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O projeto "Cinema Sobre Rodas - O Cinema na sua Comunidade" é a continuidade deste projeto que já percorreu diversos estados (Acre, Distrito Federal e Rio de Janeiro) l e agora propõe 100 sessões gratuitas de cinema nacional, com curadoria de filmes brasileiros de classificação livre, percorrendo 20 cidades do estado do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Utilizando uma estrutura de cinema ao ar livre com tecnologia de projeção digital e som de qualidade, o projeto visa levar cultura, entretenimento e reflexão a comunidades de baixa renda, com total acessibilidade física e de conteúdo, promovendo a democratização do acesso ao audiovisual brasileiro.
DETALHAMENTO TÉCNICO E CURADORIA· Produto: 100 Sessões de Cinema Itineranteo Paginação: 5 sessões por cidade.o Duração: Cada evento terá duração de aproximadamente 3h (incluindo a recepção, a exibição do filme e um possível debate).o Material:§ 1 Tela inflável de 40m²§ 2 Projetores de alta luminosidade (10.000 lumens)§ Sistema de som com 4 caixas amplificadas e microfones§ Gerador de energia 15KVA (para locais sem infraestrutura)§ 200 cadeiras dobráveis§ 20 fones de ouvido para audiodescrição§ Veículo utilitário para transporteo Projeto Pedagógico/Curadoria: A curadoria será temática, buscando filmes que representem a diversidade do cinema nacional, com histórias que dialoguem com o público de todas as idades e promovam valores positivos. A seleção priorizará:§ Clássicos da Animação Brasileira: O Menino e o Mundo (Alê Abreu), Uma História de Amor e Fúria (Luiz Bolognesi), Peixonauta (série).§ Comédias Familiares: Os Farofeiros (Roberto Santucci), Até que a Sorte nos Separe (Roberto Santucci).§ Dramas Inspiradores: Central do Brasil (Walter Salles), O Que queremos para o Mundo (Igor Amin).§ Documentários sobre Cultura Popular: Baque Virado (Mariana Lacerda), que aborda maracatu.§ Curta-metragens: Serão exibidos curtas antes da sessão principal, especialmente produções da região Sudeste.
· Objetivo Geral: Democratizar o acesso ao cinema nacional de qualidade, fomentando a formação de plateia e o fortalecimento da identidade cultural brasileira em comunidades com baixo índice de equipamentos culturais no estado do Rio de Janeiro e Minas Gerais.·Objetivos Específicos (Quantitativos):o Realizar 100 exibições de cinema.o Percorrer 20 cidades do estado do RJ e MG.o Atrair um público direto de no mínimo de 40.000 espectadores.o Atingir um público nas redes sociais com veiculação ao vivo das sessoes de no mínimo de 100.000 espectadores.o Distribuir 5.000 unidades de material gráfico educativo sobre o cinema nacional.o Garantir que 100% das sessões tenham recursos de acessibilidade (legenda descritiva/LIBRAS).·Objetivos Específicos (Qualitativos):o Promover o entretenimento cultural gratuito e de qualidade para famílias.o Estimular o diálogo intergeracional através de filmes que agradem a todas as idades.o Contribuir para a educação cinematográfica e a valorização da produção audiovisual nacional.Criar momentos de convívio social e comunitário em espaços públicos
Histórico do Projeto: O projeto Cinema Sobre Rodas tem desempenhado um papel importante na promoção do acesso à cultura e ao cinema em várias regiões do Brasil, especialmente no Acre, Distrito Federal e Rio de Janeiro. Na Amazônia, como no Acre, o projeto contribui para ampliar o acesso a obras audiovisuais, promovendo a inclusão social, fortalecendo a identidade local e valorizando as produções brasileiras, além de oferecer oficinas e ações de formação para comunidades remanescentes de quilombos e populações ribeirinhas .No Distrito Federal, o projeto promove ações de incentivo à cultura, levando cinema de qualidade para diferentes públicos, incluindo comunidades em áreas urbanas que geralmente têm menos acesso a esses bens culturais, reforçando o fortalecimento dos laços sociais e o incentivo à formação de públicos críticos e reflexivos .Já no Rio de Janeiro, o Cinema Sobre Rodas potencializa o incentivo à cultura nas regiões mais carentes, promovendo atividades que incentivam a difusão de obras nacionais e fortalecem a identidade cultural local, além de contribuir para o reconhecimento e valorização das comunidades através do acesso ao cinema e ao estímulo às atividades culturais, contribuindo para o desenvolvimento social e cultural dessas áreas .Essas ações são essenciais para promover a democratização do acesso à cultura, utilizando o cinema como ferramenta de transformação social e de fortalecimento da identidade local em diferentes contextos regionais.1. Contextualização e DiagnósticoO acesso à cultura no Brasil ainda apresenta desigualdades marcantes, especialmente em municípios de menor desenvolvimento humano, com carência de equipamentos culturais fixos e baixos indicadores de renda e escolaridade. O estado do Rio de Janeiro, apesar de ser um polo cultural, exemplifica essa realidade com profundas desigualdades no acesso à cultura, onde muitos municípios do interior e comunidades da região metropolitana possuem poucos ou nenhum equipamento cultural, como cinemas.tes dez municípios fluminenses, encabeçados por Japeri (IDH 0,684), representam o cenário de menor desenvolvimento humano no estado do Rio de Janeiro. Suas economias são frágeis, baseadas em agricultura de baixa tecnologia ou na informalidade, com renda per capita muito baixa. Seguem-se São Francisco de Itabapoana (0,686), Sumidouro (0,687) e Cardoso Moreira (0,690), onde o principal problema comum a todos é a educação, com altos índices de analfabetismo funcional. O acesso a serviços básicos é precário em Tanguá (0,695), São Sebastião do Alto (0,699) e Duas Barras (0,705). Municípios do interior como Silva Jardim (0,707) sofrem com o êxodo rural, enquanto Varre-Sai (0,713) e São José de Ubá (0,716), apesar de terem os melhores IDHs do grupo, ainda assim enfrentam um ciclo de vulnerabilidade social e pobreza de difícil ruptura, evidenciando as profundas desigualdades regionais. Em Minas Gerais, a situação se repete conforme dados do IBGE, com municípios do norte e nordeste do estado apresentando os menores índices de desenvolvimento humano e maior carência de infraestrutura cultural. O cinema, enquanto linguagem artística e meio de formação crítica e cidadã, permanece inacessível para grande parte da população residente em áreas rurais e periféricas dessas localidades.Dados do IBGE (PNAD Contínua Cultura 2019) corroboram essa realidade, mostrando que apenas 15,6% da população brasileira frequentou salas de cinema no período de um ano - um índice que é ainda menor entre populações de baixa renda e em cidades do interior.2. Relevância Cultural e Social do ProjetoO projeto Cinema Itinerante se justifica ao enfrentar essa exclusão, democratizando o acesso ao audiovisual através da realização de sessões gratuitas de cinema e atividades formativas em comunidades vulneráveis. A proposta elimina barreiras geográficas e econômicas ao levar o cinema diretamente a estas comunidades, contribuindo para a inclusão cultural, fortalecendo a cidadania, estimulando o convívio comunitário e possibilitando a difusão de obras nacionais.A exibição de filmes nacionais de classificação livre fortalece a identidade cultural, oferece uma alternativa de lazer saudável e contribui para a formação de cidadania, estando em consonância com os princípios da Lei Rouanet.3. Público-Alvo e Critérios de SeleçãoPara garantir que o impacto seja direcionado a quem mais precisa, as localidades foram selecionadas a partir de critérios técnicos e indicadores oficiais, priorizando municípios com baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e alto índice de vulnerabilidade social, conforme dados do Atlas da Vulnerabilidade Social da Região Metropolitana do Rio e do próprio IBGE. Foram priorizados aqueles com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), baixa renda per capita e acesso limitado a equipamentos culturais, garantindo que o impacto da ação seja potencializado em territórios historicamente marginalizados.4. Municípios Beneficiados - Critérios IBGE:Rio de Janeiro (10 municípios): Sumidouro, São Francisco de Itabapoana, São Sebastião do Alto, Cardoso Moreira, São José de Ubá, Silva Jardim, Tanguá, Varre-Sai, Japeri e Duas Barras - selecionados com base nos baixos índices de IDH e altos índices de vulnerabilidade social.Em Minas Geraisca s eleção de dez municípios mineiros, incluindo São João das Missões (IDHM 0,565) e Monte Formoso (IDHM 0,558), revela bolsões de baixo desenvolvimento humano no estado. Estas localidades, concentradas principalmente no Vale do Jequitinhonha e Norte de Minas, apresentam indicadores sociais equivalentes a regiões do Nordeste brasileiro.O principal denominador comum é a educação precária, com altos índices de analfabetismo e baixa escolaridade média, refletindo o pior componente do IDHM nesses locais. A economia local é frágil, baseada na agricultura de subsistência e no extrativismo, com pouca diversificação e geração de renda. Ladainha (0,602) e Itaipé (0,604), mesmo estando no topo deste grupo, ainda permanecem na faixa de desenvolvimento considerado baixo.A carência de infraestrutura básica é marcante, com acesso limitado a saneamento, saúde e serviços essenciais. O isolamento geográfico e a baixa densidade econômica perpetuam um ciclo de vulnerabilidade social, onde o êxodo de jovens é uma realidade constante. Estes municípios representam os desafios persistentes das desigualdades regionais em Minas Gerais, demandando políticas públicas específicas e investimentos sustentados para superação do atraso histórico.Atendimento a populações de baixa renda e escolaridadeFormação de novos públicos para o cinema e fortalecimento do audiovisual nacionalPromoção de inclusão social, diversidade cultural e cidadaniaAmpliação do acesso a bens culturais em regiões com pouca ou nenhuma oferta estruturada5. Por que a Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet 8.313/91)A Lei Rouanet é o mecanismo ideal para financiar este projeto devido à sua natureza cultural, social e de interesse público. O custo de equipamentos, logística, equipe técnica e recursos de acessibilidade é elevado, inviabilizando a realização sem incentivo fiscal. A lei permite que empresas e cidadãos destinem parte do seu imposto devido para patrocinar a cultura, transformando um tributo em um benefício social direto para milhares de pessoas.Enquadramento Legal:Art. 1º: O projeto enquadra-se principalmente no inciso IV - "produção, exibição e distribuição de obras cinematográficas e videofonográficas", e também no inciso II - "culturas populares".Art. 3º: O projeto atinge os seguintes objetivos da lei:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o acesso e a difusão da cultura;II - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal;IV - valorizar e difundir o patrimônio artístico e cultural;V - estimular a produção e formação artística e cultural.6. ConclusãoO Cinema Itinerante representa uma ação estratégica de descentralização cultural, atuando diretamente em áreas de maior vulnerabilidade social dos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Sua justificativa está pautada na democratização do acesso à cultura, no fortalecimento de vínculos comunitários e no impacto positivo para a formação cultural da população atendida, especialmente nos municípios com mais baixos índices de desenvolvimento humano. Através do mecanismo da Lei Rouanet, o projeto viabiliza a transformação de um recurso fiscal em um instrumento de inclusão e desenvolvimento social.
A realização do projeto Cinema Sobre Rodas no Rio de Janeiro está atualmente em andamento e possui um valor de aproximadamente 4 milhões de reais (TERMO DE FOMENTO ANEXADO). Essa iniciativa busca promover o acesso ao cinema e às atividades culturais em áreas de maior vulnerabilidade, fortalecendo a identidade cultural local e fomentando a inclusão social por meio de ações que promovem o desenvolvimento social e cultural na região .
Não se aplica
· Acessibilidade Física:o As sessões serão realizadas em locais previamente vistoriados (praças públicas, quadras esportivas cobertas) que possuam ou permitam a instalação de:§ Rampas de acesso para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.§ Sanitários adaptados (quando a estrutura existir, ou mediante a locação de banheiros químicos adaptados).§ Área reservada próxima à tela para cadeirantes e seus acompanhantes.§ Sinalização tátil e visual para orientação no espaço.· Acessibilidade de Conteúdo:o Audiodescrição: Todos os filmes exibidos contarão com canal de audiodescrição, disponibilizado via fones de ouvido para pessoas com deficiência visual.o Libras (Língua Brasileira de Sinais): Haveria janela de LIBRAS inserida na projeção para pessoas com deficiência auditiva.o Legenda Descritiva (Closed Caption): Todos os filmes terão legenda para surdos e ensurdecidos (LSE).o Material Gráfico: Programação e sinopses disponíveis em braille e fonte ampliada.
· Distribuição e Comercialização: Não há comercialização, pois o acesso é inteiramente gratuito. A distribuição do "produto" (a sessão de cinema) se dará pela presença física do público no local e horário divulgados.· Outras Medidas de Ampliação de Acesso:o Transmissão Online: 10 sessões selecionadas serão transmitidas ao vivo pelas redes sociais do projeto, ampliando o alcance para além do público presencial.o Oficinas Paralelas: Realização de 02 oficinas lúdicas de introdução ao cinema em cada cidade, voltadas para crianças e adolescentes, utilizando técnicas de animação stop motion com celular.Debates Pós-Filme: Em algumas sessões, mediadores culturais conduzirão breves conversas com o público sobre os temas abordados nos filmes
Kleber Moraes - Presidente ICV - Coordenação GeralAtual Presidente e Fundador do Instituto Casa da Vila em 2005, nascido em Brasília-DF em 1966. É jornalista/radialista, ex-locutor apresentador da Globo FM (atualmente Rádio CBN-Brasília) e da Rádio Manchete de Brasília nos anos 80 e 90.Atualmente está dirigindo o Projeto Five Force 2020 em parceria com a Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal.É Diretor Geral do Projeto da Bola para Escola - Etapa Samambaia, em parceria com Ministério da Cidadania.É Diretor Geral do Circuito de Cinema o qual se encontra em execução pela Fundação Cultural Palmares.É músico, cantor e compositor há mais de 25 anos, tendo participado ativamente da cena cultural da nossa capital nas últimas décadas.Cantor e Fundador da Banda Bicho Grilo. Ao longo de mais de 20 anos vem atuando na área de projeto culturais e sociais, podendo destacar os seguintes eventos: Produção dos Documentários “Brasiília Outros 50” (disponibilizados no You Tube) e de outros projetos do Instituto.Destacamos que, no ano de 2009, Kleber Moraes idealizou o seu maior projeto, o COMPLEXOPOLIESPORTIVO, CULTURAL E EDUCACIONAL, em parceria com o saudoso arquiteto OSCARNIEMEYER, que será construído no Estado do Pará e atenderá milhares de crianças, adolescentes e jovens com projetos nas mais diversas áreas.Á frente do Instituto Casa da Vila desenvolveu os seguintes projetos:Projeto DA BOLA PARA A ESCOLA em Vila Planalto-DF tendo como parceiro a Petrobras (emexecução);Projeto DA BOLA PARA A ESCOLA em Girassol-GO tendo como parceiro a SECRETARIA DE AÇÃO SOCIAL de Águas Lindas de Goiás;Projeto CASA DA VILA-BRASILIA OUTROS 50- Realizado em parceria com o Minc;Projeto AÇÃO CIDADÃ em parceria com o Governo do Distrito Federal, entre outros.Produção Musical da Posse de Presidente da República em 2011 com as artistas: Elba Ramalho, Zélia Duncan, Martinália, Gabi Amaranto e Fernanda Takai; Produção dos filmes e documentários: Série de Seis documentários do "Brasília Outros 50", Documentário Quatro e Reggae a Paz, em parceria com o MinC;Idealizador dos Circuitos de cinema CINESHOW E CIRCUITO CINE ÁGUAS LINDAS, em parceria com o MinC; Festival Itiquira in Concert 1993; Festival Amada Terra 2012 em parceria com a Petrobras; Dia do Trabalhador em Goiânia 2010 com a Petrobras; Carnaí 1998,1999, 2000 e 2001.Alexandre Silveira Mesquita- Coordenador do ProjetoCoordenador Regional da Carreta Digital no Rio Grande do Sul — RBCIP (jan/2024 – presente);Consultor do PAC da Conectividade — Fiocruz / DATASUS / Ministério da Saúde (fev/2024 – dez/2024);Consultor de Projetos, Mobilizador de Recursos e Relações Institucionais — Rede Marista RS, Instituto Casa do Pai e RBCIP (desde 2023);Consultor de Projetos, Mobilizador de Recursos e Relações Institucionais — ONG Programando o Futuro (2019 – 2023);Embaixador da Campus Party Brasil (desde 2019);Diretor de Relações Institucionais — ABRIN (Associação Brasileira de Reciclagem e Inovação) (2019 – 2020);Membro da Coordenação Nacional — Oficina Nacional para Inclusão Digital (desde 2013);Criador dos programas Telecentros Porto Alegre (2001) e CRC CESMAR – 1º Centro de Recondicionamento de Computadores do Brasil (2006);Mestrando em Administração e Negócios — PUCRS;Graduado em Administração de Empresas — PUCRS;Consultor de Direitos Humanos da UNESCO (2014);Consultor de Projetos — AVESOL / Rede Marista (2012 – 2014);Coordenador de Projetos Sociais — Rede Marista de Solidariedade (1995 – 2012).Daniel Bender Ludwig - Coordenador de ProduçãoExperiente profissional da área artística e cultural com mais de 20 anos de atuação, destacando-se em produção cultural, gestão de projetos, captação de recursos e consultoria. Possui ampla experiência em música, teatro, cinema, festivais, conferências e palestras, além de expertise na elaboração de projetos incentivados e mobilização de recursos junto aos setores público e privado.Como gestor de organizações sociais e culturais, atuou em diversos estados brasileiros, incluindo Rio Grande do Sul, Pará, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Mato Grosso.Formação e Habilidades•Graduado em História.•Conhecimentos em gestão de equipes, análise SWOT, planejamento estratégico e plataformas governamentais como Siconv (atual TransfereGov).•Experiência em elaboração de projetos, negociação, gestão administrativa e prestação de contas.Atuação ProfissionalGestão Cultural e Social•Coordenador Geral na Casa do Excepcional Santa Rita de Cássia: Responsável por elaboração de projetos, captação de recursos, administração de equipe e articulação com órgãos públicos.•Agente de Cultura e Lazer no Sesc-RS: Desenvolveu projetos culturais, esportivos e sociais para mobilização de recursos em todo o estado.•Consultor/Palestrante na ONG Parceiros Voluntários: Ministrou capacitações sobre aspectos legais do terceiro setor em diversas cidades.•Consultor para a Prefeitura de Gramado: Participou da criação do Fundo Municipal de Cultura.•Coordenador de Projetos na Fundação Cinema RS (Fundacine): Responsável pela elaboração, execução e captação de recursos para projetos da instituição.•Produtor Cultural na Prefeitura de Porto Alegre (Coordenação de Música): Atuou na produção executiva de eventos como Baile da Cidade, Prêmio Açorianos de Música e Festival de Música de Porto Alegre.Produção Cultural•Produção executiva de festivais de música, como Ponche Verde da Canção Nativa, Reponte da Canção, Escaramuça da Canção Gaudéria e Canto da Lagoa.•Produção de festivais de cinema, incluindo o Santa Maria Vídeo e Cinema.•Coordenação de shows musicais, como Palcos Gaúchos, Medianeira Instrumental, FENAVINDIMA e Festival de Música Regional em Goiás.•Execução da VII Conferência Municipal de Cultura de Porto Alegre.Consultoria e Captação de Recursos•Consultor autônomo especializado em elaboração de projetos para leis de incentivo, editais e emendas parlamentares, com foco em cultura, esporte, assistência social e projetos para idosos.•Parecerista em diversos editais e fundos de cultura em todo o Brasil.•Autor do livro "Gestão Cultural e Mobilização de Recursos", obra referência sobre elaboração de projetos e captação de recursos.Atuação Atual•Coordenador do Programa Nacional de Comitês da Cultura (PNCC) no Rio Grande do Sul, iniciativa que visa ampliar o acesso a políticas públicas culturais e fortalecer a participação cidadã.•Fundador e Presidente da Organização Caminhos da Cultura.Destaques•Experiência multissetorial, atuando em gestão pública, terceiro setor e iniciativa privada.•Compromisso com desenvolvimento sociocultural, promovendo inclusão, acesso à cultura e impacto socioeconômico.Monitores - A definirAssistentes de Produção - A definir
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.