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PRONAC 2513899Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Luiza de Paulina - Circulação

ETU PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 629,7 mil
Aprovado
R$ 629,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2026-06-30
Locais de realização (7)
Fortaleza CearáJoão Pessoa ParaíbaRecife PernambucoNatal Rio Grande do NorteRio de Janeiro Rio de JaneiroAracaju SergipeSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto propõe a circulação do primeiro show de Luiza de Paulina , cantora quilombola e juremeira do Sítio Quilombola Mituaçú (PB), levando às cidades de João Pessoa, Recife, Natal, Aracaju, Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro um repertório de cantigas tradicionais dos terreiros, incluindo sambas de caboclo, coco de mestre, toques de mazuca e macaia. A iniciativa valoriza o patrimônio imaterial afro-indígena e destaca a importância dos quilombos como espaços de preservação e continuidade cultural. O projeto também contempla a gravação de um EP com até cinco faixas e a produção de teasers e um mini-documentário sobre a turnê e sobre o processo de pesquisa musical da artista, rodas de conversas após as apresentações, ampliando o acesso do público urbano às expressões tradicionais de matriz afro-indígena e fortalecendo a presença de mulheres quilombolas no cenário cultural brasileiro.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA O espetáculo nasce da pesquisa de cantigas quilombolas e juremeiras do Sítio Mituaçú. A artista selecionará as músicas a partir de entrevistas e vivências com guardiões culturais da comunidade, valorizando ritmos como mazuca, macaia e sambas de caboclo. O show apresenta ao público urbano uma experiência sonora ancestral, combinando tradição e criação contemporânea. A obra celebra a força feminina quilombola, a espiritualidade da Jurema e as memórias dos terreiros como território de resistência.

Objetivos

OBJETIVO GERALPromover a circulação, o registro e a difusão da musicalidade quilombola e juremeira a partir do trabalho artístico de Luiza de Paulina, fortalecendo a preservação, a valorização e a continuidade das expressões tradicionais do Sítio Quilombola Mituaçú e de sua herança afro-indígena. O projeto busca ampliar o alcance cultural dessas práticas ao aproximar públicos urbanos das sonoridades, rituais e cantigas transmitidas entre gerações nas comunidades quilombolas, estimulando o reconhecimento social e institucional desses saberes.Por meio da circulação interestadual do show em sete (7) estados brasileiros, projeto também contempla a gravação de um EP com até cinco faixas e a produção de teasers e um mini-documentário sobre a turnê e sobre o processo de pesquisa musical da artista, rodas de conversas após as apresentações, o projeto pretende fortalecer os processos de salvaguarda, documentação e visibilidade das tradições do Mituaçú. O objetivo é consolidar um percurso artístico que reafirma a importância das cantigas de terreiro, dos ritmos ancestrais e das práticas espirituais vinculadas à Jurema, destacando a potência criativa e simbólica de uma artista mulher, quilombola e guardiã de memórias culturais.Ao difundir essas expressões para diferentes regiões do país, o projeto contribui para a democratização do acesso à cultura, para a valorização do patrimônio imaterial brasileiro e para a inserção de narrativas quilombolas no circuito contemporâneo da música popular, promovendo maior diversidade e pluralidade no cenário artístico nacional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar circulação interestadual do show da artista em sete cidades das regiões Nordeste e Sudeste, fortalecendo a presença das tradições quilombolas em contextos urbanos.- Realizar a circulação da apresentação musical, contendo 14 shows de música tradicional, sendo 2 por cidade, gratuitos ao público;- Registrar até cinco cantigas tradicionais em formato de EP, ampliando a salvaguarda e difusão das musicalidades do Mituaçú.- Produzir um mini-documentário sobre a turnê, destacando a pesquisa musical, os processos de criação e a trajetória da artista.- Desenvolver ação formativa por meio de roda de conversa após apresentações, compartilhando saberes sobre as tradições juremeiras e quilombolas.- Assegurar acessibilidade por meio de intérprete de Libras nos shows e audiodescrição no mini-documentário.- Disponibilizar digitalmente o EP, teasers e o mini-doc, garantindo democratização do acesso e alcance ampliado para diversos públicos.- Contribuir para a valorização de mulheres negras e quilombolas no campo artístico, promovendo equidade e reconhecimento cultural.- Produção de 7 teasers (1 por estado visitado), com registros da turnê e rodas de conversa

Justificativa

A proposta visa promover a circulação, o registro e a difusão das tradições musicais do Sítio Quilombola Mituaçú (PB), território reconhecido pela Fundação Cultural Palmares como guardião de saberes e práticas de matriz afro-indígena. O projeto contempla 14 apresentações em sete cidades brasileiras, além da gravação de um EP, mini-documentário, teasers regionais e rodas de conversa com ações acessíveis. A iniciativa valoriza o patrimônio imaterial representado pelas cantigas quilombolas e juremeiras, fortalecendo a atuação da artista Luiza de Paulina e ampliando o acesso do público a expressões culturais de origem tradicional. Assim, contribui para a preservação da diversidade e dos modos de vida das comunidades quilombolas, reafirmando o direito à cultura e o compromisso com os saberes ancestrais.ARTIGO 1 — LEI 8.313/91I — "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais."O projeto amplia o acesso às tradições quilombolas do Sítio Mituaçú ao realizar 14 apresentações públicas, disponibilizar gratuitamente o EP (5 faixas), o mini-documentário e 7 teasers regionais (Libras e audiodescrição). Além disso, promove rodas de conversa e garante acessibilidade (Libras). Tais ações facilitam o exercício dos direitos culturais e democratizam o acesso a manifestações pouco difundidas nos centros urbanos.II — "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais."A circulação destaca repertórios tradicionais oriundos do Sítio Quilombola Mituaçú, valorizando conteúdos, práticas e saberes regionais de matriz afro-indígena. A artista, sua pesquisa e sua comunidade são diretamente envolvidas no processo, fortalecendo o protagonismo regional e a difusão da produção cultural brasileira baseada em territórios tradicionais.III — "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores."O projeto valoriza e difunde musicalidades quilombolas e juremeiras, ao mesmo tempo em que reconhece a artista Luiza de Paulina como agente criadora e guardiã de saberes tradicionais. A circulação, o EP e os registros audiovisuais promovem a difusão dessas manifestações em escala interestadual.IV — "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional."As cantigas e práticas do Mituaçú são expressões de grupos formadores da identidade brasileira. A gravação, circulação e documentação asseguram sua proteção, continuidade e reconhecimento público.V — "salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira."O EP, o mini-documentário e os 7 teasers atuam como ferramentas de salvaguarda, preservando cantigas, práticas musicais e tradições culturais do Mituaçú, garantindo que elas floresçam e circulem para além do território de origem.VI — "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro."As musicalidades quilombolas e juremeiras, reconhecidas como patrimônio imaterial brasileiro, são preservadas por meio de registro fonográfico, audiovisual e apresentações públicas, assegurando sua continuidade e valorização.VIII — "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória."O EP, o mini-doc e os teasers configuram bens culturais de valor universal, acessíveis gratuitamente, com conteúdo educativo, antropológico e histórico. Esses materiais permitem que públicos diversos compreendam e valorizem as tradições do Mituaçú.IX — "priorizar o produto cultural originário do País."A totalidade do projeto é fundamentada em repertórios, saberes e práticas brasileiras de matriz quilombola e afro-indígena, cumprindo a prioridade do produto cultural originário nacional.ARTIGO 3 — LEI 8.313/91 II — Fomento à produção cultural e artísticaa) "produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média-metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem como de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural."O projeto prevê a gravação de um EP com até cinco faixas, a produção de um mini-documentário de até 5 minutos e a elaboração de sete teasers regionais (Libras e audiodescrição). Todos os produtos são registros culturais e documentais que preservam e difundem tradições quilombolas e juremeiras do Sítio Mituaçú. Tais ações enquadram-se integralmente na alínea II (a), pois constituem obras fonográficas e audiovisuais de caráter cultural.c) "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore."Serão realizadas 14 apresentações musicais (duas por cidade), com repertórios tradicionais de matriz afro-indígena — sambas de caboclo, mazuca, macaia e cantigas da Jurema. Os shows integram espetáculos de música com elementos do folclore quilombola e rituais tradicionais, enquadrando-se plenamente na alínea II (c).III — Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e históricod) "proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais."O projeto protege e difunde tradições populares do Sítio Quilombola Mituaçú, registrando cantigas e práticas ritualísticas ligadas à Jurema e aos ritmos quilombolas. O EP, o mini-doc, os teasers e a circulação dos shows funcionam como mecanismos de salvaguarda e difusão do patrimônio imaterial, enquadrando-se diretamente na alínea III (d).IV — Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturaisb) "levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos."O projeto inclui pesquisa musical no território do Mituaçú, levantamento de referências comunitárias, registro de cantigas e estudo das práticas tradicionais. Esse processo fundamenta o repertório do EP, do show, dos teasers e do mini-documentário, correspondendo integralmente à alínea IV (b).V — Apoio a outras atividades culturais e artísticasa) "realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens."A circulação do espetáculo envolve deslocamentos para sete cidades brasileiras, caracterizando missão cultural nacional destinada à difusão das tradições quilombolas em diferentes regiões do país.b) "contratação de serviços para elaboração de projetos culturais."A execução da proposta exige contratação de profissionais especializados em produção executiva, audiovisual, sonorização, mixagem, masterização, design e consultorias, incluindo serviços técnicos necessários para desenvolvimento do projeto, conforme previsto na alínea V (b).c) "ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura."O projeto promove visibilidade às práticas culturais quilombolas, amplia a presença de artistas mulheres de territórios tradicionais, produz materiais acessíveis e fortalece a salvaguarda de patrimônio imaterial. Tais ações, mesmo não descritas em outras alíneas, configuram atividades de alta relevância sociocultural e se enquadram no previsto pela alínea V (c).

Especificação técnica

DESCRIÇÃO TÉCNICA DO PRODUTO 1. Show – 14 apresentações7 cidades brasileiras.2 apresentações por cidade = 14 espetáculos.Banda completa com instrumentos tradicionais (ilú, alfaia, maracás e percussões afro-indígenas) e base harmônica.Estrutura técnica: sonorização profissional, retorno, microfonação para timbres acústicos e ambientação adequada ao repertório.Acessibilidade: intérprete de Libras em todos os shows.Acessibilidade física como critério de seleção dos espaços (rampas, elevadores, áreas reservadas).2. EP – 5 faixasGravação de até 5 faixas em estúdio profissional.Etapas técnicas: captação, edição, mixagem e masterização.Repertório definido a partir da pesquisa no Quilombo Mituaçú, com ritmos como mazuca, macaia e sambas de caboclo.Distribuição gratuita em plataformas digitais.3. Mini-documentário – 1 vídeo (5 minutos)Produção de 1 mini-documentário de até 5 minutos.Conteúdos: turnê, bastidores, entrevistas e pesquisa musical.Acessibilidade: legendas, audiodescrição e revisão técnica.Distribuição gratuita em redes sociais e plataformas abertas.4. Teasers por região – 7 vídeos curtosProdução de 7 teasers (1 por estado visitado).Conteúdos: trechos de shows, bastidores e rodas de conversa.Uso: divulgação, memória e acervo audiovisual da artista.5. Ação Formativa – até 7 rodas de conversaRealização de rodas de conversa após apresentações.Temas: musicalidade quilombola, práticas juremeiras, criação do repertório, identidade cultural e transmissão de saberes.Atividade voltada para diálogo, formação e valorização do patrimônio imaterial.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADEO projeto adota um conjunto de ações de acessibilidade que garantem que pessoas com deficiência possam usufruir plenamente dos produtos culturais propostos. As apresentações contarão com intérprete de Libras, assegurando a compreensão do conteúdo musical, das falas e da interação da artista com o público, também durante as rodas de conversa após as apresentações. O mini-documentário será produzido com audiodescrição, legendas em português e contraste adequado, atendendo pessoas com deficiência visual ou auditiva. Além disso, todos os produtos digitais serão disponibilizados gratuitamente em plataformas acessíveis, ampliando o alcance para pessoas que não podem comparecer presencialmente.A escolha dos locais de realização dos shows também considerará acessibilidade física, garantindo que os espaços possuam rampas, elevadores, áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, além de banheiros adaptados. Essa medida assegura que a experiência artística seja inclusiva do início ao fim, contemplando diferentes necessidades do público. Ações de acessibilidade elencadas:- Disponibilização de intérprete de Libras em todas as apresentações e durante as rodas de conversa após apresentações.;- Produção do mini-documentário com audiodescrição, legendas e cuidado de contraste visual;- Publicação digital gratuita em plataformas acessíveis;- Critério obrigatório de acessibilidade física dos espaços: rampas, elevadores, sinalização, áreas reservadas e banheiros adaptados;- Acompanhamento técnico para garantir que as condições de acessibilidade previstas sejam cumpridas pelos espaços parceiros;- Linguagem acessível nas comunicações digitais, com descrição das imagens e clareza nos textos de divulgação.Com essas ações, o projeto busca garantir que as pessoas com deficiência possam acessar, compreender e participar de todas as etapas da experiência artística proposta, fortalecendo o compromisso com a inclusão cultural.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOO projeto promove a democratização do acesso ao integrar diversidade territorial, gratuidade, circulação interestadual e realização de rodas de conversa após apresentações, e ampla oferta digital. As apresentações ocorrerão em sete capitais do Nordeste e Sudeste, alcançando públicos com diferentes formações, vivências e contextos socioeconômicos. Os shows serão gratuitos ou com ingresso social, garantindo que pessoas de baixa renda também possam ter acesso ao espetáculo. A circulação apresenta ao público urbano expressões culturais pouco difundidas nos grandes centros, aproximando diferentes realidades e fortalecendo a presença da cultura quilombola e juremeira em espaços públicos.A disponibilização gratuita do mini-documentário e do EP assegura o acesso nacional ao conteúdo, especialmente para comunidades periféricas, jovens estudantes e interessados em cultura tradicional. A campanha de divulgação digital amplia ainda mais esse alcance, utilizando redes sociais e plataformas abertas para atingir públicos diversos e não especializados.A escolha dos locais de apresentação também incluirá critérios de acessibilidade física, garantindo que pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência física possam participar das atividades. Essa medida reforça a democratização do acesso não apenas em relação aos valores ou ao território, mas também às condições concretas de participação.Ações de democratização do acesso elencadas:Circulação interestadual em sete capitais de duas regiões do país;Realização de shows gratuitos ou com ingresso social;Seleção de espaços com acessibilidade física: rampas, elevadores e locais reservados;Disponibilização gratuita do EP e do mini-documentário em plataformas digitais;Ações de divulgação acessíveis e amplas, com foco em público diverso;Envolvimento de platéias urbanas que raramente têm acesso à cultura quilombola;Estratégias digitais capazes de alcançar públicos de todas as regiões, inclusive lugares sem equipamentos culturais formais.Realização de rodas de conversa após apresentações.Assim, o projeto amplia o alcance do conteúdo artístico, fortalece o direito cultural e garante que pessoas de diferentes contextos possam acessar as expressões culturais do Sítio Quilombola Mituaçú.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICALuiza de Paulina – Voz / artista principalBacking Vocal: Aline MouraBanda (4 músicos de percussão)Joseph Ítalo (Ogã Ítalo) - ilu Josenildo Santos (José) - ilu Kayc César- xequereJhonata Cardoso - surdoProdução executiva e Produção de CampoAzemar Neto Heloísa NascimentoCoordenação geralSofia e LucilaLuiza de PaulinaQuilombola, Luiza nasceu no Sítio Mituaçú e é integrante da cultura da Jurema desde o nascimento. É cantora e pesquisadora das culturas afro-quilombolas e afro-indígenas e de terreiro, tendo seu trabalho ganhado grande repercussão junto ao público, principalmente nas redes sociais.Lucila PoppiProdutora cultural com 20 anos de atuação, trabalha com projetos voltados para linguagens de música, dança, audiovisual e, especialmente, vinculados às culturas tradicionais brasileiras. Fundadora da Cia Brasílica (2006) e da Juremas Coletiva Percussiva (2018). Sócia da Etù Produções. Também é produtora colaboradora da B15 Arte e Cultura e do projeto Traseuntis Mundi, de Cândida Borges. Tem experiência com a elaboração e gestão de projetos dentro de políticas públicas municipais, estaduais e federais. Recebeu o Prêmio Periferia 2024 e foi finalista do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2024.Sofia SerafimProdutora cultural, artista, educadora, bailarina e diretora de projetos com mais de 10 anos de atuação. Atua junto à produção de espetáculos de dança, música e teatro, com experiência em produção executiva, produção operacional, gestão de equipes, além da escrita de projetos culturais para editais públicos e privados, coordenação de circulação e articulação com espaços culturais e instituições. Desenvolve e acompanha ações formativas, oficinas e residências artísticas, integrando também núcleos de pesquisa e criação. Possui vivência em projetos financiados por leis de incentivo, fomentos municipais, estaduais e federais. Sua atuação conecta práticas artísticas e políticas públicas, com foco na valorização da cultura, educação e equidade.Azemar NetoProdutor cultural desde 2023 com especial atuação em ações de engajamento nas redes sociais. É representante de Luiza de Paulina, também gestor de redes.Joseph ÍtaloCom formação em bandas marciais, Joseph é ogã e percussionista com mais de 10 anos de atuação no estado da Paraíba, tendo acompanhado grandes nomes da música tradicional. Também colaborou na produção de campo do festival Garapirá e no projeto Cocos do Nordeste: Mobilização para Registro como Patrimônio do Brasil, através do Coletivo Jaraguá e IPHAN.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.