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O projeto Emprete-Ser _ Programa de Letramento Racial e Protagonismo Juvenil tem como objetivo promover o empoderamento e o fortalecimento identitário de adolescentes negros e pardos, com idades entre 14 e 29 anos, em situação de vulnerabilidade social. Por meio de oficinas formativas, rodas de conversa, encontros culturais e capacitação de educadores, o projeto visa combater o racismo estrutural e ampliar as oportunidades de inclusão, pertencimento e protagonismo juvenil.
O Emprete-Ser propõe uma jornada educativa e sensível que une arte, cultura e reflexão social.Por meio de encontros, oficinas e experiências culturais, jovens aprendem a reconhecer a força de sua ancestralidade, compreender as raízes do racismo e atuar como agentes de transformação.A arte, a música e a palavra são utilizadas como pontes de diálogo e cura social, em um percurso que celebra a negritude, o respeito e a igualdade.
Objetivo Geral Fortalecer a autoestima, o pertencimento e o protagonismo de jovens negros e pardos, ampliando o letramento racial e a atuação cidadã, em consonância com a igualdade racial e os ODS. Objetivos Específicos (metas numeradas)Realizar 2 ciclos de formação com 50 jovens/ciclo (100 no total).Ofertar 12 oficinas por ciclo com registro e material pedagógico digital.Capacitar até 100 educadores/instrutores em práticas antirracistas.Envolver 50 famílias em ações de fortalecimento de vínculos.Instituir Comitê de Diversidade Juvenil e realizar Mostra/Cerimônia final.Executar pesquisa de impacto com 100% dos participantes diretos.
O projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por promover a formação, difusão e preservação dos valores culturais afro-brasileiros e fomentar ações de inclusão e igualdade racial. Contribui ainda para os objetivos do Art. 3º, especialmente nos incisos I (estímulo à produção cultural), IV (promoção da diversidade) e V (valorização das manifestações culturais afro-descendentes).O racismo estrutural ainda compromete o desenvolvimento da juventude negra, limitando o acesso a oportunidades de educação, trabalho e expressão cultural. O letramento racial se apresenta como ferramenta essencial para desconstruir estereótipos, fortalecer a identidade e formar cidadãos conscientes e atuantes. O apoio via Lei Rouanet é fundamental para viabilizar a execução das atividades educativas e culturais com gratuidade integral aos participantes, garantindo acessibilidade, qualidade e alcance social ampliado.
O projeto Emprete-Ser – Programa de Letramento Racial e Protagonismo Juvenil propõe uma experiência educativa transformadora que integra cultura, formação cidadã e fortalecimento de vínculos sociais. A metodologia, fundamentada em princípios freirianos, decoloniais e afrocentrados, privilegia o diálogo, a escuta e o protagonismo dos participantes. As atividades combinam teoria e prática, utilizando a arte como instrumento pedagógico e de emancipação social.A proposta vai além da formação individual: busca consolidar uma rede de jovens multiplicadores, instrutores e famílias comprometidas com a construção de uma sociedade antirracista. O projeto promove não apenas oficinas, mas também espaços de convivência, expressão e criação coletiva, contribuindo para o desenvolvimento de competências socioemocionais e para a valorização da identidade negra.Por meio da capacitação de educadores e da criação de um Comitê de Diversidade Juvenil, o projeto deixa um legado institucional duradouro, fortalecendo políticas de inclusão no CIEE Rio e nas redes de ensino parceiras. Além de atender diretamente jovens em vulnerabilidade, o programa potencializa o alcance cultural e educativo, inspirando outras instituições a adotar práticas semelhantes.O Emprete-Ser reafirma o papel da cultura como ferramenta de transformação social, resgatando histórias e trajetórias que inspiram pertencimento, autoestima e consciência crítica. Sua execução representa um avanço no enfrentamento das desigualdades raciais, ao mesmo tempo em que oferece à juventude negra novas oportunidades de se reconhecer como protagonista de sua própria história.Todas as ações descritas visam difundir práticas de educação antirracista e valorizar a cultura afro-brasileira, fortalecendo políticas públicas de igualdade racial.”
Duração total: 11 mesesPúblico direto: 50 adolescentes por ciclo, 100 geral.Público indireto: 50 famílias + 50 educadores + 7.000 aprendizes alcançados por multiplicaçãoLocal: Município do Rio de Janeiro e Região MetropolitanaTodos os conteúdos serão disponibilizados em mídia digital e relatório impresso final.
Acessibilidade física: realização das atividades em espaços com rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização tátil.Acessibilidade de conteúdo: intérprete de Libras em encontros presenciais e gravações; materiais com fonte ampliada; audiodescrição dos vídeos; legendas descritivas e possibilidade de visita sensorial durante as oficinas culturais.
Todas as atividades serão gratuitas e abertas à comunidade, priorizando adolescentes em situação de vulnerabilidade indicados por CRAS e escolas públicas. As oficinas e encontros terão transmissão online parcial, garantindo acesso remoto. Estão previstas ações de multiplicação de conhecimento: grupos de debate e comitê de diversidade formados pelos próprios participantes. Ao final de cada ciclo, será realizada uma Cerimônia Pública de Encerramento e Mostra Cultural, aberta ao público e à imprensa local.
Coordenação Geral - Proponente Coordenador Cultural: – Coordenação Técnico-Pedagógica: (CIEE-RJ) – Produção Executiva; Assistência Administrativa – Comunicação (designer, videomaker; apoio assessoria de imprensa) – Instrutores(as)/Oficineiros(as) – Intérprete de Libras – Psicologia/Serviço Social – Pesquisa de Impacto Social
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.