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PRONAC 2514122Autorizada a captação total dos recursosMecenato

NASCIMENTOS

ELAINE ERHARDT ROLLEMBERG CRUZ 10343705702
Solicitado
R$ 1,36 mi
Aprovado
R$ 1,36 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-04
Término
2027-01-04
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Nas margens da história, vozes negras insistem em nascer. NASCIMENTOS é um encontro entre palavra e canto, entre o corpo que dança e a música que pulsa, entre a memória e o futuro.Inspirado pela força intelectual de duas grandes vozes da nossa história, NASCIMENTOS é um espetáculo musical de 50 minutos, encenado por artistas da dança, música e teatro, que entrelaça a obra da historiadora Beatriz Nascimento com as canções de Milton Nascimento. Sob a direção musical de Wladimir Pinheiro e a criação coreográfica de Diego Cruz, o projeto dá corpo e voz a reflexões sobre memória, identidade e resistência, através de uma fusão cênica potente. O espetáculo conta ainda com figurino de Dih Morais, que compõe a atmosfera estética que conecta ancestralidade e contemporaneidade.

Objetivos

O projeto NASCIMENTOS tem como objetivo criar um espetáculo inédito de dança contemporânea e música ao vivo que entrelaça a força poética e intelectual da historiadora e pensadora Beatriz Nascimento com a potência lírica e musical de Milton Nascimento, com temporada mensal para um teatro carioca.Oferecer ao mercado artístico uma expressão conceitual e atualizada sobre ancestralidade, relevante aos valores antirracistas, sociais e culturais.Investir na produção artística, valorizando o conhecimento e a dedicação em composição de obra inédita, oportunizando a experiência em produção artística com embasamento conceitual, sendo, além de sensível, educativo à sociedade.Fomentar o trabalho de artistas dedicados à produção de arte e cultura com cunho multidisciplinar, com qualidades estéticas e discursivas sobre pautas sociais relevantes à contemporaneidade.Manter a produção de arte viva, reconhecendo a oportunidade para reinvenção e valorizando a arte como potente manifesto de transformação e cura social.Com o propósito de oferecer à sociedade uma relevante expressão artística e uma experiência transformadora, promovemos uma ação que respeita às seguintes políticas:Sobre o tema: antirracismo, representatividade, pluralidade.Sobre a obra: multidisciplinaridade, inovação, acessibilidade, inclusão, impacto no cenárioartístico, Valorização da arte e das culturas brasileirasSobre a equipe/ produção: Geração de emprego, transparência, desenvolvimento econômico, social e humano, sustentabilidade, descentralização, coletividade, geração de valores compartilhados.OBJETIVOS ESPECÍFICOS E ENQUADRAMENTOSO projeto se enquadra adequadamente no mecanismo, atendendo às seguintes finalidades previstas no Art. 1o:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e históricobrasileiro;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Também atende aos objetivos do Art. 3o da Lei no 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizaçõesculturais, bem como de suas coleções e acervos;

Justificativa

O Brasil contemporâneo exige obras que contribuam para o debate sobre identidade, memória e ancestralidade. A historiadora Beatriz Nascimento, em sua produção acadêmica e literária, trouxe reflexões urgentes sobre a diáspora africana, a negritude e os quilombos como espaços de liberdade. Sua escrita transcende o campo acadêmico e se afirma como ato de resistência e de fortalecimento da cultura preta. Em diálogo com essa força, a música de Milton Nascimento traduz espiritualidade, afeto e resistência, tornando-se um patrimônio afetivo e cultural do país. Ao unir esses dois universos — palavra e música —, NASCIMENTOS ganha corpo e interpretação através do bailarino e coreógrafo Diego Cruz, e da presença artística de Wladimir Pinheiro, músico consagrado que, além de estar em cena, assina a direção musical da obra. Essa relação uníssona em cena cria um espaço de troca viva entre corpo, voz e som, propondo uma experiência artística que valoriza a ancestralidade, a resistência e a sensibilidade como motores de transformação cultural e social.Esse encontro propõe não apenas um espetáculo, mas uma experiência estética e sensível, que coloca o público diante da potência dos corpos pretos, da palavra preta e da música como força de transformação.O projeto não pretende narrar biografias, mas ativar a potência dos textos de Beatriz Nascimento e da música de Milton Nascimento como ferramentas de memória, resistência e invenção de futuro.

Especificação técnica

TÍTULO: NASCIMENTOSFORMATO: Espetáculo musical e de dança contemporâneaDURAÇÃO: 50 minutosCLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LivreIDIOMA: PortuguêsPÚBLICO ESTIMADO: 300 pessoas por sessãoQUANTIDADE DE APRESENTAÇÕES: 16 sessões (4 semanas – 4 apresentações por semana) ESTRUTURA TÉCNICA - PALCODimensões mínimas: 10m (largura) x 8m (profundidade) x 5m (pé-direito)Piso: linóleo preto ou madeira tratada, antiderrapante e sem desníveisCamarins com espelhos, iluminação frontal e pontos de energiaAcesso lateral e fundo de cena com cortina preta ILUMINAÇÃO (Desenho de Anderson Ratto)A luz é tratada como parte da dramaturgia, revelando atmosferas de tempo, memória e ancestralidade.O desenho de Ratto constrói volumes de sombra e cor que dialogam com o corpo e o som, dando ritmo visual à cena.Equipamentos sugeridos:12 refletores Fresnel 1000W com gelatinas variadas8 refletores Elipsoidais 25/50º 1000W (recorte e textura)8 refletores PAR LED RGBW de alta potência4 refletores Mini Bruts 4x650W (efeito e contra-luz)2 refletores Follow Spot 1200W6 varas de iluminação motorizadas1 mesa de luz profissional Avolites / ETC / GrandMA (48 canais ou mais)1 rack de dimmers digital 24x2,5KW1 técnico de luz fixo + 1 operadorSOM (Direção musical e concepção sonora de Wladimir Pinheiro)O som é elemento narrativo. As canções de Milton Nascimento se entrelaçam às vozes e trilhas criadas por Pinheiro, criando um ambiente imersivo.Equipamentos sugeridos:Mesa de som digital (mínimo 32 canais)PA principal com potência de 4000W RMS2 subwoofers de 18”4 monitores de palco independentesMicrofones dinâmicos (Shure SM58) e condensadores (AKG / Neumann)1 sistema de microfone sem fio headset1 DI Box estéreoInterface de áudio profissional para playback e trilhas1 técnico de som + 1 operadorCENOGRAFIA E VISUALIDADEEstruturas leves e modulares (painéis e tecidos translúcidos)Cores e texturas que evocam ancestralidade e renascimentoIluminação como componente escultórico do espaçoFIGURINO (Dih Morais)Tecidos naturais e fluidos (linho, algodão, malha)Paleta de tons terrosos, azuis e douradosMovimento e leveza como extensões do corpo

Acessibilidade

Sessões especiais com serviço de audiodescrição para deficientes visuais do produto cultural e Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS) para deficientes auditivos do produto cultural; Ainda, disponibilizaremos folder virtual e audiodescrito para atenção inclusiva.

Democratização do acesso

Em consonância com o Art. 47 da Instrução Normativa no 23/2025, o projeto contempla as seguintes ações de ampliação de acesso:Inciso V - Serão realizadas, de forma gratuita, atividades paralelas à exposição, como ensaios abertos, oficinas, ações formativas evivências artísticas voltadas à mediação cultural.Inciso VI - Será implementada uma ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores, com foco nainclusão e no acesso à arte.Ainda o teatro escolhido precisará comportar confortavelmente todo tipo de deficiência.

Ficha técnica

Bailarino e Coreógrafo: Diego Cruz (Idealizador)Bailarino, coreógrafo, preparador corporal e artista da cena contemporânea. Nascido no Rio de Janeiro, formou-se em Dança pela Universidade da Cidade (RJ) em 2012, tendo como base os estudos na Escola de Dança Maria Olenewa e na Escola de Dança Margareth Monteiro. Atualmente, é graduando em História e Cultura Afro-Brasileira, o que enriquece sua prática e criação artística. Iniciou sua carreira profissional em 2004 no grupo de pesquisa em dança dirigido por Roberto Lima. Em 2005, viajou em turnê pela Itália com a companhia Ópera Brasil, de Fernando Bicudo, e atuou como bailarino convidado na produção de A Bela Adormecida no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2007, integrou o Balé do Teatro Guaíra e, desde 2008, faz parte do elenco artístico do Balé da Cidade de Niterói. Como coreógrafo, desenvolve sua linguagem autoral desde 2016, criando para o Ateliê Coreográfico da Companhia de Ballet da Cidade de Niterói, para a Companhia do Teatro Alberto Maranhão (Natal), Faces Cia de Dança (RJ), Coletivo Dona Coisa (SP) e por meio de projetos independentes. Em 2024, estreou ONTEM, HOJE, O AGORA com a Companhia de Ballet da Cidade de Niterói, em parceria com Robson Schmoeller e Bruna Lopes. Em 2025, viveu experiências marcantes: foi o único artista convidado pelas coreógrafas da Comissão de Frente, Bruna Lopes e Ariadne Lax, para participar da Comissão de Frente junto ao coreógrafo filipino Joshua Serafin. Nesta experiência, interpretou um trecho da performance VOID, onde atuou com o icônico líquido preto, sendo o único, além do criador, a ter contato com essa inovadora linguagem cênica. Ainda nesse ano, participou da residência artística do projeto Teatro Escola, em Salvador, ministrando cursos e finalizando com a criação de um trabalho coreográfico. Também integrou o show comemorativo dos 40 anos da Marquês de Sapucaí, atuando como bailarina ao lado da cantora Anitta. Integrante da comissão artística de dança contemporânea do Sindicato dos Profissionais de Dança do Estado do Rio de Janeiro, Diego atua não apenas nos palcos, mas também como jurado em diversos festivais nacionais. Artista da Cena / Direção Musical / Música ao Vivo: Wladimir PinheiroAtor, cantor, músico, compositor. Iniciou seus estudos de canto e piano aos 8 nos de idade, interessando-se, posteriormente por violino e viola.Como cantor lírico, estudou no Brasil com Mirna Rubim e Carol McDavitt especializando-se no Atelier Musical Sons Croisés (Paris) com Jorge Chaminé. Participou da masterclass da renomada cantora espanhola Teresa Berganza (em Bougival – França), onde cantou o papel de Conde Almaviva (ópera “Le Nozze di Figaro”). Venceu o concurso Jovens Solistas da Orquestra Petrobrás Sinfônica. Em 2002 integrou o elenco do espetáculo “Cabaré Filosófico” de Domingos Oliveira, iniciando assim sua carreira em Teatro. Como ator, esteve em espetáculos como: “A Canção Brasileira” (dirigido por Paulo Betti), “Fedegunda” e “Hans o Faz Tudo”…Direção de Produção: Elaine Rollemberg (Proponente)Carioca, graduada com Licenciatura em Dança (UniverCidade, 2005), pós-graduada em Produção Cultural (UCAM, 2016) e pós-graduada em Arte e Filosofia (PUC-RIO, 2019). Elaine trabalha com criação, direção e produção artística, dramaturgia de movimento e preparação corporal em projetos culturais, coletivos ou particulares. Atualmente é diretora de produção da exposição RIR, UM ATO DE RESISTÊNCIA que homenageia o artista Paulo Gustavo e ATRAVÉS DO VÉU VERDE de Eduardo Constantine, ambos com a curadoria de Nicolas Martin, para o MAC Niterói (2025). Atuou como diretora de produção da Obra/instalação UZIXAK na exposição ESPELHOS D'ÁGUA VIVA do Solar dos Abacaxis, pelo programa FUNARTE RETOMADA CULTURAL - ARTES VISUAIS (2023/2024). Produziu artisticamente a obra UREIPY para o 38 Panorama da Arte Brasileira - Mil Graus do MAM SP e para a BIENAL DE VENEZA (2024). Dirigiu a produção da exposição "ZEXAKAW" de Zahy Tentehar na Galeria SESC de Copacabana (2023) e da exibição fílmica de “KARAIW A’E WÀ - Os Civilizados” da mesma artista para a exposição "NAKOADA" no MAM RJ (2022). Elaine produziu para Zahy Tentehar, como artista visual para uma instalação solo para o Canal Project - NY e instalações coletivas para New Museum - NY, MAM - BR, MAR - BR, MASP - BR e Casa Festival - UK. A profissional foi produtora artística do "Nova Música Convida" - SESC (2022) e do festival "EntreDança" do SESC RJ (2022). Performer e/ou Diretora de movimento de Curtas Metragens como “Mocho”, “Indo”, “A casa Tomada” e "Sobre a Natureza das Andorinhas”, exibidos pelo festival Move Rio no CCBB-RJ (2022). Preparadora Corporal da Residência do Teatro Independente com direção de Paulo Verlings (2022). Performer, produtora e diretora nos premiado curtas-metragens “De pano e remendada” (2020) e “As Crônicas da Pandemia” (2021), ambos do autor Olavo Wyszomirski, contemplado pela FUNARJ no edital “Ondas da Cultura”. Atriz no curta-metragem “Mensageira” (2021) de Darília Rocha com a Direção de Mariana Villas-Boas. Coordenadora Artística do projeto “Vamos falar sobre” (2020-2022) de Diego Cruz. Preparadora corporal do elenco em montagem do filme remake de MACUNAÍMA pelo diretor Felipe Bragança (2024). Dramaturga do movimento no espetáculo online “Hodierno” de Diego Cruz (2020). Dramaturga do movimento do clipe “Dia de festa” da Banda Facção Caipira (2019). Preparadora corporal e diretora de Movimento da peça “Primeira Morte (2018)”, Orientadora de aulas de dança para preparação artística de elenco para minissérie “Dois Irmãos” (Globo, 2014/2015). Figurinista: DIH MORAIS O designer quilombola baiano Diego Morais Almeida, conhecido pelo nome de Dih Morais, originário da cidade de Jequié, onde nasceu e cresceu no Quilombo Barro Preto, está à frente da marca que leva seu nome desde 2016.Suas criações vão da moda à decoração e artes aplicadas, em roupas, bolsas, calçados, e os mais variados objetos, de esculturas a luminárias. Candomblecista, em sua arte o designer traz elementos que identificam a potência das religiões de matriz africana, além das referências ao seu Sertão natal. Desenvolve trabalho e pesquisa com cabaças desde 2022. Este fruto originário da África detém um forte simbolismo, tendo sido trazido na época que povos africanos eram traficados como escravos para o Brasil. Seja na forma de bolsas, em suas roupas ou objetos decorativos, as Cabaças são incorporadas a peças todas feitas manualmente, pelo próprio designer que se torna Artesão pondo mãos à obra, ou privilegiando as mãos de mulheres pretas, em grande parte Originárias do seu Quilombo, numa estratégia de fomento e empoderamento muito importantes para o designer. Cada peça da marca Dih Morais traz assim, em suas matérias primas e no seus fazeres e saberes uma narrativa cultural e histórica significativa, da vivência não só de todos os artistas envolvidos no processo, mas também de seus respectivos ancestrais. Essa mesma rica narrativa inspira o criador da marca a contar suas histórias em palestras por todo o Brasil, compartilhando sua trajetória e realidade e buscando a conscientização de que a Moda é muito mais que produto. Para Dih, que entre suas linhas tem uma ecológica e de Upcycling, a moda hoje trata de vivências e trocas, que promove em suas falas e suas obras. Sua trajetória, do sertão de suas origens humildes até abrir um atelier em prédio tombado no Centro histórico de São Paulo, passando por eventos de moda como o Afro Fashion Day, o São Paulo Fashion Week, Casa dos Criadores, Brasil Eco Fashion Week e recentemente convidado para desfilar sua coleção em MAPUTO/MOÇAMBIQUE no Fancy Africa, evento que acontece de 22 a 27 de setembro de 2025. DIH MORAIS FAZ HISTÓRIA: PRIMEIRO DESIGNER QUILOMBOLA BRASILEIRO A DESFILAR NA AFRICA.A Coleção "Quilombo Barro Preto" conecta ancestralidade e moda contemporânea no Fancy Africa, em Moçambique. A marca Dih Morais não nasce pra seguir tendência. Nasce pra devolver dignidade, pra honrar caminho, pra vestir memória e ancestralidade como potência. A marca Dih Morais é isso: moda que caminha com os pés no barro e os olhos na revolução. As peças da Dih Morais não seguem o calendário da moda, elas seguem o tempo da terra, da cabaça, da trança, do fazer coletivo. Tem arte que a gente veste e arte que veste a gente por dentro. Cabaças costuradas à mão. Franjas feitas em mutirão. Trama que vem da roça, da feira, do terreiro, da beira do rio. Cada peça é construída como quem cuida, como quem reza.DESFILE QUILOMBO BARRO PRETO EM MAPUTO/MOÇAMBIQUE NO FANCY AFRICA https://harpersbazaar.uol.com.br/moda/dih-morais-faz-historia-primeiro-designer-quilombola-brasileiro-a-desfilar-na-africa/https://www.bahianoticias.com.br/bnhall/noticia/8720-podemos-sempre-abrir-possibilidades-estilista-quilombola-dih-morais-estreia-na-passarela-da-fancy-africa-em-mocambique?fbclid=PAZnRzaANGRnJleHRuA2FlbQIxMQABp21zb2FTfPRA-4R88buVy_aSQKkiWj9Qggjxv7jFdlUMcbRbN_8dBsAQ6Ljz_aem_2xHSmwIgynH6Z0DLBgGdpAhttps://extra.globo.com/entretenimento/noticia/2025/08/do-quilombo-as-passarelas-do-mundo-conheca-a-trajetoria-do-estilista-dih-morais-que-conquistou-ex-bbbs-com-sua-moda.ghtmlIluminador: Anderson Ratto2005 – ATÉ 2022TÉCNICO DE LUZ, UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIOResponsável pelas montagens dos espetáculos dos cursos de Direção e Cenografia.COORDENADOR TÉCNICO DE LUZ, MULTIFESTIVAL OFFRIO DE TEATRO DE TRÊS RIOS – FETAERJOPERADOR DE LUZ, FUNDAÇÃO NACIONAL DAS ARTES - FUNARTEResponsável pela coordenação, operação e montagem dos shows da Sala Sidney Miller – RJCOORDENADOR TÉCNICO DE LUZ, FESTIVAL DE TEATRO DA FEDERAÇÃO DE TEATROASSOCIATIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – FETAERJCOORDENADOR TÉCNICO DE LUZ, ENCONTRO DE HUMOR - RJCOORDENADOR TÉCNICO DE LUZ, PASSARELA DA COLCCI NO FASHION RIOCOORDENADOR TÉCNICO DE LUZ, FESTIVAL PANORAMA DE DANÇA - RJCOORDENADOR TÉCNICO DE LUZ, AMOSTRA DE TEATRO DE BÚZIOS - RJCOORDENADOR TÉCNICO DE LUZ, FESTIVAL DE TEATRO DE BÚZIOS – RJDIRETOR TÉCNICO DE LUZ, FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE ANGRA DOS REIS – RJSonoplasta / Técnico de Som: [a definir]Cenógrafo / Cenotécnico: [a definir]Designer Gráfico / Mídias Digitais: [a definir]Assessoria de Imprensa: [a definir]Produção Executiva: [a definir]Assistência de Produção / Produção Técnica: [a definir]

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.