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PRONAC 2514106Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Ypilone do Forró Patrimônio

L & M EVENTOS E PARTICIPACOES LTDA
Solicitado
R$ 603,6 mil
Aprovado
R$ 603,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2026-02-02
Término
2027-12-09
Locais de realização (1)
Recife Pernambuco

Resumo

O "Festival Ypsilone de Forró Patrimônio" consiste em um evento inédito com uma programação recheada de ações de salvaguarda do forró, com apresentações artísticas musicais, oficinas, rodas de conversa e vivências com mestres e mestras, feira gastronômica e de artesanatos e registro documental em vídeo e fotos. Realizado em espaço público da cidade do Recife e com acesso gratuito, o Festival é centrado nas matrizes tradicionais do forró, orientando sua curadoria para a difusão e salvaguarda dessa tradição cultural.

Sinopse

O Festival Ypsilone de Forró Patrimônio tem foco na salvaguarda deste patrimônio imaterial por meio de apresentações musicais e da ênfase também nas ações formativas. Assim, todas as ações do Festival visam o mesmo intuito: promover a difusão e preservação do Forró tradicional de forma inclusiva e democrática. O produto principal (1) apresentações musicais (shows) abregerá artistas locais, regionais e nacionais; e as para as ações formativas foram elencadas algumas vertentes características para serem desenvolvidas. E, por necessidade do edital em classificá-las quanto ao produto, as dividimos em 3 eixos para contemplar a musicalidade, dança e vivência do Forró. Produto 2 e super importante neste projeto: Educação Patrimonial; Produto 3: Oficinas de Música e Produto 4: Oficina de Dança. Seguindo-se com Produto 5 - "Feira de Mangaio", dividida em Feira Gastronômica e de Empreendedorismo Cultural (artesanatos); e Produto 6 - Registro documental em audiovisual. PRODUTO 1: APRESENTAÇÕES MUSICAISA programação será prioritariamente de artistas residentes em Pernambuco, mas teremos também artistas de alcance regional e nacional, mas todos nordestinos. As apresentações serão no Parque Santana, Recife (mais especificidades do local abaixo). Os shows serão em sua maior parte com forrós dançantes, mas também serão tocadas músicas contemplativas (lentas), para conferir dinâmica à apresentação. Serão 10 shows musicais, 5 shows por dia, de forma a abarcar grupos locais e regionais e também teremos um headline (artista mais conhecido) ao final da noite, onde nomes nacionais como Mestrinho (Aracaju, mas residente em SP) e Maciel Melo (PE) estão sendo cotados. O forró instrumental também será contemplado, com o intuito de fortalecer a música instrumental que tem sido relegada a um público especializado. A linha curatorial definirá os grupos convidados de forma a abarcar uma diversidade de artistas, com mais mulheres, mais artistas negros e LGBTQIA+ e também PCDs, sendo grupos afinados com o conceito de forró Patrimonio. A categoria DJ de forró tem contribuído bastante para a difusão dessa cultura musical, por isso foi contemplada pelo projeto. Cada show vai durar 90 minutos e será intercalado com um DJ que fará discotecagem de forró durante cerca de 30 minutos enquanto ocorre a mudança de palco - organização para a próxima atração. PRODUTO 2: AÇÕES FORMATIVAS - EDUCAÇÃO PATRIMONIAL:a) Oficinas de Educação Patrimonial: A Oficina de Educação Patrimonial tem carga horária de 6h, sendo dividida em 2 dias de programação de 3h cada (quinta e sexta-feira). A educação patrimonial é um processo educativo voltado para o reconhecimento, valorização e preservação do patrimônio cultural e histórico de uma cultura/comunidade. Aqui, em se tratando de forró, serão abordados conceitos de patrimônio imaterial, a história do forró, seus ritmos e manifestações, além de atividades práticas e reflexivas que conectam os participantes à cultura do forró. A oficina inclui escutas musicais e debates sobre a preservação dessa herança cultural, modos de difundir e de ações de salvaguarda, incentivando uma visão crítica e cidadã. Esta oficina será realizada no auditório do Conservatório Pernambucano de Música e terá capacidade para 100 lugares e terá classificação etária livre. Uma versão mais simplificada e objetiva (2h de carga horária) da oficina será oferecida em quatro (4) escolas do ensino público estadual (ensino médio), em período anterior ao festival (semana anterior), levando este tema tão importante para os jovens pernambucanos para o incentivo à valorização de nossa cultura.b) Vivências – escuta compartilhada com os mestres: A vivência em forma de escuta compartilhada tem como objetivo promover o diálogo sobre os saberes do forró tradicional e valorizar os mestres/mestras e sua arte. Em formato de rodas de conversa, essa vivência será marcada por conversas intercaladas com demonstrações musicais, onde contaremos com a presença de um mestre e alguns acompanhantes musicais. O público terá a oportunidade de cantar junto, de fazer perguntas e interagir diretamente com os músicos, aprendendo sobre a história e os ritmos do forró. Ao final, a troca de conhecimentos proporcionará uma experiência enriquecedora, deixando os participantes mais conhecedores e conectados com a cultura do forró. As rodas de conversa acontecem nas manhãs do evento no Parque Santana, em toldos grandes com 50 cadeiras disponíveis e classificação etária livre. PRODUTO 3: AÇÕES FORMATIVAS - MÚSICAa) Oficinas de MúsicaSerão realizadas 5 oficinas de música:1. Composição de forró;2. Sanfona de 8 baixos;3. Sanfona de teclas;4. Zabumba e triângulo;5. Rabeca e/ou pife.Os mestres e mestras, oficineiros e oficineiras, responsáveis ainda estão sendo articulados, mas nomes como Terezinha do Acordeon (Recife), Truvinca (Sanfona 8 baixos; Serra Negra/Bezerros-PE), Bento da Zabumba (Santa Cruz do Capibaribe-PE), João do Pife (Caruaru-PE), Mestre Genaro (Sanfona de teclas; AL, mas reside em Recife) e Asissão (Serra Talhada-PE) estão cotados e são indicadores de um direcionamento curatorial.Serão 2 dias dedicados inteiramente às oficinas (quinta e sexta-feira), com carga horária de 6h cada e capacidade para 20 pessoas, acontecerão em espaço fechado, tendo o Conservatório Pernambucano de Música (CPM) e o Cais do Sertão como possíveis locais. Mais detalhes no Plano de oficina no item de especificidades abaixo. b) Vivência forró-música:Os alunos das oficinas de música terão também o seu momento de participação na vivência forró-música, onde no que se nomeia como "roda de forró" acontecerá antes dos shows. A estrutura do palco será utilizada para minimizar custos e garantir qualidade de som à experiência.Haverá um momento de realização concomitante entre as vivências de dança e música de forma a se experienciar esse diálogo intrínseco na cultura do Forró. PRODUTO 4: AÇÕES FORMATIVAS - OFICINAS DE DANÇAa) Oficina de dança: Esta oficina com 6h de carga horária, dividida em 2 dias, abordará a dança tradicional tanto em seu modo espontâneo, como no modo academizado, que estiliza a dança através da inserção de elementos de outras culturas. As aulas serão ministradas por um casal de professores e serão centradas na apreciação, explanação e prática. Será uma única turma, formada por 20 alunos(as) – ver mais detalhes no Plano de Ensino da oficina de dança abaixo. b) Vivência Forró-dança: No período da tarde, antes de começarem os shows de música, haverá uma vivência de cerca de 50 minutos aberta ao público. Será conduzida pelos professores que ministraram a oficina com participação dos alunos e alunas. Haverá um momento de atividade concomitante entre os dançarinos e os músicos da vivência forró-música que abrirá os shows da noite. PRODUTO 5: FEIRA DE MANGAIO a) Feira de Gastronomia e Empreendedorismo Criativo: Será uma feira de comidas típicas da região Nordeste e de artesanatos ligados com a cultura do forró. As inscrições serão realizadas previamente através de convocatória e será definida uma curadoria para selecionar os melhores expositores, de modo a conseguir uma boa qualidade na feira. Serão 30 expositores, 15 de cada categoria, onde receberão suas barracas gratuitamente para expor. Desse modo, a Feira de Mangaio é também uma das contrapartidas sociais do Festival Ypsilone. PRODUTO 6: REGISTRO DOCUMENTAL Como registro videográfico e fotográfico, este ramo do projeto registrará todo o festival para produzir um documentário e documentos em fotos e vídeos a serem distribuídos em instituições de salvaguarda do patrimônio imaterial do Forró.

Objetivos

Objetivo GeralO presente projeto tem como objetivo realizar o Festival Ipsylone do Forró Patrimônio, evento que celebrará o forró tradicional por meio de ações formativas, apresentações musicais e outras atividades culturais desse universo artístico, com acesso gratuito para o público, na cidade do Recife - PE.Objetivos específicos1. Realizar 10 APRESENTAÇÕES MUSICAIS de artistas/grupos musicais de forró tradicional, durante 2 dias, sendo 5 shows por dia;2. Realizar 7 OFICINAS, com com 6 horas cada, totalizando 63 horas-aula.(a) 1 de educação patrimonial;(b) 1 de sanfona de 8 baixos;(c) 1 de sanfona de teclas;(d) 1 de zabumba e triângulo;(e) 1 de rabeca e/ou pífano;(f) 1 de composição de forró;(g) 1 oficina de dança.3. Realizar apresentação de DJs entre as apresentações musicais, contemplando esse gênero artístico que tanto tem contribuído para a difusão do forró;4. Contemplar grupos locais, regionais e nacionais com ampla diversidade no âmbito do forró tradicional e suas especificidades;5. Contemplar artistas diversos na busca de equidade social, garantindo a inclusão de artistas oriundos de minorias sociais (mulheres, negros/as, LGBT+, PCDs e idosos) e a participação de públicos menos favorecidos;6. Realizar 2 vivências de escuta compartilhada - rodas de conversa - com mestres e mestras com os temas:(a) Tradição de Forró enquanto Festa Comunitária;(b) Profissionalização no Forró.7. Realizar 2 vivências de forró-música, envolvendo mestres(as) e o público, 1h30 cada;8. Realizar 2 vivências de forró-dança com 50 minutos de duração antes dos shows, de forma a incentivar o público a dançar;9. Realizar a FEIRA DE MANGAIO: feira de comidas típicas nordestinas (Feira de Gastronomia) e de artesanato (Empreendedorismo Criativo);10. Realizar oficinas (4) de Educação Patrimonial em escolas da rede pública estadual de ensino para abarcar os jovens;11. Realizar um REGISTRO-DOCUMENTAÇÃO com fotos e vídeos, incluindoi um documentário.

Justificativa

O Festival Ypsilone do Forró Patrimônio é uma iniciativa voltada para a salvaguarda, difusão e fortalecimento do forró assentado em matrizes tradicionais, o qual, desde dezembro de 2021, foi reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Brasil. O forró tradicional não possui uma inserção midiática como a das músicas massivas, que são objeto de interesse das grandes corporações da indústria cultural. Por isso, bens culturais imateriais como o forró precisam ser apoiados e salvaguardados por meio de políticas de incentivo à cultura, como a lei à qual estamos submetendo o atual projeto.Além de ser uma das expressões culturais que identificam a região Nordeste (e o Brasil), o forró simboliza uma parte significativa da história, do ethos, dos modos de sentir-agir e dos valores de seu povo. No entanto, como constatamos em pesquisas realizadas - como a que embasou o registro do forró como patrimônio cultural do Brasil - essa tradição enfrenta grandes desafios, entre os quais: a falta de espaços para apresentações tradicionais fora do ciclo junino; a exclusão de artistas e outros praticantes da vertente tradicional do forró (sobretudo dos mais experientes); bem como a ausência de diálogo e de compartilhamento entre os praticantes tradicionais mais idosos (e experientes) e os mais jovens. Como foi sinalizado, a mídia prioriza a cultura de massa e oferece pouca visibilidade ao forró das matrizes tradicionais, muitas vezes reforçando traços como o patriarcado, o machismo, a homofobia e a marginalização de artistas locais.Para enfrentar esses desafios pelos quais passam as tradições culturais como o forró, em sua Convenção de Salvaguarda, a UNESCO cunhou dois conceitos importantíssimos: o de patrimônio cultural imaterial, que se refere às "práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas que as comunidades, grupos e indivíduos desenvolvem e reconhecem como parte integrante de seu patrimônio"; e o conceito de salvaguarda, entendendo-a como "as medidas que visam garantir a viabilidade do patrimônio cultural imaterial, tais como a identificação, a documentação, a investigação, a preservação, a proteção, a promoção, a valorização [...] à transmissão e revitalização deste patrimônio em seus diversos aspectos" (UNESCO, 2003). Portanto, além das ações que buscam preservar a memória e que dependem do fazer externo de pesquisadores (investigação, documentação, etc.), os conceitos mencionados também destacam as práticas e expressões dos fazedores, as quais demandam a realização de eventos que possibilitem a promoção, a valorização e a revitalização do patrimônio imaterial.É importante salientar que, entre os aspectos essenciais da modalidade "imaterial" do patrimônio cultural, o fazer musical - saber prático - se destaca. No entanto, para existir plenamente, a música é uma arte que precisa ser tocada ao vivo. Portanto, a patrimonialização não deve se limitar à ideia de preservação da memória apenas por meio de registros e acervos. Nessa perspectiva, não obstante a importância que o projeto atual dá ao registro e à documentação, são igualmente relevantes as ações presenciais para promover, difundir, fomentar e valorizar as práticas e os saberes do forró tradicional. Assim, a salvaguarda de bens imateriais deve incluir medidas imateriais.Além de valorizar e difundir a música ao vivo, o atual projeto promoverá: (1) a transmissão de saberes e o fortalecimento dos valores comunitários por meio de processos educativos como vivências, oficinas, palestras e rodas de conversa; (2) e a preservação da memória, que será efetivada por meio dos registros (em vídeo e fotografia) de parte das apresentações e das demais ações, com vistas a contribuir com o acervo de instituições públicas ligadas à pesquisa. Ademais, o atual projeto vai incentivar a cadeia produtiva da música, empregando diretamente mais de 100 profissionais (contando com os músicos dos grupos), e vai efetivar ações de inclusão social e de acessibilidade (detalhes descritos em campo apropriado), o que democratiza os serviços e faz jus ao emprego dos recursos públicos.ENQUADRAMENTO NA LEI 8.313/91O projeto Festival Ypsilone Forró está plenamente alinhado com as finalidades da Lei 8.313/91.Apresentamos aqui os incisos do Art. 1º da referida lei nos quais o projeto se enquadra, justificando em seguida:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: por ser um evento inteiramente gratuito e promover ações de acessibilidade e de inclusão social;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: uma vez que o festival proposto é voltado para o forró enquanto patrimônio cultural da região Nordeste;IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional: o projeto direciona seus esforços e suas ações para a proteção do forró tradicional enquanto expressão cultural;V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira: ao propor ações de salvaguarda dos saberes tradicionais do forró;VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro: já que o forró tradicional, objeto deste projeto, é um bem imaterial do patrimônio cultural brasileiro;IX - Priorizar o produto cultural originário do País: já que o forró é originário da região Nordeste do Brasil.Ato contínuo, apresentamos a seguir os objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 que serão alcançados pelo projeto proposto, destacando também os respectivos itens aos quais o projeto mais fortemente se conecta:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) Proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.Enfim, destacamos que o Festival Ypsilone do Forró Patrimônio fortalece a cidadania ao valorizar o forró como um bem cultural, incentivando a inclusão social e o diálogo intergeracional, ao mesmo tempo em que promove a sustentabilidade cultural e econômica das tradições populares. A Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para permitir que iniciativas como esta nasçam e floresçam, garantindo a preservação do patrimônio imaterial, o pleno exercício da cidadania e a ampliação do acesso aos direitos culturais.

Especificação técnica

1. PRODUTO 1: APRESENTAÇÕES MUSICAISEscolheu-se um parque público para a realização do Festival. O Parque Santana já recebeu diversos festivais, como o Festival de Jazz do Recife, Festival BB Seguros de Blues e Jazz, Festival de Circo do Brasil, entre outros grandes eventos. A escolha pelo local se dá por apresentar ampla área para montagem de palcos e tendas, a capacidade de receber público, a oferta de serviços de suporte (como segurança e wifi gratuito) e a sua localização estratégica na Zona Norte, que apesar de ser região nobre da cidade, possui várias comunidades localizadas aos seus arredores, possibilitando o acesso de um público diverso.As apresentações musicais serão realizadas em palco com 1,5m de altura e tamanho 8x6 m de boca de cena e com testeira. Haverá uma ampla cenografia de forma a promover bastante espaço para os patrocinadores e de forma a termos uma caracterização robusta para registro em vídeo documental e também com fins de divulgação, sobretudo para os patrocinadores. Aluguel de som de médio porte e também sistema de iluminação para palco e iluminação cênica do pólo, conforme descrito na planilha orçamentária. 2 geradores serão alugados com potência de 180 KVA. Teremos estrutura de camarim com duas unidades e alimentação (cattering) e água para artistas e equipe.OFICINAS - PRODUTO 2, 3 E 4 - Serão 2 dias dedicados às (7) oficinas (quinta e sexta-feira) com carga horária de 6h/cada e que acontecerão em espaço fechado, sendo o Conservatório Pernambucano de Música e o Cais do Sertão possíveis locais de realização. Cada oficina terá sua especificidade, listadas abaixo:2. PRODUTO 2: AÇÕES FORMATIVAS - EDUCAÇÃO PATRIMONIAL a) Oficina de Educação Patrimonial:Com 6h de carga horária, acontecerá no auditório do Conservatório Pernambucano de Música com capacidade para 100 pessoas. Será utilizado equipamento de projeção e de som da instituição. As inscrições serão realizadas previamente via formulário google disponível no site e perfis da rede social do projeto. A oficina contará com intérprete de libras, conforme plano de acessibilidade e fornecerá certificado aos participantes.Abaixo o plano de oficina:Título: Patrimônio Imaterial e o ForróEmentaSerão abordados conceitos de patrimônio imaterial, a história do forró, seus ritmos e manifestações, além de atividades práticas e reflexivas que conectam os participantes à cultura do forró. A oficina inclui escutas musicais e debates sobre a preservação dessa herança cultural, modos de difundir e de ações de salvaguarda, incentivando uma visão crítica e cidadã.Objetivo A oficina tem como objetivo promover a valorização do forró, compreender o seu reconhecimento como patrimônio cultural imaterial do Brasil, destacando sua importância na preservação, nas sociabilidades, identidade e memória coletiva nordestina.Público-alvo Forrozeiros em geral, tanto profissionais quanto os cultuadores e os simpatizantes da cultura popular, professores, estudantes - faixa etária: a partir de 16 anos.Metodologia: Aulas expositivas, demonstrações práticas, exercícios de interação entre os alunos, prática em evento real e roda de dança para conclusão.Recursos Necessários:- projetor + notebook + tela + sistema de som).Conteúdo Programático:Dia 1: Introdução ao Patrimônio Cultural e História do Forró- Patrimônio cultural: conceitos de bens materiais e imateriais- O sentido comunitário do patrimônio cultural imaterial- O forró como expressão de identidade e pertencimento comunitário - A música e a dança do forró como símbolos de coesão social e memória coletiva no Nordeste- O papel das comunidades na preservação e continuidade do forró como patrimônio imaterial- Transmissão intergeracional de saberes e tradições- A patrimonialização do forró: processo e reconhecimento como patrimônio imaterial- “Fé na festa”: o baile/festa/festival como lugar de compartilhamento de saberes Dia 2: Salvaguarda e Difusão do Forró como Patrimônio Imaterial Conteúdo: - A importância de promover a salvaguarda do forró- Estratégias para fomentar e difundir o forró como patrimônio cultural - A literatura sobre Patrimônio Cultural Imaterial- “Hoje tem forró!”: A importância de realizar festas comunitáriasb) Vivências – escuta compartilhada com os mestres: Em formato de rodas de conversa, onde 50 cadeiras de plástico estarão disponibilizadas em roda embaixo de um toldo de 10x10m e com piso de praticável encarpetado. Serão dois mestres/mestras para conduzir uma conversa entremeada de música e cantoria. Será necessário equipamento de som para os instrumentos (sanfona, violão, rabeca, etc) e 2 microfones (aluguel de som listado em planilha). Acontecerá 1 roda de conversa por dia de show (sábado e domingo) no período da manhã no Parque Santana e as inscrições serão realizadas previamente via formulário google o site e perfis da rede social do projeto. Como o espaço é aberto, outras pessoas poderão se juntar para assistir, criando um fluxo espontâneo e público para uma ação de educação patrimonial tão rica e importante. As rodas contarão com intérprete de libras conforme plano de acessibilidade e será registrada na íntegra pela equipe de registro videográfico e também com captação de som direto.3. PRODUTO 3: AÇÕES FORMATIVAS - MÚSICASerão realizadas 5 oficinas de música, conforme item anterior. Com capacidade para 20 pessoas, acontecerão em espaço fechado, tendo o Conservatório Pernambucano de Música (CPM) e o Cais do Sertão como possíveis locais de realização. Cada mestre (ainda a passar por processo curatorial e de agendas) ficará responsável por ministrar uma oficina, o qual terá sua metodologia própria de ensino. As oficinas necessitarão de sistema de som. As vivências de forró-música serão realizadas na estrutura do palco de forma a otimizar o uso dos recursos e antes dos shows.4. PRODUTO 4: AÇÕES FORMATIVAS - DANÇASerá realizada uma oficina de 6 horas, em 2 dias, a ser realizada no Conservatório Pernambucano de Música ou no Cais do Sertão para 20 pessoas e duas vivências forró-dança a ser realizada na área do palco após a vivência de música. Plano de Oficina abaixo:TÍTULO: Introdução à dança do forró: história e contemporaneidadeEmentaEsta oficina oferece uma introdução à dança do forró tradicional, abordando a história, os passos básicos e variações, a musicalidade e a condução entre os pares. Com foco na prática, aborda os subgêneros do forró, como toada, baião, xote, xaxado, forró, coco e arrasta-pé. Inclui explanação, exercícios e a prática da dança nas aulas e também nos shows.ObjetivosProporcionar aos participantes o aprendizado de conceitos e noções da cultura do forró, sua história, a sincronia dos movimentos característicos, auto confiança para dançar em dupla e em grupo, passos básicos, variações, técnicas de condução, musicalidade, buscando fortalecer a conexão entre os participantes e a cultura do forró. Público-alvoIniciantes e intermediários que desejam aprender ou aperfeiçoar seus conhecimentos. Faixa etária: a partir de 18 anos.MetodologiaAulas expositivas, demonstrações práticas, exercícios de interação entre os alunos, prática em evento real e roda de dança para conclusão.Recursos Necessários:Espaço amplo e sistema de som.5. PRODUTO 5: FEIRA DE MANGAIOSerão 30 stands, sendo 15 para a Feira de Gastronomia e 15 para os expositores de artesanato. Os stands possuirão 1,5 x 0,8 m e estarão disponibilizados na área central do Parque, onde o piso é mais estável e nivelado.Será necessário o uso de energia elétrica para a feira e está cotado um gerador de energia de 100KVA para os dois dias (item já inserido na planilha de custos).6. PRODUTO 6: REGISTRO DOCUMENTALSerão contratados 2 cinegrafistas com seus respectivos assistentes para cobrir o Festival em sua totalidade, sobretudo as oficinas e rodas de conversa. Haverá 2 profissionais para captação do áudio das ações. Para os shows, os áudios serão captados da mesa de som.

Acessibilidade

O local escolhido para as apresentações (Parque Santana) é adaptado dentro das normativas da ABNT, NBR 9050. Caso haja necessidade de mudar o local, a nova escolha atenderá às normativas de acessibilidade dos espaços. A seleção dos espaços para as demais atividades irá observar estritamente as condições de acessibilidade, o que proporcionará uma experiência com autonomia para todas as pessoas. A acessibilidade do evento será divulgada tanto nos espaços físicos como também nas redes sociais e site, de modo a garantir que as pessoas sejam bem informadas antes e durante o festival. Além das audiodescrições do próprio projeto, audiodesreveemos os postos, utilizando a hashtag #ParaTodosVerem para possibilitar audiodescrição de posts, tornando-os acessíveis a pessoas com deficiência visual.Na fase de Pré-Produção haverá uma formação em Acessibilidade comunicacional e atitudinal para toda a equipe, sobretudo equipe de comunicação e produção. Dessa forma, outras medidas ainda podem ser adotadas a partir da troca com equipe especializada. PRODUTOS 1:APRESENTAÇÕES MUSICAISACESSIBILIDADE FÍSICA: ASPECTO ARQUITETÔNICO: (a) banner divulgando a acessibilidade (nas entradas do parque); (b) rampas (já existentes no local); (c) banheiros químicos adaptados p/ PcD; (d) disponibilização de uma área exclusiva e com satisfatória visibilidade do palco para idosos, gestantes, pessoas com cadeira de rodas e outras PcD, conforme item 7.0 da NBR 9050; (e) assentos para pessoas com mobilidade reduzida (PMR) e para pessoas obesas (PO) – 2% do público estimado; (f) placas de sinalização com os símbolos internacionais de acesso, colocadas nas rotas de acesso e locais estratégicos (entradas, sanitários, saídas de emergência, áreas reservadas para PcD).Obs.: O Parque Santana, local escolhido, foi estruturado dentro das normativas de acessibilidade de espaços, mas, caso ocorra algum imprevisto que imponha a mudança de local, buscaremos um espaço igualmente adaptado para as PcDs terem acesso pleno.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOPARA PcD VISUAL: (a) audiodescrição ao vivo feita pelo apresentador do festival; (b) formato audiodescritivo das peças impressas de informação e divulgação (via QR code), conduzindo à audiodescrição das informações dos cartazes e também de acessibilidade do evento; (c) Audiodescrição em todas as postagens das redes sociais do evento.PARA PcD AUDITIVOS: (a) intérprete de Libras em todos os shows; (b) Legendas para surdos e ensurdecidos em todas as peças de audiovisual para informação e divulgação nas redes sociais; (c ) Interprete de libras nas principais peças de audiovisual para divulgação. PARA PcD INTELECTUAL:(a) um(a) monitor(a) treinado(a) para dar apoio.PRODUTO 2, 3 e 4: AÇÕES FORMATIVAS1) Educação Patrimonial - oficina e vivência;2) Música - oficina e vivência;3) Dança - oficina e vivência. ACESSIBILIDADE FÍSICAASPECTO ARQUITETÔNICO: (a) rampas de acesso (existentes no local); (b) disponibilização de uma área de cada sessão com satisfatória visibilidade para que idosos, gestantes, pessoas com cadeira de rodas e outras PcD possam acessar as instruções dos professores, mestres ou mediadores; (c) sinalização por meio de adesivos com os símbolos internacionais de acesso, colocados nas rotas de acesso e locais estratégicos (entradas, sanitários, saídas de emergência, áreas reservadas para PcD).Obs.: Para as oficinas, serão selecionados impreterivelmente locais que estejam estruturados dentro das normativas de acessibilidade (ABNT, NBR 9050, item 7.0) e, que, portanto, tenham rampas de acesso para pessoas com cadeira de rodas e com mobilidade reduzida e banheiros adaptados para PcD.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOPARA PcD VISUAL: (a) audiodescrição (será feita pelos professores, mestres ou mediadores, devidamente orientados para tal); (b) Nas redes sociais (Instagram, Youtube, Tik Tok e Facebook), e com uma consultoria adequada, todas as publicações conterão audiodescrição; (c) WhatsApp inclusivo (um número de WhatsApp disponibilizado para atendimento durante o festival, em tempo real, com mensagens de áudio para PcD visual); (d) formato audiodescritivo das peças impressas de informação e divulgação (via QR code);(e) um(a) monitor(a) treinado(a) para dar apoio nas oficinas e demais ações formativas. PARA PcD AUDITIVA: (a) Intérprete de Libras durante todas as oficinas, vivências e rodas de conversa; (b) WhatsApp inclusivo (com mensagens de texto para PcD auditiva). PARA PcD INTELECTUAL: (a) um(a) monitor(a) treinado(a) para dar apoio.PRODUTO 5: FEIRA DE MANGAIO (COMIDAS TÍPICAS E ARTESANATO)(Ocorrerá ao lado das apresentações musicais, mesmo espaço público)ACESSIBILIDADE FÍSICA: ASPECTO ARQUITETÔNICO: similar às medidas anteriores.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOPARA PcD VISUAL: similar à acessibilidade para pessoas com deficiência que os outros itens, acrescentando-se:(a) QR code com audiodescrição dos produtos contidos nas barracas, de forma a orientar e ajudar as pessoas com deficiência visual escolherem os produtos;PARA PcD AUDITIVA: similar aos demais produtos, acrescentando-se:(a) QR code que conduz a um vídeo legendado com intérprete de Libras informando: o nome e número da barraca, os produtos, seu responsável e a sua localização; PARA PcD INTELECTUAL:(a) um(a) monitor(a) treinado(a) para dar apoio.PRODUTO 6: REGISTRO DOCUMENTAL ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDONo documentário final, o qual além de lançado nas redes também será destinado à instituições para acervo de patrimônio, possuirá:(a) Audiodescrição;(b) Libras e Legendas para surdos e ensurdecidos; ASPECTOS ATITUDINAISSerão implementadas medidas de acessibilidade atitudinal no Festival Ypsilone do Forró Patrimônio, a saber:(a) Contratar PcD para fazerem parte da equipe técnica do festival;(b) Sensibilização da equipe: Treinamento de toda a equipe do festival (desde seguranças até monitores e recepcionistas) para adotar uma postura acolhedora e respeitosa com pessoas com deficiência, promovendo empatia e eliminando preconceitos ou barreiras comportamentais;(c) Apoio personalizado: Disponibilização de voluntários para oferecer suporte individualizado a pessoas com deficiência, garantindo que suas necessidades sejam atendidas de forma respeitosa e sem constrangimentos. Para tal, buscaremos selar parcerias com entidades (ONGs, etc.) que possam disponibilizar voluntários que ofereçam esse suporte;(d) Promover o respeito à diversidade: Por meio da locução (apresentador(a) do evento), serão incentivadas atitudes positivas e comportamentos de inclusão entre o público, estimulando um ambiente que valorize a diversidade e elimine possíveis comportamentos discriminatórios.

Democratização do acesso

Todos os produtos do projeto Festival Ypsilone do Forró Patrimônio serão 100% gratuitos: 1. Os shows musicais durante os 2 dias de evento no Parque Santana são gratuitos; 2. Todas as ações formativas (de música, dança e educação patrimonial), nas quais se inclui também o aulão de dança (durante as apresentações e aberto à participação do público) e as vivências de escuta-compartilhada (rodas de conversa com os mestres), ressaltando as aulas de Educação Patrimonial nas escolas públicas; 3. A "Feira de Mangaio", que reunirá expositores de comidas típicas (Feira de Gastronomia) e de artesanato (Empreendedorismo Criativo) e que também será em local aberto, próximo ao espaço das apresentações musicais, com acesso gratuito. 4. O registro Documental ficará disponível on line, onde toda pessoa com acesso à internet poderá fruí-lo.AMPLIAÇÃO DE ACESSOAlém disso, haverá divulgação em escolas de ensino médio - algumas das quais já irão receber ação de educação patrimonial - universidades públicas, e buscaremos alcançar pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Como podemos constatar, o Festival Ypsilone será enfático na democratização do acesso e na proposta de valor social. Vale salientar que, no aspecto formativo, a oficina de Educação Patrimonial destaca o compromisso educativo do projeto com a sociedade. A Vivência colocará os(as) mestres(as) em contato direto com o público, promovendo o compartilhamento de saberes de alto nível e uma interação sinestésica intensa.As ações de acessibilidade, assim como a orientação curatorial voltada para a inclusão de mulheres e pessoas negras/pardas na equipe técnica contratada e na programação artística, são igualmente contrapartidas importantes, pois combatem o capacitismo, a misoginia, o racismo e, de modo geral, os preconceitos e desigualdades sociais. Para garantir a inclusão e a participação de pessoas da periferia, pessoas negras/pardas e pessoas de diversos gêneros, além de pessoas com deficiências, o projeto visa implementar as seguintes ações adicionais:Parcerias com Organizações Locais: para envolver e mobilizar a comunidade na participação das atividades do festival. Essas parcerias ajudam a criar uma ponte direta com o público-alvo, garantindo que as informações sobre o evento cheguem a esses grupos.Parcerias com Organizações que abranjam o público cego, surdo, com deficiência intelectual; Ações de Comunicação Inclusivas: Desenvolver estratégias de comunicação voltadas para a diversidade, incluindo a produção de materiais visuais e audiovisuais que reflitam e representem pessoas de diferentes etnias e gêneros. Usar linguagem acessível e canais de comunicação populares nas comunidades, como rádios comunitárias, grupos de WhatsApp e redes sociais locais.Programação Curatorial Inclusiva: Adotar uma linha curatorial que priorize a participação de artistas de periferias, pessoas negras/pardas e de diversos gêneros na programação artística, como músicos, dançarinos(as) e mestres(as). Cotas e Incentivos: Estabelecer cotas específicas para artistas e profissionais negros/pardos e de diferentes gêneros nos processos de seleção e contratação do evento. Criar incentivos para que artistas de periferias e de diferentes contextos culturais participem do festival, ajudando a romper barreiras de acesso e reconhecimento.Espaços Seguros e Acolhedores: Garantir que os espaços do festival sejam acolhedores e seguros para todos, promovendo uma política de respeito à diversidade. Isso inclui treinamento para a equipe de produção e voluntários sobre inclusão e respeito às diferenças, criando um ambiente que valorize a pluralidade cultural e de gênero.Essas ações visam criar um espaço inclusivo, onde a diversidade é reconhecida, valorizada e respeitada, e onde pessoas de todos os contextos possam se sentir representadas e envolvidas.Para ampliar ainda mais o acesso, parte das apresentações, oficinas, vivências e rodas de conversa será transmitida ao vivo pela internet, permitindo que pessoas de diferentes regiões e contextos possam participar e apreciar o conteúdo cultural do Festival Ypsilone do Forró Patrimônio.

Ficha técnica

Coordenador Geral/Coordenador Pedagógico: Climério de Oliveira SantosCoordenação Geral: Supervisionar e coordenar todas as atividades, recursos e equipes, garantindo que o projeto seja realizado de acordo com os objetivos, prazos e orçamentos estabelecidos. Também é responsável em assegurar a integração e comunicação entre as diferentes áreas envolvidas, pela gestão de conflitos, acompanhamento do progresso, tomada de decisões estratégicas e otimização de processos.Climério de Oliveira Santos é Doutor em Música (UNIRIO), produtor cultural, compositor, escritor, pesquisador e professor (no PPG Música da UFPE e no Conservatório Pernambucano de Música desde 1994). Atuou em projetos-chave como a elaboração e pesquisa para o registro do forró como patrimônio cultural do Brasil (IPHAN). Coordenou o Festival São João na Rede (2020) e o Inventário do Forró no Interior de Pernambuco, que etnografou 12 municípios do estado (incetivo do Funcultura, Governo do Estado de Pernambuco). Criou e coordenou a série de livros Batuque Book, todos patrocinados pelas leis de incentivo: Funcultura (PE), Lei Rouanet e pelo Prêmio Funarte. Coordena o projeto Diálogos Musicais e é fundador e membro da Associação Respeita Januário. Publicou cinco livros, incluindo Forró: A Codificação de Luiz Gonzaga. Coordenação de Produção: Drica Ayub (L&M Eventos e Participações LTDA) - PROPONENTECoordenação de Produção: atuará na organização geral das atividades, garantindo a logística e o cumprimento do cronograma, desde o planejamento das etapas de pré-produção até o pós-evento. Sob sua orientação, a Produção Executiva será responsável pela operacionalização das ações, incluindo contratações, orçamentos, pagamentos, transporte e apoio aos artistas e técnicos, assegurando o bom andamento das atividades e o cumprimento das normas de segurança e acessibilidade.Drica Ayub é produtora cultural, artista e pesquisadora da dança e da música e educadora. Bióloga pela UFPE, é pós graduada em Dança pela Faculdade Angel Vianna (RJ) e em Letras pela PUC-Rio e, atualmente, cursa Pós Graduação em Gestão Cultural pelo SENAC/SP. Percussionista da banda Julião e o Forró do Suco Elétrico e engajada em outros projetos musicais, vem investigando o diálogo profundo entre Dança e Música com base nas manifestações populares e também o diálogo entre as linguagens artísticas. Na área de produção cultural, já realizou diversos projetos, como: Coordenação e Produção geral do show de “20 anos de Ciência da Festa de Sérgio Cassiano com o Forró do Suco Elétrico” (Lei Aldir Blanc de Recife-PE 2025); Idealização, Coordenação de Produção e Produção Executiva na Videodança “Longa Repentino” (Lei Paulo Gustavo - PE - 2025); Idealização, Coordenação e Produção Geral do curso de formação “Corpo Polirrítmico: dança, ritmo, Escuta e criação” (Lei Paulo Gustavo/PE - 2024); Idealização, Coordenação e Produção Geral do projeto “Terra Mulher – Nossas Marcas e Raízes Plurais” e todas as suas ações (Funcultura - 2023/2024), além de outros projetos com incentivos culturais e outros para grandes nomes como Senac, Fenearte e Bienal do Livro. Atualmente, é dirigente principal da empresa L&M Produções com mais de 20 anos de atuação, sobretudo na produção de grandes eventos para grandes nomes empresariais da cidade do Recife, como TIM Nordeste, Globo Nordeste, Iquine, Floresce, entre outros e realizou projetos culturais junto a Aliança Francesa, inclusive a revista bilingue “La Pensee”, com incentivo do Funcultura (2013).Coordenação Técnica: Antônio PinhêiroCoordenação Técnica: responderá pelo planejamento técnico do evento, das apresentações, montagem de equipamentos, passagens de som, e gestão das demandas técnicas junto às empresas contratadas.Antônio Pinhêiro é profissional da área da produção cultural, com 16 anos de experiência em produção executiva, coordenação e supervisão em eventos culturais. Atualmente está se formando em Gestão de Marketing pelo SENAC/SP, e é sócio-diretor da produtora agência PRO4, exercendo o cargo de Diretor de Marketing e Gestão de Projetos. Desde 2014 se dedica no desenvolvimento de projetos criativos e consultoria para elaboração, planejamento, formação e gestão de equipes, orçamento e prestação de contas para projetos culturais. É idealizador, curador e diretor dos projetos “Panela do Jazz – Festival de Música Instrumental do Poço da Panela” e da “MOA – Mostra Olegarinha de Artes da Mulher”. Também é produtor executivo e gestor do projeto “Natora – Festival de Música Independente de Pernambuco”, realizado no bairro de Peixinho, Olinda.Como profissional na área da produção técnica, já participou na realização de grandes eventos e festivais em Pernambuco, dentre eles podemos citar os ciclos festivos da cidade do Recife: São João, Carnaval e Natal; os festivais: No Ar Coquetel Molotov; Abril Pro Rock e o Rec’n Play, Festival de Inverno de Garanhuns e o Festival Pernambuco Meu País.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.