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PRONAC 2513683Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Elke chamaram de Maravilha

CREIA PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 180,8 mil
Aprovado
R$ 180,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-05-01
Término
2026-09-30
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroPiracicaba São Paulo

Resumo

O Projeto visa a criação, produção e apresentação do espetáculo teatral inédito "Elke chamaram de Maravilha", em homenagem à vida e ao legado da artista Elke Maravilha (1945-2016).

Sinopse

Na sala de estar de um apartamento antigo, um jovem ator se prepara para reviver a história de vida de Elke Maravilha: a mulher que se fez mito, lenda e folclore popular. Movido pela devoção e pela necessidade de compreender a si mesmo através da mulher que já foi uma das figuras mais famosas do Brasil, o ator encarna Elke e as múltiplas figuras que cruzaram a sua trajetória para recontar a sua vida. Nesse caminho, o ator descobre que contar a vida de Elke Maravilha é também contar a história do próprio Brasil, nos limites entre violência e liberdade, fé e transgressão, corpo e espírito. O espetáculo é uma celebração à diversidade, à arte e ao direito de ser diferente, expansivo e plural. É um tributo à mulher que transformou sua existência em ato poético e libertário e cuja voz, mesmo 10 anos depois de ela ter ido “brincar de outra coisa”, continua ecoando como prece e resistência.

Objetivos

Objetivo Geral:O objetivo do Projeto é criar, produzir e apresentar o espetáculo teatral inédito "Elke chamaram de Maravilha", com 9 apresentações no Rio de Janeiro/RJ e 1 apresentação em Piracicaba/SP. Objetivos específicos: Criar um texto dramático original e inédito inspirado nas biografias "Elke, Mulher Maravilha" (Chico Felitti) e "Elke Maravilha: além das perucas, saltos e batons" (Ton Garcia), além de entrevistas públicas concedidas pela artista disponíveis em acervo público digital; Desenvolver uma encenação autoral, ambientada na sala de estar do apartamento de Elke Maravilha no Leme (Rio de Janeiro/RJ), que una elementos do teatro documental e da performance contemporânea; Apresentar o espetáculo teatral inédito "Elke chamaram de Maravilha" em 10 sessões, sendo 9 apresentações no Rio de Janeiro/RJ e 1 apresentação em Piracicaba/SP, entre 14/08/2016 e 05/09/2026;Oferecer 4% (quatro por cento) dos ingressos para distribuição gratuita promocional para os patrocinadores, conforme artigo 46, I, da IN nº 23/2025 do Ministério da Cultura;Oferecer 4% (quatro por cento) dos ingressos para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto, conforme artigo 46, II, da IN nº 23/2025 do Ministério da Cultura;Oferecer 22% (vinte e dois por cento) dos ingressos para distribuição gratuita para pessoas autodeclaradas LGBTQIAPN+ e/ou artistas Drag Queens, além de professores de instituições públicas de ensino, conforme artigo 46, III, e 47, I, da IN nº 23/2025 do Ministério da Cultura;Oferecer 22% (vinte e dois por cento) dos ingressos para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais), conforme artigo 46, IV, da IN nº 23/2025 do Ministério da Cultura;Garantir acessibilidade oferecendo 4 sessões com intérprete de Libras, ampliando o alcance a pessoas com deficiências auditiva, conforme previsto nos artigos 44, II, a, da IN nº 23/2025 do Ministério da Cultura;Garantir acessibilidade oferecendo 2 sessões com audiodescrição, ampliando o alcance a pessoas com deficiências visuais, conforme previsto nos artigos 44, II, a, da IN nº 23/2025 do Ministério da Cultura;Oferecer 1 ensaio aberto em local com grande circulação de pessoas, conforme previsto no artigo 49, §2º, II, da IN nº 23/2025 do Ministério da Cultura; Registrar o processo de criação e as apresentações em material audiovisual e fotográfico, com fins de arquivo, difusão e prestação de contas; eCompartilhar o material audiovisual e fotográfico nas redes sociais do projeto para fins de divulgação e promoção do projeto.

Justificativa

Nos termos do artigo 1º da Lei nº 8.313/1991, o Projeto deve ser realizado para:VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, criando uma dramaturgia original que apresente ao público aspectos pouco conhecidos da trajetória de vida de Elke Maravilha, destacando sua relevância para a formação da cultura brasileira (especialmente nos campos da moda, da televisão e das lutas sociais) para reafirmar sua contribuição na construção da identidade artística e simbólica do Brasil;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, resgatando a figura de Elke Maravilha para celebrar sua memória 10 anos após sua morte, promovendo o reencontro simbólico da artista com a geração que a acompanhou pela televisão e apresentando-a às novas gerações como uma das maiores personalidades da cultura nacional;IX - priorizar o produto cultural originário do País, criando um Projeto desenvolvido integralmente por artistas brasileiros, que se debruçarão sobre a vida de Elke Maravilha a partir das interseções entre a trajetória pessoal dela e a própria História do Brasil.Além disso, o Projeto se justifica por ter como objetivo, dentre os elencados artigo 3º da Lei 8.313/1991, o "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres". O Projeto é relevante por resgatar a trajetória de uma das maiores personalidades da cultura brasileira, cuja vida e obra simbolizam liberdade, diversidade e resistência. O espetáculo propõe uma reflexão sobre a importância da autenticidade e da pluralidade identitária, apresentando Elke como figura de inspiração para diferentes gerações e grupos sociais, especialmente os membros da comunidade LGBTQIAPN+. Além disso, a montagem destaca a artista como vanguardista do movimento de contracultura nos anos de 1970 e 1980, evidenciando o seu papel na luta pela liberdade de expressão e pela visibilidade de grupos dissidentes. Em um contexto contemporâneo de retrocessos culturais e de crescente intolerância, o projeto reafirma a urgência de resgatar as ideias libertárias e transgressoras que marcaram a trajetória de Elke Maravilha, promovendo o diálogo entre passado e presente aliado ao fortalecimento da memória cultural brasileira.

Especificação técnica

1 espetáculo teatral, com 90 minutos de duração, realizado em 10 apresentações, em (i) 1 temporada na cidade do Rio de JaneiroRJ, com 9 apresentações, sendo 3 apresentações por semana, de sexta-feira a domingo, e (i) 1 apresentação na cidade de Piracicaba/SP, num sábado.

Acessibilidade

Conforme artigo 42 da IN nº 23/2025 do MinC, serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade nos aspectos arquitetônicos e comunicacional do Projeto:Acessibildiade no aspecto arquitetônico: existência de rampas e banheiros adaptados. Acessibilidade para PcD visuais: 2 sessões com audiodescrição. Acessbilidade para PcD auditivos: 4 sessões com intérprete de libras.

Democratização do acesso

Conforme artigo 46 da IN nº 23/2025 do MinC, serão adotadas as seguintes medidas de democratização da distribuição, comercialização e ampliação de acesso ao projeto cultural com relação aos ingressos:I - Oferecer 4% (quatro por cento) dos ingressos para distribuição gratuita promocional para os patrocinadores;II - Oferecer 4% (quatro por cento) dos ingressos para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto. III - Oferecer 22% (vinte e dois por cento) dos ingressos para distribuição gratuita para pessoas autodeclaradas LGBTQIAPN+ e/ou artistas Drag Queens, além de professores de instituições públicas de ensino; e IV - Oferecer 22% (vinte e dois por cento) dos ingressos para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais)Além disso, serão realizados 2 ensaios abertos em locais públicos com grande circulação de pessoas.

Ficha técnica

Atividades a serem desempenhadas pelo Proponente:O proponente será responsável pela coordenação geral, gestão técnica, artística, administrativa e financeira do projeto, atuando diretamente em todas as etapas de criação, produção, execução e difusão do espetáculo. Caberá ao proponente a tomada de decisões técnico-financeiras, a contratação de equipe, o planejamento orçamentário e o acompanhamento das apresentações, garantindo a execução integral da proposta sem intermediação de terceiros, conforme determina a Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91). Ficha técnica:Igor Castilho - Ator. É ator (DRT/RJ 58.851) e produtor cultural, iniciou sua carreira na "Companhia Estável de Teatro Amador de Piracicaba" (CETA). Com peças autorais, estreiou "O que nos restou de Vênus" (2017) e "A Vila do Galo Chororó" (2018). Formado no "Teatro O Tablado", atuou em "O Rinoceronte", "SS Pecados" e "A Santa Joana dos Matadouros". Atualmente, é ator do "Grupo Farpa de Teatro" e produtor executivo da "Creia Produções Ltda.". Rodrigo Murat - Primeiro Dramaturgo. É dramaturgo e roteirista formado em Cinema pela Universidade Federal Fluminense - UFF (1988). Por seu filme de formatura, “Um C. Chamado Paixão”, foi premiado com o KIKITO de melhor roteiro de curta-metragem 16mm no XX Festival de Gramado. Foi roteirista da TV GLOBO de 1994 a 2002, tendo feito parte da equipe de criação do programa “VIDA AO VIVO SHOW”, com Luiz Fernando Guimarães e Pedro Cardoso. Teve diversas peças encenadas, entre elas: “Um Bonde Chamado Teresa” (2023), “A Noite dos Inocentes” (2019), “A Máquina do Tempo” (2018), “Até a próxima estação” (2016),“Shakesparque” (2013), “Cabaré Lebrão” (2012), “Soltando os Cachorros” (2013), “Três Homens Baixos” (2001). Para A Coleção Aplauso da Imprensa Oficial de São Paulo, escreveu as biografias da atriz Zezé Motta, do dramaturgo e diretor teatral João Bethencourt e do cineasta Antonio Carlos da Fontoura. Em 2025, lançou o livro de contos “O Labirinto da Pele”, pela editora Patuá. Maristea Rodrigues - Segunda Dramaturga. É atriz (DRT/RJ 57.427) e dramaturga, iniciou sua trajetória artística aos 10 anos em Goiânia/GO, com o curso de artes do Martim Cererê. Desde então, tem se dedicado ao teatro, participando de produções teatrais independentes e oficinas que consolidaram sua formação. Em 2019, integrou a peça "Quem Tem Medo de Terapia?", que foi apresentada em Vitória/ES e em Serra/ES. Durante a pandemia, adaptou-se ao formato online com o grupo Cena Escola de Atores, apresentando a peça "O Gato do 303" no Festival Nacional de Teatro de Vitória. Em 2025, conquistando o 1º lugar em Melhor Roteiro de Longa-Metragem e o 1º lugar em Melhor Roteiro de Piloto de Série no Grande Prêmio de Roteiro do Festival de Sorocaba.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.