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PRONAC 2513853Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Aonde o Vento Levar - Salvador à Macapá

PAULO BERNARDO BENEVIDES COSTA LTDA
Solicitado
R$ 599,9 mil
Aprovado
R$ 599,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

Produção de um média-metragem documental que registra saberes, modos de vida e expressões culturais de comunidades costeiras tradicionais entre Salvador e Macapá. O projeto inclui captação audiovisual, edição, finalização com recursos de acessibilidade, exibições públicas gratuitas e disponibilização digital. A proposta valoriza o patrimônio imaterial e promove o acesso à cultura.

Sinopse

Entre o céu e o mar, onde o vento sopra histórias que ainda não foram contadas, Aonde o Vento Levar é um média-metragem documental que mergulha na alma das comunidades costeiras do litoral norte e nordeste do Brasil. Vilarejos de difícil acesso, preservados pela natureza e pela sabedoria ancestral, revelam modos de vida simples, culturas alimentares sustentáveis, espiritualidades silenciosas e uma paz que resiste ao tempo.A cada parada, o filme escuta o que pulsa nas mãos dos pescadores, nas vozes das marisqueiras, nas festas populares e nas receitas que atravessam gerações. São territórios formados por descendentes de indígenas deslocados após a colonização e por negros que buscaram liberdade após a abolição — comunidades que reinventaram o viver à beira-mar, cultivando vínculos, memória e resistência.Como fio condutor, acompanhamos uma travessia de kitesurf entre Salvador e Macapá, realizada de forma independente por três velejadores. A jornada, movida pelo vento e pela curiosidade, serve como ponte entre mundos e como metáfora do encontro: entre o movimento e a permanência, entre o mar aberto e os portos invisíveis onde a cultura floresce em silêncio.Aonde o Vento Levar é uma ode àquilo que permanece — mesmo quando tudo muda.

Objetivos

Objetivo GeralValorizar e difundir o patrimônio cultural imaterial de comunidades costeiras tradicionais do litoral norte e nordeste do Brasil por meio da produção de um média-metragem documental, revelando saberes populares, modos de vida simples, culturas alimentares originais e manifestações culturais enraizadas em territórios de difícil acesso. Objetivos EspecíficosProduzir 1 média-metragem documental com duração de até 50 minutos, com captação audiovisual em 10 comunidades costeiras tradicionais entre Salvador (BA) e Macapá (AP).Realizar no mínimo 5 exibições públicas gratuitas do documentário em espaços culturais, escolas ou praças das regiões retratadas.Disponibilizar o documentário em plataforma digital gratuita por, no mínimo, 12 meses após o lançamento.Registrar em vídeo entrevistas com pelo menos 30 moradores locais, incluindo mestres da cultura, pescadores, marisqueiras, jovens e anciãos.Documentar práticas culturais como culinária tradicional, artesanato, festas populares e narrativas orais em 10 núcleos litorâneos preservados.Produzir 1 teaser promocional, 1 cartaz digital e 1 release para divulgação em redes sociais e imprensa.Incluir recursos de acessibilidade no produto final, como legendas em português e audiodescrição.

Justificativa

Aonde o Vento Levar - Salvador à Macapá - é um média-metragem documental que propõe o registro sensível das tradições culturais, saberes populares e modos de vida de comunidades costeiras do litoral norte e nordeste do Brasil. Muitas dessas comunidades são de difícil acesso por terra e permanecem invisibilizadas nos circuitos culturais e midiáticos. O projeto busca coletar o que há de mais puro e original nos núcleos litorâneos preservados, revelando práticas cotidianas, expressões artísticas, narrativas orais e modos de viver em harmonia com a natureza.Serão escolhidas 10 comunidades costeiras tradicionais entre as mais representativas do litoral brasileiro, priorizando aquelas que apresentam uma cultura alimentar original, baseada em ingredientes locais e práticas sustentáveis, e uma cultura da paz enraizada, marcada pela convivência comunitária, espiritualidade simples e respeito aos ciclos naturais. Essas comunidades serão documentadas em profundidade, com entrevistas, registros audiovisuais e escuta ativa de seus moradores.O documentário aproveita a realização independente de uma travessia de kitesurf entre Salvador (BA) e Macapá (AP) — feita por três velejadores experientes, sem apoio terrestre direto — como fio condutor para descobrir povoados à beira-mar ainda intactos pela natureza e pela vida comunitária tradicional. Essa jornada, movida exclusivamente pelo vento, conecta mais de 30 localidades ao longo de aproximadamente 4.200 km de costa, revelando territórios comumente não visitados e culturalmente ricos.Entre os pontos previstos para visita e possível registro estão:Bahia: Salvador (Itapuã), Baixio, Mangue SecoSergipe: PirambuAlagoas: Pontal do Coruripe, MaragogiPernambuco: Ilha de ItamaracáParaíba: Baía da TraiçãoRio Grande do Norte: São Miguel do Gostoso, Galinhos, Areia BrancaCeará: Canoa Quebrada, Paracuru, Ilha do Guajiru, Jericoacoara/PreáMaranhão: Tutóia, Atins, Mairi, São Luís, Mangunca, Ilha dos LençóisPará: Praia de São Pedro, Ajuruteua, Fortalezinha, Praia da Romana, Vila Nascimento, AfuáAmapá: MacapáSegundo historiadores como Manuela Carneiro da Cunha, João José Reis e Luiz Felipe de Alencastro, muitas dessas comunidades têm origem em populações indígenas que, após a colonização portuguesa, foram deslocadas de seus territórios originais e se estabeleceram em áreas litorâneas. Da mesma forma, após a abolição da escravidão em 1888, diversos grupos de pessoas negras libertas migraram para regiões costeiras em busca de autonomia e reconstrução de suas vidas. Esses territórios tornaram-se espaços de resistência e reinvenção cultural, onde a ancestralidade se manifesta na relação com o mar, na culinária, na espiritualidade e nas formas de organização coletiva.A realização do projeto depende do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), por se tratar de uma iniciativa de relevante interesse público e cultural, sem viabilidade comercial direta. O financiamento via incentivo fiscal é essencial para garantir a qualidade técnica da produção, a circulação gratuita do conteúdo e a acessibilidade do público aos bens culturais gerados.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei Rouanet:Inciso I: Apoio à valorização da cultura nacional e regionalInciso II: Garantia do pleno exercício dos direitos culturaisInciso IV: Democratização do acesso aos bens culturaisInciso V: Apoio à difusão de manifestações culturais populares, indígenas e afro-brasileirasInciso VI: Estímulo à produção cultural independente e à formação de públicoAlém disso, atende diretamente aos objetivos estabelecidos no Art. 3º da mesma lei, ao:Contribuir para a formação da identidade cultural brasileira, por meio do registro de saberes e práticas tradicionaisPromover a diversidade cultural, ao documentar expressões regionais pouco representadas nos meios de comunicação convencionaisEstimular a produção cultural independente, com foco em comunidades periféricas e litorâneasAmpliar o acesso à cultura, por meio de exibições públicas gratuitas e disponibilização digital do documentárioValorizar o patrimônio cultural imaterial, conforme diretrizes do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac)A proposta também está em conformidade com os dispositivos da Instrução Normativa nº 3, de 6 de abril de 2023, especialmente o Art. 18, que contempla ações culturais como produção audiovisual de caráter cultural (inciso I), difusão de bens culturais (inciso II), registro de manifestações populares e tradicionais (inciso IV), e ações de comunicação e promoção cultural (inciso V).Aonde o Vento Levar é, portanto, uma ação cultural que combina escuta, registro e valorização de territórios invisibilizados, contribuindo para a preservação da memória, o fortalecimento das identidades locais e a democratização do acesso à cultura — em plena consonância com os princípios e diretrizes da Lei Rouanet e da Instrução Normativa vigente.

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

Média-Metragem DocumentalFormato: Vídeo digital em alta definição (Full HD – 1920x1080)Duração: Até 50 minutosPaginação: Estrutura narrativa dividida em 10 blocos temáticos, cada um dedicado a uma comunidade costeira tradicionalMaterial: Captação audiovisual com câmeras profissionais, microfones direcionais, drones e gravação de som ambiente; edição em software profissional com trilha sonora original, legendas em português e audiodescriçãoAcessibilidade: Legendas descritivas em português e audiodescrição incorporadas à versão finalDistribuição: Disponibilização gratuita em plataforma digital por 12 meses; realização de no mínimo 5 exibições públicas gratuitas em comunidades retratadas e espaços culturaisMateriais de ComunicaçãoTeaser PromocionalDuração: até 1 minutoFormato: vídeo vertical e horizontal para redes sociaisConteúdo: cenas selecionadas, trilha sonora original e chamada para exibição pública e digitalCartaz DigitalFormato: A3 vertical (RGB e CMYK)Conteúdo: identidade visual do projeto, título, créditos principais, datas de exibição e QR code para acesso onlineRelease para ImprensaPaginação: 1 página (até 3.000 caracteres)Formato: PDF e WordConteúdo: sinopse, ficha técnica, objetivos culturais, informações sobre exibições e acessibilidade

Acessibilidade

Projeto: Aonde o Vento Levar Modalidade: Produção de Média-Metragem DocumentalO plano de acessibilidade do projeto tem como objetivo garantir que o média-metragem documental Aonde o Vento Levar seja plenamente acessível a pessoas com deficiência, promovendo o direito à fruição cultural conforme previsto no Art. 1º, § 1º, inciso IV da Lei nº 8.313/1991, que assegura a democratização do acesso aos bens culturais. Objetivos da AcessibilidadeAssegurar que pessoas com deficiência auditiva e visual possam acessar integralmente o conteúdo do documentário.Promover a inclusão cultural por meio de recursos de acessibilidade comunicacional.Atender às diretrizes de acessibilidade previstas na legislação vigente e nas boas práticas de produção audiovisual. Ações de AcessibilidadeLegendas em PortuguêsInserção de legendas descritivas em português para surdos e ensurdecidos no produto final, contemplando diálogos, sons relevantes e identificação de personagens.As legendas serão sincronizadas com o áudio e estarão disponíveis tanto nas exibições públicas quanto na versão digital.AudiodescriçãoProdução de audiodescrição completa para o média-metragem, permitindo que pessoas com deficiência visual compreendam os elementos visuais da narrativa.O recurso será incorporado à versão digital e disponibilizado nas exibições públicas mediante solicitação.Acessibilidade nas Exibições PúblicasAs sessões presenciais serão realizadas em espaços com acesso físico adequado, priorizando locais com rampas, sinalização tátil e assentos reservados.Sempre que possível, serão disponibilizados intérpretes de Libras para mediação das rodas de conversa após as exibições.Plataforma Digital AcessívelO documentário será hospedado em plataforma digital com interface compatível com leitores de tela, navegação por teclado e contraste adequado.Os materiais de divulgação (teaser, cartaz digital e release) também seguirão diretrizes de acessibilidade visual e textual.

Democratização do acesso

O projeto Aonde o Vento Levar assegura a democratização de acesso por meio de ações que ampliam o alcance e a fruição cultural da obra junto a públicos diversos, especialmente em territórios com baixa oferta cultural. O média-metragem será disponibilizado gratuitamente em plataforma digital por no mínimo 12 meses, com recursos de acessibilidade como legendas em português e audiodescrição.Além disso, serão realizadas no mínimo 5 exibições públicas gratuitas em espaços culturais, escolas e praças das comunidades retratadas, promovendo o acesso direto da população envolvida à obra que os representa. As sessões serão acompanhadas, sempre que possível, de rodas de conversa com realizadores e moradores locais, fortalecendo o vínculo entre produção cultural e território.O projeto também contempla ações de comunicação inclusiva, com materiais de divulgação acessíveis e linguagem clara, garantindo que diferentes públicos possam conhecer e participar da experiência cultural. Essas medidas estão alinhadas ao Art. 1º, § 1º, inciso IV da Lei nº 8.313/1991, que assegura a democratização do acesso aos bens culturais, e ao Art. 18, inciso II da Instrução Normativa nº 3/2023, que trata da difusão gratuita de bens culturais.

Ficha técnica

Coordenação Geral - Paulo Benevides (proponente - remunerado pelo projeto com a rubrica Coordenação Geral) - função - planejamento, administração financeira e direção executiva.Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Ceará, especializado em Consultoria Empresarial pela FIC e Gerenciamento de Projetos pela Ateneu, iniciou no mercado cultural em 2000 com a empresa FÁBRICA7 Consultoria Cultural, foi consultor cultural por quatro anos do Selo de Responsabilidade Cultural, organizador do Fórum do Audiovisual no Ceará desde 2003, foi Conselheiro em Audiovisual do Conselho Municipal de Cultura de Fortaleza e do Conselho Estadual de Cultura do Ceará, compõe atualmente a Câmara Setorial do Audiovisual do Ceará, desenvolveu centenas de projetos entre eles o NOIA ? Festival do Audiovisual Universitário (www.festivalnoia.com.br). Atualmente é professor de Empreendedorismo Criativo e Produção Executiva, coordenador do MBA em Gestão Cultural e diretor da PROPONO Consultoria Executiva (www.propono.com.br), empresa especializada em viabilizar projetos de arte, cultura e economia criativa.Diretor Cinematográfico - Rick Werneck - direção cinematográfica Fotógrafo com mais de 40 anos de experiência, desde 2014 produz documentários que contam histórias de personagens e lugares interessantes, estimulando o turismo e preservando a memória, a cultura e o meio ambiente. Sua meta é contribuir para a evolução do ser humano e do mundo, com responsabilidade social e ambiental, transparência e integridade em todos os seus projetos.Diretor de Fotografia - Luke Werneck - fotgrafia e câmeraPublicitário, musico, ator e compositor, trabalha com audiovisual desde 2016, tendo realizado trabalhos de câmera, drone e assistência de direção no Brasil e no exterior. Suas imagens narrativas visuais contam histórias que provocam emoções usando elementos visuais como forma de comunicação principal, levando o espectador a se conectar com o que está sendo mostrado.Produção Cinematográfica - Vitor Mesquita - responsável pela produção das filmagensCoordenador de Produção Audiovisual, Cobertura e Exibição Especiais Fundador do coletivo 1Bando ± Comunicação, estudou Ciências Sociais na UECE, diretor de fotograifa e editor audiovisual. Representante dos Coletivos Realizadores na Câmara Setorial de Audiovisual do Ceará. Representante cearense no Colegiado Setorial Nacional de Arte Digital. Coordenador da Escola Pública de Cultura Digital da Vila das Artes. Coordenador de exibição do Festival Noia desde 2012. Professor de fotografia e edição e novas mídias.Editor - Bruno DouradoMúsico cofundador da banda Natiruts, atua como produtor cultural com foco em projetos de formação musical voltados para leigos e comunidades de Brasília, promovendo inclusão social por meio da arte. Trabalha captando e editando imagens há 10 anos e busca desenvolver e apoiar iniciativas que ampliem o acesso ao conhecimento e às experiências culturais, contribuindo para a valorização da diversidade e o fortalecimento de comunidades menos favorecidas.Produção Executiva - Monique Souza - execução da produçãoGraduada em Design Gráfico da UNI7 e pós-graduada no MBA em Gestão Cultural do Instituto BSB. Produtora Cultural desde 2012, Midialivrista e Colunista da Zuada Nossa, onde escreve sobre música autoral do Ceará.Produção - Bruna Queiroz - responsável pelo produçãoGraduada em Jornalismo pela Faculdade Integrada do Ceará - FIC, possui experiência em Assessoria de Imprensa e Produção de Eventos. Começou a trabalhar com eventos em 2005, durante estágio na Secretaria da Ação Social, do Governo do Estado do Ceará (setor: ASCOM), com foco em eventos governamentais. Em 2019 concluiu o curso de Especialização em produção de shows e eventos pelo IATEC Fortaleza, em seguida fez cursos na área de áudio (fundamentos e equipamentos), leis de incentivo e elaboração de projetos. Em 2020 concluiu o Curso de Capacitação para Agentes Culturais, pela Fundação Demócrito Rocha. Atua na cena local apresentando e desenvolvendo projetos culturais, especialmente na área musical. Durante a pandemia produziu junto a Nativa Reggae Band um show em formato de live, de forma totalmente independente, intitulado Nativa Live Versions. Em seguida, aprovou o projeto Divas In Reggae na Lei Aldir Blanc, por meio da Secultfor, o show foi ao ar no canal do youtube da banda, em 03 de janeiro de 2021. Atualmente integra a equipe de produção da Propono Consultoria Cultural, onde participou como produtora do 20o NOIA, em dezembro de 2021.Agência de Publicidade - Carlo BenevidesDesigner gráfico, editoriais, branding, web e light designer, dramaturgo e escritor. Fundador da creAcao - Estúdios e Editora, empresa especializada em designer, web-designer, publicidade e marketing cultural, bem como edição audiovisual e transmissão de Live, seminários, oficinas e palestras na internet.Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais - Joanice SampaioPossui experiências nas áreas editoriais em mídia impressa, web, rádio e TV, atuando como jornalista freelancer também como Assessora de Comunicação, atendendo eventos culturais, sindicatos, ONGs, eventos coorporativos, entre outros setores. Realizei trabalhos para sindicatos, campanhas políticas e fui assessora de comunicação da Secretaria de Esporte, Cultura e Juventude de São Gonçalo do Amarante (CE). Também possuo experiência como produtora de conteúdo web para mídias sociais, comunicação e produção de eventos e projetos culturais. FORMAÇÃO Pós-graduada em Assessoria de Comunicação - Faculdades Cearenses - FaC. (2015) Nível Superior: Comunicação Social - Jornalismo, Faculdades Cearenses - FaC. (2009) LÍNGUA ESTRANGEIRA: Inglês (fala, escreve, lê) concluído: Imparh (2003)Obs: Demais profissionais selecionados na fase de pré-produção

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.