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PRONAC 2513668Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CHAFARIZES DE OURO PRETO - FASE 1

INSTITUTO CHACARA SANTA EULALIA - ICSEU
Solicitado
R$ 5,92 mi
Aprovado
R$ 5,92 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Intervenções em bens imóveis tombados/acautelados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-03-02
Término
2027-03-08
Locais de realização (7)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisMariana Minas GeraisOuro Preto Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroJoinville Santa CatarinaSão Paulo São Paulo

Resumo

O presente projeto pretende recuperar os chafarizes e fontes históricas de Ouro Preto, cidade monumento nacional, declarada Patrimonio Mundial pela UNESCO. Restabelece o fornecimento público de água por meio desses elementos urbanos, que representam parte essencial do patrimônio cultural e ambiental da cidade. A proposta busca valorizar a memória e a paisagem urbana, promovendo o acesso gratuito e de qualidade à água para moradores e visitantes em seus percursos diários. Além da restauração dos chafarizes, o projeto prevê a instalação de novos pontos de acesso à água, com design moderno e sustentável, nos espaços e largos que não contam com esse recurso. Dessa forma, cria-se um circuito completo, sinalizado e integrado, que alia preservação histórica, funcionalidade, educação patrimonial e responsabilidade ambiental, reforçando o compromisso de Ouro Preto com o bem-estar coletivo e a valorização de seus bens culturais

Sinopse

O projeto Chafarizes de Ouro Preto propõe a restauração e requalificação de um conjunto de chafarizes históricos situados no centro da cidade, reconhecida como Patrimônio Mundial pela UNESCO e tombada nacionalmente pelo IPHAN. A iniciativa visa recuperar a integridade material e simbólica desses monumentos, reativando o fluxo de água — elemento que estruturou a formação urbana e cultural de Ouro Preto — e devolvendo-lhes parte de sua função original como espaços de convivência e contemplação.Além das obras de restauro e conservação, o projeto contempla a requalificação paisagística dos entornos, com implantação de mobiliário urbano e sinalização interpretativa, e a criação de novos pontos contemporâneos de acesso à água, que dialogam com a tradição dos antigos chafarizes e ampliam o circuito cultural da cidade.A proposta inclui ainda ações de educação patrimonial e ambiental voltadas à comunidade escolar e à população local, fortalecendo o vínculo entre cidade, memória e patrimônio. Com isso, o projeto reafirma a vocação de Ouro Preto como “cidade dos chafarizes”, promovendo a preservação de um legado histórico que integra arte, técnica e natureza, e revitalizando a experiência urbana por meio da presença viva da água.

Objetivos

O projeto tem como propósito restabelecer a relação histórica e simbólica entre os fluxos d’água de Ouro Preto e seus habitantes, revitalizando os chafarizes e fontes que, ao longo dos séculos, fizeram parte essencial da vida urbana, social e cultural da cidade. Essas estruturas, mais do que elementos arquitetônicos, representam a identidade coletiva, a tradição e a forma como a comunidade se apropriavam da água como recurso natural e social. Tratam-se de acervos urbanos reconhecidos por tombamento individual ou em conjunto, dentro do sítio histórico e de preservação. Retoma a presença dos chafarizes ao seu papel na dinâmica urbana da antiga Vila Rica, servindo de ponto de encontro, abastecimento e convivência. Com o passar do tempo e o avanço dos sistemas modernos de saneamento, muitos desses elementos foram desativados ou perderam sua função original. Assim, o projeto visa devolver-lhes vitalidade, unindo preservação histórica e inovação tecnológica.O objetivo central é revitalizar os chafarizes históricos com a revisão dos sistemas de abastecimento de água e a implantação de um novo sistema de canalização e filtragem da água, permitindo que o recurso seja novamente disponibilizado à população de forma segura e sustentável. Trata-se de um processo de requalificação urbana e ambiental que resgata o valor simbólico da água como bem público, essencial à vida e à memória da cidade.O projeto não se limita à restauração física dos chafarizes. Ele propõe uma ampla integração institucional e comunitária, envolvendo diferentes agentes públicos e privados. Entre os parceiros e órgãos participantes estão a Prefeitura Municipal de Ouro Preto junto às Secretarias Municipais de Cultura, Turismo, Educação e Meio Ambiente, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o Conselho Municipal de Patrimônio, o Conselho Municipal de Meio Ambiente, e outras entidades comprometidas com o desenvolvimento sustentável e a valorização do patrimônio cultural.Essa rede colaborativa configura uma parceria público-privada que visa garantir a execução qualificada do projeto, bem como sua manutenção contínua e o engajamento da população. As contrapartidas das instituições envolvidas incluem o tratamento paisagístico dos entornos dos chafarizes, assegurando que esses espaços se tornem áreas de convivência, contemplação e educação ambiental.Além da reativação dos chafarizes históricos, o projeto contempla o desenvolvimento de novas bicas e pontos de acesso à água com design contemporâneo e atemporal, inspirados na estética e na funcionalidade dos modelos antigos, mas adaptados às demandas do presente, possibilitando a ampliação para outros contextos urbanos e turísticos.No âmbito social e educativo, o projeto prevê a atuação de uma equipe multidisciplinar dedicada à conscientização e envolvimento da população. Por meio de ações educativas, campanhas de comunicação e programas de divulgação, busca-se promover o entendimento da importância da preservação das nascentes, do manejo adequado dos cursos d’água e da conservação das minas e bicas da região. Essa dimensão educativa visa fortalecer o sentimento de pertencimento e responsabilidade ambiental entre os moradores e visitantes, incentivando práticas cotidianas de cuidado e valorização dos recursos naturais.As atividades pedagógicas e comunicativas serão desenvolvidas em parceria com escolas, universidades, coletivos culturais e instituições locais, estimulando o diálogo entre tradição e inovação, entre patrimônio e sustentabilidade.

Justificativa

Em síntese, o Projeto Chafarizes de Ouro Preto propõe uma intervenção que une preservação histórica, inovação tecnológica, sustentabilidade ambiental e educação patrimonial. Ao reativar as antigas fontes de abastecimento e criar novas formas de acesso à água, a iniciativa devolve à cidade um patrimônio vivo, funcional e simbólico.Mais do que restaurar monumentos, o projeto busca reviver a experiência de convivência em torno da água, ressignificando os espaços públicos e fortalecendo o vínculo entre comunidade, memória e natureza. Ouro Preto, cidade de relevância histórica e cultural mundial, reafirma assim seu compromisso com a preservação de sua identidade e com a construção de um futuro sustentável, no qual o passado e o presente dialogam em harmonia através do fluxo contínuo e vital das águas que moldaram sua história.O projeto pretende trabalhar os chafarizes tombados, sejam eles individualmente ou em conjunto e ainda implantar novas fontes neste território. Para este projeto estamos propondo o tratamento de uma parte deste acervo na cidade. Selecionamos equipamentos que possam atender uma grande extensão no sitio histórico tombado de Ouro Preto. Nesta Etapa 1, serão realizadas intervenções em 05 cinco dos chafarizes existentes e propostos 02 novos em pontos estratégicos.

Estratégia de execução

PROJETO EDUCATIVO - Ações de Formação e Difusão CulturalO Projeto Educativo Chafarizes de Ouro Preto integra o programa de restauração dos chafarizes históricos da cidade, propondo ações de formação docente, produção de material pedagógico e atividades de sensibilização sobre patrimônio cultural e ambiental. A iniciativa pretende aproximar o processo de restauro das escolas da rede municipal, transformando o canteiro de obras em um espaço vivo de aprendizagem, valorizando a água como elemento estruturador da história, da paisagem e da vida urbana em Ouro Preto.As ações educativas serão realizadas em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e atenderão cerca de 101 professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental, representando 11 escolas municipais. O projeto compreende três eixos principais:Encontro de Formação de Professores:— atividade presencial com especialistas em patrimônio, educação e meio ambiente, promovendo o diálogo entre o restauro e o ensino de história local. A formação inclui facilitação, registro audiovisual, material de apoio e certificação dos participantes.Cartilha Educativa:— produção de um material didático interdisciplinar voltado ao público infantil, abordando a história dos chafarizes, a importância da água e o papel da preservação ambiental. A cartilha será distribuída às escolas e disponibilizada também em formato digital.Ações de Apoio e Difusão:— aquisição de equipamentos e materiais pedagógicos, produção de conteúdos de comunicação e realização de atividades complementares de mediação junto às escolas e à comunidade.Será formalizada uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação e os espaços para a execução dos encontros e atividades serão organizado entre as partes. As atividades serão registradas e sistematizadas em relatório final, compondo o acervo do projeto de restauro.Mais do que um complemento às obras físicas, o Projeto Educativo é uma ferramenta de educação patrimonial participativa, que busca envolver a comunidade escolar na compreensão e valorização do patrimônio, fortalecendo a identidade local e ampliando o legado social do restauro.

Especificação técnica

Chafarizes Selecionados para RestauraçãoO conjunto de chafarizes de Ouro Preto espalhados pelo tecido urbano desde o século XVIII marcaram a relação entre cidade e água, definindo percursos, praças e espaços de convivência. Embora todos integrem o acervo protegido do sítio histórico, muitos encontram-se atualmente em desuso, com sistemas hidráulicos inativos e elementos construtivos degradados.Para esta primeira fase do projeto, foram selecionados cinco chafarizes de reconhecida relevância histórica, artística e urbana, representativos de diferentes períodos, tipologias e localizações dentro do núcleo tombado. A escolha equilibra critérios técnicos e simbólicos — abrangendo tanto exemplares de grande monumentalidade quanto outros de escala mais cotidiana, mas igualmente significativos para a paisagem e a memória da cidade.A seguir, apresentam-se breves descrições de cada um dos chafarizes contemplados nesta etapa, com indicação de suas características construtivas, contexto histórico e importância para o projeto de restauração e reativação da água.1. Chafariz da Praça TiradentesLocalizado junto à escadaria do Museu da Inconfidência, na Praça Tiradentes, este chafariz teve sua construção arrematada em 1724 e substituído por nova obra em 1744–1746, sendo reinaugurado em 1846. Executado em pedra lavrada, apresenta bacias de pedra, duas carrancas e inscrições em chapa metálica em louvor ao imperador D. Pedro II. Nas laterais são encontrados dois tanques que eram utilizados para fornecer água aos animais. Apresenta as seguintes inscrições: “Inaugurado em 2 de dezembro de 1846, 21º Aniversário de S. M. o Sr. Dom Pedro II, por ordem do Presidente da Província Quintiliano José da Silva”.2. Chafariz do Alto da Cruz (Samaritana)Situado na Rua Santa Efigênia, próximo à Igreja de Santa Efigênia, no bairro Alto da Cruz, esse chafariz data de meados de 1757-61. O risco é de autoria do português Manoel Francisco Lisboa. O busto feminino localizado no alto é considerado a primeira obra de seu filho, Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. A imagem pode representar Vênus, a deusa da fertilidade ou a figura da Samaritana, símbolo da caridade. Este frontispício foi executado em cantaria de pedra-sabão. É constituído de três bicas tipo sátiros, volutas, palma, pinhas e três bacias de pedra. Seu entorno é formado por um platô revestido de pedras e muros de pedra à vista.3. Chafariz de Marília de DirceuSituado no Largo de Marília de Dirceu, próximo à Ponte de Antônio Dias, foi construído em 1758 . Obra arrematada por Manuel Francisco Lisboa. Devido à sua localização possui forte vinculação com a figura de Maria Dorotéia Joaquina de Seixas Brandão, a “Marília de Dirceu”. A composição é tipicamente barroca, com quatro carrancas com saídas de água em bronze, bacias raiadas e cantaria elaborada. 4. Chafariz da Rua Alvarenga – CabeçasLocalizado na Rua Alvarenga, no bairro Cabeças, este chafariz destaca-se por sua composição simplificada, representa as transições estilísticas e sociais do final do século XIX e início do XX, sem os ornatos barrocos exuberantes. Está instalado na subida da rua, com um frontal, bica simples e bacia de pedra sobre pedestal trapezoidal. Construído em 1763, possui risco semelhante ao chafariz do Rosário.5. Chafariz da GlóriaChafariz da Glória, também conhecido como chafariz do Bonfim ou Fonte do Ouro Preto, localizado na Rua Antônio de Albuquerque (antiga Rua da Glória), no Bairro Pilar, figura entre os mais monumentais da cidade, com frontão em pedra lavrada, carrancas e conchas ornamentais. Foi construído a mando do Senado da Câmara de Vila Rica, sua obra foi arrematada em 12 de gosto de 1752Seu entorno com grande área verde, valoriza o chafariz e permite acesso à sua parte posterior.6. Mirante do Morro de São Sebastião – nova bicaDo alto do Mirante do Morro São Sebastião se tem uma das vistas mais completa do Centro Histórico de Ouro Preto. A ladeira para chegar lá a pé é muito íngreme e por este motivo foi escolhido para receber uma bica d´água para os transeundes, cuja subida, devido à sua conformação, não pode ser atendida por transporte público7. Praça em frente a escadaria do Largo da Igreja de São Francisco de Paula – nova bicaLadeira localizada entre as Igrejas de São Francisco de Paula e a Igreja de São José. Praça a ser instalada na lateral da rua, onde pode-se ter a vista para o centro histórico em destaque a Igreja do Carmo junto ao Museu da Inconfidência e ao fundo o Pico do Itacolomi.

Acessibilidade

Um dos pilares do projeto é a promoção da acessibilidade universal, garantindo que os espaços revitalizados sejam inclusivos, seguros e acolhedores para todas as pessoas, independentemente de idade, condição física, sensorial ou cognitiva.A proposta de requalificação dos chafarizes considera o cumprimento das diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e das normas técnicas vigentes de acessibilidade (como a ABNT NBR 9050), assegurando:· Acesso facilitado aos entornos dos chafarizes, com pavimentação nivelada e antiderrapante, livre de barreiras arquitetônicas;· Rampa de acesso com inclinação adequada e sinalização tátil onde possível;· Mobiliário urbano acessível; · Informação acessível, por meio de placas com letras ampliadas, sinalização tátil e, sempre que possível, QR Codes com conteúdos em áudio e Libras;· Priorização de percursos contínuos e conectados, integrando os chafarizes aos demais pontos turísticos e áreas de convivência da cidade de forma inclusiva;· Em eventos e atividades educativas, haverá mediação acessível, com intérpretes de Libras e materiais adaptados, garantindo pleno acesso à informação e participação.A acessibilidade também será considerada no design das novas bicas e estruturas contemporâneas, possibilitando que todas as pessoas possam usufruir da água e da ambiência dos chafarizes de maneira autônoma e digna.

Democratização do acesso

O projeto propõe, como um de seus fundamentos, a democratização do acesso aos chafarizes e às águas públicas, reafirmando o direito coletivo à cidade, ao patrimônio cultural e aos recursos naturais. Esse princípio orienta todas as fases da iniciativa — do planejamento à execução, passando pela gestão e uso dos espaços requalificados.A democratização do acesso envolve:1. Uso público, gratuito e inclusivo dos espaços revitalizadosOs chafarizes reabilitados permanecerão como bens de uso comum, disponíveis à população sem custos, com infraestrutura que garanta segurança, conforto e dignidade para todas as faixas etárias e perfis sociais.2. Participação comunitáriaO projeto prevê mecanismos de escuta e diálogo com a comunidade, especialmente com moradores das áreas próximas aos chafarizes, garantindo que suas vozes estejam presentes nas decisões sobre:Identidade visual e usos dos espaçosCalendário de atividades educativas e culturaisModelos de gestão compartilhada ou comunitária dos entornos3. Ações educativas descentralizadasAs ações de educação patrimonial e ambiental serão realizadas em escolas públicas e espaços comunitários, na vizinhança do sítio histórico. Isso busca envolver crianças, jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social, ampliando o acesso ao conhecimento sobre o patrimônio local e os direitos ambientais.4. Informação acessível e em linguagem claraTodo o conteúdo informativo (placas, folders, mídias digitais) será produzido em linguagem acessível, com versões em Libras, audiodescrição e formatos visuais adaptados, além de traduções para o inglês e espanhol visando também a inclusão de turistas.5. Ampliação do acesso à água públicaA instalação de novas bicas com design contemporâneo visa ampliar o acesso à água potável em diferentes regiões da cidade, inclusive em áreas com menor infraestrutura, promovendo justiça hídrica e igualdade de acesso a esse recurso essencial.6. Parcerias com coletivos e movimentos sociaisO projeto buscará parcerias com organizações da sociedade civil, coletivos culturais e movimentos por moradia e meio ambiente, reforçando a ideia de que a água e o patrimônio pertencem a todos e devem ser defendidos coletivamente.

Ficha técnica

O Instituto Chácara Santa Eulália - ICSEU, fará a gestão administrativa e financeira do projeto; apresentação do projeto no PRONAC, preparação e gestão dos contratos,acompanhamento e prestação de contas.Segue abaixo mini currículos dos principais participantes deste importante projeto.Deise Cavalcanti Lustosa: QUALIFICAÇÕESFAMIH Belo Horizonte, MG | 1986 – ConcluídoEspecialista em Conservação e Restauração de Monumentose Conjuntos Históricos | FAU/UFB VII CECRE | Salvador1990 – ConcluídoEspecialista em Cultura e Arte Barroca | IFAC – Institutode Filosofia e Artes e Cultura – UFOP. Ouro Preto2007 – ConcluídoATUAÇÃO PROFISSIONALConsultora técnica individual | Unesco | Programa PG12 da Fundação Renova: Desde julho de 2021. Municípios de Mariana e Barra Longa Reparação dos bens culturais impactados pelo rompimento da barragem de FundãoConsultora técnica | APPA – Associação Pró-Cultura e Promoção das ArtesColaboradora | Anima Conservação Restauração e Artes EIRELISecretária Municipal de Cultura e Patrimônio de Ouro PretoEntre maio e dezembro de 2020 | Prefeitura Municipal de Ouro PretoArquiteta parceira da Lux Engenharia Ltda | Desde 2015Diretora do Museu da Inconfidência: Ibram de 2017 | Abril de 2019Arquiteta | Projeto Hexágono Engenharia Ltda 2007 – 2017 | Mariana, MGDiretora Administrativa do Museu do Oratório 2004 – 2013Presidente da Fundação de Arte de Ouro Preto e Diretora da Escola de Artes Rodrigo Melo Franco de Andrade 2004 – 2005: Responsável pela aprovação do Curso Técnico de Conservação e Restauração de Obras de ArteDiretora de Conservação e Restauração | IEPHA/MG | 1995 – 2003Sócia responsável | MD Arquitetura e Consultoria Ltda | 1996 – 2017: Reaberta em março de 2021 como MD Lustosa Consultoria EireliCoordenação e implantação de projetos de arquitetura, com ênfase na área de conservação e restauração e preservação de bens culturais.João Felipe Carvalhode Mendonça Uchôa:QUALIFICAÇÕESGraduação em Arquitetura e Urbanismo | Fundação Mineira de Educação e Cultura, Belo Horizonte | 2019 – ConcluídoBelas artes e Arquitetura | Magyar Képzumuveszeti Egyetem (MKE– Hungarian University of Fine Arts), Budapeste, Hungria | 2015 – ConcluídoATUAÇÃO PROFISSIONALSócio Proprietário | Uchôa Arquitetos | Belo Horizonte, Minas Gerais, 2016Projeto de Revitalização e Restauração Projeto para a Fortalezade São José de Macapá:Restauração das edificações e revitalização do Museu da Fortaleza. Parceria MD Lustosa Consultoria – Macapá, AmapáProjeto de Restauração e Intervenção Contemporânea, 2023: APPA Cultura e Patrimônio Projeto para consolidação das Ruínas do RealForte Príncipe da Beira e proposta de intervenções contemporâneas para implantação do museu do forte, centro de recepção de visitantes e capela. Parceria MD Lustosa Consultoria. Costa Marques, RondôniaProjeto Águas de Burle Marx, 2023 – Parceria MD Lustosa Consultoria. Rio de Janeiro/RJRestauro | Sobrado “Gasparini”, Belo Horizonte, Minas Gerais, 2022Projeto de Museu Mineiro de Escultura, 2019:Fundação Mineira de Educação e Cultura, Belo Horizonte Palácio da Paz – Rua Nova, Centro Ouro Preto/MGProjeto de Restauro | Museu da cadeira brasileira, “MUC”, 2018 | BeloHorizonte, Minas GeraisCuradoria e Expografia | “Cadeiras contam histórias”, 2016 Belo Horizonte, Minas GeraisSócio Fundador | Gabinete Galeria, 2016 | Belo Horizonte, Minas GeraisVoluntário | Empresa Hello Wood na execução de projetosno “Sziget Festival 2015 | Budapeste, Hungria: Construção de cinco áreas de permanência e contemplação para o público durante o maior festival de música do mundo, que acontece na ilha de “Sziget”, no verão de 2015. Foram projetadas e executadas estruturas autoportantes de madeira e aço com coberturas efêmeras que serviram ao público do festival durante sua duração. Orientação: Piroska E. KissVoluntário | "Community for Khmer Children”, 2015, Banteay Srey, Camboja: Trabalho voluntário no vilarejo Banteay Srey, onde lecionou, durante curta temporada, inglês para as crianças locais. Desenvolveu em paralelo o projeto para a construção da sede da escola “Community for Children”. Feito com materiais locais e de baixo custo, que viabilizassem a construção do edifício em um curto espaço de tempo, trabalhando com conceitos e aplicações de técnicas cambojanas de insolação e ventilação naturalRainer Goston BandeiraQUALIFICAÇÕESGraduação em Arquitetura e Urbanismo | Fundação Mineirade Educação e Cultura, Belo Horizonte | 2019 – ConcluídoArte e Design | Instituto Politécnico de Bragança, Bragança, Portugal | 2019 – ConcluídoATUAÇÃO PROFISSIONALServiço Técnico Especializado | 2023: Escritório de representação do Rio de Janeiro do Ministério das RelaçõesExteriores – ERERIO. Contrato administrativo Nº 05/2024. Serviços técnicosespecializados em mobiliários históricos do Museu Histórico e Diplomáticodo Itamaraty – MHD, no Palácio do Itamaraty. Rio de Janeiro/RJProjeto Águas de Burle Marx | 2023 – Parceria MD Lustosa Consultoria. Rio de Janeiro/RJRestauro | Sobrado “Gasparini” | 2022, Belo Horizonte, Minas GeraisSócio Diretor | Uchôa Arquitetos 2020 | Belo Horizonte, Minas GeraisProjeto de Revitalização e Restauração 2024| APPA Cultura e Patrimônio: Projeto para a Fortaleza de São José de Macapá. Restauração das edificações e revitalização do Museu da Fortaleza. Parceria MD Lustosa Consultoria – Macapá/AmapáProjeto de Restauração e Intervenção Contemporânea | 2023: APPA Cultura e Patrimônio Projeto para consolidação das Ruínas do RealForte Príncipe da Beira e proposta de intervenções contemporâneas para implantação do museu do forte, centro de recepção de visitantes e capela. Parceria MD Lustosa Consultoria. Costa Marques / RondôniaRinaldo Urzedo da Silva:Escultor, canteiro e restaurador de elementos em pedra; formado em História pela Universidade Federal de Ouro Preto. Curso de conservação e restauração de elementos em pedra no Centro Europeo di Venezia per i Mestieri Della Conservazione del Patrimonio Architettonico em 2001. Professor de prática de cantaria na Escola de Ofícios Tradicionais de Mariana, (2019….). Nayara Salles: Pedagoga pela Faculdade de Educação da UFMG. Trabalha como professora regente do 2° ano do ensino fundamental no Colégio Santo Agostinho. Leciona aulas extracurriculares de teatro para crianças e adolescentes desde 2021. Atuou como educadora no Museu Memorial Minas Gerais.Isabel Cristina Airton:Tecnóloga em Conservação e Restauração com Pós - graduação em Gestão e Conservação do Patrimônio Cultural. Formação Técnica em Segurança do Trabalho.Atuou como restauradora juntamente com a equipe técnica de planejamento, elaboração de Projeto de Conservação e Restauração Arquitetônico e de Elementos Artísticos e Integrados do programa de ação do PAC cidades históricas do governo federal brasileiro. Auxiliou ainda na elaboração e revisão de planilhas orçamentárias de projetos de restauração. Revisão e atualização de desenhos técnicos, projetos de restauração e orçamentos de bens tombados e de edificação civil sob supervisão para empresa MD Arquitetura e Consultoria. Mobilização e desmobilização de canteiro de obra de conservação e restauração do Santuário N. S da Conceição além de acompanhamento de execução de obra com a elaboração de relatórios, diário de obra, registro fotográfico, acompanhamento de visitas de grupos técnicos e de visitantes externos. Emissão de planilhas mensais de medição de obra. Comunicação com a comunidade e atendimento as demandas da fiscalização do IPHAN. Orçamentos e compras de insumos durante a execução da obra. Apoio e organização da equipe de execução de serviços. Distribuição e orientação de uso de equipamentos de segurança e saude do trabalhador. Atualmente realiza elaboração e revisão de documentos de projetos de restauração sob supervisão. Levantamento métrico de campo. Serviços administrativos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.