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Brasil Feito à Mão _ Programa ARTESA de Capacitação é um projeto cultural de impacto social voltado à valorização e profissionalização do artesanato como instrumento de geração de renda, inclusão produtiva e fortalecimento da identidade cultural. Direcionado prioritariamente a mulheres, comunidades tradicionais e grupos em situação de vulnerabilidade, promove capacitação técnica, criativa e empreendedora em design, produção, gestão e comercialização, estimulando práticas sustentáveis no uso de matérias-primas. As ações contemplam oficinas, palestras, mentorias e atividades formativas que favorecem a autonomia e a permanência dos participantes no setor. O projeto será realizado em 07 municípios brasileiros, incluindo a região da Pequena África, no Rio de Janeiro, território simbólico da resistência afro-brasileira. Como culminância, haverá exposição coletiva e catálogo bilíngue.
O Brasil Feito à Mão – Programa ARTESA de Capacitação é um projeto cultural inovador e inclusivo, concebido para fortalecer, preservar e valorizar o artesanato como patrimônio imaterial, meio de expressão artística e alternativa de geração de renda sustentável. Sua proposta nasce da compreensão de que, embora o artesanato brasileiro seja reconhecido mundialmente pela sua diversidade, riqueza estética e conexão com as raízes culturais, grande parte dos artesãos enfrenta sérias dificuldades para transformar sua produção em fonte de sustento digno. Essa contradição revela a urgência de iniciativas estruturadas que promovam a profissionalização e a inserção competitiva desses trabalhadores no mercado contemporâneo. O projeto concentra suas ações em seis municípios estratégicos – Pequena África e Região dos Lagos (RJ), Fortaleza (CE), Caruaru e Pesqueira (PE), Belém e Ilha do Marajó (PA) – regiões escolhidas tanto pelo valor simbólico e histórico quanto pelo potencial artesanal. Nesses territórios, os artesãos e suas comunidades terão acesso a oficinas, cursos, palestras e mostras culturais, que buscam aliar tradição e inovação, ressignificando práticas ancestrais à luz de ferramentas modernas de design, gestão e comercialização. Uma das marcas do BRASIL FEITO À MÃO é o viés formativo direcionado a adolescentes e jovens. Por meio de palestras e atividades especialmente planejadas para esse público, o projeto procura despertar o interesse das novas gerações pelo artesanato, estimulando a continuidade de práticas tradicionais que correm risco de se perder com o tempo. O contato direto com mestres artesãos e especialistas permitirá aos jovens compreenderem que o artesanato é não apenas uma forma de expressão cultural, mas também um caminho concreto de profissionalização e independência financeira. Em muitos dos territórios contemplados, a juventude encontra-se em situação de vulnerabilidade, com escassas oportunidades de trabalho. Muitas vezes, as opções limitam-se à agricultura de subsistência ou à pesca, atividades que, embora essenciais, nem sempre garantem estabilidade econômica. O artesanato, nesse contexto, surge como uma possibilidade transformadora, capaz de abrir novos horizontes, promover inclusão social e assegurar um futuro mais digno para jovens e comunidades inteiras. O projeto também enfatiza a conscientização ambiental e a sustentabilidade. Ao estimular o uso responsável das matérias-primas, o reaproveitamento de insumos e o respeito aos ciclos da natureza, o projeto incentiva práticas produtivas de baixo impacto ambiental, alinhadas às agendas globais de desenvolvimento sustentável e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Nesse sentido, cada oficina ou capacitação integra à técnica artesanal conteúdos de educação ambiental e inovação sustentável, fortalecendo a conexão entre cultura, meio ambiente e economia criativa. Impactos Esperados O Brasil Feito à Mão – Programa ARTESA de Capacitação não se limita a capacitar artesãos, mas busca consolidar um ecossistema sustentável de valorização do artesanato. Entre os resultados esperados, destacam-se: Formação de uma rede de artesãos mais capacitados, autônomos e orgulhosos de sua identidade cultural; Inserção dos participantes em mercados locais, nacionais e internacionais; Inclusão produtiva de jovens, mulheres e idosos em situação de vulnerabilidade; Preservação de saberes tradicionais ameaçados, transmitindo-os às novas gerações; Estímulo a práticas sustentáveis e de baixo impacto ambiental; Fortalecimento da economia criativa e das cadeias produtivas locais; Ampliação da visibilidade do artesanato brasileiro como patrimônio cultural de relevância universal. Mais do que um projeto de capacitação, o Brasil Feito à Mão – Programa ARTESA de Capacitação é uma iniciativa de impacto duradouro, que contribui para preservar o legado do artesanato nacional e projetar seus protagonistas para novos patamares de reconhecimento no cenário cultural e econômico.
OBJETIVO GERALO projeto Brasil Feito à Mão _ Programa ARTESA de Capacitação tem como objetivo central fortalecer o artesanato como patrimônio cultural, instrumento de geração de renda e vetor de desenvolvimento sustentável, promovendo a valorização, profissionalização e visibilidade de artesãos e coletivos criativos em quatro estados brasileiros: Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará e Pará.A iniciativa busca consolidar uma metodologia de capacitação técnica, criativa e empreendedora, capaz de unir tradição e inovação, ampliando o protagonismo de comunidades artesanais, especialmente de mulheres, jovens e grupos em situação de vulnerabilidade social, que encontram no fazer manual uma oportunidade de inserção produtiva e afirmação identitária.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Mapear e reconhecer as tradições artesanais locais, identificando tipologias, saberes, matérias primas e técnicas predominantes em cada território.- No Rio de Janeiro, o foco está na região da Pequena África, território simbólico da resistência afro-brasileira, que reúne ofícios tradicionais de matriz africana e afro-brasileira e Região dos Lagos.- Em Pernambuco, o projeto atuará nos polos de Pesqueira e Caruaru, valorizando a cerâmica, a renda e o bordado.- No Ceará, visitaremos os artesãos de Fortaleza, com destaque para a renda de bilro, palhas e trançados.- No Pará, a ação alcançará Belém e a Ilha do Marajó, territórios reconhecidos pela cerâmica marajoara e trançados vegetais.- Capacitar artesãos em competências técnicas e criativas, por meio de oficinas e mentorias que abordam temas como: - Aprimoramento de técnicas produtivas; - Desenvolvimento de coleções autorais com identidade regional; - Design de produto e inovação estética; - Sustentabilidade e uso consciente de matérias-primas; - Acabamento, qualidade e padronização.- Desenvolver competências empreendedoras e de gestão, fortalecendo a autonomia dos participantes em temas como: - Precificação, custos e controle de produção; - Planejamento e gestão de negócios criativos; - Marketing digital, fotografia de produto e comercialização; - Acesso a mercados físicos e virtuais, feiras e plataformas digitais.- Promover a inclusão produtiva e a geração de renda, estimulando a formalização de empreendedores individuais e coletivos, a criação de cooperativas e redes de economia solidária, e o estabelecimento de parcerias comerciais sustentáveis.- Fomentar o intercâmbio entre tradição e contemporaneidade, aproximando mestres artesãos, designers e instituições de ensino — como o Instituto Marangoni — para o desenvolvimento de produtos com alto valor cultural e potencial de inserção no mercado criativo e turístico.- Valorizar a diversidade cultural brasileira, reconhecendo o papel do artesanato como expressão de identidade, memória e patrimônio imaterial. O ARTESA busca resgatar técnicas tradicionais ameaçadas de desaparecimento e fortalecer o protagonismo de comunidades que preservam saberes ancestrais.- Gerar visibilidade e novos canais de comercialização, por meio da criação de um catálogo bilíngue (português/inglês), de uma exposição coletiva com as coleções desenvolvidas e de uma vitrine digital, ampliando o alcance dos produtos e histórias dos participantes. - Consolidar práticas sustentáveis e responsáveis, promovendo o uso de matérias-primas regionais, o reaproveitamento de resíduos e a valorização do ciclo produtivo artesanal, alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente: ODS 5 (Igualdade de Gênero); ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico); ODS 10 (Redução das Desigualdades); ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis); ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação).- Alinhar o projeto às políticas públicas de economia criativa e inclusão produtiva, fortalecendo a integração entre cultura, desenvolvimento territorial e inovação social, contribuindo para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Cultura (PNC).- Ampliar o impacto social e cultural, beneficiando diretamente 4.000 pessoas — entre artesãos, familiares, aprendizes e membros de comunidades envolvidas — e indiretamente milhares de consumidores, visitantes e agentes da cadeia criativa.Em síntese, o BRASIL FEITO À MÃO se propõe a transformar realidades locais por meio da arte e do ofício, oferecendo ferramentas concretas para que o artesão brasileiro se reconheça como agente cultural, empreendedor criativo e guardião da identidade nacional.
O artesanato brasileiro é uma das expressões culturais mais ricas e diversas do mundo. Produzido a partir de uma imensa variedade de matérias-primas e impulsionado pelo talento criativo de milhares de artesãos espalhados por todas as regiões do país, constitui-se como uma manifestação autêntica da identidade nacional. Cada peça traz em si a marca do território, da memória coletiva e da ancestralidade de quem a produz, revelando uma pluralidade que reflete a diversidade étnica, cultural e social do Brasil.Apesar dessa força simbólica e material, o setor enfrenta graves desafios que comprometem sua sustentabilidade econômica e cultural. A maioria dos artesãos vive em situação de vulnerabilidade, com rendimentos insuficientes para garantir o sustento familiar. Muitos são obrigados a abandonar a atividade artesanal ou a conciliá-la com outras ocupações, o que ameaça a continuidade de saberes tradicionais. A falta de reconhecimento e de acesso a políticas estruturantes de fomento coloca em risco a transmissão desses conhecimentos às novas gerações.A desvalorização social e mercadológica do artesanato agrava o quadro. Peças são frequentemente vendidas por valores irrisórios, muito abaixo de seu real valor artístico e cultural. Faltam estratégias de posicionamento, design contemporâneo, gestão eficiente e canais de comercialização adequados. A ausência de capacitação técnica e empreendedora perpetua a lógica da invisibilidade e da baixa renda, limitando o potencial transformador dessa atividade no contexto da economia criativa.Diante desse cenário, o Projeto Brasil Feito à Mão _ Programa ARTESA de Capacitação surge como uma iniciativa de impacto social e cultural, concebida para profissionalizar artesãos em situação de vulnerabilidade, com foco especial em mulheres, comunidades tradicionais e grupos minorizados. O projeto combina formação técnica, criativa e gerencial, integrando práticas de design, sustentabilidade e gestão empreendedora. As ações contemplam oficinas, palestras e mentorias que abordam desde o uso consciente das matérias-primas até estratégias de precificação, comunicação e acesso a mercados físicos e digitais.O propósito central é romper o ciclo da precariedade e da informalidade, oferecendo ferramentas concretas para que os artesãos possam prosperar com base em sua arte, conquistando autonomia financeira, reconhecimento social e visibilidade institucional. O projeto aposta na construção de trajetórias sustentáveis, transformando a atividade artesanal em uma fonte digna e permanente de renda, capaz de gerar impacto coletivo e desenvolvimento local.A Lei Rouanet é o instrumento ideal para viabilizar essa proposta, por reconhecer a cultura como direito fundamental e por oferecer mecanismos que aproximam Estado, iniciativa privada e sociedade civil. O apoio por meio da Lei nº 8.313/1991 é essencial para garantir a ampliação do alcance territorial e a qualidade das ações formativas, assegurando que o projeto atinja comunidades que raramente acessam recursos diretos de fomento.O ARTESA atende plenamente aos princípios do Artigo 1º da Lei Rouanet, ao: I _ facilitar o acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais, levando formação e oportunidades a comunidades em vulnerabilidade; II _ promover a regionalização da produção cultural, valorizando conteúdos e recursos humanos locais; III _ apoiar e difundir manifestações culturais e seus criadores, reafirmando o valor do artesanato como expressão artística legítima; IV _ proteger expressões culturais de comunidades quilombolas, afrodescendentes e indígenas; V _ salvaguardar modos de fazer e viver transmitidos de geração em geração, reconhecidos como patrimônio cultural imaterial; VI _ preservar bens culturais e históricos, em sua dimensão material (as peças) e imaterial (os saberes e técnicas); VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal; IX _ priorizar o produto cultural originário do País, reforçando a identidade nacional.Da mesma forma, o projeto se enquadra nos objetivos do Artigo 3º da mesma Lei, destacando-se: I (c e d) _ incentivo à formação cultural por meio de cursos, oficinas e mentorias, estimulando a participação de mestres e artistas locais; II (e) _ fomento à produção cultural mediante a realização de exposições e mostras que deem visibilidade às criações dos artesãos; III (d) _ preservação e difusão do patrimônio cultural, com foco no artesanato e nas tradições populares; IV (b) _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais por meio de registros e estudos sobre o artesanato nas regiões atendidas; V (a, b e c) _ apoio a atividades complementares, como missões culturais e ações integradas de relevância reconhecida pelo Ministério da Cultura.O projeto terá abrangência em quatro estados brasileiros _ Rio de Janeiro, Pernambuco, Maranhão e Pará _ atuando em territórios de forte expressão artesanal, como a Pequena África e Região dos Lagos (RJ), Pesqueira e Caruaru (PE), Fortaleza (CE) e Belém e Ilha do Marajó (PA). Em cada região, as ações serão adaptadas às especificidades locais, respeitando saberes tradicionais e promovendo inovações sustentáveis e socialmente responsáveis.A culminância do projeto se dará com uma exposição coletiva e a publicação de um catálogo bilíngue (impresso e digital), ampliando a visibilidade nacional e internacional das produções e narrativas dos artesãos participantes. Essa etapa final representa não apenas a conclusão de um ciclo formativo, mas o início de uma nova trajetória de autonomia, autoestima e fortalecimento identitário para os beneficiários.Assim, o Brasil Feito à Mão justifica-se tanto pela relevância cultural e social de suas ações quanto pela convergência com o marco legal da política cultural brasileira. O projeto promove inclusão produtiva, combate desigualdades, preserva tradições, fortalece redes colaborativas e estimula o desenvolvimento regional. Em sua essência, é um instrumento de transformação social pela cultura, fundamentado em princípios de diversidade, sustentabilidade e participação comunitária.Diante do exposto, solicita-se o enquadramento do Brasil Feito à Mão _ Programa ARTESA de Capacitação no Artigo 18 da Lei Rouanet, possibilitando a dedução integral do patrocínio e assegurando que os investimentos incentivados revertam-se em impacto cultural e social concreto, duradouro e transformador para milhares de artesãos brasileiros e para a sociedade como um todo.
Existe o planejamento de, além dos treinamentos presenciais, oferecer cursos e recursos de educação online, como vídeos tutoriais, webinars e materiais de aprendizado digital, em casos que se façam necessários, como em situações limite de contágios e doenças, como foi a pandemia da COVID 19.
O Brasil Feito à Mão – Programa ARTESA de Capacitação foi concebido para fortalecer a economia criativa por meio de ações estruturadas que integram formação técnica e empreendedora, valorização cultural, sustentabilidade e acesso ao mercado. O detalhamento técnico dos produtos do projeto contempla sua concepção pedagógica, materiais utilizados, formatos de realização, público-alvo e formas de difusão, conforme exigido pelo Ministério da Cultura. 1. Exposição de ArtesFormato: exposição coletiva final na cidade do Rio de Janeiro, reunindo peças criadas ao longo das capacitações nos seis municípios.Curadoria: seleção de até 120 peças que representem a diversidade cultural, técnica e estética dos grupos envolvidos.Infraestrutura: espaço expositivo adaptado com vitrines, painéis de apoio, recursos audiovisuais, iluminação específica para obras e acessibilidade universal (rampas, sinalização tátil e intérpretes de LIBRAS para visitas mediadas).Material de apoio: catálogo bilíngue (português/inglês), impresso e digital, com 120 páginas, contendo fotos das peças, entrevistas com artesãos e textos curatoriais.Duração: exposição aberta por 15 dias, com entrada gratuita e programação paralela de mediação cultural.Objetivo técnico: dar visibilidade ao trabalho dos artesãos, ampliar o acesso do público ao artesanato e estimular novas oportunidades de comercialização.2. Cursos, Oficinas e Estágios Formato: encontros presenciais realizados em universidades, escolas técnicas ou centros culturais dos seis municípios contemplados, sempre em espaços acessíveis, com infraestrutura de áudio, vídeo e mobiliário adequados. Carga horária: cada oficina terá entre 10 e 20 horas/aula, distribuídas ao longo de 3 dias consecutivos. Estrutura pedagógica: conteúdos teóricos e práticos baseados em metodologias participativas, com ênfase em: Técnicas tradicionais e contemporâneas do artesanato local; Design aplicado e inovação criativa; Gestão financeira e planejamento de negócios; Estratégias de marketing cultural e digital; Sustentabilidade e reaproveitamento de matérias-primas. Material didático: apostilas impressas e digitais, kits de apoio (insumos específicos para experimentação). 3. Seminários, Simpósios e Palestras Formato: atividades abertas ao público, realizadas em auditórios de universidades, escolas e centros comunitários, com transmissão online simultânea para ampliar o alcance. Duração: cada palestra terá 90 minutos (incluindo 30 minutos de debate com o público). Seminários de maior porte terão carga horária de até 6 horas (divididos em 3 blocos de 2 horas). Projeto pedagógico: Sensibilização sobre a importância cultural e econômica do artesanato; Estímulo ao interesse dos jovens por carreiras criativas e empreendedoras; Discussões sobre políticas públicas e direitos culturais; Reflexão sobre práticas sustentáveis e inovação tecnológica no setor. Material de apoio: apresentações digitais, vídeos de casos de sucesso, cartilhas resumidas (20 páginas em média) para distribuição aos participantes. Participação estimada: 800 pessoas diretamente (alunos da rede pública, idosos, mulheres artesãs e comunidade em geral). Objetivo técnico: promover a conscientização e a valorização do artesanato como vetor de desenvolvimento social e econômico. 4. Festival/Mostra Formato: mostras de artesanato local, organizadas em cada município atendido, funcionando como vitrine comunitária e momento de intercâmbio cultural. Atividades: feiras de artesanato, rodas de conversa, apresentações culturais, oficinas abertas e degustação de produtos locais. Duração: 1 a 2 dias, reunindo artesãos, público local e visitantes. Objetivo técnico: integrar artesãos e comunidade, promovendo diálogo, geração de renda e fortalecimento da identidade cultural regional. 5. Contrapartidas Sociais Atividades previstas: palestras gratuitas para mulheres e idosos, promovendo inclusão produtiva e fortalecimento de vínculos comunitários; Palestras em escolas públicas, sensibilizando adolescentes para o valor do artesanato e estimulando a transmissão de saberes intergeracionais. Objetivo técnico: assegurar que os benefícios do projeto alcancem públicos prioritários, promovendo inclusão social e acesso democrático à cultura. 6. Marketplace Online Formato: plataforma digital exclusiva para produtos artesanais criados pelos artesãos beneficiados. Funcionalidades técnicas: Perfis individuais para cada artesão, com biografia, fotos e catálogo de produtos; Opção de compra direta pelo consumidor final, com pagamento online; Logística de entrega integrada com serviços de correios e transportadoras; Área de storytelling, com destaque para histórias dos artesãos e processos de criação. Objetivo técnico: ampliar o alcance dos produtos artesanais, garantindo acesso a públicos diversificados no Brasil e no exterior, fortalecendo a sustentabilidade econômica dos artesãos após a finalização do projeto. As especificações técnicas do Brasil Feito à Mão – Programa ARTESA de Capacitação foram planejadas para unir formação qualificada, valorização cultural, sustentabilidade e inovação digital. O detalhamento das etapas assegura que cada produto cumpra não apenas a função pedagógica, mas também gere impacto social, econômico e cultural duradouro.
Em obediência ao Art. 27, inciso II, do Decreto nº 5.761/2006, que prevê condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso), e também às pessoas com deficiência, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298/1999, o Projeto ARTESA – Capacitação de Artesãos Brasileiros foi planejado de forma a assegurar plena inclusão e acessibilidade em todas as suas atividades. A acessibilidade é entendida não apenas como cumprimento de normas legais, mas como compromisso ético e social de promover equidade, garantindo que todos os participantes, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou intelectuais, tenham condições de usufruir integralmente das ações propostas.Os espaços escolhidos — universidades, escolas e centros culturais das regiões contempladas — foram selecionados por atenderem às normas vigentes de acessibilidade, com infraestrutura adequada para acomodar pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Cada ambiente contará com banheiros adaptados, rampas de acesso, áreas de circulação livres de barreiras arquitetônicas e sinalização tátil e visual quando necessário.Exposição de ArtesA etapa expositiva do BRASIL FEITO À MÃO será planejada para que todas as pessoas possam apreciar, interagir e participar:Acessibilidade arquitetônica: montagem da exposição em locais adequados, com banheiros acessíveis, sinalização visual e tátil quando pertinente.Deficientes visuais: recepcionistas capacitados estarão presentes, além da possibilidade de disponibilizar audiodescrição para determinadas peças ou visitas mediadas adaptadas.Deficientes auditivos: intérpretes de LIBRAS farão a mediação das visitas e atividades paralelas.Deficientes intelectuais: apoio de mediadores treinados, com linguagem clara e explicações adaptadas.Cursos, Oficinas e Estágios As atividades formativas do projeto terão como prioridade oferecer condições iguais de participação.Infraestrutura física: todos os locais terão acessibilidade arquitetônica garantida, incluindo rampas, elevadores (quando aplicável), banheiros adaptados e assentos reservados para pessoas com deficiência ou idosos.Pessoas com deficiência visual: recepcionistas capacitados estarão disponíveis para oferecer orientação adequada, apoio na mobilidade e materiais de apoio em formatos acessíveis, como textos ampliados e versões digitais compatíveis com leitores de tela.Pessoas com deficiência auditiva: será assegurada a presença de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) em todas as oficinas, palestras e mentorias, garantindo o pleno entendimento dos conteúdos.Pessoas com deficiência intelectual: a equipe de recepção será sensibilizada para oferecer acolhimento respeitoso, explicações simples e apoio personalizado, de modo a facilitar sua participação nas atividades.Seminários, Simpósios, Encontros e PalestrasOs encontros de caráter coletivo terão planejamento específico de acessibilidade:Acessibilidade física e estrutural: todos os espaços utilizados atenderão às normas de acessibilidade arquitetônica, com banheiros adaptados, rampas e áreas de circulação acessíveis.Deficientes visuais: recepcionistas treinados oferecerão suporte desde o credenciamento até o acompanhamento em deslocamentos, garantindo autonomia e segurança.Deficientes auditivos: profissionais intérpretes de LIBRAS acompanharão os eventos, assegurando que palestras e painéis sejam plenamente acessíveis.Deficientes intelectuais: atendimento personalizado e equipe capacitada oferecerão suporte no acesso aos conteúdos, com explicações adaptadas e linguagem acessível.Contrapartidas Sociais As ações abertas ao público também seguirão rigorosamente as práticas de acessibilidade: Infraestrutura física: escolha de universidades e escolas que cumpram as regras de acessibilidade. Deficientes visuais: recepcionistas preparados para orientá-los, auxiliando no deslocamento e interação. Deficientes auditivos: acompanhamento com intérpretes de LIBRAS. Deficientes intelectuais: recepção e atendimento inclusivo, com foco na comunicação clara e acolhimento adequado. Festivais e Mostras A mostras de artesanato local serão realizadas nos mesmos espaços onde as palestras serão ministradas. Dessa forma, atingiremos a um número maior de público. Os locais deverão oferecer infraestrutura acessível: Locais adaptados: rampas, banheiros, assentos reservados e circulação acessível. Deficientes visuais: atendimento personalizado, possibilidade de audiodescrição em atividades selecionadas. Deficientes auditivos: presença de intérpretes de LIBRAS durante as apresentações e falas públicas. Deficientes intelectuais: apoio de equipe treinada, garantindo que todas as etapas do festival sejam inclusivas. Compromisso Ético e Inclusivo A acessibilidade no BRASIL FEITO À MÃO vai além da infraestrutura física: envolve uma mudança de postura e de prática cotidiana, voltada à inclusão de todos os participantes. Para tanto, serão promovidas ações de sensibilização junto às equipes de produção, recepção e mediação cultural, assegurando respeito, empatia e atenção às necessidades individuais. Assim, o projeto se compromete a: Respeitar integralmente a legislação vigente em matéria de acessibilidade e inclusão; Oferecer infraestrutura física, tecnológica e humana adequada; Promover igualdade de condições no acesso aos conteúdos formativos, culturais e sociais; Garantir que a diversidade de públicos seja acolhida, reconhecida e valorizada. Com estas ações, o ProjetoBrasil Feito à Mão – Programa ARTESA de Capacitação reafirma seu compromisso com a democratização da cultura e a inclusão social, tornando-se um espaço efetivamente acessível, onde o artesanato e a criatividade se apresentam como instrumentos de cidadania, valorização humana e transformação coletiva.
A democratização do acesso é um dos pilares do Brasil Feito à Mão – Programa ARTESA de Capacitação, assegurando que todas as atividades do projeto sejam inclusivas, gratuitas e abertas à diversidade de públicos. Em conformidade com o disposto no Art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, a proposta adotará os seguintes incisos como diretrizes fundamentais: Inciso II – oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, assegurando que nenhum participante deixe de comparecer por barreiras de locomoção; Inciso III – disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das oficinas, exposições, palestras e demais atividades presenciais, garantindo que o conteúdo atinja não apenas os participantes diretos, mas também um público ampliado em escala nacional e internacional; Inciso IV – autorizar a captação e a veiculação de imagens das atividades em redes públicas de televisão, mídias digitais e outras plataformas de divulgação, democratizando ainda mais a difusão do conhecimento e dos resultados alcançados; Inciso V – realizar, de forma gratuita, atividades paralelas aos produtos centrais, como ensaios abertos, cursos, treinamentos, palestras, mostras, exposições e oficinas, fortalecendo o caráter inclusivo e educativo do projeto. A seguir, detalham-se as ações de democratização de acesso para cada produto e atividade prevista: Exposição de ArtesA exposição final do projeto, reunindo as peças produzidas pelos artesãos capacitados, será aberta e gratuita ao público.Acesso livre: entrada sem cobrança em todos os municípios contemplados.Divulgação: convites formais serão enviados a escolas públicas, universidades, centros culturais e associações locais, além de ampla campanha digital para atrair público diversificado.Inclusão: visitas mediadas para grupos escolares e comunitários, com foco em jovens, idosos e pessoas com deficiência, assegurando experiências acessíveis e participativas.Cursos, Oficinas e Estágios As formações do projeto terão acesso inteiramente gratuito, sendo ofertadas nos seis municípios contemplados pelo projeto. Quantidade prevista: 180 vagas distribuídas entre artesãos previamente inscritos nas localidades atendidas. Critérios de distribuição: os convites serão divulgados por meio de associações comunitárias, secretarias de cultura e desenvolvimento local, rádios comunitárias, redes sociais e universidades parceiras, assegurando ampla transparência e igualdade de oportunidades. Público prioritário: artesãos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com foco especial em mulheres, comunidades tradicionais e jovens aprendizes interessados em desenvolver competências ligadas ao artesanato. Acessibilidade: recepção acessível nos locais de realização (banheiros adaptados, rampas e intérpretes de LIBRAS). Seminários, Simpósios, Encontros, Congressos e Palestras As palestras e encontros coletivos serão gratuitos e voltados à difusão do conhecimento e ao fortalecimento do diálogo entre artesãos, gestores públicos, especialistas e a comunidade local. Quantidade prevista: 800 convites, distribuídos prioritariamente para alunos da rede pública de ensino, idosos, mulheres e lideranças comunitárias das localidades participantes. Critérios de distribuição: ampla divulgação por meio de escolas públicas, universidades, secretarias de educação e cultura, além de convites enviados às comunidades parceiras. Público-alvo: estudantes, professores, artesãos locais, cooperativas e grupos produtivos da região, garantindo diversidade de perspectivas e maior engajamento. Contrapartidas SociaisAs contrapartidas sociais reforçam o compromisso do BRASIL FEITO À MÃO com a inclusão e o impacto direto nas comunidades beneficiadas: Workshops gratuitos para idosos e mulheres: realizados nos seis municípios, com foco na valorização da memória cultural, na transmissão de saberes tradicionais e no estímulo ao protagonismo feminino. Palestras gratuitas em escolas públicas: promovidas como forma de aproximar jovens estudantes do universo do artesanato, estimulando novas gerações a reconhecerem o valor cultural e socioeconômico dessa prática. Essas atividades, além de democratizar o acesso, fortalecem o vínculo entre o projeto e os territórios, assegurando que seus benefícios se irradiem para além dos participantes diretos. Festivais e Mostras As mostras realizadas ao longo do projeto também terão acesso livre e gratuito: Público-alvo: comunidade em geral, turistas culturais, investidores e potenciais parceiros institucionais. Locais de realização: os mesmos espaços que sediarão as palestras e oficinas, assegurando facilidade de acesso e integração entre atividades. Integração comunitária: os festivais serão oportunidades para envolver pequenos produtores, artistas locais e empreendedores criativos, ampliando a circulação de bens culturais e fortalecendo a economia local. Estratégias Transversais de Democratização Além das ações já descritas, o projeto adotará medidas complementares para ampliar ainda mais a democratização: Inclusão Regional: articulação com secretarias municipais de cultura, universidades e associações comunitárias, garantindo que artesãos de diferentes regiões dentro dos municípios possam participar. Transparência e Visibilidade: autorização para veiculação em redes públicas de televisão, rádios comunitárias e imprensa local, ampliando o alcance do projeto. Equidade de gênero: reserva de vagas prioritárias para mulheres artesãs e comunidades tradicionais, fomentando a redução das desigualdades. Acessibilidade plena: inclusão de intérpretes de LIBRAS, recepcionistas capacitados para acolher pessoas com deficiência intelectual e banheiros adaptados. Com essas estratégias, o Brasil Feito à Mão – Programa ARTESA de Capacitação assegura a democratização do acesso em múltiplas dimensões — territorial, social, cultural e digital —, promovendo igualdade de oportunidades e fortalecendo o vínculo entre arte, cultura e cidadania. A gratuidade em todas as etapas, a priorização de públicos vulneráveis e a ampla difusão dos conteúdos garantem que o projeto se torne referência de inclusão e democratização cultural nos seis municípios contemplados, deixando um legado de acessibilidade e participação social efetiva.
LUIZA BOMENY (Direção de Arte, Direção Geral, Coordenador do Projeto, Coordenador de Programação e Curador) Consultora de design e posicionamento, além de embaixadora do Istituto Marangoni, Domus Academy e NABA no Brasil. Formada em design pela PUC-Rio e pós-graduada em Product & Brand Management pelo Istituto Marangoni em Milão, desenvolveu ao longo dos seus mais de 20 anos de carreira diversos trabalhos de posicionamento de marca e direção de arte para marcas nacionais e internacionais. Atualmente, além de dar consultoria, faz palestras de design, moda e estilo com foco em tendências e comportamento e está à frente do projeto Artesa Design, uma plataforma de conexões com o objetivo de valorizar o artesanato do país. FORMAÇÃO: Graduada em Design - PUC-Rio Período: 1992-1996 / Pós-graduada em Product & Brand Management – Istituto Marangoni Sede: Milão | Período: 1996-1997. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Projeto Social Artesa Design | De 2021 até o presente momento Projeto social que une o artesanato brasileiro ao design com objetivo de transformar realidades. - Fase de Mapeamento da situação do artesanato Brasileiro – de julho de 2021 a julho de 2022. - Fase de capacitação, promoção e comercialização do artesanato brasileiro no mercado nacional e internacional. Primeira etapa: Rio de Janeiro Capacitação de 30 artesãos na região dos lagos e na cidade do Rio de Janeiro. Embaixadora oficial das escolas do GRUPO GALILEO NO BRASIL | De 2002 até o presente momento. Representação das escolas Istituto Marangoni com início em 2002, Domus Academy com início em 2014 e a NABA com início em 2016. Desenvolvimento de Parceria com Casa Cor, ABD, universidades e escolas. Consultora SEBRAE | De 2002 a 2004 – Retorno em 2023 Polo de Nova Friburgo Professora de marketing de Moda para grupo de 26 empresários da região de Nova Friburgo. Montagem de coleção de lingerie com temática brasileira de 300 peças para Missão Internacional para Milão, Itália, exposta no Palazzo Reale. Polo de Petrópolis Montagem de coleção de moda com temática brasileira para Missão Internacional para Portugal, exposta em Lisboa e no Porto. Polo do Artesanato do Estado do Rio de Janeiro SEBRAE montagem de coleção e stand para ser apresentado no Fashion Rio. Polo do Pará SEBRAE Montagem de coleção e stand para ser apresentado no Fashion Rio. Polo de Piauí SEBRAE Montagem de coleção e stand para ser apresentado no Fashion Rio. SEBRAE RJ - atualmente Consultora responsável pelo mapeamento do artesanato de qualidade na cidade do Rio de Janeiro e a capacitação dos artesãos. Criação de projetos de comércio solidário para ONG Viva Rio, unindo grandes nomes da moda brasileira às cooperativas de costureiras situadas em favelas do Rio de Janeiro Consultoria em posicionamento, marketing e estilo DRYZUM | HELIO LEVCOVITZ – (Coordenador de produção, produtor executivo e palestrante). Diretor de Arte com formação no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, atua no mercado desde 1988. Lecionou no CUF (PUC-Rio) e no curso de Design Gráfico da Universidade Estácio de Sá. Foi publisher, produtor e diretor de arte da Revista o Shopping da Gávea. Foi diretor de arte do longa DOC “Sobre Sonhos e Liberdade” (Curta), do longa DOC “A Maravilha do Século” (CineBrasilTV), da série documental “Floresta, Onde a Terra Respira” (CineBrasilTV), do longa DOC “Bravos Valentes” (Globo Filmes/GloboNews), da série de ficção “Submersos” (coprodução com Argentina para a Paramount), do longa DOC “Lupicínio Rodrigues, Confissões de Um Sofredor” (Curta), do longa de ficção “Livros Restantes” (em pós-produção /H2O Filmes) e do longa de ficção “Agora ou Nunca” (em pré-produção / Downtown Filmes). Graduação – Comunicação Visual/ Puc-Rio / 1990 Pós-Graduação (Área/ Instituição / Ano). Professor do Curso de Fotografia Básica do CCE/Puc-RJ Professor do Curso de Fotografia Básica da Criarte EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL RESUMIDA Bacharel em Comunicação Visual pela Puc-Rio, atualmente atende clientes nas áreas de design gráfico e fotografia. / ILLYANE ROSE DE MENÇONÇA CLARK – Em artes, Lilly Clark - (Coordenador de Pesquisa e Assistente de Produção) Consultora de projetos de moda sustentável. Lilly é head de marketing e consultora de sustentabilidade na Moda Verde, atuando como coordenadora geral e cofundadora do Rio Ethical Fashion, lidera o planejamento estratégico e execução do evento, bem como relações com marcas, parceiros e patrocinadores. Atuou também como coordenadora de marketing da marca Fábula, diretora criativa na ONG Pipa Social e foi CEO da Malha, movimento por uma moda colaborativa, inclusiva e sustentável, por dois anos, onde era responsável por projetos especiais e parcerias para Moda Sustentável. / ROBERTA CASTELLO BRANCO (Redatora) - Formada em jornalismo pela PUC-Rio e atua como redatora e editora de conteúdo em publicidade desde 1999, acumulando trabalhos na moda, no mercado editorial e no marketing. Foi editora de jornalismo da revista independente ‘CAUSE Magazine, editora de conteúdo das agências NEON MING, Grito, Setta e Adventures, atendeu clientes como Shopping Leblon, Grupo Arpoador de Hotéis, l’Oreal e Istituto Matangoni, onde também desempenha o papel de tradutora simultânea para cursos e palestras. Hoje, está à frente da redação do projeto Artesa Design, além de atender a empresa de compliance Meritum Online, as escolas do Grupo Galileo e as marcas Totem, Cavendish e Opinião. / DEISE CRISTINE BATISTA BAYMA (Coordenação Geral e Direção de Produção) - Profissional com extensa trajetória na área cultural e cinematográfica. Sua formação inclui técnica em Produção Cultural, envolvendo tanto a gestão de projetos culturais como a produção executiva e uma extensão em História da Arte. Com quase três décadas de atuação no cenário cultural, destaca-se em diversas áreas, incluindo produção executiva, direção cinematográfica, roteiro e coordenação geral de shows e eventos. Em Curitiba, na Soft Produções Cinematográficas, desempenhou o papel de diretora de cena, e na Ampla Comunicação, atuou na direção de cinema e gestão cultural. Atuou, ainda, na elaboração de roteiros para teatro e TV no Núcleo de Artes da Barra da Tijuca. Sua experiência como produtora executiva no projeto "Memórias do Samba" na Oficina do Parque, em Niterói, ressalta sua capacidade de gerenciar projetos complexos. Trabalhou no Theatro Municipal de Niterói, onde atuou como Assessora de Direção Geral e Artística de 2013 a 2018, onde liderou a Direção Geral em plantões de espetáculos e dirigiu a produção de eventos anuais de destaque, como o Natal na Rua, um espetáculo ao ar livre que atrai, em média, 10 mil pessoas a cada ano, reunindo uma grande variedade de artistas, desde coros e orquestras até malabaristas em pernas de pau e o icônico Papai Noel. Atualmente, é Coordenadora Geral do Blockchain Festival, em uma função de destaque que a coloca à frente das edições do festival nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, onde desempenha as seguintes funções: Coordenação Geral, Direção de Produção, Gerenciamento de área de estandes e expositores, Gerenciamento de contratos, Gestão de patrocínios, Prestação de contas, Curadoria de palestrantes./FABIANA CAMPOS BARROCAS – (Consultora Técnica e Revisor) - Artista Plástica com formação técnica em Cenografia. 14 anos de Experiência em produção de cenografia e artes visuais em campanhas de Marketing e Gerenciamento de Marca no desenvolvimento, na criação e na elaboração de cenários e designers de produtos para campanhas de marketing e posicionamento de marca.ANDRÉA COSTA MAURÍCIO - (Coordenação de Oficinas e Coordenação Técnica) - Captadora de artesãos nacionais com foco em desenvolvimento de estilo, imagem e produção.LUIZA FERREIRA - (Desenvolvimento de Conteúdo e Pesquisa) - Analista de marketing sênior, gerente de produção de conteúdo com domínio de plataformas de e-mail marketing para elaboração de estratégias.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.