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"Firminas" é um projeto de produção de documentário de média-metragem, de 20 minutos, que pretende estabelecer uma conexão entre o cotidiano de três mulheres da comunidade quilombola de Damásio, no Maranhão, e vida da primeira escritora brasileira Maria Firmina dos Reis, mulher negra do século XIX, que viveu nessa região.
Através de vivências cotidianas de três mulheres da comunidade quilombola Damásio, no Maranhão, uma professora de rede pública, uma aluna adolescente e uma idosa, estabeleceremos conexões com aspectos da vida e da obra de Maria Firmina dos Reis, negra e maranhense, a primeira romancista do Brasil.
Objetivo GeralProduzir um média metragem documental que objetiva trazer Maria Firmina dos Reis para o presente, estabelecendo conexões entre a sua vida e as vivências cotidianas de três mulheres contemporâneas. Objetivos específicos- Realizar um média-metragem documental, de 20 (vinte) minutos;- Exibir o filme em estreias em cidades brasileiras, gratuitamente, projetando o alcance de 4000 (quatro mil)pessoas espectadoras;- Inscrever o filme em mostras, festivais e no circuito alternativo de exibição, projetando o alcance de 1000 (mil) pessoas espectadoras;- Promover medidas de acessibilidades no produto final (filme), incluindo janela de LIBRAS, audiodescrição e legendas descritivas;- Disponibilizar o filme para escolas e centros culturais.
Objetivando "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdoslocais", conforme o inciso II da Lei 8313/91, com uma equipe técnica majoritariamente de maranheses, experientes em suas respectivas áreas do audiovisual, "Firminas" acredita que o legado dessa maranhese negra do século XIX deve ser compartilhado com um público mais amplo, celebrando sua contribuição à literatura e seu papel pioneiro na luta por igualdade e oportunidades.Em relação ao Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra no item "a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural".
Pretendemos realizar "Firminas" com uma equipe reduzida, com Fernando Ralfer como diretor de fortografia e produtor executivo, Sérgio Santos Barroso como diretor e produtor, Gabriel Portela com o som direto e um assistente de produção morador do município de Guimarães (MA), onde situa a comunidade de Damásio. Será um filme de orçamento reduzido, mas com uma equipe comprometida e profissional. Fernando Ralfer e Sérgio Santos Barroso já conhece a região, pois, lá realizaram uma pesquisa de campo, entrevistas e assim conheceram pessoas que serão as personagens do documentário.Quanto aos deslocamentos da equipe, teremos os seguintes:Curitiba / Imperatriz - aéreo - Sérgio Santos Barroso Imperatriz / Curitiba - aéreo - Sérgio Santos Barroso Imperatriz / Guimarães - rodoviário - Fernando Ralfer e Sérgio Santos Barroso Guimarães / Imperatriz - rodoviário - Fernando Ralfer e Sérgio Santos Barroso São Luís - Guimarães - rodoviário - Gabriel Portela Guimarães / São Luís - rodoviário - Gabriel Portela
'Firminas" tem como objeto um filme de média-metragem de 20 minutos finalizado em 4K.
Pela natureza do objeto, um filme, o projeto adotará a Acessibilidade de CONTEÚDO, com medidas como Janelade Libras, audiodescrição e legenda descritiva.Pretende-se, também, a promoção de outros tipos de medidas de acessibilidade, como ações inclusivas em parceria com a administração responsáveis pelos locais de exibições e eventos de contrapartida, assegurando que o conteúdo alcance públicos diversos e heterogêneos. Exemplos: acessbilidades arquitetônicas e profissionais de LIBRAS.
Em relação à Democratização de Acesso, o filme será exibido em espaços públicos culturais e em escolas, de forma gratuita, bem como será inscrito em mostras, festivais e outros eventos audiovisuais e culturais. Posteriormente, será disponibilizado na Internet em site específico para acesso amplo.Como contrapartida social, pretendemos realizar duas oficinas de produção audiovisual, uma em comunidade quilombola, e outra em comunidade indígena, no Maranhão, onde o proponente tem contato e já realizou atividades audiovisuais nessas comunidades.
- Fernando Ralfer de Jesus Oliveira - Produtor executivo e e Diretor de fotografia/operador de câmeraGraduado em Jornalismo pela UFMA. Trabalha com fotografia e produção audiovisual, com foco em documentários, principalmente junto a comunidades tradicionais do Maranhão. Foi curador do projeto Cinema no Teatro, em Imperatriz-MA, de 2010 a 2015. A partir de 2021, passou a coordenar a digitalização e organização do acervo audiovisual do projeto Memória ASSARTI, além de colaborar com a produção de novos materiais do projeto. Enquanto fazedor audiovisual, tem conhecimentos que lhe permitem atuar em todo o processo de produção, desde a escrita do roteiro, direção, direção de fotografia, som, montagem, edição e finalização. Em 2025, Fernando produziu e dirigiu dois clipes para as cantoras Lena Garcia e Karlla Gyz, participou como produtor e diretor de fotografia de dois curtas-metragens, Limbo e De volta ao começo (em pós-produção). "Rita Moreira: crônicas, memórias e videotape" (2025), documentário finalizado, é o primeiro longa que participa, sendo produtor executivo; - Sérgio Santos Barroso - Diretor e Produtor Graduado em Cinema pela UNESPAR, participou de núcleos de dramaturgia e de produções audiovisuais, orientado por nomes de renome do cinema nacional e internacional, teve projetos audiovisuais selecionados para o Festival Serie_Lab e o Fidé - Festival Internacional de Documentário Estudantil; dirigiu e roteirizou curtas-metragens, como Volte Sempre, disponível no Globoplay, Heaven e Bela Vista, participantes de mostras nacionais. Em 2025, roteirizou, dirigiu e produziu os curtas "Faça-se você mesma" (finalizado), Limbo e De Volta ao Começo (em pós-produção). "Rita Moreira: crônicas, memórias e videotape" (2025), finalizado, é seu primeira longa-metragem, onde atuou como diretor e produtor. Questões sociais e literatura permeiam sua obra. - Gabriel da Costa Reis Portela – Técnico de som direto e Editor de somBacharel em Música – Composição pela UFPEL, atua como compositor de trilhas sonoras, sound designer, produtor musical e diretor de som para cinema. Desde 2017 vem realizando trabalhos audiovisuais e acumula no portfólio diversos filmes, sendo cerca de 60 curtas-metragens e 3 longas- metragens, assim como participação em dezenas de trabalhos publicitários. Reside em São Luís, Maranhã, onde tem sua áudio-produtora Portal Audio e atua em especial no mercado do audiovisual e cinema local. Dentre seus trabalhos, destacam-se Letícia, Monte Bonito, 04 (Julia Marques, 2020, prêmio de melhor som na 48o Festival de Gramado) e Casa de Bonecas (George Pedrosa, 2023, selecionado no Festival de Rotterdam).- Lucas Sá - Montador, colorista e finalizador Um dos nomes mais reconhecidos do cinema maranhense, com prêmios em festivais nacionais, Lucas Sá escreveu, dirigiu e montou, entre outros, os curtas-metragens de ficção (terror) O Membro Decaído (2012), Ruído Branco (2013) e Nua por Dentro do Couro (2014). Nos últimos anos Lucas tem se destacado na direção de videoclipes, entre eles o da canção “Sinal Fechado”, de Getúlio Abelha. O documentário "Cata" é o último filme dirigido (e montado) por Lucas Sá, que está circulando por festivais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.