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Montagem e apresentação de um espetáculo musical inspirado na trajetória e na obra de Lia de Itamaracá, exaltando a força feminina e a ancestralidade na cultura popular brasileira. Através da ciranda, do maracatu e do coco, o espetáculo celebra a música e a dança como resistência e identidade. Com canções originais e coreografias tradicionais, o projeto mergulha na riqueza da cultura pernambucana. O projeto se propõe a realizar roda de conversa
O musical combina teatro, música e dança para narrar a jornada de Lia — da infância na ilha de Itamaracá à consagração como ícone da cultura brasileira.Em cena, os vestidos de Lia espalham se pelo palco como bandeiras de cor e ancestralidade. O cenário traz bonecas gigantes, como no Galo da Madrugada, e o som do mar. O palco principal é a beira da praia, e Lia dança com os pés na areia. Danças e expressões populares:• Ciranda• Coco• MaracatuNas suas canções e na sua imaginação, a ciranda é habitada por personagens:• o Mar,• Iemanjá,• a Areia,• a Menina Jovem,• e a própria Ciranda, a roda eterna que gira entre o sagrado e o popular.O espetáculo terá direção musical voltada à sonoridade dos tambores e à cadência das cirandas, com arranjos que unem o tradicional e o contemporâneo. A cenografia e o figurino evocam olitoral pernambucano, as cores da terra e do mar, e os elementos simbólicos da cultura afro-indígena.
Objetivos Gerais : 1. Experiência imersiva na cultura popular brasileira - Um mergulho sensorial nas manifestações culturais de Pernambuco — como a ciranda, o maracatu e o coco — com músicas, danças e narrativas autênticas. 2. Valorização da ancestralidade e identidade cultural - Reflexões sobre pertencimento, memória e resistência por meio da trajetória de uma mulher negra, nordestina e símbolo da cultura popular. 3. Espetáculo com forte apelo estético e emocional - Elementos cênicos, musicais e coreográficos que emocionam e conectam o público com suas raízes ou com o Brasil profundo, muitas vezes invisibilizado. 4. Representatividade e empoderamento feminino - Inspiração para mulheres, especialmente negras e periféricas, ao mostrar a força de uma artista que superou barreiras sociais e se tornou referência nacional. 5. Acesso à arte de forma democrática - Uma oportunidade para públicos diversos — de centros urbanos a comunidades periféricas — de acessar um espetáculo de alta qualidade artística com temática popular.Objetivos Específicos:O projeto se propõe a realizar 26 apresentações musicais, sendo:- 12 apresentações do espetáculo no Estado do Rio de Janeiro- 12 apresentações do espetáculo no Estado de São Paulo- 2 apresentações do espetáculo em RecifeAção Formativa:- Uma Roda de Conversa em cada cidade sobre "A Mulher na Cultura Popular" e suas especificidades, contextualizando a obra e a importância da mesma na cultura popular brasileira.
A história de Lia de Itamaracá é, ao mesmo tempo, singular e universal. Sua trajetória traduz o espírito de resistência e alegria que caracteriza a cultura brasileira, especialmente nas comunidades tradicionais do Nordeste. A Ilha de Itamaracá é o berço da ciranda pernambucana, dança nascida das esposas dos pescadores que, enquanto esperavam seus maridos voltarem do mar, formavam rodas e cantavam de mãos dadas, descalças, girando na areia clara. A ciranda é confraternização, solidariedade e troca de energia. Além da diversão, existe uma missão espiritual: é dança, oração e resistência. Em um contexto em que as manifestações populares ainda enfrentam falta de visibilidade e valorização, o espetáculo surge como uma ação de preservação e difusão do patrimônio imaterial nacional. "A Onda Não Apaga" valoriza a presença da mulher negra na cena artística, homenageia os mestres da cultura popular e oferece ao público uma experiência estética e emocional de grande potência simbólica. Sua trajetória foi narrada por Marcelino em biografia, e por Michelle de Assunção, sua biógrafa mais recente. O April Rock, festival em Recife, abriu as primeiras portas para fora da ilha. Depois vieram os palcos do Brasil e do mundo. O New York Times a chamou de "a diva da música negra brasileira".Além de seu valor artístico, o projeto contribui para fortalecer o diálogo entre tradição e contemporaneidade, estimulando o reconhecimento e o respeito pelas raízes culturais do país.O projeto justifica por: Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC, com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no artigo 1º desta Lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do PRONAC atenderão, pelo menos, a um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O projeto prevê a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo Cultura em projetos Culturais, uma vez que, sendo a Lei Rouanet a maior e melhor ferramenta de possibilidades para se captar recursos junto a empresas, precisamos lançar mão dela para termos êxito no investimento ao nosso projeto. Outrossim, consideramos ser democrático e certo levar a cultura a todas as camadas da sociedade, considerando a execução das contrapartidas existentes.
O espetáculo terá a duração de 90min.O bate papo terá a duração de 90 min.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO - Os teatros escolhidos para as apresentações do espetáculo deverão, necessariamente, ser equipados com rampas de acesso, e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia, atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”.Item do orçamento: Locação de teatroACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilizaremos fones de ouvido com a gravação ao vivo na primeira apresentação do espetáculo e um QRCODE com a audiodescrição de cenário e figurinos do espetáculo nas demais sessões para os deficientes visuais, todas devidamente informadas no material de divulgação.Item orçamentário - audiodescrição e locação de equipamentos comprovado na etapa de divulgação e acessibilidadeACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Ofereceremos um tradutor de linguagem em libras em todas as sessões da peça, todas devidamente informadas no material de divulgação. Item orçamentário - Intérpretes em libras comprovado na etapa de divulgação e acessibilidadeACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Assistência pessoal para conduzir o espectador até o seu local na plateia e reserva de lugares (com acompanhante) nos corredores, perto da saída de emergência; atendimento preferencial, priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração.Item orçamentário - MonitoresPRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIALACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os teatros serão devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia e de seu acompanhante.Item do orçamento: Locação de teatroACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Também ofereceremos um tradutor de linguagem em libras nas palestras oferecidas na contrapartida social que ocorrerão em todas as cidades, devidamente informadas no material de divulgação.Item do orçamento: Intérpretes de libras e comprovado na etapa de divulgação e acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Assistência pessoal para conduzir o participante das palestras até o seu local na plateia.Item do orçamento: MonitoresACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Por se tratar de palestras com apenas falas, não vimos a necessidade da audiodescrição, mas o palestrante mencionará como estará situado no palco. O monitor também conduzirá o espectador até seu local na plateia, assegurando a reserva de lugar no corredor, perto da saída de emergência; igualmente priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração.Item do orçamento: MonitoresDessa forma, atenderemos as regras básicas dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146 de 6 de julho de 2015, art. 46 do Decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999 e do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, a fim de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência.
Conforme a IN nº 23 de 05/02/2025, a fim de alcançar um público heterogêneo, advindo de diversas regiões da cidade, de variadas condições socioeconômicas e diferentes níveis educacionais, disponibilizaremos conforme plano de distribuição abaixo:Art. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).V – 50% dos ingressos comercializados a valores de R$ 200,00 (inteira) e R$ 100,00 (meia entrada)E atendendo a IN MINC Nº 23 DE 05/02/2025:Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;estaremos realizando como medida de democratização de acesso, um ensaio aberto em São Paulo e um ensaio aberto no Rio de Janeiro.
FICHA TECNICA:Texto e Direção - Eduardo Barata e Elaine MoreiraEduardo Barata é um jornalista, produtor teatral e diretor brasileiro, fundador e presidente da Associação de Produtores de Teatro do Rio de Janeiro (APTR). Com mais de 30 anos de carreira, ele é responsável por mais de 60 peças produzidas e cerca de 1000 espetáculos assessorados para a imprensa. Últimos trabalhos: · HADDAD E BORGHI CANTAM O TEATRO, LIVRES EM CENA – 2025 Criação e Direção: Eduardo Barata, Roteiro: Eduardo Barata e Elaine Moreira, Equipe Criativa: Débora Duboc, Elaine Moreira e Elcio Nogueira Seixas.O ADMIRAVEL SERTÃO DE ZÉ RAMALHO – 2024 e 2025 - idealização e produção artística de Eduardo Barata, a direção de Marco André Nunes, o texto de Pedro Kosovski e a direção musical de Plínio Profeta e MuatoA VIDA NÃO É JUSTA – 2022 – direção: Tonico Pereira, com Léa Garcia, Emiliano Queiroz, Lorena da Silva e grande elenco. A PONTE E A ÁGUA DE PISCINA (leitura dramatizada) – 2021 – direção Amir Haddad, com Françoise Forton, Beatriz Campos e Jarbas Cardona. O MARIDO DO DANIEL – 2019 / 2020 - direção Gilberto Gawronski, com Bruno Cabrerizo e grande elenco.MINHA VIDA DARIA UM BOLERO - 2018- direção Rubens Camelo e Paulo Denizot- com Françoise Forton e Aloísio de Abreu. Elaine Moreira - Elaine Moreira é uma produtora de teatro, mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais (FGV) e diretora de produção na Barata. Ela tem um histórico extenso e premiado na área cultural, sendo responsável por produções significativas. É reconhecida por sua atuação no cenário cultural, especialmente no Rio de Janeiro, com foco na produção teatral e na elaboração de projetos que visam a valorização da cultura. Sarau Cultura Brasileira: Foi produtora e coordenadora de planejamento, atuando em espetáculos premiados como “A Hora da Estrela”, "Jacksons do Pandeiro" e “ELZA”.Atualmente, é diretora de produção da Barata Comunicação, da Cia Atores de Laura e da CultConsult, onde presta consultoria em projeto cultural e atua no mercado de produção. Já participou de mais de 60 produções de projetos culturais nos segmentos de teatro, música, dança, artes visuais e audiovisual. No teatro, trabalhou com importantes nomes da cena brasileira, como: Marília Pêra, Amir Haddad, Victor Garcia Peralta, Artur Xexéo, Gilberto Gawronski, Cacá Mourthé, Regina Miranda, Daniel Herz, Pedro Kosovski, Marco André Nunes, André Paes Leme, Geraldo Carneiro, Sergio Módena, Marcus Caruso, Flávio Marinho, Lucio Mauro Filho, Duda Maia, João Fonseca, Paulo de Moraes, Eduardo Wotzik, Jacqueline Laurence, Otávio Muller, Alessandra Vannucci e Walter Lima Jr.Cenario - Rostand Albuquerque, conhecido por trabalhos em teatro e por sua colaboração com a empresa de cenografia, a galpão6centos cenografia. Ele participou de espetáculos como "As Centenárias" e foi reconhecido pela sua atuação como cenógrafo. Também pode se referir ao nome do autor da peça "Cyrano de Bergerac", Edmond Rostand, que embora não seja um cenógrafo profissional, inspirou o cenógrafo Nello Marrese a criar cenários para essa obra, como o trabalho premiado por "Cyrano de Bergerac" em 2011. Figurinos - Rostand Albuquerque, um cenógrafo brasileiro com vasta experiência em teatro, ou ao famoso autor francês Edmond Rostand, que embora não seja cenógrafo, inspirou o cenário da peça Cyrano de Bergerac, adaptada por outros cenógrafos. Rostand Albuquerque é conhecido por seu trabalho em espetáculos como Gota d'água e O Grande Circo Místico. Rostand AlbuquerqueProfissão: Cenógrafo, diretor e figurinista.Experiência: Trabalha com teatro e audiovisual.Obras notáveis: Gota d'água, Minha Mãe é uma Peça e O Beijo no Asfalto.Prêmios: Ganhou diversos prêmios por seu trabalho em cenografia, incluindo o Prêmio APTR 2007 e o Prêmio FITA 2011.Outras informações: É membro da equipe do galpão6centos cenografia. Iluminador - Ana Luzia de Simoni é uma iluminadora cênica com mais de 15 anos de carreira no teatro e em shows. Ela é conhecida por seu trabalho em diversas produções, tendo sido técnica de iluminação no Teatro Poeira por oito anos e atuado com outros profissionais renomados, como Maneco Quinderé. Ana Luzia também já foi premiada com o Prêmio Shell por seu trabalho. Área de atuação: Teatro e shows.Experiência: Mais de 15 anos de carreira.Trabalhos notáveis:Técnica de iluminação no Teatro Poeira por 8 anos.Parcerias com iluminadores como Aurélio de Simoni e Maneco Quinderé.Criação de luz para peças como "Em Nome da Mãe" e "Auto do João da Cruz".Reconhecimento: Venceu o Prêmio Shell na categoria de melhor iluminação. Elenco Principal - Lia de Itamaracá a trajetória de Lia de Itamaracá, a "Rainha da Ciranda", é definida por sua rica história de vida e contribuições culturais que a tornaram uma das artistas populares mais reverenciadas do Brasil. Reconhecimentos e prêmiosPatrimônio Vivo de Pernambuco: Recebeu este título em 2005, em reconhecimento à sua contribuição cultural.Comendadora da Ordem do Mérito Cultural do Brasil: Título concedido pelo governo federal.Doutora Honoris Causa: Recebeu esta honraria da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em reconhecimento por sua contribuição à cultura, mesmo tendo frequentado a escola por apenas um ano.Embaixadora da Ciranda: Em 2008, recebeu este título da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Legado e contribuição culturalCentro Cultural Estrela de Lia: O espaço, onde ela ensinava ciranda para as crianças, foi transformado em um Ponto de Cultura em 2008.Resistência cultural: Sua trajetória é um símbolo de resistência, destacando a importância da cultura afro-brasileira e a luta das mulheres negras e periféricas.Inspiração para as novas gerações: Continua a levar a contação de histórias e a ciranda para escolas, mantendo a tradição viva. Preparadora Corporal - Caroline Monlleo Caroline Monlleo se destaca no cenário artístico brasileiro como uma profissional multifacetada, transitando entre a direção cênica, a direção de movimento, a preparação corporal, a atuação, a dança e o ensino. Sua trajetória é marcada por uma profunda investigação da expressividade física, buscando uma linguagem híbrida que conecta a dança e o teatro de forma singular.Atualmente, Caroline imprime sua marca na direção de movimento do espetáculo musical "O Admirável Sertão de Zé Ramalho", sob a direção geral de Marco André Nunes e com dramaturgia de Pedro Kosovski. Paralelamente, assume a direção cênica do show "Cartas pro Campeão", da multi-instrumentista Carol Panesi em homenagem a Hermeto Pascoal e do show "Tudo Quanto é Coisa", do grupo Farra dos Brinquedos. Este último projeto, iniciado em 2020, desdobrou-se em múltiplas plataformas, incluindo um vídeo-álbum e um pocket show, ambos disponíveis no YouTube, demonstrando a versatilidade de Caroline em adaptar sua visão cênica a diferentes formatos.O ano de 2023 também testemunhou seu talento na direção de movimento de produções relevantes como "Ensaio Sobre a Perda", dirigida por João Fonseca, e "[IM]PENETRÁVEL", com direção de Adilson Diaz (DF), peça que integrou a Mostra Internacional de Teatro de Catalão. Ainda assinou a direção cênica do Festival de Choro da Cidade (RJ-Amsterdam) que aconteceu na tradicional casa de show do Rio de Janeiro, Rio Scenarium, e contou com grandes nomes do gênero musical na programação. Sua expertise em preparação para a cena foi fundamental para o cantor Giuliano Eriston durante sua vitoriosa participação no The Voice Brasil 2021. Sua atuação como diretora de movimento e preparadora corporal se estende a uma lista expressiva de trabalhos teatrais, incluindo “Maratona de Nova York”, sob a direção de Walter Lima Jr., "Rio 2065" e "Vala Comum", ambos dirigidos por Ivan Sugahara; "Solidão, Que Nada!", dirigido por Adrén Alves e Ricca Barros; "Re-Trato", sob a direção de Daniel Chagas. Em 2018, foi coreógrafa do "Auto de São Sebastião", uma produção da Fundação Cesgranrio, e assinou a preparação corporal da peça infanto-juvenil "Quem é Você?", dirigida por Marcio Fonseca.
PROJETO ARQUIVADO.