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PRONAC 2514138Expirado o prazo de captação totalMecenato

Festival Òye Conexão Sexta Região

INSTITUTO ITERAMAXE
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-03-13
Término
2026-03-13
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O Òye Conexão Sexta Região é um evento híbrido que reúne pesquisadores, ativistas e produtores culturais para debater relações étnico-raciais, territorialidade e educação. Realiza giras, painéis interativos, apresentações artísticas e feiras, promovendo a aproximação entre Brasil e África, com fortalecimento de epistemologias insurgentes e valorização de saberes tradicionais e acadêmicos.

Sinopse

O Òye Conexão Sexta Região é um evento de grande porte que promove a troca cultural e acadêmica entre o Brasil e a África, fortalecendo saberes tradicionais e a valorização da cultura negra. Durante o dia do evento, serão realizadas diversas atividades imersivas que englobam debates, apresentações artísticas, feiras e espaços de economia criativa, proporcionando um ambiente democrático e inclusivo, com forte compromisso com a acessibilidade e inclusão digital. Atividades Culturais Seminário Internacional Duração: 2 horas | Classificação indicativa: Livre Descrição: Seminário internacional reunindo universidades do Brasil e da África para assinatura de termo de cooperação acadêmica e cultural, visando intercâmbio e fortalecimento de redes de conhecimento entre as diásporas. Roda de Conversa sobre Audiovisual e Mídia Negra Duração: 2 horas | Classificação indicativa: Livre Descrição: Espaço de diálogo com cineastas, pesquisadores, ativistas e produtores culturais renomados discutindo questões críticas relacionadas ao audiovisual e à mídia negra contemporânea. Gira Confluente Número de apresentações: 21 | Classificação indicativa: Livre Descrição: Apresentação de trabalhos acadêmicos e culturais, fortalecendo a pesquisa e a produção artística no campo da cultura negra. Feira Literária Número de estandes: 15 | Classificação indicativa: Livre Descrição: Espaço para escritores e editoras negras promoverem suas obras, ampliando a representatividade literária e o diálogo com a comunidade. Feira de Empreendedores Número de estandes: 15 | Classificação indicativa: Livre Descrição: Feira que fomenta a economia solidária e a comercialização de produtos de comunidades tradicionais e empreendedores negros, promovendo valorização e autonomia econômica. Espaço de Exposição de Arte Duração: Integral | Classificação indicativa: Livre Descrição: Exposição coletiva que reúne obras de artistas e coletivos culturais negros, evidenciando a diversidade e inovação nas artes visuais. Espaço Aberto de Confluência Artística Duração: Integral | Classificação indicativa: Livre Descrição: Área destinada a manifestações espontâneas artísticas, performances, microfone aberto, grafite e intervenções culturais diversas, promovendo o protagonismo e a experimentação artística. Show Musical de Encerramento Duração: 1 hora e 30 minutos | Classificação indicativa: Livre Descrição: Apresentação musical que celebra as culturas negras e encerra o festival em clima de festa e união. Transmissão e AcessibilidadeTodas as atividades principais do festival serão transmitidas ao vivo, garantindo democratização do acesso e inclusão digital. Serão oferecidos recursos de acessibilidade, como interpretação em Libras, audiodescrição e legendagem em tempo real, promovendo a participação plena de pessoas com deficiência.

Objetivos

Objetivo Geral: O Òye Conexão Sexta Região tem como finalidade promover o intercâmbio desaberes entre acadêmicos, ativistas, comunidades tradicionais e produtores culturais, incentivando um diálogointerseccional sobre relações étnico-raciais, territorialidade, educação e políticas públicas. O projeto busca reconfigurar paradigmas, superando a visão eurocêntrica e acadêmica tradicional ao valorizar cosmologiasinsurgentes e epistemologias afrocentradas, indígenas e queer. Dessa forma, propõe um espaço plural de debate,formação e construção coletiva de conhecimento, impulsionando políticas públicas inclusivas e fortalecendo práticas culturais e educativas que atendam às necessidades das comunidades racializadas e marginalizadas.Além de ser um evento de grande impacto sociocultural, o Òye Conexão Sexta Região pretende estimular um olhar crítico e propositivosobre os territórios negros e indígenas, seus desafios e potencialidades, incentivando a formulação de novasestratégias para garantir equidade e acesso à educação, saúde e cultura. Por meio de suas giras temáticas, painéisinterativos e atividades culturais, o projeto pretende ampliar o alcance de discursos e práticas transformadoras quefortaleçam a cidadania e os direitos dessas populações. Objetivos EspecíficosA proposta do Òye Conexão Sexta Região, desdobra-se em uma série de ações estratégicas e estruturadas, que garantem a materialização concreta de seus propósitos.Entre os principais objetivos específicosdo projeto, destacam-se:Realizar um evento internacional híbrido (presencial e online), promovendo debates sobre relações étnico-raciais,territorialidade e educação, com participação de intelectuais, ativistas, produtores, artistas e atores sociais. Quantidade estimada de participantes presenciais: 2000 pessoas/dia Quantidade estimada de participantes online: 500 acessos/dia Oferecer 1. Atividades contínuas de 08h às 20h incluem feira literária, feira de empreendedorismo, intervenções artísticas e microfone aberto (Tempo Confluente), e feira gastronômica. 2. Tempos Espiralares de 10h às 12h30 com três temas centrais: Pedagogia Engajada, Políticas Educacionais afroreferenciadas e saber negro de cura existência.3. Tempo Confluente das 13h às 14h com apresentação musical e feira literária com lançamento e sessão de autógrafos até 14h30.4. Gira de Conversa das 15h00 às 17h00 sobre audiovisual, mídia negra e novas mídias.5. Gira de Encerramento das 17h30 às 19h30 com tema universidade como conexão de saberes e assinatura de Carta de Intenção com parceiros.6. Apresentação do grafite de 19h40 às 20h10.7. Encerramento com cantos de celebração e apresentação musical das 20h10 às 21h. Promover debates acadêmicos e políticos que contribuam diretamente para a construção de recomendações depolíticas públicas inclusivas, garantindo a participação de comunidades negras, quilombolas, indígenas eLGBTQIAP+.Estimular o intercâmbio Brasil-África, através das parcerias internacionais representada por 5 intelectuais e líderesafricanos reconhecidos por suas trajetórias acadêmicas e sociais, que contribuirão para uma visão transnacional daslutas e resistências.Valorizar práticas culturais insurgentes, promovendo a participação de artistas negros e indígenas em exposições,feiras, performances e rodas de conversa.Garantir ampla acessibilidade, possibilitando que pessoas com deficiência tenham acesso a todas as atividades do evento, com recursos como tradução em libras, audiodescrição e plataformas digitais adaptadas.Quantidade de intérpretes de libras: 4 profissionais.Audiodescrição: Disponível para todas as transmissões ao vivo.Criar espaços de interação e mobilização comunitária, fortalecendo redes de apoio entre grupos acadêmicos emovimentos sociais.Sistematizar e divulgar os conteúdos gerados, garantindo que os debates e aprendizados do evento tenhamcontinuidade e impacto duradouro.Publicação de um relatório final, contendo sínteses dos diálogos, sugestões de ações e diretrizes futuras paraampliar a inclusão cultural e acadêmica.Fortalecer o engajamento com a comunidade acadêmica e política, criando uma rede de impacto que dialogue cominstituições de ensino, coletivos culturais e órgãos governamentais.Parcerias institucionais: USP, Diversitas, Instituto Itéramãxe e universidades africanas.Mobilização para futuras edições: Registro oficial do evento para continuidade anual. Impacto nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, garantindo alinhamento com os seguintestópicos:ODS 4: Educação de qualidade.ODS 5: Igualdade de gênero.ODS 10: Redução das desigualdades.ODS 11: Cidades e comunidades sustentáveis.ODS 16: Paz, justiça e instituições eficazes.ODS 17: Parcerias para implementação. Com essas ações, o Òye Conexão Sexta Região não apenas promove um evento de intercâmbiocultural e intelectual, mas atua como agente de transformação social, garantindo que o impacto se estenda além daprogramação, resultando em propostas concretas de políticas públicas e valorização da diversidade cultural eidentitária.Este é um projeto revolucionário, capaz de reposicionar saberes tradicionalmente marginalizados e impulsionarmudanças estruturais no campo da cultura e educação. O evento será um marco na construção de um conhecimentoplural, onde a academia e os movimentos sociais caminham juntos na busca por equidade, justiça e resistência.Contrapartida SocialO Òye Conexão Sexta Região, reafirma seu compromisso com a educação antirracista, inclusão evalorização das epistemologias afrocentradas e indígenas, estruturando ações formativas e culturais que fortalecema participação das comunidades na construção de um conhecimento crítico e acessível.Atendendo ao art.49, §3º da IN MinC nº 23/2025:"§3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos.Portanto, a própria IN reconhece que a obrigatoriedade de contrapartida social se aplica apenas aos projetos que não tenham ações educativas ou formativas gratuitas previstas e detalhadas como metas ou produtos do projeto. Desse modo, sendo o projeto totalmente gratuito e ainda por possuir ações educativas/formativas igualmente gratuitas está dispensado dessa obrigatoriedade, pois suas metas por definição já cumprem o papel social e educativo exigido pela contrapartida.

Justificativa

O Òye Conexão Sexta Região é um evento de grande relevância cultural e social, que buscapromover o intercâmbio de saberes entre acadêmicos, ativistas e comunidades racializadas e marginalizadas. Paraque esse projeto seja viabilizado em toda sua potencialidade, o financiamento via Lei de Incentivo à Cultura setorna essencial. O evento se alinha diretamente aos objetivos da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91), garantindo ademocratização do acesso à cultura e o fortalecimento de narrativas e práticas de grupos historicamenteinvisibilizados. Ao valorizar as cosmologias insurgentes e epistemologias afrocentradas, indígenas e queer, o projeto se posicionacomo uma iniciativa fundamental para a transformação do cenário cultural e educacional brasileiro. No entanto,devido à falta de incentivo estrutural para eventos que fogem ao modelo tradicional e dão protagonismo a vozeshistoricamente excluídas, o uso da Lei Rouanet torna-se necessário para garantir sua realização e impacto social.Guiados pelo Art. 215 da Constituição Federal de 1988, que nos assegura enquanto brasileiros que "O Estadogarantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará eincentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais", a aprovação do projeto Òye Conexão Sexta Região pela Lei Federal de Incentivo à Cultura é de suma importância como etapa imprescindível parasua execução por estar em consonância com os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 que institui o ProgramaNacional de Apoio à Cultura:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismoda cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;Enquadramento nos Incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91O Òye Conexão Sexta Região atende diretamente aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei Rouanet:Inciso II _ Incentivar a produção, distribuição e acesso aos produtos culturais.O evento democratiza o conhecimento ao oferecer participação gratuita e acessível, com transmissão online eatividades presenciais, ampliando seu alcance e impacto.Inciso III _ Proteger e valorizar o patrimônio cultural brasileiro.A preservação das tradições afro-brasileiras e indígenas, o reconhecimento do território como espaço de construçãode saberes e o fortalecimento de práticas ancestrais são pilares centrais do evento.Inciso IV _ Desenvolver a consciência cultural e artística do povo brasileiro.A proposta educativa do evento promove reflexões sobre a cultura e identidade nacional, possibilitando que diversascomunidades ressignifiquem suas experiências por meio da arte e da oralidade.Inciso VI _ Estimular a difusão de bens culturais de valor universal, formando cidadãos e preparando-os para acriatividade.A programação inclui giras temáticas, feiras culturais, performances e rodas de conversa, criando um ambiente deprodução e difusão de arte, cultura e conhecimento insurgente.Objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91 Alcançados pelo ProjetoO projeto atende diretamente aos objetivos da política cultural nacional, conforme estabelecido no Art. 3º da LeiRouanet. Os principais objetivos cumpridos são:I _ Apoio e valorização da cultura nacionalO evento fortalece saberes tradicionais e insurgentes, ampliando a valorização das produções intelectuais eartísticas das comunidades periféricas, quilombolas e indígenas.II _ Difusão de bens culturaisCom sua ampla programação de painéis, rodas de conversa e atividades interativas, o projeto incentiva a circulaçãodo conhecimento e a troca de experiências entre participantes.III _ Estímulo à criatividade artísticaA proposta fomenta a produção cultural por meio da exposição de artistas negros e indígenas, dando espaço paraperformances, lançamentos literários e apresentações musicais.IV _ Fortalecimento da identidade nacionalAo resgatar e destacar saberes e cosmologias não-hegemônicas, o Òye contribui para um entendimento mais amploe diverso do que constitui a identidade brasileira.VI _ Preservação e resgate do patrimônio cultural brasileiroO evento atua como um espaço de reafirmação das tradições afro-brasileiras e indígenas, garantindo que essessaberes sejam transmitidos e valorizados para as futuras gerações.VIII _ Garantia de acesso dos cidadãos aos bens culturaisO evento promove o direito fundamental de todos os cidadãos ao acesso amplo e democrático aos bens culturais brasileiros. Por meio da disponibilização de feiras, atividades artísticas e debates, busca-se assegurar que diferentes comunidades, especialmente as tradicionais e afro-brasileiras, possam usufruir, participar e vivenciar a diversidade cultural do país, fortalecendo a inclusão, a cidadania e a valorização da cultura nacional em suas múltiplas expressões. Contrapartida Social As atividades são gratuitas e acessíveis, com iniciativas que garantem a participação de pessoas com deficiência e espaços para artistas e produtores culturais independentes. A Lei de Incentivo à Cultura desempenha um papel estratégico na viabilização de eventos transformadores, como o Òye Conexão Sexta Região. Em um cenário de profundas desigualdades culturais e educacionais,esse mecanismo possibilita que saberes insurgentes sejam fortalecidos, garantindo espaço e voz para aqueles quehistoricamente foram marginalizados.Por meio de sua estrutura inovadora, o projeto promove um diálogo interseccional e global sobre identidade,território e ancestralidade, impactando diretamente políticas públicas e a difusão do conhecimento insurgente. Oincentivo fiscal permitirá que o evento amplie seu alcance, garantindo acessibilidade, infraestrutura adequada emobilização de pesquisadores e ativistas, tornando-se um marco na valorização das epistemologias negras eindígenas.Dessa forma, o financiamento pelo Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei Rouanet não apenas asseguraa realização do evento, mas consolida sua relevância como ferramenta de transformação social, ampliando oimpacto da cultura como instrumento de resistência, memória e construção coletiva.

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

Formato geral do evento: Evento presencial e online com um dia de evento, com atividades simultâneas e ambientes físicos e virtuais integrados. Programação total de aproximadamente 12 horas de atividades entre seminários, rodas de conversa, apresentações e exposições.Material de divulgação: Folder digital interativo e impresso, programas de mão e cartilhas informativas sobre os temas do festival, com texto em linguagem acessível e conteúdo de formação em inclusão digital e cultural. Disponibilização destes materiais em PDF para download e circulação nas redes sociais e instituições parceiras.Projeto pedagógico: O evento é estruturado a partir de eixos temáticos que dialogam educação formal e popular, valorização da cultura afro-brasileira e africana, e ativismo social. O material pedagógico contém conteúdos para formação de mediadores culturais, professores e agentes comunitários, além de proporcionar cursos temporários on-line, como os de letramento racial e audiovisual negro, com foco em desenvolvimento crítico e empoderamento dos participantes.Duração das atividades principais:Seminário Internacional: 2 horasRoda de Conversa Audiovisual e Mídia Negra: 2 horasGira Confluente (apresentações): total de 6 horas distribuídas em sessõesFeira Literária e de Empreendedores: funcionamento diário das 10h às 20hEspaço de Exposição de Arte: aberto durante todos os dias das 10h às 22hEspaço Aberto de Confluência Artística: disponível durante todo o período do eventoShow Musical de Encerramento: 1 hora e 30 minutos Recursos técnicos: Som profissional para apresentações e shows; equipamentos audiovisuais para projeções e transmissões online; tradução simultânea para o Seminário Internacional; equipamentos de acessibilidade (interpretadores de Libras, audiodescrição e legendagem em tempo real).Capacidade e acessibilidade: Previsão de público presencial: 2000 pessoas/dia. Espaços acessíveis para pessoas com deficiência. Recursos digitais e plataformas online acessíveis para transmissão e interação, garantindo ampla participação de diferentes públicos.

Acessibilidade

Acessibilidade Física O projeto Òye garante acessibilidade plena nos espaços físicos, com: Rampas de acesso e corredores amplos, permitindo locomoção segura para cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e idosos. Banheiros adaptados, equipados com barras de apoio e espaço ampliado. Guias táteis e piso tátil, posicionados estrategicamente nos principais corredores, entradas e áreas de circulação, para orientação de pessoas cegas ou com baixa visão. Equipe de apoio treinada, disponível para orientação e assistência personalizada, com postos de apoio e descanso para idosos, gestantes e pessoas com fadiga motora. Acessibilidade de Conteúdo O acesso aos conteúdos e informações do projeto será viabilizado por: Tradução simultânea em Libras, disponível em palestras, rodas de conversa e transmissões online. Audiodescrição para exposições, apresentações artísticas e audiovisuais. Legendas descritivas em vídeos e materiais digitais produzidos durante o evento. Formato híbrido presencial e online, permitindo participação de quem enfrenta barreiras geográficas ou de mobilidade. Interpretação em Libras para interações espontâneas, incluindo atendimento ao público. Plataforma digital acessível, compatível com leitores de tela e recursos ajustáveis de contraste e fonte. Equipe especializada em inclusão, disponível para auxiliar os participantes e atender necessidades específicas. A inclusão no Òye Conexão Sexta Região não é apenas um requisito técnico, mas uma políticaativa que reflete o compromisso do projeto com a democratização da cultura, do conhecimento e das práticasdecoloniais. Ao ampliar o acesso ao evento por meio da infraestrutura acessível e comunicação inclusiva, o projetogarante que a diversidade esteja presente não apenas nos debates, mas na própria vivência do público. Com essasmedidas inovadoras e estratégicas, o evento rompe barreiras físicas e comunicacionais, criando um espaço seguro,respeitoso e verdadeiramente inclusivo. A acessibilidade não será apenas garantida, mas promovida como um valoressencial, reafirmando o direito de todas as pessoas à cultura, ao conhecimento e ao protagonismo social.

Democratização do acesso

O Òye Conexão Sexta Região tem como princípio fundamental a democratização do acesso àcultura e ao conhecimento, garantindo que um público diverso, incluindo pessoas de diferentes perfis sociais eeconômicos, possa usufruir plenamente das atividades e conteúdos do evento. Para isso, são adotadas estratégias dedistribuição gratuita e comercialização acessível, além de medidas inovadoras para ampliar o alcance das açõesculturais, acadêmicas e formativas.Distribuição e Comercialização dos ProdutosOs produtos culturais gerados pelo evento, como publicações acadêmicas, materiais audiovisuais, registros artísticose educativos, serão distribuídos e comercializados de forma inclusiva e acessível. Para garantir um modeloequitativo de distribuição, as ações previstas incluem: 1. Acesso gratuito a conteúdos digitais produzidos durante o evento, incluindo gravações de palestras, seminários eapresentações artísticas, disponibilizados em plataformas online de livre acesso. 2.E-books acessíveis, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso facilitado aoconteúdo produzido pelo evento.3. Feira literária e feira de empreendedores, incentivando a circulação de livros, artesanatos e produtos culturaiscriados por artistas e autores independentes, valorizando a produção periférica e quilombola e fomentando aeconomia criativa. 4. Exposição de arte com entrada gratuita, garantindo acesso aberto a todos os públicos às obras, performances emanifestações artísticas presentes no evento.5. Comercialização acessível, permitindo que os produtos do evento tenham preços reduzidos ou subsidiados,garantindo que pessoas em situação de vulnerabilidade tenham oportunidade de acesso sem barreiras financeiras.Medidas de Ampliação de AcessoPara garantir que um público ainda maior possa acompanhar o evento, especialmente aqueles que enfrentambarreiras geográficas, econômicas ou de mobilidade, serão adotadas ações complementares para descentralizar eexpandir o alcance das atividades: 1. Transmissão online gratuita de todas as palestras, seminários e rodas de conversa, permitindo que participantesde diferentes localidades acompanhem os conteúdos de forma virtual e interativa. 2. Plataforma digital acessível, com recursos para leitores de tela, ferramentas de audiodescrição, legendagemdescritiva e ajustes para contraste, garantindo total acessibilidade digital. 3. Ensaio aberto para apresentações artísticas, possibilitando que o público acompanhe o processo criativo,promovendo maior inclusão e engajamento cultural. 4. Oficinas paralelas e formativas, presenciais e virtuais, permitindo capacitação sobre temas do evento, comoterritorialidade, políticas públicas inclusivas, práticas de resistência cultural e ensino decolonial. 5. Sessões interativas e acessíveis, incluindo tradução simultânea, legendas, audiodescrição e intérpretes de Libras,garantindo compreensão plena para pessoas com deficiência. 6. Parcerias estratégicas com escolas e universidades, promovendo atividades didáticas e culturais relacionadas aoevento, possibilitando formação complementar aos alunos e pesquisadores. 7. Atividades descentralizadas, levando parte da programação para territórios periféricos, quilombolas e indígenas,por meio de exibições públicas, minicursos, apresentações culturais e rodas de conversa, criando um intercâmbiodireto entre a academia e as comunidades tradicionais. 8. Distribuição gratuita de parte dos materiais produzidos, priorizando o envio de cartilhas educativas e livrosdigitais para centros culturais, coletivos periféricos e quilombolas, assegurando que o conhecimento compartilhadono evento tenha impacto contínuo. 9. Sessões especiais para grupos comunitários, possibilitando um formato exclusivo para interações mais direcionadas, incluindo turmas de escolas públicas, grupos de estudo e lideranças quilombolas e indígenas. Com essas ações inovadoras, o Òye Conexão Sexta Região garante que sua programação chegue aum público amplo e diverso, promovendo acesso equitativo à cultura, ao conhecimento e ao diálogo crítico. Além de ser um evento intelectual e artístico de grande impacto, o projeto se estabelece como uma ferramenta detransformação social, fomentando a valorização de epistemologias não-hegemônicas, fortalecendo redesacadêmicas e populares e criando um ambiente cultural inclusivo e democrático.A estrutura acessível, aliada às estratégias de descentralização e distribuição gratuita, permite que grupostradicionalmente excluídos do circuito acadêmico e artístico tenham a oportunidade de participar, contribuir e sebeneficiar do evento, consolidando o Òye como um exemplo concreto de democratização cultural no Brasil.

Ficha técnica

A instituição proponente Instituto Itéramaxe em conjunto com o Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos (Diversitas FFLCH/USP), desempenhará papéis fundamentais na concepção, organização e execução do Òye Conexão Sexta Região, garantindo planejamento estratégico, estrutura acadêmica e impactocultural significativo.1. Coordenação Geral e Gestão do EventoSupervisão administrativa e logística, assegurando que todas as etapas do projeto sejam cumpridas dentro docronograma e alinhadas aos objetivos do evento.Intermediação de parcerias nacionais e internacionais, consolidando colaborações com universidades africanas,como Moçambique, Nigéria e Senegal, fortalecendo o intercâmbio acadêmico e cultural.Captação de recursos egerenciamento financeiro, garantindo transparência na execução do orçamento e na prestação de contas conformeos critérios da Lei Rouanet.2. Curadoria e ProgramaçãoDefinição dos eixos temáticos e estrutura das atividades, incluindo seminários, rodas de conversa, giras confluentese feiras culturais.Seleção dos convidados e palestrantes com foco na diversidade de perspectivas, abrangendo pesquisadores,ativistas, artistas e produtores culturais de diferentes origens, incluindo comunidades periféricas, quilombolas eindígenas.Mediação acadêmica e cultural, garantindo um espaço de diálogo interseccional, promovendo trocas entre ossaberes tradicionais e acadêmicos.3. Implementação das Medidas de AcessibilidadeAdaptação dos espaços físicos, incluindo rampas, banheiros adaptados, áreas reservadas para cadeirantes esinalização tátil.Recursos de acessibilidade de conteúdo, como tradução simultânea em Libras, audiodescrição e legendagem emvídeos, garantindo participação plena de pessoas com deficiência.Acessibilidade digital ampliada, com plataformas adaptadas para leitores de tela e interfaces inclusivas.4. Divulgação e Ampliação do AcessoEstratégias de comunicação para alcançar públicos diversos, utilizando redes sociais, plataformas digitais emateriais impressos.Transmissão ao vivo ddas atividades principais, garantindo amplo alcance do evento e inclusão digital.Publicação dos conteúdos gerados, incluindo relatórios técnicos, notas acadêmicas e vídeos das conferências,ampliando o impacto para pesquisadores, educadores e agentes públicos. Descentralização das atividades, com ações culturais em territórios periféricos, quilombolas e indígenas, levandoparte da programação para esses espaços, fortalecendo o intercâmbio de saberes. Ao executar essas ações, o Òye garantirá um impacto duradouro, contribuindo para a valorização de saberesinsurgentes, formulação de políticas públicas inclusivas e fortalecimento da conexão acadêmica entre Brasil eÁfrica.Currículo Resumido dos Principais ParticipantesCoordenação AcadêmicaTeresa Teles, Historiadora, mestra em História Social (USP) e doutoranda do Programa de Pós-GraduaçãoHumanidades, Direitos e Outras Legitimidades (FFLCH/USP), onde desenvolve a pesquisa "Aquilombando espaços,Aquilombando ideias - Histórias de Vida de estudantes negras(os) do PPGHDL-USP". Percussionista, integra oEcossistema Ilú Obá De Min, Educação Cultura e Arte Negra, onde coordena o naipe alfaia, é uma das regentes doBloco Afro Ilú Obá De Min, exerce a função de gestora financeira e é membra da Comissão de Heteroidentificação.Foi nomeada Coordenadora Executiva do Diversitas (Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias eConflitos/FFLCH/USP). É membra da Comissão de Heteroidentificação da Pró-Reitoria de Inclusão e PertencimentoUSP (desde 2022) e do Departamento de Recursos Humanos - DRH/USP (desde 2023). Atualmente é membra doGrupo de Trabalho Étnico Racial (PRIP/USP)Curadoria e ProgramaçãoCoordenação GeralAlessandra Garcia, advogada, graduada em Direito pela Universidade de Mogi das Cruzes, Mestra pelo PPGHDL -USP, onde é doutoranda pelo mesmo Programa. Coordenadora Jurídica do Projeto PROCAD - CAPES em parceriacom o Ministério da justiça e Secretaria de Segurança Pública de São Paulo na Faculdade de Saúde Pública daUniversidade de São Paulo, no contexto sobre drogas e encarceramento. Pesquisadora do Núcleo NARUA, também daFaculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Especialista em direitos humanos, relações raciais epráticas antidiscriminatórias na promoção da igualdade racial, no combate ao racismo e na garantia dos direitos daspopulações racialmente discriminadas. Fundadora e Diretora.Coordenação Parcerias InternacionaisMirtes Santos, é Quilombola do Angelim II - Território do Sapê do Norte no ES, Docente no Departamento de Direitona Universidade de Cabo Verde - UniCV, Pesquisadora e Ativista dos Direitos Humanos há mais de 20 anos no Brasil; ÉPresidente do IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito da Família, Núcleo de Cabo Verde; Assessora e ConsultoraJurídica do Projeto Raízes do Sapê da Associação Quilombola de Mudas Nativas e Agroecologia Orgânica daComunidade do Angelim II - (AQUIMUNA), Mestra em Ciências Jurídicas e Sociais pelo Programa de Pós-Graduaçãoem Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense - PPGSD/UFF - (2019), Especialista em Gestão dePolíticas Públicas de Gênero e Raça - GPPGER pela Universidade Federal do Espírito Santo - UFES - (2012) áreas deconcentração em Justiça Ambiental, Territórios Tradicionais, Conflitos Socioambientais, Rurais e Urbanos e RacismoAmbiental; Atua também como Consultora Jurídica de Projetos de Direitos Humanos: Raça, Gênero e DiversidadeSexual, Justiça Climática e Direito do Ambiente.Acessibilidade e ComunicaçãoAmanda Silva de Paula, Capoeirista há quase duas décadas. Educadora antes mesmo da titulação, hoje Pedagoga(USCS/2019), Artista e co-criadora do Kmt Artes, Recreadora Cultural pois brincar também é um ato Político(FASC/2022), especializando em " Estudos africanos e afro-brasileiros' (UFABC), Especialista em "Processos didático-pedagógico para cursos na modalidade a distância" (UNIVESP/2023), e finalmente, mas não menos importante,Mestra pelo DIVERSITAS (FFLCH/USP), com o tema "a presença dos corpos femininos na capoeira", desde 2020.Coordenadora de Mentores e uma das Mentoras no Coletivo ITERAMÃXE onde auxilia o ingresso de Pessoas Pretas,quilombolas, LGBTQIAPN+, Com Deficiências e Indígenas aos cursos de Pós-Graduação.Designer Jayme Filho, –Design, com especialização em arquitetura da informação pelo, Mestrandopelo Diversitas USP. Responsável pelo desenvolvimento das plataformas digitais acessíveis e materiais informativosem formatos inclusivos (Braille, legendagem, audiodescrição).Coordenação de ProduçãoAdriana Zabayomi, advogada, pós-graduada em direito público pela UniversidadeZumbi dos Palmares. Atua como Produtora Cultural há mais de 15 anos promovendo grandes eventos entre eles,seminários internacionais, eventos artisticos, teatro, dança, musical, feiras literarias, feira de empreendedorismo.Já coordenou eventos de grande relevância como Trofeu Raca Negra - de 2012 a 2018, Flinksampa, Festivais, Bienal Internacional do Livro- desde 2012.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.