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Com a proposta de realizar diálogos inéditos e construtivos sobre a história da cultura que veio dos navios negreiros, entendendo a trajetória e o desenvolvimento da sociedade carioca a partir da diáspora e, dar o devido respeito à cultura que vem dos terreiros, junto a uma multiplicidade de ritmos, modos, costumes e tradições, o projeto ORI MI - DIÁLOGOS DE ANCESTRALIDADE, propõe a realização de 10 rodas de conversa, inteiramente gratuitas, junto a personalidades e figuras públicas, entre pesquisadores, políticos e representantes respeitados de religiões de matriz africanas e de outras vertentes religiosas em museus, auditórios e espaços de terreiros, com exibição de todos os encontros ao vivo através das redes sociais e gravação de mini documentários.
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OBJETIVO GERAL: • Realização de 10 encontros do projeto ORI MI - DIÁLOGOS DE ANCESTRALIDADE, em 10 rodas de conversa, entre os meses de janeiro a setembro de 2026, para um público presencial e virtual, com previsão de alcance de, pelo menos 20 mil pessoas nos primeiros, promovendo e incentivando o conhecimento histórico e o debate antirracista na nossa sociedade, a valorização da cultura afro-brasileira e o reconhecimento dessas tradições discriminadas e invisibilizadas, ajudando no sentimento de pertencimento e no combate da intolerância religiosa e cultural do país. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Disponibilizar 100% de todos os acessos aos conteúdos gerados pelo produto cultural, inteiramente gratuitos e em diversas plataformas, desde somente áudio a audiovisuais. • Fomentar o mercado da cultura negra, gerando mais de 70 empregos diretos. • Investir na formação de plateia, valorização e empoderamento da cultura negra, afro-religiosa e originária, difundindo sua história e tradições centenárias. • Contribuir para diminuir preconceitos em relação às histórias da cultura afro-brasileira, e reafirmar essa herança cultural como a verdadeira mitologia brasileira. • Utilizar a cultura afro-brasileira como ferramenta de interação e transformação sociocultural. • Atrair a atenção do público e da mídia, expandindo sua visibilidade e possibilitando a continuidade do projeto, explorando dessa forma, diversos temas extremamente necessários a serem debatidos pela sociedade. • Desenvolver atividades voltadas para desenvolvimento de vivências de cultura afro brasileira tradicional e de patrimônio. • Desmistificar assuntos que permeiam as tradições afro religiosas, através do diálogo e da trocas de saberes. • Cultivar e valorizar as tradições e a história afro-Brasileira. • Reconhecer a diversidade e o valor artístico de manifestações locais de comunidades de matriz africana históricas, comunidades tradicionais e quilombolas. Com base nesses objetivos, o projeto atende o art 2º da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 05 DE FEVEREIRO DE 2025 e se enquadra nos seguintes incisos do artigo 3º do DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XI - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais e bens culturais materiais ou imateriais acautelados ou em processo de acautelamento; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação;
A educação de terreiro deve ser compreendida porque assim aprendemos quais contribuições as cosmovisões ancestrais junto com oralidade das mais velhas trazem para superarmos questões como o racismo, a fome e tudo o que assola a população preta até os dias de hoje, afinal o Brasil foi o último país da América a abolir a escravidão. O cuidado com o corpo, os novos hábitos e comportamentos, que permeiam as relações existentes dentro do terreiro em que nessa lógica uma criança pode ser mais velha que um adulto e um adulto pode ser considerado apenas um bebê, nos faz refletir sobre uma outra lógica de produção de existência que precisamos compreender. Fazer um evento sobre candomblé e terreiro na cidade do Rio de Janeiro, que tem a sua história atravessada por essa energia, é necessário para que nós criemos memória sobre qual é a verdadeira importância das pessoas pretas e como nós somos diretamente impactados com o que foi produzido pelos escravizados e que nos influencia até hoje. As mitologias afro-originárias-diaspóricas são a origem da identidade brasileira, são as histórias contadas pelas narrativas dos seus verdadeiros descendentes e não por narrativas eurocêntricas, criadas para negar heranças culturais, cortar raízes genéticas e submeter um povo à dominação. Quando a pessoa cresce sem acesso à sua cultura de formação e com raízes genéticas negadas, a sua identidade se desenvolve apartadas de cosmovisões que são primordiais para suas formas estar e ser singulares e coletivas no mundo. E um ser humano com a identidade fixada na cultura do colonizador, exalta e serve à cultura e a identidade do outro como narrativa única. Uma pessoa sem acesso à própria cultura, fica confusa politicamente, ideologicamente, esteticamente e até afetivamente. Portanto, culturas que foram apagadas, difamadas, criminalizadas e atacadas precisam ser descolonizadas. Entender as narrativas a partir da mitologia iorubá é fundamental para preservar e divulgar essa rica tradição cultural. A mitologia iorubá, a partir dos orixás, oferece uma visão única sobre a espiritualidade e os valores da comunidade. Ao olhar nas narrativas, os participantes não apenas se conectam com suas raízes, mas também aprendem a importância da oralidade como forma de transmitir saberes. Além disso, essa prática pode ser um poderoso instrumento para promover a diversidade cultural e fortalecer a identidade, especialmente em contextos urbanos. A troca de saberes ancestrais proporcionará um espaço para novas experiências, criatividade e reflexão sobre o feito dos orixás e como essas realizações impactam a vida de quem pratica o candomblé e de seu entorno. Os diálogos que permeiam sobre Educação de Terreiro são essenciais para promover o reconhecimento e a valorização das práticas educativas das tradições afro-brasileiras. Essas mesas proporcionarão um espaço de diálogo entre educadores, praticantes e acadêmicos, permitindo a troca de experiências e saberes que enriquecem o campo da educação. A educação de terreiro vai além da sala de aula e da educação formal, integrando valores, história e cosmologia dos povos de matriz africana. Discutir essas práticas contribui para a descolonização do conhecimento, valorizando a diversidade cultural e promovendo uma educação mais inclusiva. Além disso, a mesa permitirá abordar temas como a resistência cultural, a formação de identidade e a construção de uma sociedade mais justa. Ao reunir diferentes vozes, o evento fortalecerá a comunidade e incentivará a reflexão crítica sobre a importância da educação de terreiro. A mesa sobre saúde nos e dos terreiros é fundamental para promover a discussão sobre a relação entre práticas de saúde e as tradições afro-brasileiras. Os terreiros são espaços que vão além da espiritualidade, atuando como centros comunitários que oferecem suporte emocional e social. Esta mesa permitirá abordar temas como a importância da saúde mental e emocional nas práticas religiosas, a relação entre espiritualidade e bem-estar, e como os terreiros podem ser aliados na promoção da saúde integral. Além disso, é crucial discutir os desafios enfrentados por essas comunidades, como o estigma e a discriminação, que muitas vezes dificultam o acesso a serviços de saúde adequados. A mesa proporcionará um espaço de diálogo entre lideranças religiosas, profissionais de saúde e a comunidade, visando construir estratégias de cuidado que respeitem e integrem as práticas de saúde tradicionais. Dessa forma, a mesa contribuirá para a promoção de uma saúde mais inclusiva e respeitosa, fortalecendo os laços comunitários e a valorização das culturas afro-brasileiras. Com essas informações, consideramos que no projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91 - A Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto pretende, ainda, alcançar os seguintes objetivos de acordo com o artigo 3º da Lei Rouanet: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Ori Mi = Minha Cabeça O projeto ORI MI - DIÁLOGOS DE ANCESTRALIDADE irá realizar diálogos inéditos e construtivos sobre a história da cultura que veio dos navios negreiros desembarcados na Pequena África, entendendo a trajetória e o desenvolvimento da sociedade carioca a partir da diáspora e, dar o devido respeito à cultura que vem dos terreiros, junto a uma multiplicidade de ritmos, modos, costumes e tradições. Os encontros serão realizados em cidades diferentes, cada um com aproximadamente 50 pessoas em formato presencial e previsão de, pelo menos, 500 pessoas acompanhando simultaneamente através das transmissões on-line. Os materiais em audiovisual serão editados para um formato de até 15 minutos (curta metragem) e ficarão disponíveis para acesso gratuito e permanente nas plataformas. Esses materiais terão recursos de legendas descritivas e tradução em libras. A proposta é unir personalidades consagradas e respeitadas com vivências e pesquisas de diversas áreas, que possam contextualizar de forma ampla os assuntos desenvolvidos. Para isso, serão convidados professores, pesquisadores, políticos, representantes de matriz africanas de diversas nações diferentes, representantes de outras religiões, artistas, músicos e jornalistas. Dentre os convidados, podemos destacar: Nei Lopes, Muniz Sodré, Pai Márcio de Jagum, Pastor Henrique Vieira, Mestra Fatinha do Jongo, Pai Dário de Ossain, Profª Jurema Werneck, Martha Ferreira, Iyá Marta d'Oxum, Mãe Nilce Naira, Danielle Magalhães (DPU), Babá Adailton Moreira, Profª Helena Theodoro, Mônica Cunha, Mãe Lúcia de Oxum, Luane Bento, Fátima Lima, Mãe Paula de Odé, etc. Cada encontro será realizado em um espaço diversificado, em cidades diferentes no estado do Rio. Os locais sugeridos já possuem parceria com o projeto e vão levar o público para instituições, centros educacionais e casas de terreiro. Essa medida irá ajudar a desmistificar e aproximar o público a lugares sagrados. Toda a execução do projeto irá se basear no consumo e o uso sustentável, optando pela escolha de materiais e produtos de forma consciente e responsável ambientalmente. A realização dos encontros irá garantir a acessibilidade a todos os públicos, incluindo PCDs. A estratégia digital do projeto vai atrair pela internet novos patrocinadores e parceiros para, dessa forma, possibilitar sua expansão e continuidade, já que os temas são diversos e extremamente necessários. Para isso, será realizada uma divulgação intensiva nas redes sociais, através de uma assessoria de imprensa especializada, implementado Plano de Marketing Digital com o Impulsionamento de posts. Os encontros serão gratuitos e abertos a todos os públicos: crianças, jovens, adultos e terceira idade. Por ser uma proposta de patrimônio imaterial o público é Inter geracional, garantindo a transmissão oral de ricos saberes culturais ancestrais. Acreditamos que esta proposta pode unir os conhecimentos populares dos povos em diáspora africana com a educação formal. Esse encontro revelará possibilidades epistemológicas, promoverá a construção de uma nova memória coletiva e exaltará a pluralidade africana, como evidenciado pelas nações de candomblé, o que irá mostrar por meio da linguagem, cosmologia e cultura, que os saberes africanos são diversos e não devem ser reduzidos a uma única narrativa, frequentemente distorcida. Por meio desse evento, esperamos promover e incentivar o debate antirracista na nossa sociedade, valorizar a cultura afro-brasileira e o reconhecer as diversas tradições que, mesmo presentes na sociedade, foram invisibilizadas.
Na proposta. serão oferecidos os seguintes produtos: 1. Realização de 10 Rodas de Conversa, cada uma com, pelo menos, 04 personalidades e figuras públicas conhecidas, entre pesquisadores, políticos e representantes respeitados de religiões de matriz africanas e de outras vertentes religiosas. 2. Exibição de todos os encontros ao vivo, através das redes sociais (Instagram e Facebook). 3. Publicação de 10 vídeos de compilados dos encontros, com aproximadamente 15 min. cada, disponíveis na WEB (Youtube e Facebook). 4. Criação de um Podcast, com compilado das conversas, para divulgação nas plataformas de streaming de áudio (Spotfy e Deezer).
Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Intérprete de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, em todas as 10 rodas de conversa, que irão traduzir todos os diálogos das apresentações e orientações dos oficineiros. (Conforme item 25 da planilha Orçamentária). Acessibilidade para Mobilidade Reduzida: Uma área próxima ao palco será restrita a idosos, portadores de necessidades especiais, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo. Acessibilidade Informativa: Todo material de divulgação do projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.
Todos os acessos às rodas de conversa serão oferecidos gratuitamente. ESTRATÉGIAS DE DIVULGAÇÃO O projeto possuirá assessoria de imprensa, que o irá promover em todo estado do Rio de Janeiro, investindo na divulgação direta, em mídias espontâneas de abrangência estadual, tais como jornais, sites, rádios e TVs. As redes sociais do projeto serão alimentadas com, pelo menos, 3 publicações semanais de Feed e Stories ao longo de 6 meses. Serão lançados vídeos institucionais do evento, divulgados e impulsionados nas redes sociais do projeto e de todos os artistas envolvidos, para ampla divulgação. Serão oferecidas sessões de espaço para o patrocinador realizar ações promocionais. PLANO DE COMUNICAÇÃO A menção ao patrocinador será realizada através de sua logomarca e anunciada nos seguintes veículos/peças de divulgação: · Citação nominativa antes de iniciar cada roda de conversa. · 150 peças digitais, entre Instagram e Facebook, do projeto, de instituições parceiras e artistas. · 02 vídeos institucionais de divulgação. · 10 minidocumentários, de cada roda de conversa. · 500 camisetas confeccionadas para os visitantes das rodas de conversa. · 80 Spots de rádio de 15’ com veiculação em agências de abrangência estadual. · 200 press kits para imprensa e convidados contendo: panfleto do evento, camisas, copos plásticos ecológicos, cadernetas, canetas, bolsas estilo ecobags 30x40cm. · 1.000 panfletos, tamanho A4, couchê brilho 170gr, 4x4, com dobra. · 100 cartazes, tamanho A3, couchê brilho 120gr, 4x0. · Banner sinalizador interno. · Backdrop instagramável em lona, tamanho 3,00x4,00m.
Elaine Rodrigues - Coord. de Produção (PROPONENTE DA PROPOSTA - Idealizadora e responsável por todo o projeto) Elaine Rodrigues é formada como atriz pela CAL, em Sociologia e Produção Cultural, pela Cândido Mendes RJ. Possui diversos cursos nas áreas de administração, empreendedorismo, gestão de pessoas, plano de negócios e planejamento financeiro. Na SECECRJ, foi uma das gerentes do Rio Criativo. Junto a Ass. Arebeldia Cultural produziu a 1ª edição do Circuito Gastronômico de Favelas. Contemplada pela Lei Aldir Blanc com os projetos: o Cine Rua Paciência Cultural e Criando Projetos. Ministra aulas de elaboração de projetos pela Oficina de Agentes Culturais, para o Feminacine e para o Museu do Samba. Como produtora executiva, inaugurou a exposição Aos Heróis da Liberdade e A Força Feminina do Samba, em 2023 no Museu do Samba. Participou da gestão de conteúdo na realização da Expo Favela Innovation 2023, na Cidade das Artes, pela CUFA. É Coord. de produção do Filhos de Gandhi do Rio de Janeiro desde 2022 e da Cia Clanm desde 2021, realizando o espetáculo Manifesto Elekô, sucesso de público. O proponente do projeto deverá ser o responsável pela gestão do processo decisório, visto que sua delegação se caracteriza como intermediação, fato que motiva o arquivamento da proposta por contrariar a regulamentação relativa ao uso do incentivo fiscal. Rafael Flores Szabo - Diretor Artístico Rafael Flores Szabo é formado em administração. Produtor artístico com vasta experiência, foi promoter na Boate Happy News de 2009 a 2011. Foi um dos idealizadores e produtores das festas “Ecletic” e “Seduction”, em Niterói levando grandes personalidades de música popular brasileira para públicos de 1.000 a 3.000 pessoas, de 2011 a 2015. Empreendedor no ramo da cervejaria artezanal, idealizou e produziu o Mauá Bier Festival, em Visconde de Mauá, recebendo até 2.500 pessoas por edição, nos anos de 2018 a 2019. Monica Maia Barbosa - Diretor de Arte/Ilustradora Monica Maia é arquiteta e urbanista pela UFRJ; mestra em Yoga pela Sri Aurobindo Center For Studies India And The World, em Aurovile - Índia; tatuadora, com formação na 4 Art Tattoo e; artista plástica, com especialização em diversas técnicas, desde o graffiti até pintura oriental Sumi-e. Maiah Lunas Maciel Marques de Oliveira - Pesquisadora Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense - UFF, mestra em Comunicação pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da UFF. Assistente de Coordenação e Incidência Política da ONG CRIOLA, responsável pelo tema de Enfrentamento ao Racismo Religioso. Militante do movimento de mulheres negras, membra do Coletivo Negro Marcos Romão e da Rede de Mulheres Negras do Rio de Janeiro. Jovem criada no terreiro. Educadora popular e pesquisadora dos temas de território e narrativas construídas através dos terreiros e das relações raciais. Blínia da Silva Messias Fernandes - Fotografia e audiovisual Nascida e criada na baixada fluminense, sinto cada vez mais as necessidade de trazer a fotografia não só como registro comercial e temporal, mas também como manifesto de minhas vivências cotidianas, cultura, religião, sexualidade, e como principal símbolo de representatividade em espaços ainda pouco ocupados por mulheres negras. Atuo há 4 anos como fotógrafa de eventos sociais, principalmente aniversários infantis, 15 anos, e ensaios diversos, e também na área de eventos, shows e fotografias comerciais. Tive a oportunidade de fazer parte da equipe de cobertura de grandes eventos como o Rock in Rio, CCXP e Queremos Festival. Atuo como fotógrafa e assistente de fotografia de Ecommerce há cerca de dois anos, para marcas como Cantão, Ohboy, Livo, dentre outras. Na área de vídeo, tive a oportunidade de realizar não só a captação, mas também a edição de projetos para btb para a Outdoor Social + Havaianas, e o grupo S2 Solidária, projetos captados 100% com equipamento mobile Paula Ferreira dos Reis - Pesquisadora Paula Reis é Pedagoga formada pela Universidade Federal Fluminense. Possui especialização em Educação Inclusiva. Pesquisadora na área de educação ambiental com ênfase em educação de terreiro, feminismo negro e colonialismo. Faz mestrado na Universidade Federal do Rio Grande no Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental e atua como orientadora pedagógica. Diana Anastácia - Produtora Executiva Diana Anastácia é formada em Filosofia (UERJ), professora Mestra em Cultura e Territorialidades (UFF), produtora dona da Braba Produções. Realiza e protagoniza produções artísticas e audiovisuais desde 2012. É compositora e cria do Jacarezinho (favela da zona norte da cidade do Rio de Janeiro), pesquisadora que realiza trocas e provoca reflexões sobre a filosofia na prática e os desafios de ser uma jovem negra moradora de favela. Atuou na SECEC-RJ no Programa Territórios Culturais Favela Criativa. Coordenou projetos como Mão na Massa (PETROBRÁS), Luneta Goes (FIOCRUZ). Tem produções contempladas em editais das leis de incentivo (ISS, ICMS); Ações Locais - Lei Paulo Gustavo (SMC-RJ); Prêmio Antonieta de Barros (MINC), entre outros. Produziu webséries; Mostra de Cinema Favela Criativa no Odeon; Batalha das Tranças em Madureira, Espetáculo de Dança Na Batida-SP, SESC EntreDanças, O Corpo Negro, SESC Verão e SESC Festival de Inverno com os Imperadores da Dança, entre outros. Participou em produções como os espetáculos Manifesto Elekô, BOCA, 5ª Edição Passinho Convida, entre outras. Davilson Anulino da Silva Lourenço - Redes Sociais Publicitário que há mais de 10 anos atua na área de Marketing. Me especializei em marketing digital e design de performance através de um MBA e outros cursos da área - Facebook Ads e Google Adwords, Inbound Marketing e Photoshop. Desenvolvi vasta experiência na área de Social Media, participando em processos de gestão, identidade visual, curadoria, linha editorial baseada em funil de conversão, métricas e social ads. No design já trabalhei na criação da identidade visual de alguns microempreendedores, no layout de embalagens, peças gráficas (folders, banners, encartes) e diversos trabalhos para formatos digitais - redes sociais, Google Display, websites, aplicativos e ecommerce. Durante a minha carreira já atuei empresa de diversos segmentos - ONG's, educação, saúde, turismo, varejo - o que contribuiu para a construção de trajetória profissional plural e sempre aberta a novos desafios. Ricardo Rocha Ramos - Figurinista Ator pela Escola de Teatro Martins Pena, Design de Moda pela PUC-RIO e Artista Visual pela Universidade Cruzeiro do Sul - SP. Iniciou como figurinista no Ciclo Shakespeare e Mollière para Crianças (2000), contribuiu para a Cia de Ballet da Cidade Niterói, Charles Müller e Claudio Botelho. Recebeu prêmios de melhor figurino com os espetáculos “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare (2000), “Viúva, Porém Honesta” de Nelson Rodrigues (2009) e “Coiteiros de Paixões” de Felipe Botelho (2014). Alessandra da Silva Costa - Assessora de Imprensa Formada em Jornalismo pela Faculdade Pinheiro Guimarães. Especializada em Redação Oficial, pela Fundação João Goulart; Marketing Cultural, pelo Senac-Rio; Gestão para Profissionais de Comunicação e Gerenciamento de Crise. Com 17 anos de experiência no mercado, passou pela Distribuidora de Filmes S/A – RioFilme e pela Kassu Produções, desempenhando o trabalho de Assessoria de Imprensa, Relações Públicas e Gerenciamento de Crises. Atua como assessora de imprensa do Instituto Marielle Franco, da agência de marketing político Baselab, comunicação/assessoria de imprensa da vereadora licenciada e Secretária de Meio Ambiente e Clima, Tainá de Paula, além de espetáculos como: Macacos; Olga e Luiz Carlos - Uma história de amor; O Alienista; Joaosinho e Laíla - Ratos e Urubus, larguem minha fantasia; O Patinho Feio; As Pessoas; Kondima - sobre travessia; O pequeno príncipe preto; Capiroto, entre outros.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.