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Realização do FESTIVAL DE CINEMA GUARANI - ÑANDE REKO MBOYVY (NOSSA VIDA EM IMAGEM) é uma iniciativa inédita no Rio Grande do Sul, quiçá no Brasil, concebida para valorizar a produção audiovisual indígena e criar um espaço de intercâmbio cultural entre cineastas indígenas e não indígenas.
ESTRUTURA DO FESTIVALMOSTRAS COMPETITIVAS- Mostra Guarani (longas e curtas). - Mostra Nacional Indígena. - Mostra Internacional Indígena. - Mostra Universitária.MOSTRAS PARALELAS- Mostra Infantojuvenil. - Mostra Memória Guarani (documentários históricos). - Mostra Convidada (cinema não indígena com temática originária).ATIVIDADES FORMATIVAS- 4 Oficinas de cinema, sendo: 1 na aldeia Aldeia Guarani Tekoa Koenju (São Miguel das Missões); 1 na Aldeia Tekoa Payu (Santo Ângelo); 1 em Barra do Ribeiro para atender às 9 aldeias existentes no Município e 1 Oficina em São Borja- 1 Laboratório de projetos audiovisuais para indígenas e não indígenas. - 8 Painés e 4 debates sobre cinema, políticas culturais e direitos indígenas. - 1 MasterClass nacional - 1 MasterClass internacionalATIVIDADES CULTURAIS- Apresentações artísticas Guarani (canto, dança, música). - Feira de artesanato indígena e - Feira de livro indígena. PREMIAÇÃOSerá criado o Troféu Ñanduti (símbolo Guarani de conexão e sabedoria). Categorias: - Melhor Filme Longa e Curta (Guarani). - Melhor Filme Indígena Nacional. - Melhor Filme Internacional. - Prêmio do Júri Popular. - Prêmio Jovem Cineasta.Classificação indicativa para participação do festival: 16 anos
OBJETIVO GERALRealizar um festival de cinema que promova a cultura Guarani, fortaleça a produção audiovisual indígena e estimule o diálogo intercultural na Região das Missões.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1. Incentivar a produção, exibição e distribuição de filmes indígenas.Meta1: Apoiar e exibir pelo menos 10 produções indígenas no festival2. Promover o protagonismo Guarani no audiovisual.Meta2: Garantir a presença de 50 indígenas entre cineastas, estudantes e lideranças Guarani em todas as etapas do festival3. Criar um espaço de intercâmbio entre cineastas indígenas, não indígenas, regionais, nacionais e internacionais.Meta3: Realizar ao menos 3 atividades de intercâmbio cultural (debates, mesas-redondas, encontros etc.)4. Oferecer oficinas e laboratórios de formação audiovisual para jovens indígenas e não indígenas.Meta4: Realizar 4 oficinas, 1 laboratório formativo, 8 painéis, 4 debates e 2 masterclasses formação audiovisual para jovens indígenas e não indígenas5. Posicionar o festival no calendário nacional de cinema e cultura.Meta5: Incluir o festival no calendário oficial estadual e ou nacional
O Festival de Cinema Guarani (FEG) é uma iniciativa inédita no Rio Grande do Sul, quiçá no Brasil, concebida para valorizar a produção audiovisual indígena e criar um espaço de intercâmbio cultural. Inspirado nos modelos consolidados do Festival de Brasília, que possui um forte caráter político e crítico, e do Festival de Gramado, que transmite prestígio e possui uma dimensão turística amplificada. O evento propõe unir resistência, identidade e visibilidade regional, nacional e internacional.O projeto é relevante, pois além de um evento cinematográfico, será também um espaço de fortalecimento identitário, turístico e econômico.Dessa forma, o uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais é preponderante para a produção e fruição cultural na região da Campanha, da Fronteira-Oeste e Missões, enquadrando-se nos incisos II, III e IX do art. 1º somado aos incisos I, letra d); II, letra e) e V, letra b).
Na equipe técnica possuimos pessoas com algum tipo de deficiência, como: autismo, síndrome de tourette e ou TDAH. Dessa forma, buscamos oportunizar a inserção de pessoas com deficiência no mercado cultural e cumprir a legislação em vigor, especificamente a Lei nº 13.146/2025 (Estatuto de Pessoa com Deficiência) e a Lei nº 12.764/2012 (Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista). Fato que corrobora a relevância do projeto. Considera-se ainda a promoção da diversidade cultural e a inclusão de produtores audiovisuais/cineastas indígenas no mercado cinematográfico com a fruição de seus filmes e trocas de experiências, oportunizando o intercâmbio cultural.
OFICINASDuração: 8hModalidade: presencialConteúdo: prática de produção audiovisual (roteiro, direção, captação de imagem, edição e finalização)Feira de Artesanato e de Livro indígena (ambiente comum)Duração: 5 diasMontagem: 1 diaFeira: 3 diasDesmontagem: 1 diaMASTERCLASSESDuração: 4hModalidade: on-lineConteúdo: Temas atuais do mercado audiovisualLABORATÓRIODuração: 8hModalidade: semi-presencial (4h presencias/4h on-line)conteúdo: Mentoria audiovisualPAINELDuração: até 2hModalidade: on-lineConteúdo: temas sobre cinema, políticas culturais e direitos indígenasDEBATESDuração: até 2hModalidade: híbrido ou on-lineConteúdo: temas sobre cinema, políticas culturais e direitos indígenasJURADOSA definirCOMISSÃO DE SELEÇÃOAdefinirSESSOES DE FILMESDuração: até 2hModalidade: presencial e on-lineConteúdo: de acordo com a seleção da curadoria
Haverá acesso por rampas para cadeiras de rodas, para pessoas com deficiência e idosas, além rotas acessíveis para cadeiras de rodas, corrimãos e guarda-corpos e iluminação adequada, se necessário e conforme disponibilidade do local. Durante a abertura do evento, poderá ser realizada a audiodescrição do ambiente, uso de linguagem simples, legenda nos filmes e textos adequados para pessoas idosas, principalmente em relação ao tamanho da fonte, na divulgação do evento localmente. Tudo de acordo com a necessidade e a possibilidade dos locais de ode ocorrerão as atividades e exibição, podendo ser oportunizado um intérprete de libras, caso haja a necessidade.
A democratização ao acesso à cultura é prioridade, assim, todos os produtos gerados pelo FEG serão gratuitos e acessível a todos os públicos. Haverá oficinas de audivisual e transmissão da abertura e ou debates durante o período de realização do festival.
Função: PROPONENTENome: INSTITUTO PATULUSCurrículo: entidade sem fins lucrativos criada para desenvolver estudos, pesquisas, projetos e serviços na área ambiental, cultural e educacional voltados para o crescimento de comunidades e empresas onde atua e tem se destacado por estar sempre agindo de forma positiva e com o intuito de ajudar nas resoluções de problemas e buscar alternativas de desenvolvimento sustentável. Suas principais ações têm sido na área ambiental e cultural. Em seus mais 20 anos de atuação desenvolveu diversos projetos como palestras em escolas do ensino fundamental e médio com temas sobre meio ambiente, cultura e empreendedorismo; Desenvolvimento de um programa educacional contra o uso indevido de drogas para jovens de 06 a 12 anos, baseado no teatro; Projeto Preservando Sonhos, onde participaram várias escolas com seus projetos de conscientização ambiental; Agenda 21 de Santana do Livramento; Projeto Minuto Água; conferências e seminários nas suas áreas de atuação; Mostra de Cinema e Vídeo (MOVI), que tem foco no público estudantil; Cinema na Cidade, que visa a exibições fixas e itinerantes de filmes nacionais e produção audiovisual. Em parceria com o UNIPAMPA ARTES, Pampa in Cena e Maria fleck Bordados fundou a Pampa Studios, para fomentar a produção audiovisual na região oeste do Rio Grande do Sul.função: PRODUTORA EXECUTIVANome: ADELAIDE RIOSFormação: Produtora Cultural, Graduada em Processos Gerencias e Acadêmica de Relações Públicas. Currículo: Graduada no Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais - ANHANGUERA (2021). Acadêmica do Curso de Relações Públicas da Universidade Federal do Pampa -Unipampa - Campus São Borja. Produtora Cultural do projeto Ponto de Cultura Butiá através do Lei Aldir Blanc 2021. Voluntária na organização do Projeto de Feiras de Ciências da Unipampa - Campus São Borja, Fecipampa, na 1° edição/2021 e 2° edição 2022. Estagiária no projeto institucional da Unipampa - "Comunicação em Cartaz"- 2021-2022 e 2023. Diretora de projetos e produtora Cultural da Sociedade Cultural João Escobar Filho- 2023. Integrante da equipe executora da Unipampa Projetos e Unipampa Artes-2023. Atuou de forma efetiva na obtenção das certificações de Ponto de Cultura Federal e Estadual para Ponto de Cultura Butiá (Tapes/RS). Foi produtora cultural da MOVI.SB 2023 e 2024, compondo a Comissão Organizadora das duas edições.função:CURADOR/PALESTRANTENome: ARIEL KUARAY Formação: Cineasta e Líder Indígena GuaraniCurrículo: cultura tradicional indígena.Função: DIRETOR ARTÍSTICO/COORDENADOR GERAL/CURADORNome: ERICK MACIELFormação: Produtor Cultural e Audiovisual, com registro na ANCINE nº 19837. Professor do Magistério Superior. Administração, Produção Audiovisual, Direito e Patrimônio Cultural, com Especialização, Mestrado, Doutorado e diversos cursos nas áras ambiental, cultural, educação, diteito, empreendedorismo e negócios. Currículo: Doutor em Arquitetura e Urbanismo pela UFSC. Realizou Estágio Doutoral na Universidade de Aveiro, Aveiro, Portugal, como Bolsista do Euro-Latin America partnership in natural Risk mitigation and protection of the Cultural Heritage (ELARCH) - ERASMUS MUNDUS. Possui diversas especializações e experiência nas áreas de meio ambiente, cultura, direito, educação, administração e negócios, mantendo sua inter e multidisciplinaridade. Mais de 20 anos de experiência em Gestão de Equipes, Administração, Planejamento, Gestão de Projetos e Treinamento, Desenvolvimento e Educação a Distância. Além, das atividades de docência, atua como Produtor Cultural e Audiovisual, possuindo diversos projetos aprovados por Leis de Incentivo à Cultura e Seleções Públicas por edital. Foi Vice-Presidente do Conselho de Cultura de Santana do Livramento/RS (2004-2005), Presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Santana do Livramento/RS (2005-2006), Conselheiro de Cultura de Caxias do Sul/RS (2014-2015). Presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais de São Borja/RS (2023). Vice-Presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais de São Borja/RS (2024-2025). Membro do Conselho Estadual de Cultura - RS (2024-2026). No audiovisual, produziu muitos vídeos experimentais para a consolidação do conhecimento adquirido na área. No audiovisual atua como produtor e diretor. Destaque para o curta-metragem (documentário) (IN)VISIBILIDADE: HISTÓRIAS REAIS, que proporcionou o PRÊMIO PINDORAMA 2023, organizado por um grupo de Universidades e entre elas a UNIPAMPA. É o Coordenador do UNIPAMPA ARTES e do Curso de História EaD/UAB na UNIPAMPA. É o Diretor Artístico da MOVI.SB desde sua primeira edição. Coprodutor e Diretor do curta-metragem 'O Banheiro do Louvre', filmado em São Borja. Coproduz o curta-metragem Maria do Carmo: de fandangueira a milagreira, contemplado pela LPG-SB pelo UNIPAMPA ARTES. Realizou palestra na Mostra de Cinema das Missões, com o tema Patrimônio Cultural e Cinema: usos criativos, possibilidades e limitações. Realizou desde 2023 diversas exibições de filmes no município de São Borja, inclusive na área rural, e de Maçambará com o projeto Cinema na Cidade, Mostra Dia da Animação e Mostra Mercosul de Cinema. Função: ASSISTENTE DA COORDENAÇÃONome: LEANDRO FLECKFormação: Professor, escritor e roteirista.Currículo: conforme portfólio anexado ao projeto.Função: ASSESSORA DE IMPRENSANome: ANDRESSA CHULTZ (PCD)Formação: Jornalismo e teatro.Currículo: conforme portfólio anexado ao projeto.Função: COORDENADORA ADJUNTANome: BEDATI APARECIDA FINOKIETFormação: Historiadora e PedagogaCurrículo: Docente na UFFS (Universidade Federal da Fronteira Sul), Coordenadora do NEABI- Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da UFFS Campus Cerro Largo. Doutoranda em Antropologia Social (UNaM), Mestre em Educação nas Ciências, área de concentração: HISTÓRIA (UNIJUÍ), Graduada em História (URI) e Pedagogia (UNIJUÍ). É autora de livros sobre: Histórias e Culturas Indígenas; História Regional; Memória, Patrimônio, Interculturalidade e Fronteiras. Como professora, tem experiência na área de História, Pedagogia e Antropologia. Atualmente suas atividades de extensão e pesquisa têm se desenvolvido no campo das Antropologias Indígenas.Função: Coordenadora AdjuntaNome: Rafaela PrintesFormação: GeógrafaCurrículo: Professora Adjunta na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Atualmente Diretora do Campus Regional VII da Uergs. Possui Bacharelado e Licenciatura Plena em Geografia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2006) e especialização no Ensino de Geografia e Historia (FACED/UFRGS, 2010). Mestre (2012) e doutora (2019) em Desenvolvimento Rural pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul/ Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Rural (UFRGS/PGDR). Pesquisadora do Núcleo de Estudos em Segurança Alimentar e Nutricional (NESAN/UFRGS) e do Circulo de Referência em Agroecologia, Sociobiodiversidade, Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (ASSSAN). É pesquisadora associada ao Núcleo de Estudos em Desenvolvimento Rural Sustentável e Mata Atlântica (DESMA/UFRGS). Coordenadora do Núcleo de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica (NEA/Uergs-Tapes). Atua nas áreas: geografia, desenvolvimento rural, gestão ambiental e territorial, socioambientalismo, indigenismo, sociobiodiversidade, agroecologia, agricultura biodinâmica, interculturalidade, intercientificidade e etnoecologia. Tem experiência com povos e comunidades tradicionais e povos indígenas, em especial os coletivos indígenas Mbya-Guarani, com os seguintes temas: território e territorialidade, conflitos socioambientais, etnomapeamento, gestão territorial e ambiental de terras indígenas. Atua em projetos voltados a agroecologia e sistemas agroflorestais junto aos Mbya Guarani.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.