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PRONAC 2514145Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Pavilhão Brasil na 16ª Bienal de Gwangju - Devorações do amanhã: Brasil em rebento

INSTITUTO INCLUSARTIZ
Solicitado
R$ 5,36 mi
Aprovado
R$ 5,36 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-12-01
Término
2027-01-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto propõe a participação oficial do Brasil na 16ª Bienal de Gwangju 2026, na Coreia do Sul, por meio do Pavilhão do Brasil, que apresentará a exposição Devorações do amanhã: Brasil em rebento, reunindo obras de artistas brasileiros contemporâneos em diversas linguagens — pintura, escultura, instalação, vídeo, fotografia e novas tecnologias. A proposta busca difundir a arte brasileira no cenário internacional, fortalecendo o intercâmbio cultural e a presença do país na Ásia.O projeto inclui a montagem e operação da estrutura do pavilhão, a realização da exposição principal, a edição de catálogo trilíngue (português, inglês e coreano), além do programa educativo "Encontros de Fabulação e Criação", com oficinas, palestras e ações de mediação cultural acessíveis. Todas as atividades serão gratuitas, ampliando o alcance e a democratização do acesso à arte brasileira contemporânea durante o período oficial da Bienal.

Sinopse

PAVILHÃO DO BRASIL NA 16ª BIENAL DE GWANGJU 2026: O Pavilhão do Brasil na 16ª Bienal de Gwangju representa uma iniciativa inédita de cooperação cultural internacional, resultado da parceria entre a Embaixada do Brasil em Seul e a Gwangju Biennale Foundation, que cedeu o espaço expositivo no Gwangju History & Folk Museum para sua realização. Concebido como um projeto institucional de diplomacia cultural, o pavilhão tem como propósito fortalecer a presença do Brasil no circuito artístico asiático, promovendo intercâmbio entre artistas, curadores e instituições dos dois países. Com estrutura que integra exposição, ações educativas, acessibilidade e programação pública, o Pavilhão do Brasil afirma-se como um espaço de diálogo, experimentação e visibilidade internacional da arte contemporânea brasileira.EXPOSIÇÃO: A exposição Devorações do amanhã: Brasil em rebento apresentará um conjunto de obras de artistas brasileiros contemporâneos de diferentes regiões, linguagens e trajetórias, abrangendo pintura, escultura, instalação, vídeo, fotografia e novas tecnologias. O núcleo curatorial abordará temas atuais como meio ambiente, tecnologia, ancestralidade e transformações socioculturais, em diálogo com o contexto histórico da Bienal de Gwangju. O projeto busca ampliar a presença da arte brasileira no cenário internacional e promover intercâmbio cultural entre Brasil e Coreia do Sul.CATÁLOGO TRILÍNGUE (PORTUGUÊS, INGLÊS E COREANO): O catálogo reunirá textos críticos da curadoria e de especialistas convidados, além de imagens das obras, fichas técnicas e informações institucionais. Dividido em seções, o conteúdo inclui ensaios curatoriais, apresentação das obras e trajetórias dos artistas participantes, além de reflexões sobre o papel da arte brasileira no contexto global contemporâneo. A publicação terá versão impressa e digital, assegurando ampla circulação crítica, difusão acadêmica e registro documental da participação brasileira na Bienal.CONVERSAS DE MEDIAÇÃO CULTURAL (PROGRAMA DE ATIVIDADES: ENCONTROS DE FABULAÇÃO E CRIAÇÃO – CICLO I): As Conversas de Mediação Cultural integram o programa “Encontros de Fabulação e Criação”, desdobramento pedagógico do Pavilhão do Brasil. Serão realizadas duas oficinas e uma palestra presenciais, conduzidas pelos artistas Ventura Profana, Manauara Clandestina e Vinícius Gerheim, que compartilham práticas em colagem, fotografia e pintura como meios de fabular identidades e reinventar narrativas. As atividades têm caráter participativo e inclusivo, com registro audiovisual e tradução simultânea, ampliando o alcance do projeto e fortalecendo o diálogo intercultural entre artistas e público da Bienal.CONTRAPARTIDA SOCIAL (PROGRAMA DE ATIVIDADES: ENCONTROS DE FABULAÇÃO E CRIAÇÃO – CICLO II): Como contrapartida social, serão realizadas três palestras públicas e gratuitas do programa “Encontros de Fabulação e Criação”, conduzidas pela curadoria e equipe do Pavilhão Brasileiro. As conversas abordarão temas como produção cultural, curadoria, museologia digital e inteligência artificial, aproximando o público dos bastidores da realização do Pavilhão e dos desafios da gestão cultural internacional. Com tradução simultânea, registro audiovisual e difusão digital, as atividades promovem acessibilidade, formação crítica e intercâmbio institucional entre Brasil e Coreia do Sul.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Promover a participação oficial do Brasil na 16ª Bienal de Gwangju 2026, na Coreia do Sul, por meio da criação e operação do Pavilhão do Brasil, com o propósito de difundir a arte contemporânea brasileira em escala internacional. O projeto tem como finalidade fortalecer o intercâmbio cultural entre Brasil e Ásia, ampliando a visibilidade de artistas brasileiros, a circulação de suas obras e a compreensão da diversidade cultural do país.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:PAVILHÃO DO BRASIL NA 16ª BIENAL DE GWANGJU 2026: realizar a estrutura necessária para o Pavilhão do Brasil na 16ª Bienal de Gwangju 2026, compreendendo montagem, operação e infraestrutura do espaço durante o período oficial do evento.- Estruturação, montagem e operação do Pavilhão do Brasil no período de 07/09/2026 a 01/12/2026 (cerca de 86 dias de funcionamento).- Espaço projetado para receber a exposição e ações do Programa Público.EXPOSIÇÃO DE ARTES: realizar 01 exposição de obras de artistas brasileiros em diferentes linguagens, com visitação aberta ao público durante o período oficial da Bienal.- Exposição "Devorações do amanhã: Brasil em rebento", em cartaz de 07/09/2026 a 01/12/2026, aberta ao público 6 dias por semana.- Apresentação de obras de artistas brasileiros, em linguagens diversas (instalação, fotografia, pintura, performance e escultura).- Estimativa de público presencial: 500 mil visitantes durante o período da mostra.CATÁLOGO: realizar a edição, produção e distribuição gratuita de 01 catálogo trilíngue (português, inglês e coreano), em formato impresso e digital, com textos críticos e informações sobre a mostra Devorações do amanhã: Brasil em rebento.- Produção de 1.000 exemplares impressos, com distribuição gratuita durante a Bienal.- Disponibilização de 1 versão digital gratuita no site e nas plataformas da Bienal, bem como nas redes do Pavilhão do Brasil.- Conteúdo trilíngue (português, inglês e coreano), com textos críticos da curadoria, imagens das obras e informações institucionais.- Distribuição gratuita para Escolas e Universidades Públicas do Brasil.CONVERSAS DE MEDIAÇÃO CULTURAL (PROGRAMA DE ATIVIDADES: ENCONTROS DE FABULAÇÃO E CRIAÇÃO _ CICLO I): Realizar 2 oficinas e 1 palestra presenciais no espaço do Pavilhão do Brasil, localizado no Gwangju History & Folk Museum, durante a 16ª Bienal de Gwangju, no âmbito do programa Encontros de Fabulação e Criação, conduzidos pela curadoria e pelos artistas convidados do Pavilhão Brasileiro. As atividades ampliam o acesso do público local a processos de criação artística e fortalecem o intercâmbio cultural entre Brasil e Coreia. Integram o Ciclo I _ Conversas com Artistas, eixo prático e formativo do programa educativo do Pavilhão do Brasil, que articula experimentação artística, reflexão crítica e mediação intercultural.Serão realizadas três atividades de artes visuais, cada uma com duração de 3h e capacidade para até 30 participantes presenciais, totalizando 90 vagas oferecidas, com entrada gratuita e tradução simultânea. Todas as atividades terão registro audiovisual integral e serão disponibilizadas no canal de YouTube do Collegium, garantindo acesso contínuo e ilimitado para públicos do Brasil, da Coreia e de outras regiões.1- Oficina "Devoradores de imagens: colagem e edificação coletiva", com a artista Ventura Profana.2- Oficina "Fotografia como rebento: fabular identidades", com a artista Manauara Clandestina.3- Palestra "Pintura e desejo: rebentos da memória", com o artista Vinícius Gerheim.PROGRAMA DE ATIVIDADES: ENCONTROS DE FABULAÇÃO E CRIAÇÃO _ CICLO II: Realizar três palestras públicas no auditório do Gwangju History & Folk Museum, integrando o programa Encontros de Fabulação e Criação, conduzidas pela curadoria e pela equipe do Pavilhão Brasileiro na 16ª Bienal de Gwangju, com o objetivo de compartilhar metodologias e experiências sobre curadoria, produção cultural, museologia e tecnologias emergentes, fortalecendo o intercâmbio institucional e o diálogo entre profissionais, estudantes e público geral. As atividades integram o Ciclo II _ Conversas com a Equipe do Pavilhão, eixo reflexivo e formativo do programa educativo, que aborda os bastidores da realização do primeiro pavilhão brasileiro e seus desafios curatoriais, técnicos e interculturais.Serão realizadas três palestras abertas, cada uma com duração de 1h e capacidade para até 200 participantes presenciais, totalizando 600 vagas oferecidas, com entrada gratuita e tradução simultânea. Todas as atividades terão registro audiovisual integral e serão disponibilizadas no canal de YouTube do Collegium, garantindo acesso contínuo e ilimitado para públicos do Brasil, da Coreia e de outras regiões.1- Palestra "O germinar de um pavilhão: da ideia à realização", com Marcele Vargas e Lívia Ferraz.2- Palestra "Museologia contemporânea e IA: os desafios dos ambientes digitais", com Guilherme Siqueira e Aldones Nino.3- Palestra "Processos colaborativos entre IA e pesquisa curatorial", com Aldones Nino e Bruna Levi.

Justificativa

A Bienal de Gwangju (Gwangju Biennale) é reconhecida como a primeira a ser realizada na Ásia desde 1995, acontece a cada dois anos, sendo hoje umas das 20 maiores bienais de arte contemporânea do mundo, com forte relevância histórica por seu engajamento em questões sociais, políticas e culturais globais. A participação oficial do Brasil, pela primeira vez com pavilhão próprio, representa um marco inédito de inserção internacional da arte brasileira, fortalecendo o diálogo intercultural do país com a Ásia e consolidando sua presença estratégica no mercado de arte contemporânea sul-coreano e asiático.O projeto se enquadra nos seguintes objetivos previstos na Lei nº 8.313/91:Art. 1º, inciso I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.→ O Pavilhão do Brasil permitirá que públicos internacionais tenham acesso direto às obras de artistas brasileiros, criando oportunidades de circulação para produções que dificilmente chegariam à Ásia por vias comerciais e de difusão cultural tradicionais.Art. 1º, inciso II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.→ A seleção de artistas contempla nomes de diferentes regiões do país, como Maria Lira Marques (Vale do Jequitinhonha), Xadalu Tupã Jekupé (povos originários) e Rayana Rayo (Recife), evidenciando a pluralidade cultural do Brasil e projetando essas ricas narrativas no circuito internacional.Art. 1º, inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.→ Serão apresentados trabalhos em múltiplas linguagens (pintura, escultura, instalação, vídeo e novas mídias) de artistas consagrados e emergentes, permitindo difusão ampla de criadores brasileiros e fortalecendo sua inserção em coleções, galerias e instituições do contexto asiático.Art. 1º, inciso IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional.→ Obras como as de Josi, que incorporam saberes e materiais tradicionais (como bambu, sementes e pigmentos naturais), ou de Castiel Vitorino Brasileiro, que aborda questões de identidade, reafirmam o pluralismo da cultura brasileira e garantem sua visibilidade em um cenário global.Art. 1º, inciso VII _ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações.→ O diálogo com a Coreia do Sul, país com forte tradição em políticas culturais e circulação internacional de sua produção artística, fortalece a diplomacia cultural brasileira e abre espaço para colaborações institucionais e de mercado entre os dois países.Art. 1º, inciso VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.→ O catálogo trilíngue sobre a mostra reunirá textos críticos e documentação fotográfica, constituindo um registro de referência que amplia a circulação crítica e preserva a memória da participação brasileira na Bienal.Art. 1º, inciso IX _ priorizar o produto cultural originário do País.→ A mostra assegura a projeção internacional de obras de artistas brasileiros contemporâneos, reforçando o protagonismo da produção nacional e sua inserção no contexto cultural asiático, ampliando possibilidades de intercâmbio institucional, circulação em exposições e fortalecimento do diálogo entre diferentes cenas artísticas.Nos termos do Art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto alcança os seguintes objetivos:Art. 3º, inciso II, alínea b _ edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.→ O catálogo trilíngue em português, inglês e coreano funcionará como instrumento crítico e de difusão, circulando entre colecionadores, galeristas, curadores e pesquisadores, ampliando a visibilidade da produção brasileira no mercado internacional.Art. 3º, inciso II, alínea c _ realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.→ A realização da exposição do Pavilhão do Brasil constitui o núcleo do projeto, inserindo a arte brasileira em um dos maiores eventos do mundo e assegurando sua difusão em escala internacional, com potencial de gerar desdobramentos em outras mostras e bienais.Art. 3º, inciso II, alínea d _ cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior.→ O projeto contempla o transporte internacional das obras de artistas brasileiros e o seguro para sua preservação, garantindo que peças de grande valor cultural circulem de forma segura e adequada para exibição.Art. 3º, inciso V, alínea a _ realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens.→ A presença de artistas e equipe técnica na Coreia do Sul configura missão cultural oficial, possibilitando intercâmbio direto com profissionais e instituições asiáticas, além de criar pontes para futuras colaborações e circulação internacional da arte brasileira.Além do impacto imediato, o projeto deixará como legado a consolidação de redes institucionais entre Brasil e Ásia, a ampliação da circulação internacional da arte brasileira e a formação de novos públicos por meio das atividades de mediação cultural. Estima-se a participação presencial de aproximadamente 500 mil visitantes durante o período expositivo, além do alcance digital ampliado por meio do catálogo trilíngue e dos registros audiovisuais. Assim, a presença brasileira na Bienal de Gwangju se afirma como uma ação estratégica de diplomacia cultural, acessibilidade e difusão internacional, em consonância com os princípios e objetivos da Lei nº 8.313/91.

Estratégia de execução

Listagem de DeslocamentosEquipe de Projeto:Marcele Vargas Visita Técnica (7 dias)Ida: Rio de Janeiro → Seul → GwangjuVolta: Gwangju → Seul → Rio de JaneiroMontagem e Abertura (20 dias)Ida: Rio de Janeiro → Seul → GwangjuVolta: Gwangju → Seul → Rio de JaneiroDesmontagem (5 dias)Ida: Rio de Janeiro → Seul → GwangjuVolta: Gwangju → Seul → Rio de JaneiroLívia Ferraz Visita Técnica (7 dias)Ida: Rio de Janeiro → Seul → GwangjuVolta: Gwangju → Seul → Rio de JaneiroMontagem e Abertura (20 dias)Ida: Rio de Janeiro → Seul → GwangjuVolta: Gwangju → Seul → Rio de JaneiroDesmontagem (5 dias)Ida: Rio de Janeiro → Seul → GwangjuVolta: Gwangju → Seul → Rio de JaneiroGuilherme de Paula – Produção ExecutivaVisita Técnica (7 dias)Ida: Rio de Janeiro → Seul → GwangjuVolta: Gwangju → Seul → Rio de JaneiroMontagem e Abertura (20 dias)Ida: Rio de Janeiro → Seul → GwangjuVolta: Gwangju → Seul → Rio de JaneiroBruna Levi – Curadora AssistenteMontagem e Abertura (20 dias)Ida: Rio de Janeiro → Seul → GwangjuVolta: Gwangju → Seul → Rio de JaneiroAldones Nino – Diretor Artístico e CuradorVisita técnica (7 dias)Ida: Arev → Madrid (trem) → Seul (avião) → Gwangju (trem)Volta: Gwangju (trem) → Seul (avião) → Madrid → Arev (trem)Montagem e Abertura (20 dias)Ida: Arev → Madrid (trem) → Seul (avião) → Gwangju (trem)Volta: Gwangju (trem) → Seul (avião) → Madrid → Arev (trem)Equipe Técnica (montagem, conservação, assistência de produção)3x Montagem e Abertura (15 dias)Ida: Rio de Janeiro → Seul → GwangjuVolta: Gwangju → Seul → Rio de Janeiro3x Desmontagem (5 dias)Ida: Rio de Janeiro → Seul → GwangjuVolta: Gwangju → Seul → Rio de JaneiroEquipe de 3 artistas (abertura e oficinas)Ida: Rio de Janeiro → Seul → GwangjuVolta: Gwangju → Seul → Rio de Janeiro

Especificação técnica

PAVILHÃO DO BRASIL NA 16ª BIENAL DE GWANGJU 2026:Estrutura para a realização do Pavilhão do Brasil na 16ª Bienal de Gwangju 2026, compreendendo montagem, operação e infraestrutura do espaço durante o período oficial do evento, em parceria institucional com a Embaixada do Brasil em Seul e a Gwangju Biennale Foundation, que cedeu o espaço expositivo no Gwangju History & Folk Museum.- Área estimada de 800 m², com divisórias, painéis, vitrines e suportes expográficos.- Montagem de cenografia, elétrica, iluminação, TI e equipamentos audiovisuais.- Equipe técnica de produção, cenografia, arquitetura, logística e conservação.- Serviços de operação, manutenção e limpeza durante todo o período da mostra.- Expografia e circulação adaptadas aos princípios de acessibilidade e desenho universal.PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES:Realização da exposição “Devorações do amanhã - Brasil em rebento”, composta por obras de artistas brasileiros contemporâneos em diferentes linguagens, com visitação gratuita e aberta ao público durante o período oficial da Bienal. - Apresentação de obras em pintura, escultura, instalação, fotografia, vídeo e novas mídias.- Expografia acessível, com rampas, percursos adaptados e sinalização.- Equipamentos audiovisuais: projetores, monitores, sonorização e mídias digitais.- Serviços de transporte internacional, seguro e manuseio especializado das obras.- Registro audiovisual e fotográfico integral da exposição e de suas ações educativas.CATÁLOGO:Edição, produção e distribuição gratuita de 1 catálogo trilíngue (português, inglês e coreano), em formato impresso e digital, com textos críticos e informações sobre a mostra.- Formato: 21 x 28 cm.- Paginação: 200 páginas.- Papel miolo: couché fosco 150 g/m².- Papel capa: cartão triplex 300 g/m², laminação fosca com verniz localizado.- Impressão: 4x4 cores, offset de alta qualidade.- Tiragem: 1.000 exemplares.- Acabamento: lombada quadrada, colado e costurado.- Versão digital em PDF acessível para leitores de tela.- Conteúdo: textos curatoriais, ensaios críticos, imagens das obras, fichas técnicas e biografias dos artistas.PRODUTO CONVERSAS DE MEDIAÇÃO CULTURAL (PROGRAMA DE ATIVIDADES – ENCONTROS DE FABULAÇÃO E CRIAÇÃO – CICLO I): duas oficinas e uma palestra presenciais do programa Encontros de Fabulação e Criação, conduzidas pelos artistas convidados do Pavilhão Brasileiro. As atividades integram o Ciclo I – Conversas com Artistas, eixo prático e formativo do programa educativo, que articula experimentação artística, reflexão crítica e mediação intercultural.- Local: Pavilhão do Brasil – Gwangju History & Folk Museum.- Duração: 3h por atividade.- Quantidade: 3 encontros (2 oficinas e 1 palestra).- Público: até 30 participantes cada, total de 90 participantes presenciais.- Atividades: Oficina “Devoradores de imagens: colagem e edificação coletiva” – Ventura Profana; Oficina “Fotografia como rebento: fabular identidades” – Manauara Clandestina; Palestra “Pintura e desejo: rebentos da memória” – Vinícius Gerheim.- Acessibilidade: tradução consecutiva (português–coreano–inglês); registro audiovisual integral com legendagem e audiodescrição.- Difusão: vídeos publicados no canal de YouTube do Collegium, com acesso gratuito e internacional.CONTRAPARTIDA SOCIAL (PROGRAMA DE ATIVIDADES – ENCONTROS DE FABULAÇÃO E CRIAÇÃO – CICLO II): Realização de três palestras públicas e gratuitas conduzidas pela equipe do Pavilhão Brasileiro, integrando o Ciclo II – Conversas com a Equipe do Pavilhão. As atividades compartilham metodologias e experiências sobre curadoria, produção cultural, museologia e tecnologias emergentes, fortalecendo o intercâmbio institucional e o diálogo entre Brasil e Coreia.- Local: Auditório do Gwangju History & Folk Museum.- Duração: 1h por palestra.- Quantidade: 3 encontros públicos.- Público estimado: até 200 participantes por atividade (total de 600 participantes presenciais).- Atividades: “O germinar de um pavilhão: da ideia à realização” – Marcele Vargas e Lívia Ferraz; “Museologia contemporânea e IA: os desafios dos ambientes digitais” – Guilherme Siqueira e Aldones Nino; “Processos colaborativos entre IA e pesquisa curatorial” – Aldones Nino e Bruna Levi.- Acessibilidade: tradução consecutiva (português–coreano–inglês); registro audiovisual com legendagem e audiodescrição.- Difusão: vídeos disponíveis no canal de YouTube do Collegium, com acesso contínuo e ilimitado.

Acessibilidade

O projeto reafirma o compromisso com a inclusão social e a democratização do acesso à cultura, contemplando medidas de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e de conteúdo, em conformidade com a legislação brasileira e com as boas práticas internacionais de museologia e curadoria inclusiva. Essas ações têm como objetivo construir uma experiência cultural participativa e plural, ampliando o alcance social do projeto e garantindo que o direito à cultura seja efetivamente acessível a toda a sociedade, em consonância com os princípios da Lei nº 8.313/91.Acessibilidade comunicacional: todos os textos, catálogos, legendas e materiais educativos terão versões em formato digital acessível (compatíveis com leitores de tela), além de edições em fonte ampliada. As obras audiovisuais contarão com audiodescrição e legendagem, garantindo pleno acesso a pessoas com deficiência visual e auditiva. Quando houver necessidade de tradução em língua de sinais, serão observados os padrões adotados pela Bienal de Gwangju, assegurando a adequação às práticas locais.- Disponibilização de catálogos e materiais educativos em formato digital acessível.- Produção de audiodescrição para materiais selecionados.- Legendagem e audiodescrição em obras audiovisuais.- Publicações em redes sociais com descrição de imagens (texto alternativo) e linguagem simples.Mediação cultural inclusiva: serão desenvolvidas oficinas e visitas mediadas adaptadas a diferentes faixas etárias e públicos, com materiais pedagógicos acessíveis e linguagem adequada a diversos níveis de letramento e compreensão. Estão previstas ações específicas para públicos com deficiência intelectual, autismo e hipersensibilidade sensorial, bem como atividades voltadas para escolas, universidades e organizações sociais.- Oficinas e visitas mediadas adaptadas a diferentes faixas etárias.- Programação de mediação voltada para escolas, universidades e organizações sociais.- Materiais pedagógicos acessíveis, em linguagem clara e visualmente adaptados.- Ações específicas para públicos com deficiência intelectual, autismo e hipersensibilidade sensorial.Acessibilidade arquitetônica: a expografia será concebida de acordo com os princípios do desenho universal, respeitando parâmetros de mobilidade e circulação, com rampas, sinalização tátil e percursos acessíveis, assegurando que pessoas com mobilidade reduzida ou cadeirantes possam usufruir integralmente da experiência expositiva. Também serão previstas áreas de descanso para públicos com necessidades específicas.- Expografia concebida segundo os princípios do desenho universal.- Instalação de rampas e percursos acessíveis.- Sinalização tátil em pontos estratégicos do espaço.- Áreas de descanso para pessoas com mobilidade reduzida.Considerando as especificidades culturais e legais da Coreia do Sul, as medidas de acessibilidade serão desenvolvidas em diálogo com a organização da Bienal de Gwangju, de modo a respeitar tanto a legislação brasileira quanto às normas locais. Isso inclui a adequação de recursos comunicacionais (como interpretação em língua de sinais, formatos digitais acessíveis e legendagem), bem como a observância dos padrões de acessibilidade arquitetônica vigentes no país. Dessa forma, o projeto reafirma seu compromisso em garantir inclusão plena, reconhecendo que acessibilidade é também um campo de tradução cultural.

Democratização do acesso

O projeto será realizado com entrada gratuita para todo o público, assegurando amplo acesso à programação cultural. Além da visitação livre à exposição, serão implementadas medidas específicas previstas no Art. 47 da IN 23/2025, conforme segue:Inciso I – doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento).→ Serão destinados exemplares do catálogo trilíngue (português, inglês e coreano) a bibliotecas públicas, escolas, universidades e instituições culturais no Brasil e na Coreia do Sul. Além disso, o catálogo será disponibilizado gratuitamente em formato digital, garantindo acesso remoto e difusão crítica.Inciso III – disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição.→ Serão disponibilizados registros audiovisuais da exposição e das atividades públicas (oficinas, palestras), com legendas e audiodescrição, ampliando o acesso de pessoas com deficiência visual e auditiva e permitindo circulação em ambiente digital.Inciso V – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.→ Serão oferecidas gratuitamente oficinas e palestras, ampliando o alcance educativo do projeto e estimulando a formação de público.Inciso VI – realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores.→ Serão desenvolvidas visitas mediadas adaptadas e materiais pedagógicos acessíveis para escolas e universidades, contemplando diferentes faixas etárias e oferecendo apoio direto a professores e educadores.

Ficha técnica

Ficha técnica: Direção geral e curadoria: Aldones NinoResponsável pela definição da linha curatorial e pelo desenvolvimento do conceito central da mostra, Aldones Nino articula as diferentes abordagens, temas e linguagens que compõem a seleção de obras. Sua atuação como curador busca assegurar a coerência do discurso expositivo e a relevância dos debates propostos.Curador radicado na Espanha, atuando em uma rede internacional por meio da curadoria de exposições e da pesquisa teórica no campo da história da arte contemporânea. Com experiência em instituições culturais e universidades, já realizou curadorias de exposições no Brasil, Portugal, Espanha e França. Seus trabalhos foram publicados e apresentados em conferências e palestras públicas nas Américas, Europa e Ásia. Seu programa curatorial investiga a historiografia da arte e a curadoria como ferramentas de enunciação contra regimes hegemônicos, propondo novas formas de engajamento com os legados coloniais. Atualmente, Nino atua como Curador de Programas no Collegium, em Arévalo, Espanha. É doutor em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil, e doutor em História e Arte pela Universidade de Granada, Espanha. Possui também mestrado em História, Política e Bens Culturais pela Fundação Getúlio Vargas, Brasil, e graduação em Filosofia e História da Arte. Além disso, é membro do Conselho Internacional de Museus (ICOM) e do Comitê Internacional de Educação e Ação Cultural (CECA).Curadoria Assistente: Bruna Levi Desempenha o papel de pesquisadora associada, dedicando-se à investigação teórica e crítica sobre as relações entre arte contemporânea e relações internacionais, contribuindo para a contextualização e a fundamentação conceitual da mostra.Historiadora da arte (EBA/UFRJ) e pesquisadora, com trajetória voltada para a investigação de acervos artísticos, história da crítica e diplomacia cultural. Mestranda no Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais da Fundação Getulio Vargas (FGV/CPDOC), onde desenvolve pesquisa sobre a atuação do Itamaraty na projeção internacional da arte brasileira. Possui ampla experiência em pesquisa e catalogação de acervos. Atuou como pesquisadora em instituições dedicadas à preservação e disseminação de acervos de arte, como Instituto Fayga Ostrower (2019-2023), Acervo Decio Vieira (2019-2021), Acervo Ivens Machado (2024-2025).Atuou também como pesquisadora bolsista em diversas iniciativas acadêmicas, incluindo o Museu da Democracia (2024) e projetos de iniciação científica vinculados à UFRJ e ao CNPq, com temas ligados à crítica de arte e circuitos artísticos modernos no Brasil. Integra o Laboratório de Educação, Memória, Acervos e Informação (LEMAI) do FGV/CPDOC, espaço de pesquisa dedicado ao estudo de arquivos, memória e práticas curatoriais contemporâneas.Projeto expográfico e gráfico: Guilherme SiqueiraResponsável pela concepção expográfica e pela identidade visual da mostra, Guilherme Siqueira atua na direção artística do projeto, desenvolvendo soluções espaciais e visuais que garantem a coerência estética e conceitual da exposição. Coordena a equipe de montagem e acompanha processos técnicos de iluminação, sinalização e conservação, assegurando a qualidade museológica e a experiência imersiva do público.Atua como museólogo e designer expográfico no Instituto Inclusartiz, no Rio de Janeiro, onde está a frente da direção de arte e produção de exposições. É responsável pela concepção expográfica, coordenação de montagens, acompanhamento dos processos de conservação e gestão de acervo e coleções. Formado em Museologia pela UNIRIO e mestre em História, Política e Bens Culturais pelo CPDOC-FGV, possui experiência em produção expográfica, gestão de acervos e montagem de exposições, tendo trabalhado em instituições como a Fundação Roberto Marinho, Paço Imperial (Rio de Janeiro), Museu de Arte do Rio, Kunsthaus Zürich Museum (Suíça), Museu das Culturas Indígenas (São Paulo), Museu do Meio Ambiente (Rio de Janeiro), ArtWeek Lisboa, Instituto Cultural de México na Espanha (Madrid). Também atua como designer expográfico do Museu Collegium, em Arévalo, na Espanha, desenvolvendo projetos de expografia e acompanhamento de montagem de exposições.Consultora: Francisca Reynolds - Instituto InclusartizEmpreendedora cultural com ampla trajetória no campo das artes. Fundadora e presidente do Instituto Inclusartiz, uma ONG voltada à promoção da arte contemporânea no Brasil e no exterior, Frances atua como ponte entre culturas, comunidades e países por meio de intercâmbios culturais. CEO da Isabella Produções, produtora internacional especializada em cinema, televisão e novas mídias. Ao longo de 40 anos de carreira, acumulou experiências em grandes empresas multinacionais, ocupando cargos de liderança em corporações como Warner Brothers, Disney e Orion Pictures. Lidera uma importante campanha internacional para a recuperação do acervo do Museu Nacional do Rio de Janeiro, destruído pelo incêndio de 2018, já tendo viabilizado a doação de 14 mil peças. Membro ativa de conselhos de instituições culturais como MoMA, Centre Pompidou, Serpentine Gallery, Tate Modern e Bienal de São Paulo.Sua atuação consultiva assegura o alinhamento do projeto a padrões de excelência institucional, além de contribuir com orientações de gestão, captação e diplomacia cultural, fundamentais para a visibilidade e sustentabilidade da participação brasileira na Bienal de Gwangju.Coordenação de produção: Marcele VargasResponsável pelo planejamento, gestão e execução das etapas operacionais do projeto, articulando equipes técnicas, curadoria, artistas e instituições parceiras. Atua de forma integrada no acompanhamento de cronogramas, logística, comunicação, orçamento e implementação das ações de acessibilidade, assegurando a qualidade e a viabilidade do projeto.Formada em História da Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e com MBA em Gestão e Produção Cultural pela Universidade Cândido Mendes, atua na área cultural desde 2010. Trabalhou no MAC de Niterói, Museu de Arte do Rio, sob direção de Paulo Herkenhoff e Clarissa Diniz e Instituto Fayga Ostrower. Em 2019, atuou como Coordenadora de Residências do Instituto Inclusartiz, tendo trabalhado com artistas e curadores como Yuko Hasegawa, Marcela Cantuária, Ana Lira, Lisa LeFeuvre, entre outros. Ainda no Instituto Inclusartiz, co-criou o podcast ‘’Arte da Gente’’, produziu ‘Pardo é Papel’ do artista Maxwell Alexandre no MAR, inaugurou o Centro Cultural Inclusartiz na Gamboa juntamente com a mostra individual do artista Xadalu Tupã Jekupe. Em 2022 vai para São Paulo e passa a trabalhar na equipe de produção de exposições do Instituto Moreira Salles, permanecendo até março de 2024. Desde outubro de 2024, atua como produtora no Solar dos Abacaxis.Coordenação de projeto: Lívia FerrazResponsável pelo acompanhamento técnico-institucional da proposta, controle de cronograma e cumprimento das exigências do MinC/SALIC, incluindo envio de informações, adequações de conteúdo, revisões de identidade visual e aprovações de logomarcas. Atua na supervisão dos fluxos administrativos e na conformidade documental das etapas.Gestora e produtora cultural formada pela Universidade Federal Fluminense e atua no desenvolvimento e execução de projetos culturais desde 2008. Especializada em exposições de artes visuais, realizou mais de 80 mostras de artistas nacionais e internacionais, em importantes espaços culturais do país. Trabalhou na área de comunicação institucional da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, como supervisora de projetos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e participou da inauguração da sede paulista do Instituto Moreira Salles, onde atuou por 9 anos. Além da experiência com exposições e processos de gestão, realiza consultorias para desenvolvimento de projetos culturais e organização institucional.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.