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PRONAC 251366Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

MOSTRA DE SOTAQUES DO BUMBA MEU BOI DE ZABUMBA E COSTA DE MÃO

GRUPO FOLCLORICO UNIAO DA BAIXADA
Solicitado
R$ 248,8 mil
Aprovado
R$ 248,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MA
Município
São Luís
Início
2025-06-07
Término
2025-08-31
Locais de realização (1)
São Luís Maranhão

Resumo

Trata-se a proposta de um encontro festivo de grupos de bumba meu boi do sotaque de zabumba e costa de mão. Um congraçamento de diversos grupos da capital e do interior do Estado do Maranhão reunidos em um farto dia de apresentações culturais e troca de experiências. O encontro tem como importante missão a maior divulgação dos grupos de bumba meu boi dos sotaques de zabumba e costa de mão, centenários sotaques que passam por um processo de esvaziamento ante a falta de oportunidades nas programações culturais. O evento acontecerá no DIA DO TRABALHADOR como um tributo ao trabalhador da cultura.

Sinopse

- APRESENTAÇÃO CULTURAL DE 10 (DEZ) GRUPOS DE BUMBA MEU BOI - RODA DE CONVERSA COM MESTRES CANTADORES DOS GRUPOS DE BUMBA MEU BOI PARTICIPANTES. - PALESTRA : SALVAGUARDA DO BUMBA MEU BOI DE ZABUMBA E COSTA DE MÃO EM PARCERIA COM A FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CENTRAL DOS BUMBA BOIS DA BAIXADA E COSTA DE MÃO. - O EVENTO É INDICADO PARA TODAS AS FAIXAS ETÁRIAS

Objetivos

Objetivo geral Promover um evento festivo para os mestres cantadores de bumba meu boi dos sotaques de Zabumba e Costa de Mão do bumba meu boi do Maranhão, uma louvável oportunidade de sempre mostrar ao público um pouco da cultura desses mestres, oriundos de São Luís e do interior do Estado do Maranhão, a partir da sua musicalidade e do do talentoso trabalho artístico dos poetas populares. Além de promover uma permanente participação de grupos desses sotaques que tem poucas oportunidades nas programações culturais. O projeto pretende estimular o público em geral para a valorização das nossas manifestações que reafirmam sua importância nas comunidades. Objetivos específicos - Difundir e valorizar a arte musical dos mestres cantadores do segmento dos bumbas bois dos sotaques de Zabumba e Costa de Mão - Divulgar o vasto repertório dos grupos. - Promover o reconhecimento maior aos mestres e artistas do segmento. - Apresentação artística de 10 (dez) grupos de bumba meu boi dos sotaques de zabumba e costa de mão

Justificativa

Proposta do Grupo Folclórico de Bumba-meu-boi e Tambor de Crioula "União da Baixada", tradicional grupo de bumba-boi do sotaque da Baixada e Tambor de Crioula, oriundo do tradicional bairro do Monte Castelo, onde está sediado desde 2005, tendo à frente Raimundo Miguel Ferreira "Mestre Raimundinho", premiado e certificado em 2018 por meio do Ministério da Cultura _ Edital Culturas Populares _ Edição Selma do Coco. A entidade foi certificada como Ponto de Cultura desde 2010 e através de convênio firmado entre a Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão e Ministério da Cultura, desenvolve o Projeto "Ciranda do Aprender" que envolve crianças, jovens e adultos da sua comunidade em oficinas de artesanato, música e informática. Com reconhecida referência pública, por sua destacada atuação nas atividades culturais da cidade e demais interiores, o grupo segue permanentemente seu ofício. Em 2008 produziu seu primeiro trabalho fonográfico e atualmente reúne mais de duzentos componentes entre baiantes, índias, índios, cazumbás e grupo de apoio. O desenrolar desse Projeto foi idealizado pelo Mestre Raimundinho, buscando revitalizar, divulgar e incentivar o trabalho de outros mestres cantadores a partir de suas poesias. Esse notável intercâmbio reunirá mestres cantadores da capital e do interior do Estado onde estão sediados grande parte dos grupos de Bumba meu Boi dos sotaques de zabumba e costa de mão, grupos que costumeirante são relagados ao segundo plano nas programações artísticas no período junino, quase sem oportunidades de mostrarem seus trabalhos, o que fez com que alguns grupos encerassem suas atividades. Assim o projeto busca resgatar os grupos de zabumba e costa de mão, além de trazer ao público em geral a mostra de suas criações espetaculares desses expressivos personagens da cultura popular, enaltecendo as manifestações tradicionais e reafirmando o segmento do bumba-meu-boi , Patrimônio Imaterial do Brasil. O evento reunirá os mestres de zabumba e costa de mão na abertura da temporada junina de São Luís, seguind, seguindo assim as premissas do Art. 3º da Lei nº 8.313 | lei Rouanet: Fomento à produção cultural e artística, mediante: - realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; - realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; - proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Estratégia de execução

BUMBA MEU BOI DO SOTAQUE DE ZABUMBA De todos os sotaques de bumba meu boi, o de zabumba talvez seja o que mantém com mais originalidade a influência africana e açoriana nas apresentações. Além disso, assim como o sotaque de costa de mão, também tenta se manter frente a indústria cultural que permeia o bumba meu boi e, por vezes, altera a razão de ser das brincadeiras nos arraiais. Nas apresentações, os brincantes se dividem nos papéis de amos, indígenas, rajados, vaqueiros, palhaços, pais Francisco, Catirinas, além do boi. Já a sonoridade vem principalmente da zabumba (grandes tambores), e outros instrumentos musicais, como os pandeirinhos, maracás e tantãs. As zabumbas são rústicas e feitas à mão, arrochadas na corda. Os pandeiritos são feitos de jenipapo e cobertos com couro, normalmente de bode. Originário do município de Guimarães, o sotaque de zabumba tem como principais grupos o Boi de Leonardo, Boi de Vila Passos, Boi da Fé em Deus, Boi Unidos Venceremos, Boi de Guimarães e Boi Brilho de São João. Para a professora da UFMA e pesquisadora de cultura popular, Ester Marques, a influência dos açorianos é uma das razões pelo qual a zabumba é usada nesse sotaque. Já a forma como é tocada possui influência africana. "Não é à toa que a região de Guimarães e da baixada, assim como no Munim, são regiões povoadas pelos açorianos e não pela Portugal continental. Quando você vai aos açores, a primeira coisa que você vê nas manifestações culturais é a zabumba, não com o mesmo ritmo que se tem aqui. No arquipélago dos açores é muito comum. (...) E aqui no Maranhão, a zabumba é tocada de forma muito fortemente como alguns instrumentos de percussão na África. Por que isso? É porque a região da baixada foi a que mais recebeu negros da África para cá. Por isso temos tantos quilombos por lá", explica. No vestuário, destacam-se golas e saias de veludo bordado e chapéus com fitas coloridas. Também são usados miçangas e canutilho nas roupas. Nas danças e nos contos transmitidos nas apresentações, chama a atenção a influência africana e indígena, com passos mais curtos e repisados. As apresentações são feitas em formato semicircular - como indígenas fazem em aldeias - e é organizada pelos tocadores e demais brincantes, com os instrumentos tocados em ritmo mais acelerado que os demais sotaques. Brincantes de grupos de sotaque de zabumba contam que as toadas do boi de zabumba podem lembrar um 'tormento' dos escravos, que saíam de suas senzalas e cantavam para se divertir e se distrair, mesmo machucados, no período colonial. Não é como se fosse uma saudade, mas é lembrança dos antepassados, dos ancestrais. Em outros casos, as músicas podem explicitamente fazer algum tipo de 'ativismo' relacionado aos negros. É o caso da letra de uma das músicas do Boi de Guimarães, que critica o racismo. "Pra não ficar se humilhando por diferença de cor ... 'Seje' nego ou 'seje' branco, tem que ser respeitado. Todos nós temos o direito de viver sem ser discriminado // Só que isso não é de hoje, tá se tornando mundial // Todo dia a gente vê, tá passando no jornal // Olha, quando eu vejo isso, eu juro que me sinto mal // De ver o negro ser chamado de mal o ou qualquer outro animal // (...) Se tu é racista, tu não tá com nada... Se tu tem preconceito, tu não vale nada...", diz alguns trechos da música. BUMBA MEU BOI DO SOTAQUE DE COSTA DE MÃO Originário da região de Cururupu, no litoral Noroeste do Maranhão, o bumba meu boi sotaque de costa de mão tem raízes do período da escravidão e não tem a mesma fama dos outros sotaques. Ainda assim, é um símbolo cultural que permanece transmitindo sonoridades e apresentações que não se encontram em nenhum outro lugar do mundo. Como principais características, os bois de costa de mão são reconhecidos pela forma como os brincantes tocam os instrumentos: Literalmente com as costas das mãos, o que por vezes causa até ferimentos. As vestimentas são trabalhadas com bordados em calças e casacos, além de chapéus em formato de cone com fitas coloridas compridas. Já o som é emitido nos tambores-onça, maracás e pandeiros. Os pandeiros, inclusive, tem uma forma peculiar de serem confeccionados e usados. De modo geral, são confeccionados em madeira ou metal e recobertos na extremidade superior com couro de animais ou membrana de nylon. Em Cururupu, os pandeiros não possuem soalhas e apresentam uma corda ou correia com a qual o instrumento é pendurado no pescoço do tocador, que o segura com uma das mãos e o percute com as costas da outra mão. Alguns pesquisadores consideram o sotaque de costa de mão como uma variante do sotaque de Zabumba, que é o mais antigo sotaque de bumba meu boi e que também tem suas origens no período da escravidão. Os grupos mais conhecidos do sotaque de costa de mão são: Rama Santa, Brilho da Sociedade, Soledades e Brilho da Areia Branca. Mas segundo o presidente da Central de bumba meu boi de Sotaques da Baixada e Costa de Mão, João Batista Gonçalves, atualmente existem sete grupos desse sotaque que se apresentaram nos últimos anos. Eles estão divididos em quatro cidades: · 3 grupos em Cururupu - Boi da Rama Santa (presidente Valdioclecio ), Boi Brilho de Areia Branca (presidente Florinaldo) e Boi Brilho da Sociedade (presidente Eliezer). · 1 grupo em Serrano do Maranhão - Boi Brilho da Soledades · 1 grupo em Bacuri - Boi Brilho da Saudade · 2 grupos em Tajipuru ( São Luís) - Boi Brilho Sociedade Cururupu de Humbelino ( Presidente Antoniel) e Boi da Vila Conceição de Costa de Mão (Presidenta D. Nizete ).

Especificação técnica

SEM INFORMAÇÕES PARA O CAMPO.

Acessibilidade

Produto: FESTA POPULAR ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilidade de guias específicos para o deslocamento de cadeirantes, idosos e demais pessoas com mobilidade reduzida, banheiros químicos especiais e espaço especial para que esse público possa acompanhar as apresentações durante os dias de realização do evento ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO para PcD VISUAIS: DISPONIBILIZAÇÃO DE GUIAS ESPECIAIS E SISTEMA DE ÁUDIO DESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO para PcD AUDITIVOS: DISPONIBILIZAÇÃO DE SISTEMA DE VÍDEO DESCRIÇÃO E INTÉRPRETE DE LIBRAS

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO: O evento será realizado em área totalmente aberta, com acesso livre à comunidade em geral e como AMPLIAÇÃO DE ACESSO, será totalmente exibido nas redes sociais disponiveis.

Ficha técnica

NOME: ELINALDO SILVA FUNÇÃO: COORDENADOR GERAL E RESPONSÁVEL PELA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DO PROJETO CURRICULO: MÚSICO, REGENTE, PRODUTOR MUSICAL, COMPOSITOR, PRODUZIU EM SEU ESTÚDIO CENTENAS DE GRUPOS CULTURAIS DOS CICLOS DO CARNAVAL E JUNINO, ENTRE GRUPOS DE BUMBA MEU BOI, TAMBOR DE CRIOULA, DANÇAS POPULARES E BLOCOS TRADICIONAIS, ESCOLAS DE SAMBA, ALÉM DE ARTISTAS REGIONAIS E BANDAS. NOME: SYDILEILA FERREIRA COELHO FREIRE FUNÇÃO: COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO CURRICULO: MARANHENSE, 36 ANOS, FORMADA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, POSSUI VASTA EXPERIÊNCIA DE ATUAÇÃO NO SETOR CULTURAL, DEDICANDO A CARREIRA À PROMOÇÃO E FORTALECIMENTO DA CULTURA LOCAL. INTEGRA DESDE JOVEM A COMPANHIA BARRICA DO MARANHÃO COMO DANÇARINA. ATUALMENTE DIRIGE COMO GESTORA, O TEATRO JOÃO DO VALE, EQUIPAMENTO CULTURAL DA SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA DO MARANHÃO. TAMBÉM ATUA COMO ASSISTENTE DE PRODUÇÃO NA EMPRESA G7 PRODUÇÕES E COMO PRODUTORA CULTURAL, POSSUI UMA LONGA TRAJETÓRIA DE REALIZAÇÕES NO BAIRRO MONTE CASTELO, NO QUAL COORDENOU EVENTOS DE GRANDE IMPACTO, COMO A ZABUMBADA DA PREFEITA E O ANIVERSÁRIO DA RUA PRIMEIRO DE MAIO, QUE TORNARAM-SE TRADIÇÃO NA REFERIDA COMUNIDADE. NOME: RAIMUNDO MIGUEL FERREIRA FUNÇÃO: PRODUÇÃO CURRICULO: MESTRE CANTADOR E COMPOSITOR DE BUMBA MEU BOI, COORDENADOR DO GRUPO DE BUMBA MEU BOI UNIÃO DA BAIXADA, COORDENADOR DO PROJETO PONTO DE CULTURA “CIRANDA DO APRENDER”, MEMBRO DIRETOR DA CENTRAL DOS BUMBA BOIS DA BAIXADA E COSTA DE MÃO, MESTRE CERTIFICADO PELO MINISTÉRIO DA CULTURA EM 2018 ATRAVÉS DO EDITAL CULTURAS POPULARES – EDIÇÃO SELMA DO COCO. NOME: MAGNO SILVA FUNÇÃO: PRODUÇÃO CURRICULO: PRODUTOR CULTURAL, ARTESÃO, MÚSICO PERCUSSIONISTA, DESIGNER, CENÓGRAFO, COMPOSITOR, CONSULTOR EM ELABORAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS, PARTICIPOU ATIVAMENTE DE VÁRIAS PRODUÇÕES ARTÍSTICAS E DEMAIS EVENTOS EM VÁRIAS REGIÕES BRASILEIRAS E OUTROS PAÍSES. INTEGRANTE DO MOVIMENTO CULTURAL CARNAVALESCO MARANHENSE E DAS PRODUÇÕES DO CICLO JUNINO. NOME: MARCIA RENATA DE SOUSA FUNÇÃO: ASSISTENTE DE PRODUÇÃO CURRÍCULO: NATURAL DE SÃO LUÍS- MA, ATIVISTA CULTURAL, JÁ PRODUZIU VÁRIOS EVENTOS EM SÃO LUÍS DENTRE ELES PODEMOS DESTACAR: MARANHÃO VALE FESTAEJAR, PROJETO CAIXA DE SURPRESA, SÃO JOÃO DO MARANHÃO, CARNAVAL, PROJETO SACADA CULTURAL, PROJETO SEGUNDA SEM LEI, SAMBA NA FONTE, QUINTA CULTURAL DO BANCO DA AMAZONIA, FESTANÇA JUNINA NO CEPRAMA.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.