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Realização da Temporada de Concertos 2026 da Orquestra Filarmônica Pauferrense, com concertos e oficinas, com prioridade para as escolas, abrangendo repertórios de música erudita e popular, voltados à formação de novos músicos e ampliação de público, voltados à difusão da música instrumental e à formação de público no interior do RN.
Concertos Orquestrais (2 unidades) - Apresentações públicas e gratuitas da Orquestra Filarmônica Pauferrense (40 músicos), formada por cinco famílias instrumentais — cordas agudas, cordas graves, sopros madeiras, sopros metais e percussão — garantindo equilíbrio, harmonia e riqueza timbrística. Repertório misto (brasileiro e internacional; erudito e popular), com mediação breve do maestro para contextualização das obras.Oficinas de Capacitação Musical (8 oficinas) – Foco em técnica instrumental, leitura rítmica, afinação, conjunto e repertório da temporada. Metodologia de “orquestra-escola”, com exercícios, estudos progressivos e prática coletiva, em cordas agudas (Violino e Viola de Arco), cordas graves (Violoncelo e Contrabaixo), sopros madeiras (Flauta, Clarinete, Oboé e Fagote), sopros metais (Trompete, Trompa, Trombone e Tuba) e percussão (Caixa, Bumbo, Pratos, Triângulo, Xilofone e acessórios rítmicos).As ações serão gratuitas e a classificação indicativa: livre.
Objetivo GeralPromover a difusão da música instrumental e a formação de plateias no interior do Rio Grande do Norte, por meio da realização da Temporada de Concertos 2026 da Orquestra Filarmônica Pauferrense, integrando apresentações públicas e ações formativas voltadas à comunidade.Objetivos EspecíficosRealizar 2 concertos oficiais gratuitos na cidade de Pau dos Ferros (RN);Desenvolver 8 oficinas de instrumentos musicais para formação e aperfeiçoamento de jovens músicos da região;Ampliar o acesso à música de concerto e à educação musical no semiárido potiguar.Oferecer formação musical e desenvolvimento de habilidades como disciplina, trabalho em equipe e responsabilidade.Incentivar a formação profissional musical de jovens, possibilitando novas perspectivas de carreira.
O projeto "Filarmônica Pauferrense" responde à necessidade de democratizar o acesso à cultura e incentivar a formação artística, alinhando-se com os objetivos da Lei Rouanet (Lei 8.313/91). Como previsto no Artigo 1º, o projeto facilita o acesso à cultura e ao direito cultural, regionaliza a produção artística e valoriza os recursos e criadores locais. Além disso, o projeto atende ao Artigo 3º, ao incentivar a instalação e manutenção de um corpo estável orquestral, promovendo o desenvolvimento cultural e social de crianças e jovens. Através dos concertos didáticos, como contrapartida social, a OFP traz um conteúdo educacional e histórico sobre a música brasileira, contribuindo para a formação de plateia e entendimento da diversidade musical do país. Com duração aproximada de uma hora, o espetáculo inclui comentários didáticos entre os blocos musicais para esclarecer aspectos importantes sobre a trajetória da música brasileira. Em um contexto de vulnerabilidade social e escassez de atividades culturais na região, o projeto promove desenvolvimento cognitivo, motor e social. O financiamento via Lei Rouanet é essencial para viabilizar a sustentabilidade das atividades e para atingir um público ampliado, garantindo gratuidade e continuidade ao projeto.A Sociedade Filarmônica Pauferrense (SFP) é uma Organização da Sociedade Civil de reconhecida atuação no campo da música instrumental e da formação cultural no Alto Oeste Potiguar. Desde 2016, a SFP promove ações que integram educação, cultura e cidadania, tendo formado dezenas de jovens músicos e realizado apresentações públicas com grande alcance social. Em 2018, lançou oficialmente a Orquestra Filarmônica Pauferrense, que anualmente realiza concertos temáticos, atraindo públicos diversos e consolidando uma agenda cultural que se tornou referência regional. O projeto "Orquestra Filarmônica Pauferrense: Temporada de Concertos 2026" busca consolidar a orquestra como polo de difusão cultural e formação musical no semiárido, ampliando o acesso da população à música instrumental e fortalecendo laços comunitários. A proposta contempla dois concertos, e oito oficinas de instrumentos musicais, abrangendo as famílias de cordas agudas e graves, sopros madeiras e metais, além da percussão. A ação contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 4, 10 e 11), promovendo educação de qualidade, redução das desigualdades e cidades culturalmente sustentáveis.O semiárido nordestino ainda convive com escassez de acesso à música de concerto, falta de professores especializados (principalmente nas áreas de cordas e sopros) e reduzidas oportunidades de fruição cultural gratuita. A iniciativa busca enfrentar esses desafios por meio de três eixos: formação técnica continuada, circulação artística descentralizada e formação de plateia. Ao reunir repertórios eruditos, populares e regionais, o projeto amplia o diálogo entre tradições e modernidade, aproximando públicos distintos e reforçando identidades locais. A execução será possível graças à capacidade institucional comprovada da SFP. A entidade é reconhecida como utilidade pública municipal e estadual desde 2018 e possui histórico consistente na captação e execução de recursos públicos, com destaque para os editais do Tribunal de Justiça do RN, Fundação José Augusto, Lei Aldir Blanc e Lei Paulo Gustavo. Mantém parcerias com a UERN, UFERSA e empresas locais, além de uma rede de voluntários que fortalece a logística e a mediação cultural. O histórico de concertos, masterclasses e inserção de ex-alunos em bandas e orquestras atesta sua competência artística, pedagógica e gerencial.Todas as atividades serão gratuitas e acessíveis, com prioridade para mulheres, pessoas negras, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência. O projeto garantirá acessibilidade física (rampas, sinalização tátil, banheiros adaptados) e acessibilidade comunicacional (intérprete de Libras, audiodescrição, legendas descritivas e materiais em formatos acessíveis). Transmissões online ampliarão o alcance das ações, assegurando a democratização do acesso e a interiorização das políticas culturais.A viabilidade financeira do projeto exige o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, pois o modelo gratuito de oferta ao público, associado aos custos de circulação interestadual (cachês, transporte, hospedagem, montagem técnica, acessibilidade e comunicação), torna inviável o custeio apenas por bilheteria ou patrocínios espontâneos. Cidades com baixo poder aquisitivo e frágeis ecossistemas culturais não comportam a autossustentação de iniciativas dessa natureza. Assim, o incentivo fiscal é o instrumento que garante qualidade artística, escala social e descentralização cultural, permitindo que os recursos privados se revertam em impacto cultural, educativo e territorial.O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, nos seguintes incisos: I _ estímulo à produção, difusão e circulação de bens culturais; III _ apoio à formação, capacitação e aperfeiçoamento de recursos humanos na área da cultura; VI _ apoio a atividades culturais que contribuam para o desenvolvimento socioeconômico local e regional. E atende aos objetivos do Art. 3º da referida norma, especialmente: I _ valorizar, difundir e democratizar o acesso às artes; III _ universalizar o acesso a bens culturais, com prioridade para regiões menos assistidas; V _ promover formação artística e técnica; VIII _ fortalecer a identidade cultural brasileira e regional por meio da diversidade.A proposta estabelece metas verificáveis e mensuráveis: dois concertos acessíveis com Libras e audiodescrição; oito oficinas formativas distribuídas entre diferentes famílias de instrumentos; e monitoramento sistemático com listas de presença, registros audiovisuais acessíveis e relatórios pedagógicos. Os indicadores incluirão público total, número de concluintes por oficina, engajamento online e avaliações qualitativas. O projeto deixará como legado repertórios, metodologias e materiais didáticos disponíveis para uso por bandas, escolas e grupos locais, fortalecendo redes de aprendizagem musical e estimulando a continuidade das ações culturais.A Lei de Incentivo à Cultura é o instrumento que viabiliza a sustentabilidade e o alcance social desta iniciativa. A "Temporada de Concertos 2026" conjuga mérito artístico, solidez institucional e compromisso com a democratização da cultura, atuando de forma integrada à política de desenvolvimento do semiárido nordestino. O projeto promove resultados artísticos, formativos e sociais consistentes, reafirmando o papel transformador da cultura e garantindo que cada nota executada seja também um ato de cidadania, inclusão e esperança.
O projeto será enquadrado no Art. 18 da Lei nº 8.313/91, por se tratar de ação cultural de música instrumental. Da mesma forma, se enquadra como Projeto Específico, conforme Anexo da Instrução Normativa nº 23/2025, por envolver concertos sinfônicos com caráter pedagógico e formativo, realizados de forma gratuita e com ações complementares de formação musical e mediação cultural.A Sociedade Filarmônica Pauferrense (SFP), vem se consolidando como uma referência cultural no Alto Oeste Potiguar, com atuação contínua na formação de músicos e de plateias, contribuindo para a democratização do acesso à música instrumental no interior do Rio Grande do Norte.Em 2018, a instituição lançou oficialmente a Orquestra Filarmônica Pauferrense, núcleo artístico que mantém uma agenda anual de concertos públicos gratuitos, além de formações derivadas — como grupos de cordas, sopros e conjuntos de câmara — que ampliam a presença da música orquestral em diferentes espaços da região.Com um histórico consolidado de captação de recursos em editais públicos — incluindo a Fundação José Augusto, a Lei Aldir Blanc e o Edital Paulo Gustavo —, além de parcerias institucionais com empresas e órgãos públicos, a SFP demonstra solidez administrativa, capacidade técnica de execução e compromisso com a gestão transparente de projetos culturais.Um dos marcos de sua trajetória é o projeto “Iniciativa Musical para a Reabilitação: Som para a Liberdade”, desenvolvido em 2024 no âmbito do Programa Novos Rumos na Execução Penal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, em parceria com a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária e o Complexo Penal Regional de Pau dos Ferros. A ação promoveu educação musical orquestral para 20 internos, culminando em apresentações públicas na Vitrine Cultural de Pau dos Ferros e em eventos estaduais, como o 3º Seminário de Direitos Humanos e o 15º CONSPEN.Essas experiências reforçam o papel da SFP como organização da sociedade civil comprometida com a transformação social por meio da música, evidenciando sua maturidade institucional e relevância cultural no contexto do Semiárido Nordestino.O projeto “Orquestra Filarmônica Pauferrense: Temporada de Concertos 2026” destaca-se por seu caráter formativo e inclusivo, integrando concertos, oficinas e ensaios abertos que promovem educação musical continuada e acesso gratuito à arte. Sob a orientação de quatro músicos chefes de naipe especializados: cordas, sopros (madeiras e metais) e percussão, o corpo docente lidera as famílias de instrumentos, supervisionando diretamente o desenvolvimento técnico-artístico de 40 alunos voluntários em 2 concertos. A integração da agenda de concertos com a rede de formação musical reafirma o papel da música orquestral como vetor de desenvolvimento humano, inclusão social e valorização da identidade cultural no Semiárido Nordestino.Todas as atividades são gratuitas e de classificação livre, com estratégias de acessibilidade cultural e comunicacional, garantindo mediação em linguagem acessível, materiais digitais inclusivos e registro audiovisual para ampla difusão.A proposta contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 4, 10 e 11), ao promover educação de qualidade, redução das desigualdades e fortalecimento da cultura como eixo de desenvolvimento territorial.A execução da Temporada 2026 reafirma a missão da SFP de formar músicos, formar plateias e transformar vidas por meio da música, consolidando Pau dos Ferros como um polo de referência da música orquestral no interior do Rio Grande do Norte.
1. produto principal - Concertos Orquestrais (2) - Cada concerto terá duração aproximada de 75 minutos, com repertório variado (música brasileira e internacional, erudita e popular).Local/Período: UERN em Pau dos Ferros/RN, Igreja da Matriz Nossa Senhora da Conceição, 2 datas ao longo de 2026.Especificações técnicas:Público estimado: 200–300 pessoas por apresentação (conforme capacidade do espaço).Acessibilidade: Classificação Livre; entrada gratuita; reserva antecipada (retirada online); indicação de lugares preferenciais; conteúdo de mediação em linguagem simples (com libras legendada em vídeo de divulgação quando possível).Equipamentos: sistema de som, iluminação cênica básica, estantes de partitura, cadeiras, microfones, backline e instrumentos da orquestra.Materiais gráficos: programa de concerto (4 páginas A5, papel couchê), banners, backdrop, sinalização.Equipe técnica: maestro, assistente de regência, coordenador artístico, técnicos de som/luz, produção executiva e equipe de apoio.Projeto pedagógico associado: mediação cultural durante o concerto, com breve explicação sobre as obras e instrumentos (estratégia de formação de plateia).Registro: filmagem multicâmera (mín. 2 câmeras), 20 fotos por evento, clipping e relatório técnico.Duração total: 2 concertos × 75 min2. Produto secundário - Oficinas de Capacitação Musical - Conjunto de 8 oficinas práticas voltadas ao aprimoramento técnico e pedagógico de músicos em formação, segmentadas por naipesEspecificações técnicas:Formato: presencial, em grupos de até 25 participantes.Carga horária: 2h por oficina (total 16h).Materiais: partituras didáticas, cadernos técnicos (10 páginas A4), instrumentos da orquestra, metrônomos, suportes de partitura e equipamentos de som ambiente.Espaço físico: sede da SFP (salas climatizadas e acusticamente adequadas).Equipe pedagógica: professores especialistas por família instrumental, coordenação pedagógica e monitores.Projeto pedagógico: metodologia “orquestra-escola”, baseada em prática coletiva, escuta ativa e desenvolvimento técnico-musical.Avaliação: listas de presença, acompanhamento de desempenho e certificação digital (mín. 75% de presença).Registro: fotos e vídeos curtos, relatório pedagógico individual.Duração total: 2 meses
A proposta adota a democratização do acesso como princípio estruturante, assegurando que todas as atividades — concertos e oficinas — sejam gratuitas, inclusivas e acessíveis ao público em geral.PRODUTO PRINCIPAL: CONCERTOSAcessibilidade FÍSICA As ações ocorrerão em locais com infraestrutura adequada à acessibilidade física, incluindo rampas, corrimãos, banheiros adaptados e assentos reservados a pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos. Entre os espaços confirmados estão a UERN e a Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição - todos com estrutura que assegura circulação autônoma e participação plena.Acessibilidade de CONTEÚDO A acessibilidade comunicacional e sensorial será garantida por meio de intérprete de Libras, audiodescrição, legendas descritivas nos vídeos e visitas sensoriais prévias aos concertos, permitindo ao público com deficiência visual ou intelectual conhecer instrumentos e elementos cênicos. Durante as atividades, monitores capacitados auxiliarão o público com necessidades específicas e pessoas não familiarizadas com a linguagem musical.PRODUTO SECUNDÁRIO: OFICINASAcessibilidade FÍSICAAs ações ocorrerão em locais com infraestrutura adequada à acessibilidade física, incluindo rampas, corrimãos, banheiros adaptados e assentos reservados a pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos. Entre os espaços confirmados estão a UERN, Pau Dos Ferros, sede da Orquestra Filâmônica Pauferrense. Todos os espaços com estrutura que assegura circulação autônoma e participação plena.Acessibilidade de CONTEÚDOA acessibilidade comunicacional e sensorial será garantida por meio de intérprete de Libras, legendas descritivas nos vídeos e visitas sensoriais prévias as oficinas, além do material adaptado para pessoas com baixa visão, permitindo ao público com deficiência visual ou intelectual conhecer instrumentos. Durante as atividades, monitores capacitados auxiliarão o público com necessidades específicas e pessoas não familiarizadas com a linguagem musical.Dessa forma, a proposta cumpre integralmente as diretrizes da Lei nº 8.313/91 e reafirma a música orquestral como direito universal, garantindo que o público do Alto Oeste Potiguar — especialmente crianças, idosos e pessoas com deficiência — participe ativamente da vida cultural, sem barreiras físicas, sociais ou simbólicas.
O projeto “Orquestra Filarmônica Pauferrense: Temporada de Concertos 2026” foi concebido com foco na democratização do acesso à cultura, assegurando que todos os seus produtos — concertos e oficinas — sejam oferecidos gratuitamente à população. Não haverá comercialização de ingressos, e a entrada será livre, priorizando a participação de estudantes, educadores, pessoas com deficiência, idosos e famílias de baixa renda. A distribuição do acesso ocorrerá de forma descentralizada, abrangendo diferentes municípios do Alto Oeste Potiguar, permitindo que comunidades fora dos grandes centros tenham acesso à música orquestral de qualidade.Como medida de ampliação do acesso, serão ofertadas 8 oficinas de instrumentos musicais voltadas a iniciantes e músicos em formação, nas áreas de cordas, sopros e percussão, fortalecendo o caráter educativo do projeto.Além das atividades presenciais, o projeto prevê transmissões online (canal no youtube) e registros audiovisuais acessíveis, permitindo que o público de outras cidades e estados acompanhe os concertos de forma remota. Os conteúdos digitais — vídeos, materiais pedagógicos e bastidores — serão disponibilizados nas redes sociais da Sociedade Filarmônica Pauferrense, ampliando o alcance e a permanência das ações.Dessa forma, o projeto cumpre integralmente o disposto nos arts. 45 e 47 da IN 23/2025, assegurando acessibilidade e democratização cultural conforme orientações do Ministério da Cultura.Art. 47 Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deveráprever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando20% (vinte por cento);II - oferecertransporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiênciaou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal,acompanhadocom libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras ,exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;
A Sociedade Filarmônica Pauferrense (SFP), instituição proponente, atuará diretamente em todas as fases do projeto, mobilizando sua estrutura organizacional, equipe voluntária e rede de parceiros para garantir a qualidade artística e a viabilidade técnica das ações.SIDNEIA MAIA DE OLIVEIRA REGO (DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO)Administradora, Doutora em Desenvolvimento Urbano (UFPE), professora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) desde 2006. Experiência em gestão acadêmica e cultural, com atuação como vice-diretora de campus, coordenadora de projetos de extensão e pesquisa, e presidente da Sociedade Filarmônica Pauferrense (gestão 2023–2026). Responsável por projetos culturais financiados por editais como Paulo Gustavo, Fundação José Augusto, Lei Aldir Blanc e Tribunais de Justiça do RN.FUNÇÃO: PRODUTORA EXECUTIVAResponsável por todas as fases dos projetos, da pré-produção, produção, execução e pós-produção.Responsável pelo acompanhamento e mensuração de resultados da programação cultural junto com a comunidade.LEANDRO FERNANDES DE OLIVEIRA (REGÊNCIA E DIREÇÃO ARTÍSTICA)Natural de Luís Gomes/RN, Leandro Oliveira é um profissional atuante no cenário musical potiguar, desempenhando papéis de educador musical, pesquisador, regente e diretor artístico. O início de sua trajetória musical teve início na terra natal, onde deu os primeiros passos em sua formação musical na tradicional Banda de Música Dr. Vicente Fernandes Lopes. Esse alicerce prático foi complementado por uma sólida formação acadêmica: é licenciado em Música com Habilitação em Violino pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) (2010), especializou-se em Educação Musical (2014) e aprofundou seus conhecimentos como Mestre em Música com ênfase em Práticas Interpretativas pela Escola de Música da UFRN (2017). Possui experiência em ensino coletivo de instrumentos e na regência de grupos de variados estilos, demonstrando capacidade de adaptação. FUNÇÃO: DIRETOR ARTÍSTICO Responsável pela concepção artística e pedagógica do projeto, definição do repertório e direção dos concertos. Coordena ensaios e orienta tecnicamente os músicos, garantindo a qualidade e coerência das apresentações. Atua na integração entre formação e performance, promovendo a participação da comunidade. Acompanha e avalia os resultados artísticos e pedagógicos junto à equipe.LORENA DA SILVA RAMOS (COORDENADORA DE PRODUÇÃO)Produtora cultural com vasta atuação em eventos musicais e projetos financiados por editais estaduais e federais. Atua na SFP desde 2017, coordenando ações de captação de recursos, planejamento e logística. Formada em Pedagogia e Letras Libras pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Campus Pau dos Ferros, RN (2019 - 2025). Atuou como Mediadora de Língua Portuguesa, Matemática e Canto-Coral no Programa Novo Mais Educação/PNME-FNDE/GOV (2019-2020) na Escola Municipal Doutor José Fernandes Torquato (Perímetro Irrigado/Pau dos Ferros) e Escola Municipal São Benedito/Pau dos Ferros. Possui curso de Libras (Língua Brasileira de Sinais) Módulo Iniciante e Módulo Básico (Instituto de Educação e Ensino em Libras/Natal-RN, 2022). Foi professora de Educação Infantil na Escola Palácio da Criança - Pau dos Ferros (2022-2024). FUNÇÃO: COORDENADORA DE PRODUÇÃO Responsável pela coordenação das etapas de produção e logística do projeto. Além de ser responsável pela organização de recursos, equipe e cronograma,pela comunicação entre direção artística e equipe técnica.Educadores Musicais (professores de sopros, cordas, percussão e teoria musical)A equipe pedagógica é formada por músicos com experiência prática em ensino coletivo de instrumentos musicais e atuação em bandas filarmônicas e orquestras do semiárido. Parte desses educadores são ex-alunos da própria OFP, reforçando a sustentabilidade e o impacto social do projeto.Gustavo Gomes - Prof. de Trombone e TubaMestre pelo Programa de Pós-graduação em Ensino-PPGE (UERN/CAMEAM-UFERSA-IFRN). Graduado em Licenciatura em Música pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte-UERN. Possui curso básico de Música com habilitação instrumental em Trombone pela Fundação Educacional Lica Claudino-FELC. Fez parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID.Kelvy Guilherme – Prof. de Trompete e TrompaKelvy Guilherme iniciou seus estudos musicais no ano de 2007 na cidade de Uiraúna/PB. No ano de 2013 ingressou no curso de música na UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) sob a orientação do Dr. Ranilson Bezerra de Farias, onde também fez parte da Big Band Jerimum Jazz e participou de diversos seminários nacionais e internacionais. Concluiu o Bacharelado em música no ano de 2017, e logo depois ingressou na OMPPB (Orquestra de metais e percussão do estado da Paraíba).Djalma Fontes – Prof. de Saxofone, Clarinete e Palhetas duplasIniciou na música em 2001, com 11 anos de idade, tendo aulas de flauta no Colégio Municipal Pe. Osvaldo. Aos 12 ingressei na Banda de Música Dr. Vicente Fernandes Lopes tocando clarinete. Após 3 anos, mudei para o saxofone tenor, onde permaneci até o ano de 2008. Em 2009 cursei 2 semestres de licenciatura em música pela UERN. Durante esse período, 2001 a 2009, participei de alguns cursos, seminários, atividades de prática do saxofone. Letícia Oliveira – Prof. de Violoncelo e Prática de conjuntoLetícia Fernandes de Oliveira é Bacharel em violoncelo pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte,sob orientação do professor Dr.Fabio Soren Presgrave. Iniciou seus estudos musicais no projeto Camerata Jovem de Luís Gomes, ( 2008 a 2010). Fez parte da Orquestra sinfônica da UFRN (2011, 2013 e 2014). Foi membro ativo do grupo de Cellos da UFRN (2011 a 2019). Como Camerista participou de concertos internacionais em Quebec/Canadá (2016), com o sexteto da Orquestra de cordas da Funffec. André da Silva Borges - Prof. de Contrabaixo AcústicoNatural da cidade de Osasco-SP, mudou-se para o Rio Grande do norte no ano de 2004 para cidade de Luís Gomes-RN, em solo potiguar começou os seus estudos no contrabaixo acústico em 2010 no projeto “Camerata Jovem” sob a orientação do Prof. Leandro Oliveira. Em 2011 foi aprovado para o curso técnico em instrumento da Escola de Música da UFRN. No mesmo ano ingressou no Bacharelado em Música e passou a integrar a Orquestra Sinfônica da UFRN ascendendo ao cargo de Chefe de Naipe em 2013. Foi baixista da Orquestra de Câmara da UFRN cooperando com o professor Leandro Gazineo. Candice Carvalho – Monitora de Cordas Friccionadas agudasNatural de Pau dos Ferros/RN, iniciou seus estudos de violino no ano de 2018 sob a orientação do Prof. Leandro Oliveira. Já participou de Master Classes com diversos professores, dentre eles o Prof. Yerko Tabilo (CHI/BRA), Prof. Israel Victor (UFC), Prof. Ronedilk Dantas (UFRN), Prof. Dr. Rucker Queiroz (UFRN), Prof. Dr. Lourenço Budó (UFRN) e André Kolodiuk (OSRN). Jéssica Tuanne - Monitora de Cordas Fricicionadas gravesSua iniciação no universo musical começou na infância, aos nove anos de idade, quando deu os primeiros passos aprendendo a tocar clarinete. Durante nove anos ininterruptos, foi integrante da Filarmônica José Praxedes Fernandes, na cidade de Itaú/RN, onde teve sua formação base orientada pelo maestro Gildasio Ramos. Essa experiência sólida e prolongada em uma banda filarmônica proporcionou-lhe um profundo conhecimento da linguagem musical coletiva e da disciplina instrumental. Sua versatilidade artística não se limitou ao clarinete.Gleyberson Almeida - Prof. de Literatura Musical e SolfejoNascido em 25/04/1984. Licenciado em História pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Especialista em História Pelas Faculdades Integradas de Patos (FIP). Sua vivência com música e com a arte é desde sempre, já que sua mãe é cantora e compositora e o pai artista plástico, seu avô materno é poeta repentista, cordelista, e seu avô paterno foi músico de bandas de música por décadas.
Projeto encaminhado automaticamente para pauta da reunião da CNIC