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PRONAC 2513987Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Som de Galpão

MONARCAS PRODUCOES E REPRESENTACOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,23 mi
Aprovado
R$ 1,23 mi
Captado
R$ 62,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

5.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Erechim
Início
2026-02-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Erechim Rio Grande do Sul

Resumo

Som de Galpão é um projeto musical dedicado à valorização da cultura gaúcha, idealizado e protagonizado pelo grupo Os Monarcas, referência da música regional sul-brasileira. A proposta consiste na realização e gravação de 08 apresentações temáticas, reunindo o grupo e artistas convidados ligados à música regional gaúcha, em um galpão cenográfico que simboliza o ambiente tradicional do Rio Grande do Sul. Cada encontro abordará temas como saudade, amor, bailes e tradição, refletidos no repertório e na ambientação. O público será presencial, mas de forma reduzida e intimista, priorizando a qualidade artística e sonora das gravações, que formarão um acervo musical de registro e preservação da sonoridade regionalista. Os vídeos, com alta qualidade de som e imagem, serão disponibilizados gratuitamente no YouTube e em plataformas de streaming. O projeto inclui ainda palestras educativas em escolas públicas, fortalecendo o vínculo das novas gerações com a tradição gaúcha.

Sinopse

“Som de Galpão” é composta por oito apresentações musicais temáticas do grupo Os Monarcas, com a participação de artistas convidados ligados à música regional do Sul do Brasil. As apresentações serão realizadas ao vivo, em formato intimista, com presença reduzida de público, priorizando a qualidade artística e técnica das gravações que darão origem aos oito conteúdos em vídeo. O cenário será um galpão cenográfico especialmente criado para o projeto, representando o ambiente tradicional gaúcho, espaço simbólico de convivência, música, prosa e mate. Cada encontro abordará um tema central da cultura gaúcha, como saudade, amor, baile, amizade, fé e tradição, refletido tanto no repertório quanto na ambientação cênica. O formato seguirá um roteiro padronizado, composto por trova de abertura, blocos musicais temáticos e encerramento com o ritual do mate, reforçando os valores e costumes regionais. Com captação profissional de som e imagem, o projeto resultará em um acervo audiovisual de alta qualidade, que será disponibilizado gratuitamente no canal oficial do grupo no YouTube e em plataformas digitais, promovendo a preservação e difusão da música e da cultura gaúcha. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. Público estimado: Pelo formato intimista, o acesso presencial será aberto, porém limitado conforme a capacidade e as condições específicas do local, podendo variar de acordo com o horário e a logística de produção. Assim, o número de espectadores presentes poderá diferir em cada apresentação, preservando sempre a proposta de proximidade entre artistas e público e priorizando a qualidade artística e técnica das gravações.

Objetivos

Objetivo GeralRegistrar, valorizar e difundir a música e a identidade cultural gaúcha por meio da realização e gravação de oito apresentações musicais temáticas ao vivo do grupo Os Monarcas, com presença de público e participação de artistas convidados, em cenário que reproduz o galpão tradicional do Sul. O projeto busca preservar tradições, ampliar o acesso à cultura regional e fortalecer o patrimônio imaterial do Rio Grande do Sul por meio da distribuição gratuita do conteúdo em plataformas digitais.Objetivos específicosRealizar 08 apresentações do grupo Os Monarcas com público presencial e participação de artistas convidados da música regional gaúcha. Captar e editar o material audiovisual das 08 apresentações com alta qualidade de som e imagem, preservando a autenticidade da performance e do ambiente do galpão. Disponibilizar os vídeos no canal oficial do grupo no YouTube, com acesso gratuito, incluindo versões acessíveis com Libras e audiodescrição. Disponibilizar o áudio das apresentações em plataformas de streaming, garantindo acesso gratuito e preservação do repertório. Explorar, em cada apresentação, temas centrais da cultura gaúcha, como saudade, amor, baile e tradição, refletidos no repertório, no cenário e na ambientação. Preservar e registrar o legado dos Monarcas, consolidando o grupo como referência viva da música regional e contribuindo para a salvaguarda do repertório tradicional gaúcho em formato digital duradouro. Estimular o diálogo entre gerações e estilos musicais, fortalecendo vínculos culturais e incentivando a continuidade das tradições. Fomentar a cadeia produtiva da cultura regional, envolvendo profissionais locais de som, vídeo, iluminação, cenografia e direção musical, promovendo qualificação técnica e geração de trabalho no setor criativo. Contribuir para a formação de público e valorização da música de raiz, disponibilizando o conteúdo também como material educativo e de referência para escolas, universidades, pontos de cultura e projetos de mediação artística. Realizar três palestras em escolas públicas sobre música regional gaúcha, promovendo a formação de público e a valorização da identidade cultural do Rio Grande do Sul.c

Justificativa

a) Motivos para realização e utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais:O projeto Som de Galpão nasce do propósito de preservar, valorizar e difundir a música e a identidade cultural gaúcha, por meio da realização e gravação de oito apresentações musicais ao vivo do grupo Os Monarcas, referência da música regional sul-brasileira. A iniciativa busca registrar e compartilhar o repertório tradicional gaúcho, promovendo o acesso gratuito e a formação de público para a cultura regional, com alta qualidade artística e técnica.A música regional sul-brasileira é reconhecida como patrimônio imaterial do país, mas ainda carece de ações sistemáticas de registro e difusão moderna. O projeto atua nesse ponto, contribuindo para a preservação de uma herança viva e para o fortalecimento da cadeia produtiva local, envolvendo profissionais da música, do som, da iluminação e da cenografia.O galpão escolhido como cenário das apresentações e gravações representa o ambiente simbólico da cultura gaúcha: um espaço de encontro, convivência, mate e prosa, e será o ambiente para performances autênticas, que unem tradição e contemporaneidade. A proposta oferece ao público uma experiência sensorial e cultural que ultrapassa o entretenimento, reafirmando valores como amizade, família e pertencimento.O envolvimento de Os Monarcas confere legitimidade e alcance ao projeto. O grupo, com mais de cinco décadas de trajetória, é reconhecido por sua contribuição inestimável à identidade cultural do Sul do país e à formação de gerações de músicos. Seu repertório ultrapassa fronteiras regionais e brasileiras e traduz o sentimento do homem do campo, da família, da amizade e da fé, valores que também fazem parte do imaginário nacional.Ao mesmo tempo, o projeto vai além da preservação. A produção dos vídeos das apresentações atualiza a linguagem da música regional, oferecendo uma experiência acessível que dialoga com novas audiências sem perder a essência. A iniciativa rompe com o formato das "lives" improvisadas, estabelecendo um padrão técnico e artístico de referência para o registro da música regional no Brasil e fortalecendo a cadeia criativa local.O projeto permitirá, assim, registrar essa herança viva com qualidade técnica compatível à sua importância, garantindo que o legado dos Monarcas e de toda uma tradição musical seja preservado e difundido em linguagem contemporânea. Assumimos o compromisso de traduzir a força e a autenticidade da música e da tradição gaúcha em uma linguagem contemporânea, capaz de conectar o público tradicionalista às novas audiências digitais. A equipe responsável pela captação e pós-produção buscará alinhar sensibilidade artística e rigor técnico para transformar cada apresentação em uma experiência audiovisual imersiva, marcada por ritmo, cor, emoção e identidade. A edição será tratada como um processo criativo fundamental, no qual a história ganha forma e alma, assegurando que o resultado final emocione, comunique e eternize este momento significativo para a cultura do Sul do país.Além do mérito artístico, o projeto tem relevância social e econômica: mobiliza profissionais da música, do audiovisual e da técnica, gerando empregos diretos e indiretos; estimula a produção cultural fora dos grandes centros; e promove o acesso gratuito a conteúdo de alto valor cultural, democratizando o acesso e fortalecendo a identidade regional como parte integrante da diversidade brasileira.A utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura é fundamental para a viabilidade da iniciativa, uma vez que o mercado comercial dificilmente absorve projetos dedicados à música de raiz e ao conteúdo autoral não massificado, cujo foco está no valor cultural e educativo, e não no retorno financeiro. O investimento público permitirá que as apresentações e seu registro sejam realizados com a qualidade e o alcance que a cultura gaúcha merece, assegurando acesso gratuito e democrático a todo o público brasileiro.Em síntese, Som de Galpão é um ato de salvaguarda, valorização e celebração da cultura gaúcha, transformando o som do galpão, com sua trova, seu fogo e seu mate, em símbolo vivo da continuidade de uma tradição que segue emocionando e unindo gerações.b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;IX - priorizar o produto cultural originário do País.c) O projeto tem por finalidade dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

O grupo Os Monarcas, proponente deste projeto, além de responsável pela idealização da proposta, atuará diretamente na direção musical e também como atração principal nas apresentações e gravações que compõem o projeto. Além disso o administrador geral do Grupo Os Monarcas, integrante da sociedade, estará atuando na direção geral do projeto. Por essa razão, a soma das remunerações destinadas ao grupo proponente ultrapassa o limite de 20% (vinte por cento) do valor total captado.Essa condição, no entanto, está amparada pela Instrução Normativa MinC nº 23, de 05 de fevereiro de 2025, que em seu Art. 26, §2º, inciso I, esclarece que a limitação de 20% não se aplica a grupos artísticos familiares, corpos artísticos estáveis, grupos e coletivos culturais ou artístico-culturais que atuem na execução do projeto.O conjunto Os Monarcas se enquadra plenamente nessa definição, por se tratar de um grupo artístico estável, com 53 anos de trajetória ininterrupta, formado por músicos que integram uma mesma estrutura artística e que, ao longo de décadas, vêm preservando e difundindo a música tradicionalista gaúcha em todo o país. A atuação do grupo é contínua e reconhecida, sendo um referencial cultural do Rio Grande do Sul e um dos principais representantes do gênero fandangueiro e da identidade musical regional.Assim, a remuneração prevista reflete não apenas a importância artística e técnica do trabalho a ser realizado, mas também a participação efetiva e integral do grupo em todas as etapas do projeto, da concepção à execução, estando plenamente em conformidade com a legislação vigente e com as diretrizes da Instrução Normativa, que valoriza e reconhece a atuação dos grupos artísticos estáveis no fomento à cultura brasileira.

Especificação técnica

Vídeos: Produto: Vídeos musicais gravados durante as apresentações “Som de Galpão”Quantidade: 8 vídeosDuração média: 20 a 30 minutos cadaCaptação: Câmeras digitais profissionais, gravação multicâmera simultânea.Edição: Montagem, correção de cor, inserção de créditos e vinheta de abertura padronizada.Finalização sonora: Mixagem e masterização mantendo o caráter acústico e natural das apresentações.Recursos de acessibilidade: Versões com audiodescrição e tradução em LibrasDistribuição: Publicação gratuita no canal oficial do grupo no YouTube e disponibilização complementar dos áudios em plataformas de streaming.Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.

Acessibilidade

APRESENTAÇÕES ACESSIBILIDADE FÍSICAAs apresentações serão realizadas em espaço com infraestrutura acessível.Serão disponibilizados assentos preferenciais.Será contratado monitor de acessibilidade para apoio a pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOSerá contratada intérprete de libras para todas as apresentaçõesSerá utilizada linguagem simples facilitando o acesso a pessoas com TEA ou PCD IntelectualEm uma das apresentações, será realizada uma ação em parceria com a ADEVE – Associação de Deficientes Visuais de Erechim, que fará o agendamento e acompanhamento dos participantes. Essa forma de organização garante uma participação mais efetiva e segura, pois a instituição possui estrutura para coordenar o deslocamento e o apoio necessário aos seus associados, considerando que muitas famílias enfrentam dificuldades para proporcionar essa condição de forma individual. Durante a atividade, os participantes terão a oportunidade de conhecer o ambiente do galpão, tocar instrumentos musicais e interagir com os artistas. Para ampliar a experiência sensorial e garantir plena compreensão, será contratada audiodescritora profissional que acompanhará o grupo durante toda a visita, proporcionando uma mediação especializada e inclusiva. VÍDEOS ACESSIBILIDADE FÍSICA – não se aplicaACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOSerá disponibilizada versão dos vídeos com audiodescrição e também janela de libras de forma a oportunizar acessibilidade de conteúdo. Materiais complementares acessíveis: Serão produzidos releases e descrições textuais acessíveis (compatíveis com leitores de tela) para redes sociais do projeto, com informações sobre repertório, artistas e curiosidades culturais. PALESTRASAs três palestras serão realizadas em escolas da rede pública, com turmas previamente agendadas. As escolas, por padrão, já oferecem acessibilidade física e de conteúdo e contam com profissionais de apoio a alunos com deficiência. Antes de cada atividade, será realizado um levantamento junto à instituição para identificar necessidades adicionais de acompanhamento, e, se necessário, o projeto providenciará a contratação de profissionais especializados para garantir plena acessibilidade e participação de todos os estudantes.

Democratização do acesso

Democratização de acessoDescreva no campo Democratização de Acesso a forma de distribuição e comercialização dos produtos da proposta.Apresente também outras medidas de ampliação de acesso, tais como: ensaio aberto, oficinas paralelas ou transmissão pela internet.O acesso a todas as apresentações será gratuito.Os vídeos produzidos a partir das apresentações serão disponibilizados gratuitamente no canal oficial dos Monarcas no YouTube, em qualidade HD, com opção de audiodescrição e tradução em Libras. As gravações também serão publicadas gratuitamente em plataformas de streaming de áudio (podendo ser no Spotify, Deezer, Apple Music ou outras), permitindo que o conteúdo seja acessado como música, sem necessidade de internet de alta velocidade.O acesso será irrestrito e permanente: o público poderá assistir ou ouvir o conteúdo em qualquer momento, sem cobrança ou bloqueio geográfico.Os vídeos serão organizados em playlists temáticas, facilitando a busca por assunto (saudade, baile, campo, amor, tradição etc.), ampliando o potencial educativo e de engajamento. Medidas de Ampliação de Acesso Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente irá adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Os vídeos produzidos e disponibilizadas na internet terão opção de audiodescrição e libras. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; Serão realizadas 03 palestras educativas com a temática “A Música Regional Gaúcha e sua Identidade Cultural” em escolas da rede pública de ensino de Erechim. Além disso, propomos:- A produção de vídeos curtos explicativos sobre o processo criativo, os instrumentos musicais utilizados nas apresentações e a importância da música regional como expressão de identidade cultural, disponibilizados gratuitamente nas redes sociais do projeto. - O envio de links e material complementar para escolas públicas, universidades, pontos de cultura e bibliotecas municipais do Rio Grande do Sul e de outras regiões, incentivando o uso pedagógico e cultural do conteúdo.

Ficha técnica

Grupo Os Monarcas – Direção musical e artistas principais das apresentações e dos vídeos - O conjunto Os Monarcas foi criado oficialmente em 1972, na cidade de Erechim (RS). Desde então, grandes músicos passaram a fazer parte do grupo e continuam até hoje na família Os Monarcas. O autêntico estilo da música tradicionalista gaúcha, que surgiu logo na formação musical do fundador Gildinho (Nesio Alves Corrêa), por influência do grupo Os Bertussi, é o grande pilar deste conjunto. A música fandangueira, de ritmo animado, marcante e dançante faz com que as canções lançadas sejam próprias, especiais e de sucesso garantido. Os Monarcas são um dos poucos conjuntos que preservam a autenticidade da música tradicionalista gaúcha e também de maior longevidade. O grupo, em 53 anos de carreira, conquistou importantes prêmios, como a Medalha do Mérito Farroupilha oferecida, em fevereiro de 2012, pela Assembleia Legislativa, e que significa para o líder d´Os Monarcas, Gildinho, a maior distinção que um gaúcho pode receber. Além disso, o grupo foi agraciado com dez discos de ouro, entre eles três DVD; e gravou 46 trabalhos. No entanto, a maior conquista tem sido manter a formação com um grupo sólido e talentoso, com artistas implacáveis. Evandro Lamaison Correa (Monarcas) – Direção Geral - Natural e residente em Erechim/RS, nascido em 21/08/73, casado, administrador de Empresas. Teve início na vida tradicionalista com 09 anos, onde participou da invernada de danças tradicionais do CTG Espora de Prata de Erechim. Aos 16 anos iniciou sua trajetória de instrutor de danças, dando aulas de danças gaúchas de salão. No decorrer dos anos participou dos grupos de danças do Grupo Nativo Farroupilha no qual dançaram Fegart em Farroupilha, fez parte da 1ª invernada de danças do CTG Sentinela Querência no qual após alguns anos se tornou o posteiro e instrutor, na sequencia foi instrutor do CTG Galpão Campeiro. Em 1993, se transferiu para a cidade de Chapecó/SC, para dar aulas de danças tradicionais e de danças Gaúchas de Salão no Grupo de Artes Nativas Quero-Quero ficando nos anos de 1994 e metade de 1995.Ao retornar a Erechim é contratado para dar aulas de danças no CTG Galpão Crioulo de Aratiba, onde ficou até 2001, neste período classificando o grupo de danças Adulto por dois anos consecutivos a final do ENART em Santa Cruz do Sul. É um dos fundadores e o 1º. Patrão do CTG Os Campêro, isso no ano de 2001. Membro da equipe técnica do MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho) em Danças tradicionais Gaúchas e Danças Gaúchas de Salão nos anos de 2005 à 2014. Membro da equipe técnica da CBTG (Confederação brasileira de Tradições Gaúchas) em Danças tradicionais Gaúchas e Danças Gaúchas de Salão nos anos de 2005 à 2014. Diretor de Danças Gaúchas de Salão do MTG nos anos de 2008 – 2009 – 2010. Durante esses anos avaliou os festivais: ENART, FEPART, FEGAMS, FEMART, FEGARP, FETEG e FENART. Tatiana Andréia Santin – Diretora de Produção - Pós-graduada em Gestão de Pessoas, sempre admirou os usos e costumes do povo gaúcho, sua trajetória tradicionalista começou em 1989 como integrante do elenco artístico mirim, depois juvenil e mais tarde adulta do CTG Galpão Campeiro de Erechim. Foi prenda dessa entidade e a partir dali sua participação municipal, regional e estadual foi constante. Empresária do Grupo Os Monarcas. Atua na produção cultural de projetos junto a leis de incentivo à cultura e editais, realiza captação de recursos, produção executiva de eventos culturais e shows. Foi proponente e produtora cultural dos Projetos “Caravana da Canção – Monarcas” e “Caravana da Canção 2ª edição – Os Monarcas” através do Pró-Cultura RS, levando shows em palco móvel para diversas cidades do Rio Grande do Sul durante a pandemia. Recebeu o Prêmio Trajetórias Culturais Mestra Sirley Amaro promovido pelo Instituto Trocando Ideia no ano de 2021. Presidente do Instituto Cultural Bota Amarela de Erechim nas gestões 2020-2022, 2023-2024 e 2025-2026. Foi proponente do Projeto Livro: Os Monarcas: 50 anos! Meio século de paixão pela música tradicionalista gaúcha aprovado pela Lei Rouanet. Fernando Martini – Direçao artística e Coordenador de Marketing - Publicitário, especialista em Processos e Produtos Criativos, com formação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade de Passo Fundo (UPF) e especialização pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Ao longo de sua trajetória, atuou em agências de publicidade, instituições, organizações culturais e projetos independentes, desenvolvendo uma visão ampla, integrada e estratégica da comunicação. Foi diretor artístico, roteirista, produtor e diretor de comunicação do Grupo Folclórico Polonês de Erechim – JUPEM, grupo do qual faz parte desde 2003, com participação em eventos e apresentações em diversos estados do Brasil, além de países como Argentina, Chile e Peru. Colaborou na concepção, planejamento e gestão de grandes eventos culturais, esportivos e comunitários, como a Frinape (2013 a 2022), o Encontro Cultural Polonês, os Cursos de Etnografia Polonesa (2003 a 2008), o Erechim Rally Brasil (2013 a 2016), o Giro Criativo, diversos seminários e os Festivais de Dança de Erechim (2023 e 2024), entre outros.É egresso da Szkoła Liderów (Escola de Líderes) do Senado da Polônia, realizada em Varsóvia, programa voltado à capacitação de influenciadores das comunidades polônicas da América do Sul. Também participou de um curso de etnografia e cultura polonesa contemporânea na Universidade Maria Curie-Skłodowska (UMCS), em Lublin, voltado à formação de jovens lideranças culturais da diáspora. Tainete Farina - Produção executiva - Graduada em Pedagogia pela URI Erechim. MBA Executivo em Marketing pela ESPM de Porto Alegre. Curso de Extensão em Administração Pública da Cultura – UFRGS/MINC. Sócia-proprietária da empresa Tainete Farina Assessoria e Projetos Ltda. Experiência de 17 anos atuando na Produção de Eventos e acompanhando a organização, elaboração, assessoria administrativo-financeira e Prestação de Contas de Projetos Culturais para proponentes como Entidades, Empresas, Pessoas Físicas, Artistas Independentes, Coletivos, entre outros, visando a busca de recursos através do Sistema Pró-Cultura RS, Lei Rouanet, Editais, entre outros. Trabalhou na Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo de Erechim de 2017 a 2020, atuando no Planejamento e Organização de Eventos, Ações e Projetos Culturais, dentre eles Feira do Livro, Festival de Teatro, Festival de Dança, Seminário de Economia Criativa. Participação na comissão de elaboração, avaliação e monitoramento de Editais do Fundo de Apoio a Cultura e as Artes de Erechim (03 Editais). Ministrou oficinas de formatação de projetos para proponentes do município.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.