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O projeto "Luz, Câmera e Improvisação _ Circulação Centro-Oeste & Sudeste" propõe uma circulação interestadual do espetáculo de improviso com 10 apresentações gratuitas em cidades de Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Inspirado na cultura televisiva brasileira, o espetáculo estimula o riso, o pensamento crítico e o reconhecimento cultural por meio da participação ativa do público. Além das apresentações, o projeto realiza ações formativas e acessibilidade comunicacional, democratizando o acesso à arte e fortalecendo o teatro de improviso como linguagem artística popular e pedagógica.
1. Espetáculo de Artes Cênicas – “Luz, Câmera e Improvisação” Área Cultural: Artes Cênicas Segmento: Apresentação ou Performance de Teatro Classificação Indicativa: 12 anosO espetáculo “Luz, Câmera e Improvisação” une humor, improviso e cultura televisiva brasileira em um formato dinâmico e participativo. Em cada sessão, os atores constroem cenas inéditas a partir de sugestões da plateia, criando jogos cênicos inspirados em programas clássicos da TV — novelas, telejornais, reality shows e programas de auditório. A proposta valoriza o riso, a escuta ativa e a criação coletiva, estimulando o público a refletir sobre o imaginário popular e o poder da improvisação como expressão artística e ferramenta de convivência. O espetáculo será apresentado em 10 sessões gratuitas nas cidades de Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, com recursos de acessibilidade (Libras e audiodescrição) e ambientação técnica de médio porte (som, luz e projeção). 2. Obra Exibida (Audiovisual) – Registro e Difusão Digital Área Cultural: Audiovisual Segmento: Difusão de acervos e conteúdos audiovisuais por diversos meios e suportes Classificação Indicativa: LivreO projeto prevê o registro audiovisual das apresentações e das ações formativas, resultando em conteúdos digitais como clipes, minidocumentário e vídeos temáticos. Esse material será publicado gratuitamente em plataformas digitais (YouTube, Instagram e TikTok), ampliando o alcance das atividades e estimulando o interesse pelo teatro de improviso. A proposta busca transformar a circulação em um espaço de aprendizado e inspiração, deixando como legado um acervo de acesso livre, educativo e acessível — com legendas, audiodescrição e linguagem inclusiva. 3. Contrapartidas Sociais – Oficinas e Rodas de Conversa Área Cultural: Artes Cênicas Segmento: Empreendimentos e Ações Educacionais – Culturais, Capacitação e Treinamento Classificação Indicativa: LivreComo forma de democratização e aprofundamento da experiência artística, o projeto realizará duas oficinas formativas sobre improvisação teatral e rodas de conversa com o público após algumas apresentações. Essas ações têm o objetivo de promover o diálogo entre artistas e comunidade, discutir o processo criativo, refletir sobre o papel do humor e incentivar novas práticas culturais locais. As atividades serão registradas e disponibilizadas digitalmente, ampliando o impacto educacional da proposta.
Promover a circulação do espetáculo "Luz, Câmera e Improvisação" em municípios de Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, ampliando o acesso à cultura e à linguagem do improviso teatral em regiões com menor oferta de atividades culturais.Objetivos EspecíficosRealizar 10 apresentações presenciais gratuitas em teatros e centros culturais com acessibilidade física.Oferecer 2 oficinas formativas sobre improvisação teatral e humor popular.Garantir 3 sessões com tradução em Libras e audiodescrição.Registrar e divulgar trechos das apresentações em plataformas digitais.Estimular o intercâmbio artístico entre coletivos teatrais do Centro-Oeste e Sudeste.Fortalecer o teatro de improviso como linguagem criativa e educativa.
O projeto "Luz, câmera e improvisação" propõe a circulação de um espetáculo teatral de improviso que homenageia o imaginário popular brasileiro por meio de jogos cênicos inspirados em programas clássicos da televisão. A proposta parte de uma linguagem teatral participativa e inventiva, que promove o riso, o pensamento crítico e a identificação coletiva por meio de quadros cênicos que transformam o público em coautor da cena.Em um contexto onde o teatro de improviso ainda é frequentemente associado apenas ao entretenimento superficial — mesmo sendo uma linguagem profundamente estudada e reconhecida por seu potencial pedagógico e transformador — esta proposta atua como instrumento de valorização e formação de plateia. Referências como Viola Spolin, Keith Johnstone, Augusto Boal e Sandra Chacra demonstram que a improvisação é uma prática artística e educativa que desenvolve escuta ativa, espontaneidade, criatividade coletiva e senso de comunidade — aspectos essenciais para a formação do indivíduo e para a convivência cidadã.Além disso, o projeto responde a uma necessidade concreta: ampliar o acesso da população a expressões artísticas que dialoguem com sua memória afetiva e coletiva. Ao utilizar o humor e a cultura televisiva como elementos de identificação, o espetáculo cria pontes entre gerações, territórios e realidades sociais distintas, reforçando a importância da arte como elo social e espaço de pertencimento.Por isso, justifica-se plenamente o uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura, uma vez que o projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, por:● I _ Estimular a formação do indivíduo por meio do contato com a arte do improviso e com temáticas relacionadas à cultura brasileira;● II _ Possibilitar a formação cultural da população, com um espetáculo acessível, divertido e com referências ao patrimônio audiovisual do país;● III _ Fomentar e valorizar os bens culturais, contribuindo para o fortalecimento do teatro como linguagem democrática.Também atende aos objetivos do Art. 3º da referida Lei, destacando-se:● I _ Facilitar o acesso à cultura e ao exercício dos direitos culturais;● III _ Apoiar e difundir manifestações culturais brasileiras e seus valores;● V _ Preservar bens imateriais ligados à cultura nacional, como o humor popular e o fazer teatral tradicional e contemporâneo.A proposta se adequa ainda ao Art. 18 da Lei 8.313/91, que trata dos projetos culturais passíveis de obtenção de até 100% de isenção fiscal por parte dos incentivadores, por apresentar finalidade exclusivamente cultural e atender aos requisitos estabelecidos pelas instruções normativas da Secretaria de Cultura.O financiamento via incentivo fiscal é essencial para garantir a ampla participação da sociedade e para viabilizar ações estruturantes de acessibilidade, formação de plateia e descentralização cultural. Ao apoiar este projeto, o incentivador colabora com uma proposta de forte impacto social, cultural e educativo — com retorno direto e simbólico para a comunidade.
“Luz, Câmera e Improvisação” é um espetáculo teatral que celebra a linguagem da improvisação como potência criativa, social e afetiva. Inspirado por grandes nomes como Viola Spolin, Keith Johnstone, Augusto Boal e Sandra Chacra, o projeto propõe uma experiência cênica viva, interativa e reinventada a cada apresentação. A proposta é explorar a improvisação não apenas como técnica, mas como linguagem artística autônoma, capaz de provocar reflexão, escuta, riso e encantamento.Com cinco a sete atores em cena, o espetáculo mistura o teatro ao vivo com a estética da televisão brasileira — especialmente das décadas de 1980 e 1990 — criando paródias e releituras de formatos como novelas, talk shows, programas de auditório, realities, documentários e telejornais. O público participa ativamente, sugerindo palavras, personagens e situações que servem como ponto de partida para as cenas improvisadas.O espetáculo é dividido em dois blocos temáticos:O primeiro flerta com narrativas clássicas (inspiradas na “arquitrama” de Robert McKee), explorando jogos de improviso que parodiam formatos televisivos narrativos como filmes, séries e documentários.O segundo se aproxima do humor físico, do nonsense e dos programas de variedade e auditório, criando uma curva dramatúrgica que caminha do enredo para o riso coletivo.Entre os jogos encenados, destacam-se:“Corte de Elenco”: os atores improvisam um filme fictício, sendo gradualmente eliminados e acumulando personagens, até que um só ator represente todos.“Impro Home and Health”: cenas intercaladas por depoimentos contraditórios dos personagens, parodiando documentários de estilo de vida.“Click da Shoppe”: o mestre de cerimônias interfere nas ações dos atores como se tivesse um controle remoto, alterando ritmo, direção e intensidade da cena.“Multiverso”: duas duplas atuam a mesma situação em universos morais opostos (gentileza x hostilidade), alternando realidades durante a cena.“Intervalos Comerciais”: esquetes curtos inspirados em trailers e propagandas criados a partir de sugestões do público.“Show-talk”: uma entrevista de talk show feita de trás para frente, onde as respostas antecedem as perguntas.“Vai dar namoro”: o ator que busca um par tenta adivinhar as identidades dos pretendentes, interpretados como figuras conhecidas ou objetos.“Jornal ABCional”: os atores improvisam um noticiário em que só podem falar palavras começando com letras sorteadas pela plateia.“Let It Pie”: atores substituem a letra de “Let It Be” por nomes de objetos sugeridos pelo público, competindo em duplas — o perdedor leva torta na cara.O mestre de cerimônias conduz o espetáculo, aquecendo a plateia, introduzindo os jogos e guiando os atores por meio dos dispositivos cênicos. Ele também representa a figura simbólica do "diretor do canal", mantendo a coesão do espetáculo.Mais que entretenimento, o espetáculo busca refletir sobre a televisão como fenômeno cultural de forte presença no imaginário brasileiro. Em 2023, segundo o IBGE, havia mais domicílios com televisão do que com internet no Brasil. Ao evocar esse universo com humor, ironia e criatividade, o espetáculo também propõe uma crítica afetiva à linguagem televisiva e sua influência cotidiana.O improviso é valorizado não como atuação sem preparo, mas como arte complexa, que exige domínio técnico, escuta ativa, presença, prontidão emocional e estrutura narrativa. Essa arte é herdeira de tradições populares como a commedia dell’arte, os vaudevilles e até as lutas-livres performáticas do século XX, conforme aponta Keith Johnstone.A direção do espetáculo reforça que improvisar é um ato de coragem e entrega: um espaço onde o erro vira beleza e o inesperado é bem-vindo. O riso não é objetivo final, mas consequência da verdade compartilhada em cena. O público é convidado a ser coautor, tornando-se parte vital da dramaturgia.A proposta, realizada pela companhia Intrusos na Comédia, almeja democratizar o acesso à arte, aproximando teatro e plateia com uma abordagem inclusiva, sensível e inovadora. Cada sessão é única, fruto da escuta, do jogo e da confiança entre artistas e espectadores.#ImprovisoÉArte #LuzCâmeraEImprovisa #TeatroVivo
1. Espetáculo de Artes Cênicas – “Luz, Câmera e Improvisação” Duração: 90 minutos por sessão. Total de apresentações: 10 sessões presenciais. Classificação Indicativa: 12 anos. Formato: Espetáculo teatral de improviso, construído coletivamente a partir de sugestões do público, com jogos cênicos inspirados em programas de televisão brasileiros (novelas, realities, auditórios, noticiários etc.). Equipe artística: 5 atores/improvisadores, 1 diretor cênico, 1 técnico de som, 1 técnico de luz e 1 produtor de palco. Infraestrutura mínima: Espaço cênico de 6m x 6m; sistema de som com microfones headset ou lapela; iluminação com no mínimo 6 refletores tipo LED ou PAR; projetor multimídia e telão; estrutura de camarim e área técnica. Material de apoio: roteiro-base de jogos, programa do espetáculo digital e impressos informativos sobre o projeto. Projeto artístico: linguagem contemporânea e participativa, com estímulo à criatividade, à escuta ativa e ao improviso como ferramenta estética e educativa. Acessibilidade: ao menos 3 sessões com tradução em Libras e 2 com audiodescrição ao vivo; materiais de divulgação acessíveis em versão digital de leitura facilitada. 2. Obra Exibida (Audiovisual) – Registro e Difusão Digital Duração e formato:3 clipes de até 2 minutos cada;1 minidocumentário de até 10 minutos;4 vídeos temáticos de 4 a 6 minutos; Total aproximado: 40 minutos de material audiovisual. Classificação Indicativa: Livre. Objetivo: registrar o processo artístico e formativo do projeto e difundir o conteúdo digital de forma gratuita. Equipamentos: câmeras DSLR e mirrorless, microfones de lapela, iluminação portátil, equipamentos de captação de som ambiente e softwares de edição de vídeo e áudio (Premiere, DaVinci Resolve, Audition ou similares). Equipe técnica: 1 cinegrafista, 1 operador de som, 1 editor e 1 produtor de campo. Projeto pedagógico: o conteúdo servirá como material de referência sobre teatro de improviso e práticas de criação coletiva, podendo ser utilizado em escolas, oficinas e ações formativas. Acessibilidade: todos os vídeos contarão com legendas, audiodescrição e linguagem neutra de fácil compreensão. 3. Contrapartidas Sociais – Oficinas Formativas e Rodas de Conversa Duração: 2 oficinas de 3 horas cada + 2 rodas de conversa de 40 a 60 minutos. Classificação Indicativa: Livre. Formato: encontros presenciais e gratuitos, conduzidos pelos integrantes do grupo e pelo diretor artístico. Público-alvo: estudantes, professores, artistas iniciantes e comunidade local. Conteúdo pedagógico:Princípios da improvisação teatral (escuta, prontidão, confiança e criação coletiva);Jogos de improviso e humor como ferramentas educativas;Reflexões sobre cultura popular e televisão brasileira como linguagem cênica;Dinâmicas práticas de integração entre corpo, voz e imaginação. Equipe envolvida: elenco, diretor e mediador cultural. Materiais: kit de registro audiovisual (filmadora, microfone, tripé), cartazes, fichas de inscrição, materiais digitais de apoio e certificados. Acessibilidade: intérprete de Libras em todas as oficinas e materiais pedagógicos em formato digital acessível. Resultados esperados: ampliação da formação cultural dos participantes, fortalecimento da prática artística regional e estímulo à continuidade das redes de criação local.
O projeto “Luz, câmera e improvisação” contempla ações de acessibilidade física e de conteúdo, promovendo o acesso pleno de pessoas com deficiência às suas atividades.Acessibilidade Física: As apresentações serão realizadas em espaços que contem com infraestrutura acessível, incluindo banheiros adaptados, rampas de acesso, piso tátil e sinalização adequada. A escolha dos locais de apresentação priorizará teatros e centros culturais que estejam em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). A equipe de produção realizará vistoria prévia nos espaços para garantir o cumprimento dos critérios de acessibilidade e, se necessário, buscará adaptações pontuais junto às gestões locais.Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir a plena compreensão do conteúdo artístico pelo público com deficiência sensorial, serão adotadas as seguintes medidas:Tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais) em ao menos 30% das sessões, priorizando as de maior demanda ou em regiões com histórico de baixa oferta cultural acessível.Audiodescrição ao vivo em pelo menos 20% das sessões, com uso de equipamento adequado (transmissores e receptores de áudio).Disponibilização de legenda descritiva em sessões gravadas ou transmitidas online.Visitas sensoriais guiadas previamente às apresentações, destinadas a pessoas com deficiência visual e intelectual, oferecendo reconhecimento tátil do espaço cênico, figurinos e objetos de cena.Produção de materiais de divulgação acessíveis, incluindo folders em formato digital com leitura facilitada e versões em áudio e Braille, quando viável.Além disso, a equipe técnica receberá formação básica sobre atendimento inclusivo e será orientada a atuar com empatia e respeito à diversidade dos públicos. Ao estruturar o espetáculo e sua mediação com base nesses princípios, o projeto reforça seu compromisso com o direito de todos ao acesso à cultura — não como concessão, mas como política pública fundamental.
O projeto “Luz, câmera e improvisação” propõe ações concretas para garantir ampla democratização de acesso ao seu produto cultural principal: o espetáculo teatral de improviso. As apresentações presenciais serão realizadas em teatros de fácil acesso ao público, especialmente em regiões com menor oferta de atividades culturais. Os ingressos serão gratuitos ou comercializados a preços populares, permitindo o acesso de públicos diversos, inclusive de baixa renda.A distribuição será feita por meio de parcerias com instituições culturais locais, escolas públicas, centros comunitários e redes de cultura, garantindo que os ingressos cheguem de forma efetiva a quem mais precisa. A divulgação será ampla e descentralizada, com uso de redes sociais, rádios comunitárias, cartazes em pontos estratégicos e mobilização em territórios periféricos.Para ampliar ainda mais o alcance do projeto, estão previstas outras estratégias de aproximação com o público, como:● Rodas de conversa com o elenco após algumas sessões, incentivando o diálogo direto com o público.● Transmissão online de trechos selecionados e conteúdos formativos, possibilitando o acesso remoto ao universo da improvisação teatral.● Registro audiovisual das apresentações e ações educativas, que serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais, como forma de memória e compartilhamento do projeto.● Distribuição de materiais promocionais, como adesivos, camisetas e outros brindes, que funcionam como formas simbólicas de pertencimento e extensão da experiência artística.● Ações com influenciadores locais e digitais, que ajudarão a divulgar o projeto, aproximando o espetáculo de públicos diversos e ampliando seu impacto nas redes sociais.Além disso, a identidade visual do projeto contemplará a inserção da marca dos patrocinadores em todos os materiais de divulgação física e digital, incluindo mídias sociais, cartazes, brindes, vídeos, programas de apresentação e press kits. Essa visibilidade agrega valor à marca apoiadora, associando-a a um projeto de forte impacto cultural, educativo e social, e evidenciando seu compromisso com a democratização do acesso à arte no Brasil.
Diretor Cênico – Vitor Fernandes Paulistano, 31 anos, homem cis, branco. Humorista, roteirista e radialista. Produziu “Show do Mijão” (Café com Bobagem), roteirista do “CQC” (Band), chefe de roteiro no grupo PARNAXX, e roteirista da NWB, NON STOP e WeLab. Atuou no “Nóis na Firma” (Band) e em campanhas eleitorais do deputado Tiririca. É também diretor do podcast “Ticaracaticast” e atua no grupo Intrusos na Comédia como ator, roteirista e diretor.Christian Oliveira – Gaffer, Maquinista e Produtor Cultural Morador de Paraisópolis, atua no Sarau de Paraisópolis desde 2011. Técnico em Iluminação (Instituto Criar, 2014-15) e Autocad 2D (SENAI, 2015). Trabalhou na BAND (2018-19), como professor assistente no SENAI (2016-18) e Gaffer na WTECH (2019-25). Assinou a gaffagem de produções como Casamento às Cegas (temporadas 3 a 5), Xuxa, o Documentário, Ritmo Flow, Sobe Junto Budweiser, entre outras. Também atuou no grupo Dádivas da Melanina.Produtora Executiva – Helena Panno Bacharel em Artes Cênicas (CAL) e Técnica em Direção Teatral (SP Escola de Teatro). Atua com teatro, circo, música, arte-educação, editais culturais e produção em sets audiovisuais, sendo diretora, produtora e booker.Elenco – Atores Com experiências em improviso, teatro popular e humor, todos atuam no grupo Intrusos na Comédia e têm domínio de linguagens interativas, escuta ativa e construção coletiva.Diego Chaparro Ator e apresentador, 35 anos, sul-mato-grossense, gay, branco. Atuou em novelas como Terra e Paixão, Além da Ilusão e Romeu e Julieta, além de curtas e campanhas publicitárias. No teatro, integrou o Grupo Unicórnio e está na peça Arcanos. Formações diversas em atuação, apresentação, neurocinema e humor.Rafaella Quaresma 37 anos, mulher cis, preta, mineira. Atriz, cenógrafa, palhaça humanitária, com atuação em teatro infantil, audiovisual e arte-educação. Arquiteta e urbanista (UFV), formada também em cinema e palhaçaria. Atua no grupo Intrusos na Comédia.Thais Marina 39 anos, mulher cis, PcD, atriz, apresentadora, dubladora e produtora. Integra o Intrusos na Comédia e já atuou no espetáculo “3,2,1…CENA!”. Formação profissional na Escola Wolf Maya, em dublagem, improviso e stand-up. Trabalhou como atriz e mestre de cerimônia em cruzeiros (2009–2016), em teatro e audiovisual desde 2006.Vitor Fernandes Roteirista, diretor e radialista, 31 anos. Trabalhos com “CQC”, Café com Bobagem, Tiririca, Ticaracaticast, WeLab, entre outros. É ator e diretor no Intrusos na Comédia.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.