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"O Candomblé da Barroquinha" propõe nova temporada em 2026, com 16 sessões, em espaço cultural na cidade de Salvador. Dirigido por Thiago Romero, o espetáculo da DAN _ Território de Criação é uma ode ao Candomblé Ketu e ao legado negro diaspórico. A proposta também vem com uma residência artística chamada "Quartinha" e parte de um caminho estratégico unindo arte, formação e impacto comunitário, com sessões acessíveis, residência artística e fomento à economia negra local.
Em uma celebração à ancestralidade e à força do candomblé Ketu, O Candomblé da Barroquinha convida o público a adentrar um terreiro de candomblé e viajar pelos tempos. A peça conta a história de Marcelina, uma jovem abian que cresceu acompanhando sua mãe nas festas da roça que fazem parte de sua vida. Agora, Marcelina vive um dia de descobertas transformadoras, compreendendo seu papel dentro da comunidade e na salvaguarda cultural e espiritual de seu povo.Enquanto nos transporta para o cotidiano do fictício Terreiro da Barroquinha, com suas atividades simples e sagradas – como cozinhar, cuidar da terra e saudar os mais velhos –, o espetáculo também nos leva por uma jornada histórica, explorando o chão simbólico onde o candomblé floresceu na Bahia.
Em consonância com o Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Objetivo Geral Realizar a temporada do espetáculo O Candomblé da Barroquinha, em espaço cultural na cidade de Salvador, promovendo a valorização das matrizes culturais afro-brasileiras, o fortalecimento da economia da cultura e a democratização do acesso às artes cênicas em Salvador. A proposta visa consolidar o projeto como uma experiência imersiva, formativa e de impacto sociocultural, reafirmando o espetáculo como território simbólico e sagrado da memória e resistência negra. Objetivos Específicos - Garantir a continuidade do espetáculo por meio da realização de 16 apresentações, sendo 14 com bilheteria aberta e 02 sessões sociais voltadas a públicos periféricos, povos de terreiro e estudantes da rede pública;- Fortalecer a cultura de temporadas prolongadas em Salvador, contribuindo para a sustentabilidade de produções teatrais independentes e para a ocupação regular dos equipamentos culturais da cidade;- Valorizar o legado espiritual e cultural do povo negro diaspórico, apresentando o Candomblé como prática viva, de sabedoria ancestral e potência estética contemporânea;- Promover formação e qualificação artística através da residência QUARTINHA, que acompanhará dez artistas de Salvador com mentorias em criação, comunicação e sustentabilidade de projetos cênicos;- Estimular a economia criativa local, mobilizando empreendedores afro, artistas periféricos e ambulantes do Quarteirão das Artes, ampliando a circulação de renda e o fortalecimento de redes comunitárias;- Proporcionar uma experiência imersiva e multissensorial ao público, integrando teatro, música, dança, gastronomia e performance em um ambiente cênico que transforma o Espaço em um "terreiro vivo";- Fomentar a inclusão e o acesso cultural, garantindo a participação de públicos diversos e o reconhecimento das expressões afro-brasileiras como patrimônios da cidade;- Consolidar a DAN _ Território de Criação como plataforma de referência na produção artística afrocentrada, contribuindo para a memória, identidade e transformação social por meio do teatro.
Em consonância com o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O espetáculo O Candomblé da Barroquinha nasce do compromisso de reconhecer, celebrar e preservar as matrizes culturais afro-brasileiras, especialmente aquelas ligadas ao Candomblé Ketu, cuja presença no centro histórico de Salvador é símbolo de resistência, ancestralidade e identidade coletiva. A nova temporada propõe um gesto político e estético: manter em cartaz, por dois meses consecutivos, um espetáculo que honra a sabedoria ancestral e a força das mulheres negras que fundaram as bases da religiosidade afro-brasileira. Em um cenário cultural marcado por produções de curta duração, o projeto se destaca ao fomentar a cultura de temporada prolongada, estimulando a permanência e a consolidação de espetáculos independentes no circuito teatral soteropolitano.O projeto também cumpre um papel essencial de democratização do acesso. Ao prever apresentações voltadas para públicos periféricos, povos de terreiro e estudantes da rede pública, a montagem amplia o diálogo com comunidades historicamente excluídas do consumo cultural, garantindo representatividade e pertencimento.Além do impacto simbólico e educacional, o espetáculo gera efeitos concretos na economia da cultura, movimentando profissionais das artes cênicas, empreendedores afro, ambulantes e produtores locais. Durante a primeira temporada, os reflexos positivos no comércio do entorno e na visibilidade de marcas e artistas negros foram significativos, comprovando o potencial multiplicador da iniciativa.A ação formativa Residência QUARTINHA reforça o caráter pedagógico e sustentável da proposta, oferecendo a jovens artistas um espaço de aprendizado, mentoria e troca de saberes, contribuindo para a renovação das práticas cênicas afrocentradas na cidade.Assim, o projeto se justifica como uma ação estratégica e necessária para preservar a memória ancestral, valorizar a arte negra contemporânea e fortalecer a economia criativa afro-baiana, alinhando-se plenamente às diretrizes da Fundação Gregório de Mattos de promoção da justiça cultural, da diversidade e da descentralização do acesso às artes.
Estratégias de divulgação: O plano de divulgação priorizará uma comunicação integrada, compreendendo desde a gestão de ações e cronograma, até uma comunicação digital dirigida e de amplo alcance. Serão utilizadas estratégias de patrocínio e impulsionamentos nos perfis das redes sociais, focando sempre numa comunicação ativa e humana. Contempla uma comunicação estratégica que mantém o Projeto pulsante durante toda a realização. A estratégia se baseia em ações consolidadas de relações públicas, assessoria de imprensa, publicidade e marketing digital. Pesquisa de novas mídias e a garantia de acessibilidade, participação e engajamento do público ao longo do projeto são valores inerentes às ações de comunicação. Relações públicas consiste em desenvolver e gerenciar o plano de comunicação, estruturando cronograma de comunicação, articulando as áreas e desenvolvendo estratégias de comunicação dirigida. A assessoria de imprensa atenderá a grande mídia e público especializado, entre jornalistas nacionais, formadores de opinião, críticos do setor; sempre alinhado com ações de estratégia digital com relacionamento com influencers alinhados com a proposta. Também faremos uso de patrocínio de campanhas. O trabalho será monitorado e mensurado com KPIs específicos em cada etapa com geração de dados, análise e valoração de resultados. Contrapartidas: Desenhamos um plano de contrapartidas integrado visando potencializar a repercussão do projeto ao longo do período. O trabalho contempla ações de assessoria de imprensa com relacionamento com veículos de mídia on e off line, formadores de opinião e influenciadores digitais; ações de relações públicas com públicos de interesse da empresa patrocinadora e das instâncias públicas envolvidas; ativações junto a influenciadores e players importantes da área de cultura, especialmente artes cênicas; além de ativação de marketing a partir da ativação de marca e nome do patrocinador em todas as mídias. Ações ambientais: As ações ambientais estruturadas integram todas as etapas do projeto, desde a produção do espetáculo até as ações formativas. Entre as medidas adotadas, destacam-se:1. Sustentabilidade dos elementos da direção de arte: O material cenográfico e os figurinos serão produzidos com foco na durabilidade e reaproveitamento, evitando descartes desnecessários, além da produção incentivar a equipe de arte a utilização de materiais ecologicamente responsáveis, assim como os meios de produção do cenário, figurino e elementos de maquiagem.2. Minimização de impressos: priorização de meios digitais para divulgação, como redes sociais, reduzindo significativamente o volume de material impresso e, consequentemente, o consumo de recursos naturais.3. Parceria com fornecedores comprometidos com práticas sustentáveis: o projeto optará preferencialmente por contratar empresas e fornecedores que adotem políticas ambientais claras, com práticas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A seleção priorizará fornecedores que produzam com fontes de energia renovável ou energia verde, além de adotarem processos produtivos que minimizem impactos ambientais. Tal escolha reforça o compromisso do projeto com uma cadeia produtiva cultural ética e ambientalmente responsável. Vídeo, em edição, do espetáculo gravado - https://drive.google.com/file/d/1Grww175j6LrHy1V2hA_K8Cvp8UMnWrU7/view?usp=drivesdkRiders - https://drive.google.com/drive/folders/1cOJUFVa0e5K_1jrinKJSuOp7HxAviEKy?usp=sharingRelatório de imprensa - 1ª temporada - https://drive.google.com/file/d/1d0NLdObyHG9q2LNtiholgjgwd48v-bdY/view?usp=sharingPós venda - https://drive.google.com/file/d/1iWA00vF_SYbzGHoAG_l8WLMWXherdUeU/view?usp=drive_linkRelatório de imprensa - 1ª temporada - https://drive.google.com/drive/folders/1Xi1DppbR0JtLJFIk4YLFkGqSgglhpaFu?usp=sharing
Informações gerais: Nome: Candomblé da Barroquinha Enredo: Candomblé da Barroquinha é um espetáculo que celebra a força e a tradição do candomblé ketu. Através de uma dramaturgia bem-humorada e poética, acompanhamos o dia a dia da comunidade do Terreiro da Barroquinha, onde fé, compromisso e ancestralidade se entrelaçam em rituais, desafios e afetos.Entre os preparativos para uma grande festa, vemos a jornada de Marcelina, uma abian está cheia de dúvidas sobre se iniciar no candomblé. Ela é filha de Francisca, uma Yaô prestes a se tornar Egbomi, e durante as atividades cotidianas do terreiro, convive e aprende com as diversas pessoas que cuidam do dia-a-dia no Terreiro da Barroquinha.Em meio a cantigas, danças e ebós, a peça mergulha poeticamente na memória coletiva de umespaço que mantém viva a herança de diferentes impérios africanos. Candomblé da Barroquinha é um convite para se emocionar com a história de Marcelina e conhecer através de sonhos outra história: de três princesas africanas que se uniram séculos atrás em solo brasileiro para não deixar sua história morrer.Duração: 1 hora e 25 minutos Personagens – Atores / Atrizes Bambô – Antonio MarceloEkedji Zinha – Shirlei SilvaEsubyi / Exu/ Xangô – Diogo TeixeiraFrancisca – Fernanda SilvaMarcelina – Larissa LibórioYalorixá / Yajibonã De Yemonjá – Nitorê Akadã Ficha técnica do espetáculo: Direção: Thiago RomeroTexto: Daniel ArcadesDireção de produção: Laíse CastroDireção musical: Lucas Maciel Direção de arte (cenário e figurino): Thiago RomeroDireção de movimento: Nildinha FonsecaCoreografia: Nildinha Fonseca, Nitorê Akadã e Thiago RomeroPreparação corporal: Nitorê AkadãAssistente de preparação corporal: Ivana PaixãoElenco: Antonio Marcelo, Diogo Teixeira, Fernanda Silva, Larissa Libório, Nitorê Akadã, Shirlei SilvaProdução executiva: Amanda Cervilho e Francisco XavierAssistentes de produção: Flora CássiaAssistente de arte: Ayran CunhaIluminação: Vitor Hugo SáAssistentes de iluminação: Ella Dias e Maria TucumãMúsicos: Lucas Maciel, Allan Pádua, Deivisson Cenotécnicos: George Santana e Ricardo FernandesConfecção de cenário: George Santana e Ricardo FernandesTécnicos de som: Jeferson Souza e Jorge SouzaCostura: Rainha Lou Lou e Diego ArielAssessoria de imprensa: Cris FelixIntérprete de libras: Lucas SolRealização: DAN Território de Criação Apresentações: Salvador (BA): 16 apresentações em teatro localizado na região central, com tradução em libras e audiodescrição.Temporada aberta ao público com preços populares. Infraestrutura e montagem: Espaços cênicos: Hall, salão principal, corredores e áreas externas do Espaço.Cenografia: Estrutura modular e orgânica, com elementos simbólicos (palha, barro, tecidos, folhas, utensílios sagrados).Iluminação: Sistema de refletores LED, moving lights e luzes cênicas direcionadas para criar atmosferas ritualísticas e imersivas.Som: Sistema de PA com mesa digital, microfones sem fio e caixas de retorno; trilha sonora original e percussão ao vivo.Figurinos: Confeccionados em tecidos naturais, inspirados nas vestimentas tradicionais do Candomblé, com assinatura de estilistas negros locais.Gastronomia (Ajeum): Estrutura de apoio para preparo e serviço das refeições sagradas durante a encenação, com adequação sanitária e logística.Kitanda: Montagem de estandes modulares para exposição e venda de produtos afro-brasileiros no foyer. Acessibilidade e mediação: Sessões com intérprete de Libras e recursos de audiodescrição.Materiais informativos bilíngues (português/inglês).Ações de mediação cultural voltadas a estudantes e comunidades de terreiro. Equipamentos e recursos técnicos necessários: 20 refletores LED PAR 64 e 10 moving heads.01 mesa de iluminação digital (DMX).01 sistema de som completo (mesa de 12 canais, 4 microfones sem fio, caixas ativas, retornos).Painéis e tecidos para ambientação.Estruturas metálicas leves para cenografia.Cadeiras modulares para plateia itinerante.Equipamentos de cozinha móvel para o ajeum (fogareiro, utensílios, refrigeração portátil).Equipamentos de gravação audiovisual para registro e divulgação. Sustentabilidade e impacto local: Prioridade na contratação de fornecedores e artistas negros e locais.Utilização de materiais recicláveis e reaproveitáveis na cenografia.Parcerias com empreendedores afro e ambulantes do Quarteirão das Artes. Contrapartida social: Residência QUARTINHA A Residência QUARTINHA é uma ação formativa vinculada à temporada do espetáculo O Candomblé da Barroquinha, concebida como uma incubadora de criação cênica afrocentrada que une formação, pesquisa e prática artística. A proposta busca oferecer a jovens artistas de Salvador um espaço contínuo de aprendizado, experimentação e trocas entre gerações, fortalecendo o campo das artes cênicas negras e contribuindo para a sustentabilidade de novos projetos criativos.Realizada ao longo dos dois meses da temporada, a residência acompanhará dez artistas selecionados por chamada pública, priorizando profissionais e estudantes das periferias e de comunidades de terreiro. Os encontros acontecerão semanalmente no Espaço Cultural da Barroquinha, ambiente que, por sua carga histórica e simbólica, potencializa o mergulho nas matrizes culturais afro-brasileiras e na dimensão espiritual da criação artística. A metodologia da QUARTINHA articula três eixos principais: Criação cênica – processos de dramaturgia, performance e experimentação estética orientados por artistas e mestres convidados;Gestão e sustentabilidade – oficinas sobre produção, planejamento financeiro e estratégias de captação de recursos para projetos independentes;Comunicação e difusão – mentorias voltadas à construção de narrativas visuais e estratégias de divulgação artística em redes e mídias. A residência valoriza o aprendizado coletivo e a partilha de saberes tradicionais e contemporâneos, incentivando a formação de uma rede colaborativa de artistas comprometidos com a valorização das matrizes africanas e afro-brasileiras. Ao final do processo, cada participante apresentará um projeto cênico autoral, compartilhado em um encontro aberto ao público, com a presença de produtores, curadores e artistas consagrados da cena teatral baiana.Mais do que uma atividade complementar, a Residência QUARTINHA é um pilar estruturante do projeto O Candomblé da Barroquinha, reafirmando o papel da arte como instrumento de memória, identidade e transformação social. Formato: Programa de formação continuada em artes cênicas.Duração: 8 semanas (durante a temporada).Participantes: 10 artistas de Salvador selecionados por chamada pública.Atividades: Encontros semanais de mentoria em dramaturgia, criação cênica, produção, comunicação e sustentabilidade.Encerramento: Apresentação pública dos projetos desenvolvidos.
O projeto prevê a adoção de estratégias de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, possibilitando que pessoas com diferentes tipos de deficiência possam participar, compreender e vivenciar integralmente as apresentações e as ações formativas. Entre os recursos previstos, destacam-se a presença de intérpretes de Libras nas apresentações e ações formativas, e em cada espaço pretendido teremos também sessões com audiodescrição. Os materiais de divulgação e conteúdos audiovisuais serão acessíveis em formatos digitais com leitura de tela, legendas descritivas em vídeos institucionais, e sinalização adequada nos espaços, além de toda a acessibilidade arquitetônica dos espaços onde ocorrerão as ações. O plano de divulgação priorizará uma comunicação integrada, compreendendo desde a gestão de ações e cronograma, até uma comunicação digital dirigida e de amplo alcance. A acessibilidade será trabalhada em todas as etapas da comunicação de divulgação, para garantir a participação social do público com deficiência em igualdade de condições e fruição com os demais. Todos os colaboradores e voluntários envolvidos na organização do projeto serão treinados para garantir o acolhimento e o atendimento adequado às pessoas com deficiência, assegurando que a interação seja respeitosa e eficiente. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: Os espaços onde serão realizadas as apresentações teatrais contam com todos os pré-requisitos para acessibilidade do público cadeirante e com necessidades especiais de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: Os espaços onde serão realizadas as apresentações teatrais dispõem de faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais nas áreas de circulação, signos em braille nas placas de identificação e demais informações textuais, além da verificação da existência de obstáculos nas áreas de circulação. Além disso, como nem todos os locais oferecem infraestrutura adequada para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção e idosos, trabalharemos com o conceito da “Acessibilidade Atitudinal”, que representa a acessibilidade proporcionada pela atitude dos indivíduos ou coletividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas apresentações teatrais serão utilizados os recursos de projeção visual contendo a ficha técnica da música (nome, autor, ano) e legenda simultânea, de forma a assistir ao público com deficiência auditiva, além da tradução em libras. Produto: Contrapartida Social Acessibilidade física: Os espaços onde serão realizadas as ações formativas contam com todos os pré-requisitos para acessibilidade do público cadeirante e com necessidades especiais de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: Os espaços onde serão realizadas as ações formativas dispõem de faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais nas áreas de circulação, signos em braille nas placas de identificação e demais informações textuais, além da verificação da existência de obstáculos nas áreas de circulação. Além disso, como nem todos os locais oferecem infraestrutura adequada para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção e idosos, trabalharemos com o conceito da “Acessibilidade Atitudinal”, que representa a acessibilidade proporcionada pela atitude dos indivíduos ou coletividade.
Em atendimento ao disposto na Seção II - Da Ampliação do Acesso, do Art. 27, informamos que as ações desenvolvidas no Projeto atendem aos seguintes incisos: Produto: Espetáculo de Artes Cênicas II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados);III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); Produto: Contrapartida Social II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados);III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados);IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como:d) oficinas de 40 horas/aula com certificado de curso livre;
DAN – Território de Criação (proponente / realizadora) A DAN – Território de Criação é uma plataforma multilinguagem que integra arte, visão empreendedora e responsabilidade social. Criada durante a pandemia de COVID-19 por Daniel Arcades, Thiago Romero e Laíse Castro, a DAN surge como espaço de pesquisa estética e sustentabilidade artística, com foco em narrativas afro-brasileiras, periféricas e interioranas. Com sede na Bahia, atua nas áreas de teatro, audiovisual, música e literatura. Entre seus projetos destacam-se o espetáculo O Candomblé da Barroquinha (indicado a quatro categorias no Prêmio Bahia Aplaude), o show Kitanda, e os espetáculos Santana, Amó e Árcade. No audiovisual, produziu os curtas Bregueragem e Couraça, e obras híbridas como Dengo e A Lagoa das Feiticeiras. Na literatura, lançou o livro Trilogia da Chacina e desenvolve projetos formativos como Trinca da Mira e Escola de Drags. A DAN se define como um território de revolução afetiva, promovendo prazer, cuidado e dignidade no fazer artístico. Daniel Arcades – Dramaturgia Escritor, ator e diretor, graduado e mestre em Letras pela UNEB. Sócio-fundador da DAN e coordenador de roteiro na Tem Dendê Produções. Vencedor de dois Prêmios Braskem de Teatro (Melhor Autor – Rebola, 2017; Melhor Espetáculo – Nau, 2022). Roteirista dos curtas Ainda te amo e As balas que não dei ao meu filho, e do longa Ó Paí, Ó 2. Autor do livro Trilogia da Chacina e da peça A Resistência Cabocla, do Bando de Teatro Olodum. Circula com o solo Árcade – Versos para olhar o tempo. Thiago Romero – Direção e Direção de Arte Diretor, roteirista e arte-educador. Mestre e doutorando em Artes Cênicas pela UFBA. Fundador do Teatro da Queda e da DAN. Dirigiu Nau (Prêmio Braskem de Teatro 2021), Rebola, Oxum, Madame Satã e Última Chamada (Prêmio Braskem 2019). Atua na pesquisa de performance e audiovisual com Barbárie Bundi. Assinou a direção de arte do videoclipe de Lazzo Matumbi e do longa A Lendária Formiga (2023). Laíse Castro – Direção de Produção Produtora cultural formada pela UFBA e pós-graduada em Gestão e Políticas Culturais pela UFRB. Atua na gestão pública e privada, com experiência em elaboração, execução e prestação de contas de projetos culturais. Foi parecerista de editais setoriais e de leis de incentivo. Na DAN, responde pela direção de produção e sustentabilidade institucional. Amanda Cervilho – Produção Executiva Produtora cultural e atriz, graduanda em Teatro pela UFBA. Atua desde 2015, com passagens pela Dimenti Produções e Vila Velha. Produziu O Candomblé da Barroquinha (2025), Aviamentos, Cintilante e Os Enamorados. Atuou em festivais como Vila Verão, FESTAC e Boca de Brasa. Fundadora da Sankofa Lab Produções. Victor Hugo Sá – Iluminação Iluminador e diretor, graduado em Teatro pela UFBA. Cofundador da Cia Casamento Aberto. Assinou a luz de mais de 20 espetáculos, entre eles Árcade, Buraquinhos, Defeito de Família e Dona de Si. Atua com pesquisa em luz como dramaturgia visual e coordena projetos técnicos e artísticos de iluminação cênica. Lucas Maciel – Direção Musical Percussionista e compositor, nascido no Engenho Velho da Federação. Tocador de Run, integra a banda Aweto e a Orquestra Rumpilezz. Atuou com Lenine, Ivete Sangalo e Saulo. Assinou trilhas de filmes e séries internacionais (Merê, Benim; Afroroutes, África). Pesquisa a música negra baiana e o legado dos toques de Candomblé. Cristiane Felix – Assessoria de Comunicação Jornalista com 15 anos de experiência. Atendeu projetos culturais, festivais e artistas como Margareth Menezes, Olodum, Timbalada e Tom Zé. Coordenou comunicação de exposições e eventos culturais. Atua com clientes como DAN Território, Era Uma Vez... Brasil e Isé Música Criativa. Nitorê Akadã – Atriz Iyálorixá, atriz e cantora. Filha de Neguinho do Samba, atuou em Bença e foi bailarina do Ilê Aiyê por 15 anos. Premiada nos festivais Braskem e Taquary 2021. Influenciadora com foco em ancestralidade e autoestima negra, reúne mais de 120 mil seguidores. Fernanda Silva – Atriz Atriz, produtora e pesquisadora. Doutoranda e mestra em Artes Cênicas pela UFBA. Especialista em Arte Educação e Cultura Brasileira. Atua desde 2005, com mais de 40 produções teatrais e audiovisuais no currículo. Antonio Marcelo – Ator Mestre em Crítica Cultural, especialista em História e Cultura Afro-brasileira. Atuou nos espetáculos Oxum, Exu, a Boca do Universo, Siré Obá e Afronte. Dirigiu Histórias da Chuva e foi assistente de direção de Erê (Bando de Teatro Olodum). Larissa Libório – Atriz Atriz, cantora e produtora. Licenciada em Teatro pela UFBA e bacharel em Publicidade pela UNIFACS. Participou de Ò Paí Ò, Madame Satã, Erê e Humor Negro (Multishow). É microinfluenciadora e integra projetos de cultura digital. Shirlei Silva – Atriz Atriz, poeta e produtora, com mais de 10 anos de trajetória. Vinda do teatro de rua, participou de mais de 10 espetáculos, com foco em expressões afro-brasileiras e narrativas femininas. Diogo Teixeira – Ator Ator e coreógrafo formado pela UFBA e pela FUNCEB. Atuou em Eduardo II, Madame Satã, Anoitecidas e Rebola, sob direção de Thiago Romero. Participou do seriado Agbára Dúdú (Canal Futura) e de Humor Negro (Multishow).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.