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O espetáculo de dança "Paixão e Guerra no Sertão de Canudos" é uma obra cênico-dançante que propõe um mergulho sensível e poético na história da Guerra de Canudos, um dos episódios mais marcantes e dolorosos da formação social e cultural do Brasil. Por meio da dança teatralizada, o espetáculo revisita o sertão baiano do final do século XIX, quando Antônio Conselheiro e seus seguidores enfrentaram a incompreensão do poder político e militar da recém-proclamada República. Mais do que retratar um conflito armado, a montagem busca revelar as emoções, as crenças e a força do povo sertanejo, entrelaçando fé, amor, resistência e tragédia. A narrativa é conduzida por uma linguagem coreográfica que combina elementos da cultura popular nordestina, como o xote, o xaxado, baião, o toque do tambor entre outros ritmos musicais brasileiros, com recursos contemporâneos da dança teatral, criando um diálogo entre o tradicional e o moderno. Visualmente, o espetáculo aposta em figurinos inspirados nas cores do sertão, em cenografia simbólica e iluminação dramática que reforçam o contraste entre a seca e a esperança, a guerra e a paixão. "Paixão e Guerra no Sertão de Canudos" não é apenas uma reconstrução histórica, é uma celebração da identidade nordestina, um tributo à resistência de um povo que, mesmo diante da dor e da injustiça, manteve viva a chama da fé e da dignidade. A proposta valoriza a memória cultural do Nordeste, promovendo reflexão sobre temas atemporais como intolerância, desigualdade, esperança e coragem popular, utilizando a arte como instrumento de educação, resistência e pertencimento.
No coração árido do sertão baiano, nasce um sonho, o sonho de um povo que acreditou na fé, na justiça divina e na força da coletividade.“Paixão e Guerra no Sertão de Canudos” é um espetáculo de dança que revisita, com poesia e emoção, a saga dos sertanejos liderados por Antônio Conselheiro, em meio à seca, à esperança e à guerra.A obra mistura movimentos da dança contemporânea com elementos da cultura popular nordestina, criando uma linguagem corporal que traduz o amor, a fé, o sofrimento e a resistência do povo de Canudos.Entre passos, gestos e silêncios, o público é conduzido a uma travessia simbólica, onde o chão rachado se torna palco, e o suor se transforma em canto.Mais do que narrar um episódio histórico, o espetáculo revela a alma do sertão: sua força, sua dor, sua beleza e sua fé inabalável.É uma dança que pulsa como o coração nordestino, teimosa, valente e cheia de esperança.“Paixão e Guerra no Sertão de Canudos” é, acima de tudo, uma celebração da resistência humana e da identidade cultural nordestina, um convite à reflexão sobre o poder da fé, da arte e da coletividade frente à injustiça e à opressão.
OBJETIVO GERALPromover, por meio da linguagem da dança, uma releitura artística e sensível do episódio histórico da Guerra de Canudos, destacando a força, a fé, a resistência e a identidade cultural do povo sertanejo, contribuindo para a valorização da memória, da cultura popular nordestina e da formação crítica do público.OBJETIVOS ESPECÍFICOS->Resgatar e reinterpretar o contexto histórico e simbólico da Guerra de Canudos através da arte da dança, conectando passado e presente;->Valorizar a cultura nordestina e suas expressões corporais, musicais e estéticas, incorporando elementos do forró, xaxado, aboio e outras manifestações populares;->Evidenciar o protagonismo do povo sertanejo, suas crenças, paixões e lutas, transformando sua trajetória em linguagem cênica acessível e emocionante;->Estimular o senso de identidade e pertencimento cultural entre artistas, estudantes e espectadores, reforçando o papel da arte como instrumento de memória e reflexão social;->Promover a inclusão e o fortalecimento de grupos locais de dança e cultura popular, incentivando a produção artística no interior do Rio Grande do Norte e do Nordeste;->Desenvolver ações formativas e educativas (oficinas, debates, ensaios abertos) que aproximem o público do processo criativo e do valor histórico do tema;->Contribuir para a democratização do acesso à arte, levando o espetáculo a espaços culturais, escolas e comunidades, ampliando o alcance da produção cultural regional.
.O espetáculo "Paixão e Guerra no Sertão de Canudos" nasce do desejo de recontar, por meio da dança, um dos episódios mais marcantes e simbólicos da história do Brasil — a Guerra de Canudos —, não apenas como um fato histórico, mas como um grito poético de resistência, fé e humanidade.A Guerra de Canudos representa um marco de injustiça social, intolerância religiosa e luta popular, vivida por um povo sertanejo que, movido pela fé e pela esperança, enfrentou o poder militar da recém-proclamada República. Apesar de derrotados pelas armas, os sertanejos permaneceram invictos na memória e no espírito do Nordeste, tornando-se símbolo de coragem, dignidade e resistência cultural.Transformar essa narrativa em dança é uma forma de resgatar a memória coletiva e emocional do povo nordestino, utilizando o corpo como instrumento de expressão e reflexão. O espetáculo propõe uma leitura sensível e contemporânea do conflito, destacando os sentimentos de amor, dor, fé e luta que marcaram a vida dos sertanejos de Canudos.Além de sua relevância histórica, a proposta dialoga com questões sociais ainda atuais, como desigualdade, intolerância, exclusão e resistência cultural, estimulando o público a refletir sobre as repetições desses conflitos na sociedade contemporânea.Através de uma fusão entre dança contemporânea e manifestações populares (xaxado, baião, aboio, toadas), o espetáculo reafirma o valor e a força da cultura nordestina como linguagem viva e pulsante, capaz de emocionar, ensinar e transformar.Desenvolver essa obra é também um ato de valorização dos artistas e grupos locais, fortalecendo a produção cultural de base comunitária e o protagonismo do interior do Rio Grande do Norte no cenário artístico.Portanto, "Paixão e Guerra no Sertão de Canudos" justifica-se como um projeto que une arte, memória e identidade, convidando o público a olhar para o passado com sensibilidade, reconhecendo nele a força e a beleza do povo que constrói o presente e sonha o futuro.
Em parceria com o terreiro de matriz africana do qual o pai de santo é membro de nosso grupo cultural há mais de 15 anos, e também faz parte de nossa equipe técnica como aderecista e cenógrafo, estamos incluindo todos os mebros daquele templo religioso nas ações de nosso espetáculo. Inclusive, utiizaremos o espaço do terreiro para realizar a oficina de corte e costura, já que eles dispõe de maquinários e espaço para tal.
TÍTULO DA OBRA Paixão e Guerra no Sertão de Canudos NATUREZA DO PRODUTO Espetáculo de dança cênica com elementos de teatro e manifestações populares nordestinas. GÊNERO/LINGUAGEM ARTÍSTICA Dança contemporânea com influências da cultura popular nordestina (xaxado, baião, toadas, aboio, marchas e rituais cênicos). DURAÇÃO Aproximadamente 50 a 60 minutos de apresentação. TEMÁTICA CENTRAL A resistência, a fé e a paixão do povo sertanejo durante a Guerra de Canudos, reinterpretadas pelo meio da dança, do corpo e da expressão simbólica da cultura nordestina. ESTRUTURA CÊNICA O espetáculo é dividido em quatro momentos atos temáticos: 1° ATO: O Sertão e a Fé – a seca, a esperança e o nascimento de um sonho coletivo. 2° ATO: A Comunidade de Canudos – o amor, o trabalho e a vida em comunhão. 3° ATO: A Guerra e a Dor – a invasão, o sofrimento e o grito do povo. 4° ATO: A Eternidade e a Resistência – a fé que renasce e a memória que permanece. TRILHA SONORA Composição original e/ou arranjos de músicas nordestinas tradicionais, mesclando sons de aboio, sanfona, tambores e vozes sertanejas, criando uma ambiência sonora entre o épico e o poético. FIGURINO Figurinos inspirados na estética sertaneja do fim do século XIX, com tons terrosos, tecidos rústicos e adereços simbólicos (chapéus, lençóis, rosários, rendas), representando uma dualidade entre fé e guerra. ILUMINAÇÃO E CENOGRAFIA Iluminação: dramática e simbólica, destacando o contraste entre luz e sombra, entre o sagrado e o trágico. Cenografia: minimalista e sensorial, composta por elementos do sertão (areia, mandacarus cenográficos, tecidos e cruzes simbólicas) que se transformam durante a encenação. ELENCO E EQUIPE TÉCNICA Direção geral e coreográfica: Allan Phelype Assistência de direção: Heriábson Freire Elenco: 80 dançarinos / 10 atores Trilha sonora e sonoplastia: Herison Silvestre Iluminação: [Nome do iluminador] Figurino: José Alisson Cenografia: Herison Silvestre Produção executiva: Francisco Júnior Coordenação artística e técnica: Herison Silvestre PÚBLICO-ALVO Público geral, com foco em comunidades escolares, amantes da cultura popular, artistas e apreciadores da dança contemporânea e da história nordestina. ESPAÇO CÊNICO / REQUISITOS TÉCNICOS Quadras esportivas, arenas e/ou espaços públicos abertos;Piso plano, atualizado;Sistema de som profissional; Iluminação com refletores básicos; Área de camarim e preparação; Tempo de montagem:1 hora; Tempo de desmontagem: 1 hora. PRODUTO FINAL ->1 (um) Espetáculo de dança inédito, com circulação prevista em espaços culturais e festivais regionais. ->Possibilidade de oficinas e debates sobre a temática de Canudos e a dança popular nordestina como ação complementar. RESULTADOS ESPERADOS ->Valorização da memória e identidade cultural nordestina; ->Formação de público para a dança; ->Difusão da história e da arte popular do sertão; ->Fortalecimento da produção artística do interior potiguar e nordestino.
1) Produto APRESENTAÇÕES DO ESPETÁCULO JUNINO "PAIXÃO E GUERRA NO SERTÃO DE CANUDOS"a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:->As apresentações do espetáculo ocorrerão sempre em espaços públicos com total gratuidade ao público. Mesmo assim, um mês antes de toda agenda de apresentação estaremos realizando uma visita técnica aos locais agendados para verificar a infraestrutura de acesso às pessoas com deficiência, tais como: rampas, barras laterais, além de uma acessibilidade geral (viabilidade de chegada ao local) de acesso ao local de apresentação do espetáculo; Caso haja alguma inconsistência por parte da acessibilidade arquitetônica, realizaremos junto ao poder público da localidade o pedido afim de sensibilizar a adaptação do espaço para que possam receber da melhor forma às pessoas com dificuldade de acesso ao local do evento.b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:Para pessoas com deficiência visual:->Autodescrição de cada ambiente onde será realizada cada apresentação (desde a arena até a plateia) afim de fornecer as informações necessárias do ambiente onde a mesma está inserida;->Disponibilidade de acesso, meia hora antes do início do espetáculo junino, para que pessoas cegas ou com baixa visão possam visitar e tocar os adereços, cenários e figurinos do espetáculo afim de obter informações essenciais do uso de cada elemento cenográfico, sempre acompanhado de por um profissional de autodescrição. Além da confecção e distribuição de panfletos com a sinopse do espetáculo e a descrição de cada cena em braile.Para pessoas com deficiência auditiva:->Contratação de profissionais Intérpretes de LIBRAS com formação em nível superior para realizar este trabalho de inclusão de ouvintes nos contextos de Cultura Surda e acesso dos Surdos em produções culturais em linguagem fonética;->Reserva de assentos em locais próximos as caixas de som para sentir a vibração sonora.Para pessoas com deficiência intelectual e autista:-> Monitoria especializada inclusiva (proteção de sons altos, luzes fortes e multidões para pessoas no caso de pessoas TEA);->Disponibilização de cadeiras na frente do espetáculo para pessoas com TEA e seu acompanhante em locais com iluminação amena, menos barulho ou aglomerações;->Fast pass em filas de acesso para pessoas com TEA.
Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação de acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);O presente espetáculo será realizado em espaços públicos de forma totalmente gratuita para todos públicos.II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo seus acompanhantes;Dois meses antes do início das apresentações do Espétáculo Junino "Paixão e Guerra no Sertão de Canudos", visitaremos cada cidade, que está em nossa agenda de apresentações, para um diálogo com o poder público municipal e inicativa privada afim de tratarmos assuntos como acessibilidade ao público, onde articularemos as adptações dos locais públicos para uma acessibilidade viável para quem dela desfrutará, assim como trataremos acerca da disponibilidade de transporte gratuito ao público (sempre buscando agir dentro das prerrogativas da democratização de acesso e a acessibilidade). Comunicamos que este diálogo não se dará apenas com o setor público, mas também buscaremos apoios do setor privado).III - disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensaio, e doe outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e autodescrição;Através de nossas plataformas digitais iremos dispor todo material registrado durante as apresentações do espetáculo junino ao público. Teremos a sensibilidade de todo material audiovisual ser disponibilizado com a presença do intérprete de libras e com autodescrição.IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros exios de comunicação gratuitos;Haverão apresentações onde serão realizadas pelas maiores TV's locais do estado do Rio Grande do Norte, como a Inter TV Cabugi e a TV Ponta Negra, além de apresentações em cidades onde há suas TV's, como no caso da cidade de Mossoró-RN com a TV TCM e a cidade de Currais Novos-RN com a Sidy's TV. Todas estas veicularão as apresentações dos espetáculos. Daremos destaque na Inter TV Cabugi (afiliada da Rede Globo) e na TV Ponta Negra (afiliada do SBT) quem possuem abrangência em todo o estado do Rio Grande do Norte e transmitem um programa especial somente com as apresentações dos espetáculo junino.V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas ao projeto, tais como ensaios abertos, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Por natureza, nossos ensaios recebem a visita do público externo. Para a realização do Espétáculo Junino "Paixão e Guerra no Sertão de Canudos" necessitaremos realizar treinamentos e oficinas nos contra turnos dos ensaios, com o público interno e externo (que deseje participar das oficinas) a fim de preparar, da melhor maneira, o espetáculo. Atenderemos um público direto, de no mínino 100 integrantesd, e indireto de no mínimo 10 mil pessoas (espectadores). Ao iniciarmos o projeto realizaremos uma ceromônia de lançamento, onde faremos uma exposição memorial no qual mostraremos todo o trajeto de 20 anos de nosso grupo cultural.VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;O projeto em questão visa participar das festividades juninas das escolas do município de Macau-RN, onde atenderemos um público infantil e seus educadores. Além de alcançarmos o público de adolescentes e jovens, os mesmos já estarão inseridos diretamente na execução do projeto cultural.
PROPONENTE/PRODUTOR RESPONSÁVEL: ASSOCIAÇÃO CULTURAL JUNINA OXENTEA Associação Cultural Junina Oxente - ACJO - nasceu da Quadrilha Estilizada Junina Oxente, que em 2026 comemorará 20 anos de espetáculos juninos. Além de ter como carro chefe a cultura junina, a ACJO realiza ações culturais em diversas áreas. Já promoveu um musical falando sobre a origem da sua cidade natal, já resgatou as tradicionais festas e São João de rua da cidade de Macau. Enfim, ao longo de todo esse tempo este proponente vem realizando ações nas mais diversas áreas da cultura.COORDENAÇÃO GERAL: FRANCISCO DAS CHAGAS BESERRA DE ALBUQUERQUE JÚNIORO coordenador geral do nosso projeto, o Espetáculo Junino "Paixão e Guerra no Sertão de Canudos", é o quadrilheiro Francisco das Chagas Beserra de Albuquerque Júnior, 38 anos, natural e residente na cidade de Macau-RN, conhecido em nossa cidade pelo nome artístico Júnior Oxente, homossexual, pardo, professor licenciado em pedagogia e licenciado em Ciências da Religião, mestrando em ciências da educação, reconhecido como Mestre de cultura dos movimentos juninos, através do Edital de Premiação Multicultural da Lei Paulo Gustavo nº 03/2023, no Rio Grande do Norte. Atua desde criança no movimento junino, somando mais de 30 anos neste segmento cultural. Júnior Oxente já passou por diversos grupos juninos, tais como: Arraial São João do Povo (Macau-RN), Arraiá da Juventude (Alto do Rodrigues-RN), Quadrilha Explosão Potiguar (Alto do Rodrigues-RN), Quadrilha Estrela do Sertão (Macau-RN) e Quadrilha Estilizada Junina Oxente (Macau-RN), onde nesta última se encontra desde o ano de 2008 até os dias atuais. Júnior Oxente já atuou na condição de dançarino, coreógrafo e até mesmo como diretor nos grupos acima mencionados. Nascido em Macau-RN, Francisco Júnior é licenciado em Pedagogia, Licenciado em Ciências da Religião, possui cursos de extensão na área de Cultura e cidadania. Atualmente está cursando o curso superior tecnólogo em Produção cultural pela Uniasselvi.PROJETISTA TEMÁTICO E COMPOSITOR MUSICAL: HERISON DA SILVA SILVESTREHerison da Silva Silvestre, nasceu em 02 de agosto de 1981, na cidade do Natal-RN, licenciado em Letras pela Universidade Potiguar, pardo, começou a participar do movimento junino no ano de 1995 no Arraiá Sokaí. Herison é compositor, Poeta, Coreógrafo, Projetista e Produtor Cultural, atua no cenário artístico do Rio Grande do Norte, produzindo peças de musicais, sambas de enredos e espetáculos culturais. Atua como compositor na Escola de Samba Águia Dourada, situada no tradicional bairro do Alecrim na capital Potiguar. Além dos reconhecimentos da Câmara Municipal de Natal e da Assembleia Legislativa do RN pelos relevantes serviços prestados. Recebeu também o título de cidadão macauense pelos diversos serviços prestados à cidade de Macau - RN. Além do reconhecimento da Câmara Municipal de Natal pelos relevantes serviços prestados à capital potiguar, assim como reconhecimento da Assembleia legislativa do RN. Recebeu também o título de cidadão macauense pelos diversos serviços prestados à cidade de Macau - RN. Como citado inicialmente, Herison Silvestre é natalense, mas possui diversos trabalhos desenvolvidos pelo Rio Grande do Norte, como em Macau-RN, Natal-RN, Santo Antônio do Salto da Onça-RN, Lajes-RN. Podemos conferir a seguir sua trajetória de sucesso, não só pelo Rio Grande do Norte, mas com trabalhos além de nossa Unidade Federativa.DIRETOR DE PRODUÇÃO: HERIÁBSON FREIRE DA COSTA GÓESHeriábson Freire da Costa Goes, nascido e residente em Macau-RN, professor licenciado em ciências biológicas, pardo, está no segmento junino há mais de 30 anos. Começou a participar deste movimento na década de 90, no extinto Arraiá Chibal Brasil. Heriábson esteve coreógrafo do Arraial São João do Povo (Macau-RN) entre os anos de 2003 e 2005, também como coreógrafo no Arraiá da Juventude (Alto do Rodrigues) no ano de 2004, foi fundador da Quadrilha Estilizada Junina Oxente (Macau-RN) em 2006, onde atuou como projetista e coreógrafo por vários anos. Em 2015 foi diretor de produção na Quadrilha Estilizada Explosão Potiguar (Alto do Rodrigues-RN), em 2023 foi fundador de uma nova quadrilha junina, desta vez a quadrilha junina Flor de sal, da escola CEIMH, em Macau-RN. Com sua vasta experiência no mundo junino, Heriábson soma-se ao nosso projeto como diretor de produção deste espetáculo junino. Além do mundo junino, Heriábson também foi produtor de atividades culturais em equipes da Semana de Artes, Cultura e Desportos do IFRN -SEMADEC/IFRN.DIRETORA ADMINISTRATIVA DO ESPETÁCULO: RITA VERONIQUE MARTINS DA SILVARita Veronique Martins da Silva, mulher negra, natural de Macau-RN, possui 40 anos, casada, mãe de dois filhos, residente e domiciliada na mesma cidade de naturalidade, é Pedagoga formada pela UFRN e especialista em Educação Inclusiva pelo IFRN. Professora efetiva do quadro docente do estado do Rio Grande do Norte, é comprometida com a qualidade da educação pública. Além da área de atuação profissonal, Rita Veronique participa fortemente da cultura junina há mais de 20 anos. Já de grupos juninos como: Arraial São João do Povo (2003 a 2007) e Junina Oxente (2008 aos dias atuais). Atualmente é membra da diretoria executiva da Associação Cultural Junina Oxente, na condição de diretora administrativa eleita. Ao longo do tempo Rita Veronique tem valorizado e promovido a cultura local e entende que a é uma forma de aprendizado e integração comunitária.DIRETORA DE ARTICULAÇÃO: ANA CLÁUDIA ARAÚJO SA SILVAAna Claudia Araújo da Silva, mulher negra, possui 37 anos, nasceu em Mauá-SP, residente e domiciliada em Macau-RN há 20 anos. É servidora pública municipal, estudante do curso superior de Fisioterapia, apaixonada pela cultura popular, pela comunicação e pela produção de eventos. Já participou da organização e apresentação de diversos projetos culturais e sociais. Ingressou à Associação Cultural Junina Oxente no ano de 2022, onde ajudou na coordenação dos jovens integrantes do elenco do espetáculo musical "Duas ilha e uma história". Hoje é coordenadora da equipe Força Jovem Junina Oxente, onde comanda a articulação de mais de 60 jovens.COORDENADOR DE ADEREÇOS E CENÁRIOS: EDMILSON OLIVEIRA GUIMARÃESEdmislon Oliveira Guimarães, homem pardo, 37 anos, natural de Macau, líder religioso de matriz africana (pai de santo), profissional da área da serralheria e soldagens. Trabalhou em diversas empresas no estado do Pernambuco na área supracitada. Está no movimento junino desde o início dos anos 2000. De 2003 a 2007 esteve como dançarino no Arraial São João do Povo. Desde 2008 inegra a Quadrilha Junina Oxente. Já teve várias participações como dançarino, além de personagens e desde 2018 é aderecista e cenógrafo. Além do movimento junino, Edmislon Oliveira também atuou no movimento carnavalesco no anos de 2010 a 2016. Hoje é o responsável pelos adereços e cenários doEspetáculo Junino "Paixão e guerra no sertão de Canudos".COREÓGRAFO: ALLAN PHYLLIPE GOMES CASSEMIRO DE ARAÚJOAllan Phyllipe Gomes Cassemiro de Araújo, homem pardo, Bailarino, ator, diretor, artista plástico, gestor de esporte e lazer e pesquisador cênico, possui graduação em Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN (2015), graduação em Gestão Desportiva e de Lazer pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (2013) e Mestrado em Artes Cênicas pela UFRN (2019). Tem experiência na área de Artes e lazer, com ênfase em dança e teatro. Atualmente desenvolve uma pesquisa sobre os princípios do corpo excitativo e a cultura Inuit. É professor do Estado do Rio Grande do Norte desde 2016 trabalhando sempre com a junção entre a dança, o teatro e as questões das memórias excitativas corporais. Dirigiu os espetáculos "O que me consome..." (2015), "Matadouro Municipal" (2015) e o "Erotic Candy" (2014). Fez parte como intérprete nos espetáculos "Coppélia" (2011), "Navalhas Sociais" (2012), "Bodas de Sertão" (2012), "Revoada" - Arkhétypos Grupo de Teatro da UFRN (2014-2016) e "Gosto de Flor" - Arkhétypos Grupo de Teatro da UFRN (2017-2019). Teve sua estréia como Diretor do Grupo Arkhétypos no ano de 2019 com o Espetáculo Espólio. Autor de um dos capítulos do livro Arkhétypos Grupo de Teatro: Encontros e Atravessamentos (2017). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Dança-Teatro, atuando principalmente nos seguintes temas: Jogo e Cena, Teatro Ritual, Dança-Teatro, Preparação Corporal, arte do encontro, artes visuais, lazer, desporto e Corpo excitativo.No mundo Junino, dança quadrilha desde 2006, passando por quadrilhas como Xique-xique no Remelexo, Oce tá boa, Encanta Natal (2009 e 2011), em 2014 entra para a Junina São João ajudando na parte artística em 2014, 2015, 2016 e em 2017, onde além de fazer a parte corporal dos bailarinos, ajudou em coreografias e na parte musical. Em 2018 assinou o projeto da Matutina Potiguar onde foi projetista e coreógrafo. No mesmo ano foi coreógrafo da estrela do Sertão. Em 2025 volta como bailarino da Junina São João com o tema “Almas Vaqueiras" e em 2026 assinará as coreografias do Espetáculo Junino "Paixão e guerra no sertão de Canudos", nesta Associação cultural.ASSISTENTE COREOGRÁFICA: RAYLLANA ALANA SILVA DA COSTARayllana Alana da Silva, natural e residente em Macau-RN, possui 31 anos de, mulher parda, ingressou no mundo junino aos doze anos de idade, exatamente no ano de 2006, ano de fundação da Quadrilha Estilizada Junina Oxente. Sua trajetória junina se confunde a trajetória da Quadrilha Estilizada Junina Oxente, pois a produtora ingressou neste grupo cultural no mesmo dia de sua fundação, dia 15 de março de 2006. Rayllana inicia suas atividades como dançarina no grupo e logo começa a ajudar nas coreografias. Com desenvoltura desenvolveu técnicas para ajudar as damas a manter postura e alinhamento de saias, começando daí a dar vida a cada coisa que faz. Em 2017, numa situação muito complicada para a Quadrilha Estilizada Junina Oxente, a jovem Rayllana, com sua garra, vestiu a camisa e mostrou que o grupo junino tinha forças e possibilidades para sair para realizar seus espetáculos juninos. Daí então assumiu a presidência e a coordenação geral do projeto junino daquele ano. Em meio a tantas outras diversidades, Rayllana nunca desistiu e esteve sempre presente em outros grupos culturais/juninos realizando seus trabalho culturais. A mesma já realizou trabalho na Quadrilha Filhos do Nordeste (Macau-RN), Quadrilha Estrela do Sertão (Macau-RN), Quadrilha Junina Flor de Sal da Escola CEIMH (Macau-RN), além da Quadrilha Estilizada Junina Oxente, de onde nunca saiu, estando até hoje em nosso grupo cultural. Além dos trabalhos juninos, Rayllana executa outros trabalhos culturais como musicais de aberturas de eventos importantes da escola CEIMH.FIGURINISTA: JOSÉ ALISSON DE SOUSA SILVAJosé Alisson de Sousa Silva, natural de Macau-RN, tem 33 anos, homossexual negro, é designer da moda, desde 2012 produz figurinos para espetáculos juninos. Dentre os quais podemos destacar os figurinos da Quadrilha Estrela do Sertão de 2012 a 2017, Quadrilha Junina Filhos do Nordeste de 2018 a 2023, ambos grupos juninos da cidade de Macau-RN, Quadrilha Vire e Mexe da cidade de Guamaré-RN, no ano de 2019. Além dos figrunos para os espetáculos da SEMADEC (Semana de Arte, Desporto e Cultura) do IFRN Campus Macau. Em 2026 estará assinando o figurino, além de assumir as oficionas de corte e costura do projeto do Espetáculo Junino "Paixão e guerra no Sertão de Canudos."
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.