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PRONAC 2513931Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Rita Moreira: crônicas de Nova York

FERNANDO RALFER DE JESUS OLIVEIRA 00670245305
Solicitado
R$ 291,5 mil
Aprovado
R$ 291,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MA
Município
Imperatriz
Início
2026-01-05
Término
2026-12-18
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

"Rita Moreira: crônicas de Nova York" é um projeto de produção audiovisual de documentário de 25 minutos que acompanha as andanças da veterana documentarista, lésbica e feminista, pioneira na realização de vídeos, figura emblemática da história LGBTQ+. Ao longo do documentário, Rita Moreira, que morou na Nova York dos anos 70 e lá realizou a série de vídeos "Living in New York", caminhará por "cenários" de seus vídeos e visitará antigas amigas, o que incluirá uma busca por um vídeo composto por uma entrevista que ela fez a Yoko Ono, provavelmente, guardado num porão de uma das residências dessas amigas. A equipe, formada por brasileiros, será reduzida, mas funcional.

Sinopse

"Rita Moreira: crônicas de Nova York" mostra a veterana documentarista em suas andanças pelas ruas de Nova York, em cenários de seus filmes produzidos na cidade estadunidense nos anos 1970, e sua busca por uma entrevista que fez com Yoko Ono nessa época, gravado em um videotape, que, provavelmente, está em um porão de suas antigas amigas norte-americanas.

Objetivos

Objetivo GeralProduzir um média metragem documental que objetiva mostrar um recorte da vida e da obra de Rita Moreira, uma das pioneiras do vídeo no mundo, bem como uma figura emblemática da história LGBTQ+.Objetivos específicos- Realizar um média-metragem documental, de 25 (vinte e cinco) minutos;- Exibir o filme em estreias em cidades brasileiras, gratuitamente, projetando o alcance de 4000 (quatro mil) pessoas espectadoras;- Inscrever o filme em mostras, festivais e no circuito alternativo de exibição, projetando o alcance de 1000 (mil)- Promover medidas de acessibilidades no produto final (filme), incluindo janela de LIBRAS, audiodescrição e legendas descritivas.

Justificativa

"Rita Moreira: crônicas de Nova York" pretende destacar o inciso II da Lei 8313/91, ou seja, "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" com uma equipe técnica formada por brasileiros com experiência em suas respectivas áreas do audiovisual, bem como retratando a protagonista, uma brasileira que fez história mundialmente, mas teve seu legado pouco visibilizado. É uma parte da história importante: Brasil vivendo uma ditadura militar, Rita Moreira autoexilada em Nova York, realizando documentários sobre feminismo e lesbiandade e temas sociais, como violência, e vivendo os movimentos feminista e lésbico, com sua companheira Norma Bahia Pontes, que iniciou carreira no Cinema Novo.Em relação ao Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra no item "a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural".

Estratégia de execução

"Rita Moreira: crônicas, memórias e videotape" é primeiro longa do diretor Sérgio Santos Barroso, produzido e finalizado em 2025. Esse documentário entrevista a veterana documentarista, que revisita sua trajetória através de seus filmes. Entre imagens da Nova York dos anos 1970 — onde se autoexilou durante a ditadura militar brasileira e participou ativamente do movimento feminista e realizou uma série de vídeos — e de obras mais recentes, do final dos anos 2010, o filme costura tempo e experiência para refletir sobre as transformações políticas, sociais e afetivas que atravessam tanto a história do Brasil quanto a vida da diretora. Segue o link do trailer do longa produzido: https://www.youtube.com/watch?v=hKPicOKYXfw Apesar de Rita Moreira ter uma importância histórica, tanto como emblemática figura LGBTQ+ como uma das nossas veteranas documentaristas e uma das primeiras pessoas a utilizarem o vídeo para realização de filmes, o apagamento dessa história é gritante. Sua produção é extensa, e trata de temas sociais e políticos. Em sua wikipedia, dá para se ter uma noção de sua importância e de sua filmografia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rita_Moreira A atual proposta, "Rita Moreira: crônicas de Nova York" é uma espécie de continuação do longa, em forma de média-metragem, acompanhando as andanças de Rita pelos cenários de seus filmes passados na Nova York e a busca de um vídeo raro, uma entrevista feita por Rita a Yoko Ono em sua residência, que, provavelmente, está em um porão de um apartamento de uma das antigas e feministas amigas da diretora. Nosso filme também é sobre essa busca. Sabemos do alto custo de uma estadia em Nova York, tanto de hospedagem, alimentação, transporte e licenças e autorizações para filmas, mas acreditamos que o retorno, o nosso filme com Rita Moreira, é de inegável valor. E, considerando, essas limitações orçamentárias, decidimos realizar um filme com uma equipe reduzida, mais experiente e talentosa, e com equipamentos também reduzidos, mas de qualidade, que vão garantir ótimas imagens e som.Em relação às passagens aéreas, serão o quantitativo de 4 (quatro) passagens São Paulo/Nova York/São Paulo, para os componentes da equipe de filmagens: Fernando Ralfer (operação de câmera), Nanashara Scaravelli (som direto), Sérgio Santos Barroso (diretor e produtor) e Rita Moreira (produtora).As exibições do filme serão gratuitas, em espaços culturais e em escolas, com acessibilidade. Há previsão de submissão do filme em mostras e festivais audiovisuais no Brasil e exterior. As logomarcas dos patrocinadores terão o devido destaque.

Especificação técnica

"Rita Moreira: crônicas de Nova York" tem como objeto um filme de média-metragem de 25 minutos finalizado em 4K.

Acessibilidade

Pela natureza do objeto, um filme, o projeto adotará a Acessibilidade de CONTEÚDO, com medidas como Janela de Libras, audiodescrição e legenda descritiva. Pretende-se, também, a promoção de outros tipos de medidas de acessibilidade, como ações inclusivas em parceria com a administração responsáveis pelos locais de exibições e eventos de contrapartida, assegurando que o conteúdo alcance públicos diversos e heterogêneos. Exemplos: acessbilidades arquitetônicas e profissionais de LIBRAS.

Democratização do acesso

Em relação à Democratização de Acesso, o filme será exibido em espaços públicos culturais e em escolas, de forma gratuita, bem como será inscrito em mostras, festivais e outros eventos audiovisuais e culturais. Posteriormente, será disponibilizado na Internet em site específico para acesso amplo. Como contrapartida social, pretendemos realizar duas oficinas de produção audiovisual em comunidades indígenas no Maranhão, onde o proponente tem contato e já realizou atividades audiovisuais nessas comunidades.

Ficha técnica

O Proponente CNPJ Fernando Ralfer de Jesus Oliveira é MEI com atividades diretamente ligadas ao audiovisual. Na equipe técnica do atual projeto, Fernando Ralfer atuará como produtor executivo e diretor de fotografia/operador de câmera.Principais participantes da equipe:- Fernando Ralfer de Jesus Oliveira - Produtor executivo e e Diretor de fotografia/operador de câmeraGraduado em Jornalismo pela UFMA. Trabalha com fotografia e produção audiovisual, com foco em documentários, principalmente junto a comunidades tradicionais do Maranhão. Foi curador do projeto Cinema no Teatro, em Imperatriz-MA, de 2010 a 2015. A partir de 2021, passou a coordenar a digitalização e organização do acervo audiovisual do projeto Memória ASSARTI, além de colaborar com a produção de novos materiais do projeto. Enquanto fazedor audiovisual, tem conhecimentos que lhe permitem atuar em todo o processo de produção, desde a escrita do roteiro, direção, direção de fotografia, som, montagem, edição e finalização. Em 2025, Fernando produziu e dirigiu dois clipes para as cantoras Lena Garcia e Karlla Gyz, participou como produtor e diretor de fotografia de dois curtas-metragens, Limbo e De volta ao começo (em pós-produção). "Rita Moreira: crônicas, memórias e videotape" (2025), documentário finalizado, é o primeiro longa que participa, sendo produtor executivo;- Sérgio Santos Barroso - Diretor Graduado em Cinema pela UNESPAR, participou de núcleos de dramaturgia e de produções audiovisuais, orientado por nomes de renome do cinema nacional e internacional, teve projetos audiovisuais selecionados para o Festival Serie_Lab e o Fidé - Festival Internacional de Documentário Estudantil; dirigiu e roteirizou curtas-metragens, como Volte Sempre, disponível no Globoplay, Heaven e Bela Vista, participantes de mostras nacionais. Em 2025, roteirizou, dirigiu e produziu os curtas "Faça-se você mesma" (finalizado), Limbo e De Volta ao Começo (em pós-produção). "Rita Moreira: crônicas, memórias e videotape" (2025), finalizado, é seu primeira longa-metragem, onde atuou como diretor e produtor. Questões sociais e literatura permeiam sua obra.- Rita Moreira - Produtora e PersonagemVeterana documentarista, realizou vídeos na Nova York dos anos 1970, como Lesbian mothers e Lesbianism feminism, da série Living in NYC. No Brasil dos anos 80 e 90, fez vídeos sob encomenda, sempre sobre questões sociais, como O Aborto não é crime e Febem; o começo do fim, filmes que ultrapassaram as barreiras de "institucionais" e ganharam prêmios. Temporada de caça (1988), sobre assassinato de homossexuais, é seu filme mais conhecido e com trechos viralizados nas redes sociais.- Nanashara Scaravelli - Som DiretoTécnica de som direto e microfonista, profissional das mais requisitados do Som Direto, tem um extenso currículo em curtas e longas e na publicidade e TV, trabalhando com diretores renomados. Entre seus trabalhos mais destacados: Alice Júnior 2 (2025), Horizonte (2025), Traição entre amigas (2023) e Estômago 2 (2023).- Lucas Sá - Montador, colorista e finalizadorUm dos nomes mais reconhecidos do cinema maranhense, com prêmios em festivais nacionais, Lucas Sá escreveu, dirigiu e montou, entre outros, os curtas-metragens de ficção (terror) O Membro Decaído (2012), Ruído Branco (2013) e Nua por Dentro do Couro (2014). Nos últimos anos Lucas tem se destacado na direção de videoclipes, entre eles o da canção “Sinal Fechado”, de Getúlio Abelha. "Cata" é o último filme dirigido (e montado) por Lucas Sá, que está circulando por festivais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.