Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Festival Prata da Casa é uma ação de fortalecimento da economia criativa produzida por grupos culturais, artesãos, trancistas, ambulantes e artistas que residem e desenvolvem suas ações e negócios culturais no Centro Historico de São Luís-Maranhão. O projeto prever apresentações culturais, shows artísticos, oficinas de tambor de crioula, capoeira, artes cênicas, muisca e artesanato e acessoriamente, a realização de feirinha criativa de artesanato regional, gastronimia, brechó, moda, estética e outros produtos e serviços produzidos em São Luís.
O Festival Prata da Casa é uma ação de fortalecimento da economia criativa desenvovida por moradores do território Centro Histórico da cidade de São Luís-Maranhão. No projeto estar previsto a realização de apresentações culturais, shows artisticos, ofcinas culturais e feirinha criativa com produtos locais. Toda a programação do Festival será realizada com grupos culturais, artistas, oficineiros e expositores residentes do Centro Histórico conforme rege o Programa Rouanet nas Favelas. A instituição Associação Folclórica Tambor de Crioula Arte Nossa, proponente do projeto também é residente do território mencionado. O Festival Prata da Casa é um projeto inclusivo, informativo, gratuito, com ações de acessibilidade, ações afirmativas e impacto social positivo para comunidade. O Prata da Casa por se tratar de um festival que agrega valor positivo, pode ser replicado em outros territórios. Serão disponibilizados gratuitamente todos os vídeos do projeto nas redes sociais do proponente e seus parceiros. Estaar prevista a parceria com Pontos de Cultura de São Luís.
OBJETIVO GERAL: Realizar o Festival Prata da Casa para fortalecer a economia critiva desenvolvida pelos grupos culturais, artesãos, ambulantes , artistas e trancistas que residem em São Luís. OBJETIVO ESPECÍFICO: Realizar 04 apresentações culturais de grupos culturais; Realizar 04 shows de bandas musiciais ; Realizar 02 performances de artes cênicas; Realizar de forma acessória 01 Feirinha Expositiva da cultura criativa produzida no Centro Histórico com artesanato, sebo, brechó e moda regional, estética e gastronomia tipica maranhense; Realizar 04 oficinas de: capoeira, dança, música e artesanato sendo 01 oficina de cada seguimento para o publico geral.
O Centro Histórico de São Luís sempre foi palco de grande manifestações artístico-culturais todavia, sempre envolvendo agentes externos, principalmente nas programações culturais e artisticas que envolvem o poder público que são responsaveis por realizar eventos calendarizados como Carnaval e o São João do Maranhão que diga-se de passagem são as maiores festividades do estado. Estas programações envolvem um grande numero de artistas e são realizadas no circuito na Avenida Beira Mar, Praça Nauro Machado, Canto da Cultura e Praça das Mercês, ambos localizados no Centro Histórico, porém, apesar de haver tantas programações, projetos e festividades, os artistas e grupos culturais que são residentes deste território, em sua maioria, não fazem parte destas programações e nem de outras como feirinhas e eventos particulares como grandes festivais que têm sido realizados com frequência na comunidade. Geralmente as atrações são de fora, não têm vinculos com a comunidade, o que cria um processo excludente dos trabalhadores da cultura que são residentes do Centro Histórico, além da circulação de recursos públicos não ficarem na comunidade uma vez que, também apesar do alto grau de turismo no local, os empreendedores que possuem bares, grandes restaurantes, pousadas, hosteis se beneficiam financeiramente e nada empreendem em prol dos grupos culturais e artistas. Com foco no desenvlvimento econômico local a partir da ótica de dentro para fora, ou seja, a partir da circulação da economia de cultura produzida pelos artistas, grupos folclóricos, artesãos, ambulantes, trancistas e outros produtores residentes do Centro Histórico, o Festival Prata da Casa será uma ação de fortalecimento socio-cultural e econômico destes atores que vêm sofrendo um apagamento cultural e um impacto negativo em seus negócios em detrimento de grandes programaçõe realizadas e empreendimentos externos instalados no seu território, com produtos que não são oriundos da comunidade. Nesta perspectiva, o festival também se torna um agente dinamizador da economia criativa interna pois, tem forte missão de descentralizar recursos oriundos da Lei Rounet dando visibilidade aos produtores criativos do território em questão, impactando positivamente na cadeia podutiva orgânica da comunidade do Centro Histórico, valorizando a diversidade artistica-cultural e empreendedora local, além de envolver, informar, conscientizar e elevar a autoestima de empreendedores culturais moradores do território, potencializando seus sentimentos de pertença e orgulho de sua comunidade. A proposta Prata da Casa também contribuirá com a elevação de indicadores sociais na geração de emprego e renda uma vez que os recursos captados por meio do edital Rouanet nas Favelas será distribuído entre os tralhadores do projeto e também contemplará o retorno social pois, estará realizando um projeto da favela para a favela que movimentará a economia de criativa local atingindo o público da favela, turistas e frequentadores do Centro Histórico por meio de apresentações culturais, feirinha criativa e oficinas artisticas com foco na manutenção e visibilidade dos negócios socioculturais dos moradores do território. Cabe frisar que apesar da grande mídia em volta do Centro Histórico em virtude de seus casarões históricos e eventos, ele é habitado por uma populaçao pobre e majoritariamente negra como qualquer outra favela brasileira. Tem problemas estruturais de saneamento basico e conflitos gerados por ocupações de casarõs abandonados, realizadas familias pobres que migram de outras favelas e que na maioria das vezes são despejadas por ordem da justiça e seguem desaparadas. Ao longo do tempo, se dinamizou o pensamento de que o Centro Histórico de São Luís não é uma favela porém, isto é um grande equívoco pois, neste territorio há descaso do poder público em relação ao tratamento de lixo, segurança urbana, educação básica, saúde além de outros aspectos conflituosos como especulação imobiliária pois, os valores dos imóveis são altíssimos em virtude dos grandes empreendimentos instalados e o alto numero de turistas e consumidores que pelo território transitam. Isso reflete em desequilibrio entre a renda e a possibilidade de consumo dos moradores e os produtos e serviços oferecidos pelos empreendimentos instalados no território ou seja, em sua maioria, a comunidade não consegue consumir os produtos oferecidos no seu próprio território. Esse tipo de conflito é muito comum em favelas que são desaproprias em nome do progresso pois, o custo de vida se torna alto para a realidade dos moradores que, sem condições, na maioria das vezes abandonam seus territórios. O Centro Histórico vendido pela mídia não é nem de longe a realidade verdadeira do território e menos ainda a realidade vivenciada por seus moradores. Por outro lado, a comunidade tem antigos moradores, valorosos dententores de conhecimentos tradiconais das culturas populares e negra, fazedores de cultura, instituições socioculturais, artistas, artesãos, ponstos de cultura, ambulantes e profissionais informais que tornam a comunidade Centro Histórico um lugar positivo, cheio de possibilidades do ponto de vista econômico por ser um território criativo de alto poder turistico por possuir casarões historicos, bonitos largos e praças e ser o lar de gente humilde, honesta e muito trabalhadora. Neste contexto tem-se a Associação Folclórica Tambor de Crioula Arte Nossa que é Ponto de Cultura sentado no Centro Histórico de São Luís com atuação na cultura popular maranhense. A proponente deste festival vem ao longos de seus quase 20 anos desenvolvendo ações de preservação e salvaguarda do Tambor de crioula, colaborando diretamente na implementação das política nacionais de cultura, de salvaguarda e outras politicas culturais. O Arte Nossa como é conhecido, mantêm um predio colonial no Centro Histórico de São Luís, comprado com muito esforço, onde desenvolve ações com crianças, adolescente e jovens desta comunidade. A instituição é titulada como ponto de cultura municipal e estadual e tem uma atuação militante em defesa dos direitos cultrais de São Luís e seus mecanismo de proteção. Já atendeu mais de 1700 crianças, adolescentes do e jovens do Centro Histórico. O Festival Prata da Casa é uma proposta inédita para ser realizada nesta comunidade que vislumbra a promoção da cidadania e da diversidade cultural local pois, estará contemplando grupos de tambores de crioula, trancistas, escolas de samba, ambulantes, grupo de capoeira, artistas das artes cênicas, cantores, musicos, grupos afro, bumba-meu-boie artesãos moradores da comunidade. Desta froma, por se tratar de um projeto abrangente e estar intimamente ligado aos objetivos do Programa Rouanet nas Favelas e assim, necessita do apoio da Lei Rouanet estando alinhado com os seguintes objetivos do Art.1º da Lei 8.313, de 23 de dezembro de 1991.II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização dos recursos humanos e conteúdos locais.III- apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV- proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;O projeto atende também o ART.3º a lei de Incentivo à Cultura nos objetivos II e III abaixo:II _ Fomento à produção e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculo de artes cênicas, de música e de folclore; III _ Preservação e difusão do patrimônio artístico e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.IV- Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
o Festival Prata da Casa um Projeto inclusico que permite que pessoas com deficiência, idosos, mulheres, negros, LGBTQIA+ e pessoas afro-indígenas estejam em suas equipes de trabalho, seja na área ténica ou na área artistica cultural. O projeto contempla ações afirmativas com a participação de grupo de cultura negra e artista negros e tem equipe tecnica majoritariamente formada por mulheres negras como forma de dá acesso e possibilidade a estas profissionais, potencializando suas carreiras e dando visibilidade ao papel protagista da mulher negra na cultura brasileira. A Associação Folclórica Tambor de Crioula Arte Nossa proponente do Festival Prata da Casa é uma instituião cultural titulada como Ponto de Cultura, Pontinho de Cultura Federal e Ponto de Cultura Municipal. Tem forte atuação na incidência de políticas para cultura popular maranhese e para o patrimôno imaterial. Tem mensão honrosa Prêmio Rodrigo Melo, Prêmio Viva Leitura e Prêmio de Inclusão social da pessoa idosa pela Petrobrás.Possui certififcação de Mérito Cultural pelos Conselhos Estadual e MUnicipal de Cultura e título de patrimônio imaterial cedido pelo Instituto Histórico e Artistico Nacional IPHAN.A instituição é Utilidade Púlica Estadual e Municipal.
PLANO DE OFICINAS DO FESTIVAL PRATA DA CASA PÚBLICO BENEFICIADO: moradores do Centro Histórico, turistas e frequentadores do território. FORMA DE SELEÇÃO: o critério são pessoas entre 07 a 90 anos. CLASSIFICAÇÃO: Livre. PÚBLICO TOTAL: 150 pessoas entre crianças, adolescentes, jovens e adultos. OFICINA 1 – CAPOEIRATEMA: A capoeira como expressão cultural afro-brasileira OBJETIVO: Trabalhar a capoeira como forma de expressão corporal, defesa e valorização da ancestralidade afro-brasileira. CARGA HORÁRIA: 3h NÚMERO DE BENEFICIÁRIOS: 30 LOCAL: Praça da Fé – Centro Histórico METODOLOGIA: A oficina inicia com uma dinâmica de integração e aquecimento, seguida de breve exposição oral sobre a origem e a importância da capoeira como patrimônio cultural brasileiro. Em seguida, o oficineiro apresentará os fundamentos básicos da capoeira regional e angola, demonstrando seus principais movimentos, cantos e toques. Ao final, será realizada uma pequena roda de capoeira para socialização e vivência prática entre os participantes. RECURSOS: som, espaço amplo, berimbau, pandeiro, atabaque e intérprete de Libras. OFICINA 2 – DANÇA POPULAR MARANHENSETEMA: O corpo e o movimento nas danças tradicionais do Maranhão OBJETIVO: Valorizar as danças populares como expressão da identidade cultural maranhense e promover a vivência prática dos ritmos locais. CARGA HORÁRIA: 3h NÚMERO DE BENEFICIÁRIOS: 30 LOCAL: Casa do Tambor de Crioula – Centro Histórico METODOLOGIA: A oficina será dividida em dois momentos: teórico e prático. No primeiro, haverá uma exposição sobre a história das danças populares maranhenses — bumba-meu-boi, tambor de crioula e cacuriá — abordando seus contextos culturais e simbólicos. No segundo momento, os participantes aprenderão passos básicos e coreografias inspiradas nas manifestações afro-brasileiras e populares. O encerramento contará com uma roda de dança coletiva como culminância. RECURSOS: som, oficineiro(a), instrumentos percussivos, espaço amplo e intérprete de Libras. OFICINA 3 – MÚSICA PERCUSSIVA AFRO-BRASILEIRATEMA: Os toques e ritmos das manifestações afro-maranhenses OBJETIVO: Transmitir conhecimentos sobre os fundamentos da música percussiva afro-brasileira, abordando ritmos tradicionais e sua importância na formação cultural do Maranhão. CARGA HORÁRIA: 3h/aula NÚMERO DE BENEFICIÁRIOS: 30 LOCAL: Praça Nauro Machado – Centro Histórico METODOLOGIA: A oficina inicia com uma dinâmica de apresentação e aquecimento corporal. Em seguida, será feita uma exposição sobre a influência africana na música maranhense e brasileira. No momento prático, os participantes aprenderão toques de bumba-meu-boi, tambor de crioula, afoxé, ijexá e reggae. No encerramento, haverá uma pequena apresentação dos ritmos aprendidos, executada pelos próprios participantes. RECURSOS: instrumentos musicais (atabaques, tambores, agogôs), som e intérprete de Libras. OFICINA 4 – ARTESANATOTEMA: Bordado e criatividade: o fazer manual maranhense OBJETIVO: Sensibilizar o público sobre o valor cultural e o potencial empreendedor do bordado e do artesanato maranhense. CARGA HORÁRIA: 4h NÚMERO DE BENEFICIÁRIOS: 30 LOCAL: Centro Histórico METODOLOGIA: A oficina começa com uma dinâmica de integração e conversa sobre o papel do artesanato na economia criativa local. Em seguida, a oficineira apresentará técnicas de bordado em canutilho e miçangas, inspiradas nos bordados de indumentárias do bumba-meu-boi e de outras manifestações culturais. Os participantes terão um momento prático de criação de pequenas peças e, ao final, uma exposição coletiva dos trabalhos realizados. RECURSOS: linha, agulha, tecido, mesa de apoio, tesoura, som ambiente e intérprete de Libras.
Atendendo ao Decreto Nº 11.453 de 23 de maio de 2023, que dispõe sobre os mecanismos de fomento do sistema de financiamento à cultura em seu Art. 57. INCISO III promover distriuição gratuita de obras ou ingressos pois, o Festival Prata da Casa também prever entrada gratuita para todos os públicos e em relação ao INCISO IV-desenvolver estratégias de de difusão que ampliem o acesso, o projeto será realizado em local com estrutura adequada para receber o público de pessoas com deficiência, pessoas com mobilidadae reduzida, gestantes e idosos. Toda a programação será em espaços com medidas estruturais acessíveis e interpretes de libras no palco, bem como equipe de monitores para auxiliar este público. O projeto também prever a participação para pessoas com deficiência na equipe de trabalho e na programação cultual.DAS MEDIDAS DE ACESSIILIDADES A SEREM ADOTADAS PRODUTO PRINCIPAL: Apresentações CulturaisAcessibilidade no aspecto arquitetônico: as apresentações culturais serão realizaas na Praça Nauro Machado que faz parte do projeto Centro Acessível, projeto este que modificou a estrutura do Centro Histórico para receber o público com deficiência, além disso terá também banheiros adaptados para apoiar ainda mais os participantes com deficiência. Item da Planilha Banheiros Quimicos para PCD. Acessibilidade para deficientes visuais: haverá audiodescrição na abertura durate a programação cultural- Item da Planilha audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: haverá interprete de libras no palco - Item da Planilha Interprete de Libra.Acessibilidade para deficientes intelectuais: durante todo o evento haverá uma equipe de monitores para apoiar os participantes com deficiência. Item da Planilha Moniotres PRODUTO SECUNDÁRIO: Feira de Exposições (feirinha Criativa) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: o projeto será realizado na Praça Nauro Machado, espaço artístico cultural do Centro Histórico que faz parte do projeto Centro Acessível, projeto este que modificou a estrutura do Centro Histórico para receber o público com deficiência. Item Planilha não se aplica.Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrições em todas as sessões. Será utilizada a audiodescrição paga no produto principal do Festival. Item da Planilha não se aplica.Acessibilidade para deficientes auditivos: haverão interpretes de libras durante todas as atividades do projeto. Item da Planilha Interpretes de libraAcessibilidade para deficientes intelectuais: haverá uma equipe de monitores para apoiar este publico Item da Planilha Monitores. PRODUTO SECUNDÁRIO: Oficinas Artisticas Acessibilidade no aspecto arquitetônico: as oficinas serão realizadas nos espaços e praças do Centro Histórico, já adaptadas pelo projeto Centro Acessível, projeto este que modificou a estrutura do Centro Histórico para receber o público com deficiência. Item Planilha não se aplica.Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrições em todas as sessões. Haverá audescrição em todas as focinas do projeto. Item da Planilha audidescriçãoAcessibilidade para deficientes auditivos: haverão interpretes de libras durante todas as oficinas do projeto. Item da Planilha Interpretes de libraAcessibilidade para deficientes intelectuais: haverá uma equipe de monitores para apoiar este publico Item da Planilha Monitores.
Com o intuito de fomentar a democratização de acesso,o projeto Festival Prata da Casa se apoiará nos Artigos 28 e 29 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023. A Saber:ART. 28. INCISO IV - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal. O projeto prever a produção de video de todo o projeto e sua disponibilização gratuita nas redes sociais.ART. 29. INCISO I - de carater social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupo minoritários ou comunidades em vulnerailidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do bolsa família e CadÚnico. O projeto terá entrada gratuita para toda e qualquer pessoa e haverão espaços acessivéis, banheiros adaptados, interpretes de libras para pessoas com deficiência, pessoas com mobilidade reduzida, idosos e gestantes.O projeto ainda prever a contratação de pessoas negras, pessoas com deficiência e pessoas da comunidade GLBTQIA+ na equipe técnica de trabalho. Também há a previsão de participação de grupos da cultura negra, grupos da comunidade GLBTQIAP+ e grupos da cultura urbana na programação cultural do festival.
ASSOCIAÇÃO FOLCLÓRICA TAMBOR DE CRIOULA ARTE NOSSA- Proponente estará em todos os processos decisórios do projeto e atuará em conjunto com as equipes. A Associação é titulada como Ponto de Cultura, Pontinho de Cultura Federal e Ponto de Cultura Municipal. Tem forte atuação na incidência de políticas para cultura popular maranhese e para o patrimôno imaterial. Tem mensão honrosa Prêmio Rodrigo Melo, Prêmio Viva Leitura e Prêmio de Inclusão social da pessoa idosa pela Petrobrás. Possui certififcação de Mérito Cultural pelos Conselhos Estadual e MUnicipal de Cultura e título de patrimônio imaterial cedido pelo Instituto Histórico e Artistico Nacional IPHAN. A instituição é considerada como Utilidade Púlica Estadual e Municipal. Tem projeto com aprovação para catação de recursos na Lei Rouanet. COORDENADORA GERAL : Simei Aranha Dantas, Assistente Social formada pela Faculdade Estácio. Coordenadora Geral da Associação Folclórica Tambor de Crioula Arte Nossa e fazedora de cultura popular maranhense há 30 anos. Atua com salvaguarda do Tambor de Crioula do Maranhão e já formou mais de 1.700 crianças moradoras do Centro Histórico de São Luís. É ex- Conselheira de Politica Nacional de Cultura, Coordenadora do Ponto de Cultura Tambor de Crioula Arte Nossa, Coordenadora do Pontinho de Cultura Tambor de Crioula Arte Nossa, participante da Rede Estadual dos Pontos de Cultura Estadual e Municipal. Ex- brincante do Tambor de Crioula Catarina Mina, Ex- coreira do Tambor de Crioula de Mestre Nivô, Ex- coreira do tambor de crioula Casinha da Roça do Mestre Erivaldo Gomes. Ex- India do Bumba- meu- Boi da Madre Deus. Participante da Comissão do Patrimônio Imaterial de São Luís e da Comissão do Tambor de Crioula. Foi premiada no edital Palmares de Arte pela Fundação Cultural Palmares 2021. Tem certificação de Mestra do Tambor de Crioula do Maranhão pela CNPC. Será paga na rubrica de coordenação geral. ASSESSORA DE IMPRENSA: Josenilma Aranha Dantas -Doutoranda em Comunicação - UFF (PPGCOM) 2021- 2024 Mestrado em Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) UNESP - Assis Término - 2001 Graduação em Comunicação Social - Jornalismo- UFMA. Graduação em Letras - UFMA. Técnica em Processos Fotográficos - ETEC Carapicuíba- SP, Escola Brasileira de Psicanálise (Seção MA) Edição e revisão de textos diversos e dos artigos da Revista Iteração. Faculdade São Luís/ Estácio de São Luís -Docente nos cursos de Jornalismo (Teorias do Jornalismo, Jornalismo Online 1 e 2 e Língua Portuguesa) e Administração ( Oralidade e Letramento, Comunicação Empresarial e Língua Portuguesa). Supervisora do Laboratório de Práticas Jornalísticas. Docente de Lingua Portuguesa na Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, SEESP. Participou da Exposição Coletiva Nós da Fotografia: o agente fotográfico. Feira Fotografar. 2018. Fotografia perfil do autor nos livros Queria falar do deserto dos dias apressados (2019) e Éguas (2017), do poeta Dyl Pires. Experiência nas áreas de comunicação digital e fotografia e prática docente em disciplinas como Jornalismo Online, Jornalismo Cultural e Literário e Teorias da Comunicação. Atualmente, trabalha em projetos de comunicação voltados para a curadoria de arte, divulgação de galerias e artistas. Será paga na rubrica custos de divulgação
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.