| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 01149952000134 | OFL PARTICIPACOES S.A. | 1900-01-01 | R$ 600,0 mil |
O projeto pretende realizar a montagem do espetáculo teatral Betrayal (Traição), de Harold Pinter, dramaturgo britânico ganhador do Prêmio Nobel de Literatura. Reconhecido mundialmente, Pinter investiga com profundidade a natureza corrosiva da traição, não apenas no campo amoroso, mas também nas relações de amizade e confiança. O projeto viabiliza a montagem, temporada e ações formativas.
BETRAYAL (TRAIÇÃO), de Harold Pinter, revela a complexidade dos relacionamentos humanos através de uma narrativa não linear que explora a interseção entre amor, amizade e deslealdade. A história gira em torno de Emma, Jerry e Robert, cujas vidas estão entrelaçadas por um triângulo amoroso marcado por segredos e revelações. Através de diálogos sutis e momentos de tensão, a peça captura os desdobramentos de suas escolhas e a fragilidade dos laços que os unem. Em um jogo de poder e vulnerabilidade, a peça convida o público a mergulhar nas nuances das relações interpessoais, questionando o que realmente significa ser fiel e como as fronteiras do amor podem ser fluidas e complicadas.
Objetivos Gerais:Esta proposta tem como foco viabilizar a temporada do espetáculo cênico do renomado texto Betrayal (Traição), de Harold Pinter (1930_2008), um dos dramaturgos mais influentes do século XX.A peça busca reforçar as tensões invisíveis e os conflitos internos que permeiam as relações humanas, evidenciando as fragilidades e contradições dos personagens. Além disso, entre os objetivos estão:- Valorizar um ícone da dramaturgia mundial;- Incentivar a promoção de acessibilidade e de cidadania no teatro brasileiro, com a oferta de distintas linguagens para compreensão da obra, bem como de contrapartidas sociais no acesso ao espetáculo;- Colaborar para a valorização do teatro nacional, em um respeitoso trabalho conjunto com diversos profissionais qualificados para o segmento;- Reforçar as relações familiares, através do teatro;- Promover a temporada desta montagem, que possibilita ao espectador refletir sobre as complexidades das relações humanas, os limites da lealdade e as consequências emocionais da traição.Objetivos Específicos:Realizar a montagem do espetáculo Betrayal (Traição), de Harold Pinter, e sua temporada por 3 meses na cidade de São Paulo.Dessa forma, a temporada terá 36 apresentações.
A escolha de Betrayal / Traição para a montagem teatral se justifica pela relevância dos temas abordados e pela qualidade do texto de Harold Pinter, que é um dos dramaturgos mais importantes do século XX. A peça oferece uma rica oportunidade de reflexão sobre as dinâmicas sociais e emocionais que permeiam as relações contemporâneas, proporcionando um espaço para o público questionar suas próprias vivências.Além disso, a montagem visa democratizar o acesso à cultura ao levar a peça a diferentes públicos, promovendo discussões sobre traição, lealdade e o que significa realmente conhecer alguém. Através de parcerias com escolas e instituições sociais, pretendemos realizar atividades educativas e debates que ampliem a compreensão do texto e suas implicações na vida cotidiana.Este projeto se alinha aos objetivos da Lei Rouanet ao fomentar a produção cultural e o acesso ao teatro, contribuindo para a formação de plateias e o fortalecimento da cena teatral nacional. Com uma abordagem sensível e inovadora, buscamos não apenas apresentar uma obra clássica, mas também estimular um diálogo essencial sobre as complexidades das relações humanas.O projeto atende o artigo 1º da Lei 8313/91 através de seus incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Da mesma forma atende ao Artigo 3º da referida Lei, em seu inciso:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Continuação dos currículosDEIVID DINIZ – FIGURINO A carreira de Deivid começou em São Paulo. Durante alguns anos trabalhou no teatro com diretores como, Lavínia Pannunzio, Eric Lenate e Mateus Monteiro. A partir desse encontro com o teatro, ele percebe que " Roupas podem ser uma ferramenta para um diálogo e uma ponte entre aqueles que estão criando e aqueles que receberão essa imagem, e isso pode mudar visões e criar uma consciência coletiva ". O trabalho inovador e distinto de Deivid tem empurrado a barreira entre moda, teatro, arte e ancestralidade. Com base em Berlin e trabalhando internacionalmente, o figurinista brasileiro é conhecido por criar imagens duradouras que conversam perfeitamente com a moda dentro da arte.O processo de Deivid é guiado por um escopo holístico e orgânico em sua constante investigação e interseção da cultura, arte, moda e cenas cotidianas.RAFAEL THOMAZINI – TRILHA SONORAFormado em Produção Musical pela EM&T – Escola de Música e Tecnologia e em Sonoplastia pela SP Escola de Teatro, atua na interseção entre música, artes cênicas, visuais e do corpo. Sua pesquisa é movida pela composição criativa, atravessando linguagens e se reinventando em cada processo.Assinou a concepção sonora e musical de espetáculos como À Espera (Hugo Coelho), Cobra na Geladeira (Marco Antônio Pâmio) e integrou o premiado projeto Histórias Extraordinárias, onde recebeu o Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Trilha Sonora de 2018. Em 2019, compôs para Há Dias Que Não Morro (José Roberto Jardim), com estreia internacional no Antalya Theatre Festival (Turquia), além de obras como Frida Kahlo – Viva la Vida (Kaká Rosset), Elizabeth III (Alexandre Brazil), Nós Matamos o Cão Tinhoso (Grupo Trapiche), Zoológico de Vidro e Névoa – From White Plains (Lavínia Pannunzio), Mãe e Filho (Lavínia Pannunzio e Carlos Gradim) e Nora e a Porta (Sandra Corveloni e Maristela Chelala). Sua trilha para De Perto Ninguém É Normal foi destaque em 2023 segundo o blog e-Urbanidade.No audiovisual, foi responsável pela concepção dos primeiros podcasts de Galvão Bueno (2022) e Washington Olivetto (2023). É também criador e compositor da identidade sonora do programa jornalístico Rivonews, e atua como diretor criativo e compositor do podcast cinemático O Retorno de Saturno, com sonoridade autoral e narrativa sensorial.Lidera o projeto multiartístico Torus, que propõe o autoconhecimento e a expansão da consciência por meio da música, reunindo uma comunidade engajada de mais de 200 mil pessoas nas redes sociais, onde também assina toda a produção da discografia.BRUNA MASSARELLI – FOTOGRAFIATrabalha no audiovisual desde 2017 como Diretora de Produção, Produtora Executiva e Assistente de Direção. Realiza trabalho autoral em fotografia de cena e também é retratista, tendo desenvolvido muitos trabalhos em parceria com montagem teatrais como Zoológico de Vidro (Tenesse Williams, de Lavínia Pannuzio), Esperando Godot (Samuel Beckett, de José Celso Martinez), Tatuagem (Hilton Larceda, de Kleber Montanheiro), Cabaret dos Bichos (Zé Henrique de Paula) entre outros. Em 2017 atuou e produziu o longa "Man Proposes God Disposes" de Daniel Leo, e estreou em 2019 no cinema brasileiro com "A Quarta Parede", de Hudson Senna. Em 2022 fez parte da 5ª dentição da Universidade Antropófaga do Teatro Oficina Uzyna Uzona e integra o elenco da montagem "Mutação de Apoteose" dirigida por Camila Mota. Os trabalhos mais recentes em audiovisual é a série "Notícias Populares" dirigida por Marcelo Caetano e a série "Tremembé" dirigida por Vera Egito. ADRIANA MONTEIRO – ASSESSORIA DE IMPRENSA Ao longo de sua trajetória tem-se projetado como profissional de comunicação e assessoria de imprensa que obtém assertivos resultados adequando o perfil de cada cliente a uma específica estratégia de atuação. Na área teatral, ao longo de três décadas de atuação ininterruptas, destacam-se, entre outras peças, a comunicação externa da 12ª edição do FIT – FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 2012, dos espetáculos de Antunes Filho -- “Senhora dos Afogados”, “A Falecida Vapt-Vupt”, “Policarpo Quaresma”, “Lamartine Babo”; “Toda Nudez será Castigada”; o lançamento e divulgação da programação do CIT-Ecum (Centro Internacional de Teatro ECUM) e estreia dos espetáculos “Um Navio no Espaço”, com atuação e direção de Paulo José; “Nomes do Pai”, espetáculo dirigido por Ruy Cortez, “Dueto para Um”, com direção de Mika Lins, “Noturnos” de Jon Fosse, “O Terceiro Sinal” de Otavio Frias Filho interpretado pela atriz Bete Coelho, “Jaguar Cibernético” de Francisco Carlos, “Recusa” e “Prometheus - a tragédia do fogo” com encenação de Maria Thais,“Les Ephemeres” e Os Náufragos da Louca Esperança” do Théâtre du Soleil, dirigido por Ariane Mnouchkine, Repertório Shakespeare, com direção de Ron Daniels, composto pelas peças Macbeth e Medida por Medida, de William Shakespeare, com os atores Thiago Lacerda e Giulia Gam nos papéis principais, que esteve em cartaz no Sesc Vila Mariana e no Teatro Sérgio Cardoso; a primeira montagem brasileira de “O Testamento de Maria”, de Colm Tóibín, solo com atriz Denise Weinberg, dirigido também por Ron Daniels em cartaz no Sesc Pinheiros e no Teatro Aliança Francesa; ‘FIM DE JOGO’, de Samuel Beckett, com direção de Isabel Teixeira com os atores Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas; ‘Molière’, direção de Diego Fortes e ‘Estado de Sítio’, de Albert Camus, dirigido por Gabriel Villela, além dos mais recentes "As Três Irmãs e a Semente da Romã", "Diadorim", "Escute as Feras" e "Lady X Macbeth".
Espetáculo teatral com cerca de 90 minutos de duração.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASACESSIBILIDADE FÍSICA: O projeto será realizado em espaços que tenham medidas de acesso a pessoas com deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços selecionados para realização das apresentações serão aqueles que dispuserem de ferramentas como rampa e/ou elevador, banheiros adaptados, sinalização adequada, lugar reservado na plateia para cadeirantes, obesos e cães guia, estacionamento com vagas reservadas, entre outros.ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Será disponibilizado o ROTEIRO DO ESPETÁCULO para acesso de pessoas com deficiência auditiva em todas as sessões do espetáculo. Haverá ainda uma sessão por semana com intérprete de LIBRAS.ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Haverá impressão de programas em braile com o conteúdo do espetáculo, disponível para consulta em todas as apresentações.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá equipe treinada para interagir de forma inclusiva e acolhedora, recebendo todos os públicos.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade Física: A palestra e o ensaio aberto serão realizados em espaço plenamente adaptado para pessoas com deficiência motora, em cadeira de rodas ou com mobilidade reduzida. Os espaços selecionados serão aqueles que dispuserem de ferramentas como: rampa, elevador, banheiros adaptados, entre outras.Acessibilidade de para PcD visuais: Para a palestra, por se tratar de conteúdo de explanação oral, o conteúdo é automaticamente acessível para cegos e pessoas com baixa visão. No caso do ensaio aberto, haverá o programa em braile pra consulta do conteúdo.Acessibilidade para PcD auditivos: Teremos intérprete de LIBRAS presente na palestra e no ensaio aberto, caso seja sinalizada a necessidade do intérprete.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá equipe treinada para interagir de forma inclusiva e acolhedora, recebendo todos os públicos.
Conforme instrução normativa vigente, haverá distribuição gratuita de 10% do total de ingressos com caráter social, educativo ou de formação artística, atendendo especialmente a ONGs, escolas públicas e demais instituições de reconhecido trabalho social.Haverá ainda mínimo de 20% de ingressos comercializados ao preço máximo de R$ 50. Em atenção ao artigo 42 da IN 29/2026, realizaremos como ação extra: a contratação de um estagiário, conforme o inciso V, transcrito abaixo:"Das Medidas de Ampliação de AcessoArt. 42. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Em atenção ao artigo 44 da IN 29/2026, realizaremos um ensaio aberto para 250 pessoas e uma palestra com o tema "Entre Acordos, Desejos e Transformações. O que significa traição?" para 250 pessoas. Os dois eventos são direcionados a estudantes e professores da rede pública de ensino e atendem ao inciso II do parágrafo 2, transcrito abaixo:"Das Contrapartidas SociaisArt. 44. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição do produto principal, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, podendo o quantitativo máximo ser superado a critério do proponente.§ 2º As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino, e não se confundem com as medidas de ampliação do acesso contidas no art. 42, inciso V, desta Instrução Normativa, podendo abranger uma das seguintes ações:II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;
FICHA TÉCNICAHarold Pinter – DramaturgiaTradução – Laerte Mello, Paula Lopes e Edu GuimarãesDireção – Lavínia PannunzioElenco – Luiza Curvo, Petrônio GontijoCenografia e Direção de arte – Mira AndradeDesenho de luz – Gabriele SouzaDesenho de som – Rafael ThomaziniFigurino – David Diniz Audiovisual / Identidade visual – Bruna MassarelliAssessoria de imprensa – Adriana MonteiroDireção de Produção – Miçairi GuimarãesAssistente de produção – Matheus SabbaFotografia – Bruna MassarelliProponente - (responsável pela coordenação geral de todas as atividades)Luiza Curvo Produções Artísticas é uma produtora dirigida pela atriz e produtora Luiza Curvo, que atua na TV e no teatro desde 1993. Formada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá e pós-graduada em Cenografia e Figurino pela Faculdade de Belas Artes, Luiza também estudou Construção Dramática na Escuela Internacional de Cine y TV (Cuba) e cursou Direção Teatral na Universidade Federal do Rio de Janeiro.LAVÍNIA PANNUNZIO – DIREÇÃOAtriz desde 1980, trabalha com autores e diretores da cena contemporânea brasileira e internacional e recebeu indicações e prêmios Mambembe, Shell, APCA, Aplauso Brasil e Deus ateu, por alguns trabalhos como atriz e diretora.Dirigiu Mãe e filho, de Jon Fosse, com Carlos Gradim; Zoológico de vidro, de Tennessee Williams; Ay Carmela!, de Jose Sanchis Sinisterra; Névoa – From White Plains, de Michael Perlman; O podcast – É Natal em São Paulo, família; 4 x 4 trágicas – projeto áudio-visual-teatral – criação e direção; Microalucinações amorosas, de Amarildo Felix – projeto áudio-visual-teatral; A serpente, de Nelson Rodrigues; Unfaithful, de Owen MacCafferty; criação, roteiro, direção e produção do XI Prêmio FIESP de Cinema; 3 mulheres baixas, de Emilio Boechat; Cora Coralina, removendo pedras e plantando flores, de Mauro Hirdes; Covil da beleza, de Eduardo Ruiz; Serpente verde, sabor maçã, de Jô Bilac; Sons de fora, de Lucas Lassen (audiovisual); Clausura, de Gustavo Sol – vencedor do Edital de Co-Patrocínio para Primeiras Obras, do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso; Pelos ares, de Pedro Guilherme – vencedor do 14º Festival da Cultura Inglesa; Chorávamos terra ontem à noite, de Eduardo Ruiz – indicado ao Prêmio Shell de Melhor Texto – 2009; O rufiãonas escadas, de Joe Orton; Quando eu era criança, de Duílio Ferronato. Adaptou e dirigiu Veludinho e Era uma vez um rio, ambos de Martha Pannunzio – e por este último recebeu os prêmios APCA 2006 de Melhor Espetáculo e Melhor Ator (p/ Ando Camargo); Coca-Cola FEMSA – 2006 de Melhor Espetáculo, Melhor Direção e Melhor Cenário (p/ Márcio Vinícius) – além das 04 indicações para Melhor Texto, Melhor Ator, Melhor Iluminação e Melhor Figurino; Prêmio Estímulo Flávio Rangel 2005.LUIZA CURVO – IDEALIZADORA E ATRIZ (sócia da empresa proponente)Luiza Curvo se profissionalizou trabalhando desde os oito anos de idade na Rede Globo e posteriormente na TV Record , participando, entre as duas emissoras, de 15 novelas, entre as quais, “Era uma vez”, “Chocolate com Pimenta”, “Porto dos Milagres” e 5 series, entre elas “Engraçadinha”, e “Sansão e Dalila” .No Teatro, participou de montagens como “Closer” de Patrick Marber, “Cenas de uma Execução” de Howard Baker, “Eles não usam Black Tie” de Gianfranco Guarnieri, “Jornada de um Imbecil Até o Entendimento” de Plínio Marcos, entre outras.integra a Cia BR116 desde 2014, e fez parte dos elenco de “O Terceiro Sinal” de Otavio Frias Filho , “Mãe Coragem” de Bertolt Brecht com direção de Daniela Thomas , , “Ensaio Romeu + Julieta” de Shakespeare e mais recentemente “Petra” com direção de Bete Coelho e Gabriel Fernades. Com a cia, participou também dos teatro-filmes “ Gaivota” de Tchekov e “Medeia” por Consuelo de Castro.No Cinema trabalhou nos longas Ouro Negro e Bellini e o Demônio.Formada em Cinema pela Estácio de Sá, cursou Direção Teatral na UFRJ, estudou construção dramática na EICTV, em Cuba e é pós graduada em cenografia e figurino pela Belas Artes.PETRONIO GONTIJO – ATOR Petrônio Gontijo é formado em artes cênicas pela Unicamp e começou a atuar profissionalmente em 1991 com a peça “Vem… Senta Aqui ao Meu Lado e Deixa o Mundo Girar.. Jamais Seremos tão Jovens” e protagonizando a novela Salomé da Tv Globo. De lá pra cá, tem no currículo mais de 30 peças de teatro, trabalhando com expoentes do teatro brasileiro como Marcio Aurelio, Fauzi Arap, Paulo Autran, Plínio Marcos, Antônio Abujamra, Antônio Fagundes, Juca de Oliveira, Jô Soares, Emílio di Biasi, José Possi Neto, Jorge Takla, Beatriz Azevedo, entre outros. Na televisão, seu trabalho mais recente foi como Davi, protagonista da série Reis, na Record. Trabalhou na maioria das emissoras do país e traz na bagagem 21 novelas como Os Dez Mandamentos, Insensato Coração, Poder Paralelo, Jesus, Os Mutantes, Pátria Minha, Os Ossos do Barão, Serras Azuis, Luz do Sol, Olho no Olho, Serras Azuis e Pícara Sonhadora. No cinema, protagonizou Memórias Póstumas de Brás Cubas e a sequência Nada a Perder 1 e 2. Acaba de estrear seu novo filme, Um Broto Legal, de Luiz Alberto Pereira. Indicado pra todos os prêmios mais relevantes de teatro e tv do país, recebeu o APCA de melhor ator em teatro, por sua participação como Arthur, em Algo em Comum, de Harvey Fierstein, direção de Marcio Aurelio.MIRA ANDRADE – CENOGRAFIAMira Andrade é cenógrafa, figurinista e artista visual, formada em Artes Plásticas pela Universidade de São Paulo (USP). Com trajetória consolidada no teatro brasileiro, desenvolveu uma linguagem marcada pela síntese visual, pelo uso expressivo de materiais e pela criação de espaços que dialogam diretamente com a dramaturgia e a atuação.Entre seus principais trabalhos destacam-se as cenografias das peças A Falecida (dir. José Possi Neto), As Três Irmãs (dir. Cibele Forjaz), A Máquina Tchékhov (dir. Bia Lessa) e O Idiota – Uma Novela Teatral (dir. Cacá Carvalho). Também assinou a cenografia de montagens contemporâneas como Os Sonhadores, da Cia. Livre, e O Canto das Mulheres do Asfalto, do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, mostrando sua versatilidade tanto em clássicos quanto em criações experimentais.Com mais de duas décadas de atuação, Mira Andrade construiu uma carreira sólida e reconhecida, participando de festivais nacionais e internacionais. Sua pesquisa permanente sobre o espaço cênico a levou a desenvolver projetos também em ópera e dança, além de colaborar em produções audiovisuais.Respeitada pela crítica e por seus pares, Mira Andrade é hoje referência na cenografia brasileira, unindo apuro estético, rigor técnico e inovação. Sua contribuição transforma a cena em um território vivo de encontro entre a poesia visual e a dramaturgia contemporânea.GABRIELE SOUZA – ILUMINAÇÃOGabriele Souza é designer de luz, e assina múltiplos projetos em teatro, dança, performances e shows, e tem colaborado com diversos coletivos e artistas independentes.Integra a Cia. da Revista como designer de luz e o Grupo Folias, como designer e coordenadora técnica da sede do grupo, o Galpão do Folias.Entre seus últimos trabalhos teatrais, destacam-se os espetáculos "Adulto" (2025), “Tatuagem” (2022), “O Avesso da Pele” (2023), e “Cabaret” (2024) que lhe rendeu indicação aos Prêmios: Shell de Teatro, DID e Bibi Ferreira, "...A Woman With a Pipe" (2024) realizado na Das Theater em Amsterdam/NL. E "Ray - Você Não Me Conhece (2024) indicado ao Premio Bibi Ferreira de Melhor Desenho de Luz. Na linguagem da dança participou de duas criações com a São Paulo Companhia de Dança, em "Umbó" (2021) e "Autorretrato" (2024) , ambos coreografados por Leilane Teles sob direção artística de Inês Bogéa.Além da função criativa, Gabriele tem se dedicado ao ensino de iluminação, ministrando aulas para o Programa Jovem Monitor Cultural da Prefeitura de São Paulo (2021), nos cursos livres do Galpão do Folias (2024-atualmente) e na SP Escola de Teatro (2022-Atualmente). Nesta última, atua também como artista convidada e membro da banca examinadora do curso de Iluminação ao lado de Guilherme Bonfanti e Francisco Turbiani.Direção de Produção - Miçairi GuimarãesEspecializada em produção de conteúdos culturais e eventos infantis. Responsável por promover teatro, entretenimento e eventos de alta qualidade, proporcionando ao público grandes vivências. Acumula mais de 20 anos de carreira promovendo diversos projetos de grandes proporções entre eles Seja Um Detetive – Detetives do Prédio Azul; Experiência Big Brother Brasil, Navio Gloob, Era Uma Vez Experience e mais 50 peças teatrais, entre elas: O Gato Branco, Caixa de Areia, Um Numero, Shirley Valentine, Toc Toc, Fantasy, Petit Monstre, entre outras.
Projeto encaminhado automaticamente para pauta da reunião da CNIC