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O Festival de Forró de Aldeia Velha é o mais importante das Baixadas Litorâneas e o maior evento dedicado ao forró no Estado do Rio de Janeiro. Realizado anualmente em Aldeia Velha, distrito do município de Silva Jardim, o festival já conta com treze edições ininterruptas no mesmo local. A XIV edição prevê 5 dias de intensa programação cultural, com shows de forró, apresentações de dança, Djs, oficinas e feira sustentável.O evento atraiu mais de 3.000 visitantes do Brasil e da Europa na última edição, reunindo todos para celebrar a cultura nordestina e valorizar esse patrimônio cultural imaterial característico da comunidade rural de Silva Jardim.
As apresentações de dança reúnem um apanhado dos estilos correspondentes ao forró pé de serra, xaxado, xote, coco, baião e forró, com o objetivo de contar a história desses gêneros e suas danças no Rio de Janeiro.Ao longo das apresentações, o público é convidado a participar, transformando o evento em um espetáculo-oficina interativo, com duração aproximada de 1h30min
Objetivo GeralPromover a preservação e valorização do forró, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), por meio da realização de um festival com ampla programação cultural. O projeto visa, ainda, fomentar a geração de trabalho e renda a partir da economia criativa, com ênfase na valorização dos fazedores de cultura das Baixadas Litorâneas, contribuindo para o fortalecimento cultural e socioeconômico da região.Objetivos específicosRealizar a XIV edição do Festival de Forró de Aldeia Velha, com duração de 5 (cinco) dias - 3, 4, 5, 6 e 7 de junho de 2026, promovendo apresentações de companhias de dança, Djs, shows de forró, oficinas e feira sustentável, valorizando o forró como expressão da cultura popular brasileira.Realizar 24 (vinte e quatro) shows de forró com grupos locais e regionais, representantes das tradições que compõem a identidade cultural da região das Baixadas Litorâneas.Realização de 6 (seis) oficinas culturais abrangendo literatura de cordel, Dança (Coco, Xote e Baião) e Música (Xote e Baião) com foco na formação e valorização das práticas culturais ligadas ao forró e à cultura popular. As oficinas serão ministradas por profissionais experientes da região.Apresentação musical com 38 (trinta e oito) DJs.Realização de 6 (seis) oficinas culturais abrangendo Literatura de Cordel, Dança (Coco, Xote e Baião) e Música (Xote e Baião), com foco na formação, transmissão de saberes tradicionais e valorização das práticas culturais ligadas ao forró e à cultura popular nordestina.As oficinas serão conduzidas por mestres e artistas da região, reconhecidos por sua trajetória e saberes.Realização de 10 (dez) apresentações de 2 (duas) companhias de dança.Promover, ao longo de 5 (cinco) dias de programação, a Feira Sustentável da Palmeira Juçara, destacando a valorização do artesanato local e da gastronomia caipira tradicional da região.Difundir o conhecimento histórico do gênero, fomentar e preservar a herança cultural do Forró como Patrimônio Cultural Imaterial declarado pela Lei nº 14.720/2023. Fomentar a economia criativa local, por meio da geração de oportunidades de trabalho e renda para artistas, técnicos, artesãos, cozinheiros e demais profissionais da cadeia produtiva da cultura.Valorizar e promover os fazedores de cultura das Baixadas Litorâneas, assegurando prioridade para artistas e agentes culturais da região na programação e execução do evento.Oferecer atividades formativas, como oficinas culturais e vivências artísticas, com foco na dança, música e literatura contribuindo para o fortalecimento da cultura local e a formação de público.Estimular o turismo cultural sustentável, ampliando a visibilidade de Aldeia Velha como destino de cultura e natureza, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico do município de Silva Jardim.Consolidar a tradição do forró como expressão cultural local.
O Festival de Forró de Aldeia Velha acontece há mais de uma década e se consolidou com o principal evento de relevância cultural, histórica, social e econômica, ao promover a preservação, valorização e difusão do forró tradicional, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro pelo IPHAN, pela Lei nº 14.720 de 2023. O projeto propõe a realização da XIV edição do festival, que ao longo de treze edições ininterruptas se tornou o mais importante evento de forró das Baixadas Litorâneas e o maior do gênero no Estado do Rio de Janeiro, com forte adesão de público e impacto na cadeia produtiva da cultura local.Localizado no distrito rural de Aldeia Velha, no município de Silva Jardim (RJ), o projeto contribui para a descentralização do acesso à cultura, promovendo atividades em um território historicamente marginalizado das políticas culturais estruturadas e com um dos menores IDHs do Estado do Rio de Janeiro. A realização do festival em um ambiente de grande riqueza natural e cultural amplia a oferta de bens simbólicos em uma região de baixa densidade cultural, incentivando o envolvimento da população local e o fortalecimento da identidade cultural do território.Vale ressaltar que a cultura caipira, presente de forma marcante nas comunidades rurais de Silva Jardim e em diversas regiões do interior do estado, é fundamental para a formação da cultura do Estado do Rio de Janeiro. Sua salvaguarda é essencial para o reconhecimento e a potencialização das identidades fluminenses e do patrimônio cultural imaterial. O festival, ao valorizar e promover expressões musicais, de dança, literárias, gastronômicas e artesanais enraizadas nas tradições caipiras e nordestinas, contribui diretamente para a preservação desses saberes e práticas populares.O projeto fortalece a economia criativa local, gerando trabalho e renda para artistas, produtores, técnicos, artesãos, empreendedores gastronômicos e demais profissionais da cadeia produtiva da cultura. Com um público estimado de milhares de visitantes por edição, o festival também atua como vetor do turismo cultural sustentável, projetando Aldeia Velha como destino cultural e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico do município de Silva Jardim.Reforçamos que a iniciativa está plenamente alinhada aos objetivos previstos no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos itens II, III e VI, ao promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.Por fim, o Festival de Forró de Aldeia Velha se constitui como espaço de celebração, resistência e salvaguarda da cultura popular brasileira, promovendo o direito à cultura e reforçando a importância das manifestações imateriais como forma de inclusão social, valorização da diversidade e fortalecimento da cidadania cultural.
O deslocamento dos artistas será de responsabilidade própria, sendo necessário apenas fornecimento de transporte local e hospedagem durante o período do Festival.
O projeto pedagógico desta ação propõe a realização de seis oficinas culturais dedicadas à vivência e ao aprendizado de expressões tradicionais da cultura popular nordestina, com ênfase na literatura de cordel, na dança (com foco em Coco, Xote e Baião) e na música (Xote e Baião). As atividades têm como objetivo fortalecer o contato do público com o universo do forró e suas manifestações, promovendo o reconhecimento e a valorização de saberes ancestrais e práticas comunitárias que constituem importantes patrimônios culturais brasileiros.A proposta formativa parte da compreensão de que a cultura popular é um campo plural, vivo e em constante transformação, e busca proporcionar uma imersão sensível e prática nesses repertórios, estimulando o desenvolvimento artístico, o senso de pertencimento, a expressão criativa e a conexão com tradições que atravessam gerações. As oficinas serão desenvolvidas por profissionais experientes da região, detentoras e detentores de saberes que dialogam de forma direta com essas linguagens, assegurando um processo pedagógico enraizado e fiel às práticas culturais que fundamentam o forró.A metodologia adota uma abordagem vivencial e colaborativa, privilegiando a experimentação corporal, a prática musical, a oralidade, a construção rítmica e a criação poética como caminhos de aprendizado. Ao longo das atividades, as pessoas participantes terão contato com os fundamentos históricos e culturais das linguagens trabalhadas, compreendendo sua origem, evolução e relevância social, ao mesmo tempo em que experimentam movimentos, ritmos, versos, cantos e dinâmicas coletivas que caracterizam a tradição do forró. Essa perspectiva integra teoria e prática de forma fluida, respeitando a dinâmica dos saberes populares e estimulando a autonomia criativa.As oficinas também buscam fortalecer a autoestima, o senso de comunidade e a valorização do território cultural, estabelecendo um ambiente acolhedor e acessível onde diferentes perfis e experiências possam se encontrar, aprender e criar juntas. Ao final do processo, espera-se que as participantes desenvolvam habilidades artísticas, ampliem sua percepção sobre a cultura popular e reconheçam-se como agentes culturais capazes de preservar, recriar e difundir essas práticas em suas comunidades.
O proponente se compromete, cumprindo as exigências que lhe forem aplicáveis contidas no artigo 2º, da Lei Brasileira de Inclusão – LBI (Lei nº 13.146/15), instituindo as seguintes medidas nos produtos culturais previstos no projeto cultural: FESTIVALAcessibilidade física: Todos os espaços do Festival serão acessíveis ao público PCDs, idosos e demais pessoas com mobilidade reduzida, com banheiros adaptados e rampas. Acessibilidade de conteúdo: Toda a comunicação do Festival será elaborada em linguagem simples, facilitando o entendimento por pessoas com deficiência intelectual.Além disso, um profissional com deficiência, especializado em acessibilidade, realizará capacitação e sensibilização junto à equipe de produção do Festival, garantindo práticas inclusivas em todas as etapas.APRESENTAÇÃO MUSICALAcessibilidade física: instalação de banheiros adaptados, implementação de um espaço reservado com visibilidade para o palco e estrutura adaptada, com rampas. Todos os espaços do Festival serão acessíveis ao público PCDs, idosos e demais pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade conteúdo: todos os shows contarão com intérpretes de libras, profissionais responsáveis pela tradução/interpretação e serviço de audiodescrição para as pessoas que apresentarem algum tipo de necessidade ou deficiência visual. OFICINAAcessibilidade física: instalação de banheiros adaptados, realização em área aberta e coberta com toldo anexo ao palco. Acessibilidade conteúdo: todas as apresentações contarão com intérpretes de libras, profissionais responsáveis pela tradução/interpretação.
A realização do Festival de Forró de Aldeia Velha representa uma importante oportunidade para o fortalecimento da cadeia produtiva local, envolvendo de forma integrada a comunidade, os agricultores, as famílias caipiras e os artistas, contribuindo para a preservação de tradições culturais centenárias. Localizado no município de Silva Jardim (RJ), o distrito rural de Aldeia Velha está inserido em uma das regiões com os menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado do Rio de Janeiro e historicamente excluída das políticas públicas culturais e sociais. Sendo assim, com o objetivo de garantir a inclusão e equidade ao acesso à cultura, todas as suas ações e atividades são oferecidas de forma totalmente gratuita. Vale ressaltar, que 70% dos artistas e produtores contratados são familiares de agricultores e de comunidades periféricas de baixa renda da região. Dentre eles a sua maioria é mulher e LGBTQI+ e os idosos são incluídos como mestres nas oficinas. Todas as atividades do projeto, incluindo apresentações e oficinas, serão transmitidas parcialmente pelas redes sociais durante o Festival, com previsão de alcançar mais de 10.000 visualizações, ampliando o acesso e o alcance do evento.Por isso, podemos afirmar que o projeto prevê as medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos conforme preceitua o Art.47 da Instrução Normativa nº 23/2025.
Luciane Menezes Coordenação Artística - Coelaboração do Projeto Cantora, Cavaquinista. Pesquisadora, Compositora, Produtora Cultural, Elaboradora de Projetos, Agroecologista e Permacultora. Desenvolveu projetos com 20 comunidades tradicionais, herdeiras de legados musicais de seusancestrais, expressões culturais como: o samba, a umbanda, a ciranda, o calango, o jongo, bois-pintadinhos, fado, mineiro-pau, folias de reis, caninha-verde entre outras, conhecendo e estudando de perto as famílias que salvaguardam tais patrimônios culturais imateriais, como a Ciranda de Tarituba, Fado de Quissamã, o Coral de Índios Guaranis, a Caninha Verde de Ferreiros – Vassouras, a Congada de Iriri Mirim – Paraty, o Boi Pintadinho de Miracema, o Jongo do Quilombo São José, o Jongo de Porciúncula entre outros. Dedicou-se à pesquisa de gêneros diversos da cultura ameaçados de extinção, recolhendo material nos mais variados pontos do país, com figuras emblemáticas de redutos tradicionais. Também é co-fundadora da Escola de Jongo do Quilombo São José.Marcos André Coordenação Musical - Coelaboração do ProjetoGraduado em Comunicação (PUC-Rio). Mestre em Economia Criativa (ESPM). Especialista, consultor e palestrante em criatividade, inovação, gestão e cidades criativas. Atua há 30 anos com fomento à cultura. Ex-Secretário Nacional de Economia Criativa do Ministério da Cultura (2013-2015) onde implantou incubadoras em 14 Estados do Brasil. Superintendente de Cultura e Diversidade Cultural (2008-2012) da Secretaria de Estado de Cultura do Rio. Co-criador e Diretor da Incubadora Rio Criativo, 1º incubadora de empresas de economia criativa do país. Responsável pelo Programa de Desenvolvimento da Economia Criativa do Estado do Rio e autor do Programa de Economia Criativa da Cidade do Rio (2016). Dirigiu a Rede de 230 Pontos de Cultura do Estado do Rio (2008-2011), do Programa de Empreendedorismo Cultural nas UPPs - "Favela Criativa" (2011-2013) e os editais de fomento ao Funk e empreendimentos da periferia (2012-2013). Criador do Prêmio de Mestres da Cultura Popular do Estado do Rio (2008-2011),Josemar Cunha Class Coordenação GeralÉ nativo de Silva Jardim de família mestiça de baixa renda. Produtor Cultural autodidata que realiza há 12 anos o Maior Festival de Forró do Estado do Rio de Janeiro durante a semana santa e o Ano Novo. É empreendedor individual e movimenta a economia solidária criativa no Município de Silva Jardim, bairro de Aldeia Velha que tem 1000 habitantes. Contrata em torno de 100 pessoas desta localidade para prestação de serviço durante as edições do Festival! Elizabeth Pereira Coordenação TécnicaTrabalha há 39 anos na gestão de projetos e produção de eventos de médio e grande portes, com amplo histórico nas áreas socioculturais, de patrimônio cultural e de direitos humanos. Vasta experiência em assessoramento administrativo no setor público, nas esferas estadual, distrital e federal, nos poderes Executivo e Legislativo, no terceiro setor e na iniciativa privada. Gestão administrativa do projeto Museu Virtual Itamar Assumpção; Gestão de contratos do projeto Enciclopédia Negra (Instituto SOMA); Consultoria de projeto para a realização do INCOSAI - Congresso Internacional das Instituições Superiores de Controle 2022 (Tribunal de Contas da União); Gestão administrativa e de projetos na Associação Brasil Mestiço Documentário "Eis aí a Lapa"; CD livro "Xangô da Mangueira"; Temporada de verão "Luciane Menezes e Pau da Braúna” no Circo Voador (edições 2004 e 2005); Encontros de jongueiros (edições 2004, 2005, 2006 e 2007); Projeto Quilombo Axé; Projeto Tempo Livre/SESergio Lobato - Coordenação Audiovisualpós-graduado em cinema, mestre em antropologia visual, diretor, roteirista e produtor de eventos. Tenho experiência de mais de 20 anos dirigindo vídeos coorporativos e documentários para o terceiro setor abrangendo milhões de espectadores pelo youtube. Também já dirigi Séries de TV exibidas em território nacional pela TV Cultura de São Paulo, TVBrasil e Canal Futura e dirigi programas sobre viagens pelo canal irlandês 802 da UPC. Também tenho experiência em pré-produções como pesquisador e antropólogo prestando serviços para a National Geographic Chanel junto ao diretor Neil Rawles através da produtora inglesa Icon Films.Isadora da Silva Corte Silveira - Assistente de Coordenação Com formação em filosofia pela UFRJ, é co-elaboradora de projetos, brincante da cultura popular. Produção e e Mídia Social nos projetos: Encontro de Cultura Caipira Juçara e Mata Atlântica e Escola de Boi Pintadinho e Mineiro Pau de Silva Jardim pelo edital Retomada Cultural, e no projeto Mulheres Artistas da Agroecologia com o edital Fomenta Festival através da Lei Aldir Blanc de incentivo à cultura. Gestora da Biblioteca Juçara Caipira da Mata Atlântica, Geladeira Cultural Aldeia Velha, Silva Jardim, Musicista convidada para pesquisa de gêneros musicais das baixadas litorâneas na formação do grupo Baile de Roça premiado no edital Cultura Presente nas Redes. De 2017 a 2021 foi diretora na Associação Cultural Bantu Brasil, onde em julho de 2021 assumiu o cargo de tesoureira.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.