Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2514050Autorizada a captação total dos recursosMecenato

TEM UM PIANO NA MINHA SALA

WILLIAM BAYER LTDA
Solicitado
R$ 156,9 mil
Aprovado
R$ 156,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Teutônia
Início
2026-03-02
Término
2027-12-31
Locais de realização (11)
Brochier Rio Grande do SulDois Lajeados Rio Grande do SulLajeado Rio Grande do SulMaratá Rio Grande do SulPasso do Sobrado Rio Grande do SulPaverama Rio Grande do SulPoço das Antas Rio Grande do SulSanta Clara do Sul Rio Grande do SulVale Verde

Resumo

Tem um Piano na Minha Sala é uma iniciativa cultural destinada à alunos do 1º ao 9º Ano de escolas públicas, com foco em 10 pequenas cidades dos Vales do Taquari, Caí e do Rio Pardo, inspirada na precocidade do maestro William Bayer no universo musical. Da infância ao amadurecimento profissional,percebeu a importância de estimular,oportunizar e aproximar as crianças da música. Assim, propõe uma curiosa experiência musical a partir da surpresa de um piano branco de cauda instalado no pátio da escola, adornado por uma bandeira do RS. Os alunos participarão de uma apresentação que envolve interpretações de canções gaúchas, tradicionais e folclóricas,com ativa participação da plateia que é convidada a tocar, dançar, cantar e interagir em uma real e enriquecedora vivência com o maestro. O projeto também oferece uma oficina de musicalização para os alunos do 4º Ano, pormenorizando a iniciação às notas musicais e o entendimento de uma partitura por meio de exercícios práticos e criativos.

Sinopse

1. Apresentação musical ao piano com canções 100% regionais gaúchas, tanto tradicionais quanto folclóricas.Formato: Performance ao vivoDuração: 60 minutosLocal: Auditório ou área coberta nas escolas públicas.Público: Alunos do Ensino Fundamental (do 1º ao 9º Ano) separados em duas turmasEquipamentos: piano de cauda, teclado, escaleta, microfones e caixas de som.Repertório: Apresentação de até 10 canções, incluindo peças tradicionais como "O Hino-riograndense" e folclóricas como o "Pezinho".Interação: Promover um espaço de troca com intervenções do maestro com a plateia. Ao final das apresentações, os alunos recebem um adesivo com a identificação do projeto e rede social para engajamento. 2. Elaboração de material didático:Formato: apostilas e adesivos impressos e vídeos-aulasConteúdo: Partituras oficiais e criativas de 20 músicas do cancioneiro gaúcho.Técnicas: Design gráfico para engajar os alunos, adesivos do projeto e gravação de tutoriais em vídeo para redes sociais.Tiragem: Impressão colorida de 250 exemplares e 20 vídeoaulas.3. Oficinas de musicalizaçãoFormato: exercícios práticos com uso de escaletas e apostilaDuração: 50 minutosLocal: sala de aulaPúblico: 4º AnoConteúdo: Introdução à musicalização por meio de atividades práticas com a escaleta, uso dos dedos e respectivasnotas musicais, leitura de partituras, uso de aplicativo digital para estudos complementares.Material: Escaletas, notebook, projetor de imagem e celular.Metodologia: aulas práticas com dinâmicas em grupo, promovendo a criatividade e colaboração.

Objetivos

Objetivo geral:- Proporcionar o contato de 2000 alunos do 1º ao 9º Ano de 10 escolas de ensino fundamental da rede pública de pequenos municípios gaúchos dos Vales do Taquari, Caí e do Rio Pardo com o piano, ainda visto como um instrumento de elite, ora apresentado de forma didática, acessível, versátil e multi-funcional, a partir da trajetória do maestro William Bayer, desde a sua iniciação musical aos 6 anos ao amadurecimento da sua carreira profissional, permeado por histórias, canções e intervenções com a participação da plateia.Objetivos específicos:- Oportunizar uma oficina de musicalização para 250 alunos do 4º Ano de escolas de ensino fundamental da rede pública de 10 pequenos municipios gaúchos dos Vales do Taquari, Caí e do Rio Pardo, por meio de exercícios práticos e conhecimentos teóricos, a partir de uma apostila sobre a iniciação do uso das notas musicais e a leitura de partituras.- Produzir um repertório para as apresentações e um material didático para as oficinas, com ênfase em 20 músicas regionais do Rio Grande do Sul, entre tradicionais e folclóricas, promovendo e valorizando o tradicionalismo gaúcho.- Interpretar canções regionais ao piano, contextualizando sua origem, significado cultural e importância na identidade do Rio Grande do Sul, estimulando o interesse das crianças e jovens pela música gaúcha.- Disponibilizar todo o conteúdo trabalhando no projeto em videoaulas nas redes sociais, para uso de músicos iniciantes e incentivo aos alunos interessados em expandir os conhecimentos a partir da ação na sua escola.- Levar projetos culturais de qualidade aos pequenos municípios do interior gaúcho, carentes de reais oportunidades de formação e fruição cultural, democratizando o acesso à música em regiões com pouca oferta cultural.- Oportunizar a apresentação de talentos da escola durante as intervenções do maestro, seja tocando, cantando ou simplesmente, experimentando-se ao piano, despertando a curiosidade e o gosto pela arte musical, especialmente entre estudantes que não têm contato prévio com instrumentos musicais.- Trabalhar ritmo, melodia, timbre e harmonia por meio de atividades práticas e lúdicas.- Proporcionar uma vivência artística interdisciplinar no ambiente escolar, integrando música, história, cultura regional e educação artística, de forma interativa e participativa.- Fomentar o respeito e a escuta ativa nas atividades musicais em grupo, contribuindo para a formação de plateia.- Desenvolver habilidades socioemocionais, como cooperação, empatia e disciplina através da prática musical coletiva.

Justificativa

Grande maioria dos municípios do Rio Grande do Sul ainda trabalha na recuperação de estradas, acessos e na reconstrução de suas cidades. Presenciamos,como profissionais da música, que os investimentos municipais na cultura são ainda limitados e as necessidades do ambiente escolar são crescentes, principalmente em afastar os alunos do uso contínuo das redes sociais e a respectiva impessoalidade que vem gerando nos alunos de modo geral.Nas cidades menores, até 10 mil habitantes, este tipo de projeto causa significativo impacto, garantindo o acesso à cultura e valorizando a produçãomusical regional, conforme preconiza o artigo 1º da lei 8313/91. Tomamos por parâmetro uma ação anterior, onde o projeto também percorreu pequenas comunidades do interior, onde até o prefeito declarou ser a primeira vez que via um piano ao vivo; onde alunos de teclado puderam experimentar tocar ao piano, onde presenciamos o brilho no olho de quem sonha ser artista. É preciso alimentar a curiosidade de uns e atiçar a letargia de outros. A escola é um universo de desiguais, há quem goste de esportes, há quem não gosta de ler e há quem espera uma oportunidade de ser surpreendido por algo ou alguém. Levar este projeto, que conta a trajetória do maestro desde divertir-se na infância com o teclado da mãe às oportunidades de tocar ao lado deconsagrados artistas, pode ser a semente que falta para áridos planos escolares de escolas públicas. Assim, o projeto visa democratizar o acesso à música por meio de apresentações didáticas ao piano, oficinas de musicalização e valorização da cultura gaúcha em escolas públicas. Trata-se de uma iniciativa itinerante, que busca atingir comunidades escolares frequentemente excluídas de programações culturais por fatores geográficos, sociais ou econômicos. Ressaltamos que a realização de um projeto dessa natureza demanda custos significativos com logística como transporte do piano, deslocamento de equipe técnica e artística, manutenção de equipamentos, produção das oficinas, materiais pedagógicos e estrutura adequada para as apresentações. Alémdisso, por se tratarem de ações gratuitas voltadas para o ambiente escolar, não há geração de receita direta que possibilite sua sustentabilidade financeira sem apoio externo. A Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, o principal instrumento de viabilização deste projeto. O mecanismo permite a mobilização de recursos da iniciativa privada com incentivo fiscal, possibilitando a execução de uma proposta que, embora tenha alto valor educativo e cultural, não é comercialmente viável no mercado tradicional. Destacamos que com o apoio da Lei Rouanet, será possível levar um piano acústico para apresentações artísticas em escolas públicas, (muitas vezes sem acesso a instrumentos musicais de qualidade), além de oferecer vivências musicais formativas para crianças e adolescentes, valorizando a cultura regional gaúcha e reforçando a identidade e o pertencimento cultural. Investir neste projeto por meio da Lei Rouanet é investir na formação cultural de base, na igualdade de acesso à arte e na preservação do patrimônio musical gaúcho, em consonância com os princípios da política pública cultural brasileira.

Estratégia de execução

A abrangência do projeto vai além do ambiente escolar. Todo o material didático produzido será compartilhado em plataformas digitais como You Tube e Instagram, por meio de publicações impulsionadas, ampliando o acesso de interessados na iniciação musical, por meio de tutoriais com passo-a-passo, orientações práticas e partituras para exercícios auto-guiados.

Especificação técnica

Apresentação ao piano: O piano branco de cauda será instalado em espaços de convivências como pátios cobertos, auditórios e ginásios, dependendo da estrutura física disponível em cada escola. O maestro William Bayer, ao piano, executará até 10 canções do repertório previamente escolhido, incluindo peças regionais, entre tradicionais e folclóricas, com informações sobre a funcionalidade do instrumento e aspectos da cultura sul-riograndense, permeado com histórias sobre a sua trajetória pessoal. Durante a apresentação, o maestro oportunizará aos presentes a participação espontânea de alunos que poderão cantar, tocar e dançar, especialmente nas canções folclóricas. A duração é de 60 minutos.Execução das oficinas: As oficinas serão ministradas pelo maestro William Bayer aos alunos do 4º Ano, em sala de aula, dotada de projetor de imagem e notebook. Será disponibilizado a cada aluno, uma escaleta para os exercícios práticos e coletivos, a partir do conteúdo disponibilizado em uma apostila e em vídeos. A duração é de 50 minutos. Elaboração e impressão de material gráfico: As apostilas serão em tamanho A4, compostas por 25 folhas, com capa, contracapa, apresentação do maestro, orientações técnicas e 20 partituras, impressão colorida em papel sulfite (120g), capa transparente com encadernação espiral para facilitar o manuseio.Criação e Impressão de etiquetas: As etiquetas serão confeccionadas em papel couché, em formato quadrado(5cmx5cm), acabamento fosco, impressão colorida e adesivo permanente. Elaboração e gravação de material didático: Os tutoriais serão gravados em Full HD, em formato híbrido, desde o passo-a-passo à utilização de animações e screencast. Os áudios serão gravados com microfones de alta qualidade,com duração de 3 a 5 minutos, mantendo o design visual do projeto e inserção de legendas.O material será disponibilizado nas plataformas You Tube e Instagram.

Acessibilidade

O projeto tem como princípio garantir o acesso pleno e democrático às ações culturais, promovendo condições de participação e fruição por todos os públicos,incluindo pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou em situação de vulnerabilidade social.Acessibilidade Física:As apresentações e oficinas ocorrerão em escolas públicas, espaços que já dispõem de acessos adaptados (rampas, banheiros acessíveis e espaços amplos).O piano será instalado em locais de fácil acesso, evitando desníveis e garantindo circulação segura para estudantes e convidados com mobilidade reduzida.Acessibilidade Comunicacional:Durante as apresentações, haverá mediação cultural adaptada à linguagem dos estudantes, com explicações sobre o instrumento, o repertório e os sons produzidos.Em escolas com turmas de alunos surdos ou com deficiência auditiva, será oferecido apoio de intérprete de Libras.Materiais de divulgação e educativos serão elaborados com linguagem simples, objetiva e inclusiva, podendo incluir versões digitais com leitura de voz ou legendas.Acessibilidade Sensorial:As oficinas incluirão vivências táteis e sonoras, permitindo que os participantes experimentem o instrumento, toquem nas teclas, sintam as vibrações do som e explorem timbres e intensidades.Para estudantes com deficiência visual, o contato físico com o piano e a escuta ativa do som serão valorizados como forma de expressão e percepção musical.Acessibilidade Social e Econônima:O projeto é gratuito e itinerante, atendendo escolas públicas de pequenas comunidades de municípios do interior do Rio Grande do Sul, garantindo acesso cultural a quem tem menos oportunidades.Não haverá custo para participação nas oficinas nem para assistir às apresentações.Acessibilidade Pedagógica:As atividades serão planejadas de modo flexível e adaptável, respeitando os diferentes ritmos de aprendizagem.As oficinas de musicalização priorizam a experiência coletiva, o lúdico e a sensibilidade sonora, estimulando a inclusão e protagonismo dos alunos.

Democratização do acesso

O projeto tem como objetivo levar a experiência musical e artística aos alunos do ensino fundamental de escolas públicas de 10 municipios do Vale do Taquari, Caí e do Rio Pardo, com até 10 mil habitantes, proporcionando o contato direto dos estudantes com o piano, um instrumento de difícil acesso em muitas comunidades, principalmente em localidades de baixa oferta cultural. A ação promove a democratização do acesso à música e à cultura, descentralizando atividades tradicionalmente restritas a teatros, conservatórios ou grandes centros urbanos. Ao realizar apresentações e oficinas gratuitas em escolas públicas, o projeto permite que crianças e jovens vivenciem, de forma lúdica e interativa o universo da música, estimulando a sensibilidade artística e o interesse pela musicalização. Além de ampliar o acesso cultural, o projeto também valoriza o ambiente escolar como espaço de fruição e formação cultural, contribuindo para o desenvolvimento integral dos alunos e para o fortalecimento da cultura como direito. A itinerância do piano possibilita atingir pequenos municipios, garantindoque escolas localizadas em comunidades urbanas, periféricas e rurais também sejam contempladas, promovendo igualdade de oportunidades entre os estudantes. Dessa forma, o projeto atua na perspectiva da democratização cultural, não apenas pela gratuidade e abrangência territorial, mas também pelo caráter educativo, participativo e sensível à diversidade de públicos. Ressaltamos que, para muitas crianças e jovens, a escola será a única porta capaz de expandir os horizontes da arte e da cultura.

Ficha técnica

Equipe técnica:William Bayer: coordenador artístico, produtor musical, instrumentista, responsável por desenvolver e executar as apresentações ao piano e as oficinas. Responsável pela parte financeira do projeto. (pagamentos) Formado em Licenciatura em Música pela Universidade Estadual do RioGrande do Sul (UERGS) e pós-graduado em Música pela Faculdade Dom Alberto. Multi-instrumentista, despertou muito cedo seu interesse pela música, visto que seus pais cantavem em coros. Teve seu primeiro contato com o teclado aos seis anos de idade. Aos dez, passou a integrar o Grupo Instrumentral 25 de Julho, preparatório para o ingresso na Orquestra de Teutônia, Já aos onze anos de idade, iniciou seus estudos no trompete, instrumento este que o levou a participar de diversas bandas e formações. Além de integrar o Sexteto Tempero Brasil, Williamministra aulas em escolas e é maestro de orquestras de crianças e jovens nos municipios de Travesseiro, Marques de Souza e Canudos do Vale. Jaqueline Gross: coordenadora pedagógica e administrativa, responsável pelos agendamentos e contratações.Formada no Magistério, com graduação em Ciências Biológicas pela Univates e Pedagogia pela UNOPAR. Pósgraduada em Educação Infantil e em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica. Atuou como monitora de educação infantil na rede municipal por 10 anos e a partir de 2017 atua como professora nas cidades de Travesseiro e Lajeado.Angelica Diefenthäler: produção cultural executiva, responsável elaboração e acompanhamento das etapas do projeto. Formada no Magistério, graduada em Tecnólogo em Gestão de Turismo pela UNINTER, formada em Administração Pública da Cultura pela UFGRS, com mais de 20 anos de atuação na gestão pública do Turismo e da Cultura. Coordenadora de várias iniciativas e ações culturais desenvolvidas nos municipios de Arroio do Meio, Venâncio Aires e Travesseiro como exposições, sessões de cinema, passeios temáticos, concursos fotográficos e organização de eventos. Produtora cultural, parecerista e coordenadora de projetos financiados pelo FAC, LIC RS, Lei Paulo Gustavo e Política Nacional Aldir Blanc.Taís Angélica Capoane Altmann: Contadora CRC Nº 100493 (orientações contábeis, assessoramento eacompanhamento da prestação de contas) Graduada em Ciências Contábeis, Pós-graduada em Holding e Planejamento Sucessório, e em, Controladoria e Finanças.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Rio Grande do Sul
Vespasiano Correa Rio Grande do Sul
Westfalia Rio Grande do Sul