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O projeto "Para Juventude" propõe a produção de um Média Metragem documental de 30 minutos, em formato de linha do tempo, utilizando linguagem cinematográfica de referência. A obra resgata a importância histórica e social da primeira consulta pública da juventude do Amapá, realizada após a abertura política de 1985. O filme reconstrói o contexto da primavera de 1997, quando jovens estudantes, lideranças indígenas, comunitárias, ambientais e acadêmicas se reuniram para debater protagonismo juvenil, participação popular, cultura de paz e políticas públicas. Com destaque para a presença do jornalista e escritor Arthur José Poerner, o documentário evidencia como esse encontro marcou o início de um movimento de mobilização juvenil que influenciou consultas estaduais e nacionais sobre os direitos da juventude.
SINOPSE DA OBRA – “PARA JUVENTUDE”Título: Para Juventude Formato: Documentário audiovisual (média-metragem de 30 minutos) Classificação Indicativa: Livre Gênero: Documentário histórico-cultural Produtos Vinculados: Curta-metragem/documentário, posteiormente exposição interativa e fotolivro.Sinopse:Em 1997, o Amapá foi palco de um dos momentos mais marcantes da história da juventude brasileira: a I Conferência Estadual da Juventude do Amapá, primeira mobilização consultiva do segmento juvenil após a abertura política de 1985. Em um tempo sem redes sociais, sem internet acessível e com parcos meios de comunicação, centenas de jovens dos 16 municípios amapaenses se reuniram movidos por um mesmo ideal — falar por si, pensar o futuro e transformar a realidade.O documentário “Para Juventude” mergulha nesse episódio inspirador para reconstruir, por meio de entrevistas, imagens de arquivo e reconstituições cinematográficas, a força e o protagonismo de uma geração que ousou sonhar e agir. Jovens que se tornaram líderes, educadores, comunicadores e empreendedores sociais, deixando marcas profundas nas comunidades onde atuam até hoje.Com uma abordagem poética e contemporânea, a obra conecta passado e presente, mostrando como o espírito coletivo de 1997 continua a ecoar nas lutas atuais pela cidadania, participação social, diversidade e cultura da paz. A narrativa conduz o espectador a uma reflexão sobre a importância de ouvir as vozes da juventude amazônica, compreender seus legados e valorizar sua capacidade de mobilização e esperança.Mais do que uma homenagem, o filme é um testemunho histórico e afetivo, um exercício de memória e identidade que reafirma o papel da juventude como protagonista das transformações sociais. O enredo é reforçado por trilha sonora original, depoimentos emocionantes e uma estética visual que valoriza a paisagem humana e natural da Amazônia, criando uma atmosfera sensorial que dialoga com o público de todas as idades.O projeto se desdobra ainda em dois produtos complementares, os quais serão posrteiormente produzidos:Exposição Interativa “Para Juventude”, composta por painéis, instalações multimídia e experiências sonoras e visuais que ampliam a imersão na história da conferência;Fotolivro “Para Juventude – Memórias e Caminhos”, reunindo registros, depoimentos e fotografias históricas e atuais, criando uma ponte entre as gerações.Em conjunto, esses produtos formam um legado de valorização da memória coletiva, da participação cidadã e da potência criativa da juventude amazônica.Classificação Indicativa: Livre – conteúdo adequado para todos os públicos. Duração: 30 minutos Linguagem: Cinematogrpafica, documental, poética e informativa, com recursos de acessibilidade (audiodescrição, legendas descritivas e Libras). Distribuição: Exibição em mostras culturais, instituições de ensino, plataformas digitais e eventos comunitários.
OBJETIVO GERAL:Produzir o Média-Metragem documental "Para Juventude", com duração de 30 minutos e linguagem cinematográfica de referência, a fim de reconstituir e valorizar a memória histórica e social da primeira consulta pública da juventude do Amapá, realizada em 1997, promovendo o resgate da participação juvenil como instrumento de transformação social e fortalecimento da cidadania.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Reconstituir o ambiente sociopolítico da I Conferência Estadual da Juventude do Amapá, utilizando entrevistas, imagens de arquivo e narração cronológica.- Resgatar e catalogar acervos de fotos, vídeos, documentos e matérias jornalísticas relacionadas ao evento e ao contexto histórico.- Realizar um reencontro entre personagens que participaram da conferência, registrando suas reflexões sobre os avanços e desafios da juventude nas últimas décadas.- Produzir e finalizar um documentário de 30 minutos em formato de linha do tempo, com roteiro, captação, edição, trilha sonora e finalização profissional.- Elaborar uma exposição interativa com trechos do filme, fotografias e materiais históricos, aberta ao público e voltada à reflexão sobre protagonismo juvenil.- Posteiormente Publicar um foto-livro com registros visuais e depoimentos que ampliem o alcance educativo e cultural do projeto.- Distribuir os produtos culturais (filme, exposição e foto-livro) para escolas, universidades, bibliotecas e instituições culturais do Amapá e de outras regiões.- Promover debates e atividades educativas durante a exposição, incentivando o diálogo sobre políticas públicas e o papel da juventude na construção democrática.Metas:- Finalizar a produção do curta-metragem "Para Juventude" em 12 meses.- Realizar a exposição itinerante em pelo menos 5 cidades do Amapá.- Catalogar e digitalizar 100% do acervo relacionado à I Conferência Estadual da Juventude.Público-Alvo:- Jovens amapaenses e brasileiros.- Estudantes, pesquisadores e acadêmicos.- Profissionais da área de políticas públicas e movimentos sociais.- Comunidade em geral interessada em história, cultura e direitos da juventude.
JUSTIFICATIVA:O projeto "Para Juventude" nasce do compromisso em preservar e difundir a memória histórica e social da juventude amapaense, tomando como eixo narrativo a I Conferência Estadual da Juventude do Amapá, realizada em 1997 — evento pioneiro no país e símbolo de uma nova etapa de participação política após a redemocratização brasileira. A conferência representou a primeira consulta pública da juventude amapaense e brasileira após a abertura política de 1985, reunindo centenas de jovens de todos os 16 municípios do Estado, em um período em que não existiam redes sociais, internet ou meios de comunicação instantâneos que facilitassem a mobilização popular.Mesmo diante de tais limitações, a conferência se consolidou como um marco de protagonismo juvenil, em que estudantes, lideranças indígenas, comunitárias, ambientais, acadêmicas e associativas debateram temas fundamentais como cidadania, cultura da paz, participação política, políticas públicas e representação nos poderes constituídos. Esse encontro plantou sementes que floresceram nas décadas seguintes, com a ascensão de diversos de seus participantes a papéis de liderança em gestões públicas, organizações sociais, rádios comunitárias, mandatos parlamentares e iniciativas privadas, tornando-se agentes transformadores de suas comunidades.Ao propor um média-metragem documental em formato de linha do tempo, com duração de 30 minutos e linguagem cinematográfica de referência, o projeto busca reconstituir o ambiente histórico, político e cultural da primavera de 1997, resgatando imagens, registros jornalísticos e depoimentos inéditos de personagens que vivenciaram aquele momento. A iniciativa pretende restaurar, digitalizar e catalogar acervos históricos dispersos, garantindo a preservação de uma memória coletiva que hoje corre risco de se perder devido à deterioração física de documentos e à ausência de políticas de arquivo regionais.Além do filme, serão produzidos um foto-livro e uma exposição interativa, que funcionarão como extensões educativas do documentário, promovendo reflexão, diálogo e aprendizado em escolas, universidades, bibliotecas e instituições culturais. Essas ações complementares ampliarão o acesso do público, especialmente das novas gerações, ao legado político e social da juventude amapaense, reforçando o papel do audiovisual como ferramenta de educação cidadã, valorização identitária e fortalecimento da democracia.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet) é essencial para a viabilização desta proposta. Trata-se de uma produção independente, sem fins comerciais, de alto valor histórico e educativo, que demanda recursos técnicos, humanos e logísticos significativos. O investimento é necessário para cobrir etapas de pesquisa, roteiro, captação de imagens, entrevistas, edição, digitalização de acervo, produção gráfica e montagem da exposição itinerante. Tais processos exigem o envolvimento de profissionais especializados nas áreas de cinema, história, museologia e educação, além de infraestrutura adequada para a preservação digital dos materiais coletados.O orçamento estimado do proejreto é de R$ 5000.000,00 (Quinhentos mil reais) é compatível com a complexidade e o alcance do projeto, assegurando qualidade técnica e ampla difusão dos produtos culturais. O financiamento via Lei Rouanet possibilitará que a obra tenha caráter público e acesso gratuito, alcançando públicos diversos em espaços culturais, instituições de ensino e meios digitais, promovendo formação de público e democratização do acesso à cultura.O projeto enquadra-se plenamente nos incisos I e II do Art. 1º da Lei 8.313/91, ao:Inciso I: estimular a formação, produção e difusão cultural, por meio da criação e distribuição de produtos audiovisuais e expositivos de relevância histórica e educacional;Inciso II: preservar e difundir bens culturais de natureza material e imaterial, garantindo o resgate e a memória de um evento que marcou o processo democrático do Amapá e do Brasil.Em consonância com os objetivos do Art. 3º da referida Lei, o projeto "Para Juventude" contribui para:Inciso I: promover o acesso à cultura, à informação e à memória nacional, tornando públicos os registros de uma geração de jovens que protagonizou mudanças significativas na história recente do Estado;Inciso II: incentivar a produção cultural e artística independente, fortalecendo o setor audiovisual amapaense e a economia criativa local;Inciso III: preservar a memória e o patrimônio cultural brasileiro, salvaguardando registros históricos, iconográficos e testemunhais que representam um capítulo essencial da trajetória democrática nacional;Inciso IV: formar e difundir valores culturais, estimulando a reflexão sobre cidadania, engajamento social e políticas públicas voltadas à juventude;Inciso V: contribuir para o fortalecimento da identidade nacional, ao valorizar a experiência coletiva da juventude como parte constitutiva da cultura política brasileira.Mais do que um resgate histórico, "Para Juventude" é um ato de reconhecimento e valorização da memória social, em um momento de crescente polarização e descrédito nas instituições democráticas. Ao revisitar um evento que promoveu o diálogo, a esperança e a cultura da paz, o projeto reafirma a importância de relembrar o passado para compreender o presente e projetar o futuro.Assim, o apoio da Lei de Incentivo à Cultura é não apenas justificado, mas imprescindível para que este projeto alcance sua finalidade pública: preservar, valorizar e difundir o legado da juventude amapaense, reafirmando o papel da cultura como eixo estruturante da democracia, da memória coletiva e do desenvolvimento humano.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS – PROJETO: “PARA JUVENTUDE 1. Produto Principal: Documentário “Para Juventude”Formato: Documentário histórico-cultural em formato audiovisual digital.Duração: Média-Metragem de 30 minutos.Classificação Indicativa: Livre.Linguagem: Audiovisual com abordagem poética, depoimentos, imagens de arquivo, entrevistas, reconstituições e trilha sonora original.Suporte de Produção:Captação em formato digital Full HD (1920x1080), com câmeras DSLR e mirrorless profissionais.Áudio gravado em padrão estéreo (microfones lapela e boom) com captação de som direto e trilha original.Iluminação LED portátil para filmagens em ambiente externo e interno.Edição e Pós-Produção:Edição e montagem em softwares profissionais (Adobe Premiere, DaVinci Resolve).Correção de cor e finalização com balanceamento cromático e tratamento de áudio.Inserção de legendas descritivas, trilha sonora e audiodescrição.Tradução e inserção de janela em Libras.Acessibilidade de Conteúdo:Legendas descritivas em português.Audiodescrição para pessoas com deficiência visual.Janela em Libras para pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Formato de Exibição:Digital HD (exibição em tela grande, TV, plataformas e mostras).Master final entregue em formato MP4 e MOV (Full HD 1080p).Distribuição:Exibição em espaços culturais, escolas, instituições públicas, festivais e plataformas digitais de acesso gratuito.Licenciamento sem fins comerciais, com livre acesso educativo e cultural.Equipe Técnica e Artística: Direção, produção executiva, roteiro, fotografia, som, trilha sonora original, edição e pós-produção (profissionais detalhados na Ficha Técnica). 2. Produto Complementar: Exposição Interativa “Para Juventude – Memórias e Caminhos”Formato: Exposição físico-digital itinerante.Conceito: Extensão do documentário, promovendo uma experiência imersiva de memória e reflexão sobre a I Conferência Estadual da Juventude do Amapá (1997).Composição Técnica:Painéis fotográficos em lona fosca (1m x 1,5m), impressos em alta resolução.Totens multimídia com exibição de trechos do documentário.Projeções audiovisuais contínuas em loop, em telões de 100” ou painéis LED.Espaço sensorial com ambientação sonora (vozes, sons da juventude, trilha original).Totens acessíveis com texto em Braille e QR Codes com acesso a audiodescrição e Libras.Rampa de acesso e circulação livre (acessibilidade física).Locais de Exposição: Espaços públicos, centros culturais, escolas e praças dos municípios amapaenses.Período de Exibição: 5 dias por cidade (com montagem, abertura, monitoria e desmontagem).Equipe Técnica: Curadoria, montagem e expografia, design gráfico, operação audiovisual, acessibilidade e mediação cultural.Material Complementar:Catálogo digital em PDF e versão impressa reduzida (20 páginas).Registro audiovisual da exposição. 3. Produto Editorial: Fotolivro “Para Juventude”Formato: Livro digital (fotolivro documental).Paginação: 80 páginas, formato 21x28 cm, capa dura.Tiragem: 500 exemplares impressos e versão digital gratuita (PDF interativo).Conteúdo:Fotografias históricas e atuais da conferência e de seus participantes.Depoimentos, textos curatoriais e reflexões sobre o papel da juventude amapaense.Imagens de bastidores da produção do documentário e da exposição.Seção especial com trechos de entrevistas e infográficos sobre políticas de juventude.Projeto Gráfico e Editorial:Design e diagramação profissional, com padrão visual coerente ao documentário.Impressão em papel couchê 150g (miolo) e capa dura laminada.Revisão ortográfica e normalização ABNT.Conteúdo bilíngue (Português/Inglês) para circulação ampliada.Distribuição:Doação para escolas públicas, bibliotecas, universidades e instituições culturais.Disponibilização digital gratuita em site e QR Code nas ações do projeto. 4. Ações Educativas e de Democratização de AcessoExibição Pública Gratuita: Sessões abertas do documentário em escolas, centros culturais e comunidades.Oficinas Paralelas:Oficina “Memória e Protagonismo Juvenil” (4h/aula).Oficina “Documentário como Ferramenta de Transformação Social” (6h/aula).Público-alvo: estudantes, educadores, agentes culturais e lideranças comunitárias.Mediação Cultural:Roda de conversa após exibições, com ex-participantes da Conferência e convidados.Material didático digital para uso em escolas (guia pedagógico).Transmissão Online:Disponibilização do documentário e da exposição em plataforma digital e redes sociais.Acesso gratuito, com legendas e recursos de acessibilidade. 5. Acessibilidade e SustentabilidadeAcessibilidade Física: Rampas, piso tátil, banheiros adaptados e sinalização acessível.Acessibilidade de Conteúdo: Libras, Braille, audiodescrição, legendas e QR Codes informativos.Sustentabilidade: Uso de materiais recicláveis, iluminação LED de baixo consumo e compensação de resíduos nas exposições itinerantes.
RESPONSABILIDADE SOCIAL: ACESSIBILIDADE:O projeto “Para Juventude” reconhece a acessibilidade como princípio fundamental para a democratização do acesso à cultura, assegurando que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam usufruir plenamente dos conteúdos e atividades propostas. Assim, as ações de acessibilidade serão planejadas e executadas de forma integrada à concepção, produção e difusão do projeto, abrangendo tanto a acessibilidade física dos espaços de exibição e exposição, quanto a acessibilidade de conteúdo dos produtos audiovisuais e gráficos.1. ACESSIBILIDADE FÍSICA:Todas as ações presenciais do projeto — exibições do documentário, debates e exposição interativa — serão realizadas em locais que atendam às normas de acessibilidade previstas no Decreto nº 5.296/2004 e na ABNT NBR 9050, garantindo condições adequadas de circulação, permanência e segurança para o público com deficiência física, visual, auditiva ou mobilidade reduzida.As medidas contemplam:Rampas de acesso e piso antiderrapante nos locais de circulação, assegurando o deslocamento autônomo de cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção;Banheiros adaptados e devidamente sinalizados, com barras de apoio e espaço de manobra;Sinalização visual e tátil em áreas de circulação e entradas principais, facilitando a orientação de pessoas com deficiência visual;Espaços reservados nas salas de exibição e auditórios para cadeirantes e acompanhantes, garantindo conforto e visibilidade adequados;Guias táteis de piso nos trajetos principais de acesso à exposição, quando o espaço permitir, ou o uso de tapetes direcionais móveis como alternativa viável e segura;Equipe de apoio treinada para atendimento inclusivo, orientada a oferecer suporte às pessoas com deficiência e aos idosos durante as atividades presenciais;Transporte acessível previsto para deslocamento de equipe técnica e convidados com mobilidade reduzida, quando necessário, garantindo equidade na participação.Essas ações garantirão que a exposição interativa e as sessões públicas do documentário sejam ambientes abertos, acolhedores e inclusivos, onde todos possam participar de forma segura e autônoma. 2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:A acessibilidade de conteúdo é parte essencial do compromisso social do projeto, assegurando que o média-metragem, o foto-livro e a exposição interativa possam ser compreendidos por pessoas com deficiência auditiva, visual e intelectual.As estratégias adotadas contemplam:2.1. Média-metragem documentalLegenda descritiva em português (closed caption), contendo identificação de falas, sons ambientes e trilhas sonoras, para que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam compreender integralmente o conteúdo;Tradução em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), com intérprete inserido no quadro do vídeo durante exibições públicas e versões digitais;Audiodescrição opcional, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão possam acompanhar as cenas por meio de narração descritiva dos elementos visuais;Versão digital acessível, hospedada em plataforma gratuita (YouTube, Vimeo ou site institucional), com todos os recursos de acessibilidade ativados e sinalizados no menu de exibição.2.2. Foto-livro:Edição acessível em Braille, contendo os principais textos introdutórios, legendas e sinopses das imagens;Versão digital em formato PDF acessível, compatível com leitores de tela, disponibilizada gratuitamente para bibliotecas públicas, escolas e universidades;Texto em fonte ampliada e contraste adequado entre fundo e letra, garantindo legibilidade para pessoas com baixa visão;QR Codes inseridos nas páginas, direcionando para trechos do documentário com audiodescrição ou interpretação em Libras, ampliando a experiência do leitor.2.3. Exposição interativa:Painéis informativos bilíngues (Português/Libras) com vídeos de curta duração explicando o conteúdo das seções da mostra;Totens multimídia com opção de audiodescrição e narração explicativa dos conteúdos expostos;Réplica tátil de objetos simbólicos e fotografias em relevo, criando uma visita sensorial inclusiva para pessoas com deficiência visual;Monitoria inclusiva, com intérprete de Libras durante a abertura e nos principais momentos da exposição;Sinalização tátil e sonora, identificando setores e obras de destaque, garantindo autonomia na visitação. 3. AÇÕES DE FORMAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO:O projeto prevê a capacitação da equipe técnica, educadores e monitores sobre acessibilidade e atendimento inclusivo, com ênfase em:Comunicação acessível e acolhedora;Manejo e orientação de pessoas com diferentes tipos de deficiência;Sensibilização para o respeito à diversidade e promoção da empatia nas ações culturais.Essa formação contribuirá para criar uma experiência cultural verdadeiramente inclusiva, reforçando o caráter educativo, social e transformador do projeto. 4. DIFUSÃO E ALCANCE SOCIAL:Todas as versões acessíveis dos produtos culturais — documentário, exposição e foto-livro — serão gratuitas e amplamente divulgadas em redes sociais, plataformas digitais, escolas e instituições culturais, com prioridade para o público jovem, comunidades periféricas e pessoas com deficiência. Serão firmadas parcerias com instituições especializadas (como APAEs, associações de surdos e de cegos) para facilitar o acesso e a participação ativa desses grupos nas ações culturais.Além disso, os debates e rodas de conversa que acompanharão as exibições públicas contarão com intérprete de Libras e material informativo acessível, garantindo que a discussão sobre cidadania, juventude e memória democrática seja inclusiva e plural. 5. IMPACTO SOCIAL E CULTURAL:As medidas de acessibilidade propostas reforçam o compromisso do projeto com os princípios da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto nº 6.949/2009) e com o Plano Nacional de Cultura (Lei nº 12.343/2010), que orienta a promoção de políticas culturais inclusivas.Ao adotar ações concretas de acessibilidade física e de conteúdo, o projeto “Para Juventude” não apenas cumpre as exigências legais, mas reafirma sua missão de valorizar a diversidade, democratizar o acesso à cultura e fortalecer o direito de todos à memória e à participação cultural.Essas iniciativas asseguram que o documentário e seus produtos complementares sejam ferramentas inclusivas de educação, cidadania e transformação social, alcançando o maior número possível de espectadores e participantes, sem barreiras físicas, comunicacionais ou simbólicas. Em síntese, o compromisso com a acessibilidade em “Para Juventude” expressa o propósito maior do projeto: garantir que a história da juventude amapaense, símbolo de esperança e engajamento democrático, seja acessível a todos, reafirmando a cultura como um direito humano universal e um instrumento de construção coletiva da sociedade.
RESPONSABILIDADE SOCIAL: DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO:O projeto “Para Juventude” foi concebido sob o princípio da democratização do acesso à cultura, compreendida como o direito de todas as pessoas — independentemente de classe social, idade, gênero, território ou condição física — de vivenciar, produzir e compartilhar bens culturais. Assim, todas as etapas de execução, exibição e difusão do projeto foram estruturadas para ampliar o alcance público, garantir acesso gratuito e promover a participação social e educativa dos diferentes segmentos da população amapaense e brasileira.1. DISTRIBUIÇÃO E CIRCULAÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS:A democratização do acesso será assegurada pela distribuição gratuita e descentralizada dos produtos resultantes do projeto — curta-metragem documental, exposição interativa e foto-livro — com ações voltadas tanto para o acesso presencial quanto para o acesso digital e remoto.1.1. Média-Metragem “Para Juventude”:O documentário será exibido gratuitamente em sessões públicas e abertas, realizadas em escolas, universidades, centros culturais, cineclubes, praças e auditórios comunitários de Macapá e dos 16 municípios do Amapá, alcançando jovens, professores, estudantes e comunidades locais.Serão realizadas sessões itinerantes em parceria com prefeituras, associações culturais e instituições de ensino, priorizando municípios com menor oferta de programação cultural.O filme terá exibição online gratuita, por meio de plataformas digitais acessíveis (YouTube, Vimeo, site institucional e redes sociais), garantindo que pessoas de outras regiões do país possam assistir sem restrições.O conteúdo será disponibilizado em versão acessível com Libras, audiodescrição e legendas descritivas, reafirmando o compromisso de inclusão social e cultural.Também será feita a doação de cópias em formato digital e físico (pendrives ou DVDs) para bibliotecas públicas, escolas, universidades, centros culturais e instituições ligadas à juventude, garantindo preservação e acesso permanente ao conteúdo.1.2. Exposição Interativa “Para Juventude – Memórias de 1997”:A exposição será aberta ao público e com entrada gratuita, montada inicialmente em espaço cultural de Macapá, com previsão de circulação itinerante por municípios do interior.A mostra contará com instalações multimídia, fotografias, materiais de imprensa, objetos simbólicos e trechos do documentário, propiciando uma experiência educativa e sensorial.A itinerância permitirá que escolas públicas, comunidades periféricas e jovens de diferentes territórios tenham acesso direto ao acervo e à história retratada, estimulando o sentimento de pertencimento e identidade.Durante o período de exposição, serão promovidos debates, rodas de conversa e visitas mediadas, fortalecendo a dimensão formativa do projeto e o diálogo intergeracional.1.3. Foto-livro “Para Juventude”:Serão produzidos exemplares do foto-livro com edição acessível e distribuição gratuita para bibliotecas públicas, universidades, escolas de ensino médio e técnico, instituições culturais e ONGs que atuam com juventude e cidadania.O material reunirá fotografias históricas, depoimentos e textos explicativos, servindo como instrumento pedagógico e de pesquisa acadêmica.Além da edição impressa, o foto-livro será disponibilizado em versão digital (PDF acessível) para download gratuito no site oficial do projeto e em plataformas de cultura e educação.Serão também distribuídas cópias em Braille e com fonte ampliada para bibliotecas especializadas e instituições voltadas à acessibilidade. 2. AÇÕES EDUCATIVAS E DE FORMAÇÃO:O projeto não se limita à exibição dos produtos culturais; ele também visa formar público, estimular a reflexão crítica e incentivar a produção cultural local. Para isso, serão implementadas ações educativas complementares:2.1. Oficinas e debates:Realização de oficinas gratuitas de audiovisual e memória social, voltadas para jovens estudantes e agentes culturais, abordando técnicas básicas de registro histórico, produção documental e preservação de acervos.As oficinas ocorrerão em parceria com escolas públicas e instituições de ensino superior, integrando teoria e prática, e promovendo a capacitação de novos agentes culturais no Amapá.Após as exibições do filme e durante a exposição, serão promovidos debates abertos e mesas de conversa com realizadores, pesquisadores, líderes juvenis e convidados especiais, fomentando a reflexão sobre protagonismo juvenil e políticas públicas de juventude.2.2. Ensaio aberto e bate-papo com o público:Antes da estreia oficial do curta-metragem, será realizado um ensaio aberto com a comunidade local e estudantes, possibilitando troca direta entre realizadores e público. Essa ação contribuirá para o engajamento social no processo criativo e o fortalecimento da cultura participativa.Após as exibições principais, serão organizados bate-papos públicos com a equipe de produção e personagens do documentário, valorizando a escuta ativa e o diálogo entre gerações.2.3. Ações integradas com escolas e universidades:O projeto será apresentado em sessões pedagógicas destinadas a professores e coordenadores de escolas públicas, incentivando a utilização do documentário e posteiormente do foto-livro como materiais de apoio didático nas disciplinas de história, sociologia, filosofia e artes.As instituições que aderirem às ações educativas receberão kits culturais contendo o documentário, o foto-livro e material de apoio pedagógico em formato digital. 3. TRANSMISSÃO E DIFUSÃO PELA INTERNET:Para ampliar o alcance e garantir o acesso nacional e internacional, o projeto investirá em difusão digital gratuita e multiplataforma, assegurando a permanência dos conteúdos na rede:Criação de um site oficial e perfis nas redes sociais do projeto, reunindo o documentário, conteúdos complementares, entrevistas, materiais didáticos e agenda de exibições.Transmissão ao vivo (ou gravada) das principais atividades — como debates, lançamentos e oficinas — em plataformas abertas como YouTube, Facebook e Instagram, com tradução simultânea em Libras.Publicação de minidocumentários e vídeos curtos educativos nas redes, voltados especialmente ao público jovem, estimulando a interação e a multiplicação das mensagens do projeto.Disponibilização do curta-metragem em portais públicos de cultura e educação, garantindo o acesso gratuito e permanente do conteúdo para instituições e espectadores de todo o país. 4. PARCERIAS E DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL:Para garantir a capilaridade e impacto social, o projeto firmará parcerias institucionais com:Secretarias municipais de cultura e educação, para incluir o documentário nas programações culturais e educativas locais;Universidades, escolas técnicas e ONGs ligadas à juventude, cidadania e comunicação;Pontões de Cultura, coletivos e cineclubes do Amapá, que atuarão como multiplicadores das exibições e oficinas;Instituições de acessibilidade, como APAEs e associações de surdos e cegos, garantindo o envolvimento direto desses públicos nas ações culturais.Essas parcerias permitirão que o projeto tenha alcance territorial ampliado, estimulando a circulação cultural e a formação de redes colaborativas entre artistas, educadores e gestores culturais.5. IMPACTO SOCIAL E CULTURAL:Ao adotar uma política de acesso gratuito, ações educativas e difusão multiplataforma, o projeto “Para Juventude” contribui para os objetivos da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) e do Plano Nacional de Cultura, reforçando o papel do audiovisual e da memória social como instrumentos de inclusão, reflexão e participação cidadã.As estratégias de democratização do acesso asseguram que o projeto ultrapasse o caráter expositivo e alcance dimensão formativa e transformadora, estimulando o público a reconhecer-se como parte da história e agente da mudança.Dessa forma, o projeto se consolida como uma ação cultural pública, acessível e educativa, que resgata o protagonismo da juventude amapaense e amplia o direito de todos à memória, à cultura e à participação social.
FICHA TÉCNICA – PROJETO “PARA JUVENTUDE”Proponente: Instituto Amazônia CriativaCNPJ: 23.895.185/0001-45Sede: Macapá/APLink do Portfólio: https://drive.google.com/file/d/1mgKP6kfULyd2HIo4qjzjn1OBrfvB8-V_/viewSOBRE O PROPONENTE:O Instituto Amazônia Criativa é uma organização sem fins lucrativos que atua na promoção da economia criativa, sustentabilidade e inclusão social na Região Amazônica, com foco na valorização das expressões culturais locais e no fortalecimento de cadeias produtivas criativas. Sua missão é fomentar ações culturais regenerativas que integrem cultura, educação, inovação e cidadania.Com experiência acumulada em projetos realizados por meio de editais públicos, parcerias privadas e leis de incentivo à cultura, o Instituto destaca-se por suas práticas éticas e sua capacidade de articulação entre agentes culturais e comunidades periféricas, indígenas e ribeirinhas, garantindo acessibilidade e democratização do acesso à cultura.No projeto “Para Juventude”, o Instituto atuará como responsável pela direção geral, gestão executiva, curadoria de conteúdo, comunicação institucional e produção acessível, mobilizando sua equipe técnica e sua rede de colaboradores para assegurar a execução de todas as etapas — da pesquisa histórica à distribuição dos produtos culturais.ATIVIDADES DO PROPONENTE E DO DIRIGENTE:O Instituto Amazônia Criativa, através de sua diretoria, desempenhará as seguintes funções no projeto:Coordenação geral e administrativa: supervisão técnica e orçamentária do projeto, garantindo conformidade com as normas da Lei Federal de Incentivo à Cultura.Gestão cultural e de produção: acompanhamento de todas as etapas (pré-produção, execução e pós-produção), assegurando a integração entre o documentário, o fotolivro e a exposição interativa.Curadoria de conteúdo e acervo: orientação conceitual sobre o recorte histórico da I Conferência Estadual da Juventude do Amapá, zelando pela autenticidade dos materiais e depoimentos.Gestão de comunicação e acessibilidade: planejamento de ações de divulgação, articulação com a mídia local, escolas, universidades e instituições culturais; garantia da acessibilidade de conteúdo (Libras, legendas e audiodescrição).Prestação de contas e avaliação de impacto: elaboração de relatórios, monitoramento de indicadores e entrega de resultados culturais, sociais e educativos.Mesmo as atividades voluntárias desempenhadas por membros da equipe terão caráter técnico e institucional, contribuindo para o fortalecimento da economia criativa regional e a consolidação da memória sociocultural do Amapá.EQUIPE PRINCIPAL DO PROJETO: 1. JOSIMAR BARROS DE SALESFunção: Diretor Geral e Coordenador do Projeto Currículo Resumido: Artista visual, produtor cultural, cenotécnico e designer com mais de 30 anos de atuação na cadeia produtiva da cultura amazônica. Fundador da Duas Telas Produtora Cultural e atual Diretor do Instituto Amazônia Criativa, Josimar tem ampla experiência em produção de espetáculos, direção de arte e coordenação de projetos culturais. Já produziu e dirigiu artistas de renome nacional como Ney Matogrosso, Flávio Venturini, Lia Sophia, Nilson Chaves e Lucinha Bastos, além de importantes nomes amapaenses como Enrico Di Miceli, São Batuques e Cley Luna. É idealizador do I Simpósio Amazônia Criativa e Sustentável (2022), evento que integrou arte, sustentabilidade e inovação social. No projeto “Para Juventude”, será responsável pela direção geral, curadoria conceitual e supervisão da equipe técnica. 2. JOSÉ SILVANO DE AZEVEDO FONSECA (THOMÉ AZEVEDO)Função: Diretor e Roteirista Currículo Resumido: Ator, diretor de teatro, TV e cinema com sólida trajetória artística iniciada nos anos 1980. Estudou Cinema na Escola Pompeu Fabra (Barcelona, Espanha) e foi diretor de programas e curtas na TV Cultura do Pará por uma década. Dirigiu documentários referenciais como “Meninos da Guarda”, “A Banda”, “Ciclo do Marabaixo” e “Macapá pra se viver”, resgatando a memória e identidade amazônicas. Foi jurado da Secretaria do Audiovisual (MinC) e ministrou oficinas de cinema em diversos festivais da Região Norte. No projeto “Para Juventude”, será responsável pela direção artística, roteiro e concepção narrativa audiovisual, conduzindo entrevistas e reconstituições históricas. 3. JOCIVALDO FRANÇA RAMOSFunção: Produtor Executivo e Cultural e Projetista Currículo Resumido: Sociólogo, professor, pesquisador e produtor cultural com mais de 30 anos de experiência em gestão e execução de projetos socioculturais. Especialista em elaboração, captação de recursos e prestação de contas de projetos culturais, atuou na coordenação de eventos como o Festival Amazônico de Hip Hop (Fundação Palmares, 2016) e o 1º Festival de Música de Verão no Meio do Mundo (FUNARTE, 2014). Comprometido com a diversidade cultural, inclusão e valorização da cultura local, será responsável pela coordenação executiva, produção técnica e articulação institucional com parceiros, patrocinadores e órgãos públicos. 4. JOB MIRANDA DE MOURAFunção: Pesquisador e Consultor Currículo Resumido: Sociólogo, pesquisador e articulista com 25 anos de experiência em análise social, planejamento estratégico e pesquisa de campo. Graduado em Pedagogia (UDESC), especialista em Sociologia (USCS) e Metodologia do Ensino Superior (UNINTER). Atua em pesquisas sobre comportamento social, políticas públicas e cultura na Amazônia, com domínio em análise de dados qualitativos e quantitativos. No projeto “Para Juventude”, coordenará a pesquisa histórica e o levantamento de acervos documentais e jornalísticos, além de contribuir na construção do roteiro e contextualização sociológica do documentário e fotolivro. 5. SUSANNE LILEN LEITE FARIAS (SUSANNE FARIAS)Função: Diretora de Produção e Projetista Cultural Currículo Resumido: Produtora cultural e gestora com mais de 20 anos de atuação na cena cultural do Amapá. Fundadora da Duas Telas Produções, foi uma das responsáveis pela estruturação dos primeiros editais de cultura do Governo do Estado do Amapá e pelo 1º Fórum do Carnaval Amapaense. Responsável pela realização de grandes espetáculos, como o show “Atentos aos Sinais” de Ney Matogrosso (2017) e o Festival Online Fica DiBubuia, além de projetos com patrocínio da Caixa Cultura, Ibermúsicas e Banco da Amazônia. No projeto “Para Juventude”, será responsável pela direção de produção, coordenação de logística e acompanhamento técnico da equipe audiovisual, editorial e expográfica.6. JOSIMAR DA SILVA AZEVEDO – Consultor e Palestrante: Consultor com ampla experiência na interface entre turismo, cultura e patrimônio. Foi responsável pela instalação do Caminho Religioso da Estrada Real (CRER) e pela Rota Nhá Chica, além de elaborar o Plano de Turismo Religioso de Cássia (MG) em parceria com o SEBRAE Minas. Coordenou o projeto Guardiões do Patrimônio Cultural, aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Atuou como supervisor do inventário que transformou o Círio de Nazaré em Patrimônio Imaterial da Cultura Brasileira. Docente por 29 anos, sendo 20 na PUC Minas, onde coordenou a Pastoral e o Núcleo de Estudos e Pesquisa em Pastoral da Cultura (NEPAC). Possui MBA em Gestão ESG. No projeto, atuará como consultor de conteúdo e patrimônio cultural, apoiando a abordagem temática e a contextualização histórica e simbólica do documentário.Portanto, o Instituto Amazônia Criativa será o responsável técnico e jurídico pela execução integral do projeto, envolvendo-se desde o planejamento estratégico até a prestação de contas final. Também promoverá ações complementares como formação de jovens aprendizes culturais, oficinas de audiovisual e mediação comunitária, fortalecendo o legado educativo e participativo da iniciativa.O projeto “Para Juventude – O Documentário” contará, assim, com uma equipe experiente, multidisciplinar e profundamente comprometida com a missão de fortalecer a identidade amazônica, difundir a cultura regional e estimular o protagonismo juvenil através do cinema documental.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.