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PRONAC 2513838Autorizada a captação total dos recursosMecenato

SOM NA RURAL- RODANDO

REMO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 489,7 mil
Aprovado
R$ 489,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2025-12-15
Término
2028-12-15
Locais de realização (4)
Arcoverde PernambucoNazaré da Mata PernambucoSão José do Egito PernambucoSão Paulo São Paulo

Resumo

Circulação na cidade de SP e em 3 cidades de PE, do projeto Som na Rural de Recife/PE, que estrategicamente utiliza-se de um antigo veículo Ford 69 modelo Rural costumizado, como equipamento cultural e de intervenção urbana. Um banda própria acompanha o Som na Rural, Banda Rural, desfilando um repertório entre Cocos, Forró pé de Serra, Frevo e Maracatus, culminando com uma grande roda de ciranda.Durante a apresentação, Roger de Renor, fala sobre os ritmos, suas origens e suas festas, enquanto interage com o público e com a Banda.

Sinopse

Serão realizadas 02 apresentações em praças públicas em cada uma das 03 cidades do estado de PE (Arcoverde, São José do Egito e Nazaré da Mata) e 03 apresentações na cidade de São Paulo.Um banda própria acompanha o Som na Rural, a Banda Rural composta por músicos oriundos da cultura popular de Pernambuco e práticos nos mais diversos ritmos e estilos de nossas manifestações.Serão escolhidos dois grupos ou músicos pernambucanos que estejam residindo em cada uma das cidades, para participação especial.Roger de Renor, apresentador e criador do Som na Rural, fala sobre os ritmos, suas origens e suas festas, enquanto interage com o público e com a Banda, no decorrer da execução do repertório.Antes de cada apresentação um bate papo sobre a música pernambucana contemporânea, processos migratórios inversos de artistas nordestinos e intervenções urbanas.Todas as ações serão gratuitas e com Indicação etária livre.

Objetivos

GERAL: Circular com o projeto Som na Rural, equipamento cultural cenográfico e de intervenção urbana, difundindo a música regional pernambucana com a Banda Rural, banda própria do projeto, e mais 2 músicos/grupos pernambucanos que residam nas cidades como participações especiais. Serão realizadas 02 presentações em cada uma das 03 cidades de PE, cidades estas de diferentes macrorregiões do estado (Nazaré da Mata/Arcoverde e São José do Egito) e 03 apresentações na cidade de São Paulo (maior centro de concentração de migração nordestina) ESPECÍFICOS: Realizar a circulação estadual em 3 cidades de duas diferentes macrorregiões de PE e na cidade de São Paulo; Realizar 02 apresentações em espaços públicos, em cada uma das 03 cidades de PE;Realizar 03 apresentações em espaços públicos na cidade de São Paulo; Realizar cada apresentação com a Banda Rural e mais um grupo ou músicos pernambucanos que residam em cada uma das cidades e que também trabalhem com música regional; Apresentar bate papo antes de cada apresentação em praça pública, totalizando 9.

Justificativa

O projeto Som na Rural tem início em 2008 como um programa de televisão, fruto da colaboração entre a TV Brasil e a TV Viva, ligada ao Centro de Cultura Luiz Freire, localizado em Olinda (PE). Desde então, o Som na Rural evoluiu, transformando-se em uma atividade de rua itinerante que a partir de uma Rural Willys, de 1969, como seu palco móvel, constrói por onde passa um cenário de atividades culturais e sendo também instrumento de intervenção urbana. Ao longo de sua jornada de 15 anos, o Som na Rural consolidou-se como um veículo de fomento à rica cena musical pernambucana e brasileira. Nomes importantes como a rainha Lia de Itamaracá, Isaar, Criolo, Ave Sangria, Otto e Alceu Valença já brilharam sobre seu palco. Com apresentações carregadas de autenticidade e expressão artística, o projeto já ultrapassou as fronteiras de Pernambuco, seu Estado de origem. Com o objetivo de ocupar os espaços urbanos por meio de apresentações artísticas e da música, a Rural passou a circular nas praças, parques e ruas, levando uma alternativa de reocupação e humanização da cidade, discutindo, questionando e propondo novas formas de ocupação dos grandes centros de forma prática, poética e universal através da música regional, nacional ou da cena pernambucana. A música nordestina regional é conhecida mundialmente e muito bem representada em palcos do Brasil, e fora dele, seja em casas de shows, teatros ou em grandiosos espetáculos ao ar livre, inspirando a música popular contempotânea, em inúmeras releituras. Nosso projeto justifica-se por difundir a música regional, com apresentações no chão, sem recurso de palco, em uma grande roda popular no centro das cidades, interagindo com a população, e com os músicos e artistas locais . Para esta realização, se torna imprescindível a captação via mecenato, entendendo o valor do que estamos produzindo, e depois de 15 anos na tentativa de captação direta nas empresas, sem êxito. Dessa forma, o Mecenato, via lei Rouanet será vital para realização do projeto de difusão e valorização da música regional do nordeste e de PE. Compreendemos estarmos enquadrados em 50% dos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I, II, III, VIII e IX: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Como também alcançaremos os objetivos do Art 3º da referida Lei, tais como: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; E sendo gratuito em locais públicos: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Os trechos das passagens aéreas são referentes a 8 pessoas: 5 músicos que compõem a Banda Rural, e Roger de Renor (apresentação/montagem), Nilton Pereira (registro fotos e vídeo/montagem) e Paula de Renor (produção executiva), que compõem a ficha técnica do projeto. Técnicos serão contratados nas cidades.Os trechos aéreos são:Recife/São Paulo e São Paulo/RecifeOs trechos terrestres dentro do estado de PE, serão feitos com locação de van.A Rural, veículo, que é nosso equipamento cultural, será transportado num Reboque Prancha, fazendo esses mesmos trechos. Como não existe item com esta descrição de locação de reboque, tive que optar ao item que mais se aproximava, que foi "Locação de veículo", explicado no espaço da justificativa no item orçamentário.Usamos o termo Banda Regional nos itens orçamentários para a Banda Rural e o termo Banda local, para as bandas de cada uma das cidades que farão participação na apresentação em sua cidade.

Especificação técnica

O Som na Rural é um projeto que estrategicamente utiliza-se de um antigo veículo Ford 69 modelo Rural costumizado, como cenário, estúdio móvel de sonorização e equipamento de intervenção urbana através da música, aonde acontecem apresentações de bandas e artistas e discussões de temas ligados a cultura, comunicação e cidadania. A apresentação é de Roger de Renor.A Circulação contará com 9 apresentações em praça pública, 02 em cada uma das cidades de PE e 03 na cidade de São Paulo.As apresentações acontecerão no chão, em frente a Rural. Serão necessárias 4 horas para localizar o automóvel, instalar equipamentos de som, iluminação e telão. Fixação do tapete que delimitará a área de apresentação e passagem de som.A Banda Rural, formada por 5 músicos da cultura popular, executam 100 % de músicas regionais tradicionais iniciando com o Côco, depois Forró e culminando com uma grande roda de Ciranda. A Banda Rural será a representante de expressão musical regional e tradição de Pernambuco em sua itinerância, nos moldes do que foi feito, com muito sucesso, com Lia de Itamaracá e as Filhas de Baracho, em 2017.Antes e depois de cada apresentação, o apresentador além de MC (mestre de cerimônia) atuará também como DJ numa seleção de músicas pernambucanas contemporâneas, releituras das músicas regionais nordestinas.Bate-Papo: antes de cada apresentação, em cada uma das cidades, os artistas irão enriquecer as apresentações somando suas experiências musicais regionais, participando e trocando opiniões e pontos de vista sobre temas abordados pelo apresentador, que irá interagir com a plateia e com os músicos/artistasLocais das apresentações: serão em praça pública (como essência do projeto), mas os espaços só poderão ser definidos na pré-produção, pois dependerão da confirmação de datas para sua realização (para as devidas liberações de espaços pelas prefeituras locais), das condições climáticas da época, das condições físicas e de estruturas de acessibilidade de cada local quando da proximidade da realização do projeto.

Acessibilidade

Acessibilidade de Conteúdo: Tradução em Libras em todas as apresentações e bate papos antes das apresentações ; Utilização de painel eletronico de legendagem, fixado em cima da Rural, para digitação em temo real do conteúdo dos debates; Inclusão de legendas nos vídeos de divulgação nas redes sociais; Divulgação também em áudio das atrações da Rural no site do Som na Rural e nas redes sociais; Acessibilidade física Instalação de rampas de acesso para cadeirantes e idosos nos locais das apresentações;Locação de banheiros químicos para PCD.

Democratização do acesso

Apresentações todas gratuitas; Utilização de espaços públicos/praças tradicionais da cidade;Indicação etária livre; Bate-papo com o público: temas que dialoguem com a cidade, como soluções e experiências de humanização das cidades a partir da música; Interação com artistas locais e artistas pernambucanos residentes em cada cidade.

Ficha técnica

Remo Produções Artísticas/PE – Coordenação geral do projeto (Proponente) Produtora com 40 anos de atividades. Atua em projetos de artes cênicas, música e audiovisual desde 1983. Produziu 14 espetáculos de teatro, inclusive com coproduções com grupos da Holanda, Argentina e Portugal. Em 2000 adaptou o armazém 14 no cais do Porto, criando o Teatro Armazém, funcionando por 11 anos, espaço referência para apresentações e formação. Produz o projeto Som na Rural desde 2012. Suas mais recentes produções foram Ciranda Rural e a série para TV Som na Rural- Indo e Voltando-Expedição 10 anos. Coordena e executa o RESIDE/FIT-PE. Paula de Renor/PE – Produção executiva/(Dirigente) Atriz, produtora, curadora, gestora cultural desde 1983. Diretora da Remo Produções. Produziu 14 espetáculos teatrais e 03 coproduções internacionais. Curadora do Festival Janeiro de Grandes Espetáculos por 17 anos. Foi curadora do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto/SP- 2014, Festival do Teatro Brasileiro (DF) 20ª Edição/2019; Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga/2021. Produz o projeto Som na Rural desde 2012 e o seu festival RESIDE.FIT/PE, criado em 2018, fazendo parte do Núcleo dos Festivais Internacionais de Artes Cênicas do Brasil. ROGER DE RENOR/PE (Apresentação/Montagem) / PE Idealizador e dono do Bar Soparia em 1992. Iniciou carreira em 2001 como roteirista e apresentador do Som da Sopa, na TV U, de 2001 a 2005 aos domingos; Sopa da Cidade, na Rádio Cidade, 2001 a 2004 (programa diário); Som da Sopa na TV U em 2003; Sopa de Auditório, ao vivo, aos domingos, na TV U, 2009/2010; Sopa, na OI FM, de segunda a sexta, de 12 às 13h em 2009; Idealizador e roteirista junto com Nilton Pereira do projeto Som na Rural, transformado em série para Tv, em finalização; Roteirista do longa metragem documentário Ave Sangria, a Banda que nunca acabou . Como ator/bailarino, iniciou sua carreira no Balé Popular do Recife nos anos 80, depois participou do elenco dos espetáculos Salto Alto (1990 a 1996) e Arlequim ( 1992 a 2002). Em vídeo atuou em Último Bolero em Recife/Fernando Spencer – 1998; Coco de Minuto/Bidu Queiroz – 1993; O Mundo é uma Cabeça ? / Bid Queiroz – 1997; Assombrações do Recife Velho – 2000. Em cinema, atuou em Quarup/Rui Guerra – 1989; O Baile Perfumado/Paulo Caldas e Lírio Ferreira- 1996; Conceição/Heitor Dhália-1999; Amarelo Manga/ Cláudio Assis-2003 e Sujeito Oculto/Leo Falcão- 2022. NILTON PEREIRA (Registro fotos/vídeo/Montagem) / PE Fotógrafo, roteirista e diretor de documentários, clips e programas de TV. Em 1981 entra para o audiovisual no cine clube Leila Diniz-Olinda. Desde 1984 trabalha na Tv Viva. Cursou a Escuela de Cine y TV de San Antonio de los Baños-Cuba-1989. Realizou longas e curtas em Cuba, Senegal, Gana, Guiné Bissau, dentre outros, “Desde Cuba hasta Pernambuco”, “Recife/Dakar” e “Dakar/Recife”, “Olhares Cruzados”, “PernamCubanos” , “O Avião tá de Parabéns” . Rebebeu em torno de 10 prêmios em váris festivais de cinema do país e exterior, como “O Jumento é nosso irmão” - premiado na Olimpiade de Vídeos et Télevisions na França. Acompanha de perto a cena Pernambucana. Mestre Salustiano, Chico Science, Mundo Livre, Alceu Valença, Lia de Itamaracá Otto, Devotos...fazem parte dos doc e clips realizados. Desde 2010 dirige e roteiriza o projeto Som na Rural com Roger de Renor.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.