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PRONAC 2513852Autorizada a captação total dos recursosMecenato

DOCINHOS CARINHOSOS

STUDIO NAMADEIRA LTDA
Solicitado
R$ 712,3 mil
Aprovado
R$ 712,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-12-10
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O Docinhos Carinhosos é um projeto cultural que celebra a música de rua e o protagonismo de músicos idosos no Carnaval brasileiro. Criado pelo trompetista Max Sette durante a pandemia, o bloco é formado por músicos veteranos e tem como missão promover a inclusão, combater o etarismo e valorizar a cultura popular. Com apresentações previstas para o Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, o projeto será registrado em um documentário que abordará a importância da música na saúde física e mental de idosos, o impacto da ocupação dos espaços públicos e a valorização da cultura de rua. O documentário reunirá imagens dos cortejos, bastidores e depoimentos de músicos e profissionais da saúde, reforçando a relevância da arte como instrumento de afeto, resistência e transformação social.

Sinopse

Docinhos Carinhosos é um projeto cultural que une celebração, resistência e inclusão por meio da música. Trata-se de um bloco carnavalesco composto majoritariamente por músicos idosos, que ocupa as ruas de três capitais brasileiras com cortejos gratuitos e democráticos, revivendo a tradição dos antigos carnavais de rua. A proposta é resgatar a memória afetiva e valorizar os saberes musicais acumulados por esses artistas ao longo de décadas.A obra também compreende a produção de um documentário que registra não apenas os eventos em si, mas também os bastidores, depoimentos dos músicos, relatos de especialistas em saúde, e reflexões sobre o envelhecimento ativo, o papel da cultura de rua, e a importância da ocupação dos espaços públicos como forma de inclusão social e combate ao etarismo.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a valorização da cultura popular e da música de rua por meio do protagonismo de músicos idosos em cortejos carnavalescos e da realização de um documentário, com o objetivo de combater o etarismo, fomentar a inclusão intergeracional e destacar os benefícios da prática musical contínua para a saúde e bem-estar de pessoas idosas.Objetivos Específicos1. Realizar 3 apresentações públicas do bloco carnavalesco "Docinhos Carinhosos" nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, com participação majoritária de músicos idosos em cada cortejo, além da adesão espontânea de músicos da comunidade.2. Gravar e produzir 1 documentário audiovisual de média-metragem (entre 30 e 50 minutos), com registro dos bastidores, apresentações e depoimentos de músicos veteranos, profissionais da saúde e integrantes do público.3. Promover a inclusão de pessoas idosas em atividades culturais, reforçando sua participação ativa e propositiva em manifestações populares.4. Divulgar o documentário em plataformas digitais e em pelo menos 2 exibições públicas gratuitas, abertas à comunidade, incluindo rodas de conversa com artistas e especialistas.5. Gerar impacto social mensurável, por meio de indicadores como número de espectadores presenciais e virtuais, número de músicos envolvidos, alcance das redes sociais e registros em mídia espontânea.6. Valorizar a cultura de rua como espaço legítimo de expressão artística e convivência democrática, por meio da ocupação criativa de praças e vias públicas.

Justificativa

O projeto Docinhos Carinhosos se justifica por sua proposta singular de unir cultura popular, saúde e inclusão etária em um só movimento. Criado em um momento de isolamento e vulnerabilidade, o bloco não apenas reaproximou músicos idosos da atividade artística, como também transformou a rua em espaço de acolhimento e celebração. A escolha de expandir o projeto para outras capitais amplia seu impacto e promove o intercâmbio cultural entre gerações e regiões.A gravação do documentário fortalece ainda mais esse propósito, ao registrar a importância da presença de idosos nas manifestações culturais, evidenciar os benefícios da prática musical na saúde e promover o combate ao etarismo.Com depoimentos emocionantes e vivências reais, o filme se tornará um instrumento de conscientização e transformação, evidenciando que a arte é um direito de todos e que o envelhecimento pode (e deve) ser vivido com plenitude, alegria e protagonismo.JUSTIFICATIVAA realização do projeto depende da captação de recursos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, uma vez que envolve custos com produção audiovisual, logística dos eventos, remuneração de profissionais, deslocamento dos músicos e ações de acessibilidade e divulgação. A viabilidade financeira via iniciativa privada, sem renúncia fiscal, é limitada pela natureza do projeto, que prioriza o acesso gratuito e o impacto social.Enquadramento Legal:- Inciso II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91: "Estímulo à produção cultural e artística, à sua divulgação e distribuição, visando ao acesso da população aos bens culturais."- Inciso III do Art. 1º: "Proteção e valorização da cultura popular, regional e étnica."Objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91 alcançados:I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.IV _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.V _ Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais.VII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.

Especificação técnica

Nao se aplica

Acessibilidade

Acessibilidade FISICA Todos os espaços escolhidos para a realização dos cortejos, ensaios e exibição serão espaços adaptados e/ou abertos para acesso a todos, como: Ruas livres, com calçadas com rampas; Espaços culturais para encontros como: Ensaios abertos e rodas de conversas - serão escolhidos cuidadosamente, para que possuam todos os requisitos de acessibilidade e inclusão - como: rampas, banheiros PCD, assentos para pessoas com deficiência e obesidade. CONTEUDOTodos os materiais audiovisuais gerados no projeto serão incluidos por: LENGENDAS, AUDIODESCRIÇÃO E INTERPRETE DE LIBRAS.

Democratização do acesso

ENSAIOS ABERTOS 2 Ensaios na pré temporada na cidade do Rio de Janeiro - com foco em Jovens e adolescentes estudantes de musica. RODA DE CONVERSASNo lançamento do filme (DOC) será realizada uma conversa com: Diretor do projeto + 2 Musicos co-fundadores + 1 Especialista na área da saude + Especialista em socio- cultura.

Ficha técnica

MAX SETTECantor, compositor e trompetista carioca, Max Sette construiu uma trajetória singular na música brasileira contemporânea. Entre 2002 e 2008, integrou a célebre Orquestra Imperial ao lado de grandes nomes como Seu Jorge, Rodrigo Amarante e Wilson das Neves – este último, inclusive, parceiro em diversas composições.Aclamado pela crítica e pelo público nos palcos do Brasil e do exterior — com apresentações marcantes em países como Portugal, Inglaterra, Suíça, França, Espanha e Estados Unidos — Max foi destacado pela Rolling Stone como “um dos grandes cantores desta geração”.Em 2005, lançou seu primeiro álbum solo "Parábolas ao Vento" durante o prestigiado Festival Barbican, em Londres. Desde então, vem aprofundando seu trabalho autoral com identidade e sensibilidade únicas.Desde 2022, é residente do tradicional Vinícius Bossa Nova Bar, um dos espaços mais emblemáticos da cena musical carioca. Em paralelo, divide o palco com o saxofonista Rodrigo Sha no projeto Copa Nova, realizado mensalmente no Blue Note, em Copacabana, reunindo clássicos e novas interpretações da bossa e da MPB com arranjos sofisticados e atmosfera vibrante.No universo do carnaval de rua, Max é o idealizador e fundador do bloco Docinhos Carinhosos, que, desde sua estreia em 2022, conquistou o público e hoje figura entre os principais blocos do Rio de Janeiro, com uma proposta irreverente e musicalmente afiada.Max Sette segue reafirmando sua versatilidade e paixão pela música brasileira, unindo tradição e inovação em cada novo projeto.VALDIR DO PISTON É o Músico mais velho do Rio de Janeiro. Esta em plena atuação no Docinhos Carinhosos. Valdir começou a tocar em 1952, aos 10 anos de idade, e aos 82 anos, soma 70 carnavais. Ficou sem tocar apenas na pandemia em 2021 e 2022. Aposentado há 20 anos da Policia militar do Rio , tocou Banda de Ipanema , Gigantes da Lira, Cordao do Bola Preta, dentre outras dezenas de bandas e Blocos de Carnaval. Tocou nas Charangas do Flamengo e do Madureira. Valdir é o Docinho mais fofo do bloco, seus cabelos brancos e sua simpatia deixam os foliões apaixonados. MIRO TROMBONE Miro Quaresma nasceu 1962 na Vila Kennedy, órfão de pai e mãe aprendeu a tocar trombone na Funabem. Sua primeira oportunidade ainda criança foi na Orquestra Rio Antigo, em 1972. Aos 18 anos serviu na Banda da Aeronáutica . Tocou e toca na Banda de Ipanema e diversos blocos e bandas de carnaval. Aprendeu a tocar no orfanato Rio das Flores uma filial da FUNABEM aos 10 anos de idade, aos18 foi servir a Aeronautica onde entrou para Banda até sair um ano depois.As coisas foram difíceis para Miro, e ele tentou entrar nas forças armadas e não conseguiu. Até que conseguiu fazer um concurso para Banda da Guarda Municipal, onde toca até hoje. Miro é integrante dos Docinhos Carinhosos e tem um jeito de tocar bem diferente. Ele coloca cada nota da melodia exatamente como ela é. BIRA TROMBONE Bira nasceu na Paraiba em 1958. E filho de uma empregada domestica, Dona Rita, que chegou ao Rio de Janeiro no Pau de Arara, trazendo Bira com poucos meses de idade . Aos 8 anos perdeu sua mãe e foi encaminhado para o Orfanato da Funabem em Quintino. La, Bira aprendeu a tocar trombone. Aos 18 anos foi encaminhado para trabalhar na CCPL (COOPERATIVA DE LEITE) em Benfica. Hipólito trompetista foi o musico que o chamou para tocar na primeira Gig na loja Ponto Frio em Ramos e na Penha. Depois disso Bira trombone nunca mais parou de tocar. Começou a tocar aos 10 no colégio interno na Funabem. Fez concurso para o Corpo de Bombeiros onde tocou até 2012 . Tocou na Orquestra de Raul de Barros e na Orquestra Waldir Calmon. Acompanhou a cantora Rogéria nos Bailes do antigo Café Nice. Tocou no Teatro Fenix no programa Globo de Ouro e atuou como musico na novela Irmãos Coragem . Tem uma vasta experiência com o carnaval e uma linda história de vida.ELIEZER DA SILVA Eliezer Percussionista, nasceu em Bicas Minas Gerais em 1947. Aos 5 anos, veio com os pais para o Rio de Janeiro. Sem ter condições financeiras de cria-lo, os pais o levaram ao colégio interno da Marinha. Eliezer é um musico de rua autônomo, durante sua vida, trabalhou inaugurando lojas nas periferias do Rio. Ainda hoje aos 78 anos de idade, depende da musica para viver. Teve poucas oportunidades e toca, até hoje, na Banda de Ipanema. Fez sua carreira na Charanga do Flamengo. Tem uma forma única de tocar o surdo, com um ritmo envolvente é um musico encantador. Seu primeiro carnaval foi aos 15 anos em 1962 no Clube de Ramos. GUARACIABANasceu em Bonsucesso no Rio de Janeiro, perdeu a mãe aos 3 anos de idade e teve o pai assassinado em Caxias em 1971, quando ficou órfão aos 6 anos. Foi morar com a avó que sem condições financeiras o colocou no colégio interno, onde aprendeu a tocar trombone. Levado pelo maestro, ainda aos 10 anos, começou a tocar no carnaval, em 1974. Saiu do colégio Interno com 18 anos e co 21 anos prestou concurso para Banda da Guarda Municipal do Rio de Janeiro. Tocou na Banda Portugal e na Banda Irmãos Pepino. Estudou na escola Villa Lobos com o lendário ED Marciel Trombone. Tocou com Emilinha Borba, Marlene, Carmem Costa e Virginia Lane. Também tocou na Orquestra Rio Antigo com Maestro Adolfo e na famosa Orquestra Cuba Libre com Chiquinho Araújo. Foi Guaraciaba que levou Miro pra banda da Guarda. Toca de forma singular, com excelente maestria.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.