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PRONAC 2513679Autorizada a captação total dos recursosMecenato

RAZÕES PARA SONHAR - FESTIVAL DE TEATRO PARA A INFÂNCIA E JUVENTUDE 7º edição

LEGADO - ARTE, EVENTOS E PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 1,97 mi
Aprovado
R$ 1,97 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
GO
Município
Goiânia
Início
2025-12-30
Término

Resumo

Razões para Sonhar visa promover a 7º edição do Festival de Teatro para Infância e Juventude envolvendo a realização apresentações de espetaculos cenicos, oficinas de iniciação artisticapara crianças e adolescentes, curso de capacitação de profissionais da area e seminario com temática direcionada para a Infância e Juventude.

Sinopse

CONCEITOS NORTEADORES DOS PROCESSOS DE SELEÇÃO QUE DEFINIRÃO A ESCOLHA DA PROGRAMAÇÃO ARTISTICA. A reflexão sobre a produção cultural para crianças e adolescentes no teatro, tv, cinema, música, literatura, quadrinhos, dança, etc.) trás à tona seus possíveis e variados efeitos: efeitos afetivos, agindo sobre sua credulidade e encantamento, ou acionando mecanismos de projeção e identificação; efeitos emocionais, de mimese e catarse; efeitos sobre sua percepção, deslocando-a de detalhes para conjuntos maiores e mais distanciados; efeitos intelectuais, de ampliação e diversificação de informações; efeitos morais, sobre sua visão de mundo e escala de valores; efeitos sobre sua socialização, ora colocados em contato direto com os objetos da cultura, desligando-se por tal dos mediadores tradicionais - pais, professores etc.- e religando entre si companheiros da mesma idade que realizam experiências paralelas. A referência à experiência vivida traz à discussão a mudança sofrida nos próprios processos de conhecimento: a realidade que não é mais mediatizada pela "autoridade", também não o é mais exclusivamente pelo conceito. Nesta linha de raciocínio adquire enorme importância o papel das narrativas esteticas que articulam as interações e relações entre a criança/jovem com o mundo e seus sujeitos e instituições. Entretanto se o espaço da exclusão social e da marginalização se amplia cada vez mais crescerá a diferença entre a criança/jovem que tem acesso aos bens da cultura e as que não as tem. Contudo é também importante refletir para além da questão do acesso. O que a criança e o adolescente estão vendo, vivendo e sentindo é por eles vivido como uma experiência e é o conjunto dessas experiências que dá as bases de seu desenvolvimento potencial. E para nós é aqui que a questão se torna complexa: O que podem nossas crianças e adolescentes fazer com o que lhes está sendo oferecido pela produção cultural para "organizar e interpretar suas próprias experiências"? Os desenhos das tvs, em sua maioria, repetem ao infinito uma situação básica: um ser pequeno e indefeso, consegue iludir ou vencer outro maior que o persegue e tenta dominar. Em termos psicológicos este esquema é obviamente gratificante: os mecanismos de projeção e identificação são aí acionados, explicando facilmente o fascínio com que a criança e jovens se imobilizam diante da tela. Mecanismos que, no entanto, vão passar a acusadores severos quando aplicados à avaliação do que é apresentado aos mais velhos: os "heróis" - Batman, Superman, Homem Aranha, etc. - se estruturam sobre figuras que na vida real são seres comuns - acenando com um apelo à identificação. Identificação que a seguir se frustra pela atribuição ao herói de poderes mágicos ou especiais - que não resultam de sua maneira de ser, de seu estudo, seu trabalho, seu esforço ou qualquer outra fórmula possível de ser adotada ou seguida. Não é sua imaginação e inventividade, sua capacidade de descobrir e de criar, sua inteligência em aproveitar os recursos que lhe oferece a realidade em torno, seu poder de reflexão informando uma liberdade de escolha, seu desejo de afeto e união duplicando suas forças na relação com outros, enfim, nada que caracteriza o rico potencial humano que é suscitado, apresentado ou até posto em questão e sim poderes "mágicos" ou excepcionais, gratuitamente obtidos, privilégio do acaso ou dom de deuses ignorados. Mas se não nos detemos apenas nos aspectos afetivos ou emocionais e retornamos à noção que de que a percepção é uma forma de conhecimento, veremos que aquela produção dita "cultural" se revela, de fato, uma negação de qualquer progresso cultural e humano. Se os meios de comunicação representam uma abertura para o mundo, os outros, a realidade em torno, que visão de mundo vão ter os que desprendem desde cedo uma auto-confiança e uma auto-valorização só concedidos a privilegiados? Que vêem as atitudes de dominação, agressão ou violência, em tese condenadas, se tornarem válidas, justificáveis ou até louvadas quando usadas pelos "heróis", a "serviço da ordem"?(ou melhor, desta des-ordem estabelecida, injusta e desigual, que se mistifica em "nova ordem mundial"). Que vêem sempre como inimigos os seres de outras raças, potências ou planetas? Ou mesmo vêem no outro um competidor, quando não um adversário, a ser vencido ou dominado, e no diferente um inimigo em potencial. Essas atitudes e idéias tornam-se ostensivas nos video-games destinados a crianças e adolescentes (e muitas vezes jogados prazerosamente também por adultos...) Observem: neles a guerra é sempre uma "brincadeira". Vencedor é quem destrói mais, quem consegue aniquilar o outro. O sucesso é conseguir dominar e/ou destruir; o erro é não conseguir destruir ou matar. E quem "erra" é objeto de zombaria, pode ouvir um som irônico, ou até uma voz debochando "errou, errou". Uma busca. E foi então que, nos perguntamos: E a arte, como ela está contribuindo para esta busca, para esta inquietação, para ser uma experiência capaz de acrescentar e enriquecer? Será que arte para crianças e adolescentes está sendo capaz de lhes dar algo da variedade de informação e experiência que precisam receber fora da educação formal; de alargar seus poderes de observação e expressão; de aumentar sua "alfabetização visual" a respeito dos objetos e dos fatos; de elevar sua curiosidade pelo que vêem em torno; de abrir-lhes o mundo da realidade ligando-o também ao imaginário e ao metafórico; de estimular a satisfação de necessidades até então não descobertas e a curiosidade por áreas ou assuntos de interesse e importância humana; de melhorar sua condição humana através de suas experiências visuais, ou seja, de fazê-los sentir e pensar, sem trazer modelos de fora para dentro, sobre problemas que adiante terão que enfrentar - e que poderão enfrentar se conseguirem guardar dentro de si mesmos um espaço pessoal, vinculado, no início, ao poder de suas próprias fantasias. Ou será que isto exige uma mudança de atitude: em vez de partir, como em geral se dá, de interesses do produtor, partir do ângulo do espectador, perguntando-se: o que pode este espectador infanto-juvenil fazer com o que lhe é oferecido em nosso palco? O conceito do FESTIVAL se orienta na intenção de intervir artisticamente nesta realidade e “buscar” dar visibilidade as experiências que recolocam a “Imaginação no poder” na contramão de processos globalizados de reprodução e alienação. No momento em que transformações aceleradas sacodem o ser humano atual, tirando-lhe todas as certezas e fazendo-o pôr em questão o sentido de tudo, a arte, o lúdico, o mágico, o mítico estão tentando o homem a um retorno, a resgatar em si o mundo da infância, em que a imaginação se mistura ao real e lhe dá uma imensa abertura, lembrando-lhe a importância de não desaprender (ou reaprender) a brincar, a buscar redescobrir-se, redescobrindo sua espontaneidade de criança e fazendo desta re-descoberta o ponto de partida de uma criatividade e invenção que neste mundo é condição mesma de sua auto-afirmação e liberdade. O público principal a que se destina este projeto são crianças e adolescentes com idade entre 3 – 18 anos. Tendo em vista a priorização na distribuição dos ingressos gratuitos para os alunos das escola publicas, compreendemos que a faixa de renda da maior parcela de público participante estará nas classes C, D e E.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar um Festival de Teatro com atividades artísticas de democratização da cultura , contemplando a apresentação de espetáculos e realização de oficinas artísticas para a comunidade, visando promover a participação da comunidade, com atenção especial ao público infantil e juvenil, em processos culturais nos quais a criação, a reflexão, a imaginação e a fantasia estejam presentes e contribuam para a construção de instrumentos de transformação da realidade. Objetivo especifico a) Produto Festivais/Mostra _ - fornecer os recursos humanos de produção, estrutura e insumos técnicos para a realização do Razões para Sonhar - Festival de Teatro para Infância e Juventude. b) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Realizar 20 apresentações artisticas com temática voltada para a infância e juventude. (Programação Artística - Mostra principal e interartes) c) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: (programa de Açoes educativas) - Realizar: 01 Curso de Direção teatral de espetáculos para infância e juventude _ direcionados para qualificação de artistas e técnicos, com 20 vagas e carga horaria de 20 horas; - Realizar: 01 curso de mediação cultural para teatro - direcionados para formação de educadores, com 20 vagas e carga horaria de 20 horas. d) Produto Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra: - Realizar: 02 palestras com as temáticas: 1) Qualidade em arte para infância e juventude _ que bicho é esse?, 2) Mediação Cultural para as artes da cena _ experiências contemporâneas de formação de plateia. (Seminário de Artes para a Infância e Juventude) e) Produto Contrapartidas Sociais: - Realizar 10 aulas-espetáculos em 10 escolas da rede pública de ensino para um publico estimado de 100 pessoas por apresentação- Realizar 20 - oficinas de iniciação teatral para crianças e adoslecentes. com carga horararia de 2h e 20 vagas cada oficina.

Justificativa

O presente projeto atende as finalidades do Art. 1° da lei 8313/91, se enquadrando nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com a realização desta proposta iremos atender os objetivos estabelecidos no Artigo 3º da lei 8313/91 em seus incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Este projeto emerge no cenário cultural e artístico Goiano como um projeto de mediação cultural, fomento e divulgação daprodução artística voltada para infância e juventude. Para além de ser uma simples mostra de teatro, o Festival tem comopressuposto pautar a importância da educação do sensível para crianças, adolescentes e jovens como possibilidade para oreencantamento do mundo. Vale destacar a relevância para a classe artística local, pois constitui-se como um novo mercado dedifusão cultural, promovendo a produção cênica de nosso estado, a sua divulgação e fomentando a formação continuada ecapacitação técnica e artística para o mundo do trabalho. Projeta-se como uma vitrine da produção, do artista e detécnicos locais.O Festival se justifica ainda por incentivar e fortalecer a produção artística voltada para crianças e jovens, estabelecendo umrico intercâmbio entre grupos nacionais e locais. Idealizamos este projeto em consonância com as políticas nacionais para infância ejuventude para potencializar a fruição artística no encontro de criança, adolescentes e jovens com a obra. Entendemos que a arte temuma enorme importância na religação da pessoa com o mundo, em contrapondo ao processo de mercantilização das relações e daviolência: física, simbólica e psicológica. Buscamos promover a linguagem no teatro que esteja de acordo com a forma de pensamentoencontrado na infância e adolescência, e que seja capaz de desencadear no público, através dos espetáculos, atitudes mentaispropícias à critica, à criação e à participação não conformista na sociedade. O protagonista de nosso projeto é a criança e oadolescente. Visamos estimular sua imaginação e inventividade, sua capacidade de descobrir e de criar, sua inteligência em aproveitaros recursos que lhe oferece a realidade de seu território, seu poder de reflexão informando uma liberdade de escolha, seu desejo deafeto e união duplicando suas forças na relação com outros, enfim, na exploração do rico potencial humano como conquista pessoalfruto do esforço próprio e não resultado de poderes mágicos ou excepcionais, gratuitamente obtidos, privilégio do acaso ou dom dedeuses ignorados.A arte pode impulsionar a transformação dos sujeitos, é capaz de elevar sua autoestima, de humanizar e de emancipar oespírito. Assim, espetáculo teatral não representa somente um bem de entretenimento cultural, mas também, significa adisseminação, reconhecimento e valorização de práticas identitárias, que expressam cenicamente saberes e fazeres que constituem aidentidade cultural de uma comunidade. É a partir da incorporação e do reconhecimento de nossa identidade cultural, que nosapropriamos de nossa cidadania e podemos por meio dela, reinventar as condições para uma existência pacifica e exitosa para todacoletividade. O Razões para Sonhar - Festival de Teatro para Infância e Juventude reunirá grupos, artistas e produtores com destacada atuação cultural noestado de Goiás e no Brasil para promover o encontro de estéticas que valorizam a cultura da infância, do lúdico e da arte comolinguagem de emancipação e construção da cidadania.

Estratégia de execução

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA EDUCADORES Mediação Cultural para as artes da cena Estratégias e praticas para a Formação de Público Número de vagas: 15 participantes Carga horária: 20 h Público alvo: Professores do ensino fundamental, médio e superior. Alunos de cursos de licenciatura. Demais interessados. Justificativa: O Curso tem a intenção de oferecer espaço para a construção de processos de mediação de arte e formar profissionais que saibam lidar com a informação e os saberes necessários na cultura da contemporaneidade, dialogando com o contexto de vida de sua comunidade e construindo novas praticas de formação de plateia Objetivos: identificar e questionar alguns dos fundamentos da mediação cultural, contribuir na formação do mediador cultural além de teorizar e praticar a mediação cultural. No Curso os educadores irão elaborar uma proposta de mediação cultura a ser realizada em sua escolar/comunidade partindo da programação artística do festival. Programa Artístico Pedagógico Conceitos de mediação culturalAnalise de experiências bem sucedidas de mediação cultural;Acessibilidade e Inclusão Variantes do processo de mediação artística;Diferentes possibilidades criativas para o processo da mediação;Reconhecimento do silêncio como um aliado no processo de mediação;Uso de diferentes fontes de informação e de linguagens;Autoconhecimento e observação como forma de aprendizado;Pratica de Mediação cultural – Performance produzida no Curso de direção teatral para a infância e juventude;Laboratório de Mediação Cultural – desenvolvimento de uma proposta de mediação cultural.Necessidades Técnicas:. Um aparelho de DVD. -Uma TV de no mínimo 29’ para exibição de filmes ilustrativos. Impressão de apostila os alunos inscritos no curso**. CURSOS DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA CURSO DE Direção teatral para a infância e juventude Número de vagas: 20 Carga horária: 20h Público alvo: artistas e técnicos Objetivo: Desenvolver habilidades e competências na encenação de espetáculos teatrais voltados para a infância e juventude, qualificando e aperfeiçoando esteticamente a ação artística dos participantes. Metodologia: Através de discussões orientadas, análise dos textos, exercícios práticos, e produção de performance efetivar o desenvolvimento da percepção artística para a relação entre ficção, acontecimento e interpretação. Programa pedagógico · Pressuposta da estética direcionada para a infância e juventude; · A natureza da encenação teatral: arte, técnica e linguagem. As fases sucessivas do processo de construção do espetáculo, examinando as técnicas mais utilizadas em cada uma delas. · O encenador e os atores: questões gerais. O papel do encenador na construção das personagens. A direção de atores: técnicas e recursos. Etapas de compreensão, experimentação e expressão. · A Dramaturgia e os aspectos do texto teatral para a infância e juventude. · Laboratório de escrita dramática · O acabamento do espetáculo:. · Produção da apresentação · Procedimentos básicos na estreia e durante a temporada do espetáculo. Material necessário do participante: roupa leve; levar instrumentos musicais de livre escolha, percussão, cordas ou sopro; levar trajes que possam servir como figurinos, chapéus, sapatos adereços etc. Necessidades Técnicas: sala ampla, Quadro negro, retroprojetor, vídeo e som com cd. PLANO BASICO DE DIVULGAÇÃO O Plano de gerenciamento do projeto , intenta envolver a participação ativa da comunidade, principalmente crianças e adolescentes estudantes, na publicização de suas atividades e comunicação de sua proposta cultural, artística e social. Ao mesmo tempo, mantém a disposição inovadora de utilização intensiva e coordenada das Redes Sociais e das mídias alternativas, sempre associadas e integradas aos já consagrados media impressa, rádio e televisão, respeitando a diversidade de faixas etárias, origens sociais, níveis socioeducacionais e de gênero dos públicos a ser atendidos pelo projeto. Neste sentido, o presente Plano prima pela ampla variedade de caminhos e linguagens para fazer chegar a mensagem do projeto aos adolescentes, jovens, adultos, crianças e idosos de Goiânia e região metropolitana. Iniciativas: Pensada para ser desenvolvida de forma integrada e coordenada, pretende se utilizar das seguintes iniciativas principais de comunicação: cartazes, folders, panfletos e entrevistas em emissoras de rádio, mídia espontânea em televisão e jornal impresso, e em novas mídias, como portais, blogs e sites. Além disso iremos utilizar: · Contratação de assessoria de imprensa para a potencialização da mídia espontânea em Goiânia; · Distribuição de press releases; · Divulgação de filipetas em escolas, teatros, universidades e centros culturais de Goiânia e região metropolitana; · Envio de convites por meio de mala direta em Goiânia e região metropolitana para entidades do 3º setor, pontos de cultura, empresas culturais e órgãos públicos de cultura e afins. · Manutenção e atualização de blog, pagina no facebook e instagran com informações relativas as atividades do projeto. · Envio de folders eletrônico divulgando as apresentações; · Distribuição dirigida de panfletos e cartazes em ambientes relacionados com o publico alvo do projeto. · Produção de fotos e vídeos para veiculação no blog e redes sociais do projeto; · Registro em vídeo e foto das ações do evento · Clipagem do evento. Peças de Divulgação Cartaz – policromia – tamanho A3 PANFLETO – policromia - tamanho15 X 15 CM BANNER - policromia – tamanho 150 X 120 cm Folder - policromia – tamanho A4 um dobra Radio - policromia – tamanho spot 30 seg Camiseta - policromia – tamanho P/M/G/GG Pasta - policromia – tamanho 40 x 40cm Site - página web Mídias Sociais – Anuncio Pago banner digital vídeos divulgação para redes sociais

Especificação técnica

Pressupostos Poéticos Ao discutirmos o alcance da Arte para crianças e adolescentes, está implícita nesta questão, a aceitação de que este tipo de arte desempenha uma função social. Para isso é necessário traçarmos objetivos a serem atingidos com o nosso público, confrontando-os com uma análise do tipo de espetáculo que realizamos. Citamos dois objetivos: Promover uma linguagem artística que esteja de acordo com a forma de pensamento encontrado na infância e adolescência. Desencadear no público, através do espetáculo, atitudes mentais propícias a critica, à criação e à participação não conformista na sociedade. Por Uma visão da infância. É necessário situar a criança não como a possibilidade do adulto que se tornará, mas encará-la como um ser que possui características próprias como em qualquer faixa etária. E ainda, que ela influência e é influenciada pela história e o contexto social em que vive. Observando a criança nos seus jogos simbólicos e brincadeiras, vemos que o limite entre a imaginação e realidade é tênue, mais que simples prazer, são necessidades, que a fazem conviver, interpretar e recriar a realidade, na elaboração de uma brincadeira ou história. A imaginação é uma "experiência da linguagem”. A percepção do mundo na infância se dá prioritariamente através do sensorial. Cada objeto fornece inúmeras possibilidades de interpretação, seus sentidos são apropriados em direção da necessidade imediata, subvertendo a ordem do mundo adulto. Com o início da fala interior até a formação final do pensamento lógico (até 11, 12 anos), o sentido do que visto/ouvido tem predominância sobre o significado oficial das palavras. Este sentido é construído basicamente pelo aspecto sensorial/sensível. A compreensão de uma situação não está relacionada ao nível de entendimento da palavra, mas se apóia em uma percepção que envolve o contexto, a entoação, o gestual, e tudo mais que possa servir de base para a construção de uma história própria, através da imaginação, base para a elaboração da linguagem. O fator temporal é outro que deve ser levado em conta, a sucessão linear de acontecimentos, não tem eco na vivência na infância, que rege o tempo sempre no presente, como “tempo de agora". A criança subverte a ordem estabelecida, a relação com o tempo/espaço e conferem sentidos novos as palavras ouvidas. Respeitar essas características na constituição de uma linguagem no teatro para a infância é respeitar a infância no que ela mais pode contribuir para um olhar crítico sobre a sociedade. Os sentimentos humanos não são propriedades do mundo adulto. Desde cedo à criança experimenta e lida com toda uma gama de sentimentos in totum, que aos poucos irá conseguir, ou não, diferenciá-los, nomeá-los e conviver com eles. A Arte pode de forma lúdica apresentá-los e desmistificá-los, ajudando a experimentá-los diferentemente dos outros meios que a criança dispõe, e através da estética apresentada contribuir para a formação de cidadãos questionadores e atuantes na sociedade em que vivemos. DO PROGRAMA DE AÇÕES EDUCATIVAS A concepção de Cultura deve englobar em sua definição a capacidade desenvolvida pelo homem para reproduzir suas próprias criações e para transmiti-las por meio de ensinamentos. Isto significa dizer, que as formas de educar, os sistemas pedagógicos precisam ser concebidos como inventos necessários do homem para transmitir e ampliar seus meios expressivos, suas formas, seus objetos, seus pensamentos, não somente para transformar a realidade e colocá-la a seu serviço, mas também para comunicar-se entre si e atenuar o peso da existência. A educação é, portanto, um invento que se dá na medida que uma sociedade progride e se transforma. Está na base da cultura, em movimento contínuo. É como arte: criatividade. Tem que aprender a aprender, no jogo apaixonado entre a ciência e a arte, entre as vozes unívocas do sério e a palavra polissêmica do festivo. A criatividade artística proporciona o desenvolvimento humano e gera processos mais amplos de percepção e melhoria da qualidade de vida. A arte pode tornar a nossa vida mais alegre e o nosso olha mais sensível à realidade cotidiana. Aprendemos e construímos sentidos através de elementos intermediários que facilitam nossa compreensão do mundo no qual estamos imersos. Assim, apreendemos as coisas de forma indireta, sempre mediados por interações com o outro. De modo geral, mediar significa “servir de intermediário entre pessoas, grupos, partidos, facções, países etc.” (HOUAISS, 2007, CD-ROM), no entanto, em se tratando de exposições artísticas, o conceito de mediação cultural é bem mais complexo, demandando interação e envolvimento dos participantes dessa atividade. A cultura, historicamente, é um produto destinado a uma classe minoritária e dominante, detentora do poder econômico e social. Nesse sentido, a arte serviria basicamente para a manutenção do status da classe alta através da exposição de seus bens materiais associados a mensagens ideológicas implícitas em suas concepções curatoriais. Somente um ínfimo grupo de pessoas - consideradas iniciadas nos códigos culturais vigentes - seria capaz de depreender os significados presentes nas mostras artísticas. Nesse contexto, era imperativo possuir uma posição social e econômica adequada, conhecer os códigos sociais, bem como os cânones artísticos da época para ser aceito no circuito artístico e fruir uma obra. A partir do fim do século XIX, pelas próprias características da arte, começa a ocorrer um distanciamento entre as obras e o público, mesmo para aquele público considerado iniciado e socialmente aceito (O’DOHERTY, 2002). Os cânones artísticos passam a ser desconhecidos do público e o artista passa a centrar-se mais na experiência da própria constituição do objeto artístico. Deste distanciamento, surge a necessidade de uma intermediação para o público visitante, seja ele iniciado ou não, no circuito artístico. Em resposta a esta carência comunicativa da Arte surgem os primeiros profissionais que começam a atuar como “guias de visita” em espaços expositivos. O papel destes cicerones seria basicamente o de fornecer simplificações e transposições das mensagens do projeto curatorial proposto, descartando as possíveis interpretações do público. Posteriormente, este mesmo profissional recebe a demoninação de ‘monitor’, pois os questionamentos do público começam a ser levados em consideração durante as visitas e seu papel passa a abranger a tentativa de fornecimento de resposta aos questionamentos suscitados diante das obras. Atualmente, as denominações mais utilizadas são as de ‘mediador’ ou ‘educador’, que designariam aquele profissional capaz de atuar como intermediador das diversas instâncias de significação convocadas por uma obra de arte junto ao público visitante. No processo mediação levam-se em conta as teorias de aprendizagem e construção do conhecimento empírico. Neste caso, segundo Vygotsky (1984), a aprendizagem é mediada pelos processos de comunicação e funções psíquicas superiores. Nessa ação, o conhecimento se dá através de um procedimento de internalização, no qual os signos vão adquirir significado e sentido. Partindo deste mesmo princípio, a mediação surge como um elo que estabeleceria a ligação entre a plurivocidade de sentidos presentes em uma obra de arte e seu público. Assim os cursos do Projeto Razões Para Sonhar são uma extensão poética dos espetáculos apresentados, nelas procuramos contribuir para a afirmação do rico imaginário local, apoiando nossas ações pedagógicas nas raízes e na criatividade coletiva da comunidade local.

Acessibilidade

É nosso propósito contemplar a acessibilidade, em suas múltiplas especificidades. Visando atender o disposto na Lei Federal nº 13.146/2015 e promover alternativas que assegurem a fruição e acessibilidade das atividades propostas. 1 - As ações de comunicação do projeto nas redes sociais também contemplarão o público com deficiência visual ou visão abaixo do normal – cada postagem com fotografias e imagens será acompanhada de sua respectiva legenda descritiva. ( Acessibilidade de conteúdo) 2 - articulação com as associações da áreas visando a divulgação do evento e a mobilização deste público para a participação no festival.(Acessibilidade física) 3 - Haverá a disponibilização de transporte por parte do festival para a locomoção de grupos específicos mediante solicitação das associações, entidades, escolas ou organizações afins. (Acessibilidade física) 1) Produto FESTIVAL, BIENAL, FESTA OU FEIRA (SOMENTE ESTRUTURA) e 2) produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:"Acessibilidade Física:O local público de apresentação será escolhido tendo em vista as condições adequadas a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e idosos. Para tanto, serão adotados as seguintes medidas:-Nestes ambientes de exibição haverá ainda reserva de assento em localização privilegiada e acesso preferencial para idosos e pessoas com deficiência.Recepção-Será disponibilizado uma equipe de profissionais para auxílio aos portadores de necessidades especificas em mobilidade e idosos durante as ações do evento.-Espaços acessíveis: Todos os ambientes destinados as apresentações contarão com acesso por rampas, pisos antiderrapantes e sinalização tátil, sempre que necessário, para facilitar a circulação de pessoas com deficiência visual ou mobilidade reduzida.-Banheiros adaptados: Disponibilização de banheiros acessíveis, com barras de apoio, sempre que necessário, portas largas e sinalização adequada em todos os locais de realização do projeto.-Transporte: Disponibilização mediante agendamento de um ônibus para o transporte de publico específico e pessoas com deficiência.Acessibilidade de Conteúdo:-Intérprete de Libras disponível nas apresentações do espetáculo garantindo o acesso da comunidade surda ao conteúdo ofertado, quando necessário.-Legendagem descritiva, garantindo compreensão de falas e sons por pessoas com deficiência auditiva, quando necessário.-Audiodescrição do espetáculo, para permitir o acesso ao público com deficiência visual, quando necessário.-Materiais de apoio em formato acessível (arquivos digitais compatíveis com leitores de tela e impressões em Braille, quando necessário).-Visitas sensoriais mediadas antes das apresentações, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão possam explorar o ambiente de forma tátil e sonora, sempre que sinalizada presença deste público através de ficha prévia de inscrição.- Distribuição de abafadores sonoros para publico neurodivergente;"3) Produtos CURSO/OFICINA/Capacitação - 4) produto Seminário/ Simpósio/ Encontro/ Congresso/ Palestra/ Vernissage - 5)Produto Contrapartidas Sociais"Acessibilidade Física:O local público de realização da oficina será escolhido tendo em vista as condições adequadas a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e idosos. Para tanto, serão adotadas as seguintes medidas:-Nestes ambientes de exibição haverá ainda reserva de assento em localização privilegiada e acesso preferencial para idosos e pessoas com deficiência.- Recepção: Será disponibilizado uma equipe de profissionais para auxílio aos portadores de necessidades especificas em mobilidade e idosos durante as ações do evento.-Espaços acessíveis: Todos os ambientes destinados às oficinas, palestras e mentorias contarão com acesso por rampas, pisos antiderrapantes e sinalização tátil, sempre que necessário, para facilitar a circulação de pessoas com deficiência visual ou mobilidade reduzida.-Banheiros adaptados: Disponibilização de banheiros acessíveis, com barras de apoio, sempre que necessário, portas largas e sinalização adequada em todos os locais de realização do projeto.-Transporte: Apoio para o acesso ao transporte público.Acessibilidade de Conteúdo:-Intérprete de Libras disponível nas oficinas, palestras e mentorias garantindo o acesso da comunidade surda ao conteúdo ofertado, quando necessário.-Legendagem descritiva para os vídeos exibidos nas oficinas, garantindo compreensão de falas e sons por pessoas com deficiência auditiva, quando necessário.-Audiodescrição dos vídeos exibidos nas oficinas, para permitir o acesso ao público com deficiência visual, quando necessário.-Materiais de apoio em formato acessível (arquivos digitais compatíveis com leitores de tela e impressões em Braille, quando necessário).-Visitas sensoriais mediadas antes das formações, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão possam explorar o ambiente de forma tátil e sonora, sempre que sinalizada presença deste público através de ficha prévia de inscrição.- Distribuição de abafadores sonoros para publico neurodivergente;"

Democratização do acesso

A proposta cumprirá as seguintes ações de democratização conforme atendimento dos seguintes incisos do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: I - doar 50% dos ingressos disponiveis para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino. Percentual superior ao previsto no inciso III do artigo 46 e inciso I do artigo 47 da IN nº 23 de 05/02 /2025.adotaremos o exposto no artigo 47 da IN nº 23 de 05/02 /2025. em seus incisos a saber: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição. Em nosso caso registros audiovisuais do espetáculo e das oficinas. A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;

Ficha técnica

Equipe Técnica proposta: RAQUEL BITTENCOURT - Direção Geral CONSTANTINO ISIDORO FILHO - Diretor Artístico e Curadoria ROBSON PARENTE - Diretor de Produção ARILTON LOPES ROCHA - Coordenação Pedagogica e Curadoria Raquel Bittencourt - PROPONENTE, Direção Geral A proponente irá desenvolver as seguites atribuições como Produção e Coordenação Geral, quais sejam: - Planejar, supervisionar e avaliar todas as atividades de realização do Festival. - Coordenar e gerenciar os trabalhos das diversas equipes do Festival - Gerenciar o orçamento do Evento realizando pagamentos em acordo com as legilações vigentes; - Coordenar e gerenciar as empresas e prestadores de serviço ao evento. Breve surriculo da Proponente: Especialista em Planejamento e Administração em Eventos – Faculdades Integradas de Curitiba/PR. • Proponente do Projeto GESTÃO CULTURAL 3, realizado em parceria com SESC Centro e Anthropos Companhia de Arte na cidade de Goiânia, com patrocínio do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás - Data do evento Maio a Julho 2015- em acontecimento. • Produção do Festival ASAS DE PICADEIRO , um Encontro das Familias Circenses de Goiânia, Prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo – Funarte – 2014. • Produção do Projeto RAZÕES PARA SONHAR, um Festival de Teatro para Infância e Juventude a ser realizado na cidade de Caldas Novas, patrocinado pela Lei Goyazes – Outubro 2013. • Produtora Executiva projeto II Programa de Aperfeiçoamento em Direção Teatral em realização pelo Constantino Isidoro Filho, patrocinado pela Lei Goyazes – fevereiro 2013 • Produção do Executiva do Projeto Gestão Cultural 2 – realizado em parceria com Anthropos Companhia de Arte na cidade de Goiânia, com patrocínio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Goiânia - Data do evento Maio a Julho 2012. • Produção do Espetáculo Teatral Lições de Motim – realizado pela Anthropos Companhia de Arte - Prêmio Funarte Myriam Muniz 2011 com a realização de 15 apresentações teatrais, sendo Cuiabá, Goiânia, Palmas, Belo Horizonte, Campo Grande e Brasília – Lei – Data do evento Julho e Dezembro 2012. • Produtora Executiva do projeto Fórum Goiano de Teatro em realização pela Anthropos Companhia de Arte – setembro 2012 • Produção do Executiva do Projeto Gestão Cultural – realizado pela Anthropos Companhia de Arte na cidade de Brasilia, com patrocínio da Caixa Cultural através da Lei Federal de Incentivo a Cultura – Lei Rouanet – Data do evento Setembro e Dezembro 2011. • Produção do Espetáculo Teatral Lições de Motim – realizado pela Anthropos Companhia de Arte com a realização de 20 apresentações teatrais, sendo 10 em Goiânia e 10 em diversas cidades próximas a Goiânia, com patrocínio da Eletrobras, através da Lei Federal de Incentivo a Cultura – Lei – Data do evento Julho e Dezembro 2011. • Produção do Espetáculo Teatral Despertar da Primavera – realizado pela Anthropos Companhia de Arte com a realização de 10 apresentações teatrais na cidade de Goiânia – Data do evento Março a Julho 2011. • Produção do Projeto NOVA DRAMATURGIA GOIANA – realizado pela Anthropos Companhia de Arte com carga horária de 120 horas em Goiânia – Data do evento 24 de janeiro a 07 Março 2011. • I Festival de Circo Social da Nossa America 2010 – realizado pelo Circo Laheto em parceria com o Ministerio da Cultura, Funarte e Premio Carequinha. Com a participação de 22 escolas de circo Social de todo o Brasil, e apoio efetivo do Cirque Du Soleil, através da Rede Circo do Mundo Brasil - data do evento: 20 a 26 de setembro 2010. • Produtora Cultural do Circo Laheto – 2009 a dezembro 2010. Constantino Isidoro Filho - função no projeto - Direção Artística e curadoria Diretor artístico e professor na Anthropos Cia de Arte, Doutorando em Artes Cênicas pela UNB, Mestre em Artes Cênicas pela UNB - 2010, Graduado em Artes Cênicas pela UNB – 1999. Atuou como professor instituições de ensino como: IF – Brasilia, CEP em Artes Basileu França – 2033/2008, EMAC – UFG – 2055/2007. Diretor Geral do Festival Internacional de Artes Cênicas Goiânia em Cena edições: out/2001 - out/2003 – out/2013. Coordenador Geral da encenação de Auto da Paixão de Cristo em 2002. Trabalha ativamente como coordenador artístico e pedagógico de diversos trabalhos como: Razões Para Sonhar- Festival de Teatro para Infância e Juventude, Asas de Picadeiro - Festival das Famílias de Circo de Goiânia, Curso Gestão Cultural, Programa De Aperfeiçoamento Profissional Em Direção Teatral, Projeto Encenando para Vida.Diretor de renome no estado de Goiás atua desde 1989 dirigindo espetáculos como: Quase Apocalipse, Terror e Miséria do III Reich, A Origem da Primavera, A Vida é Sonho, Hamlet nos Bate a Carteira, Uma Mulher Vestida de Sol, A Caravana da Ilusão, Viagem ao Coração da Cidade, Despertar da Primavera e outros. Robson Parente - Função no projeto - Diretor de Produção Ator e produtor na Anthropos Companhia de Arte, desde 1985 trabalha ativamente como ator e produtor em diversas cidade do Brasil. Fez inúmeras participações como figurinista em espetáculos como: A vida é sonho, Faustim, O Rei Artur e outros. Como ator atuou em: A Festa dos Bichos, O Noviço, A Floresta Mágica, Álbum de Família e diversos outros entre 1985 e 2006. Atualmente trabalha como Produtor da Anthropos e desenvolve outros trabalhos de direção teatral. Direção: 1997 – Espetáculo “Deixa Eu Te Dar Um Beijo Sem Vergonha”, de Ademir Faleiro. 1998 – Teatro de Bonecos, “A Cigarra e a Formiga”, domínio popular. 1999 – Teatro de Bonecos, “Cantarim de Cantará”, de Silvia Ortof. 2006 - Monologo “Natureza Viva”, de Caio Fernando Abreu, In: Morangos Mofados. Figurino: 1997 - Participação como figurinista em “A Vida é Sonho”, de Pedro Calderón de La Barca, Direção: Constantino Isidoro. 2000 – Arilton Lopes Rocha - função no projeto - Coordenador pedagogico e curador Ator e professor na Anthropos Cia de Arte, Esp. em Metodologia do ensino – UFG, Esp. em Cinema – UEG, Pedagogo pela UEG, atua ativamente na área educacional artística. Em constante formação teatral, atua como professor e ator em Goiânia e diversas cidade do Brasil e do mundo. Ministra cursos de formação e extensão sempre na área teatral e educacional. Atua ativamente como ator e diretor. Abaixo alguns trabalhos: • Corazón. (Marcos Fayad) • Cabaré Goiano (Marcos Fayad e criação dos atores) • Danhõê (Marcos Fayad) • O Despertar da primavera (Constatino Isidoro) • Quando despertamos de entre os mortos • Auto da Moralidade de Todo Mundo • O Jugamento de Socrates • A Batida • Reciclar para vida • 43º, 47º, 48º, 50º e 52º Show do Esqueleto (Direção: Arilton Rocha) – UFG

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Goiânia Goiás