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PRONAC 2513678Autorizada a captação total dos recursosMecenato

MULHERES FORTES

BREJEIRA PRODUCOES CULTURAIS SCA LTDA
Solicitado
R$ 763,4 mil
Aprovado
R$ 763,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-10
Término
2028-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A proposta tem como PRODUTO PRINCIPAL a produção do Espetáculo "Mulheres Fortes", espetáculo inédito que visa dar visibilidade a histórias de resistência de pessoas historicamente silenciadas. Iremos realizar 1 Temporada com 16 apresentações. Com dramaturgia original de José Eduardo Vendramini, o espetáculo se estrutura por meio de cenas curtas, depoimentos ficcionalizados e imagens poéticas sobre temas como desigualdade de gênero, envelhecimento, autonomia, sexualidade e reconfiguração dos laços afetivos. O projeto contará ainda com a realização de 04 debates após as sessões como PRODUTO SECUNDÁRIO.

Sinopse

“Mulheres Fortes” é um espetáculo teatral que entrelaça três histórias de resistência, afeto e enfrentamento narradas a partir da perspectiva de mulheres de diferentes gerações e contextos socioculturais. A dramaturgia costura temas como ancestralidade, envelhecimento, diversidade sexual e força coletiva, apostando na potência da escuta, da memória e da presença.

Objetivos

O objetivo Geral:Produzir o Espetáculo MULHERES FORTES com dramaturgia de José Eduardo Vendramini. Realizando uma temporada com 16 (dezesseis) apresentações em São Paulo.Objetivos específicos:-Produzir o Espetáulo MULHERES FORTES; -Realizar 1 TEMPORADA com 16 (DEZESSEIS) apresentações em São Paulo, com uma estimativa de público de 300 pessoas por sessão, ou seja, um TOTAL DE 4800 pessoas. -Realizar 084 debates com elenco como CONTRAPARTIDA ao final de 04 SESSÔES.

Justificativa

O espetáculo Mulheres Fortes se justifica como uma ação cultural de profundo impacto simbólico e social, por lançar luz sobre as trajetórias de mulheres que resistem às estruturas patriarcais e reconstroem suas vidas a partir da ética, do afeto e da coragem. Com dramaturgia inédita, direção autoral e uma encenação contemporânea, o projeto reafirma o teatro como espaço de escuta, encontro e transformação.A proposta dialoga com temas urgentes da sociedade brasileira - como desigualdade de gênero, silenciamentos históricos, maternidade, sexualidade, envelhecimento e conflitos intergeracionais - sem abrir mão do lirismo, da sensibilidade estética e do humor crítico. Ao retratar mulheres diversas em seus gestos cotidianos de resistência e cuidado, o espetáculo amplia a representação simbólica da experiência feminina brasileira.Com circulação prevista em cinco capitais, o projeto alcançará públicos variados, promovendo ações de mediação cultural, acessibilidade comunicacional e interlocução com artistas e coletivos locais. Ao propor uma experiência cênica que valoriza a memória e as vozes femininas, o projeto reafirma seu compromisso com a inclusão e com o desenvolvimento humano por meio da arte.

Especificação técnica

Mulheres Fortes é um espetáculo teatral com um tempo estimado de 60 minutos de duração.

Acessibilidade

De acordo com o Art. 25 da Instrução Normativa nº 01/2023, o proponente se compromete em adotar as seguintes medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018: PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO | MULHERES FORTES DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilizar narração em audiodescrição em língua portuguesa para 4 SESSÕES.DEFICIENTES AUDITIVOS: Disponibilizar intérprete de LIBRAS (Linguagem Brasileiras de sinais) para 4 SESSÕES.PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDA SOCIAL/DEBATE COM ELENCO DEFICIENTES AUDITIVOS: Disponibilizar interprete de libras pra a realização dos 04 DEBATES que acontecerão durante a temporada. *Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irão conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.

Democratização do acesso

O proponente se compromete a adotar como ação de democratização de acesso as seguintes medidas de acordo com o Artigo 28 da Instrução Normativa nº 01/2023: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;- Serão Realizados 04 debates ao final de 04 apresentações. Com uma média de 300 pessoas por sessão, prevemos um público TOTAL para os debates de 1200 PESSOAS.

Ficha técnica

JOSÉ EDUARDO VENDRAMINI: Dramaturgo e Diretor62 ANOS DE LEGADO TEATRAL (em 2026) Professor, Dramaturgo e Diretor de Teatro. Trajetória Fundadora: Iniciou sua carreira teatral em 1964. Professor Titular Emérito do Departamento de Artes Cênicas da USP, moldou gerações de artistas com pedagogias inovadoras. Sua atuação trilhou três eixos fundamentais: 1. Dramaturgia Premiada: (MELHOR EXEMPLO) - "Cartas Libanesas" (2015): Obra seminal, baseada em epistolário real de imigrantes. Indicada ao Prêmio Shell-SP, APCA e Aplauso Brasil (Melhor Texto). Em cartaz por 10 anos, com turnês no Cairo e no Líbano. Recentemente, esta obra foi relida pela dramaturga Duca Rachid no espetáculo “Cartas Libanesas: Ayuni”. Primeiras obras premiadas: "O Canil" e "Baile de Debutantes". 2. Direção e Cenografia 4 vezes Prêmio Governador do Estado (Figurino e Cenografia). Indicado ao Troféu Mambembe 1981 (Revelação como autor por "Arlequinadas"). Menções Honrosas em Concursos Nacionais de Dramaturgia. Direção de obras que exploram identidade, migração e psique humana. 3. Legado Institucional. Fundador do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto-Prefeitura Municipal e SESC. Assessor crítico de obras referenciais de Sábato Magaldi e Mariângela Alves de Lima. Atuação Recente: Vem se dedicando à escrita de roteiros para a linguagem audiovisual e de novas peças teatrais; também a encenações de espetáculos, mantendo diálogo permanente entre tradição teatral e teatralidades contemporâneas. Seu trabalho caracteriza-se pela: Fusão entre rigor acadêmico e experimentação cênica; Investigação de memórias migratórias e subjetividades urbanas; Abordagem transdisciplinar, integrando Literatura, História e Psicanálise. Reconhecimento Permanente: Sua trajetória de seis décadas consagrou-o como mestre da linguagem dramatúrgica; sua influência perdura através de discípulos e obras que enriquecem significativamente a Cena Teatral Brasileira.CLEIDE QUEIROZ: - ELENCOVOZ E PRESENÇA CÊNICA (Atriz | Santos, 1940–) Com 60+ anos de carreira, Cleide Queiroz destaca-se pela expressividade vocal e presença cênica intensa, superando barreiras raciais no teatro brasileiro. Iniciou no amador em Santos (1954), estudando com mestres como Ziembinski e Eugenio Kusnet 213. Estreou profissionalmente em 1969 ao lado de Paulo Autran em "Morte e Vida Severina", onde sua atuação como Anunciação da Morte e conhecimento prévio das canções cativaram críticos e público 213. Trajetória Multifacetada: Teatro: Fundou o Teatro Paiol (1969), atuou em musicais como "Chiquinha Gonzaga, Ó Abre Alas" (1983) e "Nas Alturas" (2014). Brilhou como Joana em "Gota d’Água" (2001), indicada ao Prêmio Shell por uma atuação "gutural e feroz" 210. Em 2017, estreou o monólogo "Palavra de Stela", explorando saúde mental e memórias pessoais 715. Cinema/TV: Marcou papéis em "Pixote" (1981), "Domésticas" (2001) — Melhor Atriz no Festival de Cinema de Fortaleza — e novelas como "A Favorita" (2008) 28. Internacional: Integrou o elenco de "Erêndira" (2005) na Bienal de Veneza, dirigido por Ismael Ivo 213. Legado: Cleide transformou experiências pessoais (como a convivência com a esquizofrenia materna) em arte engajada. Sua trajetória é marcada pela luta contra a discriminação e pela busca incessante de formação (voz, dança, teatro infantil). Declara: "Materializar a dor humana é minha arte" 1315. Premiações: APETESP (Melhor Atriz Coadjuvante, 1984) Festival de Fortaleza (Melhor Atriz, 2001).MIRIAM MEHLER: ELENCO70 ANOS DE TEATRO (Atriz, Produtora e Pioneira | 1935–2025) Trajetória Fundadora Nascida em Barcelona (15/09/1935), Miriam chegou ao Brasil em 1938, refugiada com pais judeus alemães. Formou-se pela Escola de Arte Dramática (EAD) em 1957. Revelou-se em 1958 no Teatro de Arena com "Eles Não Usam Black-Tie" e venceu o Prêmio APCT por "A Lição" (Ionesco). Integrou elencos históricos: TBC ("Um Panorama Visto da Ponte", Miller) e Teatro Oficina ("Pequenos Burgueses", Gorki; "Andorra", Frisch) sob direção de José Celso Martinez Corrêa. Inovação e Liderança Fundou o Teatro Paiol (1969) com Perry Salles, produzindo obras essenciais: "À Flor da Pele" (Consuelo de Castro, 1969), texto inaugural da dramaturga. "Bonitinha, mas Ordinária" (Nelson Rodrigues, 1974), dirigida por Antunes Filho. Dirigiu peças de resistência política, como "Quando as Máquinas Param" (Plínio Marcos, 1967), apresentada em sindicatos Premiações e Reconhecimento Prêmio Shell de Melhor Atriz (2017) por "Fora do Mundo. Festival de Cartagena (2009): Melhor Coadjuvante por "Chega de Saudade" APCT (1958): Atriz Revelação Televisão e Cinema Atuou em 30+ novelas, com destaques em: TV: "Redenção" (1966), "A Cabana do Pai Tomás" (1969), participações recentes em "O Negócio" (HBO, 2016) Cinema: "Chega de Saudade" (2007) e "Querido Embaixador" (2018) Vida Pessoal e Legado Família: Casada com Cláudio Marzo (1964–1967), Perry Salles (1968–1972) — pai de seu filho Rodrigo (1969–1990) — e Ênio Gonçalves (1974–1976) Resiliência: Aos 84 anos (2020), superou cirurgia e declarou: "Depois que tudo passar, ainda aguento fazer uma ponte aérea" Influência: Referência do teatro independente, uniu rigor textual e engajamento social por seis décadas "Materializar a dor humana é minha arte" — Miriam sobre seu método (2023)

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.