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PRONAC 2513903Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Agbara da Mulher Negra - Tecnologias Negras pelo Clima

ASSOCIACAO DE MULHERES NEGRAS AGBARA
Solicitado
R$ 1,07 mi
Aprovado
R$ 1,07 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-12-01
Término
2029-12-31
Locais de realização (5)
Manaus AmazonasSalvador BahiaBelém ParáRecife PernambucoSão Paulo São Paulo

Resumo

O Festival Agbara da Mulher Negra, com o tema "Tecnologias Negras pelo Clima", celebra o protagonismo das mulheres negras na luta pela justiça climática e pelo empoderamento econômico. O evento contará com um Pré-Festival, que oferecerá quatro oficinas presenciais em diferentes cidades e dois workshops online voltados para a inclusão produtiva. O Festival Agbara, propriamente dito, acontecerá ao longo de dois dias, com diversas atividades culturais gratuitas.

Sinopse

O Festival Agbara da Mulher Negra é promovido pelo Fundo Agbara, um fundo pioneiro dedicado às mulheres negras no Brasil, e tem como missão ampliar o acesso a direitos econômicos e promover a independência financeira e emocional de iniciativas lideradas por mulheres negras. A 5ª edição do festival, com o tema "Tecnologias Negras pelo Clima", integrará a luta das mulheres negras com a questão climática, destacando o papel crucial das tecnologias negras e dos conhecimentos ancestrais na adaptação ás mudanças climáticas. O festival contará com um simpósio sobre justiça econômica, exposições, workshops e rodas de conversa, apresentações musicais, além de uma feira de economia criativa. Também incluirá um Pré-Festival com oficinas de educação financeira voltadas para coletivos que trabalham com a perspectiva socioambiental em Manaus, Belém, Salvador e Recife, e workshops online sobre inclusão produtiva, focando em empregabilidade e empreendedorismo. Festival - Montagem e Estrutura - Produto Principal● Montagem de um festival de música em duas partes: Pré-Festival e Festival. Apresentações - Produto Secundário Dentro do Festival● Apresentações Locais e Regionais: ○ 3 artistas ou bandas de reconhecimento local/regional. ○ 2 artista ou banda de reconhecimento nacional ○ 5 grupos musicais de diversos estilos, incluindo performances instrumentais e culturais afro-brasileiras. ○ 2 apresentações de DJ ○ 1 Video Jockey (VJ). Contrapartidas - Seminário/Encontro - Dentro do Festival● Simpósio sobre Justiça Econômica e Direitos Econômicos: ○ Com 12 palestrantes, dividido em 3 mesas de discussão. ● Workshops/Treinamentos: ○ [pré-festival] Oficinas de educação financeira voltadas para coletivos que trabalham com a perspectiva socioambiental: Realizadas em 4 capitais , sendo estas Manaus, Belém, Salvador e Recife. ○ [pré-festival] Workshops Online de Inclusão Produtiva: Um focado em empregabilidade e outro em empreendedorismo, ambos gratuitos e acessíveis online. ○ Workshop sobre Tecnologias Negras e Justiça Climática. ○ Rodas de Conversa: Duas rodas de conversa presenciais abordando temas como tecnologia, clima e saúde da população negra. ○ Exposição de Organizações de Justiça Climática: Exposição de organizações lideradas por pessoas negras que atuam em prol da justiça climática e racial. ○ Exposição de Artes Visuais: Exposição de 10 artistas negras.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover o protagonismo das mulheres negras nas questões climáticas através do Festival Agbara da Mulher Negra, destacando o papel crucial das tecnologias negras e dos conhecimentos ancestrais nesse cenário de degradação ambiental acelerado. O festival visa, ainda, a valorização da cultura afro-brasileira e a promoção da justiça socioambiental, ampliando as oportunidades de inclusão produtiva enquanto fortalece as narrativas de resistência e resiliência das mulheres negras, e fomentar o empoderamento econômico. Esta proposta alinha-se às metas do Plano Nacional de Cultura (2021), contribuindo diretamente para as metas 3, 4, 5, 8, 9, 10, 11, 18, 22, 24, 26, 29, 46, 47 e 53, que buscam ampliar a participação e a visibilidade de grupos historicamente marginalizados na produção cultural brasileira. Além disso, a proposta reforça os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente os ODS 1 (Erradicação da Pobreza), 3 (Saúde e Bem-Estar), 5 (Igualdade de Gênero), 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico) e 10 (Redução das Desigualdades), ratificando o compromisso do Brasil com a promoção de um futuro mais inclusivo, sustentável e justo. Objetivos Específicos: • Atender um Público Diversificado: Alcançar aproximadamente 3.000 participantes em todas as ações do projeto (pré-festival e festival), incluindo jovens, adultos, crianças e membros da melhor idade, promovendo a inclusão de todas as faixas etárias.• Capacitação em Educação Financeira: Realizar 4 oficinas presenciais gratuitas de educação financeira voltadas para o setor cultural, especificamente para mulheres negras e indígenas, nas cidades de Manaus, Belém, Salvador e Recife, com o objetivo de fortalecer o conhecimento e a autonomia financeira dessas comunidades.• Workshops de Inclusão Produtiva: Oferecer dois workshops online gratuitos sobre inclusão produtiva, abordando os temas de empregabilidade e empreendedorismo, visando capacitar mulheres negras e indígenas para o mercado de trabalho e estimular a criação de negócios próprios.• Simpósio sobre Justiça Econômica: Promover um simpósio presencial sobre Justiça Econômica e Direitos Econômicos durante o festival, com 12 palestrantes em 3 rodadas, para discutir temas cruciais que afetam as comunidades negras, destacando as barreiras e oportunidades na busca por equidade econômica.• Fomento à Arte Local: Incentivar a arte local com 11 apresentações musicais de artistas negras, incluindo 2 DJs, 1 VJ, criando uma plataforma para a visibilidade e valorização das expressões culturais negras.• Apresentações Musicais de Amplitude Nacional: Proporcionar 2 shows gratuitos com artistas de reconhecimento nacional, ampliando o alcance cultural do festival e atraindo um público diverso para celebrar a cultura negra.• Feira de Economia Criativa: Promover uma feira de economia criativa com 20 expositoras, incentivando o empreendedorismo das mulheres negras, oferecendo um espaço para a venda e divulgação de produtos criativos que valorizam a identidade cultural afro-brasileira.• Valorização e Representatividade: Incentivar as ações culturais das artistas negras, gerando representatividade e contribuindo para a construção da autoestima das mulheres, especialmente as negras, por meio de narrativas positivas e de empoderamento.

Justificativa

A 5ª edição do Festival Agbara da Mulher Negra, com o tema "Tecnologias Negras pelo Clima", busca abordar a interseção entre as lutas das mulheres negras e as questões climáticas, trazendo à tona a importância de se investir em soluções criativas, tecnológicas, coletivas e ancestrais para a mitigação das mudanças climáticas extremas. Este festival tem o importante papel de ressaltar a liderança e o protagonismo das mulheres negras na construção de um futuro socialmente justo e ambientalmente sustentável. As comunidades negras são desproporcionalmente as mais afetadas pelos impactos das mudanças climáticas, devido à marginalização socioeconômica à que foram submetidos, e a consequente exposição geográfica à que estão sujeitas. Segundo um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), populações marginalizadas, especialmente as racializadas, enfrentam maior vulnerabilidade aos desastres climáticos, como enchentes, secas e ondas de calor, devido a fatores como pobreza, infraestrutura inadequada e acesso limitado a recursos (IPCC, 2022). No Brasil, essa desigualdade é evidente: 67% da população negra vive em áreas urbanas de alta vulnerabilidade socioambiental (IBGE, 2019). Mulheres negras têm um papel histórico na gestão sustentável dos recursos naturais e na liderança de movimentos de resistência e resiliência climática. Elas carregam conhecimentos ancestrais de manejo ambiental, que são fundamentais para se pensar nas emergências climáticas contemporâneas. Estudos indicam que a inclusão de mulheres negras em processos de decisão sobre clima e sustentabilidade pode melhorar significativamente os resultados ambientais e sociais (UN Women, 2020). O Pré-Festival Agbara será um importante espaço de fortalecimento econômico para mulheres negras, promovendo oficinas de educação financeira e workshops de inclusão produtiva, tanto online quanto presencialmente nas cidades de Manaus, Belém, Salvador e Recife. Essas atividades são essenciais para reduzir as disparidades de acesso a recursos financeiros e capacitação, uma vez que 54% das mulheres negras no Brasil não têm acesso adequado a programas de educação financeira, o que limita suas oportunidades de inclusão produtiva e aumenta seu estado de vulnerabilidade socioeconômica (Instituto Locomotiva, 2020). O empoderamento econômico dessa parcela da população, tem um efeito multiplicador nas comunidades, melhorando o bem-estar das famílias e fortalecendo economias locais, ao mesmo tempo em que promove a autonomia financeira das participantes e amplia suas possibilidades de geração de renda e de desenvolvimento pessoal. Já o Festival se desdobrará em dois dias de atividade, no primeiro dia contaremos com um simpósio de Justiça Econômica, composto por três mesas principais: "Economia para Mulheres Negras", que discutirá os desafios específicos enfrentados por essas mulheres na economia; "Trabalho e Renda no Pós-Pandemia", que abordará as estratégias de recuperação econômica para as mulheres negras após a pandemia; e "Afro Futuros para População Negra", explorando visões inovadoras e futuras para a inclusão econômica da população negra. O segundo dia do festival trará workshops temáticos, incluindo "Tecnologias Negras e Clima", e rodas de conversa sobre "Clima e Saúde" e "Clima e Tecnologia", promovendo uma abordagem crítica e interseccional entre o ativismo climático, e o conhecimento ancestral das comunidades negras. A inclusão de um painel de exposição de organizações brasileiras que trabalhem com com a pauta de justiça climática ampliará a visibilidade do tema, conectando as ações do festival às iniciativas já existentes no campo da justiça socioambiental. Esse dia também será enriquecido por uma feira de economia criativa com 20 afroempreendedoras e por atrações culturais que celebrarão a arte e a identidade negra, criando um espaço de pertencimento, de celebração e de fortalecimento coletivo. Com essa estrutura, o Festival Agbara da Mulher Negra se consolida como uma plataforma transformadora que conecta educação, empoderamento econômico, e ativismo climático, evidenciando que as tecnologias negras e o conhecimento ancestral são fundamentais para a construção de um futuro mais justo, sustentável e inclusivo. Ao reforçar o papel das mulheres negras como líderes nas lutas por justiça social e climática, o festival busca fortalecer espaços de articulação e resistência, contribuindo para uma sociedade mais equitativa e resiliente. A solicitação de apoio por meio de renúncia fiscal é fundamental para garantir a visibilidade e a sustentabilidade das ações do Instituto, dado o alto custo envolvido em sua manutenção. A aprovação deste projeto pela Lei de Incentivo em âmbito federal permitirá a captação de patrocínios de empresas privadas, utilizando o benefício da renúncia fiscal. Com esse apoio, o festival poderá ganhar maior notoriedade, aprimorar suas atividades, ampliar o acesso do público a uma programação de alta qualidade e reduzir os custos operacionais, garantindo um evento mais profissional e inclusivo. Art. 1o da Lei 8313/91 O projeto se enquadra nos incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3 da Lei 8313/91 O projeto se enquadra nos incisos: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos

Especificação técnica

Pré-festival OFICINAS DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA VOLTADAS PARA COLETIVOS QUE TRABALHAM COM A PERSPECTIVA SOCIOAMBIENTAL Público Alvo: mulheres negras, periféricas, trans e indígenas. Classificação indicativa etária: a partir dos 18 anos - 30 VAGAS Cidades: Manaus, Belém do Pará, Recife e Salvador Local, data e horário: a definir Carga Horária: 6 horas Projeto Pedagógico Manhã - Tema geral: Entendendo Fundamentos Financeiros (3 horas) 1. Introdução (15 minutos) ● Boas-vindas ● Apresentação dos facilitadores e contextualização sobre a importância da educação financeira para coletivos e organizações sociais. 2. Mapeamento Financeiro (45 minutos) ● Identificação de metas financeiras dos coletivos e análise de despesas e receitas com exercício prático para criação de um orçamento. 3. Conhecendo Ferramentas Financeiras (45 minutos) ● Apresentação e demonstração prática de aplicativos e ferramentas online para gerenciamento financeiro. 4. Intervalo (15 minutos) 5. Planejamento para Emergências e Objetivos de Longo Prazo (45 minutos) ● Discussão sobre a criação de reservas de emergência e estratégias para alcançar objetivos financeiros de longo prazo. 6. Networking Financeiro na Comunidade (45 minutos) ● Importância do apoio mútuo financeiro entre coletivos, com compartilhamento de histórias de sucesso e desafios. 7. Intervalo para almoço (60 min) Tarde - Tema geral: Estratégias Financeiras para Coletivos Socioambientais (3 horas) 8. Fontes de Renda e Diversificação (45 minutos) ● Exploração de diferentes fontes de renda e estratégias para diversificação financeira de coletivos socioambientais. 9. Direitos Autorais e Contratos (45 minutos) ● Informações essenciais sobre contratos e parcerias, com dicas para negociações justas. 10. Intervalo (15 minutos) 12. Construindo um Plano Financeiro Sustentável (45 minutos) ● Informações para o desenvolvimento de um plano financeiro a longo prazo, abordando desafios específicos do setor socioambiental. 14. Roda de Conversa: Mobilização para a COP30 (60 minutos) ● Informações para o desenvolvimento de um plano financeiro a longo prazo, abordando desafios específicos do setor socioambiental. 15. Encerramento e Feedback (15 minutos) ● Discussão aberta para perguntas e coleta de feedback dos participantes para melhorias futuras 16. Encerramento com Apresentação Artístico-Cultural (45 minutos) ● Apresentação artístico-cultural local WORKSHOP ONLINE SOBRE INCLUSÃO PRODUTIVA: EMPREGABILIDADE Público Alvo: mulheres negras, periféricas, trans e indígenas Classificação indicativa etária: a partir dos 16 anos - 40 VAGAS Local: online Data e horário: a definir Carga Horária: 3 horas DESCRIÇÃO: Este workshop foi cuidadosamente desenvolvido para oferecer uma experiência única de aprendizado e crescimento, centrado nas mulheres negras. Reconhecemos a importância de criar um espaço seguro e acolhedor, onde as participantes possam explorar e desenvolver suas habilidades para impulsionar a inclusão produtiva e a empregabilidade. Plano Pedagógico: Durante o workshop, abordaremos temas específicos relacionados aos desafios e oportunidades enfrentados por mulheres negras no mercado de trabalho. Os módulos incluirão discussões sobre habilidades profissionais e emocionais, além de construção de redes de trabalho e apoio. Além disso, exploraremos as nuances da cultura corporativa, promovendo a autoconfiança e a assertividade. WORKSHOP ONLINE SOBRE INCLUSÃO PRODUTIVA: EMPREENDEDORISMO Público Alvo: mulheres negras, periféricas, trans e indígenas Classificação indicativa etária: a paritir dos 16 anos - 40 VAGAS Local: online 12 Data e horário: a definir Carga Horária: 2 horas DESCRIÇÃO: Este workshop excepcional foi elaborado para capacitar e inspirar mulheres negras que desejam trilhar o caminho do empreendedorismo. Nosso objetivo é oferecer não apenas conhecimentos práticos, mas também um ambiente de apoio e encorajamento para que cada participante floresça em sua jornada. Plano Pedagógico: Ao longo do workshop, abordaremos temas como planejamento de negócios, captação de recursos, estratégias de marketing e construção de uma marca única. Além disso, dedicaremos atenção especial ao desenvolvimento de habilidades de liderança e habilidades emocionais. Ações no dia do Festival Local: a definir Data e horário: a definir 1º dia de festival SIMPÓSIO SOBRE JUSTIÇA ECONÔMICA E DIREITOS ECONÔMICOS O 3º Simpósio sobre Justiça Econômica e Direitos Econômicos no Festival Agbara será um espaço crucial para o debate e a reflexão sobre questões econômicas que afetam diretamente as mulheres negras. Com três mesas temáticas, o simpósio reunirá 12 palestrantes negras para discutir temas fundamentais como "Economia para Mulheres Negras," "Trabalho e Renda no Pós-Pandemia," e "Afro Futuros para a População Negra." Este evento visa não apenas compartilhar conhecimento, mas também fortalecer redes de apoio e promover estratégias para enfrentar as desigualdades econômicas e sociais, consolidando o simpósio como um catalisador para a justiça econômica. Ao explorar esses temas, o simpósio busca amplificar as vozes das mulheres negras, oferecendo um espaço para a troca de experiências e a construção de soluções coletivas. Com a participação de especialistas e ativistas, o evento reafirma o compromisso do Festival Agbara em promover a equidade econômica e destacar o papel central das mulheres negras na construção de um futuro mais justo e inclusivo. APRESENTAÇÕES 2 apresentações com artistas negras locais/regional sendo 1 performance e uma atração musical 2º dia de festival FEIRA DE ECONOMIA CRIATIVA DESCRIÇÃO: Em sua 5ª edição no âmbito do Festival Agbara, a feira contará com a participação de 20 afroempreendedoras, que irão comercializar seus produtos em uma diversidade de linguagens, incluindo artesanato, moda, cosméticos, gastronomia e outras expressões criativas. A feira é uma plataforma para promover o empreendedorismo negro, oferecendo visibilidade e oportunidades de negócio para mulheres negras, além de fortalecer a economia local e valorizar a produção cultural afro-brasileira. WORKSHOP PRESENCIAL SOBRE TECNOLOGIAS NEGRAS E CLIMA Público Alvo: Classificação indicativa etária: a partir dos 18 anos - 30 VAGAS Cidade: São Paulo Local, data e horário: a definir Carga Horária: 2 horas DESCRIÇÃO: O workshop abordará o papel das tecnologias negras na adaptação e mitigação das mudanças climáticas, explorando soluções inovadoras e sustentáveis que emergem de conhecimentos ancestrais e práticas comunitárias. A atividade será conduzida por especialistas negras, com foco em estratégias de aplicação prática e replicabilidade nas comunidades locais. Plano Pedagógico: O workshop será dividido em dois blocos principais: uma introdução teórica sobre tecnologias negras e sua relevância climática, seguida de uma sessão prática onde os participantes poderão interagir com exemplos concretos de tecnologias e práticas sustentáveis. O objetivo é capacitar os participantes a aplicar esses conhecimentos em suas realidades cotidianas, fomentando a inovação e a sustentabilidade comunitária. RODAS DE CONVERSA Público Alvo: Classificação indicativa etária: a partir dos 18 anos - 30 VAGAS Cidade: São Paulo Local, data e horário: a definir Carga Horária: 1 hora cada, totalizando 2 horas de duração DESCRIÇÃO: As rodas de conversa têm como objetivo discutir a interseção entre clima, saúde, e tecnologia a partir de uma perspectiva negra, valorizando saberes tradicionais e propondo diálogos que conectem ciência e ancestralidade. Cada roda de conversa terá a presença de especialistas negras e contará com a participação ativa do público, criando um espaço colaborativo para troca de ideias e experiências. EXPOSIÇÃO ARTÍSTICA DESCRIÇÃO: A exposição artística destacará obras de 10 artistas negras que exploram a relação entre identidade, ancestralidade e questões climáticas. Com curadoria voltada para promover a representatividade e a diversidade de linguagens artísticas, a exposição incluirá performances, instalações, e peças visuais que dialoguem com o tema do festival, trazendo à tona as vozes e perspectivas das mulheres negras sobre o futuro do clima. EXPOSIÇÃO DE ORGANIZAÇÕES DESCRIÇÃO: Esta exposição reunirá 11 organizações lideradas por pessoas negras que atuam na justiça climática, apresentando seus projetos e iniciativas. O objetivo é promover um espaço de networking e visibilidade para essas organizações, possibilitando a troca de conhecimentos e a formação de parcerias estratégicas que fortaleçam a luta por um ambiente mais justo e sustentável. APRESENTAÇÕES 2 artistas ou bandas de reconhecimento local/regional. 2 artista ou banda de reconhecimento nacional 5 grupos musicais de diversos estilos, incluindo performances instrumentais e culturais afro-brasileiras. 1 apresentações de DJ 1 Video Jockey (VJ).

Acessibilidade

*FESTIVAL* APRESENTAÇÕES ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por realizar o festival em espaço que já esteja adequado ao atendimento de portadores de deficiência e mobilidade reduzida - rampas de acesso e banheiros adaptados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES AUDITIVOS: Em termos de acessibilidade de conteúdo, as apresentações contarão com tradução em LIBRAS, atingindo 100% das apresentações. * Será usado a rubrica INTÉRPRETE DE LIBRAS ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES VISUAIS Será disponibilizado um profissional de audiodescrição que acompanhará cada atividade. * Será usado a rubrica AÚDIO DESCRIÇÃO *FESTIVAL* SIMPÓSIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por realizar o festival em espaço que já esteja adequado ao atendimento de portadores de deficiência e mobilidade reduzida - rampas de acesso e banheiros adaptados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES AUDITIVOS: Em termos de acessibilidade de conteúdo, as apresentações contarão com tradução em LIBRAS, atingindo 100% das apresentações. * Será usado a rubrica INTÉRPRETE DE LIBRAS ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES VISUAIS Será disponibilizado um profissional de audiodescrição que acompanhará cada atividade. * Será usado a rubrica AÚDIO DESCRIÇÃO *EXPOSITORES – ECONOMIA CRIATIVA* - FAZ PARTE DA ESTRUTURA DO FESTIVAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por realizar o festival em espaço que já esteja adequado ao atendimento de portadores de deficiência e mobilidade reduzida - rampas de acesso e banheiros adaptados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES VISUAIS Não se aplica *CONTRAPARTIDA SOCIAL* ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por realizar o festival em espaço que já esteja adequado ao atendimento de portadores de deficiência e mobilidade reduzida - rampas de acesso e banheiros adaptados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES AUDITIVOS: Em termos de acessibilidade de conteúdo, as apresentações contarão com tradução em LIBRAS, atingindo 100% das apresentações. * Será usado a rubrica INTÉRPRETE DE LIBRAS ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES VISUAIS Será disponibilizado um profissional de audiodescrição que acompanhará cada atividade. * Será usado a rubrica AÚDIO DESCRIÇÃO

Democratização do acesso

Em atendimento, a proposta irá adotar o inciso V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 Todas as ações do projeto serão gratuitas.

Ficha técnica

Aline Telles Coelho - Coordenação Geral Será responsável pelo planejamento estratégico, captação de recursos, gestão de pessoas, acompanhamento e avaliação de todas as atividades que envolvem o projeto. Fabiana Aguiar - Produtora Executiva Profissional que acompanhará todo o processo de executivo, como contratações, controle do fluxo financeiro, liberações e relatórios de prestação de contas. CURRRICULOS Aline Telles Coelho IDEALIZADORA, CO-FUNDADORA ECOORDENADORA GERAL DO FUNDO AGBARA Mestre em Educação pela Unicamp (2023), com projeto de pesquisa voltado às relações étnico-raciais e aspectos históricos e pedagógicos do Movimento Negro no Brasil. Formada em Ciências Sociais pela PUC (2013) e em Pedagogia pela Unicamp (2019). No Fundo Agbara é responsável pelo planejamento estratégico, captação de recursos, relações públicas, área educacional, gestão de pessoas, acompanhamento e avaliação de todas as atividades do Fundo Agbara, um fundo gerido por nove mulheres negras que potencializa empreendedoras negras e indígenas, da Região Metropolitana de Campinas, e dialoga com importantes atores do setor público, visando influenciar nas políticas públicas locais. O fundo atua de três formas: aportes financeiros, assessorias técnicas e educação; possui uma rede com 270 doadores recorrentes e prestou, desde o início de suas atividades, mais de 150 atendimentos às mulheres inscritas. O Fundo Agbara viabiliza e fomenta: geração de renda, equidade racial, educação de qualidade, e quidade de gênero, redução das desigualdades, empreendedorismo, economia criativa, empoderamento feminino, combate ao racismo institucional e cultura de doação. Fabiana Gomes Aguiar CO-FUNDADORA E DIRETORA DE OPERAÇÕES DO FUNDO AGBARA Bacharel em Comunicação Social, Publicidade e Propaganda com ênfase em Marketing. Ampla experiência na área de Educação ministrando oficinas, palestras, condução de workshops. Ótima desenvoltura para trabalhar em grupo ou individualmente, para lidar com metas e desafios, análise e compreensão de contextos acionando habilidades interdisciplinares. No Fundo Agbara é responsável pelas áreas de RH, ADM, Financeira e Comunicação, desenvolvendo atividades como relatórios financeiro, prestação de contas para investidores e editais externos, fluxo financeiro, contratações, entrevistas, treinamentos e fluxo de trabalho operacional. Coordenação do planejamento de comunicação do Fundo e coordenação da captação PF.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.