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"Quando o amanhã chegar" é um filme de curta metragem ficcional especulativo de gênero dramático com duração de 15 minutos, que se passa em um futuro próximo onde o Brasil sofre um novo golpe militar, e um velho professor se inspira nos seus ancestrais a fuga para um lugar melhor.
Em um futuro próximo, após um novo golpe militar no Brasil, Seu Dominique, um velho professor de literatura aposentado, vive isolado e em luto pela morte do filho. Escondido no porão de um bar, sempre recebe a visita de seus ex-alunos, Marcos e Val, onde discutem o destino do país, refletindo sobre liberdade, a herança da colonização e o avanço implacável da exploração da natureza. O dia que era para ser um encontro leve de amigos se rompe quando Marcos recebe a notícia de que sua filha está doente e decide desafiar o toque de recolher para encontrá-la. No caminho, é raptado por militares e some, como tantos outros antes dele. Exausto e desiludido, Seu Dominique decide executar seu plano de fuga, enquanto Val encontra forças para resistir, unindo-se a um grupo de jovens na luta contra a opressão.
Objetivo Geral A realização do curtametragem "Quando o amanhã chegar" tem como objetivo fomentar a produção cinematográfica no Recôncavo Baiano; promover as manifestações culturais e historicas do povo negro a partir de narrativas audiovisuais; e ampliar o debate sobre questões sociais. Objetivo específicoRealizar um curta-metragem de 15 minutos. Realizar o lançamento do filme em sala de cinema em Cachoeira - BA, com três sessões públicas. Distribuir o filme em festivais e mostras de cinemas, nacionais e internacionais.
A realização do curta-metragem "Quando o amanhã chegar" demanda o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 devido à natureza pública, educativa e simbólica do projeto. O filme aborda a memória, a resistência e as expressões culturais negras do Recôncavo Baiano, território historicamente marcado por processos de luta política, ancestralidade e produção cultural, valorizando identidades que frequentemente são invisibilizadas no mercado audiovisual tradicional.O projeto se enquadra nos objetivos previstos no Art. 1º da Lei 8.313/91, especialmente:Inciso I _ ao promover a produção e difusão de bens culturais formadores de identidade, reflexão crítica e memória social;Inciso II _ ao contribuir para a valorização de expressões simbólicas e modos de vida ligados às culturas afro-brasileiras;Inciso III _ ao apoiar iniciativas que fortalecem a diversidade cultural brasileira e a democratização do acesso à produção audiovisual.Além disso, atende aos objetivos do Art. 3º da mesma Lei, pois:Estimula a produção e circulação de bens culturais (Art. 3º, I), ao realizar e distribuir um filme que dialoga com temas sociais e históricos relevantes para o presente;Garante ampliação de acesso e formação de público (Art. 3º, II), por meio das exibições gratuitas e acessíveis (com LIBRAS, legendas e audiodescrição) e posterior disponibilização em plataformas abertas;Valoriza e fortalece expressões culturais vinculadas à identidade brasileira (Art. 3º, III), ao construir narrativas sobre memória, resistência e coletividade no contexto afro-brasileiro;Contribui para formação, qualificação e fortalecimento do setor audiovisual (Art. 3º, IV), ao envolver profissionais e artistas do Recôncavo Baiano, estimulando a geração de trabalho, renda e cadeia produtiva local. A Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, o único instrumento capaz de viabilizar a realização deste filme, garantindo condições dignas de produção, distribuição e acessibilidade, além de assegurar que a obra alcance a sociedade como bem cultural e não como produto restrito ao mercado.Assim, "Quando o amanhã chegar" consolida-se como uma ação cultural que preserva memórias, fortalece identidades e amplia o acesso democrático ao audiovisual, alinhando-se plenamente à missão pública da Política Nacional de Cultura.
Filme de curta-metragem de ficção formato live-action de 15 minutos, em formato 4K, janela 16:9, com projeção MOV H26 e DCP.
O curta-metragem vai conter legendas em português, espanhol e inglês. Assim como janelas de LIBRAS e audiodescrição. As divulgações do projetos nas redes sociais como release, videos, teaser, contaram com legendas descritivas.
Utilizaremos as redes sociais e seus meios de impulsionamento, especialmente o instagram, para a criação de um perfil destinado ao projeto, a ser utilizado como um meio de comunicação com o nosso público, realizando postagens e criando conteúdos acerca do projeto e do tema, apresentando um pouco do projeto e sua trajetória de construção. Com o filme finalizado, faremos três sessões de lançamento com entrada gratuita e com acessibilidade em uma sala de cinema em Cachoeira - BA. Enquanto distribuição de uma maneira mais ampla, vamos inscrever a obra em festivais e mostras nacionais e internacionais. Iremos conceder o filme a cineclubes e exibições itinerantes que manifestarem interesse pela exibição do projeto. Após um ano de distribuição do filme nos festivais e cineclube, o filme ficará disponivel no youtube no canal da Nigiro Filmes, disponibilizando a obra o acesso gratuitamente.
Assaggi Piá - Roteirista e DiretorAssaggi Piá é produtor executivo, roteirista, montador e diretor de cinema, associado à Apan - Associação de Profissionais do Audiovisual Negro. Idealizador e coordenador do CineMalês e da Mostra Ousmane Sembène de Cinema, ambas iniciativas voltadas para a distribuição e difusão do cinema negro e indígena no Recôncavo Baiano. Roteirizou e dirigiu os curtas-metragens "Downpression" de 2019 e "Nigiro: meu nome, minha ancestralidade" de 2020. Em 2022, foi premiado pela edição e montagem da história de vida do poeta Sérgio Vaz, intitulada "Distraídos eles, venceremos nós" na mostra audiovisual "Qual o seu legado?" realizado pelo Museu da Pessoa. Em 2023 foi selecionado para o projeto "FOCO - A imagem negra no audiovisual" com o projeto de longa metragem de ficção "A curva da cintura". Em 2024 roteirizou e dirigiu o curta documental “O som das redes” e o curta de animação “Quando as ondas do mar desligam”.Yasoda Nanda - Produtora ExecutivaYasoda Nanda é arte educadora, realizadora audiovisual, produtora e pesquisadora, fundadora da produtora Arjuna Filmes. Bacharel Interdisciplinar em Artes pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, pós graduanda em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado - SENAC, Supervisora Operacional da Programa Educativo CAIXA Gente Arteira na CAIXA Cultural Salvador. Realizadora do filme curta metragem "É preciso olhar para trás" sobre Niède Guidon, ganhador de menção honrosa na "Mostra Audiovisual: Qual é o seu legado?" através do Museu da Pessoa (2022). Assistente de produção do curta metragem IKÚ (2022). Diretora e fotógrafa do curta metragem documental "Quando o mar te abraça novamente" (2023), selecionado no Festival Filmaê, ganhador de Menção Honrosa no Student World Impact Film Festival, selecionado no Golden FEMI Film Festival, Festival Cine Virada, Viva el Cine. Em 2024 foi produtora executiva do curta-metragem "O Som das Redes". Roteirista e diretora do curta-metragem de animação 2D, em fase de produção, "Quando as ondas do mar desligam".Tiago dos Santos Silva - Direção de FotografiaMinibio - Sou Tiago Lins, nascido em Conceição de Almeida, Recôncavo Baiano, Artista Multilinguagens, atuando como fotógrafo, realizador audiovisual, editor de vídeo e técnico de luz. Através da minha visão artística, busco criar imagens que conectam passado e presente, refletindo a beleza do cotidiano, a riqueza cultural e as ancestralidades que moldam nossa história. Meu trabalho é uma fusão entre tradição e inovação, onde cada detalhe é pensado para contar uma história única e profunda, sempre com o objetivo de provocar uma reflexão no espectador sobre o mundo ao seu redor.Camila Santos Silva - Direção de ProduçãoMinibio: Camila Silva, cria do Recôncavo Baiano, com formação Técnica em Produção Cultural através do Programa PTAC 2024 - Práticas e Técnicas para as Artes Cênicas, oferecido pelo Instituto do Teatro Brasileiro (ITB). Bacharel em Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT/UFRB). Graduanda em Política e Gestão Cultural no mesmo centro. Com uma carreira que abrange a Produção Cultural e Artística e audiovisual conectando as diferentes linguagens e expressões. Experienciando algumas habilidades técnicas em som, com foco na captação de som direto. Integrante da Caixa Preta Produções, e membro da Diretoria do IBEC - Instituto Baiano de Educação e Cultura.Anthea Xavier - Diretora de Arte Minibio: Mulher preta, pansexual e cria do subúrbio Carioca. Designer de moda, figurinista, diretora de arte, produtora, criativa da linguagem do vestir, artista visual, diretora, técnica em conservação e restauro tendo como área de atuação indumentárias e têxteis. Graduanda em Museologia pela UFBA. Integrante do grupo de pesquisa " Núcleo de Traje de Cena, Indumentária e Tecnologia" - ECA USP. Integrante do coletivo MODATIVISMO. Pesquisadora de Indumentárias religiosas de matrizes afrodiasporicas brasileiras e seus encruzilhamentos cênicos, de trajes de cena de Teatros Pretos, de metodos de conservação, documentação e difusão dessas indumentárias e têxteis. Pesquisadora contemplada no Laboratório em moda afro diaspórica - Égbe 2023 Pesquisadora contemplada no Laboratório de criação artística individual em teatro - LACRI (FUNCEB - 2022/2023) Pesquisadora do projeto "Mulheres Lembradas por Salvador" - contemplado pelo prêmio Riachão 2022. Com interesse em representações visuais, cinema, arquitetura da imagem, identidade, comunicação de moda, vocabulário imagético, indumentária, traje de cena, narrativa, curadoria, linguagem, semiótica, teatralidades racializadas, feminismos negro, gênero, politica e magia.Leo Conceição - Direção de Som Minibio: Léo Conceição, Graduado em cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, tem o trabalho no audiovisual voltado para o som. Tendo trabalhado em filmes como “Café com Canela”(2017) e “Ilha”(2018) ambos de Ary Rosa e Glenda Nicácio, “O Som do Silêncio” (2017) de David Aynan, e séries para TV como “Bailão”(2017) pela TV Aratu e a Temporada 2018 da série da TV Futura “Diz aí”, também trabalhei em "Até o fim" e "Voltei" também da Rosza Filmes de 2019 e 2020 respectivamente.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.