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PRONAC 2513670Expirado o prazo de captação totalMecenato

Seminário Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo

INSTITUTO ITERAMAXE
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-03-10
Término
2026-03-12
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo é um evento internacional, híbrido que contempla em sua programação 1 Seminário Internacional, 1 Feira de troca de livros, 3 lançamentos de livros, 1 performance artística, 1 apresentação musical, 4 giras de conversa, 6 tempos espiralares com apresentação de 42 trabalhos, 1 gira de abertura, 1 gira espiralar, promovendo aproximação entre Brasil e África e fortalecendo epistemologias insurgentes, ampliação edifusão de saberes em um espaço de troca e resistência.

Sinopse

Sinopse 10 de Março de 2026 1 Seminário Internacional híbrido (presencial e online), promovendo debates sobre relações étnico-raciais,territorialidade e educação, com participação de intelectuais, ativistas e artistas, universidades, movimnetos e atores sociais nacionais e internacionais, com a seguinte programação: 1 Gira de Abertura: Terra-Mundo: diferenças. cuidados e direitos (19h às 19h30)1 Gira Espiralar: Òye - Conexão e Educação no Terreiro Mundo (19h30 às 20h50)1. Apresentação Musical: Cantos de Celebração (21h às 22h)11 de Março de 2026 Tempo Espiralar (10h às 12h30) Tempo Espiralar 1 - A questão indígena em foco: Território e suas Resistências Descrição: O objetivo deste tempo é abordar cuidadosamente a noção de território para os povos originários do Brasil, reconhecendo a sua importância e a cosmovisão relacional, assim como as narrativas e construções epistêmicas desenvolvidas sob estas florestas-jardins cultivadas pelos povos indígenas. Na mesma linha, será discutida a realidade crua dos conflitos que, até hoje, são vividos nesses territórios, disputados desde a consumação da ideia de Brasil. A proposta é abrir um debate amplo e aberto sobre as vivências indígenas, considerando também as questões incidentes que estão presentes nos territórios indígenas.Tipo: Apresentação de TrabalhoClassificação etária: 16 anosTempo Espiralar 2. Encruzilhadas do devir negro: Arte e Ciência na produção intelectual negra Descrição: A ideia desse tempo é, antes de tudo, ofertar a lembrança de que a arte também é uma tecnologia de sobrevivência e que nossas teorias podem ser apresentadas em diversos tipos de suporte, linguagem e possibilidades. Diversas referências intelectuais negras ao longo dos tempos imprimiram seus textos, teorias e pensamentos em múltiplos suportes, para além do apenas referenciado livro teórico. Conceitos complexos, como a Escrevivência Evaristiana, por exemplo, nos fornecem todo um aparato teórico com múltiplas ferramentas analíticas para compreendermos a produção literária afrodiaspórica. Esse mesmo aparato pode ser estendido para pensar a coletividade da produção artística, afinal, escrevivência é a escrita de nós, e há diversas maneiras de nos inscrevermos no mundo.Tipo: Apresentação de TrabalhoClassificação etária: 16 anosTempo Espiralar 3 - Terra, Terreiro e Território: do início ao fim Descrição: Nos reunimos sob o mesmo céu para falar do que nos sustenta, nos conecta e nos liberta: a terra que pisamos, o terreiro que nos abriga e o território que defendemos. Aqui, compartilharemos estratégias de aquilombamento, porque resistir nunca foi um ato solitário – é rede, é afeto, é raiz fincada no chão coletivo. Nesta roda: Terra, Terreiro e Território não são apenas palavras – são corpos em luta, memórias em movimento, futuros sendo semeados. Do início ao fim, porque nossa história não cabe em fragmentos: ela é espiral, é gira, é o ontem e o amanhã se encontrando no agora. Que possamos, juntes, tecer os fios dessa conversa com a força de quem sabe que nenhum quilombo, nenhum tekoha, nenhum terreiro fica de pé sem luta.Tipo: Apresentação de TrabalhoClassificação etária: 16 anosGira de Conversa Gira 1 - Embaixo da Baobá: (Re)escrevendo no Chão da Educação (15h às 17h)Descrição: Sob a sombra generosa da Baobá, onde os saberes se entrelaçam em círculos de escuta e fala, seguimos adiante em espiral – porque o conhecimento não é linear, ele gira, retorna e se expande. A Baobá, nos convidam a adentrar outras camadas desse chão educativo: da pedagogia engajada que intersecciona lugares, às políticas públicas afrodiaspóricas riscadas no cotidiano das escolas, até as encruzilhadas onde os terreiros resistem e curam. Que a gira continue, e que cada voz, ao se levantar, teça novos fios nessa rede ancestral de saberes. Vamos juntes? Esta gira abordará os desafios e vivências da população negra, indígena, cigana, dos povos tradicionais de matriz africana, de pessoas com deficiência e da comunidade LGBTQIAP+ no acesso à educação e à continuidade dos estudosClassificação etária: 16 anos Gira 2 - Terra, Terreiro e Território: Confluências nas Diferenças (19h às 21h)Descrição: Esta gira visa traçar uma cosmologia negro-brasileira a partir das noções de “terra”, “terreiro” e “território”. Focando na terra, buscamos cultivar formas alternativas de produção do conhecimento que se distanciam da narrativa ocidental dominante. Serão discutidas as demandas territoriais dos povos negros, indígenas, quilombolas e de outras comunidades tradicionais. Temas como demarcação de terras, legalização fundiária de terras quilombolas, apropriação e expropriação de territórios, e violência nas periferias e no campo serão abordados.Classificação etária: 16 anos12 de março Tempo Espiralar 4 - Neurodivergência em debate: capacitando políticas públicas, desenvolvendo políticas eficazes (10h - 12:30)DescriçãoO tempo espiralar vem tratar da questão que corpos neurodivergentes enfrentam: uma dupla vulnerabilidade, tencionados por outros marcadores sociais da diferença que se entrelaçam e se exacerbam. Acrescentando as desigualdades econômicas, de gênero e raça, essa vulnerabilidade se multiplica. No entanto, a interseção entre neurodivergência e outros ‘ismos’ é globalmente pouco explorada, principalmente quando se trata dos racismos (Onaiwu, 2020). Apesar de avanços legais, como a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), há uma lacuna significativa na implementação de políticas específicas para a população neurodivergente. Isso destaca a urgência de desenvolver políticas adaptadas para compreender e lidar adequadamente com essa interseção.Tipo: Apresentação de TrabalhoClassificação etária: 16 anosTempo Espiralar 5 - O corpo que se alimenta: insegurança alimentar em perspectiva negraDescrição: Este tempo espiralar trata sobre insegurança alimentar, quando racializado, revela que a desigualdade racial exerce um papel fundamental no agravamento da fome no Brasil. Entre 2020 e 2022, a insegurança alimentar grave aumentou 60% em domicílios chefiados por pessoas negras, enquanto o aumento foi de 34,6% em lares chefiados por pessoas brancas. Em 2022, cerca de 18,1% dos lares chefiados por pessoas negras enfrentavam fome, afetando aproximadamente 36 milhões de brasileiros (Rede Penssan, 2022). Essa discussão é essencial para entender como o corpo-território negro manifesta e intensifica as desigualdades econômicas, refletindo dinâmicas econômicas e raciais (Santos, 1996; Nascimento, 2016).Tipo: Apresentação de TrabalhoClassificação etária: 16 anosTempo Espiralar 6 - Psicologia, Saúde e Sociedade: a luta dos povos da terraDescriçãoInspirada no nhemongueta porã, as ‘conversas bonitas’ dos povos Guarani e Kaiowá, este tempo propõe um espaço de partilha de experiências e saberes em torno da saúde psicossocial indígena. O objetivo é deslocar o debate das epistemologias eurocristãs e coloniais e explorar as múltiplas psicologias indígenas. A partir de práticas coletivas e transformativas, o encontro busca fortalecer a saúde ancestral e psicossocial em contextos de luta pela terra, retomadas, autodemarcações e outros conflitos territoriais com o neoextrativismo e a violência estatal e paramilitar.Tipo:Apresentação de TrabalhoClassificação etária: 16 anosGira 3 - Corpos-Território - Por uma Saúde Interseccional Racializada (15h às 17h)Descrição: Onde vozes brasileiras e africanas nos lembraram que o corpo é o primeiro território de luta, resistência e cura. E que na espiralidade do conhecimento seguimos adiante, entrelaçando saberes que partem da fome racializada, passam pela saúde psicossocial dos povos originários em luta e chegam às urgências neurodivergentes atravessadas pelo racismo e capacitismo. Esta gira propõe desdobrar discussões diversas, porque a saúde não é um ponto fixo – é um caminho que se faz ao girar, ao escutar, ao insurgir. Que possamos, juntes, riscar e criar novos mapas de cuidado e justiça. Nesta gira abordaremos a saúde integral da população negra, indígena, de pessoas com deficiência e da comunidade LGBTQIAP+, destacando iniciativas e práticas de resistência que busquem fomentar políticas públicas efetivasClassificação etária: 16 anosGira 4 - Religiosidade e ancestralidade: Tecendo memórias intergeracionais (19h às 21h)Descrição: "Nenhum povo sobrevive sem a memória de seus ancestrais" (Mãe Beata de Iemanjá). Nesta gira, convocamos os saberes que atravessam o Atlântico e se reatualizam nos terreiros, nas florestas, nas cidades e nos corpos. A religiosidade negro-indígena e afrodiaspórica não é apenas herança – é tecnologia de existência, um modo de riscar o tempo que entrelaça passado, presente e futuro nas práticas cotidianas de resistência. Aqui, discutiremos, assuntos como os saberes dos terreiros e a preservação das memórias orais, a luta contra a intolerância religiosa e a criminalização das religiões de matriz africana e indígenas, a ancestralidade como ativismo político, desde as rezas nos quilombos até as ocupações urbanas que ressignificam o sagrado, a diáspora como espiritualidade em movimento, com vozes que conectam Brasil, África e outras rotas negras, as tecnologias ancestrais de cura e seu papel na saúde coletiva. Porque o axé não se quebra: ele se expande em espiral, convidando cada geração a reescrever seu próprio legado.Classificação etária: 16 anos

Objetivos

Objetivo Geral: O Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo tem como finalidade promover o intercâmbio desaberes entre acadêmicos, ativistas, comunidades tradicionais e produtores culturais, incentivando um diálogointerseccional sobre relações étnico-raciais, territorialidade, educação e políticas públicas. O projeto busca reconfigurar paradigmas, superando a visão eurocêntrica e acadêmica tradicional ao valorizar cosmologias insurgentes e epistemologias afrocentradas, indígenas e queer. Dessa forma, propõe um espaço plural de debate,formação e construção coletiva de conhecimento, impulsionando políticas públicas inclusivas e fortalecendopráticas culturais e educativas que atendam às necessidades das comunidades racializadas e marginalizadas. Além de ser um evento de grande impacto sociocultural, o Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo, pretende estimular um olhar crítico e propositivosobre os territórios negros e indígenas, seus desafios e potencialidades, incentivando a formulação de novasestratégias para garantir equidade e acesso à educação, saúde e cultura. Por meio de suas giras temáticas, painéis interativos e atividades culturais, o projeto pretende ampliar o alcance de discursos e práticas transformadoras que fortaleçam a cidadania e os direitos dessas populações. Objetivos EspecíficosA proposta do Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo desdobra-se em uma série de ações estratégicas eestruturadas, que garantem a materialização concreta de seus propósitos. Entre os principais objetivos específicos do projeto, destacam-se as seguintes atividades Promover debates acadêmicos e políticos que contribuam diretamente para a construção de recomendações depolíticas públicas inclusivas, garantindo a participação de comunidades negras, quilombolas, indígenas e LGBTQIAP+.Estimular o intercâmbio Brasil-África, através das parcerias internacionais representada por 5 intelectuais e líderesafricanos reconhecidos por suas trajetórias acadêmicas e sociais, que contribuirão para uma visão transnacional daslutas e resistências.Valorizar práticas culturais insurgentes, promovendo a participação de artistas negros e indígenas em exposições,feiras, performances e rodas de conversa.Garantir ampla acessibilidade, possibilitando que pessoas com deficiência tenham acesso a todas as atividades doevento, com recursos como tradução em libras, audiodescrição e plataformas digitais adaptadas.Quantidade de intérpretes de libras: 4 profissionais. Audiodescrição: Disponível para todas as transmissões ao vivo. Criar espaços de interação e mobilização comunitária, fortalecendo redes de apoio entre grupos acadêmicos e movimentos sociais. Fortalecer o engajamento com a comunidade acadêmica e política, criando uma rede de impacto que dialogue cominstituições de ensino, coletivos culturais e órgãos governamentais. Parcerias institucionais: USP, Diversitas, Instituto Itéramãxe e universidades africanas. Mobilização para futuras edições: Registro oficial do evento para continuidade anual.Impacto nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, garantindo alinhamento com os seguintes tópicos:ODS 4: Educação de qualidade.ODS 5: Igualdade de gênero.ODS 10: Redução das desigualdades.ODS 11: Cidades e comunidades sustentáveis.ODS 16: Paz, justiça e instituições eficazes.ODS 17: Parcerias para implementação.Com essas ações, o Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo não apenas promove um evento de intercâmbiocultural e intelectual, mas atua como agente de transformação social, garantindo que o impacto se estenda além daprogramação, resultando em propostas concretas de políticas públicas e valorização da diversidade cultural eidentitária. Este é um projeto revolucionário, capaz de reposicionar saberes tradicionalmente marginalizados e impulsionarmudanças estruturais no campo da cultura e educação. O evento será um marco na construção de um conhecimentoplural, onde a academia e os movimentos sociais caminham juntos na busca por equidade, justiça e resistência.Contrapartida SocialO evento reafirma seu compromisso com a educação antirracista, inclusão evalorização dasepistemologias afrocentradas e indígenas, estruturando ações formativas e culturais que fortalecema participaçãodas comunidades na construção de um conhecimento crítico e acessível. Atendendo ao art.49, §3º da IN MinC nº 23/2025:"§3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativosgratuitos.Portanto, a própria IN reconhece que a obrigatoriedade de contrapartida social se aplica apenas aos projetos quenão tenham ações educativas ou formativas gratuitas previstas e detalhadas como metas ou produtos do projeto.Desse modo, sendo o projeto totalmente gratuito e ainda por possuir ações educativas/formativas igualmentegratuitas está dispensado dessa obrigatoriedade, pois suas metas por definição já cumprem o papel social eeducativo exigido pela contrapartida.

Justificativa

O Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo é um evento de grande relevância cultural e social, que busca promover o intercâmbio de saberes entre acadêmicos, ativistas e comunidades racializadas e marginalizadas. Paraque esse projeto seja viabilizado em to da sua potencialidade, o financiamento via Lei de Incentivo à Cultura setorna essencial. O evento se alinha diretamente aos objetivos da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91), garantindo a democratização do acesso à cultura e o fortalecimento de narrativas e práticas de grupos historicamente invisibilizados.Ao valorizar as cosmologias insurgentes e epistemologias afrocentradas, indígenas e queer, o projeto se posicionacomo uma iniciativa fundamental para a transformação do cenário cultural e educacional brasileiro. No entanto,devido à falta de incentivo estrutural para eventos que fogem ao modelo tradicional e dão protagonismo a vozeshistoricamente excluídas, o uso da Lei Rouanet torna-se necessário para garantir sua realização e impacto social.Guiados pelo Art. 215 da Constituição Federal de 1988, que nos assegura enquanto brasileiros que "O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais", a aprovação do projeto Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo pela Lei Federal de Incentivo à Cultura é de suma importância como etapa imprescindível para sua execução por estar em consonância com os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 que institui o ProgramaNacional de Apoio à Cultura:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismoda cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;Enquadramento nos Incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91O Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo atende diretamente aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei Rouanet:Inciso II _ Incentivar a produção, distribuição e acesso aos produtos culturais.O evento democratiza o conhecimento ao oferecer participação gratuita e acessível, com transmissão online eatividades presenciais, ampliando seu alcance e impacto.Inciso III _ Proteger e valorizar o patrimônio cultural brasileiro.A preservação das tradições afro-brasileiras e indígenas, o reconhecimento do território como espaço de construçãode saberes e o fortalecimento de práticas ancestrais são pilares centrais do evento.Inciso IV _ Desenvolver a consciência cultural e artística do povo brasileiro.A proposta educativa do evento promove reflexões sobre a cultura e identidade nacional, possibilitando que diversascomunidades ressignifiquem suas experiências por meio da arte e da oralidade.Inciso VI _ Estimular a difusão de bens culturais de valor universal, formando cidadãos e preparando-os para acriatividade.A programação inclui giras temáticas, feiras culturais, performances e rodas de conversa, criando um ambiente deprodução e difusão de arte, cultura e conhecimento insurgente.Objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91 Alcançados pelo ProjetoO projeto atende diretamente aos objetivos da política cultural nacional, conforme estabelecido no Art. 3º da LeiRouanet. Os principais objetivos cumpridos são:I _ Apoio e valorização da cultura nacionalO evento fortalece saberes tradicionais e insurgentes, ampliando a valorização das produções intelectuais eartísticas das comunidades periféricas, quilombolas e indígenas.II _ Difusão de bens culturaisCom sua ampla programação de painéis, rodas de conversa e atividades interativas, o projeto incentiva a circulaçãodo conhecimento e a troca de experiências entre participantes.III _ Estímulo à criatividade artísticaA proposta fomenta a produção cultural por meio da exposição de artistas negros e indígenas, dando espaço paraperformances, lançamentos literários e apresentações musicais.IV _ Fortalecimento da identidade nacionalAo resgatar e destacar saberes e cosmologias não-hegemônicas, o Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo contribui para um entendimento mais amploe diverso do que constitui a identidade brasileira.

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

SOBRE O ÒYEOnde casa, terreiro e território se conecta a África e a Educação.O evento internacional Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo é um evento híbrido de grande porte, destinado a reunir pesquisadores, ativistas, produtores da cultura e mobilizadores sociais de diversas origens, incluindo comunidades negras, quilombolas, indígenas, pessoas com deficiência e a comunidade LGBTQIAPN+. Este evento busca abordar questões urgentes sobre relações étnico-raciais, territorialidade, educação e políticas públicas, a partir da crítica ao conhecimento ocidental dominante, que perpetua modelos excludentes e hierárquicos, marginalizando saberes e práticas não europeias. O evento propõe inverter essa lógica, criando uma plataforma que revaloriza cosmologias não-brancas e insurgentes, fundamentadas na noção de “terra-mundo”. O evento não apenas considera o território como objeto de estudo, mas utiliza-o como ponto de enunciação epistemológica e política. O compromisso com áreas essenciais da cidadania e das políticas públicas, incluindo saúde, educação, acesso à terra, cultura e segurança, é central na proposta, alinhando-se às lutas históricas de populações racializadas e marginalizadas. A estrutura do evento contempla quatro eixos temáticos centrais: 1) Terra, Terreiro e Território: Confluências nas Diferenças, que investiga as interações entre cosmologias e resistências territoriais; 2) Corpos-Território: Por uma Saúde Interseccional Racializada, que explora as dimensões de raça e interseccionalidade na saúde; 3) Embaixo da Baobá: (Re)escrevendo no Chão da Educação, que questiona práticas pedagógicas coloniais e propõe alternativas decoloniais na educação; e 4) Religiosidade e ancestralidade: Tecendo memórias intergeracionais, que propõe refletir o lugar da ancestralidade, espiritualidade e religiosidade no território.Conheça nossas áreas e nomenclaturas Gira de AberturaMomento de acolhida, onde traçaremos os primeiros círculos de conhecimento. Objetivamos dar as boas-vindas a todas as pessoas participantes. Mais que informar, este ritual prepara o terreno – como um terreiro que recebe seus filhos – apresentando não só a estrutura do evento, mas seu espírito: um convite à escuta ativa e ao compartilhamento de saberes em movimento.Giras de ConversasCírculos temáticos pré-definidas pela organização do evento, conduzidos por vozes que debatem, dialogam e encarnam os conhecimentos em suas trajetórias. Aqui, a expertise acadêmica dialoga com a sabedoria das ruas, das matas e dos terreiros, criando um mosaico de perspectivas onde nenhum saber se sobrepõe − apenas se entrelaça, como tranças e balaios. Essa diversidade de vozes e conhecimentos é essencial para promover uma discussão abrangente e aprofundada, refletindo as complexidades e nuances das questões em pauta.Tempos EspiralaresPainéis temáticos que serão selecionados por meio de chamada pública, germinados em nove Tempos, cada tempo terá até sete comunicações orais, visuais, auditivas e sensoriais, que por sua vez são sementes lançadas e germinadas por quem vive, pesquisa e produz nas frestas do sistema. Cada participação é um broto: parte de raízes profundas (vivências), aponta para futuros possíveis e desafia a linearidade do conhecimento eurocêntrico.Tempos ConfluentesAssim como as águas que se encontram sem perder seu curso. Nestes espaços abertos teremos feiras pretas, ocupações, performances, literatura e manifestações culturais, aqui o conhecimento não é só apresentado, mas vivido por mãos que moldam barro, vozes que ecoam poemas, corpos que dançam resistência e livros que contam modos de vida. Nestes tempos o evento vira correnteza — um fluxo contínuo de expressões que ocupam todos os cantos, sem hora marcada ou palco fixo. Com chamada aberta para quem quiser mergulharGira de EncerramentoUm diálogo final que não se fecha, mas expande. Onde teremos a oportunidade de refletir sobre as experiências vivenciadas ao longo do evento e que seguirão ecoando. Objetivamos consolidar os aprendizados e as propostas discutidas, promovendo uma síntese que reverberará além do encontro e alimentará futuras iniciativas e diálogos em torno das temáticas abordadas.Cantos da CelebraçãoApresentações artísticas do evento convida as pessoas participantes ao momento de celebração, da comunhão em grupo, da coletividade da realização através da música, do toque e suas vibrações.Mestras da GiraElas não comandam, convocam. Não moderam, movimentam. As Mestras da Gira são as guardiãs e guardiões do ritmo das giras — pessoa que garante que cada detentora do saber encontre seu eixo na roda, sem pressa nem hierarquia. Com mãos que lembram as das fiandeiras de histórias antigas, elas desenham os círculos onde os saberes vão dançar: puxam fios de uma fala para outra, alinhavam silêncios e, quando preciso, abanam a fogueira da discussão.Detentoras do SaberSão todas as pessoas convidadas a circular entre os tempos espiralares, confluentes, giras e cantos, mediando conhecimentos que transcendem hierarquias acadêmicas. Guardiãs de saberes ancestrais e contemporâneos – desde mestras de tradição oral a pesquisadoras engajadas –, essas detentoras não só possuem o conhecimento, mas o fertilizam coletivamente. Aqui elas e eles tecem diálogos entre ciência, espiritualidade e práticas circulares, garantindo que cada momento seja um território vivo de trocas, onde saberes institucionalizados e epistemologias do terreiro se encontram em pé de igualdade.

Acessibilidade

Acessibilidade FísicaO projeto garante acessibilidade plena nos espaços físicos, com: Rampas de acesso e corredores amplos ,permitindo locomoção segura para cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e idosos.Banheiros adaptados, equipados com barras de apoio e espaço ampliado.Guias táteis e piso tátil, posicionados estrategicamente nos principais corredores, entradas e áreas de circulação,para orientação de pessoas cegas ou com baixa visão.Equipe de apoio treinada, disponível para orientação e assistência personalizada, com postos de apoio e descansopara idosos, gestantes e pessoas com fadiga motora.Acessibilidade de ConteúdoO acesso aos conteúdos e informações do projeto será viabilizado por:Tradução simultânea em Libras, disponível em palestras, rodas de conversa e transmissões online. Audiodescrição para exposições, apresentações artísticas e audiovisuais. Legendas descritivas em vídeos emateriais digitais produzidos durante o evento.Formato híbrido presencial e online, permitindo participação de quem enfrenta barreiras geográficas ou demobilidade. Interpretação em Libras para interações espontâneas, incluindo atendimento ao público.Plataforma digital acessível, compatível com leitores de tela e recursos ajustáveis de contraste e fonte.Equipe especializada em inclusão, disponível para auxiliar os participantes e atender necessidades específicas.A inclusão no evento não é apenas um requisito técnico, mas uma política ativa que reflete ocompromisso do projeto com a democratização da cultura, do conhecimento e das práticasdecoloniais. Ao ampliaro acesso ao evento por meio da infraestrutura acessível e comunicação inclusiva, o projetogarante que adiversidade esteja presente não apenas nos debates, mas na própria vivência do público. Com essas medidasinovadoras e estratégicas, o evento rompe barreiras físicas e comunicacionais, criando um espaço seguro,respeitoso e verdadeiramente inclusivo. A acessibilidade não será apenas garantida, mas promovida comoum valoressencial, reafirmando o direito de todas as pessoas à cultura, ao conhecimento e ao protagonismo social.

Democratização do acesso

O Òye Conexão Sexta Região tem como princípio fundamental a democratização do acesso àcultura e aoconhecimento, garantindo que um público diverso, incluindo pessoas de diferentes perfis sociais eeconômicos,possa usufruir plenamente das atividades e conteúdos do evento. Para isso, são adotadas estratégias dedistribuiçãogratuita e comercialização acessível, além de medidas inovadoras para ampliar o alcance das açõesculturais,acadêmicas e formativas.Distribuição e Comercialização dos ProdutosOs produtos culturais gerados pelo evento, como publicações acadêmicas, materiais audiovisuais, registrosartísticose educativos, serão distribuídos e comercializados de forma inclusiva e acessível. Para garantir ummodeloequitativo de distribuição, as ações previstas incluem:1.Acesso gratuito a conteúdos digitais produzidos durante o evento, incluindo gravações de palestras,seminários eapresentações artísticas, disponibilizados em plataformas online de livre acesso.2. E-books acessíveis, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso facilitado aoconteúdoproduzido pelo evento.3. Feira de troca de livros, lançamentos e expositores literários, incentivando a circulação de livros, artesanatos e produtosculturaiscriados por artistas e autores independentes, valorizando a produção periférica e quilombola efomentando aeconomia criativa.4.Performance artística aberta com entrada gratuita, garantindo acesso aberto a todos os públicos à performance e manifestações artísticas presente no evento.5. Comercialização acessível, permitindo que os produtos do evento tenham preços reduzidos ousubsidiados,garantindo que pessoas em situação de vulnerabilidade tenham oportunidade de acesso sem barreirasfinanceiras.Medidas de Ampliação de AcessoPara garantir que um público ainda maior possa acompanhar o evento, especialmente aqueles queenfrentambarreiras geográficas, econômicas ou de mobilidade, serão adotadas ações complementares paradescentralizar eexpandir o alcance das atividades:1.Transmissão online gratuita de todas as palestras, seminários e rodas de conversa, permitindo queparticipantesde diferentes localidades acompanhem os conteúdos de forma virtual e interativa.2.Plataforma digital acessível, com recursos para leitores de tela, ferramentas de audiodescrição,legendagemdescritiva e ajustes para contraste, garantindo total acessibilidade digital.3.Ensaio aberto para apresentações artísticas, possibilitando que o público acompanhe o processocriativo,promovendo maior inclusão e engajamento cultural.4.Oficinas paralelas e formativas, presenciais e virtuais, permitindo capacitação sobre temas do evento,comoterritorialidade, políticas públicas inclusivas, práticas de resistência cultural e ensino decolonial.5.Sessões interativas e acessíveis, incluindo tradução simultânea, legendas, audiodescrição e intérpretes deLibras,garantindo compreensão plena para pessoas com deficiência.6.Parcerias estratégicas com escolas e universidades, promovendo atividades didáticas e culturais relacionadasaoevento, possibilitando formação complementar aos alunos e pesquisadores.7.Atividades descentralizadas, levando parte da programação para territórios periféricos, quilombolas eindígenas,por meio de exibições públicas, minicursos, apresentações culturais e rodas de conversa, criando umintercâmbiodireto entre a academia e as comunidades tradicionais.8.Distribuição gratuita de parte dos materiais produzidos, priorizando o envio de cartilhas educativas elivrosdigitais para centros culturais, coletivos periféricos e quilombolas, assegurando que o conhecimentocompartilhadono evento tenha impacto contínuo.Com essas ações inovadoras, o evento garante que sua programação chegue aum público amploe diverso, promovendo acesso equitativo à cultura, ao conhecimento e ao diálogo crítico. Além de ser um eventointelectual e artístico de grande impacto, o projeto se estabelece como uma ferramenta detransformação social,fomentando a valorização de epistemologias não-hegemônicas, fortalecendo redesacadêmicas e populares ecriando um ambiente cultural inclusivo e democrático.A estrutura acessível, aliada às estratégias de descentralização e distribuição gratuita, permite quegrupostradicionalmente excluídos do circuito acadêmico e artístico tenham a oportunidade de participar, contribuire sebeneficiar do evento, consolidando o evento como um exemplo concreto de democratização cultural no Brasil.

Ficha técnica

Currículo Resumido dos Principais ParticipantesCoordenação AcadêmicaTeresa Teles, Historiadora, mestra em História Social (USP) e doutoranda do Programa de Pós-GraduaçãoHumanidades, Direitos e Outras Legitimidades (FFLCH/USP), onde desenvolve a pesquisa "Aquilombandoespaços,Aquilombando ideias - Histórias de Vida de estudantes negras(os) do PPGHDL-USP". Percussionista, integraoEcossistema Ilú Obá De Min, Educação Cultura e Arte Negra, onde coordena o naipe alfaia, é uma das regentesdoBloco Afro Ilú Obá De Min, exerce a função de gestora financeira e é membra da Comissão deHeteroidentificação.Foi nomeada Coordenadora Executiva do Diversitas (Núcleo de Estudos das Diversidades,Intolerâncias eConflitos/FFLCH/USP). É membra da Comissão de Heteroidentificação da Pró-Reitoria de Inclusão ePertencimentoUSP (desde 2022) e do Departamento de Recursos Humanos - DRH/USP (desde 2023). Atualmente émembra doGrupo de Trabalho Étnico Racial (PRIP/USP)Coordenação GeralAlessandra Garcia, advogada, graduada em Direito pela Universidade de Mogi das Cruzes, Mestra pelo PPGHDL -USP,onde é doutoranda pelo mesmo Programa. Coordenadora Jurídica do Projeto PROCAD - CAPES em parceriacom oMinistério da justiça e Secretaria de Segurança Pública de São Paulo na Faculdade de Saúde Pública daUniversidadede São Paulo, no contexto sobre drogas e encarceramento. Pesquisadora do Núcleo NARUA, também daFaculdadede Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Especialista em direitos humanos, relações raciais epráticasantidiscriminatórias na promoção da igualdade racial, no combate ao racismo e na garantia dos direitosdaspopulações racialmente discriminadas. Fundadora e Diretora.Coordenação Parcerias InternacionaisMirtes Santos, é Quilombola do Angelim II - Território do Sapê do Norte no ES, Docente no Departamento deDireitona Universidade de Cabo Verde - UniCV, Pesquisadora e Ativista dos Direitos Humanos há mais de 20 anos noBrasil; ÉPresidente do IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito da Família, Núcleo de Cabo Verde; Assessora eConsultoraJurídica do Projeto Raízes do Sapê da Associação Quilombola de Mudas Nativas e Agroecologia OrgânicadaComunidade do Angelim II - (AQUIMUNA), Mestra em Ciências Jurídicas e Sociais pelo Programa de Pós-Graduaçãoem Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense - PPGSD/UFF - (2019), Especialista emGestão dePolíticas Públicas de Gênero e Raça - GPPGER pela Universidade Federal do Espírito Santo - UFES - (2012)áreas deconcentração em Justiça Ambiental, Territórios Tradicionais, Conflitos Socioambientais, Rurais e Urbanos eRacismoAmbiental; Atua também como Consultora Jurídica de Projetos de Direitos Humanos: Raça, Gênero e Diversidade Sexual, Justiça Climática e Direito do Ambiente.Acessibilidade e ComunicaçãoAmanda Silva de Paula, Capoeirista há quase duas décadas. Educadora antes mesmo da titulação, hojePedagoga(USCS/2019), Artista e co-criadora do Kmt Artes, Recreadora Cultural pois brincar também é um atoPolítico(FASC/2022), especializando em " Estudos africanos e afro-brasileiros' (UFABC), Especialista em "Processosdidático-pedagógico para cursos na modalidade a distância" (UNIVESP/2023), e finalmente, mas não menosimportante,Mestra pelo DIVERSITAS (FFLCH/USP), com o tema "a presença dos corpos femininos na capoeira", desde2020.Coordenadora de Mentores e uma das Mentoras no Coletivo ITERAMÃXE onde auxilia o ingresso de PessoasPretas,quilombolas, LGBTQIAPN+, Com Deficiências e Indígenas aos cursos de Pós-Graduação.DesignerJayme Filho, –Design, com especialização em arquitetura da informação pelo, Mestrandopelo Diversitas USP.Responsável pelo desenvolvimento das plataformas digitais acessíveis e materiais informativosem formatosinclusivos (Braille, legendagem, audiodescrição).Coordenação de ProduçãoAdriana Zabayomi, advogada, pós-graduada em direito público pela UniversidadeZumbi dos Palmares. Atua comoProdutora Cultural há mais de 15 anos promovendo grandes eventos entre eles,seminários internacionais, eventosartisticos, teatro, dança, musical, feiras literarias, feira de empreendedorismo.Já coordenou eventos de granderelevância como Trofeu Raca Negra - de 2012 a 2018, Flinksampa, Festivais, Bienal Internacional do Livro- desde2012.A instituição proponente Instituto Itéramaxe em conjunto com o Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerânciase Conflitos (Diversitas FFLCH/USP), desempenhará papéis fundamentais na concepção, organização e execução do Òye - Conexão e Educação no Terreiro Mundo, garantindo planejamento estratégico, estrutura acadêmica e impacto cultural significativo. 1. Coordenação Geral e Gestão do Evento Supervisão administrativa e logística, assegurando que todas as etapas do projeto sejam cumpridas dentrodocronograma e alinhadas aos objetivos do evento.Intermediação de parcerias nacionais e internacionais,consolidando colaborações com universidades africanas,como Moçambique, Nigéria e Senegal, fortalecendo ointercâmbio acadêmico e cultural.Captação de recursos egerenciamento financeiro, garantindo transparência naexecução do orçamento e na prestação de contas conformeos critérios da Lei Rouanet. 2. Curadoria e Programação Definição dos eixos temáticos e estrutura das atividades, incluindo seminários, rodas de conversa, girasconfluentese feiras culturais. Seleção dos convidados e palestrantes com foco na diversidade de perspectivas, abrangendopesquisadores,ativistas, artistas e produtores culturais de diferentes origens, incluindo comunidades periféricas,quilombolas eindígenas. Mediação acadêmica e cultural, garantindo um espaço de diálogo interseccional, promovendo trocas entreossaberes tradicionais e acadêmicos. 3. Implementação das Medidas de Acessibilidade Adaptação dos espaços físicos, incluindo rampas, banheiros adaptados, áreas reservadas para cadeirantesesinalização tátil. Recursos de acessibilidade de conteúdo, como tradução simultânea em Libras, audiodescrição e legendagememvídeos, garantindo participação plena de pessoas com deficiência. Acessibilidade digital ampliada, com plataformas adaptadas para leitores de tela e interfaces inclusivas. 4. Divulgação e Ampliação do Acesso Estratégias de comunicação para alcançar públicos diversos, utilizando redes sociais, plataformas digitaisemateriais impressos. Transmissão ao vivo ddas atividades principais, garantindo amplo alcance do evento e inclusão digital. Publicação dos conteúdos gerados, incluindo relatórios técnicos, notas acadêmicas e vídeos dasconferências,ampliando o impacto para pesquisadores, educadores e agentes públicos. Descentralização das atividades, com ações culturais em territórios periféricos, quilombolas e indígenas,levandoparte da programação para esses espaços, fortalecendo o intercâmbio de saberes. Ao executar essas ações, o evento garantirá um impacto duradouro, contribuindo para a valorização desaberesinsurgentes, formulação de políticas públicas inclusivas e fortalecimento da conexão acadêmica entre Brasil e África.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.