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PRONAC 2513720Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Miguel Arraes: Histórias de um Guerreiro

J. A TAVEIRA BELO JUNIOR ARTES E PRODUCOES
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2025
    Cadastro PRONAC
    Ano 25
  2. 23/03/2026
    Início previsto
  3. 12/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 22/03/2027
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2026-03-23
Término
2027-03-22
Locais de realização (20)

Resumo

Realizar a montagem e intinerância por 20 cidades do interior do Estado de Pernambuco e Região Metropolitana do Recife, em uma primeira temporada, da peça Miguel Arraes: Histórias de um Guerreiro, escrita e dirigida por Carlos Carvalho e produção geral da Galharufas Produções, com previsao de estreia no primeiro semestre de 2026, na cidade de Recife/PE.

Sinopse

Uma vibrante trupe de atores, atrizes, cantores e manipuladores de bonecos empreende uma jornada teatral itinerante pela história de Miguel Arraes de Alencar, a figura central da política pernambucana e um ícone da resistência democrática no Brasil.O palco é uma engenhosa Variant 1982 adaptada, que em cima de um caminhão reboque, com recursos de iluminação cênica, sonorização e projeção de vídeos documentais, transforma as ruas de cidades do interior de Pernambuco, e da capital, em cenários vivos do passado.A dramaturgia, embasada na biografia de Arraes por Tereza Rozowywiat e nas memórias de seu exílio na Argélia, é enriquecida por depoimentos íntimos de familiares e colaboradores diretos, garantindo precisão histórica e profundidade emocional.A narrativa se inicia no sertão do Araripe, no Ceará, onde o jovem Arraes, tocado pela visão da heroína Bárbara de Alencar, forja sua consciência social frente ao sofrimento dos retirantes. A ascensão política é traçada desde o Instituto do Açúcar e do Álcool, onde sua ligação com os trabalhadores canavieiros se consolida — uma cena de impacto visual, marcada pelo diálogo entre atores e bonecos.A sinopse avança pelo marco de sua gestão na Prefeitura do Recife, a formação da histórica Primeira Frente Popular e o Governo de Pernambuco que ousou enfrentar a elite, mobilizando até mesmo a arte com a Brigada Portinari. O clímax é a narrativa da resistência: o contexto do Golpe de 64, a invasão militar, a negação categórica de Arraes em renunciar, a gravação de seu discurso final ao povo, e o subsequente exílio.O espetáculo culmina com o retorno apoteótico, o maior comício da História do Estado, e a demonstração da perenidade de seu legado, que se projeta nas novas gerações de políticos regionais e nacionais. Uma celebração envolvente, pontuada por canções de época e projeções históricas; é um resgate épico, um tributo à fibra cívica e a comprovação de que o mito Miguel Arraes permanece como a bússola moral da política no Brasil. O desenvolvimento de cenas, diálogos e enredo final serão parte do processo de construção criativa entre dramaturgo e elenco.

Objetivos

Objetivo GeralProduzir e circular o espetáculo teatral: Miguel Arraes: Histórias de um Guerreiro, em 20 cidades de Pernambuco, com foco na democratização do acesso à cultura e na valorização da memória histórica e política de Miguel Arraes, promovendo o engajamento social e a reflexão sobre cidadania e democracia. Objetivos Específicos - Democratizar o Acesso Cultural por Meio da Circulação Ampla e Gratuita:Viabilizar a realização de um mínimo de 20 apresentações teatrais gratuitas, distribuídas estrategicamente no interior de Pernambuco e na Região Metropolitana do Recife. Esta ação visa explicitamente romper barreiras geográficas e socioeconômicas, garantindo que públicos diversos, que historicamente não têm acesso facilitado a produções culturais de grande porte, possam desfrutar de uma experiência artística de alta qualidade. A gratuidade das apresentações é crucial para assegurar a inclusão de todas as camadas sociais, conforme preconiza a Lei de Incentivo à Cultura.- Valorizar e Fomentar a Produção Artística Pernambucana e Nacional:Priorizar a contratação e o desenvolvimento profissional de artistas, técnicos e produtores culturais pernambucanos, garantindo que pelo menos 80% da equipe seja composta por talentos locais. Além disso, a aquisição e aluguel de materiais e serviços (cenografia, figurino, iluminação, transportes) será preferencialmente de fornecedores nacionais, com destaque para a cadeia produtiva regional. Esta ação não apenas reforça o compromisso com a arte de Pernambuco, mas também estimula a economia criativa local e nacional, gerando oportunidades de trabalho e renda.- Preservar a Memória Histórica e Cívica através da Arte Teatral:Conceber e apresentar uma obra teatral aprofundada que, através de uma pesquisa rigorosa e uma abordagem narrativa envolvente, resgate e celebre a vida e o legado de Miguel Arraes. Este objetivo vai além da mera biografia, buscando contextualizar sua atuação política e social no cenário histórico brasileiro, contribuindo assim para a salvaguarda da memória de um período crucial e de uma figura que personifica ideais de justiça e equidade, em um período ditatorial do nosso país e sua consequente redemocratização.- Estimular o Engajamento Social e a Reflexão Crítica sobre Cidadania:Promover, por meio do espetáculo, um ambiente de diálogo e reflexão que estimule o público a debater ativamente sobre temas como o papel do cidadão na sociedade, os mecanismos de participação política e o impacto direto das decisões governamentais em seu cotidiano. Serão incentivados conversas pós-apresentação (bate-papos com a equipe e convidados), visando, pela interlocução, aprofundar a compreensão do espetáculo, seu contexto histórico-político e ampliação do conhecimento sobre personagens, temas abordados pela troca de ideias.- Conscientizar e Inspirar novas gerações sobre a Importância da Liderança Pública e Democracia:Desenvolver, em conjunto com as Secretarias de Educação ou instituições de ensino locais, em cada município, material pedagógico simplificado sobre a vida de Miguel Arraes e os conceitos de democracia e cidadania, a ser distribuído a alunos do ensino fundamental e médio. Além disso, as sessões em praças públicas, e em um segundo momento em escolas ou centros culturais terão um foco especial no público jovem, buscando inspirar neles o interesse pela História, pela política e pelo serviço público.- Garantir Ampla Inclusão Social e Acessibilidade em Todas as Etapas do Projeto:Acessibilidade Física: Assegurar que todos os espaços de apresentação (teatros, centros culturais, praças) ofereçam estrutura completa de acessibilidade, incluindo rampas de acesso, sinalização tátil e visual clara, e áreas reservadas e confortáveis para cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida, idosos, obesos e pessoas com deficiência visual e auditiva.Acessibilidade Comunicacional: Oferecer um mínimo de 30% das sessões com tradução e interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais). Os materiais de divulgação (folders, banners, site) também serão elaborados em formatos acessíveis.Acessibilidade Atitudinal: Promover treinamentos com a equipe de produção e atendimento para um acolhimento adequado e respeitoso a todos os públicos, especialmente pessoas com deficiência, idosos e famílias com crianças pequenas.Inclusão Sociodemográfica: Direcionar esforços de divulgação e parceria com organizações sociais para assegurar a presença de grupos sociais vulneráveis, comunidades quilombolas, indígenas e de baixa renda, em todas as cidades contempladas.Fomentar a Economia Criativa e o Desenvolvimento regional através da Capilaridade do Projeto:O projeto atuará como um motor de desenvolvimento local nas 20 cidades da circulação. Além da contratação de equipe, haverá a aquisição de serviços como transporte, hospedagem, alimentação e comunicação local, gerando um impacto econômico direto e indireto consideráveis. Isso contribuirá para a dinamização do comércio e serviços, fortalecendo a cadeia produtiva criativa e o empreendedorismo local.Promover a formação de novas plateias e o Desenvolvimento do senso crítico:Implementar um programa educativo complementar ao espetáculo, que incluirá palestras temáticas com especialistas em história e política local, oficinas de introdução ao teatro e sessões de "bate-papo com o elenco" após as apresentações. Estas ações visam não apenas atrair novos públicos para o teatro, mas também aprofundar a compreensão da obra e estimular o senso crítico dos participantes, ampliando a experiência cultural para além da mera fruição.Garantir a Sustentabilidade e Transparência na Gestão de Recursos Incentivados:Assegurar a total conformidade com as normas da Lei Rouanet, desde a captação de recursos até a prestação de contas. A gestão financeira será pautada pela ética, transparência e eficiência, com a publicação de relatórios de acompanhamento para os incentivadores e a sociedade, demonstrando a correta aplicação dos recursos e o impacto gerado.Fortalecer o Mecanismo da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e seu Impacto Social:Atuar ativamente na divulgação do projeto e de seus resultados como um case de sucesso da Lei Rouanet, mostrando como o investimento cultural pode gerar não apenas arte, mas também desenvolvimento social, econômico e educacional. Isso incluirá a produção de um vídeo-documentário sobre a circulação, material fotográfico de alta qualidade e relatórios de impacto que quantifiquem o alcance e os benefícios gerados pelo patrocínio incentivado.

Justificativa

A montagem do espetáculo teatral: Miguel Arraes: Histórias de um Guerreiro, transcende a mera produção artística, configurando-se como um projeto de impacto cultural, social e econômico de relevância ímpar para Pernambuco. Proposto por uma das mais ativas e respeitadas companhias de teatro do Estado: a Galharufas Produções, e encabeçado por um elenco de artistas reconhecidos por sua excelência, este projeto se alinha intrinsecamente com os pilares de desenvolvimento cultural e democratização do acesso, ao mesmo tempo em que oferece um modelo de gestão empreendedora e sustentável.Um dos nossos motivadores mais significativos para a realização do espetáculo: Miguel Arraes: Histórias de um Guerreiro é a celebração, no ano de 2026, dos 110 anos de nascimento e 20 anos da morte do inestimável líder político Miguel Arraes de Alencar. Esta dupla efeméride confere à montagem um caráter ainda mais especial, transformando-a em uma grandiosa e merecida homenagem a um pernambucano que dedicou sua vida à causa pública e ao povo. A obra busca, assim, não apenas rememorar sua trajetória, mas também reafirmar sua relevância e influência duradoura nas gerações presentes e futuras.Aliando a expertise de uma companhia teatral consolidada com a valorização de um ícone da política pernambucana e brasileira, a temática, centrada na vida de Miguel Arraes, ressoa profundamente com a identidade e a memória histórica de Pernambuco, tornando o espetáculo Miguel Arraes: Histórias de um Guerreiro imprescindível e relevante para a população local. A capacidade técnica e artística da equipe garante a plausibilidade da entrega de uma obra de alto nível, capaz de engajar e emocionar o público.Em sua estratégia de circulação, Miguel Arraes: Histórias de um Guerreiro prevê o alcance de 20 cidades no interior de Pernambuco e na Região Metropolitana do Recife, inicialmente. Essa capilaridade não só garante a democratização do acesso à cultura, mas também cria um circuito de valorização da produção artística local, incentivando e movimentando a economia criativa em diversas localidades. A itinerância do espetáculo é uma solução logística e de mercado que otimiza recursos e maximiza o impacto, transformando a arte em um vetor de desenvolvimento regional.Além do inegável retorno cultural e social, o projeto apresenta um viés empreendedor ao propor uma obra que, pela sua qualidade e uma temática cativante, possuindo grande potencial de atração de público, principalmente pelo seu cunho gratuito, e de geração de receitas indiretas para as comunidades por onde passar. Ao levar uma produção de alto nível a locais historicamente desassistidos, o projeto fomenta o consumo cultural, estimula o turismo cultural de proximidade e fortalece a cadeia produtiva local, de serviços a pequenos comércios e estímulo a formação de novos grupos de cultura e especificamente de Teatro nas ciadades.A escolha da vida de Miguel Arraes como fio condutor do espetáculo é um ato de preservação da memória histórica de valor inestimável. Em um cenário onde a reflexão sobre cidadania e participação política se faz cada vez mais urgente, a obra atua como um catalisador de debates, provocando o engajamento social e consolidando valores democráticos. O teatro, como ferramenta de educação e conscientização, oferece às novas gerações uma forma acessível e envolvente de compreender a importância de líderes que dedicaram suas vidas à causa pública, inspirando a formação de novos cidadãos conscientes e atuantes.Em suma, Miguel Arraes: Histórias de um Guerreiro não se limita à encenação de uma peça teatral; ele representa um investimento estratégico na cultura, na educação cívica e no desenvolvimento regional. Com uma companhia de teatro de renome, um elenco de excelência e uma proposta de circulação ambiciosa e democratizante, o espetáculo Miguel Arraes: Histórias de um Guerreiro é uma iniciativa empreendedora que gerará um legado duradouro de reflexão e valorização da riqueza cultural e histórica de Pernambuco.

Estratégia de execução

Justificativa para a Ausência do Elenco e Parte da Equipe na Ficha Técnica A presente proposta de Plano de Trabalho, embora detalhada em sua estrutura e cronograma de execução, opta por apresentar a Ficha Técnica de forma parcial e estratégica, especialmente no que concerne à composição do elenco e a determinados membros da equipe técnica. Esta decisão é fundamentada em princípios de gestão de recursos, otimização orçamentária e alinhamento à legislação trabalhista e cultural.A principal justificativa reside no fato de que o projeto depende da aprovação e, subsequente, da captação integral dos recursos via Lei Rouanet para que a Fase I (Pré-produção) seja efetivamente iniciada. A contratação do elenco de seis artistas (4 atores e 2 atrizes), bem como de parte da equipe técnica especializada, representa um volume significativo do orçamento total e está diretamente vinculada ao início dos ensaios e ao período de itinerância, conforme detalhado na Etapa II do cronograma.Aspectos Coerentes e Fundamentados:Vínculo com a Captação de Recursos (Lei Rouanet): Inserir nomes de artistas e técnicos neste momento inicial, antes da garantia da captação, criaria uma expectativa contratual e uma obrigação moral/financeira que o proponente não tem como honrar, violando o princípio de responsabilidade financeira, e até mesmo de sua reputação diante dos meios artísticos de Pernambuco. O proponente só pode assumir compromissos após o alcance da meta de captação e o início da liberação dos recursos, conforme as normas do Ministério da Cultura.Garantia da Qualidade Artística e Técnica (Profissionalismo): A seleção de um elenco para um projeto de itinerância que passará por 20 cidades exige disponibilidade de 10 a 12 semanas, além de um período de ensaios intenso. Uma seleção realizada no início da captação permite:Atualizar a disponibilidade: Contratar artistas cuja agenda esteja efetivamente livre para o período de ensaios e, crucialmente, para o período da turnê.Assegurar o perfil ideal: Realizar um processo seletivo (audições/entrevistas) focado nas necessidades específicas da montagem e nas exigências da circulação (resistência, versatilidade e experiência em teatro itinerante), garantindo a melhor relação custo-benefício e qualidade artística para o público de Pernambuco. Além disso, precisamos contar, no elenco, com profissionais habilitados para ministrar, em sistema de rodízio, as Oficinas de Interpretação com duração de 4 horas, que serão ofertadas no contraturno ao horário do espetáculo, nas cidades contempladas na intinerância.Comprometimento Ético e Legal: O profissionalismo do projeto exige que os contratos de trabalho sejam celebrados apenas quando houver a cobertura orçamentária confirmada. Isso protege tanto o proponente de passivos trabalhistas desnecessários quanto os artistas, assegurando que o compromisso de remuneração será cumprido.Definição do Processo Seletivo (Evidência de Gestão): A Ficha Técnica apresentada agora, será complementada imediatamente após a captação, por meio de um processo de seleção público e transparente (por exemplo, chamamento ou audições), o que será devidamente documentado para fins de prestação de contas.Em suma, a ausência de nomes específicos na Ficha Técnica neste momento não representa um planejamento incompleto, mas sim uma medida de gestão prudente e profissional, que prioriza a segurança financeira do projeto e a qualidade da contratação da equipe de 4 atores e 2 atrizes no momento exato em que a viabilidade de execução estiver confirmada. Os orçamentos e funções relativas a estes profissionais já estão devidamente previstos na planilha orçamentária.

Especificação técnica

O espetáculo "Miguel Arraes: Histórias de um Guerreiro", tem uma duração prevista de 80 minutos (1h20min.). Com a necessidade de 4 horas de duração para a montagem e de 3 horas para a desmontagem da estrutura. Cada récita contará com o número de 6 atores, 1 sonoplasta, 1 iluminador, 1 contrarregra, Diretor, Assistente de Direção, Produtor Executivo, Assistente de Produção, além dos profissionais locais de Auxiliares de Contrarregragem (para a montagem, colocação de cadeiras, delimitação de espaço, sinalização e estrutura em geral.).Para a oficina do Teatro do Oprimido, os facilitadores serão atores do próprio espetáculo, e receberão cachês por esse trabalho também, além do cachê de apresentação. Tal iniciativa proporciona engajamento e compromisso com a qualidade do conteúdo a ser ministrado, de acordo com o projeto pedagógico abaixo:LABORATÓRIO DO GUERREIRO: A CENA COMO FERRAMENTA DE LUTA E TRANSFORMAÇÃOCarga Horária: 4 horas por oficina (20 edições ao longo do projeto)Público-Alvo: Artistas locais ou da região próxima e moradores de comunidades de baixo IDH, jovens (a partir de 14 anos) e agentes culturais. 1. Justificativa Metodológica e SocialA escolha do Teatro do Oprimido (TO), metodologia criada por Augusto Boal e baseada na Pedagogia de Paulo Freire, justifica-se por sua característica político-pedagógica de fácil aplicação e alto impacto social. Por não exigir formação prévia em teatro, o TO é ideal para a proposta itinerante em comunidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), promovendo a democratização dos meios de produção cultural (prioridade da IN MinC nº 23/2025). O objetivo é transformar o público em "espect-ator", ativo na reflexão e busca por soluções para as opressões cotidianas. O formato de 4 horas garante uma imersão concentrada e prática, focada na imediata aplicação das técnicas de análise coletiva.2. Objetivos da Ação FormativaObjetivo Geral Utilizar a arte teatral como ferramenta de diálogo, mobilização e análise crítica das opressões vivenciadas pelos moradores das comunidades do interior de Pernambuco, estimulando a participação cívica e a autonomia expressiva.Objetivos Específicos:Conscientização: Estimular a identificação e reflexão sobre as opressões específicas de cada localidade (ex: falta de saneamento, precariedade do transporte, segurança).Expressão: Promover a desmecanização do corpo e da voz através de jogos teatrais, recuperando a capacidade de observação e expressão do coletivo.Habilidade Prática: Introduzir as técnicas de Teatro Imagem e Metaxis para capacitar os participantes a continuarem utilizando a metodologia como forma de debate e busca por soluções na comunidade como um legado da oficina. 3. Conteúdo Programático e Estrutura (4 Horas)A oficina é dividida em três eixos práticos e sequenciais:Eixo I: Desmecanização e Abertura (90 minutos)Boas-vindas e Contrato: Apresentação do Teatro do Oprimido e estabelecimento do ambiente de confiança e diálogo.Percepção e Sentidos: Realização de jogos sensoriais e rítmicos (ex: O Som das Mãos, Toque e Ritmo Coletivo) para despertar o corpo, a escuta mútua e a coesão grupal, essenciais para o trabalho colaborativo.Expressão Vocal: Jogos focados na liberação da voz e comunicação não-verbal, preparando os participantes para a etapa de criação de imagens. Eixo II: Análise da Opressão – Teatro Imagem (90 minutos)Definição da Opressão: Diálogo com o grupo para eleger o problema mais urgente e representativo da comunidade.Teatro Imagem da Opressão: Criação de uma escultura humana coletiva e estática que represente o problema escolhido (o “como está”), materializando visualmente a opressão, seus agentes e suas vítimas.Teatro Imagem do Desejo: Transformação da estátua anterior em uma nova imagem, representando o "como gostaríamos que estivesse" (a solução ideal).Metaxis (Análise Crítica): Discussão em grupo, mediada pelo Oficineiro-Curinga, sobre a distância entre as duas imagens, identificando as barreiras e os primeiros passos concretos para a mudança. Eixo III: Intervenção e Projeção (60 minutos)"Dramaturgia do Oprimido Itinerante" (Cenas Relâmpago): O grupo improvisa pequenas cenas curtas (2-3 minutos) a partir da Imagem do Desejo, ensaiando uma ação de superação da opressão no cotidiano.Avaliação e Multiplicação: Síntese do aprendizado e incentivo direto à criação de um grupo autônomo para continuar utilizando as técnicas simples de análise (Teatro Imagem) em reuniões e mobilizações locais, garantindo o legado pedagógico da oficina. 4. Recursos e Viabilidade TécnicaA oficina é altamente adaptável e de baixo custo material, necessitando apenas de: um espaço amplo (pode ser um sala de aula de uma escola, uma quadra ou praça), a expertise do Oficineiro-Curinga (membro do elenco do projeto), água para os participantes e, opcionalmente, uma caixa de som portátil para comandos de ritmo e música. A itinerância é facilitada pela ausência de cenários complexos ou equipamentos de luz, tornando a oficina 100% viável em qualquer localidade do interior.

Acessibilidade

Ações de acessibilidade: A montagem teatral "Miguel Arraes: Histórias de um Guerreiro" assume o compromisso de garantir a acessibilidade plena e inclusiva do projeto, e em estrito cumprimento à legislação vigente, notadamente a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), em consonância com as diretrizes recentemente atualizadas na Instrução Normativa MinC (nº 23/2025).Nosso planejamento, estudado antecipadamente pelas características únicas de um espetáculo de rua, transcende o mero cumprimento legal, adotando a acessibilidade que visa eliminar barreiras comunicacionais, atitudinais e arquitetônicas, assegurando a equiparação de oportunidades para todo o público.Todas as ações e recursos de tecnologia assistiva previstos, serão implementados por profissionais qualificados, com contratação na própria região e cidades de execução da peça, sendo monitorado em todas as fases do projeto (planejamento e execução). Tal medida visa contemplar não apenas as Pessoas com Deficiência (física, visual e auditiva), mas também o público com Transtorno do Espectro Autista (TEA), mobilidade reduzida temporária ou permanente (incluindo idosos, gestantes e demais necessidades específicas), garantindo a todos uma experiência cultural enriquecedora, autônoma e segura. Dada a natureza itinerante do projeto e a realização em praças públicas, as medidas de acessibilidade arquitetônica serão focadas na implantação de um Sistema Temporário de Acessibilidade, visando eliminar as barreiras do ambiente natural e garantir o usufruto em conformidade com o Guia MDHC e a NBR 9050.São elas:1. Medidas de Acessibilidade ArquitetônicaI. Rota Acessível (Caminho Seguro): Será criada uma Rota Acessível desde o ponto de desembarque (acessível) até a área de Ponto de Vista Otimizado e demais pontos de apoio (banheiros e hidratação). Para tanto, planejamos utilizar passarelas firmes e antiderrapantes (material reciclado) para nivelar trechos do solo irregular e transformar em percursos planos e seguros, com largura mínima de 1,20 m, além da sinalização da instalação de sinalização direcional visual de alto contraste e sonora/tátil (pisos táteis direcionais e de alerta) nas entradas e ao longo da rota até a área reservada e os pontos de serviço.II. Área de Ponto de Vista Otimizado: Será criada uma área exclusiva, no nível do solo e à frente do palco, e implementando uma Plataforma de Visibilidade Elevada Acessível (mínimo 20 cm), garantindo uma visão desimpedida do palco em relação ao público em volta ou atrás dessa área. O espaço reservado para cadeiras de rodas (mín. 2%) e assentos prioritários (mín. 5%) e será demarcado, incluindo espaços para acompanhantes e manobra.III. Sanitários e Serviços: Será obrigatória a disponibilização de Sanitários Químicos Acessíveis e devidamente sinalizados, na área reservada.2. Medidas de Acessibilidade ComunicacionalA acessibilidade comunicacional deve ser robusta, levando em consideração as especificidadades e necessidades de cada cidade contemplada com a apresentação do espetáculo, mas sempre visando a inclusão sensorial e cognitiva em um ambiente dinâmico de praça pública. De acordo com a demanda serão ofertados recursos garantir a fruição artística plena do conteúdo da peça "Miguel Arraes: Histórias de um Guerreiro":Libras (Língua Brasileira de Sinais): Intérprete Profissional, contratado na cidade ou região, em local de visibilidade privilegiada, iluminado e sinalizado, garantindo a tradução de todo o conteúdo falado da peça e avisos importantes.Audiodescrição (AD): Disponibilização de narração descritiva das informações visuais (cenários, figurinos, expressões faciais, movimentos cênicos e ambientação do espaço) por meio de equipamento de recepção (receptores e fones de ouvido) a ser distribuído em um ponto de apoio central, com transmissão sem fio para garantir a qualidade da escuta, em ambiente externo.Audiodescrição (AD): Disponibilização de narração descritiva das informações visuais (cenários, figurinos, expressões faciais, movimentos cênicos e ambientação do espaço) por meio de equipamento de recepção (receptores e fones de ouvido) a ser distribuído em um ponto de apoio central, além de tour-tátil para portadores de baixa ou ausência de visão.3. Medidas de Acessibilidade AtitudinalO projeto priorizará a qualificação humana e a sensibilização para promover um ambiente de acolhimento e respeito mútuo, elemento indispensável para a experiência inclusiva em praça pública.I. Formação da Brigada de Acessibilidade: Toda a equipe de trabalho (produção, segurança, brigadistas, orientadores de público e artistas) será submetida a um treinamento obrigatório em acessibilidade atitudinal, que abordará linguagem adequada (terminologias e comunicação respeitosa), técnicas de auxílio à locomoção (uso de cadeiras de rodas e guia de pessoas cegas), acolhimento de pessoas com TEA e deficiências invisíveis, e manejo de equipamentos de tecnologia assistiva.II. Atendimento Prioritário: Garantia de atendimento preferencial e ágil para todas as pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos, gestantes, lactantes e pessoas com criança de colo em todos os pontos de serviço (informações, distribuição de equipamentos e banheiros).III. Comunicação Clara: Orientação para que a equipe utilize linguagem simples, clara e direta, e dirija-se diretamente à pessoa com deficiência, e não ao seu acompanhante, respeitando sua autonomia e capacidade de decisão.IV. Sensibilização do Público Geral: Inclusão de mensagens de sensibilização para a cultura do respeito e da inclusão nos avisos de palco (antes da apresentação) e em toda a comunicação visual do evento, orientando sobre a importância da desocupação das rotas acessíveis e o respeito às áreas reservadas.V. Recursos Humanos Específicos: Pessoal treinado para atuar como guia para pessoas cegas ou surdocegas (Guia-Vidente) e para apoio a pessoas surdas/com deficiência auditiva (Guia-Ouvinte) que precisem de auxílio para orientação no espaço.4. Acessibilidade Informacional e Cognitiva As informações sobre o projeto, o evento e os recursos de acessibilidade serão fornecidas em múltiplos formatos, garantindo o acesso prévio, durante e pós o espetáculo:I. Divulgação Acessível: Materiais Digitais: Todo o material de divulgação (redes sociais e website) será acessível, utilizando textos alternativos (alt text) para imagens, vídeos com legendas/Libras e sites compatíveis com leitores de tela (screen readers).II. Sinalização Acessível: No local, faremos utilização de placas informativas (incluindo pictogramas universais de acessibilidade) em contraste e alto relevo, dispostas em altura de fácil alcance visual e tátil.III. Equipe de Apoio: Presença de uma equipe de acessibilidade treinada para acolhimento, orientação e acompanhamento (incluindo guias-ouvintes e guias-videntes), atuando nos pontos de chegada, na Rota Acessível Tática e na Área de Ponto de Vista Otimizado.

Democratização do acesso

I. RELEVÂNCIA TEMÁTICA E IMPACTO SÓCIO-HISTÓRICOO projeto é a celebração teatral da vida de Miguel Arraes, uma das figuras mais influentes na política do Nordeste e na luta pela redemocratização. O espetáculo se propõe a ser um instrumento de educação cívica e resgate de identidade cultural.Conexão com a Base e o Nordeste Profundo: Ao focar na figura de Arraes, reconhecido por sua defesa intransigente das classes mais baixas e por programas inovadores como o Movimento de Cultura Popular (MCP) – que levava arte e educação ao povo –, o projeto estabelece uma ressonância imediata com o público das periferias e do interior. Ao apresentarmos uma história de líder exilado pela Ditadura Militar, mas que retorna anistiado para tornar-se novamente governador do seu Estado para o público, que mais sofreu com a repressão e a desigualdade, é um ato de reparação histórica e de formação de consciência crítica. O teatro, ao vivo, se torna um veículo potente de memória, especialmente em regiões com escassez de recursos didáticos sobre a história local.Formação Cívica e Memória Democrática: O espetáculo contribui diretamente para a meta de formação de público e para o fortalecimento do imaginário democrático. Levar o espetáculo para as praças do interior significa que a cultura está onde o povo está. Cria-se um ambiente de encontro e diálogo comunitário pós-apresentação, estimulando a troca de gerações (idosos que viveram a época de Arraes e jovens) e o senso de pertencimento, valorizando o papel do Nordeste na história nacional, um diferencial que legitima o aporte de recursos incentivados.A nossa proposta materializa, na prática, as prioridades da Lei de Incentivo à Cultura, especialmente as diretrizes de fomento à descentralização e ampliação de acesso estabelecidas pela recente Instrução Normativa MinC nº 23/2025.A. Descentralização e Acesso Universal (Art. 30, II)O plano de circulação é o principal elemento de democratização do projeto, combatendo a crônica desigualdade na distribuição de produtos culturais.100% de Gratuidade: A gratuidade total das 20 apresentações elimina completamente a barreira econômica do acesso, garantindo o pleno exercício dos direitos culturais pelo público de baixa renda, em alinhamento com o Art. 1º, I, da Lei 8.313/91. Por ser realizado em espaços públicos abertos (teatro de rua/arena), nosso projeto se torna acessível a pessoas que nunca frequentaram um teatro convencional, ou mesmo de rua, como é o nosso caso, transformando praças e quadras em equipamentos culturais, superando a baixa taxa de equipamentos disponíveis no interior do Nordeste. Ainda assim, o nosso foco será em bairros menos assistidos, com preferência àqueles de baixo IDH, não apenas cumprindo o Art. 30, II (que exige apenas 20% das atividades em regiões menos assistidas), mas o supera em 100%. Isso representa por nós, um compromisso real com uma efetiva política de Regionalização da Produção Cultural (Art. 1º, II). Conforme dados do IBGE, o Nordeste detém os maiores índices de desigualdade de renda e o menor número de cinemas e teatros. O investimento neste projeto é um contraponto estratégico a essa disparidade, levando arte a quem mais precisa e menos a consome, reforçando a ideia de que o incentivo fiscal deve priorizar a correção de distorções regionais.B. Ação Formativa de Impacto e Inclusão (Atividade Complementar)A formação é um dos legados do projeto, atuando na capacitação da cadeia produtiva local.Chamaremos de o "LABORATÓRIO DO GUERREIRO" e o Fomento à Criação Artística: Realizaremos 20 Oficinas, com duração de 4 horas, no horário da manhã, nos dias de apresentação em cada cidade de Interpretação e/ou Expressão (Corporal ou Vocal) por um membro do elenco ou equipe, e em cada localidade semear e incentivar polo de formação artística para pessoas ou grupos artísticos que por ventura a localidade possua, agregando valor técnico e pedagógico. A escolha por uma "Dramaturgia do Oprimido Itinerante" como metodologia é uma inovação estratégica. Foca no uso do corpo e da voz para a criação de cenas a partir de narrativas e vivências locais, capacitando jovens e artistas a transformarem a problemática de seu próprio bairro em expressão artística. Esta ação de inclusão produtiva e fomento à criação está alinhada às novas prioridades da IN, gerando um efeito multiplicador e autônomo na cena cultural do interior, muito além do período de execução do projeto.Com aprovação do nosso projeto: "MIGUEL ARRAES: HISTÓRIAS DE UM GUERREIRO" daremos vazão a uma iniciativa que, por pouquíssimas vezes foi vista em nossa região.Combate a Desigualdade Cultural: Levar um produto cultural de qualidade e de temática histórica relevante, com entrada franca, a 20 diferentes localidades no interior e que raramente recebem grandes produções.Gera Legado: Além do espetáculo, as oficinas do "Laboratório do Guerreiro" deixam um legado de capacitação técnica e autonomia artística para jovens e grupos locais.Alinhamento Político: Materializa o compromisso do Ministério da Cultura com a descentralização e o fomento à produção artística engajada com a história e o povo.A aprovação deste projeto garante um retorno social e formativo exponencial, consolidando-o como um exemplo prático do uso da Lei Rouanet para a democratização real e vibrante da Arte no Nordeste brasileiro. É uma iniciativa exemplar na cultura brasileira. A aprovação não apenas garante a circulação de uma obra de relevância histórica, mas chancela um modelo de gestão que utiliza a Lei Rouanet como ferramenta de inclusão social e equidade regional. A combinação de gratuidade total, itinerância estratégica e formação inovadora demonstra uma proposta de impacto máximo e de indiscutível valor estratégico para a aplicação das diretrizes de democratização do MinC.

Ficha técnica

Parte dos profissionais ainda não são citados na ficha técnica, bem como o elenco, visa uma estratégia pautada por conceitos de economicidade, transparência, otimização do processo seletivo e compromisso com a qualidade artística do espetáculo. A ausência de identificação nominal neste momento representa uma medida estratégica de gestão e planejamento, que visa otimizar os recursos públicos e garantir a máxima qualidade artística e transparência na execução do projeto, por meio de um processo seletivo profissional. Além, de manter por hora, sigilo quanto às diretrizes de produção do espetáculo, que ainda se encontra em fase de planejamento, evitando compromissos antecipados, mesmo de modo informal.Ficha Técnica: Adaptação e Pesquisa do Texto: Carlos Carvalho Encenação: Carlos Carvalho Assistência de Direção: a ser definido Figurinos e Adereços: Marcondes Lima Cenários: Cláudio Lira Produdor Executivo: Taveira Junior Designer de Luz: Jathyles Miranda Execução de Iluminação: a ser definido Trilha Sonora Original: a ser definido Execução de Figurinos: a ser definido Confecção de Adereços: a ser definido Execução de sonoplastia: a ser definido Camareira: a ser definido Chefe de Contrarregra: a ser definido Realização: Galharufas Produções Taveira Junior - Produtor Executivo Ator há 41 e produtor há 36 anos. Possui em seu curriculum como produtor e ator 68 peças em diversas Companhias de Teatro de Pernambuco, em espetáculos adultos e infantis, com vários encenadores. Possui um total de 34 espetáculos em que atuou como Produtor Executivo. Atualmente, produz seus espetáculos com sua Companhia: a Galharufas Produções, fundada em 1994, que tem em seu curriculum vinte e seis espetáculos montados profissionalmente. Vencedor de vários editais de Incentivo à Cultura, em níveis municipais (SIC e Fomento), estaduais (Funcultura) e Federais (por 03 anos consecutivos o Myriam Muniz/ Funarte). Em 2023, produziu o espetáculo infantil: Cidade dos Karianthos, com direção de Cláudio Lira. É responsável pela produção do espetáculo: Noite, de Ronaldo Correia de Brito, com direção de Cláudio Lira e que ainda se encontra em cartaz. Recentemente, foi contemplado pelo SIC-Recife e se encontra em fase de produção da peça: Os Ambulantes de Deus, texto adaptado do romance homônimo de Hermilo Borba Filho, com direção de Carlos Carvalho. Carlos Carvalho - Diretor e Dramaturgo Recentemente contemplado pela montagem de um texto de Hermilo Borba Filho: Os Ambulantes de Deus, é atualmente um dos principais pilares do estudo de folguedos populares no Estado. Foi premiado em 2018 com o espetáculo Mucurana, um adaptação do conto O peixe de Hermilo Borba Filho, no XXIV Janeiro de Grandes Espetáculos, e atualmente é Diretor do Centro de Formação Apolo-Hermilo na cidade do Recife, ao mesmo tempo que produz e cria seus espetáculos. Com uma experiência de mais de 30 anos dirigindo peças e filmes publicitários, é um dos criadores mais profícuos da cena teatral pernambucana, sobretudo a partir da década de 1980, quando as marcas de seu olhar autoral se firmam em meio à diversidade de suas investigações estéticas. Galharufas Produções A Galharufas Produções completou no ano de 2025, seu trigésimo primeiro ano de atividades. Possui 26 espetáculos montados profissionalmente. Em maio de 2008 estreamos “O Crime do Padre Amaro”, de Eça de Queiroz, sob direção de Lúcio Lombardi. O projeto foi possível pelos dois prêmios sucessivos: o Prêmio Myriam Muniz, e de Fomento da Prefeitura da Cidade do Recife. Em 2009, a nossa Companhia foi, pelo segundo ano agraciada pelo Prêmio Myriam Muniz, para a montagem do espetáculo infanto-juvenil “Maria Borralheira”, de Vladimir Capella. Ainda em 2009, e pelo terceiro ano seguido, o Prêmio Myriam Muniz, foi-nos novamente concedido, com o texto: “A Visita da Velha Senhora”, de Friederich Dürrenmatt, com direção de Lúcio Lombardi. Aprovados em 2013, pelo Funcultura, montamos: “A Mandrágora”, com adaptação de Guilherme Vasconcelos e direção de Marcondes Lima. Contemplados com o Funcultura num projeto de circulação estadual, percorremos 11 cidades do interior de Estado. Em 2017, estreamos “A Ópera do Sol”, de Adriano Marcena, com direção de Carlos Carvalho. Em 2018, estreamos o último espetáculo de Antonio Cadengue: “Em Nome do Desejo”. Em 2022, estreamos o espetáculo Cidade dos Karianthos, de Valdir Oliveira. Recentemente cumprimos temporada, com a peça Noite, de Ronaldo Correia de Brito, com direção de Cláudio Lira, e encontra-se concorrendo em editais de temporadas e festivais pelo país. Jathyles Miranda - Light Designer Cênico Hoje em dia, é um dos mais renomados iluminadores de grandes bandas, shows e espetáculos de Teatro e Dança do Brasil. Seu primeiro contato com iluminação cênica ocorreu ainda na adolescência, quando se envolveu em um curso de teatro, mas seu interesse estava nos bastidores. Foi então, arrebatado pela arte! São alguns de seus trabalhos: Auto da Compadecida, com direção de Marco Camarotti; As Grávidas, direção de Izaltino Caetano; A Bela e a Fera, direção de Felipe Botelho; Beckett in White, dirigido por Geovan Sabino; Mito ou Mentira?, de Carlos Sales; Alheio, dirigido por Leidson Ferraz e Revolução na America do Sul, com direção de Manoel Constantino. Diversas vezes premiados em dezenas de Festivais e Mostras pelo País, é também desde o início, o Iluminador de O Baile do Menino Deus, espetáculo que permanece em cartaz, no mês de dezembro em Recife, desde 1998. Marcondes Lima - Figurinista e Aderecista Doutor e Mestre em Artes Cênicas e Professor da UFPE, desde 1992, ministra aulas nas disciplinas de Cenografia, Maquiagem e Indumentária, no Curso de Licenciatura em Educação Artística - Artes Cênicas. É também encenador, cenógrafo, figurinista, maquiador, ator e bonequeiro, tendo desempenhado tais funções em diversas e importantes produções para a cena pernambucana. Foi um dos sócios fundadores da Companhia Mão Molenga Teatro de Bonecos, e com ela tem realizado pesquisas, espetáculos teatrais e produções para vídeo e televisão. Sua pesquisa tem como fundamento a investigação da arte dos brincantes pernambucanos, com foco principal nos Mestres Mamulengueiros: O Riso no Teatro de Bonecos como Instrumento Didático e A Arte do Brincante no Mamulengo e no Bumba-Meu-Boi são, respectivamente, os títulos de seus trabalhos para a conclusão de Especialização e Mestrado em Artes Cênicas. Claudio Lira - Cenógrafo e Designer Premiado Diretor Teatral, Ator, Produtor Cultural, Designer Gráfico, Cenógrafo e Figurinista. Formado em Desenho Industrial/Programação Visual (UFPE), começou a estudar Teatro em 1992, em seguida entrou para Companhia Teatro de Seraphim, onde durante 18 anos participou como ator e assistente de direção, de alguns dos espetáculos desta Companhia. Nos anos 2000 começou a e desenvolver seus primeiros trabalhos como encenador, rendendo reconhecimento e prêmios em nosso meio teatral. Projetou mais de 20 estudos cenográficos para espetáculos de Teatro e Dança, em Pernambuco. É ainda autor do livro sobre o cenógrafo Beto Diniz “Beto Diniz: construtor de cenas e sonhos”, lançado pela Prefeitura da Cidade do Recife no XII Festival Recife de Teatro Nacional. Também é Designer Gráfico e trabalhou durante 15 anos como diretor de arte de diversas agências de Publicidade no Recife, como designer criou mais de 100 identidades gráficas para espetáculos de teatro e dança, e para empresas como o Sesc - Pernambuco e CEPE - Companhia Editora de Pernambuco.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Afrânio PernambucoArcoverde PernambucoBonito PernambucoCaruaru PernambucoExu PernambucoGaranhuns PernambucoGoiana PernambucoJaboatão dos Guararapes PernambucoLimoeiro PernambucoManari PernambucoOlinda PernambucoPalmares PernambucoPetrolina PernambucoRecife PernambucoSalgueiro PernambucoSerra Talhada PernambucoSão Benedito do Sul PernambucoSão José do Egito PernambucoSão Lourenço da Mata PernambucoToritama Pernambuco