e/ou assessoria de imprensa de diversas peças de teatro. Em 2012/2013, foi Coordenadora da ocupação de Domingos Oliveira no Teatro Gláucio Gil. Em 2013, foi cronista convidada da página “Mulher 7 x 7: Convite de domingo” da Revista Época online. Tem experiência também como produtora de elenco e de locações. De 2013 para cá, tem se aprofundado na prática da escrita, concluindo, em 2017, o curso de Formação de Roteiristas da Escola Roteiraria-RJ. É Coautora e codiretora do Curta- Documentário “Tempo Suspenso”. Esta é sua primeira incursão na dramaturgia. Maria Clara Machado Mourthé - supervisora artísticaDiretora artística d’O Tablado e diretora do curso de improvisação d’O Tablado, ganhadora de vários prêmios, entre eles Mambembe e Coca-Cola, Cacá Mourthé tem, dentre outros, os seguintes trabalhos em direção: “A Menina e o Vento” e “A Viagem de Clarinha” (2012), “A Bruxinha que era Boa”, “Os Saltimbancos” e “Pluft, o Fantasminha” (2014). Em 2015, escreveu o roteiro do filme “Pluft” com José Lavigne e Rosane Svartman). Em 2016, dirigiu a peça “TãoTão”, que teve 12 indicações ao 3º Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças, sendo uma delas de melhor direção. Em 2018, Cacá dirigiu “Camaleão e as Batatas Mágicas” e, em 2019, “O Boi e o Burro no Caminho de Belém”. Sua mais recente direção, em 2020, foi da peça “O Cálice Sagrado”. Nedira Campos da Silva - atrizNedira Campos tem no currículo 42 peças adultas e 14 peças dirigidas ao público infantil / juvenil. Trabalhou com diretores renomados como Luiz Mendonça, José Renato Pécora, Sergio Britto, Bernardo Jablonski, Luiz Arthur Nunes, Jorge Takla, Jacqueline Laurence, Antonio De Bonnis, João Fonseca, André Paes Leme, Suzana Garcia, Charles Möeller e Claudio Botelho, entre outros. É uma atriz cantora, tendo participado de diversos musicais ao longo da carreira. Em televisão, atuou durante quatro anos na TV Globo no programa " Vivo o Gordo", com Jô Soares, participou da novela “Sonho Meu” , de “Caso Verdade” e outras atrações. Em cinema, atuou no filme "Fêmeas em Fuga" do diretor Italiano Massimo Tarantino e " Coisas de Mulher", direção de Eliane Fonseca. Fez “Minha Vida em Marte” direção Susana Garcia.Em 2011, foi indicada como melhor atriz no Prêmio Zilka Salaberry, com o espetáculo infantil " Tem Bola Na Cola", em 2019, ganhou o Prêmio CBTIJ (Centro Brasileiro Teatro para a Infância e Juventude), como melhor atriz coadjuvante, pelo espetáculo "O Príncipe Poeira e a Flor da Cor do Coração” de Saulo Sisnando.Em 2020 e 2021, atuou remotamente, online em peças com o Grupo da qual faz parte os Militantes em Cena. Atualmente faz a peça online “Cuidado quando for falar de mim” direção Ricardo Santos. Luana Manuel Peixoto - Direção de produçãoFormada em Publicidade e Propaganda pela ESPM/RJ, trabalha com produção há quinze anos. Sócia da Araúna Produções realizou os seguintes eventos, oficinas e espetáculos: “Pluft, O Fantasminha” no Teatro O Tablado; “Anísio e a Devoradora de Livros” no Sesc Tijuca e no Circuito Sesc; “Do Brincar ao Estrear” projeto contemplado no edital FOCA; “Independência a Flor da Terra” contemplado no edital Retomada Cultural 2 da SECEC; "Correspondentes Quarentenades"- uma instalação cênica virtual contemplado no edital Retomada Cultural RJ, com direção de Susanna Kruger; "Oficina de Improviso à Distância", contemplada pela Lei Aldir Blanc e pelo edital "Cultura Presente Nas Redes" da SECEC. Produziu o espetáculo "Edward Bond Para Tempos Conturbados" com direção de Daniel Belmonte no Teatro Poeira, no Sesc Pompéia (SP) e no Teatro O Tablado; "Como Se Um Trem Passasse" da argentina Lorena Romanín no Teatro Poeirinha; “Missa Para Clarice” com direção de Eduardo Wotzik no Teatro Glauce Rocha; “TãoTão” de Pedro Kosovski e direção de Cacá Mourthé no Teatro O Tablado; produziu o “Fórum: Direito do Entretenimento” na OAB-RJ; o Prêmio da Música Brasileira no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e o renomado “Festival AnimaMundi” na Cidade das Artes. Maria Inês Vale de Farias - Direção de ProduçãoMaria Inês Vale é produtora cultural há 18 anos. Bacharel em Ciências Sociais com ênfase em Política e Produção Cultural pela Universidade Candido Mendes. Produziu os seguintes projetos: “Zaratustra – Uma Transvaloração dos Valores”, teatro – Palco Giratório - SESC – 2024; “Passa na Praça que o Tá na Rua te Abraça”, teatro – Viva o Talento - Lei Paulo Gustavo – 2024; “Tá na Rua Tem História”, acervo - Programa Funarte Retomada Teatro - 2024; “Festival de Teatro Amir Haddad”, teatro – edição 2025/2024/2023; “Aos Sábados”, teatro - temporada 2024/2023; “Contágio”, arte pública – Lei do ISS – 2024. Já trabalhou com os seguintes diretores: Amir Haddad, Danilo Salomão, João Sant`Anna, Sandra Calaça, Leo Carnevalle, Leonardo Netto, André Dale, Samuel Santos, Regina Miranda, Ticiana Studart, Duda Maia, Bernardo Jablonski, Fabiana Valor, Jacqueline Lourence, Ivone Hoffman, Gerald Thomas entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.