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O projeto propõe a circulação de um espetáculo cênico-musical infantil que une narrativa fantástica, teatro de sombras e canções autorais. A dramaturgia parte de episódios lúdicos sobre a personagem Guã, uma criança viajante a bordo de sua nave percorrendo a Via Láctea até se deparar com as Falésias do Cabo Branco em João Pessoa. O espetáculo será apresentado em espaços culturais e educativos das cidades João Pessoa (PB), Recife(PE) Belo Horizonte(MG), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ) visando democratizar o acesso, discutir pertencimento cultural e aproximar o público jovem da produção artística. O projeto propõe como contrapartida a realização de ações formativas por meio de oficinas de criação voltadas para um publico infanto juvenil, onde a coordenação pedagógica fundamentará suas práticas em torno das pesquisas realizadas na contrução do Espetáculo Guã e o Guloso.
Para deter o monstro engolidor da criatividade, Guã atravessa as galáxias à procura de seres com o mesmo intuito; criar e comunicar-se. O espetáculo Guã e o Guloso é um projeto cênico musical que utiliza arranjos de violão, beats eletrônicos, teatro de sombras e percussão ao vivo para tratar de temas como identidade, pertencimento e diversidade não só para o público infantil. Além da promoção de fomento cultural local sobre os bairros e vivências dos seres paraibanos, o projeto garante democratização de acesso e engajamento no processo criativo para o público infantil, promovendo oficinas criativas de formação gratuitas voltadas para trabalhos cenográficos, corporais e musicais
Objetivo Geral: Realizar a montagem e circulação do espetáculo cênico-musical Guã e o Guloso, aproximando o público, especialmente o infantil e juvenil, da cultura paraibana em diálogo com linguagens contemporâneas, promovendo o acesso democrático à arte e estimulando reflexões sobre identidade, pertencimento e diversidade.Objetivo Específico:Realizar 12 apresentações e 5 oficinas criativas em 5 cidades brasileiras;Realizar 4 espetáculos na cidade de João Pessoa;Realizar 1 oficina criativa na cidade de João Pessoa;Realizar 2 espetáculos na cidade de Recife;Realizar 1 oficina na cidade de Recife;Realizar 2 espetáculos na cidade de Belo Horizonete;Realizar uma oficina criativa na cidade de Belo Horizonte;Realizar 3 espetáculos na cidade de São Paulo;Realizar 1 oficina criativa na cidade de São Paulo;Realizar 3 espetáculos na cidade do Rio de Janeiro;Realizar 1 oficina na cidade do Rio de Janeiro;Promover reflexões sobre identidade, diversidade, saúde mental e pertencimento, de forma lúdica e acessível.Alcançar públicos diversos, com ênfase no público infantil e jovem (aproximadamente 6000 pessoas);Criar oportunidades de trabalho, com o intuito de fortalecer a economia criativa local;Garantir acessibilidade em Libras em todas as atrações,Garantir gratuidade para todos os públicos.
O projeto "Guã e o Guloso" nasce da integração entre teatro de sombras, música autoral ao vivo e narrativa fantástica, propondo uma reflexão sensível sobre temas fundamentais à formação cidadã, como identidade, diversidade, saúde mental e pertencimento. A personagem Guã foi criada a partir de estudos sobre habilidades sociais, especialmente o reconhecimento das emoções básicas e a importância do brincar como forma de expressão e aprendizagem. Os experimentos cênicos realizados durante sua construção se entrelaçam com vivências e referências da cultura pessoense (PB), revelando novas maneiras de reconhecer e valorizar o território e suas identidades culturais. A personagem Guã estreou em 2024 durante o Festival Alumiô, em João Pessoa, apresentando-se em contações de histórias que uniam o lúdico e o educativo. O espetáculo recebeu feedbacks positivos do público infantil, especialmente por promover momentos de socialização, trocas de turnos e construção de vínculos por meio de números cênicos cooperativos. Paralelamente, o proponente, também cancionista, passou a integrar a narrativa de Guã em seus shows musicais, criando ambiências sonoras interativas. Essa fusão de teatro e música esteve presente em festivais como o 3 Fogueiras (2024) e a Bróduei Nordestina (2024 e 2025), aproximando crianças e adultos em uma mesma experiência artística e ampliando o potencial formativo e cultural do projeto. Em 2025, o espetáculo "Guã e o Guloso" teve sua estreia oficial na II Mostra de Teatro Infantil Lamparina, realizada pela Lampiarte (@lampiarte), associação de atores e produtores culturais que atua na Paraíba desde 2018, com foco em pesquisa e fomento da cultura popular nordestina. A obra se propõe a dialogar com públicos de todas as idades, oferecendo subsídios lúdicos e artísticos que contribuem para a educação emocional e para o processo formativo de crianças e jovens. Ao abordar a infância criativa como eixo central, "Guã e o Guloso" reafirma a importância das experiências artísticas no desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças. Através do teatro, da música e da fantasia, o projeto estimula a expressão de emoções, o fortalecimento de vínculos afetivos e a valorização da cultura nordestina. Assim, o espetáculo se consolida como uma proposta educativa, poética e transformadora, que promove o diálogo entre arte e formação cidadã, convidando o público a vivenciar o poder do afeto, da imaginação e da coletividade.Dessa forma, a proposta se alinha diretamente aos princípios do Artigo 1º e 3° da Lei nº 8.313/91;Artigo 1º, incisosI (facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais); _ O espetáculo democratiza o acesso à cultura ao ser apresentado em espaços culturais de diferentes municípios da Paraíba, garantindo que crianças e jovens tenham contato com teatro musical, música autoral e teatro de sombras de forma gratuita.II (promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais);_ Valoriza a produção cultural regional ao integrar a pontos históricos e referências geográficas ao promover artistas, técnicos e criadores paraibanos.III (apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores);_ Apoia e difunde manifestações culturais contemporâneas a partir da criação de uma narrativa fantástica ligada à identidade local.IV (proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira); _ Protege e valoriza expressões culturais de grupos formadores da sociedade ao estimular práticas cooperativas, sociais e educativas entre as crianças por meio de oficinas criativas e abordar temas como como é o caso da falésia do cabo branco e sua recorrente erosão.VI (preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro); _ Desenvolve consciência e respeito à diversidade cultural ao abordar temas de pertencimento, coletividade e convivência .VII (estimular a produção e difusão da cultura nacional em todas as suas modalidades);_ Estimula a produção e difusão cultural em modalidade cênico-musical voltada ao público infantil, contribuindo para a formação de plateias.Artigo 3°, incisosI (apoiar e difundir a produção cultural e artística nacional); _ Apoia e difunde a produção cultural nacional por meio da criação e circulação de um espetáculo original para o público infantil.II (proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira);_ Protege expressões culturais de grupos formadores da sociedade brasileira ao dialogar com o imaginário local das regiões costeiras (urbanas e naturais).III (garantir o pleno exercício dos direitos culturais); _ Garante o pleno exercício dos direitos culturais ao oferecer acesso gratuito e ações formativas, como oficinas e rodas de conversa.IV (promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira); _ Promove a regionalização da produção artística ao circular em cidades paraibanas além da capital, descentralizando o acesso à arte.V (propiciar meios para que a população em geral possa exercer seus direitos culturais e ter acesso às fontes da cultura nacional);_ Propicia gratuidade e meios para que a população infantil e juvenil exerça seus direitos culturais, ampliando repertórios artísticos e reforçando vínculos comunitários.
Equipe:Produtor executivo;Assistente de produção1;Assistente de produção2;
Material cenográfico1 (um) dispositivo (DAW);1 (um) cabo p2-p2;Adaptador p10;4 (quatro) microfones;1 (um) violão;1 Pandeiro;1 Surdo;1 Xilofone;Cenografia (tecido 3m x 2m, praticáveis e objetos cênicos feitos de materiais recicláveis para representar nave espacial, panetas e figurinos com elementos de lã em sua composição); PaginaçãoO espetáculo é planejado para palco italiano no qual os artistas circulam tanto dentro como fora da boca de cena. O músico fica em cena durante toda a performance e apoia os instrumentos ao seu redor no chão. O espetáculo pode ser adaptada para rodas e arenas a depender das demandas em escolas e espaços abertos. Duração40 minProposta PedagogicaA proposta pedagógica dialoga com princípios da educação musical (que reforçam o papel da prática coletiva na formação de vínculos sociais), com a neurociência (que aponta os efeitos positivos da arte na plasticidade neural e no desenvolvimento socioemocional), e com metodologias ativas do ensino de artes cênicas, em que o aluno se torna protagonista do processo criativo.O espetáculo Guã e o Guloso será a base para as oficinas, articulando teatro de sombras, música autoral e narrativa fantástica. O objetivo é aproximar crianças, jovens e educadores da cultura local, ao mesmo tempo em que se fomenta a criatividade, a expressão individual e coletiva e a consciência sobre identidade, diversidade e pertencimento.As oficinas serão inspiradas na dramaturgia do espetáculo sendo ministradas por profissionais capacitados (oficineiros, educadores e atuantes na região sediada). Eixos a serem explorados para as oficinas criativas:Oficina de Música – “Os Sons de Guã”Exploração de ritmos regionais (coco, ciranda, maracatu) e fusão com beats eletrônicos;Criação coletiva de pequenas canções inspiradas nos personagens e cenários da narrativa;Exercícios de ritmo corporal e percussão alternativa com objetos recicláveis;Oficina de Cenografia – “Sombras e Galáxias”Construção de elementos cenográficos simples (nave, falésias, animais imaginários) com materiais recicláveis;Introdução ao teatro de sombras: como usar luz, silhuetas e movimento para contar histórias;Estímulo à percepção espacial e à consciência ambiental, reforçando o uso sustentável de materiais;Oficina de Contação de História – “As Aventuras de Guã”Exercícios de narrativa oral e improvisação;Criação coletiva de novos episódios da jornada de Guã;Prática de integração entre voz, gesto e música para fortalecer a expressividade;Etapas de DesenvolvimentoPré-produçãoFormação pedagógica da equipe de oficineiros;Planejamento metodológico detalhado de cada oficina;Divulgação e promoção do evento;Criação de kits pedagógicos (instrumentos recicláveis, moldes para teatro de sombras, caderno criativo);Ensaios e testes das dinâmicas pedagógicas.Produção Cada oficina será associada ao espetáculo, criando relação prática entre assistir e experimentar;Garantia de acessibilidade (intérprete de Libras);Registro audiovisual de todas as ações pedagógicas.Pós-produçãoAvaliação qualitativa e quantitativa (questionários, depoimentos de alunos e professores, registros fotográficos e audiovisuais)Sistematização das práticas pedagógicas em um relatório de impacto educativo;Produção de um caderno digital pedagógico (com atividades replicáveis por educadores);Planejamento de continuidade: articulação com escolas e secretarias municipais para futuras parcerias.
Acessibilidade Física: Os espaços selecionados para a realização do projeto, dispõem de infraestrutura acessível, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados e vagas exclusivas de estacionamento para pessoas com deficiência.Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Todas as atrações terão acessibilidade em Libras, com atuação conjunta de um intérprete surdo e um intérprete ouvinte. Nesse formato, o intérprete ouvinte fará a tradução em um espaço reservado e bem iluminado na plateia, enquanto o intérprete surdo realizará a tradução artística diretamente no palco, garantindo maior dinamismo e representatividade no processo comunicativo.Acessibilidade Comunicacional: A produção também garantirá que as informações sobre o festival estejam disponíveis em plataformas de fácil acesso à comunidade PcD, assegurando que o público-alvo e suas redes de apoio possam acessar o conteúdo de forma inclusiva
O projeto propõe a realização de uma programação com classificação livre e acessível a todos os públicos, com o objetivo de ampliar a democratização do acesso à cultura. Pretende-se, assim, formar e estimular novas plateias, oferecendo a oportunidade de conhecer artistas e talentos emergentes que, de outro modo, dificilmente estariam disponíveis de forma gratuita. Dessa forma, a cidade será beneficiada com uma experiência cultural enriquecedora, inclusiva e participativa.Em conformidade com o artigo 21 da IN nº 02/2019, serão observados os seguintes critérios:III – disponibilização, na internet, de registros audiovisuais dos espetáculos, oficinas, exposições e demais atividades presenciais, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;VII – realização de ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Antônio Lira Junior: Diretor Cênico (Homem, pardo, LGBT)Lira Júnior, 33 anos de carreira artística como ator, produtor, diretor e professor. Iniciou no grupo “Le Monde”, em Recife, recebendo aos 17 anos o prêmio de ator revelação entregue por Ariano Suassuna. Atuou em peças como “Véu e Grinalda” e, na Itália, deu aulas de dança. Nos EUA, conciliou a vida de imigrante com o teatro, fundou o grupo “Boi da Lua” e foi destaque em montagens e na imprensa brasileira (O Globo). No audiovisual, participou do filme Click (Columbia Pictures), do longa “ID” e de comerciais. De volta ao Brasil em 2012, trabalhou como produtor, assistente de direção e ator, incluindo participação no Zorra Total e em “O Patrocínio – a comédia”. Em 2023, integrou o elenco da série Cangaço Novo (Amazon Prime/O2 Filmes). Hoje ministra cursos presenciais e online, treinando atores em técnicas de interpretação e inglês, além de atuar na Oficina de Teatro “A Arte de Aprender”.Diego Xavier: Ator (Homem, branco)Ator em formação e músico. Começou no teatro aos 15 anos em peças amadoras. Participou do curso de formação de atores do Teatro Ednaldo do Egypto em João Pessoa, onde participou de espetáculos como: O Quinto Império do Mundo (2016) e Cem Pé, Sem Cabeça (2019). Também participou do curso Teatro para atores e não-atores do CEARTE-PB em 2024. É integrante do elenco do espetáculo Primaveras produzido pela Lampiarte.Giovana Magliano: Atriz (Mulher, branca, LGBT)Atriz a 13 anos, começou a fazer teatro na turma de teatro infantil da Escola Fazendo Arte aos 15 anos de idade, ingressando em 2014 no curso de graduação em Teatro da UFPB. Desde então trabalhou tanto com palco quanto com áudio visual, fez também parte da comissão organizadora do Enearte Parahyba - 2019, experimentando ao longo dos anos diversas outras modalidades tanto de artes cênicas quanto de produção cênica como circo, dança, canto e maquiagem.Henrique Melo: Ator / Compositor / Dramaturgo (Homem pardo, LGBT)Iniciou no Ballet clássico como bolsista da Escola Saltarello, foi parte do corpo de baile do Ballet de repertório como Carmen, Giselle nos anos de 2014 e 2015, teve a oportunidade de dançar como solista em musicais como O mágico de Oz (2015), Cinderela(2017), bem como primeiro bailarino em O Lago dos cisnes (2018), Dom Quixote (2018), Romeu e Julieta (2019). Durante o ano de 2019 realizou com seu coletivo (coletivo efêmero) a sua primeira direção no espetáculo de dança “Adeptados” apresentado em 2019 no Teatro Lima Penante. É responsável pela criação da personagem Guã experimentado em banda e em formatos de contação de história desde 2023, membro do grupo de pesquisa em teatro do Cearte, compondo o elenco do espetáculo Lamúrias coordenado pela prof. Celly de Freitas. Venceu a categoria de melhor ator coadjuvante no festival de Bayeux, 2024. Produtor do festival Embuste Paraibano (Evento internacional fomentado pelo Edital Estadual Arte Na Bagagem em 2025, um espetáculo da organização Lampiarte. Dramaturgo e compositor do espetáculo Guã e o Guloso estreado na II mostra de teatro infantil Lamparina (2025).Jordy Lamarke: Produtor (Homem preto, LGBT)Ator, cantor, diretor, produtor, dramaturgo e roteirista. É presidente da organização artística Lampiarte e Bacharel em Teatro pela Universidade Federal da Paraíba (2017-2022). Dentre os seus trabalhos mais notáveis como ator estão: “O Despertar da Primavera” (2018-2019), “Lendas do Sertão” (2018) e “Mahagonny - A Cidade Arapuca” (2018- 2022). Trabalhou como diretor de cena nos espetáculos de teatro “O Condenado” (2019), “GrãFinale” (2022), “Paixões Em Ruídos” (2023), “Remissão” (2023) e “Paixões de Fogueira” (2024-Atualmente). Como produtor, desenvolveu os projetos da “Mostra Semana Cênica 2019” e da “I Mostra Lamparina de Teatro Infantil” (2023). Coordenou os festivais da Bróduei Nordestina, que conta com três edições realizadas até o momento (2022, 2023 e 2024) e o “Festival Roliúde Queer”, que conta com uma edição até o momento (2024). Como dramaturgo escreveu as peças “Paixões Em Ruídos” (2023), “A Chegada de Dionísio ao Olimpo” (2023) e “Paixões de Fogueira” (2024).Luana Reis: Atriz , Cenografia (Mulher, LGBT)Atriz, Produtora Cultural e Dançarina, Bacharela em Teatro pela Universidade Federal da Paraíba, atualmente cursando pós-graduação em Gestão e Produção Cultural pela Universidade Estadual da Paraíba. Residente em João Pessoa, integra o grupo Fênix Dance Crew na modalidade de Danças Urbanas e compõe o elenco da organização artística independente Lampiarte. No teatro, participou de diversas montagens, incluindo O Despertar da Primavera (2018, 2019, 2021), Medéias no I Festival de Monólogos Femininos de João Pessoa (2018), Mahagonny A Cidade Arapuca (2022), Remissão, a partir da peça Veredas da Salvação de Jorge Andrade (2023), Paixões em Ruídos (2023), Primaveras (2023) e Paixões de Fogueira (2024). No audiovisual, atuou nos curta-metragens universitários A Vítima (2018), dirigido por Caio Domingos, e Voyeur (2023, em pós-produção), com direção de Lorrany Trindade. Fez figuração no longa O Sertão Vai Vir ao Mar (Rede Globo, 2023), dirigido por Rodrigo César, e participou do videoclipe Rabeta, do cantor Felipe Prudêncio. Ao longo de sua trajetória, teve trabalhos reconhecidos em festivais e editais, como o Festival Meu Espaço (2020) da Funesc-PB, com o vídeo-performance Você se Encaixa?, e o Festival UP, onde participou na categoria Teatro.Sissa Gonçalves: Figurinista (Mulher, 60+)Aposentada, atriz em formação, com cursos na Atos Blam, Funesc e CEARTE- PB já concluídos (2022), atualmente membro do grupo de pesquisa em teatro do CEARTE-PB e componente das montagens premiadas em festivais do município em grupos formados pelos alunos da Funesc (“Cidade Cão desde 2023), da Cia de Teatro Encena (“Pense num Fuá desde 2024) e do Desacerto Coletivo (“ O Mar é o Mesmo”).João Félix: Diretor Musical (Homem, pardo)Ator, compositor, e professor de música natural de João Pessoa-PB. É violonista de sete cordas, e licenciando da graduação de Música na Universidade Federal da Paraíba. Enquanto estudante, foi bolsista no projeto de Prolicen “Severino Araújo e Orquestra Tabajara: Resgatando a memória e incentivando a apreciação musical”, no qual, foi premiado no ENID (Encontro Nacional de Iniciação a Docência), além de ser extensionista em projetos relacionados a ensino de violão, atualmente monitor da Orquestra de Violões da Paraíba. Em teatro, tem experiências com apresentações com o grupo “Camisa de Carnaval” no Teatro Santa Catarina, em Cabedelo-PB, na Usina Cultural Energisa e no Teatro Paulo Pontes, ambos em João Pessoa-PB.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.