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PRONAC 2513917Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Portal Cultural Rio Doce

CIDADE FUTURO
Solicitado
R$ 628,8 mil
Aprovado
R$ 628,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Governador Valadares
Início
2026-05-01
Término
2027-05-01
Locais de realização (1)
Governador Valadares Minas Gerais

Resumo

O projeto propõe a formação de jovens e adultos do Vale do Rio Doce em audiovisual, comunicação comunitária e gestão de plataformas digitais, por meio de um programa de oficinas práticas que capacitará os participantes para produzir, editar e administrar conteúdos culturais. A partir desse processo formativo, será desenvolvido de forma colaborativa o Portal Cultural Rio Doce, uma plataforma gratuita e acessível destinada à divulgação de artistas, espaços, agenda e conteúdos multimídia da região. A iniciativa fortalece a economia criativa local, democratiza o acesso à informação cultural e estimula a participação comunitária em toda a região.

Sinopse

Sinopses dos produtos da propostaSeção “Lazer e Cultura — Bares e Restaurantes” Vitrine regional que mapeia e apresenta espaços culturais, bares e restaurantes do Vale do Rio Doce com programação artística e gastronomia típica. Em formato de guia vivo, publica agenda, serviços e contatos, estimulando circulação e turismo cultural interno. Meta: ao menos 50 espaços cadastrados, distribuídos em diferentes municípios, com atualização contínua e curadoria de destaque.Seção “Cultura e Inovação” Editorial dedicado a iniciativas que conectam cultura e tecnologia, economia criativa e novos formatos digitais de expressão. Divulga projetos, cases, startups e parcerias ligadas ao ecossistema do Inova Rio Doce, promovendo troca de conhecimentos entre agentes culturais e tecnológicos. Meta editorial: 2 matérias ou casos/mês (≥ 24 anuais), com linguagem acessível e função formativa.Sessão “Agenda Cultural” (dinâmica e colaborativa) Ferramenta central do portal para divulgação de eventos, shows, oficinas e festivais de toda a região, com filtros por cidade e categoria. Atualizada por artistas, produtores e espaços, informa em tempo quase real o que acontece nos 101 municípios, atraindo tráfego qualificado. Meta: ≥ 20 eventos/mês (≥ 240/ano), com verificação básica de dados e destaque a ações de interesse público.Série “Minuto Cultura” — 50 conteúdos multimídia Produção de vídeos curtos e peças informativas para redes e portal, com dicas culturais, mini-entrevistas e curiosidades históricas do território. O formato ágil amplia alcance, engajamento e formação de público. Meta: 50 conteúdos em 12 meses (média 1/semana), priorizando acessibilidade comunicacional e a circulação orgânica nas comunidades.Blog com colunistas (referência em cultura regional) Espaço de artigos, reportagens e entrevistas assinados por artistas, pesquisadores e gestores, consolidando o portal como observatório da cena local. Aborda linguagens diversas e pautas de serviço cultural, conectando leitores, criadores e programações. Meta: 1 postagem/semana (≈ 40/ano), com curadoria editorial e atualização constante.Descentralização e democratização do acesso (mobilização territorial) Frente de capilarização que assegura participação de agentes dos 101 municípios, com estímulo a comunidades menos favorecidas para uso do portal, editais e eventos. Envolve pontos focais, apoio ao cadastro e divulgação local. Meta: engajar ao menos 30 municípios com representantes (artistas ou espaços) cadastrados no primeiro ano, ampliando a presença regional.Inclusão social e diversidade (mosaico plural da cultura) Programa transversal que garante representatividade de linguagens e grupos historicamente marginalizados (povos indígenas, comunidades quilombolas, artistas com deficiência, juventudes periféricas). Entregas incluem conteúdos e curadorias que reflitam o território. Metas: apresentar pelo menos 5 manifestações culturais tradicionais do Vale do Rio Doce e cadastrar artistas de perfis socioeconômicos diversos.Impacto socioeconômico (ponte entre oferta e demanda + bilheteria) Mecanismo de conexão entre artistas, espaços, empresas e público, facilitando contratações e parcerias, e operando bilheteria online integrada para eventos. O portal funciona como marketplace público da cultura regional, com transparência de dados e relatórios. Metas: viabilizar ao menos 10 conexões comerciais em 12 meses e alcançar 1.000 ingressos vendidos via plataforma no primeiro ano.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a formação técnica e criativa de participantes do Vale do Rio Doce em audiovisual, jornalismo comunitário e gestão de plataformas digitais, capacitando-os para produzir conteúdos culturais, organizar informações e operar um periódico digital em formato de Portal Cultural. A partir desse processo formativo, o projeto busca estruturar uma plataforma colaborativa, gratuita e acessível que integre a cadeia cultural dos 101 municípios da região, reunindo agenda participativa, perfis de artistas e espaços, colunas, reportagens e conteúdos multimídia. O objetivo é democratizar o acesso à informação, ampliar a visibilidade e circulação de obras e agentes culturais, fomentar a economia da cultura e estimular práticas inclusivas e de participação comunitária. Objetivos EspecíficosRealizar um programa formativo composto por 36 oficinas práticas de audiovisual, jornalismo comunitário e gestão de plataformas digitais, ministradas ao longo de três meses, sendo duas presenciais e uma online por semana, formando uma turma de 30 participantes.Desenvolver e estruturar o Portal Cultural Rio Doce como periódico digital colaborativo, gratuito e acessível, reunindo agenda cultural participativa, perfis de artistas e espaços, blog com colunas, reportagens e seções temáticas.Produzir 50 conteúdos multimídia "Minuto Cultura", entre vídeos, peças informativas e reportagens, como resultado prático das oficinas e insumos principais para alimentar o novo portal.Mapear, integrar e representar os 101 municípios do Vale do Rio Doce, fortalecendo a circulação de informações culturais e ampliando o alcance regional da iniciativa.Promover a participação ativa de agentes culturais locais na criação e atualização da agenda cultural, garantindo caráter colaborativo e comunitário ao portal.Alcançar a meta mínima de 500 mil visualizações somando acessos ao portal, engajamento com os conteúdos multimídia e alcance das publicações nas redes sociais.Estabelecer práticas inclusivas e acessíveis na produção e difusão dos conteúdos, garantindo que o portal seja um ambiente democrático, participativo e representativo da diversidade cultural da região.

Justificativa

OR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA?1. Oficinas e formação de 30 participantes — enquadramento legalA realização de 36 oficinas formativas em audiovisual e comunicação cultural, destinadas a qualificar 30 participantes, enquadra-se no Art. 1º, inciso III, da Lei 8.313/91, que prevê o apoio a "atividades de formação cultural". Alinha-se também ao Art. 3º, inciso I, que busca "estimular a formação artística e cultural". Como trata-se de uma ação formativa em larga escala, com metodologia estruturada, equipe técnica qualificada e oferta gratuita, o projeto necessita do Mecanismo de Incentivo para viabilizar custos de produção, instrutores, logística e materiais, garantindo acesso democrático à formação profissional na área cultural. 2. Criação e estruturação do Portal Cultural Rio Doce — enquadramento legalA implantação do Portal Cultural Rio Doce, periódico digital de circulação pública e gratuita, enquadra-se no Art. 1º, inciso I, por se tratar de "produção cultural e artística", e no inciso V, que ampara "difusão e acesso à cultura". Ele também atende ao Art. 3º, incisos II e III, que tratam de "promover a difusão cultural" e "apoiar iniciativas que ampliem a oferta cultural à população". O mecanismo de incentivo é fundamental porque viabiliza o desenvolvimento tecnológico, curadorias, equipe editorial e a manutenção inicial de uma plataforma que servirá como infraestrutura pública permanente de comunicação cultural. 3. Produção dos 50 conteúdos multimídia "Minuto Cultura" — enquadramento legalA produção dos conteúdos audiovisuais e informativos "Minuto Cultura" enquadra-se no Art. 1º, inciso I, relacionado à produção cultural, e no inciso II, que abrange "produção de obras audiovisuais". Contribui ainda para os objetivos do Art. 3º, incisos II e V, que tratam de "difundir bens culturais" e "estimular a produção regional". Como é uma produção contínua, qualificada e de grande volume, a Lei de Incentivo é necessária para cobrir custos de roteirização, captação, edição, acessibilidade e distribuição, garantindo padrão profissional e acesso público gratuito. 4. Representação e integração dos 101 municípios do Vale do Rio Doce — enquadramento legalO mapeamento e a articulação da cadeia cultural dos 101 municípios enquadram-se no Art. 1º, inciso VII, que apoia "programas de preservação e estímulo à memória cultural", e no Art. 3º, inciso V, que objetiva "priorizar projetos que ampliem a participação cultural em regiões com menor circulação de bens culturais". A Lei de Incentivo é essencial pois permite alcançar territórios extensos, com grandes desigualdades de acesso, garantindo deslocamentos, pesquisas, entrevistas e levantamento de dados culturais que dificilmente seriam financiados sem esse mecanismo público. 5. Participação ativa dos agentes culturais locais — enquadramento legalA construção colaborativa do portal com agentes locais enquadra-se no Art. 1º, incisos V e VIII, já que promove participação direta das comunidades na produção cultural e estimula práticas culturais inclusivas. Em conexão ao Art. 3º, inciso IV, o projeto contribui para "garantir a participação da comunidade na criação cultural". Sem o incentivo fiscal, a articulação comunitária — que envolve encontros, formação, orientação, capacitação técnica e moderação — não teria condições de acontecer com a mesma amplitude e qualidade, sobretudo em regiões de baixa renda e acesso restrito à cultura digital. 6. Meta de 500 mil visualizações — acesso ampliado e democratização culturalA meta de 500 mil visualizações está diretamente ligada ao Art. 1º, inciso V, por promover a ampla circulação de produtos culturais, e ao Art. 3º, inciso II, sobre difusão cultural. Esse resultado expressivo exige investimentos em distribuição, acessibilidade, impulsionamento, edição profissional e tecnologia, o que só é possível por meio do Mecanismo de Incentivo à Cultura, garantindo que uma população numerosa e diversa tenha acesso gratuito a conteúdos culturais qualificados. 7. Práticas inclusivas e acessíveis — enquadramento legalA adoção de recursos de acessibilidade e práticas inclusivas (Libras, legendas, audiodescrição, linguagem clara) está alinhada ao Art. 1º, inciso V, por ampliar o acesso, e ao Art. 3º, inciso IV, que reforça a participação da comunidade na vida cultural. Projetos acessíveis, no entanto, possuem custos elevados de produção, revisão, contratação de intérpretes e adaptação de conteúdos, justificando a necessidade de financiamento via Lei de Incentivo para assegurar democratização real e não simbólica.

Estratégia de execução

Plano de Comunicação (cabível e alinhado à IN/2025)Propósito e tom Comunicar o Portal Cultural Rio Doce como um serviço público digital, gratuito e colaborativo, que integra pessoas, espaços e programações dos 101 municípios. O tom será informativo, acolhedor e mobilizador — linguagem simples, foco em utilidade, diversidade e participação comunitária — com créditos institucionais conforme a IN/2025 (marca da Lei Federal de Incentivo à Cultura/MinC e patrocinadores nos materiais pertinentes).Públicos e mensagens-chaveArtistas, grupos e produtores: “Aqui você divulga, encontra oportunidades e circula.”Espaços culturais, bares e restaurantes: “Seu palco/mesa no mapa regional — publique sua programação.”Público geral e turistas internos: “Descubra o que fazer, quando e onde — cultura ao alcance de todos.”Gestores, educadores e imprensa local: “Dados, histórias e serviços que fortalecem a política cultural.” Canais e formatos (orgânicos, de baixo custo e contínuos)Portal (hub): páginas de produto (Agenda, Lazer e Cultura, Cultura e Inovação, Blog, Bilheteria). Redes sociais: Instagram, Facebook e WhatsApp/Telegram (comunidades por município). LinkedIn para “Cultura e Inovação”. Audiovisual: série Minuto Cultura (teasers, reels, cards). Imprensa regional: releases segmentados por município/território. E-mail: boletim quinzenal (oportunidades + resumo de agenda). Parcerias: Secretarias de Cultura, pontos de cultura, SESC, universidades e rádios comunitárias para crosspost e convites de cadastro.Acessibilidade comunicacional Compatibilidade com leitores de tela, contraste e navegação por teclado; janela de LIBRAS em 50% dos vídeos; legenda descritiva em 10% das fotos no Instagram; estímulo ao uso de #ParaTodosVerem.LGPD e governança Coleta mínima de dados, opt-in explícito para newsletter, política de moderação e respostas (SLA até 48h), plano de gerenciamento de crise (mensagem oficial, checagem, correção pública). Ações por produto (com rotinas e peças) 1) Agenda Cultural (≥20 eventos/mês)Post fixo “Como divulgar seu evento” + vídeo tutorial curto.Boletim semanal “FimdeSemana no Vale” (card + carrossel por municípios).Stories diários com contagem regressiva de eventos.Release mensal “Panorama da Agenda” para imprensa local. Indicadores: eventos publicados/mês, alcance das peças, cliques para páginas de evento e conversões em bilheteria. 2) Lazer e Cultura — Bares e Restaurantes (≥50 espaços)Campanha “Coloque seu espaço no mapa” (card, vídeo 30s, DM kit).Série quinzenal “Roteiros de Sabores & Sons” (carrossel por cidade).Selo visual “Espaço no Portal” para uso nas redes dos estabelecimentos. Indicadores: cadastros validados, visualizações de fichas, menções/parcerias. 3) Cultura e Inovação (≥2 matérias/mês)Thread no LinkedIn e card no Instagram para cada case.Lives bimestrais “Cultura x Tecnologia” (gravação + resumo no blog).Mapa de iniciativas (landing com formulário de indicação). Indicadores: leituras/tempo de página, leads para pauta, novos parceiros. 4) Minuto Cultura — 50 conteúdos (≈1/semana)Teaser 10–15s + card com serviço (#ParaTodosVerem quando cabível).Playlist no portal + rotina de repost em comunidades municipais.Bastidores/”como foi feito” para educação midiática. Indicadores: views/retenção, compartilhamentos, respostas do público. 5) Blog com colunistas (≈40 posts/ano)Calendário de colunas temáticas por linguagem (música, teatro etc.).“Chamadas de pauta” mensais para a comunidade.Conteúdo evergreen (guias e serviços) para SEO territorial. Indicadores: publicações/mês, sessões orgânicas, inscrições na newsletter. 6) Inclusão e diversidade (≥5 manifestações tradicionais destacadas)Série editorial “Saberes do Vale” (perfil + vídeo curto).Campanha de coautoria com mestres e coletivos locais. Indicadores: diversidade de autores/entrevistados, distribuição territorial. 7) Impacto socioeconômico + Bilheteria (meta: 10 conexões; 1.000 ingressos/ano)Landing “Contrate um artista” (formulário + vitrine de perfis).Conteúdo educativo: meia-entrada, acessibilidade e transparência de lotes.Relatórios mensais para produtores (boas práticas de divulgação). Indicadores: contatos gerados, conversões, ingressos vendidos e taxa de rejeição na jornada de compra.

Especificação técnica

Detalhamento técnico dos produtos1) Seção “Lazer e Cultura — Bares e Restaurantes”Escopo funcional. Vitrine georreferenciada de espaços culturais, bares e restaurantes com programação artística e serviços. Fichas padronizadas com: nome, categoria, endereço/geo, acessibilidade física, horários, contatos/redes, política de ingressos, fotos, cardápio/serviços, link para eventos cadastrados. Fluxo de produção. Cadastro colaborativo via formulário; validação editorial (consistência e conformidade); publicação com SLA de até 5 dias úteis; revisão trimestral das fichas. Tecnologia. CMS com tipos de conteúdo “Espaço” e “Estabelecimento”; taxonomias por município e linguagem artística; busca por filtros (cidade, tipo, faixa de preço, acessibilidade). Acessibilidade. Campos obrigatórios para recursos acessíveis do local; imagens com ALT; contraste verificado; descrição em 10% das fotos no Instagram. Metas & comprovação. ≥ 50 espaços publicados em diferentes municípios; planilha/relatório do CMS com data e URL de cada ficha. 2) Seção “Cultura e Inovação”Escopo funcional. Editorial que destaca cases de tecnologia e economia criativa (projetos, startups, ferramentas digitais, processos inovadores). Fluxo de produção. Pauta mensal; apuração, entrevistas, checagem e edição; aprovação editorial; publicação com tags (tema, município, cadeia produtiva). Tecnologia. Template de matéria com blocos multimídia (vídeo, áudio, embeds); schema.org/Article para SEO; área de referências e créditos. Acessibilidade. Linguagem simples; imagens com texto alternativo; transcrição para vídeos quando houver. Metas & comprovação. 2 matérias/casos por mês (≥ 24/ano); calendário editorial, URLs e capturas de tela arquivadas. 3) Sessão “Agenda Cultural” (dinâmica e colaborativa)Escopo funcional. Calendário regional de eventos (shows, oficinas, festivais) com filtros por cidade, data, categoria e recursos de acessibilidade do evento. Fluxo de produção. Submissão pelo público/agentes; verificação mínima (data/horário/local/contato); publicação e destaque editorial para ações de interesse público; atualização pós-evento para registro histórico. Tecnologia. Tipo de conteúdo “Evento”; integração com mapa; iCal export; API para ingestão em pontos parceiros; notificações de prazos/encerramento. Acessibilidade. Campo obrigatório “recursos de acessibilidade”; linguagem inclusiva; contraste e navegação por teclado. Metas & comprovação. ≥ 20 eventos/mês (≥ 240/ano); relatório mensal com contagem por município/categoria e URLs. 4) Série “Minuto Cultura” — 50 conteúdos multimídiaEscopo funcional. Vídeos curtos (até 1 min) e peças informativas: dicas culturais, mini-entrevistas e curiosidades históricas locais. Fluxo de produção. Roteiro leve; captação (smartphone/câmera), captação de som, edição simples com identidade do projeto; revisão; publicação em portal e redes. Tecnologia. Armazenamento em nuvem com backup; player embutido no portal; metadados por tema/município; playlist temática. Acessibilidade. Janela LIBRAS em 50% dos vídeos; legendas abertas; descrição na publicação quando aplicável. Metas & comprovação. 50 vídeos/peças em 12 meses (≈ 1/semana); planilha de controle com links e datas; arquivo-fonte e export final guardados. 5) Blog com colunistasEscopo funcional. Artigos, reportagens e entrevistas assinadas por artistas, pesquisadores e gestores, com diversidade de linguagens e recorte regional. Fluxo de produção. Linha editorial; pauta semanal; submissão do colunista; edição e revisão; publicação; crosspost controlado. Tecnologia. CMS com perfil de autor; editor de texto com acessibilidade; tags por temática/município; comentários moderados (opcional). Acessibilidade. Texto claro, hierarquia de títulos, imagens com ALT; 10% das fotos no Instagram com legenda descritiva. Metas & comprovação. 1 post/semana (≈ 40/ano); calendário editorial e URLs arquivadas. 6) Descentralização e democratização do acesso (mobilização territorial)Escopo funcional. Rede de pontos focais municipais para estimular cadastros, divulgação local e atualização de informações no portal. Fluxo de produção. Seleção de representantes; kit de comunicação; capacitação remota; rotina de envio de pautas/eventos; reuniões bimestrais. Tecnologia. Área restrita com tutoriais, FAQ e formulários; painel de acompanhamento por município (cadastros, eventos, conteúdos). Acessibilidade e inclusão. Materiais em linguagem simples; suporte por e-mail/mensageria; boas práticas de descrição de imagens (#ParaTodosVerem). Metas & comprovação. ≥ 30 municípios com representantes cadastrados; registro de encontros, listas de presença e evolução de indicadores. 7) Inclusão social e diversidadeEscopo funcional. Curadoria ativa para ampliar representatividade de linguagens e grupos historicamente marginalizados. Fluxo de produção. Mapeamento e convite a coletivos; pauta de pelo menos 5 manifestações culturais tradicionais; linha editorial antidiscriminatória; moderação ativa. Tecnologia. Campos de perfis com autodeclaração/descritores culturais; tagueamento de pertencimentos culturais e linguagens. Acessibilidade. Diretrizes de atendimento respeitoso; canal de escuta; monitoramento de linguagem e comentários. Metas & comprovação. Publicação das 5 manifestações; diversidade de autores/entrevistados; relatório semestral de distribuição por recortes. 8) Impacto socioeconômico (ponte entre oferta e demanda + bilheteria integrada)Escopo funcional. Facilitar contratações/parcerias e comercialização de ingressos de eventos cadastrados. Fluxo de produção. Formulário “contrate um artista” (contato direto autorizado); vitrine de perfis com portfólio; para ingressos: criação do evento, definição de lotes/valores, meios de pagamento, emissão de QR code/recibo, relatórios. Tecnologia. Bilheteria eletrônica integrada (gateway de pagamento, antifraude, conciliação); painel para produtores; export de relatórios (CSV/PDF). Conformidade. LGPD (opt-in/consentimentos, minimização de dados), política de reembolso, meia-entrada, acessibilidade comunicacional em páginas de venda. Metas & comprovação. ≥ 10 conexões comerciais em 12 meses; 1.000 ingressos vendidos no primeiro ano; relatórios financeiros e operacionais do sistema.

Acessibilidade

Acessibilidade Física Para o curso presencial adotaremo espaços que possuam acessibilidade fisica como local de facil acesso, ilumidado com rampa e banheiro PCD, favorecendo escolhas informadas pelo público. Quando aplicável, indicaremos contatos para solicitar apoio específico antes das atividades.Acessibilidade Comunicacional O portal seguirá boas práticas de acessibilidade digital (compatibilidade com leitores de tela e navegação por teclado, contrastes adequados e textos alternativos em imagens). Nos canais sociais, adotaremos legenda descritiva em 100% das fotos no Instagram e promoveremos linguagem simples, objetiva e inclusiva. Na produção audiovisual, asseguraremos janela de LIBRAS em 50% dos vídeos, priorizando conteúdos de orientação pública, agendas e chamadas de serviço.Acessibilidade Atitudinal Nossa equipe receberá orientação contínua para atendimento respeitoso, comunicação inclusiva e acolhimento da diversidade, com canal de escuta para relatos e ajustes de acessibilidade. Fomentaremos o uso e levantamento da tag #ParaTodosVerem em nossas postagens e nas de parceiros, ampliando a cultura de descrição de imagens. A moderação ativa dos espaços digitais coibirá barreiras simbólicas (linguagem discriminatória, desinformação), fortalecendo um ambiente seguro e plural.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO – Distribuição e Comercialização dos Produtos Toda a proposta foi estruturada para garantir acesso integral, gratuito e inclusivo, tanto às atividades formativas quanto aos produtos culturais resultantes. As 30 vagas do programa de oficinas serão oferecidas sem qualquer custo aos participantes, assegurando igualdade de oportunidades para jovens e adultos de diferentes realidades socioeconômicas do Vale do Rio Doce. Para ampliar ainda mais as condições de permanência e participação, o projeto disponibilizará 30 bolsas de incentivo, destinadas a apoiar os alunos durante o período de formação, minimizando barreiras financeiras que poderiam comprometer sua participação contínua.Os conteúdos produzidos ao longo das oficinas — incluindo reportagens, vídeos, peças multimídia e os 50 episódios do “Minuto Cultura” — serão disponibilizados gratuitamente no Portal Cultural Rio Doce, plataforma pública e acessível, sem assinatura, pagamento ou limitação de acesso. O portal também será distribuído por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens e parcerias com coletivos culturais, para alcançar o maior número possível de pessoas nos 101 municípios atendidos. Da mesma forma, a agenda cultural, os perfis de artistas e espaços, e todas as reportagens serão de acesso livre, garantindo ampla circulação e democratização do conteúdo produzido.A proposta não prevê comercialização de produtos culturais, bilheterias pagas ou venda de materiais. Toda a distribuição seguirá o princípio de acesso universal, com foco na inclusão digital, no fortalecimento da rede cultural regional e na eliminação de barreiras econômicas que normalmente dificultam o acesso à informação e à formação na área cultural. Dessa forma, o projeto cumpre seu papel de democratizar o acesso tanto à formação quanto aos bens culturais, assegurando que toda a comunidade seja beneficiada de forma ampla, pública e gratuita.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA – BELA GALUPPOFunção: Diretora / MontadoraCidade: Belo Horizonte – MGFormação:Bacharelado em Design Gráfico – Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), 2016Intercâmbio em Comunicação Gráfica – Cardiff Metropolitan University (País de Gales), 2014–2015Experiência Profissional:Diretora – Brokolis do Brasil Edição e Finalização (2017–2024)Designer Gráfica – Três ao Cubo Comunicação (2016–2017)Principais Trabalhos:Documentário “Do Outro Lado do Muro” (2016) – exibido no FestCurtasBHFilme “Estrelas Solitárias” (2019) – Botafogo F.C. – vencedor do Prêmio Clio 2019Direção de webséries para MRV e Cozinhas ItatiaiaHabilidades Técnicas:Adobe Premiere Pro, Direção de Fotografia, Edição, Coordenação de equipePortfólio: vimeo.com/belagaluppo FICHA TÉCNICA – ANGELA MARIA ALVESFunção: Coordenadora ExecutivaCidade: Governador Valadares – MGFormação:Mestrado em Políticas Públicas e Avaliação de Projetos Sociais – UNIVALE, 2012Graduação em Psicologia – UNIVALE, 2007Cursos: Formação e Gestão Cultural (Ponto de Cultura Comuna, BH, 2009), Gestão de Políticas Culturais, Mobilização Comunitária e Memória Social, Prestação de Contas (Lei Estadual de Incentivo à Cultura, 2007)Experiência Profissional:Coordenadora Geral – ONG Cidade Futuro (10 anos)Gestora – Ponto de Cultura Beabá Audiovisual / LAB MG (SECULT)Coordenadora – Ponto de Memória Morro do Carapina (IBRAM)Articuladora de Cultura – Secretaria de Estado da Cultura de MGConsultora e executora de projetos culturais (Lei Rouanet e LMIC)Habilidades:Gestão cultural, mobilização comunitária, elaboração de projetos, coordenação de equipe, captação de recursos, prestação de contas FICHA TÉCNICA – FERNANDO JOSÉ DE ALMEIDAFunção: Coordenador GeralCidade: Governador Valadares – MGFormação ProfissionalGraduação: Psicologia – FUMEC, Belo Horizonte (1992)Especializações e Pós-graduações:Curso Euro-Brasileiro de Gestão do Território e do Patrimônio Cultural – Univale, Governador ValadaresFormação em Consultoria – AB Consultores, Belo HorizontePsicanálise e Grupo – UFMG, Belo HorizonteBootcamps imersivos Gestão do Amanhã:Gestão do Amanhã na Prática / Crescer ou Morrer na Era ExponencialTransformando a Cultura Organizacional – Tecnologia, Inovação, Gestão, Liderança, Estratégia e CulturaBranding Aplicado – Ana Couto BrandingGestão por Diretrizes – Grupo FalconiEspecialização em Marketing – Fundação Dom Cabral, Belo HorizonteExperiência ProfissionalAtuação Atual:Presidente, articulador estratégico e coordenador da Associação Cidade Futuro (2005 – presente)Diretor e gestor estratégico do Galpão 205, com foco em projetos de tecnologia e inovação (Portal Inova Rio Doce)Sócio-diretor das Lojas Fortune, responsável pela gestão estratégica e digitalização da empresaAtuação em Projetos Culturais (2001–2024):Membro da Rede de Articuladores de Cultura da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais (desde 2008)Membro da Rede de Gestores Regionais de Cultura (desde 2005)Coordenador da II Conferência Estadual de Cultura (2009 – Belo Horizonte)Delegado do I Fórum Municipal de Cultura de Governador Valadares (2009)Palestrante no I Fórum Municipal de Cultura em Marilac e Resplendor (2009)Mediador e coordenador geral do seminário “Valorização e Preservação do Patrimônio Cultural de Governador Valadares” (2009)Professor contratado pela Secretaria de Estado de Cultura de MG – treinamento do 1º edital dos Pontos de Cultura (2009)Gestor responsável pela parceria com a Rede no Baixo Rio Doce (desde 2008)Coordenador e consultor do Projeto de Manutenção do Núcleo Cidade Futuro (2008–2010)Coordenador do Ponto de Cultura Beabá Audiovisual – Programa Cultura Viva/MinC (2009–2011 e 2021)Coordenador geral de documentários:“Ibituruna, Paraíso Possível” (2006–2008, 85 min)“Os Pioneiros – Volume I” (2005–2006, 85 min)“Os Pioneiros – Volume II” (2008–2009, 85 min)Coordenador do site cultural Culturanarede.com.br (2007–2008)Coordenador geral do Programa TV Cidade Futuro – TV Rio Doce / afiliada TV Cultura (2006–2007)Produtor local do Curso Desenvolvimento e Gestão Cultural (2005)Elaborador e coordenador do Projeto Banco da Memória, selecionado em 1º lugar no edital do IBRAM/MinC (2010)Coordenador geral de três projetos da Lei PG (2024) – em execução:3ª edição do Ponto de Cultura Beabá AudiovisualDois documentários de resgate do patrimônio cultural de Governador ValadaresHabilidades e CompetênciasCoordenação e gestão de projetos culturaisPlanejamento estratégico e inovação em políticas públicasElaboração e execução de projetos culturais e audiovisuaisLiderança e articulação institucionalFormação e capacitação de agentes culturaisFICHA TÉCNICA – ANDRÉ CORREIAFunção: Gestor de ProjetosCidade: Rio de Janeiro – RJFormação AcadêmicaLicenciatura Plena em História – Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), 2005–2010Pós-graduação em Gestão de Projetos – em andamentoPós-graduação em Jornalismo Digital – em andamentoExperiência ProfissionalEducação:Coordenador Pedagógico – Colégio Estadual Ferreira Pinto (2013–atual)Planejamento pedagógico e supervisão de docentesImplementação de metodologias inovadorasGestão de projetos educacionais e culturaisProfessor de História e Sociologia – Escolas Estaduais Raldo Bonifácio, Santos Dias e Waldemar Zarro (2011–2022)Gestão de Projetos e Captação de Recursos:Fundador e Coordenador – Escritório de Gestão de Projetos (@escritoriodegestaobr)Responsável por aprovar 150 projetos em leis de fomento (Lei Paulo Gustavo, PNAB, editais empresariais)Viabilização de mais de R$ 12 milhões em cartas de captação em programas como Rouanet, Semear e Lei de Incentivo à CulturaAtuação em 10+ estados e nas cinco regiões do BrasilGestor de Projetos – Secretaria de Cultura de São Gonçalo (RJ) (2013–2014)Coordenação e execução de projetos culturaisEstratégias de captação de recursos e incentivo Capacitações e Cursos“Primeiro Negócio” – SEBRAE (2002)“Aprendendo a Empreender” – SEBRAE (2002)Diagramação de Jornais e Revistas – Extensão UERJ (2007)Marketing Digital – 2021Palestras e EventosPalestrante – II Semana de História, Patrimônio e Memória (Uni LaSalle, 2007)Apresentação de pesquisa – VII Seminário de Pesquisa: Cotas Raciais (UERJ, 2007)Palestrante/Oficineiro – Texto, Mídia e Informação (SEAP, 2008)Coordenador e palestrante – O Rio em Evidência (SEAP, 2007)VI Seminário Cultura e Experimentação – Faculdade de Formação de Professores/UERJ (2007)

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.