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PRONAC 2514137Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Quanta Cultura

ASSOCIACAO QUANTA CULTURA
Solicitado
R$ 1,10 mi
Aprovado
R$ 1,10 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O "Festival Quanta Cultura" prevê a produção e realização de um evento cultural multidisciplinar, com atividades realizadas ao ar livre no Jardim Botânico de São Paulo durante 3 dias, sexta, sábado e domingo.. A programação reúne teatro, circo, contação de histórias, música, movimento e oficinas artísticas, promovendo o desenvolvimento integral das infâncias e juventudes por meio do acesso a diferentes expressões culturais. O festival incentiva a criatividade, a educação cultural, a inclusão social e o convívio comunitário, oferecendo repertório artístico de alta qualidade em um dos espaços mais emblemáticos da cidade, fortalecendo a democratização da cultura e a ocupação consciente do espaço urbano.

Sinopse

Todas as atividades possuem classificação etária indicativa livre.Da programação pré-selecionada, citamos:Espetáculo circense “Aplausos e Vaias”, com Filipe Bregantim. O Palhaço Mendonça é uma figura excêntrica que apresenta truques e situações de risco, como equilíbrio de pratos e taças, mágicas de escapismo, entre outros. Espetáculo circense "Sanduba Delivery", com Cia Suno. O palhaço Sanduba chega com sua bicicleta acrobática para fazer entregas de sua lanchonete. No cardápio, dez números circenses divididos em entrada, prato principal, sobremesa e cafezinho. O público é convidado para fazer o pedido e assim formar a cada dia um cardápio e um espetáculo diferente.Espetáculo circense "O Carteiro e a Bicicleta Acrobática", com Sabatino Brothers. André Sabatino interpreta um carteiro à moda antiga e resgata a magia do envio de cartas, trazendo ao público o jogo entre o personagem, a bicicleta e as encomendas. Com tom poético, a bicicleta assume uma função dramatúrgica dividindo o protagonismo com o artista, que realiza manobras, equilíbrios e acrobacias para garantir que suas correspondências cheguem ao destino final.Espetáculo "Grande Circo Grandevo", com a Cia Pequeno Teatro do Mundo. Um espetáculo de marionetes de fio. Voltado para espectadores de todas as idades, este espetáculo leva o olhar para o envelhecer dos artistas circenses. Uma trupe de artistas circenses percorreu sua vida toda entre trapézios, cordas bambas, equilibrismos. Agora que eles estão velhos, encontram o desafio de se reinventarem e criarem novos números com a realidade de seus corpos. O que era limite agora é inspiração e eles buscam de forma divertida novos modos de encantar o público e de fazer ecoar o riso nas plateias. Contação de histórias “A serpente Delgadina”, com a Cia Ateliera. Nessa história, o peculiar conto da Serpente Delgadina, tradicional da cultura popular colombiana, é narrado com bonecos e música. Uma garota amante dos animais encontra um ovo misterioso e decide chocá-lo. Após o nascimento da criatura ela vive aventuras inimagináveis ao lado de sua amiga!Contação de Histórias "A mulher que casou com Iauaretê", com Grupo Manuí. O grupo interpreta o conto do livro “As Fabulosas Fábulas de Iauaretê”, do escritor Kaká Werá Jecupé. A narrativa é permeada de cantigas indígenas, cantigas da tradição oral brasileira e canções compostas pelo grupo especialmente para essa história, que nos apresenta de forma lúdica e envolvente ensinamentos profundos a respeito do relacionamento humano, do respeito às diferenças, da importância de aceitar e valorizar a própria identidade e auto-estima e sobretudo dos valores humanos para a construção de uma cultura de paz. Contação de Histórias "Inventórias de Bernardo", com Grupo Cundê. Imagine um menino com o olhar mais curioso da Terra, um quintal maior do que o mundo e uma vontade enorme de não crescer grande. Essa é a história de Bernardo: um menino acostumado a desregular a natureza ao ponto de o pássaro fazer ninho no seu coração. Bernardo gostava de quase todas as coisas, mas tinha uma que ele desgostava com gosto: fazer aniversário! Tudo isso porque o menino não queria crescer grande.Contação de Histórias "Histórias de Baobá", com a Cia Oya Ô. Nyelete é uma menina muito esperta e curiosa, ao visitar o seu avô na aldeia ela aprende muitas histórias sobre Baobás e sobre a vida em comunidade.Oficina “Construção de Lugares Fantásticos”, com Guilherme Teixeira. Nesta intervenção, os participantes são convidados a criar e construir pequenos mundos e lugares fantásticos sobre o chão utilizando uma gama variada de materiais naturais, tais como pedras, galhos e tocos de madeira.Kombi Literária Catarina, com atividades de leitura e mediação pelo grupo Viajantes Contação de Histórias.

Objetivos

Objetivo Geral:Promover o acesso democrático à cultura e às artes por meio da realização do "Festival Quanta Cultura", evento multicultural que ocupará o Jardim Botânico de São Paulo com uma programação diversificada, voltada especialmente às infâncias, juventudes e famílias. O projeto visa estimular o desenvolvimento integral do público por meio do contato com diferentes linguagens artísticas — teatro, circo, literatura, música e oficinas criativas —, fortalecendo o vínculo com o espaço, o convívio social e a valorização da cultura como instrumento de formação cidadã e de inclusão social.Estimular o uso consciente e afetivo do espaço público, promovendo experiências de convivência, lazer e fruição estética em um ambiente natural e educativo.Contribuir para a formação de novas plateias e para o desenvolvimento de uma cultura de paz, inclusão e sustentabilidade.Objetivos Específicos:Realizar um evento cultural ao ar livre, com duração de um (01) final de semana, sexta, sábado e domingo, no Jardim Botânico de São Paulo, aberto a toda a comunidade.Oferecer atrações e atividades, divididas em 6 áreas temáticas, no decorrer dos 3 dias, sempre das 10h às 18h. Área de e espetáculos Musicais e Circenses- 4 espetáculos por dia com hora marcadaÁrea de Histórias ( apresentações teatrais e de literatura oral com músicos e contadores de histórias) + Feira Literária e de Troca de Livros, com mediação de leitura4 espetáculos por dia com hora marcada + Feira Literária e de Troca de Livros, com mediação de leitura Área de oficinas-4 atividades por dia com hora marcada e/ou oferecimento contínuoÁrea de Movimento4 atividades por dia com hora marcada e/ou oferecimento contínuoÁrea de atividades para bebês até 3 anos4 atividades por dia com hora marcada e/ou oferecimento contínuoÁrea de alimentação e descansoGarantir acessibilidade física e de conteúdo, com intérpretes de Libras, kit sensorial e infraestrutura adaptada, assegurando a participação de pessoas com deficiência e neurodivergentes.Fomentar a economia criativa local, contratando cerca de 230 artistas, técnicos e produtores da região, gerando empregos temporários e fortalecendo a cadeia produtiva da cultura.Produzir registro fotográfico e audiovisual do evento, 01 produto final, assegurando documentação e prestação de contas.Produzir 01 conjunto completo de materiais de Comunicação e Sinalização para todo o evento: totens, banners, backdrop, sinalização acessível e materiais digitais.Ampliar a visibilidade do evento por meio de plano de comunicação (divulgação em mídias sociais, assessoria de imprensa local com 01 produto final de clipagem e valoração).Atender a um público estimado de 4000 visitantes diários durante o período completo do festival.Como contrapartidas, o projeto prevê 02 oficinas gratuitas para crianças e professores: uma de carimbo com materiais naturais e reciclados para crianças (com folhas, flores, pedras, pinhas, rolhas, sacos plásticos, papelão, garrafas e tampinhas) - que será oferecida também na programação do festival -, na EMEF/EJA Oziel Alves Pereira em Campinas/SP, estimulando a criatividade e a experimentação artística das crianças. Serão feitas 30 oficinas com 30 crianças cada, totalizando 900 crianças, com duração de 1 hora.E outra de mediação de leitura e literatura para educadores e professores, oferecida também na EMEF/EJA Oziel Alves Pereira. A formação de multiplicadores (educadores e mediadores de leitura) visa o uso da literatura como ferramenta pedagógica para educadores, cuidadores e agentes culturais locais, fomentando a reaplicação da metodologia do festival. Serão feitas 4 oficinas com 25 pessoas cada, com duração de 3 horas. A participação será gratuita aos interessados e com emissão de certificados de participação, ministradas pela educadora social Amanda Grispino. Também buscamos incluir de forma estruturada histórias e contadores(as) ligados a comunidades negras, indígenas, quilombolas, LGBTQIA+ ou pessoas com deficiência, valorizando a diversidade de vozes e memórias e promovendo educação antidiscriminatória.Sobre a escolha da escola, destacamos que a ocupação do Parque Oziel não é considerada a maior invasão urbana da América Latina, sendo uma cidade construída à margem do poder público. Com uma população que supera a de 20 municípios da região de Campinas, a comunidade possui uma população estimada pela Secretaria da Habitação de Campinas em 30 mil pessoas ou 6.600 famílias, de acordo com as lideranças do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

Justificativa

O "Festival Quanta Cultura" justifica-se pela relevância social, artística e formativa de suas ações, que visam ampliar o acesso à cultura, fortalecer a produção artística local e promover o desenvolvimento integral das infâncias e juventudes, além da conexão em família.O projeto parte do princípio de que o convívio com o espaço urbano e natural é essencial para a construção do senso de pertencimento e afetividade, fomentando a consciência cidadã e a valorização do patrimônio coletivo.Em um cenário em que as crianças e jovens passam cada vez mais tempo em atividades mediadas por telas e tecnologia, o festival propõe um retorno ao encontro presencial e à vivência artística ao ar livre, no Jardim Botânico de São Paulo, integrando arte, natureza e convivência comunitária. Por meio de apresentações de teatro, música, circo, literatura, contação de histórias e oficinas, o projeto oferece experiências culturais significativas, capazes de estimular a curiosidade, a sensibilidade, a criatividade e a imaginação.A iniciativa promove a democratização do acesso à cultura, oferecendo uma programação de alta qualidade artística, com curadoria voltada à diversidade e à inclusão. O festival também fortalece a cadeia produtiva cultural, ao envolver profissionais de diversas áreas da cultura — produtores, artistas, técnicos, educadores e mediadores —, gerando oportunidades de trabalho, circulação de saberes e valorização da arte produzida no território.O projeto se enquadra no Artigo 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:I _ incentivo à formação artística e cultural;II _ estímulo à produção, difusão e circulação de bens culturais;III _ preservação e difusão do patrimônio cultural e artístico brasileiro;V _ apoio a atividades de caráter comunitário e educativo.Atende também aos objetivos previstos no Artigo 3º da mesma Lei, ao contribuir para a promoção e difusão da cultura brasileira em suas diversas formas de expressão; democratizar o acesso aos bens culturais, especialmente para o público infantojuvenil e famílias; estimular o desenvolvimento da arte e do pensamento crítico, através do contato com múltiplas linguagens; apoiar a capacitação e valorização dos profissionais da cultura; e fortalecer a integração entre arte, educação e cidadania.O "Festival Quanta Cultura" representa, assim, uma ação de relevância pública e cultural que utiliza o Mecanismo de Incentivo à Cultura como ferramenta fundamental para viabilizar o acesso equitativo à arte, garantir a remuneração justa dos profissionais envolvidos e consolidar o papel transformador da cultura na formação de uma sociedade mais criativa, plural e sensível.

Estratégia de execução

O “Festival Quanta Cultura" é uma iniciativa da ONG Quanta Cultura, criada com o propósito de promover a diversidade cultural, o convívio comunitário e a valorização das artes em diálogo com a infância, a juventude e suas famílias. O evento se caracteriza por um dia inteiro de atividades ao ar livre, reunindo vivências multiculturais em uma programação acessível e inclusiva, pensada para diferentes públicos.Foram realizadas edições especiais de Carnaval e Dia das Crianças em Campinas (SP), na ASSUMA – Associação para Sustentabilidade e Meio Ambiente, instituição que fomenta o convívio social, o resgate da memória coletiva e a construção participativa de práticas artísticas e educacionais junto à comunidade do Distrito de Joaquim Egídio.Em 2024, o festival teve uma edição no Casarão Pau Preto, em Indaiatuba (SP), realizada por meio da Lei Paulo Gustavo e com apoio da Prefeitura de Indaiatuba, através da Secretaria Municipal de Cultura. Essas experiências consolidam o festival como uma ação de continuidade e de expansão territorial, comprometida com a democratização do acesso à arte e à cultura.A Quanta Cultura possui larga experiência na produção de atividades culturais ao ar livre, com destaque para o Just So Brasil, um festival de arte e campismo familiar que já conta com oito edições realizadas no interior do estado de São Paulo, e é reconhecido por sua proposta inovadora de integração entre arte, cultura e meio ambiente, criando espaços seguros e criativos de convivência entre famílias, crianças e artistas. Essa experiência consolidou a Quanta Cultura como uma referência na produção de eventos inclusivos e imersivos, capazes de aliar qualidade técnica, relevância educativa e impacto social positivo.Por meio de sua atuação, a Quanta Cultura promove conexões afetivas e intergeracionais, estimulando a convivência entre famílias em torno da arte e do brincar, e valorizando o tempo compartilhado em experiências culturais significativas.Essa abordagem, que privilegia o encontro, a escuta e a experimentação, é uma das marcas da instituição e permeia também o conceito curatorial do “Festival Quanta Cultura", voltado ao desenvolvimento integral das infâncias e à formação de novos públicos para a cultura.Assim, o festival se insere em uma trajetória consolidada de produção cultural e comunitária, comprometida com o fortalecimento de identidade, a formação de novos públicos e a valorização das expressões artísticas brasileiras, promovendo experiências que unem qualidade artística e impacto social.Em consonância com os objetivos da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), o projeto contribui para o fomento à produção cultural brasileira, o incentivo à criação e difusão das artes, o fortalecimento da economia criativa, a preservação e valorização da diversidade cultural e a promoção da inclusão social e do acesso democrático à cultura, consolidando-se como uma ação que alia excelência artística, relevância social e sustentabilidade cultural.

Especificação técnica

O “Festival Quanta Cultura" é um evento multidisciplinar acessível, com foco na formação cultural de crianças, jovens e famílias, integrando as linguagens do teatro, circo, literatura, artes visuais, música e cultura popular. Realizado ao ar livre, no Jardim Botânico de São Paulo, o festival propõe uma imersão artística em meio à natureza, valorizando o convívio coletivo e o uso do espaço público como território de criação, sensibilidade e aprendizado.Formato e Duração: O festival terá duração de um mês, com atividades aos fins de semana, sábado e domingo, das 10h às 18h. A programação é organizada em cinco áreas principais:Espetáculos: 02 apresentações por dia, com repertório voltado ao público infantojuvenil e familiar;Contação de Histórias: 01 apresentação por dia, com grupos especializados em literatura oral e incentivo à leitura;Circo: 01 apresentação por dia, com números de palhaçaria, mágica e comicidade física;Oficinas Artísticas: 2 espaços em fluxo contínuo, com atividades de expressão plástica, gravura e experimentação criativa;Literatura: feira de troca de livros e leitura mediada, com atividades de incentivo à leitura e ao livro;Estrutura Técnica: O evento contará com:Palco principal com cobertura, sonorização e iluminação profissional conforme riders técnicos;Painel cenográfico (backdrop) com o selo do projeto e logomarcas de apoiadores;Totens informativos e sinalização visual distribuídos pelo espaço;Tendas e mobiliário para oficinas, convivência e feira literária;Sinalização acessível com audiodescrição e linguagem inclusiva (#ParaTodosVerem);Gerador de energia e equipe técnica de apoio para som, luz, montagem e desmontagem.Materiais e Comunicação Visual: Serão produzidos materiais impressos e digitais: cartazes, banners, totens, backdrop, posts para redes sociais com audiodescrição e sinalização acessível. Todos os materiais conterão as logomarcas do Governo Federal, da Lei de Incentivo à Cultura e dos patrocinadores.Projeto Pedagógico e Formativo: O festival adota uma abordagem educativa e formativa, estimulando o contato das crianças e jovens com diversas linguagens artísticas, promovendo:Desenvolvimento da criatividade, escuta e convivência social;Ampliação do repertório cultural e estético;Acesso democrático à arte e à cultura;Interação e conexão profunda entre artistas, educadores, famílias e cuidadores;Valorização da produção cultural local e da cultura popular brasileira.Equipe Técnica e Operacional:Contará com profissionais das áreas de produção executiva, curadoria artística, técnica de som e luz, cenotécnica, montagem, comunicação, mediação cultural e acessibilidade.Acessibilidade e Inclusão: Todas as apresentações contarão com intérprete de Libras, e o festival disponibilizará kit sensorial para neurodivergentes, garantindo a inclusão plena do público.

Acessibilidade

O Festival, realizado ao ar livre no Jardim Botânico de São Paulo, será um evento comprometido com o acesso inclusivo à cultura, contemplando medidas de acessibilidade física e acessibilidade de conteúdo, bem como ações de responsabilidade socioambiental em todas as suas etapas.O Jardim Botânico de São Paulo oferece ampla estrutura acessível, com rampas e trajetos adaptados que permitem a locomoção segura de pessoas com mobilidade reduzida. A Trilha da Nascente e as principais alamedas contam com pavimentação adequada para cadeiras de rodas e carrinhos de bebê.O espaço dispõe de sanitários adaptados, bebedouros acessíveis e sinalização tátil. Durante o evento, haverá monitores capacitados para auxiliar o público com deficiência, áreas reservadas com boa visibilidade dos espetáculos e livre circulação de cães-guia, conforme a regulamentação vigente do espaço.As apresentações artísticas contarão com intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais). As ações de mediação literária e oficinas terão linguagem acessível, materiais visuais ampliados e recursos pedagógicos adaptados.Os conteúdos digitais e materiais de divulgação incluirão audiodescrição nos vídeos e cards com descrição textual (#ParaTodosVerem), ampliando o acesso também às plataformas online.Será oferecido um kit sensorial para neurodivergentes, com abafadores de som, brinquedos sensoriais e fichas de apoio visual, promovendo conforto e segurança a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou hipersensibilidades sensoriais.Por ser realizado em um espaço de relevante importância ecológica, o festival adotará práticas sustentáveis em todas as fases da produção. Serão utilizadas estruturas modulares reutilizáveis e materiais recicláveis na comunicação visual e na cenografia.A equipe de produção estimulará a redução do uso de plásticos descartáveis e o transporte compartilhado será incentivado. Haverá pontos de coleta seletiva espalhados pelo espaço do festival e campanhas educativas para o público sobre o respeito à natureza e a preservação do Jardim Botânico. Essas ações reforçam o compromisso do projeto com os princípios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e com os objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), promovendo a democratização do acesso à cultura, o respeito à diversidade e a valorização do meio ambiente como parte essencial da experiência cultural.

Democratização do acesso

Visando a democratização do acesso aos bens culturais, o “Festival Quanta Cultura” será realizado com ingressos a preços bastante acessíveis, no Jardim Botânico de São Paulo, um local de fácil acesso e ampla circulação de famílias, estudantes e visitantes de diferentes regiões.Além disso, portadores de necessidades especiais, estudantes e pessoas maiores de 60 anos terão 50% de desconto no valor dos ingressos - Lei nº 7560, de 13/07/1993.A produção promoverá, ainda, ações específicas de ampliação de acesso, com a distribuição de 20% das vagas preferenciais para famílias de estudantes da rede pública, e moradores do entorno do Jardim Botânico, estimulando a participação de públicos tradicionalmente afastados dos circuitos culturais formais.Além da programação presencial, parte das atividades será registrada e transmitida pela internet por meio das redes sociais do projeto, assegurando o acesso digital gratuito e expandindo o alcance das ações culturais para públicos de outras regiões e estados. Serão produzidos também conteúdos acessíveis, como vídeos com legenda descritiva e Libras, e registros fotográficos acompanhados de descrição textual (#ParaTodosVerem), fortalecendo o compromisso com a inclusão.

Ficha técnica

A Quanta Cultura, proponente do projeto, será responsável pela produção executiva, coordenação de produção e curadoria geral do Festival Quanta Cultura, abrangendo as seguintes atividades:Planejamento e gestão executiva – elaboração e acompanhamento do cronograma geral, coordenação das equipes técnicas e artísticas, fornecedores e prestadores de serviço, assegurando a execução de todas as etapas conforme o plano aprovado.Curadoria – concepção e definição da programação artística e educativa do festival, seleção dos artistas e grupos participantes, articulação entre as linguagens culturais contempladas e acompanhamento da coerência conceitual e estética das ações.Gestão administrativa e financeira – controle orçamentário, execução de contratos, monitoramento da aplicação dos recursos incentivados e elaboração da prestação de contas, garantindo transparência e conformidade com a Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet).Coordenação de produção – supervisão da montagem e desmontagem das estruturas do festival, logística de transporte de equipamentos e materiais, contratação de serviços técnicos de som, iluminação, cenografia e segurança, além da coordenação de equipe de apoio e fornecedores.Articulação institucional – relacionamento com parceiros estratégicos, instituições culturais e patrocinadores, fortalecendo as redes de cooperação.Comunicação e difusão – acompanhamento das estratégias de comunicação e divulgação, produção e revisão de materiais gráficos, gerenciamento das redes sociais, conteúdo digital e ações de imprensa, garantindo visibilidade e engajamento do público.Acessibilidade e democratização de acesso – implementação das ações de acessibilidade física e de conteúdo previstas, além da coordenação das mediações culturais e estratégias de ampliação de acesso ao público em geral.Joana Germani - Coordenação de Produção. Desde 1999 atua como produtora cultural e diretora, trabalhando em eventos e produtos culturais nas áreas da música, artes plásticas, circo, literatura, festivais, cinema e vídeo, participando desde a concepção dos projetos até sua execução. É produtora dos músicos Ale Carmani, João Arruda, João Bá, dos artistas plásticos Geraldo Porto e Antônio Roseno de Lima (A.R.L.), e de eventos como Arreuní, Casarão das Violas, Roda de Mestres, dentre outros. Além de sua própria empresa de produção cultural, a Joana Germani Produções, fundada em 2001, Joana é co-diretora da Quanta Cultura, especializada em criar experiências de arte, como o Just So Brasil, Festival Quanta Cultura, Festival Aviva, Fabuloso Festival de Histórias, Mundo Munduruku, entre outros.Maíra Gama - Direção Artística. Atua no gerenciamento de criação, adaptação de materiais e montagem; gerenciamento da equipe criativa, mídia e imprensa; educativo e ações paralelas. Formou-se em Artes Plásticas pela UNICAMP e trabalhou como arte educadora antes de entrar para a área da Propaganda e, depois, na área de Produção Cultural. É uma das fundadoras da Quanta Cultura, que atua na criação, programação e produção de eventos culturais desde 2012. Na Casa da Arte Brasileira faz, desde 2018, o trabalho de catalogação, organização e iniciativas de difusão das obras do acervo.Amanda Grispino - Produção. Professora, arte-educadora e atelierista, atuou na CEI Baroneza de Limeira, uma das maiores escolas públicas em educação infantil do Brasil, à frente dos projetos de Arte e Cultura - com 800 crianças entre 2 e 6 anos de idade. Teve quatro projetos escolhidos na Jornada Pedagógica da Prefeitura de São Paulo, entre eles: A cultura africana e afro-brasileira na educação infantil e As Interações e Brincadeiras como princípios para a ação pedagógica nas Unidades Educacionais. É Educadora Social, desenvolveu projetos no terceiro setor, mobilizando famílias e organizações na construção de comunidades educadoras, criando e potencializando propostas coletivas e de inclusão. Formação em História da Arte, na Pinacoteca. Atualmente, leciona no Ateliê de duas escolas privadas em São Paulo, promovendo sessões artísticas com crianças de 3 a 10 anos de idade, considerando os aspectos estéticos, éticos e políticos, para construção de processos que possam integrar o pensar e o fazer na infância. Idealizadora do Projeto Ateliê Itinerante na Aldeia Tekoa Pyau, de etnia Guarani, levando aos bebês e as crianças do território indígena, ações e contextos imersivos para acessar as múltiplas linguagens das Artes – acolhendo a rica cultura Guarani. Realiza mensalmente, encontro com crianças e jovens em diversas organizações não governamentais, com o projeto Ateliê e Literatura para Florir. Produz eventos culturais para crianças e jovens participando de editais abertos em São Paulo, é contadora de histórias, apaixonada por cultura da infância e pesquisadora de literaturas infanto-juvenis.Juliana Carvalho Carnasciali - Cenografia. Artista, educadora infantil, cantora, compositora e idealizadora do projeto Mala Ateliê junto de Gui Rossi, que contempla encontros formativos, realizações de ateliês e projetos de cenografia. A Mala Ateliê é o resultado de uma pesquisa que partilha depoimentos de pessoas sobre o que carregam em sua mala, em especial artistas, educadores e crianças. Guilherme Rossi de Almeida Prado Luna Freire - Cenografia. Inventor, artista e cenógrafo, engajado na área com produções em diferentes Bienais de Arte de São Paulo, associado a artistas internacionais. Hoje, atua na invenção das Malinhas Ateliê e conta com sua oficina MataAMP para produção destas invenções.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.