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PRONAC 251410Expirado o prazo de captação totalMecenato

Festival Amazônia Mapping 2025 - COP 30

ESTUDIO ROBERTA CARVALHO LTDA
Solicitado
R$ 5,53 mi
Aprovado
R$ 5,53 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-04-30
Término
2026-04-30
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O Amazônia Mapping é um projeto inovador na região amazônica e propõe um diálogo intenso entre as artes visuais, a tecnologia e o espaço urbano de cidades, com suas histórias, memórias e fluxos. A edição de2025 comemora 12 anos de existência do festival e ocorrerá em Belém, no ano da COP 30, oferecendo labs de formação e apresentações artísticas gratuitas, ampliando as ações do festival que já possui histórico de edições realizadas em cidades como Belém, Santarém e Alter do Chão. A cada edição, o festival interage com a arquitetura, ambientes urbanos e não urbanos, através de macro projeções audiovisuais em variados formatos como video mapping e performances audiovisuais. O Amazônia Mapping se propõe a valorizar artistas da Amazônia - brasileira e internacional - promovendo o intercâmbio com profissionais de outros estados do país, possibilitando assim a democratização de conhecimento no norte do Brasil, acerca de temas como artes visuais, música, tecnologia e intervenção urbana.

Sinopse

Apresentações artísticas Mostra Principal A mostra artística do festival apresentará obras audiovisuais mapeadas, ou video mappings apresentados em projeções de grande formato, que interagem com a arquitetura do prédio escolhido para o festival.Serão selecionados 4 artistas brasileiros atuantes na Amazônia e no panorama nacional, sob curadoria de Roberta Carvalho. A curadoria se pauta na diversidade de olhares e na representatividade regional e nacional de cada artista. O vídeo mapping ou (mapeamento de vídeo) é uma inovadora técnica de vídeo, considerada o futuro das projeções. Construções, prédios históricos, tudo vira um possível local para a utilização da técnica e projeção das imagens. É realizado a partir de softwares que processam o mapeamento de elementos e superfícies, como paredes, detalhes arquitetônicos e outros detalhes tridimensionais de prédios, casa, monumentos, etc. Em seguida, as imagens mapeadas servem como base para projeções de imagens, criando ilusões gigantescas e um verdadeiro espetáculo visual. Os conteúdos são os mais variados possíveis e estão relacionados à poética e à obra de cada artista. Classificação livre Mostra aberta O festival fará uma chamada pública para a mostra aberta expandindo seu alcance e possibilitando a participação de mais artistas, sendo assim democratizando o acesso a produção de arte brasileira e a difusão artística. A mostra aberta pretende selecionar no mínimo 30 obras audiovisuais em diversos formatos: vídeo mapping, vídeo performance, 3d, live painting, vídeo arte, etc. A mostra aberta premiará até 3 trabalhos, com prêmios em dinheiro, sob a forma de cachê artístico, e terá seu conteúdo apresentando na mesma data e local da mostra principal. Classificação livre Labs O projeto oferecerá oficinas gratuitas, envolvendo temas como: introdução ao video mapping, edição de vídeo e composição, produção sonora para instalações audiovisuais, entre outros. As oficinas são gratuitas, com inscrição aberta online no site do festival. A divulgação será realizada na imprensa e nas redes sociais do festival. As oficinas serão direcionadas para públicos diversos, de acordo com o nível de familiaridade que estes possuem sobre o tema. Serão ofertadas 20 vagas para cada oficina. As oficinas terão, em média, carga horária de 6h a 12h. Serão ofertadas 6 oficinas na cidade de Belém. Público alvo: Estudantes e público em geral interessado em artes visuais, tecnologia, intervenções urbanas, etc.

Objetivos

Objetivo geralRealizar a edição 2025 do Festival Amazônia Mapping, um festival inovador na área de artes visuais e novas mídias, composto por labs de formação e apresentações artísticas no espaço público da cidade, com programação inteiramente gratuita. O Festival já é um marco em uma região de riquíssima visualidade mas historicamente com pouco trânsito de projetos relativos a artes visuais e tecnologia. A proposta envolvendo centenas de artistas e profissionais de área, bem como o grande público em grandes espetáculos visuais / audiovisuais e ocupações artísticas da cidade, aliando tecnologia, inovação e democratização da arte. Objetivos específicos•⁠ ⁠Realizar, de forma gratuita em Belém/PA o Festival Amazônia Mapping, um dos maiores festivais de arte e tecnologia do Brasil, precursor na Amazônia;•⁠ ⁠Realizar 60 apresentações de obras de artes visuais projetadas em ponto estratégico da cidade e possibilitar acesso do grande público;•⁠ ⁠Ofertar 6 oficinas gratuitas para o público do festival, com público impactado estimado de 120 pessoas; •⁠ ⁠Contratar em média 30 artistas para os 3 dias de programação artística e 3 dias de programação formativa do festival; •⁠ ⁠Contribuir para formação de jovens consumidores das artes produzidas na Amazônia; •⁠ ⁠Realizar 1 Feira gastronômica, com enfoque na gastronomia regional, com média de 7 empreendimentos gastronômicos;•⁠ ⁠Realização de diversas ações de sustentabilidade, tais como, selo "Evento Neutro" e "Lixo Zero" em parceria com a associação "Composta Belém";•⁠ ⁠Realizar parceria com o instituto ARAL - Associação de Catadores de Águas Lindas e Eccapan;•⁠ ⁠Realizar ativações com ações lúdicas voltadas para educação ambiental e consumo consciente do público. •⁠ ⁠Abordar diversos formatos de apresentação dos trabalhos artísticos visuais, unindo intervenção urbana, performances audiovisuais, encontros de música e imagem, videomapping, projeções em larga escala, entre outras.•⁠ ⁠Interagir artísticamente com espaços urbanos, como prédios, monumentos, praças e locais típicos da cidade para apresentação e montagem das obras e apresentações artísticas;•⁠ ⁠Desenvolver e exercitar a linguagem artística e tecnológica de pesquisadores e artistas da região Norte do país;•⁠ ⁠Fomentar a experimentação da linguagens artístico-tecnológicas por artista da Amazônia através das oficinas e do fomento artístico realizado pela curadoria;•⁠ ⁠Democratizar: dar acesso ao grande público a espetáculos de qualidade, inovadores, de linguagem contemporânea e acessível;•⁠ ⁠Difundir conhecimento através de oficinas e workshops gratuitos acerca de arte, tecnologia e video mapping;•⁠ ⁠Lançar chamada pública Panamazônica para inscrição de artistas no festival com remuneração artística; Contrapartidas sociais•⁠ ⁠Oferecer, de forma totalmente gratuita, uma programação de 6 dias, entre formação e apresentações artísticas; •⁠ ⁠Realizar seis (6) Oficinas gratuitas com 20 vagas cada, nas áreas de produção musical, audiovisual e técnica

Justificativa

O Festival Amazônia Mapping apresenta-se como um dos festivais brasileiros mais criativos hoje, com uma iniciativa transformadora que estabelece pontes entre as artes visuais contemporâneas, música, tecnologias emergentes e o espaço urbano da Amazônia. Tendo Belém como principal palco, o festival transforma a capital paraense em uma galeria a céu aberto, onde a arte digital dialoga com o patrimônio histórico e cultural da região.Celebrando 12 anos de trajetória, o festival traz uma proposta de criativa na fusão entre imagem e som. Esta proposta se materializa em diversos formatos artísticos: video mappings em larga escala, live cinemas, performances audiovisuais, encontros entre música e imagem, sempre na intersecção entre visualidades e sonoridades. No coração do festival estão os LABS - laboratórios formativos que representam o compromisso do projeto com a educação e democratização do conhecimento. Estes espaços de aprendizagem e experimentação proporcionam um ambiente único onde artistas, estudantes e interessados podem desenvolver habilidades técnicas e conceituais em arte digital, sob orientação de profissionais reconhecidos no campo.Os encontros entre música e imagem são um dos destaques do Festival Amazônia Mapping, criando experiências sensoriais únicas que fundem ritmos amazônicos com arte contemporânea no ambiente digital e material das gigantescas projeções. Nestas apresentações, músicos e artistas visuais trabalham em tempo real, estabelecendo um diálogo vivo entre sonoridades tradicionais e experimentais da região com projeções visuais dinâmicas. Esta proposta inovadora permite que elementos da cultura amazônica, como ritmos do carimbó, guitarrada, tecnobrega e música indígena, ganhem novas dimensões ao serem interpretados visualmente através de projeções mapeadas e performances audiovisuais ao vivo.O Amazônia Mapping ressignifica os espaços urbanos da região, transformando prédios históricos, embarcações e monumentos em telas vivas que contam histórias. Esta abordagem inovadora permite habitar a Amazônia de maneira criativa, estabelecendo um diálogo profundo com sua identidade visual, sua memória histórica e, principalmente, com seu povo. A experiência do festival é enriquecida ainda mais pela feira gastronômica que celebra os sabores únicos da culinária amazônica, criando um ambiente completo de imersão cultural. Para garantir seu compromisso com a democratização cultural, o festival mantém todas suas atividades gratuitas, desde os laboratórios formativos até as apresentações artísticas em espaços públicos. Esta gratuidade só é possível através do mecanismo de incentivo público via Lei Rouanet (Lei 8313/91), que permite canalizar recursos essenciais para o setor cultural. O projeto alinha-se integralmente aos objetivos estabelecidos nos incisos I b, II c, II e, IV a, V b do artigo 3º da referida lei, reafirmando seu papel fundamental no desenvolvimento cultural da região amazônica.

Estratégia de execução

O Festival Amazônia Mapping completou em 2024 seus 11 anos de história. É um festival pioneiro em discutir sobre tecnologia nas artes visuais na Amazônia. Já reuniu em suas edições mais de 150 artistas visuais locais e nacionais, contando com um público de mais de 100.000 pessoas. Durante a pandemia, em 2020, na impossibilidade de ocupar os espaços físicos, apostou na interatividade e na imersão em meios virtuais. Com o tema “Realidades Expandidas” convidou o público do mundo inteiro a uma experiência inédita: pela primeira vez em formato virtual, o projeto ocupou um território onírico e surpreendente - uma ilha imaginária amazônica, criada em 3D, construída especialmente para o festival, que foi o palco de uma programação gratuita que reuniu projeções de vídeo-mapping, apresentações audiovisuais, performances, oficinas e muito mais. Com gráficos realistas, o projeto da ilha Amazônia Mapping foi construído através de uma programação gamer, e proporcionou uma nova experiência de streaming ao público, que foi transportado para o coração de uma amazônia imaginária, entre a floresta e a cidade, com muita arte e tecnologia. Em 2021, foi realizado de forma híbrida, contando com programação na ilha 3D, oficinas online e presenciais, e apresentações artísticas presencialmente na cidade de Belém. Já realizou edições em Santarém e Alter do Chão, expandindo suas ações pelo Pará. Desde a sua primeira edição, democratiza acesso, tendo toda a programação formativa e artística gratuita, movimentando a cena das artes visuais e tecnologia no norte do Brasil.

Especificação técnica

Durante o Festival Amazônia Mapping serão realizadas oficinas de diferentes durações que buscarão promover um aprofundamento e desenvolvimento de questões específicas sobre artes visuais e tecnologia.As oficinas serão direcionadas para públicos diversos, de acordo com o nível de familiaridade que estes possuem sobre o tema. Sendo assim, acontecerão tanto atividades introdutórias, com a intenção de formar novos públicos, quanto atividades para público especializado, objetivando a atualização de profissionais. - Resumo Labs / Oficinas > Quantidade oficinas: 6 oficinas. Carga Horária de cada oficina: 6 a 12 horas Quantidade máxima de participantes por oficina: 20 pessoas Local: Belém/PA

Acessibilidade

O projeto possui uma consultora e diretora de acessibilidade PCD que faz o planejamento e acompanhamento das ações de acessibilidade do festival com contratação de equipe de especialistas e de colaboradores PCDs. A parte formativa do Festival Amazônia Mapping será realizada em locais que atendam as necessidades de acessibilidade dos portadores de necessidades especiais, de acordo com as normas vigentes, contando com rampas de acesso e reserva de espaços (área PCD), tanto nas ações formativas quanto nas apresentações artísticas. A programação artística do Festival será realizada em espaço aberto, público, no centro histórico da cidade, onde serão disponibilizados banheiros químicos específicos para portadores de necessidades especiais. Será também oferecido o serviço de receptivo especializado na comunicação e auxilio de pessoas com necessidades especiais. Em termos de acessibilidade de conteúdo o festival contará com libras durante a programação do Festival, para portadores de necessidade especial auditiva, promovendo ainda mais a democratização dos conteúdos culturais difundidos pelo evento. O aftermovie, vídeo registro do Festival, contará com audiodescrição.

Democratização do acesso

O Festival Amazônia Mapping é um evento totalmente gratuito, e por ser um projeto realizado com recurso público, tem obrigatoriamente, um compromisso ético de retornar aos cidadãos de Belém, cidade de realização do festival, ações que fomentem o desenvolvimento local, tanto para público quanto para a produção cultural local com contratação de fornecedores e equipe experiente local. Sendo assim, o Festival levará oficinas de capacitação gratuitas para comunidades locais, que serão ministradas em locais de fácil acesso ao público em geral, com o intuito de fomentar na população local o interesse pelas artes visuais e multímida, tanto como apreciadores quanto como sujeitos produtivos. De forma que a democratização de acesso está intrínseca à atividade e atende ao artigo 21, IX da IN nº 5/2017/MinC. Além disto, o acesso a todas as apresentações artísticas do festival é gratuito e livre para todos os públicos. O Festival irá disponibilizar na internet um vídeo doc, como registro audiovisual oficial do evento, no canal oficial do Youtube.

Ficha técnica

11:11 ARTE - Produção Executiva Responsável pela direção geral do projeto, organização de grupos de trabalho, cronogramas, objetivos, parcerias e gerenciamento de atividades das demais áreas envolvidas no projeto: comunicação, produção e técnica. AÍLA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS, com nome fantasia "11:11 ARTE". Focada em produção cultural, a 11:11 realiza projetos na área cultural, desde 2011, que envolvam artes integradas, com foco principal em música e artes visuais, promovendo, através de projetos pioneiros, o intercâmbio e diálogo cultural entre a a Amazônia e o Brasil, bem como produzindo e realizando projetos dentro do Estado do Pará, assim colaborando para formação de público e difusão da arte e cultura nortista. Idealizou, coordenou e fez curadoria do Festival LÁ DO PARÁ, evento de artes integradas que reuniu diversos artistas do estado do Pará no SESC São Paulo em 2013. Fez a Coordenação Geral e Produção Executiva de todas as edições do Festival AMAZÔNIA MAPPING (desde 2013), pioneiro evento de arte e tecnologia na Amazônia, que integra o mapa dos raros festivais no mundo neste perfil. Idealizou e fez a curadoria do Festival VIVA BREVES (2014), importante evento de formação profissional e apresentação artística no Marajó que reuniu teatro, dança, música, culinária, fotografia e videomapping. Produziu o Projeto PROJEÇÕES DO FEMININO (2014), ganhador do Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais / MINC edital 2013, que circulou por 3 capitais da Amazônia Brasileira: Rio Branco (AC), Belém (PA) e Macapá (AP), levando intervenções visuais com projeção mapeada em fachadas de prédios históricos destas cidades. Fez a direção artística e produção executiva do CD O SOM DA AMAZÔNIA e Turnê Nacional de Lançamento (2013), de Mestre Solano, um dos maiores mestres da guitarrada paraense, projeto aprovado no Edital Natura Musical 2012 e 2013. Idealizou e fez a produção executiva do "MANA", um festival de música e feminismo, que acontece desde 2017, na cidade de Belém do Pará. O evento discute o protagonismo das mulheres na música e abre espaço para o debate e fortalecimento de artistas da Amazônia e do Brasil, através de mesas de debate, palestras, oficinas, shows, mostra audiovisual, intervenções urbanas e muito mais. Faz a gestão de carreira da cantora Aíla, que é um dos principais nomes contemporâneos da música brasileira que vem da Amazônia, e da artista visual Roberta Carvalho, destaque das artes visuais brasileira. ROBERTA CARVALHO - Direção Geral e Artística Responsável pela curadoria de artistas do projeto, acompanhamento da produção das obras que serão exibidas, escolha de formatos, conteúdos e formatação da programação. Direcionamento e acompanhamento de toda a montagem da sala imersiva, aprovação de releases de imprensa e toda e qualquer divulgação do projeto Artista visual, multimídia e diretora artística. Desenvolve trabalhos envolvendo vídeo, intervenção urbana, projeção, realidades mistas, instalação e projetos interativos. Formada em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Pará, fez mestrado em artes visuais pela Universidade Estadual Paulista. Foi vencedora do Prêmio FUNARTE Mulheres nas Artes Visuais, e participou de várias exposições e projetos nacionais e internacionais, como Brasil Futuro: As Formas da Democracia, HEALING - Life in Balance”, no @weltkulturen.museum em Frankfurt, Festival On_OFF 2019 (Itaú Cultural), Virada Cultural de São Paulo (2013 , 2016 , 2018 e 2019), Festival de Luzes de São Paulo (SP, 2018), Amazon Connection, Bruxelas-Bélgica, 2018, Arte Pará 2015, 2017 e 2019, Periscópio – Zipper Galeria (São Paulo, 2016), 7ª Mostra SP de Fotografia (2016), Visualismo – Arte, Tecnologia, Cidade (Rio de Janeiro, 2015), Festival Multiplicidade (2014), entre outros. Suas obras integram os acervos do Museu de Arte Contemporânea Casa das 11 Janelas (PA), Museu de Arte do Rio (MAR) e Museu da Universidade Federal do Pará. Além de artista, sua poética abrange atuações como artista-curadora e diretora artística em projetos que envolvem artes visuais, tecnologia e questões sobre o território amazônico. É criadora do Festival Amazônia Mapping, um projeto pioneiro de arte e tecnologia no Brasil. No Rock in Rio 2022, foi diretora artística e curadora da NAVE, uma instalação imersiva que levou mais de 50 artistas amazônidas para o maior festival de música do mundo. Foi curadora-adjunta da exposição Brasil Futuro: as Formas da Democracia (na edição Pará). Site: http://www.robertacarvalho.art.br AÍLA - Direção Geral e Artística Responsável pela conceituação geral do projeto, criação de roteiro, acompanhamento da produção das obras que serão exibidas, escolha de formatos, conteúdos e formatação da programação. Além de direcionamento pra trilha sonora, aprovação de mixagem, masterização. Direcionamento e acompanhamento de toda a montagem da sala imersiva, aprovação de releases de imprensa e toda e qualquer divulgação do projeto Aíla é uma das principais vozes da música contemporânea da Amazônia. Nascida na Terra Firme, periferia de Belém, a artista traz diversidade e inovação na sua trajetória, é cantora, compositora, diretora artística e musical, além de criadora de festivais pioneiros na Região Norte do país, como o MANA, que destaca o protagonismo das mulheres no mercado da música, e o Amazônia Mapping, que integra a um só tempo intervenção urbana, música e artes visuais. Atuando em várias frentes, em 2022, foi também diretora musical da NAVE no Rock in Rio, que levou mais de 50 artistas amazônidas para o maior festival de música do mundo. Em 2023, assinou a direção musical, juntamente com Russo Passapusso, do espetáculo POROROCA, um ato em defesa da Amazônia, que aconteceu em Nova Iorque (EUA), com transmissão pelo canal Multishow. Ainda no mesmo ano, juntamente com a artista visual Roberta Carvalho, criou e assinou a direção artística-musical da intervenção "Amazônia: uma experiência imersiva", que aconteceu em Belém, na Cúpula da Amazônia, para presidentes de vários países da amazônia internacional, e posteriormente em uma re-apresentação na COP 28, em Dubai, para chefes de estado do mundo todo. Site: http://www.ailamusic.com

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.