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PRONAC 251380Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Zungu - Valorização da Cultura Negra do Rio de Janeiro

INSTITUTO CASARAO
Solicitado
R$ 1,36 mi
Aprovado
R$ 1,36 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Samba
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-05-10
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto tem como objetivo promover o resgate, a valorização e a celebração do patrimônio imaterial musical e culinário afrodiaspórico do Rio de Janeiro, com foco especial na música negra carioca, o samba. Integrando a riqueza cultural da gastronomia e da pesquisa, a iniciativa destaca e amplifica as práticas sonoras, culinárias e culturais desenvolvidas por comunidades negras, reconhecendo sua importância histórica e contemporânea. As ações do projeto incluem o mapeamento de espaços gastronômicos, restaurantes e empreendimentos liderados por pessoas negras, a produção de um guia completo e acessível para que o público conheça esses locais, além da realização de um festival que reunirá todos os empreendimentos mapeados. Todas as atividades são gratuitas, garantindo que todos tenham acesso e possam participar dessa rica troca cultural

Sinopse

Apresentação Musical (Produto Principal):As apresentações musicais acontecerão nos dois dias, durante a realização do Festival e envolverão nomes nacionais e grupos locais de samba, sobretudo, por serem manifestações do patrimônio cultural imaterial do Rio de Janeiro. Festival Gastronômico e Cultural (Produto Secundário):O Festival que celebra o patrimônio cultural imaterial culinário afrodiaspórico ocorrerá em 2 dias (sábado e domingo), contando com o melhor da gastronomia negra do Rio de Janeiro, contará com a comida e os modos de ser e existir dos Empreendimentos Gastronômicos registrados no Mapeamento e presentes no Guia Zungu. Mapeamento do patrimônio cultural imaterial gastronômico afro-carioca (produto secundário)Será realizada uma pesquisa primária, de campo, por meio de formulário digital e visitas de uma equipe que identificará os empreendimentos e espaços gastronômicos afrodiaspóricos do Rio de Janeiro. Estes são espaços gastronômicos como bares, restaurantes e quilombos culturais liderados por pessoas pretas que preservam o legado cultural afro-brasileiro por meio da gastronomia. Os resultados desta pesquisa serão digitalizados e sistematizados no guia Zungu, e disponibilizados na internet por meio de uma plataforma organizada por Busines Intelligence (BI). Guia Zungu de Gastronomia Preta do Rio de Janeiro (produto secundário)O Guia será um resumo impresso que mapeará por região os empreendimentos e espaços gastronômicos, suas especialidades culinárias e trará informação para potencializar a visitação dos mesmos.

Objetivos

Objetivo Geral: O objetivo deste projeto é organiza apresentações musicais que resgatam as matrizes do samba carioca _ patrimônio cultural imaterial do Brasil e música instrumental afrocentrada, além de um Festival de Cultura Afrodiaspórica que reunirá gastronomia e uma diversidade de atividades culturais. As atividades propostas visam não apenas celebrar, mas também resgatar e preservar a memória e a história afro-brasileira, enfatizando a valorização do legado cultural afrodiaspórico, expresso tanto na música quanto na gastronomia. O Aterro do Flamengo foi escolhido como local ideal para sediar o festival, que integrará apresentações musicais e um evento gastronômico, unindo os saberes e sabores da cultura negra. Por meio desta iniciativa, busca-se proporcionar ao público acesso amplo e gratuito à riqueza criativa e cultural afro-brasileira, fortalecendo a identidade negra e ampliando a visibilidade das produções culturais promovidas pelo Instituto Casarão. Objetivos Especifícos: Apresentação Musical (Produto Principal): · Promover ampla interação entre as diversas manifestações artísticas e culturais do festival, criando um ambiente dinâmico e integrador, onde a música, a dança, a gastronomia e outras formas de expressão afro-brasileira se conectem e dialoguem, proporcionando uma experiência rica e plural para todos os participantes. · Realizar apresentações musicais nos dois dias de programação, com uma programação diversificada que inclui performances de diferentes estilos e gêneros musicais, desde o samba tradicional carioca até a música afrocentrada, oferecendo ao público uma imersão completa nas sonoridades da cultura afrodiaspórica. · Atrair um público total de cerca de 10.000 (dez mil) pessoas, com foco na diversidade e inclusão de diferentes segmentos da sociedade, garantindo que o festival seja acessível e atraente para uma ampla gama de públicos, e se tornando um evento de referência na cidade do Rio de Janeiro. Zungu Festival Gastrocultural (Produto Secundário): · Promover a programação de maneira aberta e gratuita, celebrando a riqueza e a diversidade da cultura afro-brasileira, com ênfase em suas expressões musicais, culinárias e artísticas, garantindo que todos tenham acesso ao evento e à oportunidade de vivenciar essa cultura de forma autêntica e vibrante. · Fomentar e dar visibilidade ao legado culinário afrodiaspórico do Rio de Janeiro, destacando os sabores e tradições da gastronomia negra carioca, reconhecendo e celebrando sua importância histórica e contemporânea para a cidade e para o país. · Promover a acessibilidade para pessoas com deficiência, por meio de atividades inclusivas que permitam a participação de todos, independentemente de suas limitações físicas, sensoriais ou cognitivas, garantindo um ambiente acolhedor e acessível para todos os públicos. · Proporcionar acesso gratuito ao festival, permitindo a presença de corpos periféricos da cidade do Rio de Janeiro, com especial atenção para estudantes e professores, incentivando a participação de comunidades que muitas vezes não têm acesso a eventos culturais de grande porte e possibilitando uma vivência educativa e cultural enriquecedora para esses públicos. Mapeamento do patrimônio cultural imaterial gastronômico afro-carioca (produto secundário)· Mapear empreendimentos gastronômicos liderados por pessoas negras no Rio de Janeiro, com o objetivo de identificar e dar visibilidade aos negócios que representam a gastronomia negra carioca, reconhecendo o impacto e a contribuição dessas iniciativas para a cultura e a economia local. · Inventariar os espaços, categorizando-os por tipo, especialidades culinárias, níveis de acesso, localização, história e tempo de existência, permitindo uma compreensão mais profunda da diversidade e da importância desses empreendimentos, e oferecendo dados estratégicos para o fortalecimento e reconhecimento dessas iniciativas. · Disponibilizar as informações públicas do mapeamento na internet, no site do projeto, respeitando as diretrizes da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), garantindo transparência, segurança e acesso fácil e gratuito às informações, promovendo o empoderamento e a visibilidade dos empreendedores negros. · Plotar as informações do mapeamento em um dashboard utilizando uma arquitetura de Business Intelligence (BI), que permitirá a visualização interativa e estratégica das informações, possibilitando uma análise aprofundada dos dados, além de facilitar o planejamento de futuras ações voltadas para a valorização dos empreendimentos nos territórios, com destaque para a implementação de políticas públicas de incentivo e apoio. Guia Zungu de Gastronomia Preta do Rio de Janeiro ● Produzir um guia de bolso com o roteiro gastronômico afro-carioca contendo informações resumidas sobre os empreendimentos mapeados na pesquisa, o nome, endereço, horário de funcionamento e o contato. Serão impressas 50 mil unidades do guia, distribuídos nos espaços registrados no mapeamento em todas as regiões da cidade do Rio de Janeiro. O mesmo também será disponibilizado gratuitamente pela internet para acesso público amplo e gratuito.

Justificativa

A cultura afrodiaspórica, ou seja, a cultura dos descendentes de negros e negras sequestrados e escravizados na construção do Estado Brasileiro, é um legado que está impregnado em todos os aspectos da vida social. Ela se manifesta especialmente na musicalidade e na culinária, campos nos quais a presença e a estética negra são profundamente marcantes, embora muitas vezes subestimadas ou não reconhecidas. Mesmo com o esforço contínuo das políticas públicas para catalogar e reconhecer o legado do patrimônio imaterial afro-brasileiro, as diversas formas culturais e os desafios estruturais ainda impedem um reconhecimento amplo e integrado dessa herança. No entanto, algumas manifestações já conquistaram o reconhecimento, permitindo-nos perceber a vasta riqueza ainda por explorar nesse universo que nossos ancestrais reelaboraram e nos legaram a partir do Atlântico Negro. Em 2007, ao reconhecer o Ofício das Baianas de Acarajé, e em 2014, ao reconhecer as matrizes do samba do Rio de Janeiro, o Iphan trouxe à tona um entendimento mais profundo da culinária e da musicalidade afrodiaspóricas: duas expressões culturais que são inseparáveis, interconectadas e presentes não apenas na antiga capital do Brasil, mas em diversas outras regiões do país. O acarajé, por exemplo, não é apenas uma receita, mas um verdadeiro símbolo cultural, um alimento que carrega a história e a resistência do povo negro. É a "comida de preto", ou comida de terreiro, e, assim como o samba _ seja o partido-alto, o samba de terreiro ou o samba-enredo _, ambos formam um duplo humanizador que simboliza a ancestralidade negra e se reflete não apenas nas cozinhas, mas também no cotidiano, em pratos e práticas que não se limitam a aspectos regionais, mas que compõem a própria identidade nacional. O acarajé também se encontra no Rio de Janeiro, ao lado de tantas outras receitas que vieram da África ou que se criaram aqui, a partir das formas de vida e resistência do povo negro. Da mesma forma, o ofício das baianas está presente no Rio, não apenas na forma de empreendimentos urbanos, na rua e nas feiras, mas também nas organizações de espaços culinários de resistência afroempreendedora que, no presente, refletem a memória das Casas de Zungu, que inspiram diretamente este projeto. Este projeto, portanto, é um instrumento crucial que busca mapear, reconhecer e valorizar o legado da culinária e musicalidade afrodiaspóricas, celebrando o encontro dessas duas formas culturais. Música é comida para o "ori", a cabeça, como se diz, e é por meio dessa celebração que exaltamos a ancestralidade que, com resiliência, resistiu à violência do degredo, do tráfico, do sequestro, da escravidão e da morte. Este gesto é uma homenagem ao sonho insubmisso de nossos ancestrais, que deixaram como sua mais engenhosa forma de resistência o legado cultural afrodiaspórico, e que, através da culinária e da música, perpetuaram sua luta, sua identidade e sua dignidade. A proposta que ora segue contribui na execução do artigo 1º da Lei 8131, de 23 de dezembro de 1991, de forma ampla, mas atende ainda mais os incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ainda, atende aos seguintes objetivos preconizados no artigo 3º da mesma lei: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Este projeto fundamenta sua capacidade de arrecadar e direcionar fundos através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, graças à sua natureza educacional e inclusiva. Ele é estruturado de maneira a proporcionar acesso e estimular a produção cultural e ainda contribui com a promoção e outros marcos legais como o inciso VIII do artigo 4º e artigo 216 da Constituição Federal, bem como a Lei 10639/2003.

Estratégia de execução

Esta proposta configura um projeto que visa preservar o patrimônio cultural imaterial musical e gastronômico presente no Rio de Janeiro, ancorado em duas manifestações centrais: o ofício das baianas de acarajé, que, aqui, é ampliado para sua significação mais ampla enquanto gastronomia afrodiaspórica, reconhecida no Dossiê 6 do Iphan (2007). Esta ampliação semântica reflete a própria dimensão trazida pelo dossiê, que reconhece “a importância do legado dos ancestrais africanos no processo histórico de formação de nossa sociedade e do valor patrimonial de um complexo universo cultural.” Assim, o acarajé, juntamente com outras comidas desse universo afrodiaspórico, forma uma teia complexa de memória e resistência, que remonta aos tempos das baianas de tabuleiro — mulheres negras, escravizadas ou libertas, que, com cestos ou tabuleiros sobre a cabeça, saíam à noite a vender acarajé nas ruas, em uma forma de resistência e autonomia. No contexto carioca, essa tradição foi reelaborada nas chamadas Casas de Zungu, espaços de resistência onde negros e negras se rebelavam contra a dominação escravocrata colonial. O dossiê afirma que, durante o período colonial, “as mulheres, escravas ou libertas, preparavam acarajé e outras comidas e, à noite, com cestos ou tabuleiros na cabeça, saíam a vendê-los nas ruas (p. 11)”. Hoje, essas tradições culinárias continuam vivas ou são reinterpretadas em espaços, corpos e práticas na autêntica e legítima reelaboração negra contemporânea. Esse legado é o que buscamos resgatar, valorizar e difundir. Na mesma teia de resistência, a musicalidade sempre acompanhou os corpos afrodiaspóricos. Não é por acaso que o Iphan reconhece o jongo do sudeste (2007) e as matrizes do samba (2014) como manifestações deste patrimônio cultural imaterial. Para este projeto, culinária e música são elementos inseparáveis da memória e do legado ancestral. Elas não são apenas práticas culturais; são ferramentas de afirmação e resistência. O Zungu, como celebração dessas formas de ser e existir no mundo, traz essa herança até os dias atuais, reafirmando seu papel na formação da cultura nacional.

Especificação técnica

Apresentação Musical (Produto Principal): As apresentações musicais acontecerão nos dois dias, durante a realização do Festival e envolverão nomes nacionais e grupos locais de samba. Para tanto, haverá uma curadoria que considerará a diversidade de manifestações (especialmente focada no patrimônio imaterial das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro, como: partido alto, samba de terreiro e samba enredo”). Festival Gastronômico e Cultural (Produto Secundário):Num espaço público com boa acessibilidade, o Aterro do Flamengo, escolhido devido a sua excelente e acessível localização, que goza de infraestrutura inclusiva e valor histórico-cultural, o Zungu Festival Gastronômico e Cultural ocorrerá em 2 dias (sábado e domingo). Nestes dias, serão montadas barracas para que possa servir os pratos preparados pelos participantes do mapeamento que venderão os mesmos para o público presente e não pagarão nada ao proponente a nível de participação. O evento terá entrada gratuita e a participação estará condicionada aos empreendimentos mapeados na pesquisa dos espaços de resistência que preservam a ancestralidade negra por meio da gastronomia. Mapeamento do patrimônio cultural imaterial gastronômico afro-carioca (produto secundário)Será contratada uma equipe para desenhar e executar uma pesquisa primária em campo, e levantar os espaços e empreendimentos gastronômicos liderados por pessoas negras presentes no Rio de Janeiro. As informações da pesquisa alimentarão um banco de dados que será disponibilizado na internet por meio de uma plataforma digital gerenciada por business intelligence e será a base do guia impresso. Guia Zungu de Gastronomia Preta do Rio de Janeiro (produto secundário)O Guia trará um mapeamento por região dos empreendimentos e espaços culinários, suas especialidades gastronômicas e trará informação para visitação deles.

Acessibilidade

O projeto apresenta as medidas de acessibilidade a seguir, que se aplicam a todos os produtos da presente proposta, em consonância com a IN Minc nº 23 de 05 de fevereiro de 2025, e Lei nº 13.146/2015: Produto Apresentação Musical Acessibilidade Arquitetônica As apresentações contarão com acessos apropriados, como rampas e espaços reservados para garantir a participação de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas. Essas medidas visam proporcionar acessibilidade plena, permitindo que todos os participantes usufruam das atividades de maneira confortável e segura. Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo Equipe preparada e treinada: Nossa equipe será capacitada para atender pessoas com diferentes necessidades de acessibilidade, garantindo um ambiente acolhedor, respeitoso e inclusivo. Todos estarão prontos para oferecer suporte adequado às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assegurando que possam participar plenamente do festival. Para garantir a acessibilidade comunicacional e permitir a participação plena das pessoas surdas, o evento contará com intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as apresentações. Esses profissionais irão traduzir os conteúdos falados e musicais para a Língua Brasileira de Sinais, permitindo que as pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam vivenciar as apresentações de forma plena e entender o que está sendo comunicado, seja nas falas dos artistas, nas explicações ou nas letras das músicas. Além disso, a presença de intérpretes de Libras no evento será uma medida de inclusão fundamental, reforçando o compromisso de promover um ambiente acessível para todas as pessoas, respeitando suas diferentes formas de comunicação e garantindo que todos possam usufruir igualmente da experiência cultural. Conteúdos em linguagem simples: Para garantir que todos, independentemente do nível de compreensão, possam entender as informações, os conteúdos serão apresentados em linguagem simples. Isso inclui a adaptação de textos e comunicações em termos claros e objetivos, favorecendo o entendimento. Medidas de apoio para pessoas autistas: O evento contará com medidas específicas para apoiar a participação de pessoas autistas, como ambientes sensoriais amigáveis e a presença de equipes treinadas para oferecer suporte nas necessidades específicas dessa comunidade. Será garantido um ambiente confortável e inclusivo, com adaptações que atendam a diferentes formas de interação e comunicação. Produto Festival Acessibilidade Arquitetônica O festival contará com acessos apropriados, como rampas e espaços reservados para garantir a participação de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas. Essas medidas visam proporcionar acessibilidade plena, permitindo que todos os participantes usufruam das atividades de maneira confortável e segura. Acessibilidade Comunicacional e de ConteúdoEquipe preparada e treinada: Nossa equipe será capacitada para atender pessoas com diferentes necessidades de acessibilidade, garantindo um ambiente acolhedor, respeitoso e inclusivo. Todos estarão prontos para oferecer suporte adequado às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assegurando que possam participar plenamente do festival. Textos em braile: Para garantir a inclusão de pessoas com deficiência visual, todos os materiais informativos, como o guia do festival e outros documentos importantes, estarão disponíveis em braile. Textos em fonte ampliada e com contraste: Serão disponibilizados materiais com fontes ampliadas, com alto contraste, para facilitar a leitura de pessoas com deficiência visual ou dificuldades de leitura. Conteúdos em linguagem simples: Para garantir que todos, independentemente do nível de compreensão, possam entender as informações, os conteúdos serão apresentados em linguagem simples. Isso inclui a adaptação de textos e comunicações em termos claros e objetivos, favorecendo o entendimento. Medidas de apoio para pessoas autistas: O evento contará com medidas específicas para apoiar a participação de pessoas autistas, como ambientes sensoriais amigáveis e a presença de equipes treinadas para oferecer suporte nas necessidades específicas dessa comunidade. Será garantido um ambiente confortável e inclusivo, com adaptações que atendam a diferentes formas de interação e comunicação. Produto Guia Acessibilidade de Comunicação e Divulgação Acessíveis: O Guia do evento será disponibilizado em formatos acessíveis para garantir que todas as pessoas possam aproveitar a programação de maneira igualitária. O guia contará com: Redação em linguagem simples: O conteúdo será escrito de maneira clara, objetiva e fácil de entender, para que todas as pessoas, independentemente de seu nível de compreensão, possam acessar as informações de forma eficiente. Formatos adaptados: Além da versão escrita em linguagem simples, o guia será disponibilizado em braile para pessoas com deficiência visual, e também em fontes ampliadas com alto contraste, facilitando a leitura de quem tem baixa visão ou dificuldades de leitura. Acessibilidade digital: O guia estará disponível também em versão digital, com a possibilidade de leitura por softwares de leitura de tela, para atender pessoas com deficiência visual ou outras necessidades de acessibilidade. Todo o projeto: Acessibilidade de Comunicação e Divulgação Acessíveis: O Projeto possuirá disponibilização de materiais de divulgação em formatos acessíveis, contendo redação em linguagem simples da Instrução Normativa, do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, do Manual de Aplicações de Marcas do Ministério da Cultura e dos manuais operacionais do mecanismo Incentivo a Projetos Culturais pelo Ministério da Cultura

Democratização do acesso

A democratização do acesso é elemento fundamental num projeto que visa valorizar a ancestralidade negra. Este projeto é, sobretudo, espaço de inclusão e difusão de uma história ancestral obliterada e violentada pelo racismo, que resistem nas tradições culinárias e musicais. Desta forma, as seguintes medidas são previstas: ● O acesso a todos os produtos do projeto será gratuito. Além de uma estratégia de democratização, este é um princípio chave e atende ao artigo 46 e inciso 1 do artigo 47 da IN 23/2025 do Minc. ● Distribuição gratuita dos guias em conformidade com o artigo 47, inciso I, da IN 23/2025. ● Convite a Escolas e Organizações Comunitárias: vamos convidar a rede pública de educação e organizações culturais de base comunitária (como associações, pontos de cultura agremiações de samba) para participar e facilitar o acesso de jovens e famílias que, de outra forma, talvez não participassem do evento. Esperamos que possam acessar os produtos do projeto e com isso aumentar a difusão do patrimônio culinário e musical afrodiaspórico da cidade do Rio de Janeiro, atendendo assim o art 48 da IN 23/2025 ● Programação Diversificada e Inclusiva: Asseguramos que os produtos e a programação reflita a diversidade da cultura afro-brasileira e seja inclusiva, promovendo a participação de artistas, empreendedores, fazedores de cultura se diferentes gêneros, identidades e orientações sexuais, priorizando a contratação de pessoas pretas e pardas nas equipes de trabalho, na organização das apresentações musicais, no Mapeamento, e guia, estabelecendo o mínimo de 80% de cotas de contratação voltadas para este segmento étnico. ● Transporte Público e Acessibilidade: O projeto será realizado em locais pensados a partir da compreensão da dinâmica de quem o acessará por meio de transporte público. Desta forma, locais que garantam acesso de diversas regiões com maior facilidade foram priorizados: o Aterro do Flamengo, presentes em locais de fácil acesso, com ampla oferta de transporte público. Ainda, será disponibilizada na Internet registros audiovisuais das apresentações musicais e será ofertada de ofício à TV Brasil, a oportunidade de captar e veicular (à suas expensas) imagens das atividades. Da mesma forma, todo o material captado e sistematizado pelas equipes de Comunicação do projeto serão disponibilizados em nossas redes e cedidos gratuitamente para veiculação, se for de interesse da Rede Nacional de Comunicação Pública.

Ficha técnica

Matheus Buka - Coordenação Geral Economista domestico e especialista em engenharia e gestao empresarial. Socio do Dida bar e restaurante e vice presidente do Instituto Casarao. Idealizador de iniciativas que promovem a qualidade de vida da população negra como o Zungu e o nucleo universitario negro, Atualmente cursando gestao de organização do terceiro setor. Gal - Produção Produtora Cultural, graduada em Letras- Português pela Universidade Federal de Rondônia, Pós graduação emProdução Cultural, Arte e Entretenimento, pela Faculdade Unyleya em Brasília. Atuou como Técnica de Cultura pelo Sesc RO e na Superintendência de Cultura do Estado de Rondônia; como produtora da Associação Escambo Cultural na Zona Oeste do RJ,como Arte Educadora no Programa Educativo Caixa Cultural e inúmeras produções no campo das artes ( teatro, dança e música). Atuou no áudio visual como Produtora na Agencia S2t. atendendo os clientes Shell e.TOTVS. Atualmente é Produtora do Instituto Casarão. Rafael Aquino - Produtor Executivo Mestrado em Ciências Sociais pela Puc-Minas, na linha de pesquisa Políticas Públicas, Poder Local e Participação. Graduado em Processos Gerenciais, com ênfase em Gestão de Organizações do Terceiro Setor pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Cursou Engenharia Elétrica na Puc-Minas. Autor do Livro "Políticas de Cultura nos Municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte" (2018).Integrou por 2 biênios o Conselho Estadual de Política Cultural de Minas Gerais - CONSEC (2017-2018 / 2019-2020). Na Academia Internacional de Cinema (AIC) se qualificou em Produção de Documentário, Roteiro e Direção Cinematográfica. É um dos idealizadores da Casa Criativa, espaço dedicado à conectar a comunidade local para desenvolver atividades colaborativas e multidisciplinares, pautadas na inovação e no empreendedorismo social. Atou no corpo docente do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Na Prefeitura de Contagem foi Coordenador de Políticas Culturais na Fundação Municipal de Cultura e Coordenador de Projetos na Secretaria de Comunicação (2013-2016). Participou dos conselhos municipais de Políticas Culturais (2014-2015) e de Promoção da Igualdade Racial (2015-2016/2017-2018). Coordenou o projeto Mapeamento Cultural de Contagem (2016-2017). Foi integrante do grupo de pesquisa" Observatório da Diversidade Cultural". Na Associação Move Cultura é responsável pelo planejamento, elaboração e gestão dos projetos de impacto social da instituição. No setor audiovisual realizou a produção e direção da série documental "Contagem do Tempo: Histórias e Memórias de uma Cidade" (2020), produziu o curta “Vidas do Rosário”, que retrata a história da Comunidade Quilombola de Arturos. Em 2023, foi diretor e roteirista do documentário "Mama - Africanos em São Paulo. Leonardo Melo - Planejamento e Gestão Financeira Qualificações • Curso Superior Completo em Administração de Empresas pelo Centro Universitário UNA• Conhecimento operacional de Windows, Word, Excel, Power Point e Internet.• Pós-Graduação em Gestão de Finanças Corporativas no Centro Universitário UNA, início Março de 2010, término em Dezembro de 2010.Experiência Profissional VEREDAS PRODUÇÕES LTDA.Cargo: Analista AdministrativoAdmissão: Abril/2014 - Fevereiro de 2025Atividade: Administração geral de projetos culturais, formatação e elaboração de projetos culturais, prestação de contas de projetos culturais, assessoria técnica a projetos culturais, controle financeiro de projetos culturais, captação de projetos culturais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.