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O curta-metragem acompanha Caique e Joaquim, dois jovens baianos que se conhecem na academia e vivem uma relação leve e apaixonante. Ambientado entre Salvador e o Recôncavo Baiano, o filme celebra a cultura, a música e a diversidade local. A narrativa explora os desafios de um relacionamento moderno, como expectativas e redes sociais. As sessões de terapia dos protagonistas trazem humor e reflexões sobre autoconhecimento. A história revela o amor como caminho de reencontro com a alegria de viver.
Sinopse:Em meio ao cotidiano e ao vibrante cenário da Bahia, acompanhamos a história deCaique e Joaquim, dois jovens que, após um encontro na academia, desenvolvem umarelação humorada, apaixonante que devolvem a eles a alegria de viver.A trama se desenrola numa rotina de um dia normal em Salvador aos belos cenários doRecôncavo Baiano, repletos de música, cultura e diversidade. Nesse contexto, osprotagonistas enfrentam desafios típicos de um relacionamento moderno: expectativas,inseguranças e a influência das redes sociais. As sessões de terapia de Caique eJoaquim, sempre com um toque de humor, servem como um contraponto cômico àevolução do romance e ao autoconhecimento.
Objetivo Geral - Promover representatividade para a geração Millenium e Z baiano e para o público LGBTQIAPN+ por meio do curta-metragem, oferecendo uma narrativa que reflita suas vivências e estimule o uso de ferramentas de saúde mental para lidar com os desafios emocionais da juventude contemporânea. Objetivo específico - Realizar 01 exibições pública e gratuita do curta-metragem em sala de arte do MAM em Salvador e outra Sala de Cinema Walter da Silveira, para incentivar a ocupacao desses lugares. Promover 01 roda de conversa e debates com o público jovem sobre representatividade e saúde mental, após as exibições.Criar uma campanha digital nas redes sociais com trechos do filme e mensagens de autocuidado voltadas à juventude LGBTQIAPN+.Produzir materiais educativos (cartilhas digitais e posts informativos) em parceria com psicólogos e comunicadores.Realizar uma sessão especial com profissionais da saúde mental e artistas LGBTQIAPN+, fortalecendo o diálogo entre arte, emoção e identidade.
O projeto se enquadra nos incisos I e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que tratam do apoio a projetos culturais e da valorização das expressões culturais regionais. Além disso, contribui diretamente para os objetivos previstos no Art. 3º, destacando-se:Inciso II: promover e estimular a produção, a difusão e o acesso aos bens culturais;Inciso IV: apoiar e valorizar a cultura nacional, regional e popular;Inciso V: priorizar o acesso aos meios de fruição e produção cultural por grupos e comunidades com menor inserção no mercado cultural;Inciso VII: preservar e difundir a pluralidade cultural e a diversidade étnica e social.Dessa forma, o uso da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar uma obra que não apenas gera trabalho e renda para profissionais do audiovisual, mas também devolve à juventude baiana e LGBTQIAPN+ uma narrativa onde possam se reconhecer, fortalecendo o vínculo entre arte, identidade e pertencimento.
O curta aborda de forma sensível temas como saúde mental, acesso à terapia, solidão, rejeição e as estratégias emocionais de enfrentamento do sofrimento. O projeto propõe reflexões sobre a importância de ser ouvido e acolhido, especialmente entre jovens LGBTQIAPN+ do Nordeste, público historicamente marginalizado e com pouco acesso a cuidados psicológicos.As falas dos personagens traduzem a potência e a identidade da linguagem nordestina, rompendo estereótipos e ampliando a representatividade no audiovisual brasileiro. A narrativa também reflete sobre o preconceito regional e a ausência de referências positivas nas telas.Além da exibição do filme, as ações complementares (roda de conversa e campanha digital) visam promover espaços de escuta, partilha e valorização da diversidade emocional e cultural.Os beneficiários diretos são jovens profissionais do audiovisual baiano, prioritariamente pessoas LGBTQIAPN+, negras ou indígena e de baixa renda. O público indireto inclui participantes das exibições e ações formativas. As passagens e deslocamentos orçamentários destinam-se à equipe técnica e elenco do interior da Bahia, promovendo a descentralização da produção cultural. Equipamentos permanentes (como HDs e materiais de acessibilidade) serão incorporados ao acervo do proponente e utilizados em futuras formações e produções gratuitas. O projeto reafirma o compromisso com representatividade, acessibilidade e fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual regional, estimulando a economia criativa e o acesso democrático à cultura.
DETALHES DA ATIVIDADE CULTURALO projeto E Eu Não Vou Gastar a Minha Terapia Pra Falar de Você é um curta-metragem de ficção com duração de 15 minutos, pertencente ao gênero comédia romântica LGBTQIAPN+, ambientado na Bahia. A narrativa aborda representatividade, afetividade e saúde mental na juventude, com o objetivo de promover identificação, reflexão e diálogocom o público jovem contemporâneo. A programação cultural do projeto compreende ações integradas de difusão, formação e acessibilidade, que ampliam o impacto social e artístico do filme: Promover 01 roda de conversa com o público jovem sobre representatividade e saúde mental, após as exibições do curta-metragem, em local acessível para cadeirantes e com intérprete de Libras.Criar uma campanha digital acessível nas redes sociais, com legendas e audiodescrição nos vídeos, voltada à juventude LGBTQIAPN+.Produzir materiais educativos digitais (cartilhas e posts informativos) em linguagem simples e compatível com leitores de tela, em parceria com psicólogos e comunicadores.Realizar uma sessão especial inclusiva com profissionais da saúde mental e artistas LGBTQIAPN+, garantindo acessibilidade física, intérprete de Libras e versão do filme com legendas e audiodescrição. Democratização de AcessoO curta-metragem será distribuído gratuitamente em sessões públicas centros culturais da Bahia, priorizando espaços com acesso universal e infraestrutura adequada para pessoas com deficiência.O filme também será disponibilizado online, de forma gratuita, com legendas, audiodescrição e intérprete de Libras em trechos selecionados, ampliando o alcance a pessoas surdas, cegas e com mobilidade reduzida.Para fortalecer o diálogo com o público, será promovida uma roda de conversa aberta sobre representatividade e saúde mental, com entrada franca e transmissão ao vivo pela internet, permitindo participação remota de pessoas de outras regiões.Os produtos digitais do projeto — como a campanha nas redes sociais e as cartilhas educativas — serão gratuitos e acessíveis, com leitura compatível para leitores de tela e linguagem inclusiva, alcançando não apenas o público LGBTQIAPN+ e a geração Z, mas também comunidades com menor acesso ao audiovisual brasileiro.
Objetivos Específicos (versão viável e acessível)Promover 01 roda de conversa com o público jovem sobre representatividade e saúde mental, após as exibições do curta-metragem, em local acessível para cadeirantes e com intérprete de Libras.Criar uma campanha digital acessível nas redes sociais, com legendas e audiodescrição nos vídeos, voltada à juventude LGBTQIAPN+.Produzir materiais educativos digitais, como cartilhas e posts informativos, com leitura compatível para leitores de tela e linguagem simples, em parceria com psicólogos e comunicadores.Realizar uma sessão especial inclusiva com profissionais da saúde mental e artistas LGBTQIAPN+, garantindo acessibilidade física, intérprete de Libras e versão do filme com legendas e audiodescrição.
O curta-metragem será distribuído de forma gratuita em sessões públicas em escolas, universidades e centros culturais da Bahia, ja citado anteriormente. Priorizando espaços com acesso universal a onibus e infraestrutura adequada para pessoas com deficiência. Além disso, o filme será disponibilizado gratuitamente em plataforma digital, no YouTube com legendas, audiodescrição e intérprete de Libras em trechos selecionados, ampliando seu alcance a pessoas surdas, cegas e com mobilidade reduzida. Como forma de ampliar o acesso e o diálogo com o público, será realizada uma roda de conversa aberta com o público jovem sobre representatividade e saúde mental, com entrada franca. Também está prevista uma sessão especial com transmissão ao vivo pela internet, no YouTube permitindo a participação remota de pessoas de outras regiões do país. Os produtos digitais do projeto — como a campanha nas redes sociais e as cartilhas educativas — serão disponibilizados gratuitamente, em formato acessível para leitura de tela e linguagem inclusiva. Essas ações garantem que o projeto alcance não apenas o público LGBTQIAPN+ e a geração Z, mas também comunidades que tradicionalmente têm menor acesso às produções audiovisuais brasileiras.
Josef Eloi dos Santos Silva – Diretor geral e diretor de fotografia. Formado em Filmmaker, atua em todas as etapas do audiovisual. Ganhador do prêmio de Melhor Filme Feito por Celular na Mostra de Cinema de Cocalzinho de Goiás.Erick Saboya – Diretor de arte e cenógrafo. Arquiteto e urbanista, especializado em direção de arte e cenografia para cinema, teatro e TV. Atuou em produções como Beleza da Noite (Globo Filmes) e Pacarrete (Grande Prêmio do Cinema Brasileiro).Gildon Oliveira Silva – Roteirista e consultor de dramaturgia. Doutor e mestre em Artes Cênicas pela UFBA, especialista em Roteiros para Audiovisual, com pesquisa voltada à representatividade e autoria negra nas narrativas ficcionais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.