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Produzir um documentário etnográfico de média-metragem, intitulado "Gaia Amazônia - Sabedorias Ribeirinhas", com duração de 45 minutos, formato Full HD, para projeções presenciais e distribuição por meio virtual (site e youtube), com ênfase às paisagens culturais, memórias e sabedorias de comunidades ribeirinhas amazônicas do Pará. Desenvolver conteúdo - Sítio de Internet - AUDIOVISUAL.
"Gaia Amazônia - Sabedorias Ribeirinhas" é um documentário etnográfico de média-metragem, de 45 minutos de duração, que registra, salvaguarda e divulga memórias, saberes e as paisagens culturais das comunidades ribeirinhas tradicionais da Amazônia, a partir de expedições do barco Gaia pelos rios Arapiuns, Paru, Tapajós e Amazonas, no Pará.Classificação indicativa: livre
OBJETIVO GERALDocumentar, salvaguardar e divulgar memórias, saberes e paisagens culturais das comunidades tradicionais dos rios amazônicos por meio da produção do filme-documentário etnográfico, "Gaia Amazônia - Sabedorias Ribeirinhas"de média-metragem, com captação de imagens feitas a partir de expedições do barco Gaia pelos rios Arapiuns, Paru, Tapajós e Amazonas, no Pará.OBJETIVOS ESPECÍFICOSProduzir documentário, média-metragem, com as seguintes abordagens e territórios:Rio Arapiuns _ mulher ribeirinha, cabocla. Rio Paru _ ancião ribeirinho, caboclo; Rio Arapiuns _ Anciã ribeirinha, cabocla; Rio Paru _ Ancião, ribeirinho, ascendência afro-brasileira; Rio Arapiuns _ Mulher, ribeirinha, indígena, Rio Paru _ ancião, ribeirinho, caboclo, Rio Arapiuns _ anciã, ribeirinha, indígena, Rio Amazonas _ ancião, ascendência afro-brasileira, Rio Tapajós _ ribeirinho, caboclo, Rio Paru _ ribeirinho, ascendência afro-brasileira.Realizar duas projeções do filme, uma em Santarém e outra em São Paulo.Propiciar o acesso do filme por meio do sítio de intenet do Instituto Vento para 5000 espectadores.Conteúdo de Internet AUDIOVISUAL - Desenvolver, implementar e manter ativa, ao abrigo do Instituto Vento, a plataforma on-line do projeto, reunindo as estratégias de difusão e salvaguarda do acervo audiovisual e etnográfico gerado pelo projeto.
O projeto "Gaia Amazônia - sabedorias ribeirinhas", justifica-se para receber benefícios fiscais da LEI 8.313/91 _ Lei Rouanet porque os produtos propostos dotarão o país de um acervo audiovisual voltado para a rica diversidade humana composta por habitantes e comunidades tradicionais dos territórios da Amazônia.Onde está a memória amazônica? Como salvar as Amazônias (brasileira e continental; ancestral e contemporânea; ribeirinha, profunda e urbana) sem ouvir, iluminar, incluir e promover as sabedorias dos povos dos rios e da floresta? A importância deste projeto consiste em promover os âmbitos cultural e simbólico das populações amazônicas, com ênfase em anciãs e anciãos ribeirinhos, caboclos, indígenas e quilombolas ao mesmo patamar dos interesses ambientais, climáticos e econômicos que a sociedade contemporânea projeta para a maior floresta do mundo.São múltiplas e anônimas Amazônias que se manifestam em cada rio e que precisam ser conhecidas e levadas à memória universal, com suas línguas (com o resgate do Nheengatu, a "língua-boa", idioma geral dos povos da oresta), seus saberes e fazeres, arqueologias e cosmogonias, migrações e origens, rituais do cotidiano, suas sabedorias ancestrais de uso da água e da terra, sua milenar relação da vida humana com a natureza que abriga a maior diversidade do planeta. Gaia evoca a mitologia da Terra-Mãe. É o nome de uma típica embarcação amazônica, de madeira, que há 20 anos navega na Amazônia, levando cinema, arte e também assistência ás comunidade ribeirinhas, registrando histórias e paisagens dos rios e da floresta.Para empreender essa escuta das identidades amazônicas, o barco Gaia tem a capacidade de nos conduzir por grandes rios e também entre igarapés e pequenas comunidades de palafitas, com a interação entre pesquisadores e a tripulação local, sediada em Santarém (Pará), permitindo a escuta da alma profunda da Amazônia. As ações centrais deste projeto, justificam-se no âmbito da Lei Rouanet, ao produzir, universalizar ao público e devolver às comunidades da região de Santarém (Pará), um acervo de memórias e sabedorias amazônicas, de base virtual, preservando e valorizando conhecimentos e formas de expressão dos povos da floresta e dos rios da região - a partir do barco Gaia.O projeto apresenta um importante potencial de impacto social e cultural, evidenciando sua relevância e aderência aos preceitos da Lei de Incentivo à Cultura, nº 8.313, por meio da oportunidade de obter incentivos fiscais junto a empresas patrocinadoras.Conforme as disposições da Lei 8.313/91, buscando alinhar o projeto aos seus objetivos, é viável verificar a conformidade com o Art. 1º, observando os respectivos incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.Além disso, é possível observar que o projeto estimula o desenvolvimento artístico e cultural, alinhando-se ao disposto no Art. 3º da Lei 8.313/91, conforme os respectivos incisos:Segundo as finalidades da referida Lei no Artigo 3º, serão alcançados:II - Fomento à produção artística mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;
Em razão dos itens anexos não possuirem nomenclarura afins os documentos da PROPOSTA audiovisual foram assim anexados: ARGUMENTO / PLANO DE PRODUÇÃO / PLANO DE DIREÇÃO estão agrupados no campo ANEXOS em: "Roteiro Dividido por Sequências" (Proposta de Produção); CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO ATUALIZADO" (Plano de Produção + Plano de Direção)- NOVO PLANO DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS CULTURAIS.
Características / padrão técnico: (estrutura, imagem e som)Para a realização do filme-documentário (e desenvolvimento de conteúdos do site e produtos derivados do projeto), contamos com equipe e parceiros produtores especializados, com consolidado histórico de realizações audiovisuais.O padrão técnico de realização do filme é de alta definição (FullHD), com base de captação câmera Sony FS7-4k (equipamento homologado pelas principais redes e plataformas, como Netflix), com apoio de segunda e terceira câmeras Mirrorless 4k de alta definição e ampla gama de lentes premium. Como apoio, utilizaremos linha de drones DJI 4k, com operador experiente, para os registros das paisagens dos cânions. Câmeras de ação e corporais, aliadas a equipamentos de estabilização de imagem, comporão as linhas de captação em campo do documentário.Na captação de som em campo, equilibramos conjunto de microfones confiáveis no trabalho documental (direcionais Shotgum Sennheiser e microfones-ponto sem fio Sony). Na direção de fotografia, evitaremos o uso de excessivos aparatos de luz, como opção de linguagem visual e também como estratégia de agilidade em nossas abordagens em campo.Para a montagem e finalização do filme e conteúdos audiovisuais, contaremos com três estações de ilhas de edição Apple, com pacote integrais e licenciados de softwares Adobe e FinalCut, além de kit de plug-ins para diversas aplicações em vídeo e áudio.campo.
CURTA- METRAGEMFÍSICA: Na exibição do filme-documentário, quanto ao aspecto arquitetônico, no local haverá rampas de acesso, corrimões, banheiros adaptados, área de alimentação e circulação. Serão reservados espaços livres e espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.Deficientes auditivos: Intérprete de libras - legendas descritivasDeficientes visuais: audiodescriçãoDeficientes Intelectuais: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. “O proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações e a IN 01/2023, artigos 25 e/ou 26.SITE DE INTERNETDeficientes auditivos: Intérprete de libras - legendas descritivasDeficientes visuais: audiodescrição
DESTRIBUIÇÃO GRATUITAMÉDIA METRAGEMO projeto atenderá 1500 espectadores presenciais por meio da projeção do filme. Considerando que a exibição do documentário não prevê a venda de ingressos, a democratização de acesso será ampla e irrestrita, portanto o acesso será para todo tipo de público, da criança ao idoso, com classificação indicativa Livre.10 % dos ingressos será destinado aos patrocinadores.SÍTIO DE INTERNETOs 5 mil ingressos informados no Plano de Distribuição diz respeito do acesso vitual à produção documental, por meio de canais do yutube e pela plataforma do projeto (site), visando a universalização do conteúdo.
INSTITUTO VENTO: Proponente: realizará serviços de Coordenação Administrativa e Financeira e Captação de Recursos. (lançados em custos vinculados). ANDRÉ COSTANTIN – Diretor de ConteúdoAndré Costantin é diretor e roteirista, com histórico de realização de filmes, séries e projetos especiais, com ênfase em processos culturais e diálogo entre linguagens do documentário e ficção. É pesquisador em etnografia com Mestrado em Letras e Culturas Regionais pela Universidade de Caxias do Sul, RS – onde foi professor no Curso de Pós-graduação em Cinema. Realizou projetos audiovisuais independentes e em parceria com TVs, entre eles duas edições dos Prêmios Nacionais DocTV/Ministério da Cultura/TV Cultura (DocTVI/2004: Continente dos Viajantes e DocTVIII/2006: Blau Nunes – o vaqueano); 1º Prêmio Nacional Etnodoc de Documentários Etnográficos/Ministério da Cultura/TVBrasil/2008 – Se Milagres Desejais; Prêmio CurtaDoc/MinC/2010: Senhor das Pedras), três edições do Prêmio Histórias Curtas Núcleo de Especiais RBSTV-Canal Brasil (A Jaqueta do Elvis/2009; Pequena Alma Terna Flutuante/2011; Bah!ia/2012).Dirigiu séries para a tevê, entre elas a Série Antártida (2007/Globo Internacional/RBSTV/Canal Brasil) e Porto Alegre dos Açores (2009/Globo Internacional/RBSTV). Respondeu pela direção geral da Série Vento Sul, formada por 13 episódios de 52min., produzida no âmbito do 1º Edital Tvs Públicas Brasileiras (2017/Ancine/TVBrasil/TVCultura).Em 2008, em coprodução Brasil/Itália, dirigiu o documentário Eco das montanhas – a viagem da palavra (Prêmio especial Lessinia Film Festival 2008/Verona/Itália.); em 2015, também no âmbito Brasil/Itália, dirigiu do longa-documentário Brasil Talian (65min.). Tem histórico em produções com temáticas sociais e ambientais. Atualmente desenvolve e dirige as séries Ser Brasil – Migrantes e Refugiados/9 episódios/Web/TV (OIT-Organização Internacional do Trabalho/Canal Futura/GloboPlay) e Na Estrada/5 episódios/Web/TV (OIT/Canal Futura/Globo Play).DANIEL HERRERA – Diretor de Fotografia e ProdutorUruguaio radicado no Brasil, é produtor executivo e diretor de fotografia. Coordena diferentes equipes e modelos de trabalho colaborativo em TranseLAB. Produtor executivo do Projeto Ser Brasil Migrantes e Refugiados (OIT/OIM/ACNUR-2020) e do Projeto de Conteúdos de Saúde e Segurança no Trabalho (Caminhoneiros Autônomos e Pequenas Empresas), também para OIT / ONU. Assina a Produção Executiva e Direção de Fotografia da Série Vento Sul, composta por 13 episódios de 52 min, realizada no âmbito do Edital das TVs Públicas Brasileiras-Ancine | FSA, com veiculação na TV Cultura e TV Brasil. Também responde pela produção executiva dos documentários Aos Olhos de Santa Bárbara (RBS TV | Canal Brasil), Bah!ia (RBS TV | Canal Brasil) e A Jaqueta do Elvis (RBS TV com Canal Brasil) e Samba de Fronteira (RBS TV | Canal Brasil).Assina a produção fotográfica da série Iconografias do Brasil, com os livros Iconografia Belém do Pará, Iconografia Local do Pampa e Iconografia Local Santa Maria, para o estilista Walter Rodrigues e Sebrae nacional.É co-autor (com André Costantin) e fotógrafo do projeto Invernada dos Negros, premiado duas vezes no âmbito do Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras (Fundação Palmares / MinC).Dirigiu e fotografou o documentário Pedro, só Pedro premiado no programa Rumos Itaú.Coordenou os projetos realizados em parceria MPT/Transe/Futura: Ser Criança (2017/2018); Caminhos da Aprendizagem (2019); Série Trabalho Digno (2010-2016), Meu Chão – Clubes Negros do Rio Grande do Sul (2021), campanha de combate ao Trabalho Infantil Lugar de Criança é na Infância (MPT, Fepeti, Fogap/ 2021) e Rua dos Negros (2022 Circuito Sesc de Cinema do RS).É diretor de fotografia dos longas Brasil Talian (co-produção Brasil / Itália com Instituto Memória) e Eco das Montanhas (Brasil/Itália).OLIVIERO PLUVIANO – Curador e Coordenador de NavegaçõesJornalista e músico Italiano, radicado há 30 anos em São Paulo. Idealizador do Projeto Fitzcarraldo / Gaia Amazônia (Pará). Nascido em Gênova, Oliviero Pluviano foi correspondente da Agência de Notícias ANSA por 25 anos no Brasil e América Latina (plataforma de notícias para a qual ainda colabora). Trabalhou também para a revista da BBC "World Magazine" como fotógrafo e articulista (1988-89).O amor pelas culturas tradicionais do Brasil fez Oliviero escolher o país para viver e empreender projetos como o barco Gaia, uma típica embarcação amazônica, que desde 2004 leva cinema, arte e projetos de saúde a alimentação para populações ribeirinhas das bacias do Tapajós e Amazonas. Desenvolve há duas décadas um projeto de pesquisa e registro nacional em busca de histórias dos avós oriundos da imigração italiana para o Brasil; desse trabalho resultou a recente mostra Nonni de São Paulo, no Museu da Imigração da capital paulista (novembro 2020).MARIA STEFANI DALCIN - Produção a Assessoria Administrativa (lançado em Produção/ Execução e Assessoria Administrativa, em - custos vinculados - administrtivo). E museóloga Corém 3ª Região, executa projetos da Lei Rouanet desce o ano de 2003, com participação em cerca de 30 projetos já executados como proponente e para outros proponentes. Trabahou por 12 anos na Secretaria de Cultura do Estado do RS. Foi Coordendora do Programa Nacional de Desenvolvimento do Artesanato do Ministéio do Trabalho. Foi Superintendente da SUTACO do Estado de SP.CESAR DAMBROS – Música e trilhasCantor, compositor, arranjador, músico multi-instrumentista - instrumentos de cordas, teclado, sopro e percussão. Acervo com cerca de 200 músicas compostas. Compositor de trilhas para o Projeto Who Are You e os documentários Novos Imigrantes e Harold von Keller, de Leandro Bada, NY; e Projeto Ser Brasil - Migrantes e Refugiados (ONU-Brasil/OIT); Moinho Covolan - Histórias Incompletas, Na Estrada Saúde e Segurança Caminhoneiros, com a TranseLab. Composição de hinos e canções para instituições. É membro da ALBSC - Florianópolis (Academia de Letras do Brasil de Santa Catarina) ocupando a cadeira de número 5.Publicou a obra Cores do Meu Silêncio, de 2020, com pensamentos, reflexões e poesias. ISBN nº 978-65-87264-10-3; edição e participação em publicações como Cartilha Maria da Penha - A Lei Poetizada; O livro infantil Quem vai ajudar a Dona Tartaruga, de Marta E. Carvalho.Participação na obra Cartilha Sobre o Bullying, da ALBSC - Florianópolis como escritor e finalizador; Participação na obra Covid-19 - Quando a Poesia se Fez Abraço, da ALBSC - Florianópolis como escritor e finalizador; Finalização gráfica da obra Justiça Restaurativa, de Maria Aparecida Francisco e Fernanda F. Pinheiro.ROSA CASARA – Cordenadora de AcessibilidadeIntérprete de libras Formada em pedagogia, trabalha há 15 anos como tradutora de Libras – Língua Brasileira de Sinais, em instituições, associações de pessoas com deficiência e centros de ensino. Em seu histórico nos projetos da Transe Lab, interpretou Libras em Ser Brasil – Migrantes e Refugiados (OIT); Série Vento Sul - 13 episódios de 52', série documental. (Caxias do Sul, 2016/17), longa Pampa Hypertropical - TVs Públicas; Série Trabalho Digno (Futura/ MPT /Transe); Documentários Ser Criança e Caminhos da Aprendizagem (MPT/Futura/Transe). Também assina a acessibilidade em Libras dos documentários Paisagens Profundas e Clubes Negros do Rio Grande do Sul (Transe LAB), e O Desfile das Abelinhas (Move). É colaboradora do coletivo MOVE Língua de Sinais, que trabalha com acessibilidade comunicacional, interpretação para Libras, tradução audiovisual e ações educativas.NIVALDO PEREIRAJornalista e mestre em Letras e Cultura, escritor, roteirista, diretor de espetáculos e audiovisuais, pesquisador da cultura musical brasileira. Sempre se interessou pelo estudo das culturas populares e seus movimentos, numa atuação que envolve a escrita de textos em jornal, direção de documentários, séries especiais de rádio e televisão, espetáculos cênicos, musicais e teatrais e produção de podcasts. Dentre os trabalhos realizados como roteirista, estão os curtas-metragens Bah!ia (RBSTV-Canal Brasil/2012), A Jaqueta do Elvis (RBSTV-Canal Brasil), Folia no Pampa (RBSTV/2011) e Se Milagres Desejais (2008), pelo Prêmio Etnodoc/MinC.Codirigiu episódios da Série Vento Sul (Tvs Públicas do Brasil/2017 13x52’), e Ser Criança, documentário sobre o Trabalho Infantil no Rio Grande do Sul (Canal Futura/2018).Criou o roteiro de documentários realizados pela produtora Spaghetti Filmes, como Velhos Heróis (2004), sobre ex-pracinhas da Segunda Guerra; e Antônio Santo do Povo (2006), a respeito do fascínio de Santo Antônio no mundo. Pela mesma produtora, roteirizou a animação A Noite do Sanguanel (2007), sobre lenda de matriz italiana na Serra Gaúcha. Assina o roteiro e direção do documentário média metragem Médicos do Sorriso (2023).Entre os musicais, roteirizou e apresentou os concertos Tropicália (2006 e 2017) e Bossa, Amor e Flor (2008). E atuou como curador dos eventos artísticos do festival Aldeia Sesc, edições 2019 e 2021. Como cronista e escritor, publicou, entre outros títulos, o livro Jeitos de Ser Brasil (Belas Letras, 2012).JAVIER MASIÁ - PACAS PRODUÇÕESCoordena o Estúdio Sona, com trajetória de 13 anos com mais de 200 músicas com ISRC registrado, prêmios pela produção de trilha sonora e mixagem para cinema e participação em festivais. Na área audiovisual, além de atuar com a produção de trilhas sonoras e foley, desde 2016, o Sona trabalha com acessibilidade, criando roteiros e gravando locução para audiodescrição. Entre as produções estão: O guardador de histórias, de Lê Daros. 50', documentário. (Caxias do Sul, 2020); Me Deixei Ali, Gesto de Cinema. 25', ficção. (Curitiba, 2019); O Invisível, Procine. 10', ficção. (Porto Alegre, 2017); Cadê o Circo, Cristian Beltrán. 16', ficção. (Caxias do Sul, 2017); [Des]iguais, Gesto de Cinema. Seis episódios de 20', série documental. (Curitiba, 2017); Vento Sul, Transe Filmes - 13 episódios de 52', série documental. (Caxias do Sul, 2016/17).RODRIGO CAMARGOEditor e cinegrafista. Graduando em Produção Audiovisual na Universidade de Caxias do Sul, onde responde também como presidente do Diretório Acadêmico do curso. Participou da criação do 1º Festival de Cinema UCS – festival que busca reunir filmes de 1 a 25 minutos, divididos em 2 categorias com o intuito de incentivar a prática da produção criativa do cinema na cidade de Caxias do Sul. Participa da execução do documentário Boa Noite Paralela, viabilizado através da LPG de Caxias do Sul, que busca preservar a memória da ?Casa Paralela?, um coletivo de empreendimentos culturais envolvendo shows musicais, bloco de carnaval, exposição de arte, e espaços de co-working. Realizou o curta-metragem documental Na Fila da Morte, o curta Vivere e o documentário O Que me Tornei, o videoclipe One Last Time, esquetes, video-arte, animação, além de apresentar um programa de entrevistas com alguns nomes do audiovisual local. Participou e ganhou a 3a edição do Festival Comunicaverso (2024), um festival que provoca para que as equipes produzam durante a madrugada um filme a partir de um tema, cujo tema é revelado no dia do evento. Está desenvolvendo o documentário Batalhas de Rap – O sonho do nacional, voltado para o movimento hip-hop de Caxias do Sul, visando difundir a narrativa entre uma linguagem mais didática para que pessoas leigas entendam o que se passa na tela, e uma linguagem mais aprofundada no movimento hip-hop para gerar identificação e empatia para com aqueles que são o objeto de estudo do projeto. Trabalha com captação e edição para parceiros do cenário audiovisual de Caxias do Sul, como a produtora Transe Filmes (André Costantin), DH Projetos (Daniel Herrera) e Instituto Vento. Atualmente está finalizando a Série documental O Silêncio das Mulheres (8 episódios - DH Projetos / LPG Caxias do Sul) e o documentário Nonni do Brasil. Também compões a equipe dos projetos EtnoLab do Instituto Vento e o documentário Tega, o Rio da Minha Aldeia (Transe Lab), que estão em desenvolvimento.NICOLAS MABÍLIA – Web-design - Edição e finalização (webdesign). Editor e finalizador do curta-metragem Gaia (15min./2017/Canal Futura/Transe); montador da Série Ser Brasil – Migrantes e Refugiados (OIT); montador dos documentários Ser Criança (2017/Futura/Transe) e Caminhos da Aprendizagem (2018/Futura/Transe), Meu Chão- Clubes Sociais Negros do Rio Grande do Sul (2021/Governo do Estado do RS/Transe).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.