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PRONAC 2513982Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Mostra Lamparina de Teatro Infantil – 3ª Edição

51.800.151 ANA MARIA OLIVEIRA FARIAS
Solicitado
R$ 132,7 mil
Aprovado
R$ 132,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 1,6 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
PB
Município
João Pessoa
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
João Pessoa Paraíba

Resumo

A Mostra Lamparina de Teatro Infantil chega à sua terceira edição como um espaço de difusão e formação cultural voltado à infância. O evento acontece em João Pessoa. A programação será composta por oficinas formativas gratuitas e por apresentações artísticas convidadas, reunindo espetáculos infantis, produções de grupos de cursos livres e contações de histórias. A Mostra busca consolidar-se como referência na promoção da cultura da infância na Paraíba, articulando arte, educação, inclusão e acessibilidade.

Sinopse

A IV Mostra Lamparina de Teatro Infantil será realizada ao longo de 1 mês em 2026, contemplando uma programação reúne 5 espetáculos teatrais, 5 contações de história e 5 oficinas criativas. Todas as atividades serão gratuitas e acessíveis, com tradução em Libras e recursos de acessibilidade comunicacional (materiais gráficos adaptados e conteúdos digitais acessíveis).O cronograma do projeto está dividido em:Pré-produção (2 meses): seleção da programação por curadoria temática, reservas de pautas, mobilização e divulgação;Execução (1 mês): realização das oficinas, contações e espetáculos;Pós-produção (1 mês): avaliação, edição dos registros audiovisuais, relatório e sistematização.Como ação de valorização artística, a Mostra premiará 15 talentos locais com o Troféu Lamparina, incentivando a continuidade da produção cultural e fortalecendo a economia criativa.

Objetivos

Gerais: Promover a diversidade e a riqueza das artes cênicas em uma programação acessível, integrando teatro e contação de história, com foco na valorização da produção artística local, inclusão social e formação de plateia, principalmente a infantil. Específicos: .Realizar 1 (uma) Mostra de teatro infantil sendo sediada nas cidades de João Pessoa;.Selecionar 5 (cinco) espetáculos de teatro, 5 (cinco) contações de história e 5 (cinco) oficinas de criação;.Realizar 15 atrações culturais (Espetáculos, contação de histórias e oficinas) de forma acessível, garantindo acessibilidade em Libras em todas as atrações artísticas;.Criar oportunidades de trabalho, com o intuito de fortalecer a economia criativa local;.Premiar 15 talentos com troféus "Lamparina";.Valorizar a produção cultural paraibana, com destaque para artistas emergentes;.Garantir acesso gratuito em todas as atrações para todos os públicos.

Justificativa

A realização da Mostra Lamparina de Teatro Infantil 3ª edição (2026) justifica-se pela urgência em ampliar a oferta cultural destinada ao público infantil e em criar espaços de protagonismo para crianças dentro das artes cênicas. Segundo o IBGE (2023), cerca de 18% da população de João Pessoa é composta por crianças de 0 a 14 anos, o que corresponde a aproximadamente 147 mil pessoas. No entanto, as oportunidades culturais específicas para essa faixa etária ainda são reduzidas, o que limita o pleno desenvolvimento cognitivo, afetivo e social das crianças.Estudos recentes, como o Relatório do UNICEF (2023), ressaltam que a participação em atividades artísticas e culturais é essencial para o fortalecimento da criatividade, da empatia, da capacidade de comunicação e da resolução de problemas. A infância é, portanto, um período estratégico para a formação de novos públicos culturais e para a construção de uma sociedade mais crítica, diversa e sensível.A proposta se alinha diretamente aos princípios do Artigo 1º da Lei nº 8.313/91;Inciso I _ "facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais": A Mostra Lamparina garante gratuidade em todas as atrações (apresentações e oficinas), facilitando o acesso da infância, juventude e famílias às artes cênicas.Inciso II _ "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais": A programação destaca artistas, grupos e educadores paraibanos, fortalecendo a cena cultural regional e dando visibilidade às referências do território.Inciso III _ "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores": A Mostra difunde teatro, música e contação de histórias infantis, reunindo desde produções profissionais até experiências de cursos livres, apoiando criadores locais.Inciso IV _ "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira": A infância é reconhecida como grupo formador, e o festival promove narrativas inclusivas e diversificadas, protegendo expressões que fortalecem a cultura da infância.Inciso VI _ "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro": O projeto valoriza a tradição da oralidade e da contação de histórias, ao mesmo tempo em que preserva e ressignifica elementos da cultura popular.Inciso VII _ "estimular a produção e difusão da cultura nacional em todas as suas modalidades": A Mostra fomenta a produção cênica infantil em múltiplas linguagens, consolidando a formação de novas plateias.A proposta também se alinha diretamente aos princípios do Artigo 3° da Lei nº 8.313/91;Inciso I _ "apoiar e difundir a produção cultural e artística nacional": O festival funciona como vitrine para a produção nacional voltada à infância, difundindo espetáculos e contação de histórias.Inciso II _ "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira": A programação valoriza narrativas da infância e da cultura local, garantindo representatividade das expressões culturais regionais.Inciso III _ "garantir o pleno exercício dos direitos culturais": Ao oferecer atividades gratuitas e acessíveis em Libras, a Mostra assegura o direito de participação cultural a públicos diversos.Inciso IV _ "promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira": A realização em dez municípios da Paraíba descentraliza o acesso à arte, ampliando a circulação da produção para além da capital.Inciso V _ "propiciar meios para que a população em geral possa exercer seus direitos culturais e ter acesso às fontes da cultura nacional": As oficinas e espetáculos criam meios de participação ativa, permitindo que crianças, jovens e famílias exercitem seus direitos culturais e ampliem repertórios artísticos.

Especificação técnica

O projeto terá uma duração total de 4 meses (2 meses para pré-produção, 1 mês para a execução das atrações e 1 mês para pós-produção) e coodenado pela direção geral, sendo subdivididas as tarefas para cada etapa de realização desde inicio da produção. Conta-se com profissionais encarregados pela curadoria, proposta pedagogica, seleção, divulgação, premiação e incentivo as obras locais da cidade de João Pessoa. Público-AlvoCrianças, jovens e famílias da cidade de João Pessoa.Educadores, artistas e produtores culturais.ProgrmaçãoApós seleção, divulgação e finalização das logísticas de atrações, a programação cumprirar semanalmente a execução das atividades nos espaços reservados cumprindo com a proposta curatorial. Sendo então distribuidas as contações de história, oficinas e espetáculos para cada semana do mês estabelecido. As pautas serão destinadas para uma contação de história e um espetáculo tendo duração total para cada dia de 3h no máximo. Para as oficinas de formação criativa contarão com os profissionais oficineiros, asstentes, monitores e coordenação pedagogica para cumprir uma carga horária de 2:30 por oficina que acontecerá no espaço (Castelo de História).Alcance de Comunicação e Mídia A organização Lampiarte, realizadora da Mostra, possui histórico de ampla repercussão em seus projetos. Nos festivais da Bróduei Nordestina, por exemplo, o perfil do Instagram @lampiarte alcançou mais de 20 mil curtidas e interações ao longo da última edição, além de reportagens em veículos de comunicação locais e regionais (jornais, portais de cultura e TV). Esse alcance demonstra o potencial de visibilidade e fortalecimento de marca que os parceiros obtêm ao se associarem aos projetos da instituição.Necessidades de Investimento O apoio dos patrocinadores será destinado a cobrir custos essenciais, tais como:Materiais gráficos e digitais: cartazes, folders, banners, identidade visual e gerenciamento de redes sociais;Serviços administrativos: assessoria de imprensa, comunicação e contabilidade;Infraestrutura técnica: iluminação, sonorização, transporte e registro audiovisual;Remuneração profissional: artistas, oficineiros, técnicos e equipe de produção;Com isso, a parceria não apenas garante a execução da Mostra com qualidade e profissionalismo, mas também gera contrapartidas de divulgação efetivas e alinhadas ao interesse de empresas que buscam associar sua marca a cultura, educação, inclusão e responsabilidade social.Proposta Pedagógica – Oficinas Criativas “Galáxia de Histórias”A proposta pedagógica da III Mostra Lamparina de Teatro Infantil – Galáxia de Histórias fundamenta-se em princípios da educação artística contemporânea, que integra práticas da educação musical, do teatro e das artes visuais. A metodologia parte da vivência lúdica e coletiva como instrumento de aprendizagem, apoiando-se também em estudos da neurociência aplicada à educação e nas metodologias ativas do ensino de arte, que colocam a criança como protagonista do processo criativo.As oficinas serão ministradas por educadores, artistas e arte-educadores paraibanos, selecionados por meio de curadoria pública, e estarão diretamente ligadas ao tema central da Mostra — “Galáxia de Histórias”, que simboliza o encontro entre imaginação, cultura local e diversidade. Cada oficina funcionará como um espaço de criação e escuta ativa, em que crianças, jovens e educadores poderão experimentar linguagens artísticas, construir narrativas coletivas e explorar os sons, formas e cores do universo simbólico nordestino.Eixos de Oficinas CriativasOficina de Música – “Os Sons da Galáxia”Exploração de ritmos regionais (coco, ciranda, maracatu e baião) em diálogo com sonoridades contemporâneas e beats eletrônicos;Criação coletiva de pequenas canções e trilhas inspiradas nas histórias e personagens da Mostra;Exercícios de corpo e percussão alternativa com instrumentos artesanais e objetos recicláveis;Estímulo à escuta, à improvisação e ao trabalho em grupo, reforçando o papel social da música como linguagem inclusiva e colaborativa.Oficina de Cenografia – “Sombras e Constelações”Construção de elementos cenográficos simples (casas, naves, estrelas, seres fantásticos) utilizando materiais recicláveis e sustentáveis;Introdução ao teatro de sombras e ao jogo entre luz e forma, explorando o potencial expressivo da imagem;Atividades de percepção espacial e consciência ambiental;Estímulo à imaginação visual e à valorização do fazer artesanal como parte da identidade cultural local.Oficina de Contação de Histórias – “Estrelas que Falam”Exercícios de narrativa oral, improvisação e criação coletiva de personagens;Recontos de lendas e histórias populares nordestinas reinterpretadas de forma poética e contemporânea;Integração entre voz, gesto e som, estimulando a expressividade e o protagonismo das crianças;Práticas de leitura compartilhada e dramatização com uso de adereços, música e movimento.Etapas de Desenvolvimento1. Pré-Produção (2 meses)Formação pedagógica e metodológica dos oficineiros selecionados, com orientações sobre acessibilidade, mediação e segurança;Planejamento detalhado das dinâmicas e conteúdos de cada oficina, alinhado ao tema “Galáxia de Histórias”;Criação de kits pedagógicos sustentáveis, compostos por instrumentos recicláveis, moldes para sombras e cadernos criativos;Ensaios e testes práticos das atividades antes do início da Mostra;Produção de materiais didáticos digitais para divulgação prévia e apoio aos educadores participantes.2. Produção e Execução (1 mês)Realização de 5 oficinas criativas gratuitas no Castelo de Histórias (Castelo Branco), espaço referência em formação lúdica e educativa em João Pessoa;Oficinas com duração média de 2h30 cada, voltadas a crianças, jovens e educadores da rede pública;Cada oficina será associada à programação da Mostra, estabelecendo uma relação prática entre assistir e criar, fortalecendo o aprendizado pela experiência artística;Garantia de acessibilidade comunicacional e física, com intérpretes de Libras e estrutura adequada;Registro audiovisual das oficinas, com coleta de depoimentos, imagens e resultados pedagógicos;Compartilhamento dos conteúdos e processos nas redes sociais da Lampiarte, ampliando o alcance formativo do projeto.3. Pós-Produção (1 mês)Avaliação qualitativa e quantitativa das ações pedagógicas, com base em formulários, entrevistas e depoimentos de participantes e educadores;Sistematização das experiências e boas práticas em um Relatório de Impacto Educativo e um Caderno Digital Pedagógico (material replicável por escolas e coletivos culturais);Planejamento de continuidade, articulando futuras parcerias com escolas públicas, ONGs e secretarias municipais de educação;Divulgação dos resultados nas redes e no site da Lampiarte, reforçando o papel da Mostra como projeto educativo de impacto social e cultural.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: Os espaços que sediarão o projeto contam com infraestrutura adaptada, incluindo rampas de acesso, banheiros acessíveis e vagas de estacionamento reservadas para pessoas com deficiência.Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Todas as atrações contarão com tradução em Libras, realizada em dupla por intérprete ouvinte e intérprete surdo. O ouvinte fará a tradução em espaço reservado e iluminado junto à plateia, enquanto o intérprete surdo atuará diretamente no palco, tornando o processo mais dinâmico e representativo.Acessibilidade Comunicacional: As informações sobre o festival serão disponibilizadas em formatos acessíveis e em plataformas de fácil navegação, garantindo que o público PcD e suas redes de apoio tenham acesso inclusivo a todo o conteúdo do projeto.

Democratização do acesso

O projeto prevê a realização de uma programação de classificação livre, acessível a todos os públicos, com o intuito de ampliar a democratização do acesso à cultura. A proposta busca formar e estimular novas plateias, criando oportunidades para que a população conheça artistas e talentos emergentes que, sem essa iniciativa, dificilmente estariam disponíveis de forma gratuita. Assim, a cidade será contemplada com uma experiência cultural inclusiva e enriquecedora.Em consonância com o artigo 21 da IN nº 02/2019, serão adotados os seguintes critérios:III – disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos presenciais, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;VII – realizar ação cultural destinada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

Direção Geral: Luiz Henrique de Carvalho Diniz MeloIniciou no Ballet clássico como bolsista da Escola Saltarello, foi parte do corpo de baile do Ballet de repertório como Carmen, Giselle nos anos de 2014 e 2015, teve a oportunidade de dançar como solista em musicais como O mágico de Oz (2015), Cinderela(2017), bem como primeiro bailarino em O Lago dos cisnes (2018), Dom Quixote (2018), Romeu e Julieta (2019). Durante o ano de 2019 realizou com seu coletivo (coletivo efêmero) a sua primeira direção no espetáculo de dança “Adeptados” apresentado em 2019 no Teatro Lima Penante. É responsável pela criação da personagem Guã experimentado em banda e em formatos de contação de história desde 2023, membro do grupo de pesquisa em teatro do Cearte, compondo o elenco do espetáculo Lamúrias coordenado pela prof. Celly de Freitas. Venceu a categoria de melhor ator coadjuvante no festival de Bayeux, 2024. Produtor executivo do festival Embuste Paraibano (Evento internacional fomentado pelo Edital Estadual Arte Na Bagagem em 2025, com o espetáculo “Paixões de Fogueira”. Dramaturgo, ator e compositor do Espetáculo Musical Infantil Guã e O Guloso.Direção de Produção: Marina Roque Artista visual, bacharelanda em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba e possui atuação e estudo dentro das artes visuais desde os 10 anos de idade. Tem como principais linguagens a pintura, o desenho e escultura. Trabalha com diversos suportes e materiais como madeira, papel, metal, tela, fotografia e filmagem experimental, entre outros. Já participou das exposições: Landscapes - gravura em linóleo; Deriva- gravura urbana em papel; Gabinete do Acúmulo - desenho em grafite, entre outras. Em 2023, realizou a Direção de Arte do Recital Acaju e produziu esculturas para a premiação do II E III Festival Bróduei Nordestina onde atuou também como produtora executiva e foi também produtora executiva do I festival Roliúde Queer. Foi bolsista do projeto Fábrica de Cenografia, onde produziu a cenografia do Bloco do Cafuçu 2024. Realizou estágio na Galeria Archidy Picado da FUNESC em outubro de 2024. É integrante do projeto de extensão Galeria Lavandeira (UFPB) e produtora cultural da Organização Artística Lampiarte.Produção Executiva: Ana Maria Oliveira FariasLicenciada em Teatro pela Universidade Federal da Paraíba (2017-2022), e, além de professora, é atriz, contadora de histórias, recreadora infantil e apaixonada pelas artes cênicas. Ao longo de sua formação, teve experiências em montagem teatral como atriz e em educação como estagiária/residente. Profissionalmente, já foi professora de escolas privadas (no componente curricular Arte e Teatro) e professora de Curso de Teatro de férias para crianças (Teatro Lima Penante). Em paralelo, desenvolve trabalho de animação/recreação infantil em festas e eventos culturais. Assim, tem experiência com crianças e adolescentes no ensino formal e não formal. Atualmente, possui um trabalho com Contação de Histórias, onde circula com “A Feiticeira da Floresta” (2022-presente), “Beleléu” (2023-presente) e "Conto sem aumentar Ponto" (2024-presente). Ademais, integra a Organização Lampiarte, onde participa como atriz de dois espetáculos "Camisa de Carnaval" (2023-presente) e "Primaveras" (2023-presente).Produção Executiva: Jordy LamarkeAtor, cantor, diretor, produtor, dramaturgo e roteirista. É presidente da organização artística Lampiarte e Bacharel em Teatro pela Universidade Federal da Paraíba (2017-2022). Dentre os seus trabalhos mais notáveis como ator estão: “O Despertar da Primavera” (2018-2019), “Lendas do Sertão” (2018) e “Mahagonny - A Cidade Arapuca” (2018- 2022). Trabalhou como diretor de cena nos espetáculos de teatro “O Condenado” (2019), “GrãFinale” (2022), “Paixões Em Ruídos” (2023), “Remissão” (2023) e “Paixões de Fogueira” (2024-Atualmente). Como produtor, desenvolveu os projetos da “Mostra Semana Cênica 2019” e da “I Mostra Lamparina de Teatro Infantil” (2023). Coordenou os festivais da Bróduei Nordestina, que conta com três edições realizadas até o momento (2022, 2023 e 2024) e o “Festival Roliúde Queer”, que conta com uma edição até o momento (2024). Como dramaturgo escreveu as peças “Paixões Em Ruídos” (2023), “A Chegada de Dionísio ao Olimpo” (2023) e “Paixões de Fogueira” (2024).Luana Reis - Gestora de Redes SociaisAtriz, Produtora Cultural, Bacharela em Teatro pela Universidade Federal da Paraíba, atualmente cursando pós-graduação em Gestão e Produção Cultural pela Universidade Estadual da Paraíba. Residente em João Pessoa, compõe o elenco do grupo Lampiarte. No teatro, participou de diversas montagens, incluindo O Despertar da Primavera (2018, 2019, 2021), Medéias no I Festival de Monólogos Femininos de João Pessoa (2018), Mahagonny A Cidade Arapuca (2022), Remissão, a partir da peça Veredas da Salvação de Jorge Andrade (2023), Paixões em Ruídos (2023), Primaveras (2023) e Paixões de Fogueira (2024). Participou do festival Embuste Paraibano (Evento internacional fomentado pelo Edital Estadual Arte Na Bagagem em 2025, com o espetáculo “Paixões de Fogueira”. No audiovisual, atuou nos curta-metragens universitários A Vítima (2018), dirigido por Caio Domingos, e Voyeur (2023, em pós-produção), com direção de Lorrany Trindade. Fez figuração no longa O Sertão Vai Vir ao Mar (Rede Globo, 2023), dirigido por Rodrigo César, e participou do videoclipe Rabeta, do cantor Felipe Prudêncio. Ao longo de sua trajetória, teve trabalhos reconhecidos em festivais e editais, como o Festival Meu Espaço (2020) da Funesc-PB, com o vídeo-performance “Você se Encaixa?”.Intérprete de Libras: Tamara Pereira da Silva Machado Conhecida no meio artístico como Kizy. Sou atriz (cidade cão), poetisa, narradora, slammer, VV (Visual Vernacular) e Traduartista, Traduatriz e Tradutora de Libras. Consultora de Libras/Artista e Acessibilidade. Sou diretora de Cardume Azul e Sarau Raiz: Mulher Surda.Represento a força da mulher surda militante em em diversos festivais de arte surda pelo Brasil. Intérprete de Libras: Giselle Virginio da Silva Giselle Virginio é atriz, tradutora e intérprete de Libras, S.O.D.A (irmã de pessoa surda) e advogada. Possui ampla experiência artística, onde atua há mais de 20 anos como atriz e traduartista em diversos contextos culturais, espetáculos de teatro, festivais de cinema, etc... Atualmente também trabalha na Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) e no Centro Universitário Unipe, onde atua como intérprete de Libras, além de possuir escritório de advocacia acessível em Libras.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.