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Esse projeto visa a montagem da encenação e circulação do espetáculo teatral "Macabete" que é uma livre adaptação da tragédia "Macbeth", de William Shakespeare, ambientada no sertão baiano. O projeto tem como meta ensaiar, montar o espetáculo e realizar três temporadas da peça: uma em um espaço cultural em um bairro periférico de Salvador, uma segunda em um teatro do circuito tradicional no centro da capital baiana e, uma terceira, em uma cidade do interior da Bahia com realização de oficinas artisticas na periferia de Salvador e cidade do interior da Bahia. Realização de oficinas artísticas na periferia de Salvador e cidade do interior da Bahia.
A trama acompanha o fazendeiro João Macabete, cuja vida muda radicalmente após ouvir a profecia de três carpideiras: ele se tornará Coronel da Comarca do Sertão, o mais alto posto político da região. Influenciado pela ambição de sua esposa, Senhora Macabete, o protagonista mergulha numa escalada de traições, assassinatos e alianças perversas. Ao alcançar o poder, Macabete torna-se cúmplice de grandes empreendedores na implantação de uma fábrica que causa o desmatamento da caatinga e o desvio do rio que abastece comunidades ribeirinhas, gerando seca, fome, miséria, e consequentemente, êxodo de parte da população. A peça, portanto, além de reinterpretar uma obra clássica, denuncia o ciclo de destruição ambiental promovido pela ambição desmedida e suas consequências. Em tempos de crise climática global e conflitos fundiários recorrentes, a narrativa funciona como um alerta sobre os efeitos irreversíveis das ações humanas sobre a natureza.
OBJETIVOSObjetivo GeralMontar e apresentar o espetáculo "Macabete" como ferramenta de democratização do acesso à cultura e promoção da arte teatral, fomentando reflexões críticas sobre o poder e a ética na sociedade contemporânea.3. Objetivos EspecíficosRealizar a montagem do espetáculo Macabete com um elenco de 10 atores/atrizes/músicos durante três meses, desenvolvendo trabalho com elenco, criação e execução da trilha sonora, figurinos, adereços, cenários, divulgação, Realizar, no interior da Bahia e periferia de Salvador, oficinade artes cênicas para grupos artísticos dessas comunidades;Apresentar 25 sessões do espetáculo, durante três meses, em três temporadas em teatros distintos de Salvador e interior da Bahia e assim: Formar plateias e estimular o pensamento crítico por meio de apresentações e debates. Valorizar profissionais da cultura local e estimular a economia criativa. Promover a inclusão de jovens da rede pública e pessoas com deficiência auditiva com a inclusão de pessoas PCDs na equipe.Promover uma reflexão crítica sobre as relações de poder, corrupção e destruição ambiental;Com o espetáculo, abrir discussão sobre a eminente escassez hídrica em que se vive o planeta atualmente e suas consequências para o futuro da humanidade; estimular a democratização do acesso à cultura; valorizar as expressões artísticas nordestinas e brasileiras; e estabelecer diálogos entre artistas e públicos de diferentes comunidades.
A peça traz à cena uma reflexão contundente sobre os efeitos da ambição e da corrupção. Adaptar um clássico como Macbeth para a realidade sertaneja baiana torna-o mais próximo do público e reforça a importância de descentralizar o acesso à cultura. O projeto estimula o desenvolvimento social por meio da arte, fortalece a identidade regional e gera oportunidades para artistas e técnicos locais.A montagem se justifica por seu potencial crítico e formativo, ao trazer para cena um clássico que espelha, em nova roupagem, os dilemas éticos, políticos e ambientais da atualidade. Shakespeare nos confronta com a essência trágica da condição humana — o poder como vício, o medo como método, e a destruição como preço. Ao situar essa tragédia no sertão nordestino, a peça valoriza a cultura regional ao mesmo tempo em que amplia o debate sobre o desmonte ambiental, os impactos sociais da industrialização predatória e a responsabilidade política dos indivíduos.Essa releitura permite:Desmistificar o teatro clássico;Discutir questões sociopolíticas e ambientais;Estimular intercâmbios culturais e formar novas plateias;Valorizar artistas de diferentes estágios da carreira;Fomentar a produção cultural local e nacional."Macabete" se propõe a ser mais que uma encenação. É uma denúncia poética sobre os danos provocados pela sede de poder, a devastação ambiental e o silenciamento das comunidades vulneráveis. O espetáculo pretende provocar reflexão, encantamento e transformação — atributos essenciais ao teatro em sua função social.O espetáculo destina-se a jovens a partir de 14 anos, adultos, idosos e profissionais de áreas diversas (teatro, música, psicologia, comunicação, etc.), além de estudantes e moradores do entorno dos locais de apresentação.Como forma de democratização do acesso ao espetáculo, o projeto prevê 03 temporadas em espaços disntintos, sendo, algumas com intérprete de Libras. Os ingressos serão populares. A estreia acontecerá em um bairro periférico de Salvador, seguida de apresentações em uma cidade do interior da e Bahia e por fim, uma temporada em um teatro do circuito tradicional na região central da capital baiana, buscando fomentar o hábito da apreciação teatral em diversas nas comunidades.Assim o projeto se justifica por :Facilitar o acesso à cultura: Contribuir para que todos tenham acesso às fontes culturais e possam exercer plenamente seus direitos culturais. Promover a regionalização ao estimular a produção cultural e artística em diversas regiões do país, valorizando os recursos humanos e o conteúdo local;Apoiar, valorizar e difundir as diferentes manifestações culturais e seus criadores. Proteger as expressões culturais dos diferentes grupos que formam a sociedade brasileira;Salvaguardar a sobrevivência e o desenvolvimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, protegendo o patrimônio material e imaterial.
O projeto é uma realização do Coletivo Canduras e Artes de Salvador, na Bahia.O Coletivo Candura e Artes foi criado em 2013 pelo diretor de teatro Nilsinho Pará e pela arte-educadora Cilene Canda com o objetivo de construir um espaço para o fazer artístico através de montagens teatrais, cursos e workshops.Várias pessoas foram se agregando, tornado-se um grupo de artistas unidos para conceber de forma colaborativa e produzir um local destinado a pequenos diálogos e intercâmbios artísticos.O coletivo já produziu a primeira versão de esquete de contação de estórias infantis. Essa Toalha Tem Estória, junto com a musicista Salua Chequer, em 2013; O espetáculo teatral A Atriz Que Não Sabia Morrer, em 2014, com Marcos Machado e Irema Santos; Em 2015, o recital de poesia Nos por Acaso: Um Caso de Poesia, com os atores Marcos Machado, Alda Valeria, Cilene Canda e o musico Ives Sahar e o espetáculos teatral Quaderna, O Encantado inspirado no protagonista do romance A Pedra do Reino de Ariano Suassuna, com o ator Ricardo Stewart, o musico Igor Reis, texto de Nilsinho Pará. O Encantado – Uma Saga Nordestina em Busca de Dom Sebastiao - 2018;A Menina que Queria Ter Asas, de Cilene Canda – 2018 e Vincent... Um Possivel Van Gogh, de Lago Jr. – 2019. Todos com direção artística de Nilsinho Para.Em 2020 e 2021, devido a pandemia, o coletivo se dedicou a criação de produtos audiovisuais para veiculação em suas plataformas digitais com criação de curtas metragens, vídeos poemas e de espetáculos teatrais de seu repertorio. E também na realização de lives temáticas sobre a produção cultural e processos de criação do grupo. Em maio de 2020, foi criado o vídeo poema “Sejamos Aguas”, disponível no canal do YouTube do Canduras e Artes. Sejamos Aguashttps://youtu.be/KU0ang9Tqj8?si=9wjzE5WC030BST1- Em agosto de 2020, foi produzido e veiculado pelo canal da FUNARTE o vídeo de contação de estórias Sarauzinho: A Cidade e o Bicho. Com uma proposta de artes integradas que agrega diferentes expressões artísticas (poesia, teatro, desenho,linguagens infantis, música e vídeo), criando um espaço-tempo de interações poéticas, musicais e brincantes entre crianças e adultos. Sarauzinho: A Cidade e o Bichohttps://www.youtube.com/watch?v=-xfz0A44T18&t=1s Foi criada em maio de 2021 a versão em audiovisual do espetáculo O Encantado – Uma Saga Nordestina em Busca de Dom Sebastião, com patrocínio do Governo Federal através da Lei Aldir Blanc, com diversas veiculações nos canais do YouTube do Canduras e Artes, com realização de lives temáticas sobre o espetáculo. O Encantado – Uma Saga Nordestina em Busca de Dom Sebastiãohttps://youtu.be/FVE0swjVCH0?si=r8lDkUZBQ9L8tpxM Em junho de 2021, O Encantado foi exibido nas plataformas do Teatro Castro Alves, dentro do projeto TCA em Casa – Especial Nordestes.Em setembro de 2021, foi criado o documentário Aspectos do Sebastianismo em O Encantado, através do projeto SESC Virtualidades, exibido nas plataformas digitais do SESC, junto com a exibição de O Encantado – Uma Saga Nordestina em Busca de Dom Sebastiao. Aspectos do Sebastianismo em O Encantadohttps://youtu.be/LD7CzHKpXRM?si=CXCrrrMW57pNkPyb Em maio de 2021, foi criada a versão audiovisual do espetáculo infanto-juvenil A Menina que Queria Ter Asas, também com patrocínio da Lei Aldir Blanc, veiculada nos canais do YouTube do Canduras e Artes, com realização de lives temáticas sobre os espetáculos. A Menina que Queria Ter Asashttps://youtu.be/I2VpDZ_-4bE?si=B3hv7iudxarbzsEf Em outubro, de 2021, foi produzido o curta metragem Esperança em um Tanque de Tubarões, um vídeo-performance com textos de contraposição a repressão, abordando temas ligados a liberdade, transgressão e insurgência, em novembro de 2021, exibido no V Colóquio Luso-Afro-Brasileiro de Questões Curriculares, com a temática Curriculum, Saberes e Culturas: (re)existências em formação. organizado pela Faculdade de Educação da UFBA. Esperança em um Tanque de Tubarõeshttps://youtu.be/BiyePeCt_Vw?si=UH1UqPBJf3bqnvgy Em marco de 2022, em parceria com a empresa Brincando Sem Fronteiras, foi realizado o ENLACE – Encontro de Arte, Cultura e Educação da Bahia, com rodas de conversa, oficinas, mostra de vídeos, espetáculos teatrais, lançamentos de e-books, da BSF Editora e muito mais, com patrocínio da Lei Aldir Blanc. Em outubro de 2022, o Canduras e Artes participou do I Festival da Primavera, realizado pela Universidade Estadual da Bahia – UNEB, com apresentações presenciais do espetáculo A Menina que Queria Ter Asas, para crianças da educação infantil. Em 2024 realizou o projeto O Encantado nos Museus, com patrocínio da Lei Aldir Blanc que é um projeto cultural de formação de plateia com apresentações do espetáculo teatral "O Encantado – Uma Saga Nordestina em Busca de Dom Sebastiao", exibição de documentário e realização de oficinas em museus de Salvador e uma cidade do interior. As ações aconteceram em setembro no Museu de Arte Moderna da Bahia, no Museu de Arte Contemporânea e no interior de estado da Bahia, no Parque Histórico Alves, na cidade de Cabaceiras do Paraguaçu. Todas elas com a presença de intérprete de libras. Também em setembro de 2024, o Canduras e Artes, juntamente com o Grupo Nós Por Acaso, apresentou no Teatro de Arena em São Paulo os espetáculos: Nós Por Acaso – Sonora Poesia & Outros Baratos e O Encantado – Uma Saga Nordestina em Busca de Dom Sebastiao com grande repercussão no público paulistano. A sede do Coletivo Canduras e Artes é uma sala na Rua Carlos Gomes voltada para ensaios, debates, reuniões, cursos e oficinas no campo das artes, da educação e da cultura. A intenção do coletivo é produzir momentos de trocas e diálogos no campo artístico.. Integrantes Fixos do Coletivo Canduras e ArtesNilsinho Pará - Diretor Artístico, Produtor, Videomaker, Iluminador e DramaturgoIgor Trovanova – Músico, Cantor, Compositor, Diretor Musical e IntérpreteCilene Canda – Atriz, Diretora, Escritora, Monitora de Oficinas e ProdutoraRicardo Stewart – Ator, Manipulador de Bonecos e Monitor de OficinasLeandro dos Reis – Técnico de Palco, Iluminador e Operador de LuzJoão Pedro Abudde – Assistente de Produção, Contra Regra e Operador de SomMilena Ribeiro – Coordenadora de Produção Contatos:Nilsinho Pará71 98754 2769 Milena Ribeiro71 99260 9068 Cilene Canda71 98733 2808 canduraseartes@hotmail.comhttps://www.facebook.com/canduraseartes/https://www.instagram.com/canduraseartes/ You Tube Canduras e Artes Coletivo Canduras e Artes
CONCEITO E TEMÁTICAMacabete é uma livre adaptação da tragédia Macbeth, de William Shakespeare, ambientada no sertão baiano, especificamente nas regiões de Monte Santo e Uauá, onde conflitos por terra, desigualdades sociais e devastação ambiental ainda marcam a paisagem e a vida das populações locais.A montagem parte da sede de poder — tema central do texto original — para tecer uma crítica contundente à ganância humana, que não hesita em devastar o meio ambiente e sacrificar vidas em nome do lucro, do prestígio e do domínio político. João Macabete, protagonista da história, é um fazendeiro que se deixa consumir por uma profecia que o aponta como futuro Coronel da Comarca do Sertão. Junto à sua esposa, Senhora Macabete, ele percorre um caminho de violência e corrupção, eliminando todos que se interpõem entre ele e o poder.Ao atingir o auge, Macabete se alia a grandes empreendedores e viabiliza a construção de uma fábrica que desmata áreas inteiras e altera o curso de um rio que abastece comunidades ribeirinhas. Essa ação gera impactos diretos e irreversíveis na vida da população local: intensifica a seca, agrava a miséria e provoca êxodo forçado. A peça denuncia essas consequências como resultado direto da ação predatória do homem sobre a natureza — uma realidade cada vez mais atual e urgente de ser debatida.A devastação do sertão baiano em Macabete não é apenas um reflexo ficcional; é também uma metáfora das políticas ambientais irresponsáveis que têm marcado a história recente do Brasil, especialmente no contexto da destruição de biomas, flexibilização de leis ambientais e criminalização da luta por terra.A natureza, nesta encenação, não é mero pano de fundo: ela é personagem e testemunha. É nela que se inscrevem as tragédias individuais e coletivas provocadas por modelos de desenvolvimento que colocam o capital acima da vida.A encenação busca, portanto, provocar uma reflexão profunda sobre o uso e o abuso do poder, sobre a ética na política e sobre o impacto que cada ação humana — por menor que pareça — exerce sobre o planeta. Cada escolha de Macabete carrega implicações ambientais, sociais e espirituais.Através da força simbólica do teatro, Macabete propõe um grito de alerta: a natureza não é infinita, tampouco passiva. Ela responde — com secas, desequilíbrios, sofrimento e silêncio — às ações de seus agressores. Neste sentido, a peça torna-se um chamado à consciência ecológica, ética e política de todos que a assistem.PROCESSO DE CRIAÇÃO TRABALHO COM O ELENCO A montagem de Macabete é baseada num intenso trabalho físico, corporal e psíquico com os atores. Cada intérprete desenvolverá uma linguagem própria de sons e gestos, inspirada em princípios psicanalíticos, buscando interpretações viscerais que revelem o terno, o romântico, o grotesco e o patético das relações humanas. Movimentos serão enriquecidos com técnicas de dança, criando coreografias e lutas cênicas. O elenco será composto por até 10 atores/atrizes/músicos que se revezarão em múltiplos personagens, usando figurinos e adereços como elementos transformadores. Todos permanecem em cena o tempo todo, alternando entre atuação, execução musical ao vivo e mudanças de cenário. TRILHA SONORA A trilha será criada durante os ensaios, com músicas executadas ao vivo pelo elenco. Predominantemente percussiva, ela será construída com instrumentos e sons do universo sertanejo-medieval (rabeca, tambores, apitos, tamancos), incluindo o uso expressivo do corpo como caixa de ressonância. A sonoplastia alterna entre climas densos, líricos e cômicos. CENOGRAFIA, FIGURINOS E ADEREÇOS Cenário, figurinos e adereços se integram em uma proposta minimalista e funcional. Um painel translúcido no fundo do palco permite jogos de sombra e contraluz. Tecidos presos a cordas com roldanas criam espaços cênicos em tempo real. Bancos e cabideiros laterais servem como praticáveis, mobiliário e objetos de cena. A cenografia é adaptável e simbólica, focada na criação de atmosferas. ILUMINAÇÃO A luz em Macabete foge do realismo e atua como personagem. Em certos momentos, acompanha o estado emocional dos personagens; em outros, anima objetos cênicos ou segue o ritmo da música. Trabalha com contrastes fortes entre luz e sombra, criando espaços simbólicos como corredores subterrâneos e atmosferas de tensão.PÚBLICO-ALVOO espetáculo é direcionado a públicos diversos, com destaque para:• Jovens e adultos interessados em teatro contemporâneo e temáticas históricas; • Estudantes do ensino médio e superior das áreas de artes, história, sociologia e filosofia;• Educadores e formadores culturais interessados em promover debates sobre representatividade e construção de narrativas históricas; • Público de festivais e circuitos de artes cênicas que privilegiam linguagem experimental e crítica social.PLANO DE DIVULGAÇÃOA divulgação será estruturada em três frentes principais:1. Mídias digitais e redes sociais: Criação de identidade visual própria para a campanha de divulgação com teasers em vídeo, depoimentos do elenco, registros de ensaio e entrevistas. Utilização das plataformas Instagram, Facebook e TikTok com planejamento semanal de postagens e impulsionamentos segmentados.2. Ações educativas e formativas: Rodas de conversa com especialistas, oficinas com estudantes e bate-papos pós-espetáculo. Essas ações funcionarão como estratégia de fidelização e formação de plateia, especialmente em escolas públicas e universidades.3. Assessoria de imprensa e comunicação institucional: Parcerias com veículos de comunicação locais e nacionais, envio de releases para colunistas culturais, participação em programas de rádio e podcasts sobre arte e cultura.A campanha busca não apenas atrair público, mas ampliar o debate levantado pelo espetáculo, garantindo sua inserção no circuito crítico da produção artística contemporânea. PLANO DE DIVULGAÇÃOO plano de comunicação será executado em três frentes complementares:1. Assessoria de ImprensaProdução e envio de press releases para jornais, revistas e blogs culturais;Agendamento de entrevistas em rádios, TVs e mídias digitais;Cobertura fotográfica e em vídeo do processo e estreia.2. Mídias DigitaisCriação de perfis específicos para o espetáculo (Instagram, Facebook e TikTok);Publicações regulares com vídeos de bastidores, ensaios, curiosidades históricas e teasers;Impulsionamento de publicações com recorte geográfico e demográfico.3. Material Gráfico e PromocionalCartazes, folders, convites impressos e digitais;Produção de banners e backdrops para ações em escolas e centros culturais;Parcerias com influenciadores e perfis culturais locais.4. Relacionamento com EducadoresProdução de material pedagógico complementar para estudantes e professores;Agendamento de sessões com escolas públicas com mediação antes ou após o espetáculo. PLANO DE CIRCULAÇÃOO plano de circulação contempla a democratização do acesso ao espetáculo e sua inserção em contextos formativos e reflexivos. Prevê-se a realização de apresentações presenciais em diferentes espaços culturais de Salvador e cidades do interior com histórico de fomento à cultura.A circulação será dividida em duas etapas:Etapa 1 – Circulação em Espaços Culturais em bairros periféricos de Salvador: Serão realizadas apresentações gratuitas do espetáculo em teatros, centros culturais e espaços independentes em bairros periféricos de Salvador. Em cada, serão duas apresentações e ocorrerão atividades paralelas como oficinas, debates e bate-papos com o público.Etapa 2 – Temporada comercial em Salvador (BA): A temporada comercial para o público em geral ocorrerá em espaço cênico de referência (ex: Teatro SESI Rio Vermelho, Sala do Coro do TCA, Teatro Gregório de Mattos), com apresentações regulares por quatro semanas, além de sessões formativas para estudantes.
O projeto prevê ações destinadas a accessibilidades físicas com a realização das atividaes em espaços que possuem rampas, elevadores, banheiros adaptados, sinalização tátil no piso, vagas de estacionamento reservadas e corrimãos; atitudinal, com a capacitação de equipes para lidar com o público PCD, contratação de profissionais com deficiência e promoção da conscientização sobre o tema; comunicacional, com inclusão de intépretes de Libras em algumas sessões do espetáculo e; informacional, com a divulgação em formatos acessíveis e comunicação clara sobre os recursos de acessibilidade disponíveis, horários e espaços tranquilos.
O projeto prevê a realização de sessões gratuitas nas periferia de Salvador e cidade do interior da Bahia, doação de 10% (dez por cento) dos ingressos nas apresentações com cobraça de ingresso (com preços populares) com caráter social ou educativo; a disponibilização na internet de registros audiovisuais dos espetáculos e de outros eventos referentes ao produto principal; garantia a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; a realização gratuita de atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; a realização de ações culturais voltadaa para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores e; o estabelecimento de parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público.
Edinilson Mota DiasNome Artístici: Nilsinho ParáFunção no projeto: Proponente, Autor do Texyo e Diretor ArtísticoDiretor de Teatro, Autor, Produtor, Iluminador. Diretor de Audiovisual da TV Educativa da Bahia.Bacharel em Artes Cênica em 1995 pela da Universidade Federal da Bahia. Mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia – PPGAC/ UFBA, em 2013.Em 2013 criou o Coletivo Canduras e Artes, no qual já realizou: A Atriz que Não Sabia Morrer - 2014. Adaptação do livro de contos As Camas e os Cães de Adelice Souza (Produtor, coautor e Diretor); Quaderna, O Encantado (2015) Texto inspirado em Pedro Dinis Ferreira Quaderna, protagonista de A Pedra do Reino e Ariano Suassuna (Autor, produtor e diretor); A Menina que Queria Ter Asas – 2018. Texto de Cilene Canda (Diretor e Produtor); O Encantado – Uma Saga Nordestina em Busca de Dom Sebastião, 2018 (Autor e Diretor) e Vincent... um possível Van Gogh!, 2019. Texto de Lago Jr. (Diretor).Os principais integrantes da equipe são:Bertrand DuarteFunção no projeto: AtorAlgumas experiências no cinemaSUPEROUTRO (protagonista)Média metragem roteirizado e dirigido por Edgard Navarro – 1988 – Salvador - BAPrêmios de Melhor Ator, diretor e roteiro do Festival de Gramado 1989 ALMA CORSÁRIA (protagonista)Longa metragem roteirizado e dirigido por Carlos Reinchebach – 1996 – São Paulo – SPMelhor ator no Festival de Cuiabá - 1998Melhor Filme no Festival de Brasília – 1997Melhor Filme no Festival Internacional de Pésaro – Itália PAU BRASIL (protagonista) Longa metragem dirigido por Fernando Belens – 2009 – Salvador – BAMelhor Ator no Festival de Curitiba 2009Melhor Direção de ArteMelhor atriz coadjuvanteDAWSON - ISLA 10Longa metragem de Miguel Littin – 2009- Chile / Brasil (EM CARTAZ NO BRASIL SETEMBRO 2011)Filme Indicado pelo Chile à academia de Hollywood para candidato ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro 2009 O HOMEM QUE NÃO DORMIA (protagonista)Longa metragem de Edgard Navarro – 2008 – Salvador – BA (AVÁNT PREMIÉRE JULHO 2011 – SELEÇÃO OFICIAL FESTIVAL DE BRASÍLIA 26/09 a 03/10)ABAIXO A GRAVIDADELonga metragem de Edgard Navarro – 2016 (inédito)LONGE DO PARAÍSO - 2020Longa metragem de Orlando SennaExperiências na TelevisãoMEMORIAL DE MARIA MOURARede GLOBO – Seriado dirigida por Luiz Fernando Carvalho – 1995 UMA MULHER VESTIDA DE SOLRede GLOBO – Especial dirigido por Luiz Fernando Carvalho – 1996 O COMPADRE DE OGUMRede GLOBO – Especial dirigido por Roberto Talma – 1998A FAVORITARede GLOBO – Novela de João Emanuel – 2008GABRIELARede GLOBO – Novela de Walcir Carrasco inspirada na obra de Jorge Amado – 2012 VELHO CHICORede GLOBO – Novela de Benedito Ruy Barbosa – 2016Experiências no teatroO AMOR DO NÃOde Fauzi Arap – Direção Eduardo CabúsPrêmio Martim Gonçalves (Melhor Ator de 1980) O REI DA VELAde Oswald de Andrade – Direção Walter SaixasTeatro do ICBA – Setembro e outubro / 82Indicado para o Prêmio Martim Gonçalves (Melhor Ator de 1982) DECAMERÃOde Bocaccio – Adaptação Cleise Mendes – Direção Luiz MarfuzTeatro Ipanema (Rio de Janeiro) – Abril e maio / 83 A SERPENTEde Nelson Rodrigues – direção Walter SeixasSala do Coro do Teatro Castro Alves – Maio / 84 EM ALTO MARde Slawomir Mrozeck – Direção Ewald HacklerTeatro Santo Antonio – junho e julho / 85DEUSde Wood Allen – Direção Edgard NavarroTeatro Santo Antonio – junho e julho / 86 QUARTETOde Heiner Muller – Direção Gil Vicente TavaresTeatro do ICBA – maio de 2014Victor Kizza Paiva dos SantosFunção no projeto: AtorNome Artístico: Victor KizzaLicenciado em Artes Cênicas - UFBAPrincipais Trabalhos em TeatroLiberdadeDireção – Pedro HenriquesTexto – Adaptação de “Liberdade-Liberdade” de Millôr Fernandes e Flávio Rangel por Pedro HenriquesO Mundo Mágico dos ElfosTexto e direção – Patrícia GonçalvesBarrelaDireção – Nathan MarreiroTexto – Plínio Marcos Uma Mulher Vestida de SolTexto – Ariano SuassunaDireção – Nathan Marreiro.Ópera da MalandragemTexto – Wole Soyinka (Nigéria) Nobel de LiteraturaDireção – Paulo DouradoIAURETÊTexto adaptado das obras Maíra de Darcy Ribeiro e Meu Tio O Iauaretê de Guimarães RosaDireção e Adaptação – Lia SpósitoO Sumiço da SantaTexto adaptado da obra de Jorge AmadoAdaptação – Claudio SimõesDireção Fernando Guerreiro Igor TrovanovaMúsico, compositor e cantor.Função no projeto: Compositor e Diretor MusicalCompositor, Cantor, Multi-instrumentista, Produtor musical Vocalista da Camerata Popular do Recôncavo e Essa Toalha tem EstóriaIdealizador show “TROVA NOVA”Criou trilhas sonoras para os espetáculos:Quaderna, O Encantado – 2015 (Nilsinho Pará)A Menina que Queria ter Asas – 2018 (Nilsinho Pará)O Encantado – Uma Saga Nordestina em Busca de Dom Sebastião – 2018 (Nilsinho Pará) Marta BezerraFunção no projeto: Coreógrafa e Preparadora CorporalProfessora, Mestre e Doutora em Dança UFBA Licenciatura em Dança (2016)Possui experiência na área de Artes como professora de Contato Improvisação e Dança Contemporânea. Diretora de espetáculos de dança, performances e vídeo-arte, com temas voltados para a educação ambiental e preservação do meio ambiente. Coordenou o evento Dançando nas Montanhas, realizado na Chapada Diamantina entre os anos de 2001 a 2015. Cilene CandaFunção no projeto: Atriz, Monitora de Oficinas e Assistente de DireçãoExperiência como atriz:A pedra do meio dia ou Arthur e Isadora, direção de (Nilsinho Pará), texto de Bráulio Tavares, 2007, participação no 11º Festival Nacional de Teatro Infantil;Vozes negras, recital performático, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, 2010;Nós, Por Acaso: um caso de poesia, Teatro Eva Herz, direção Alda Valéria, 2015;Histórias brincadas, Petiz Festival de Artes para a Infância e Juventude, direção Roberta Ribeiro, 2016;Eu luto!, Comitê poético contra o golpe, com Clea Marquenda, Deusi Magalhães e Alda Valéria, performance/teatro de rua, 2017;A menina que queria ter asas, direção de (Nilsinho Pará), 2018. Bira FreitasFunção no projeto: AtorJosé Ubirajara Freitas Santos “Romeu e Julieta” e “As Pequenas Raposas” (dir. Harildo Déda)"Jeremias o Profeta da Chuva" (dir. Adelice Souza)"Velhos Marinheiros", “As Confrarias” e "Sob as Tetas da Loba (dir. Paulo Cunha) "Canudos a Guerra do Sem Fim", “A Paixão de Cristo” (dir. Paulo Dourado) ”Espanca, Um drama em Flor”, "Deus Danado" , "A Árvore dos Mamulengos" (dir. Alda Valéria) "O Santo Inquérito" (dir. Otávio Correia) "As Cidades" (dir.e Caio Rodrigo). Ricardo StewartFunção no projeto: Ator e Monitor de OficinasMarcos Ricardo dos SantosLicenciado em Teatro UFBAAtuou no Espetáculo Fragmentos de Teatro I (Samuel Beckett como ator-manipulador.Em 2008 O Espetáculo Fragmentos de Teatro I ganhou o prêmio Especial do Júri, pela pesquisa em Teatro de Formas Animadas, 22 Festival Internacional de teatro Universitário de Blumenau.Ganhou o prêmio de melhor Ator do Festival de Teatro de Rua do SESC Juazeiro-Ce em 2001 com o espetáculo Um Dia de Príncipe (José Maria Mapurunga). Atuou no espetáculo A Serva (Emanuele Nogueira) e Protocolo Lunar (Sonia Rangel).Foi Ator-manipulador na TV Aratu (SBT) No programa Infantil Clube da Alegria (Carla Perez).Quaderna, O Encantado – 2015 (Nilsinho Pará)A Menina que Queria ter Asas – 2018 (Nilsinho Pará)O Encantado – Uma Saga Nordestina em Busca de Dom Sebastião – 2018 (Nilsinho Pará)Vica HamadFunção no projeto: Atriz e Preparadora Vocal (UFBA).Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFBA, Integrante do grupo de pesquisa LAVRARE - Laboratório de Voz: rastros e redes, inscrito no CNPq sob a liderança da prof. Dra. Meran Vargens. Integrante da Rede Nacional Voz e Cena. Pesquisa na área de voz pra cena e musicalidade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.