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O Festival de Artes- Bicho do Paraná é uma iniciativa de resgate e preservação da cultura paranaense que visa promover a cultura regional, promover a circulação artística, valorizar a cultura do interior do estado e conscientizar sobre a preservação ambiental. Por meio de espetáculos de artes cênicas (Dança e Teatro), apresentações musicais, espetáculos de artes cênicas (Dança e teatro), exposições de artes visuais, Exibições áudio visuais e cinematográficas, feiras culturais e uma Ação educativa-cultural de combate à dengue, o projeto busca envolver a comunidade local, turistas e jovens, incentivando práticas sustentáveis e fortalecendo a identidade cultural do estado do Paraná.
O Festival de Artes – Bicho do Paraná é um evento cultural multilinguagens que reúne espetáculos de teatro, dança, música, artes visuais, feira de economia criativa e ações formativas, promovendo a valorização da identidade cultural paranaense, a circulação artística e o fortalecimento das redes comunitárias.1. Espetáculos de Teatro Apresentação de três produções teatrais paranaenses que abordam temas como identidade, território, tradição, memória e cotidiano. As peças dialogam com o público por meio de narrativas poéticas, populares e contemporâneas. Classificação Indicativa: Livre ou 12 anos (a depender de cada obra).2. Espetáculos de Dança Três espetáculos de dança que exploram corpo, memória, ancestralidade e cultura regional, integrando elementos da dança contemporânea, danças brasileiras e expressões comunitárias. Classificação Indicativa: Livre.3. Apresentações Musicais Seis shows com artistas e coletivos musicais do Paraná, apresentando gêneros como música regional, popular, sertaneja raiz, MPB, samba, hip-hop e fusões contemporâneas. Classificação Indicativa: Livre.4. Exposição de Artes Visuais (9 artistas) Mostra coletiva composta por obras que abordam território, identidade, natureza, ancestralidade e imaginário paranaense. Inclui mediação cultural acessível e atividades de aproximação com o público. Classificação Indicativa: Livre.5. Feira de Economia Criativa Espaço para artesãos, criadores independentes, coletivos culturais e empreendedores locais, valorizando o fazer manual, a economia solidária e os saberes tradicionais do território. Classificação Indicativa: Livre.6. Oficinas Formativas Oficinas ministradas por artistas e educadores do projeto, com foco em processos criativos, práticas artísticas, educação ambiental e desenvolvimento cultural. Público-alvo: Jovens, escolas, educadores e comunidade. Classificação Indicativa: Livre.7. Palestras sobre Economia Criativa, Economia Circular e Economia Solidária Encontros formativos que apresentam estratégias sustentáveis de produção cultural, sustentabilidade comunitária e responsabilidade socioambiental. Classificação Indicativa: Livre.8. Campanha Educativo-Cultural “Limpe Seu Quintal – Xô Dengue” Ação integrada de comunicação, formação e mobilização territorial para conscientização sobre prevenção à dengue, envolvendo escolas, famílias e comunidades. Classificação Indicativa: Livre.
OBJETIVO GERAL:Fortalecer a identidade cultural do Paraná por meio da circulação artística, formação e valorização das economias criativas locais, garantindo o acesso gratuito à cultura.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1) Realizar 03 espetáculos de teatro em circulação regional.2) Realizar 03 espetáculos de dança.3) Realizar 06 apresentações musicais.4) Realizar exposição com 9 artistas paranaenses.5) Organizar feira de economia criativa em cada cidade.6) Oferecer oficinas formativas para jovens, educadores e artistas.7) Realizar palestras sobre economia criativa, circular e solidária.8) Executar a campanha educativo-cultural "Limpe Seu Quintal _ Xô Dengue".9) Garantir acessibilidade comunicacional e mediação cultural.10) Registrar e documentar o processo e resultados do festival.OBJETIVOS CULTURAIS:- Ampliar o acesso à arte.- Valorizar artistas e saberes locais.- Estimular redes culturais e comunitárias.
O projeto responde à necessidade de fortalecer a circulação artística regional e de ampliar o acesso da população à cultura, especialmente no interior do Paraná. As cidades envolvidas compartilham vínculos históricos e sociais, mas carecem de circulação contínua de produções artísticas. A proposta integra cultura, memória e sustentabilidade, articulando ações de formação, fruição e cuidado coletivo. A campanha "Limpe Seu Quintal _ Xô Dengue" reforça a relação entre território, saúde e responsabilidade comunitária.A proposta do Festival de Artes "Bicho do Paraná" justifica-se pela imperativa de fortalecer a identidade cultural paranaense, estimular a circulação artística em territórios historicamente periféricos e promover práticas de economia criativa, circulação comunitária e cuidado ambiental. No âmbito da política cultural brasileira, o recurso ao mecanismo de incentivo fiscal é fundamental para garantir a viabilização de projetos que promovem a democratização do acesso à cultura, sem depender exclusivamente de financiamento direto do Estado ou de modelos comerciais excludentes.A Lei 8.313/1991 institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura _ PRONAC com o objetivo de captar e canalizar recursos para o setor cultural através do mecanismo de incentivo a projetos culturais (art. 18) _ assim, permite que pessoas físicas ou jurídicas apliquem parcelas do Imposto de Renda em doações ou patrocínios a projetos culturais que atendam aos critérios da lei. Portal da Câmara dos Deputados+2Serviços e Informações do Brasil+2Este projeto enquadra-se expressamente em diversos incisos do art. 1º da Lei 8.313/1991:Inciso I: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". Planalto+1Inciso II: "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". PlanaltoInciso III: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores". Modelo InicialInciso VI: "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro". PlanaltoAlém disso, o projeto atende aos objetivos previstos no art. 3º da Lei 8.313/1991, entre os quais:Inciso I: incentivo à formação artística e cultural _ por meio de oficinas, palestras e formação de público. Modelo Inicial+1Inciso II: fomento à produção cultural e artística _ por meio da circulação de espetáculos, exposições, feiras e linguagens diversas. Modelo Inicial+1A utilização do mecanismo do art. 18 é necessária porque permite que o financiamento do projeto venha por meio de doações e patrocínios com abatimento fiscal — ampliando as possibilidades de captação de recursos e garantindo a viabilidade de um evento com ampla circulação, franca para o público e com caráter acessível e inclusivo, sem que o custo seja encarado como barreira à participação. Esse enquadramento fortalece o papel da economia criativa, fomenta o protagonismo local e garante que o festival cumpra seu papel de ação cultural integrada à comunidade.Em síntese, a Lei 8.313/1991 não apenas autoriza, mas legitima e estrutura projetos como este, que promovem cultura, formação, regionalização e acesso democrático — ao mesmo tempo que articulam políticas de desenvolvimento cultural e territorial. Por isso, a escolha do mecanismo de incentivo fiscal via art. 18 é absolutamente coerente e estratégica para a execução qualificada do Festival de Artes Bicho do Paraná.
A. Metodologia de ExecuçãoEducação pela arte como ferramenta de formação humana e comunitária.Valorização da economia criativa e solidária como estratégia de desenvolvimento local.Atuação integrada com escolas, coletivos culturais, comunidades e agentes locais.Programação com mediação cultural e formação de público em todas as atividades.Prática participativa que reconhece e fortalece saberes territoriais e culturais. B. Equipe TécnicaEquipe multidisciplinar com experiência em produção cultural, artes cênicas, música, artes visuais, educação ambiental, comunicação e gestão de eventos.Coordenação Geral: Thiago André Hernandes Arrebola.Direção Artística: Stanley Kennedy Garcia.Coordenações e curadorias distribuídas entre profissionais de referência nas áreas de:Artes VisuaisArtes CênicasComunicaçãoEconomia CriativaEducação e Pedagogia CulturalPatrimônio CulturalProdução ExecutivaAudiovisualMúsicaSustentabilidade e Economia Circular. C. CronogramaPré-Produção (Jan – Mar/2026): Curadoria, planejamento, contratações, definição de espaços, mobilização comunitária e lançamento da campanha educativa.Execução (Abr – Set/2026): Circulação do festival nas três cidades, apresentações, oficinas, feiras, exposições e ações formativas.Pós-Produção (Out – Dez/2026): Avaliação, organização da memória, relatório final e prestação de contas. D. Plano de DivulgaçãoEstratégia territorial e comunitária: escolas, associações culturais, rádios locais e lideranças comunitárias.Divulgação em redes sociais, veículos regionais e comunicação direta com o público.Produção de materiais acessíveis: cartazes, convites, vídeos e chamadas comunitárias.Registro audiovisual e transmissões online selecionadas para ampliar o alcance. E. OrçamentoEstruturado para contemplar:Remuneração justa da equipe técnica e artística;Logística e circulação intermunicipal;Comunicação e materiais educativos;Acessibilidade física e comunicacional;Infraestrutura e montagem;Registro e memória do projeto.Priorização da transparência e da valorização do trabalho artístico local. F. Referências bibliograficasCANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. 4. ed. São Paulo: Edusp, 2015.FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.MBEMBE, Achille. Crítica da razão negra. Lisboa: Antígona, 2014.MARTÍN-BARBERO, Jesús. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. 2. ed. Rio de Janeiro: UFRJ, 2013.QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do poder e classificação social. Buenos Aires: CLACSO, 2005.SODRÉ, Muniz. A razão africana: introdução a uma filosofia afro-brasileira. Petrópolis: Vozes, 2017.SANTOS, Boaventura de Sousa. A gramática do tempo: para uma nova cultura política. São Paulo: Cortez, 2010.HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.
1. Espetáculos de Teatro (03 apresentações)Duração: 50 a 90 minutos cada.Formato: Apresentações presenciais em palco italiano, arena ou espaço alternativo adaptado.Equipamentos Técnicos:Sonorização simples (2 microfones, caixas amplificadas);Iluminação básica (set mínimo de 12 refletores ou kit LED);Cortinas ou fundo neutro quando necessário.Montagem: 2 a 4 horas.Desmontagem: 1 a 2 horas.Projeto Pedagógico: Mediação com público após apresentação + roda de conversa com elenco.Classificação Indicativa: Livre ou conforme a obra selecionada. 2. Espetáculos de Dança (03 apresentações)Duração: 30 a 60 minutos cada.Formato: Palco, quadra, praça ou espaço aberto.Piso: Preferencialmente linóleo ou superfície lisa (fornecido pelo festival quando necessário).Iluminação: Kit básico de LED ou estrutura do local.Sonorização: Caixa amplificada ou sistema de PA.Projeto Pedagógico: Introdução ao processo criativo e demonstração técnica para estudantes.Classificação Indicativa: Livre. 3. Apresentações Musicais (06 shows)Duração: 45 a 90 minutos por show.Formato: Palco com backline essencial.Equipamento Técnico:Sistema de PA compatível com público estimado;4 a 6 microfones;Mesa de som;Retornos de palco.Projeto Pedagógico: Conversa breve sobre repertório e referências culturais.Classificação Indicativa: Livre. 4. Exposição de Artes Visuais (com 9 artistas)Formato: Painéis expositivos, cavaletes, pranchões, mesas de apresentação e suportes adequados às obras.Quantidade de Obras: 18 a 30 obras no total (média de 2 a 4 por artista).Paginação / Layout: Organização adaptada ao espaço, com fluxo de circulação acessível.Materiais: Impressões, telas, esculturas, objetos e suportes diversos.Mediação Cultural:Visita guiada;Descrição oral para pessoas com deficiência visual;Material explicativo em linguagem simples.Classificação Indicativa: Livre. 5. Feira de Economia CriativaFormato: 10 a 30 expositores por cidade.Infraestrutura: Tendas, mesas ou bancadas, cadeiras, identificação visual e iluminação.Organização: Curadoria baseada em produtos locais, artesanato regional e economia circular.Mediação: Conversa com artesãos para valorização do saber-fazer tradicional. 6. Oficinas FormativasDuração: 2h a 8h cada.Conteúdo: Processos artísticos, improvisação, música, artes visuais, práticas de cuidado e educação ambiental.Materiais: Papel, tintas, instrumentos, tecidos, elementos sustentáveis (quando possível recicláveis).Projeto Pedagógico:Metodologia participativa;Valorização do saber local;Prática + reflexão;Exercícios acessíveis a todas as idades.Classificação Indicativa: Livre. 7. Palestras: Economia Criativa / Circular / SolidáriaDuração: 60 a 120 minutos.Formato: Conversa pública + exposição dialogada + material informativo.Materiais: Projetor, caixa de som, microfone, cartilhas digitais.Projeto Pedagógico: Estímulo ao empreendedorismo cultural sustentável e comunitário. 8. Campanha Educativa “Limpe Seu Quintal – Xô Dengue”Materiais: Cartazes, folders, banners de alto contraste, vídeo curto explicativo.Ações: Mutirões comunitários, visitas educativas, rodas de conversa e oficinas de prevenção.Linguagem: Popular, direta, acessível e inclusiva.Acessibilidade: Libras + roteiro em linguagem simples + descrição oral.
O Festival de Artes Bicho do Paraná adotará ações de acessibilidade física e acessibilidade de conteúdo, garantindo que todas as pessoas possam usufruir da programação com autonomia, conforto e segurança.Acessibilidade Física: Os eventos serão realizados em espaços públicos ou culturais que possuam acessos nivelados ou com rampas, banheiros acessíveis e áreas reservadas para pessoas com mobilidade reduzida. Haverá sinalização visual de circulação e apoio da equipe de produção para orientação do público, além de prioridade de assentos para pessoas idosas, gestantes, pessoas com deficiência e crianças.Acessibilidade de Conteúdo: A programação contará com intérprete de Libras nas palestras, oficinas e apresentações selecionadas; legendas descritivas em conteúdos audiovisuais; material informativo em linguagem simples para facilitar a compreensão; e mediação cultural acessível nas visitas à exposição de artes visuais. Para pessoas cegas ou com baixa visão, serão oferecidas descrição oral das obras e visita sensorial guiada, quando possível, conforme as características do espaço.Essas ações garantem que o festival seja inclusivo, acolhedor e democrático, ampliando o direito de todos ao acesso à cultura.
Toda a programação do Festival de Artes – Bicho do Paraná será gratuita e aberta ao público, realizada em espaços públicos e culturais acessíveis das cidades de Londrina, Cornélio Procópio e Primeiro de Maio. Não haverá cobrança de ingressos, garantindo acesso universal à fruição cultural.Os produtos da proposta — espetáculos de teatro e dança, apresentações musicais, exposição de artes visuais, feira de economia criativa e atividades formativas — serão ofertados integralmente à população, com divulgação em escolas, rádios comunitárias, redes sociais e associações locais.Para ampliar o acesso, o projeto prevê ensaios abertos, oficinas paralelas de formação, palestras públicas, mediações culturais e transmissões pela internet de parte da programação, permitindo o acompanhamento online por públicos de outras regiões.Essas ações garantem que o festival atinja públicos diversos, descentralize o acesso à arte e fortaleça o direito à cultura como bem comum e coletivo.
A coordenação geral do Festival de Artes – Bicho do Paraná será conduzida por Thiago André Hernandes Arrebola, biólogo, professor e instrutor ambiental, produtor musical e músico, responsável pela articulação institucional, gestão do projeto e integração entre cultura e educação ambiental. Sua atuação multidisciplinar garante coerência entre o festival, o território e a responsabilidade socioambiental que orienta a proposta.A Direção Artística está a cargo de Stanley Kennedy Garcia, produtor cultural, músico, escritor e ator, com experiência consolidada na criação e realização de eventos culturais, ações formativas e projetos com ênfase nas culturas afro-brasileiras, diversidade e inovação estética. Será responsável pela curadoria geral, conceito estético e orientação criativa do festival.A Curadoria de Artes Visuais será realizada por Thatianne Andréa da Silva, produtora cultural, artista visual e social media, que coordenará a seleção das obras e artistas participantes, bem como a montagem da exposição e a mediação cultural com o público.A Coordenação de Artes Cênicas ficará sob responsabilidade de Alexandre Rodrigues da Silva, professor, produtor de eventos, músico e instrutor ambiental, que acompanhará equipes de teatro e dança, montagem técnica, logística e articulação com os grupos participantes.A Comunicação Institucional e Cultural será coordenada por Alanis Isabelle London Garcia, atriz, artista visual e produtora cultural, responsável pela gestão de redes sociais, campanhas de divulgação, assessoria comunitária e orientação de artes gráficas.A Curadoria da Feira de Economia Criativa será conduzida por Geovana Vitória da Silva, artista visual e produtora cultural, com atuação voltada ao fortalecimento de empreendimentos locais, artesanato e redes comunitárias de economia solidária.A Produção Executiva será coordenada por Luiz Carlos dos Santos Junior, músico percussionista, arte educador e produtor cultural, responsável pela logística, cronograma operacional e suporte às atividades técnicas.A Coordenação Cultural será realizada por Jaime Roberto Camacho Gonçalves Arrebola, professor e instrutor ambiental, palestrante e músico, atuando na articulação com escolas, lideranças comunitárias e instituições locais.A Coordenação Pedagógica estará sob responsabilidade de Kátia Hernandes Thomazin Arrebola, pedagoga e ambientalista, responsável pelas oficinas, ações formativas e atividades educativas integradas à campanha “Limpe Seu Quintal – Xô Dengue”.A área de Patrimônio Cultural será coordenada por Adalberto Nunes Mariano, artesão e instrutor de artes, responsável pela valorização de saberes tradicionais e práticas de artesanato vinculadas ao território.A Coordenação Administrativa será realizada por Janeth Aparecida Camacho Gonçalves Arrebola, naturopata, advogada e artista plástica, responsável pela organização documental, financeira e jurídica do projeto.A produção audiovisual ficará sob responsabilidade de Ana Luiza Finardi Vieira, professora, influenciadora e promotora de eventos, responsável pelos registros, cobertura digital e conteúdo para redes.A Produção Musical será coordenada por Martha Augusta Bravin da Silva, enfermeira e artista plástica, atuando no diálogo com músicos e grupos participantes.A Curadoria de Artes Cênicas contará também com Thais Andressa Hernandes Arrebola, veterinária, musicista, atriz e fantochista, contribuindo para ações de mediação e formação artística.Por fim, a Coordenação de Sustentabilidade e Economia Circular será realizada por José Francisco Camacho Gonçalves Arrebola, professor, instrutor ambiental, artista plástico e músico percussionista, responsável pela implementação das práticas de sustentabilidade e educação ambiental durante todo o festival.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.